Arquivo da categoria: Elias

Muita cobra junta costuma não dar certo!

Leia o post original por Craque Neto

Nunca fui contra reunir craques em um mesmo time de futebol. Talvez a Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1970 seja o exemplo mais bem acabado de sucesso utilizando os melhores jogadores da época. Tinha gente que dizia que os caras não poderiam jogar juntos, aí o Zagallo, treinador na ocasião, tratou de formar aquela que provavelmente é a melhor linha ofensiva da história com Clodoaldo, Gerson, Pelé, Jairzinho, Tostão e Rivellino. Só que o passado recente mostra que a vaidade e o dinheiro muitas vezes atrapalha esse tipo de coisa. E não falo nem de briguinhas individuais como […]

O post Muita cobra junta costuma não dar certo! apareceu primeiro em Craque Neto 10.

O Galo pulsa

Leia o post original por Rica Perrone

As pessoas costumam colocar toda discussão sobre futebol na questão de títulos. Quando sai disso, “torcida”. E quando passa isso, apelam pra qualquer coisa que coloque seu clube acima do rival. Nem mesmo o maior atleticano renegaria: o Cruzeiro é bem mais vencedor que o Galo, é internacionalmente mais conhecido e mais tradicional.  Tudo isso …

Opinião: venda de Elias escancara fraco planejamento do Corinthians

Leia o post original por Perrone

Em recente entrevista coletiva, Roberto de Andrade, presidente do Corinthians, disse que o planejamento do clube para 2016 foi bem feito. A declaração soou estranha para torcedores corintianos que viram o campeão brasileiro do ano passado se enfraquecer na atual temporada. E ficou mais difícil de engolir a afirmação após a venda de Elias para o Sporting.

Havia muito tempo que os dirigentes corintianos sonhavam em aliviar despesas negociando o volante. Tanto que em 2015 ele só não foi parar no Flamengo porque exigiu que a direção alvinegra assumisse publicamente o desejo de fazer o negócio.

Porém, apesar desse desejo, o Corinthians emprestou duas promessas de suas categorias de base que poderiam hoje substituir Elias. Marciel foi emprestado numa troca por Williams sob a justificativa de que não teria espaço no time principal. Na ocasião, a explicação dada foi que Maycon merecia mais a vaga na equipe de cima do que ele. Só que cerca de um mês antes da venda de Elias, o promissor Maycon foi por empréstimo para a Ponte Preta. Ou seja, em nenhum momento o Corinthians planejou formar em casa um substituto para Elias. Preferiu, antes da saída de Maycon, contratar Camacho, que pode fazer esse papel.

E assim, o alvinegro segue o seu planejamento, o mesmo que não previu a saída de Tite para a seleção, esperada desde 2015. O tempo para transformar um membro da comissão técnica em substituto de Adenor foi desperdiçado da mesma forma que aconteceu em relação ao sucessor de Elias.

Corinthians na ponta e o Rei de Roma perde a elegância

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians venceu a partida por 1 a 0, está mais que nunca na briga pelo título e mostrou que pode evoluir ainda neste campeonato. Isso é uma coisa. A outra é que o Internacional está fazendo uma das piores campanhas de sua história até agora: completou 9 jogos sem vencer e está deixando seu velho ídolo perder a elegância.

Acreditem: Paulo Roberto Falcão, que sempre primou pelo bom gosto no trajar, apareceu na tela da TV Globo, para todo o país, com a camisa para fora da calça. Eram 21 minutos do primeiro tempo no Beira-Rio e ele tentava instruir o zagueiro Paulão – a situação era mesmo de dar nos nervos do treinador.

O Inter parece que não tem ânimo para construir jogadas de ataque. E sua defesa com Paulão e Leandro Almeida parece um queijo suíço.

Não que o Corinthians estivesse jogando o fino da bola: nem dá, com um ataque em que André ainda não se encontrou, Romero procura ser uma opção inteligente e Marquinhos Gabriel se esforça para criar situações de perigo.

Para piorar o panorama em Porto Alegre, os jogadores protagonizavam cenas dignas de um pastelão: Elias e Ariel quase se pegaram, Fabinho recuou uma bola para o goleiro Marcelo Lomba, que chutou para trás, e outra vez o capitão Paulão surgiu para dar uma joelhada inacreditável nas costas de Romero.

Ainda assim, o Corinthians era melhor. E aos 42 minutos, após uma jogada confusa e uma série de erros, Romero tocou para Elias. O meia, que voltava ao time, bateu sem defesa para o goleiro colorado: 1 a 0.

No segundo tempo, Falcão arrumou a camisa e tentou arrumar o time, voltando com o promissor Nico Lopez e Sacha no ataque. E a torcida se iludiu por dez minutos. Logo o controle da partida voltou aos pés do time de Crisóovão, que desperdiçou boas chances nos contra-ataques: a melhor delas com Luciano.

Com a vitória, o Corinthians se candidata de vez ao título.

Com a derrota, o Inter se candidata a ser um dos piores times de sua gloriosa participação no Campeonato Brasileiro.

Farra corintiana contra time sem sal

Leia o post original por Antero Greco

Os antigos diriam que o Corinthians colocou o segundo quadro em campo. E, mesmo assim, tendo apenas o goleiro Cássio da equipe titular, goleou o Cobresal por 6 a 0, na Arena de Itaquera. Placar construído com aplicação e facilidade.

A aplicação veio da marcação constante e dos ataques em velocidade. A facilidade veio de um adversário frágil e sem motivação. O time chileno foi inútil no ataque e vulnerável na defesa, tanto que em apenas sete minutos Romero, Vilson e Marlone tiveram ótimas chances para abrir o placar.

O primeiro gol saiu aos 9, após cobrança de escanteio: a bola desviada pela zaga sobrou para Marlone sozinho tocar de cabeça para o fundo da rede. Aos 12, o placar ia para 2 a 0, após lançamento de Rodriguinho para Romero, que se deslocou em velocidade, recebeu o passe, driblou para um lado, cortou para o outro e bateu sem chance para o goleiro da equipe chilena.

Um gol mais bonito ainda seria marcado aos 38 minutos, quando Marlone matou no peito e bateu com estilo.

Eram os reservas do Corinthians contra os titulares chilenos, que mais pareciam o tal do segundo quadro. Assim, não foi com surpresa que o lateral-esquerdo Guilherme fez o quarto gol ainda no primeiro tempo, com chute de fora da área.

Ao contrário do que muitos poderiam esperar, os corintianos mantiveram a pegada no segundo tempo. Era um treino, mas tinha algo em jogo e uma torcida empolgada no estádio.

Marlone continuou sendo o destaque da equipe e Elias (que entrou no lugar de William) tabelou com Romero e fez o quinto gol. Para concluir o show alvinegro, o próprio Romero fez o sexto gol do time de Tite, que passou para a próxima fase da Libertadores como primeiro do grupo, ao lado do Cerro Porteño.

De agora em diante, Tite não poderá mais escalar todos os reservas de uma vez: todos os times ruins como o Cobresal já estão eliminados.

(Com participação de Roberto Salim.)

Corinthians doma “Touro” e avança

Leia o post original por Antero Greco

O Red Bull Brasil chegou a Itaquera em grande estilo. Com uma campanha de assustar El Cordobês, o famoso toureiro: tinha colocado para correr os grandes na tourada do Paulistão – estava invicto contra Palmeiras, Santos e São Paulo.

Mas a fama durou pouco tempo, em alguns minutos o “Touro Louco” conheceu a capa, a ginga e os dribles da equipe de Tite: 4 a 0 sem discussão ou choro. Com direito a olé! gritado por quase 40 mil pessoas a partir dos 25 minutos do segundo tempo.

Nem mesmo o artilheiro Roger pôde brilhar, embora fosse o único a comprovar a fama: por duas vezes colocou o goleiro Cássio em ação. No mais, discutiu com Bruno Henrique e passou o pé em Felipe, levando o cartão amarelo.

Quanto ao Corinthians, teve atuação sólida. Não foi brilhante, mas se deslocou com inteligência, buscou as triangulações e explorou como sempre os alas Fagner e Uendel.

Por isso, aos 16 minutos já vencia por 1 a 0: na cobrança de escanteio, a zaga rebateu e Giovanni Augusto jogou o corpo e acertou a bola no ar, com o pé direito.

Era o que o Corinthians precisava para jogar ao ritmo do maestro (no caso toureiro) Elias. Sempre tocando com rapidez, iniciava os contra-ataques. E, aos 39 minutos, André aproveitou cruzamento da direita, se atirou no meio dos zagueiros e tocou a bola, que foi toda manhosa ultrapassar a linha: 2 a 0.

O terceiro gol só não saiu ainda nos primeiros 45 minutos, num cruzamento de Fagner – quando o goleiro já estava fora do gol –, porque a cabeçada de André foi salva pelo zagueiro Diego Sacoman.

A expectativa para o segundo tempo era de que o Red Bull reagiria, mas o time de Tite, com muita calma e um jogo ofensivo, colocou o adversário na roda. A partir dos dez minutos os alvinegros tiveram três chances em sequência: primeiro com Fagner, que Saulo conseguiu defender. Depois com Alan Mineiro, que o goleiro mais uma vez defendeu. E por fim com Alan Mineiro novamente e aí o placar foi para 3 a 0.

Mais cinco minutos e Alan Mineiro deu ótimo passe para Lucca bater com estilo para fazer 4 a 0. O jogo acabou aí, embora Romero tenha desperdiçado o quinto gol.

Agora, o Corinthians pensa no jogo de quarta-feira contra o Cobresal, pela Libertadores.

E o artilheiro Roger volta para a Ponte Preta, com 11 gols na bagagem.

Quanto ao Touro Louco, ainda não foi desta vez que passou para as semifinais do Estadual.

(Com participação de Roberto Salim.)

Corinthians e o empate sob medida

Leia o post original por Antero Greco

O Independiente Santa Fé até que pressionou, assustou um pouco ao abrir vantagem. Nada, porém, que abalasse o Corinthians, no jogo que ambos fizeram na noite desta quarta-feira, em Bogotá. No fim das contas, prevaleceu o 1 a 1, resultado sob medida para o campeão brasileiro, a um ponto da classificação para as oitavas de final da Libertadores.

A equipe colombiana precisava da vitória para saltar para a ponta. Era, portanto, quem entrou com responsabilidade de não decepcionar no El Campin. A turma de Tite, líder do Grupo 8 agora com 10 pontos, ficaria satisfeita com empate, já que encerra participação em casa, diante do Cobresal, lanterna com zero.

O roteiro é conhecido nesse tipo de situação. O Santa Fé foi pra cima, apertou, expôs a contragolpes, mas chegou ao intervalo com a vantagem, no gol de Otero aos 47 minutos. Merecido, porque o Corinthians tratou de segurar o ritmo, não se desgastar mais. Ainda mais que Tite optou por escalar todo mundo que jogou contra o Palmeiras, na derrota de domingo. A tropa sentiu o baque.

Na segunda fase, o Corinthians constatou o óbvio: dava para encarar o Santa Fé sem maiores riscos. Acelerou, apelou para o bom preparo físico, e empatou. Elias, aos 13 minutos, enfim voltou às redes, depois de meses de seca e estaleiro. Dali em diante, os corintianos meteram o pé no freio, desempenharam o papel que sabem de cor – o de defender-se – e apostaram no desespero do anfitrião. Deu certo. Quase deu muito certo, pois se corresse um pouco mais, haveria a virada.

O Corinthians ainda pode até fechar a fase de grupos com a maior pontuação – ou uma das mais altas. Isso é bom, porque lhe permitirá decidir em casa, sempre que pegar adversário que tenha feito menos pontos. Ou seja, cumpre os prognósticos que o davam como candidato forte na chave e na competição em geral.

E, não custa lembrar, essa equipe se reconstruiu nestes últimos três meses; a rigor, menos até do que três meses. Um fenômeno nada desprezível.

Dunga chama Coutinho e os “chineses” para enfrentar o Uruguai de Suarez

Leia o post original por Quartarollo

Seleção Brasileira foi convocada agora há pouco pelo técnico Dunga para os jogos contra Uruguai, dia 25 de março, no Recife, e Paraguai, na terça-feira seguinte, dia 29, em Assunção.

São dois jogos cruciais para a Seleção embora ainda haja uma série de partidas até o fim das Eliminatórias.

Suarez voltará ao time do Uruguai justamente na sexta-feira santa contra o Brasil na capital pernambucana. Depois da mordida será seu primeiro jogo na Celeste.

Dunga manteve Ricardo Oliveira no ataque, mesmo em má fase, e confirmou os “chineses” Gil e Renato Augusto na relação.

Por enquanto a transferência para a China não afastou esses jogadores da Seleção como aconteceu, por exemplo, com Diego Tardelli.

Cássio perdeu a convocação no gol para Diego Alves, bom goleiro do Valência que tem tudo para jogar no embora Alisson seja o escolhido do momento.

Diego teve grave contusão e ficou muito tempo afastado, mas como voltou a jogar Dunga se lembrou dele novamente. Dos goleiros convocados até agora, é aquele que mais tem condição de ser titular do time, na minha opinião.

Thiago Silva que deu entrevista nesta semana, na França, reclamando veladamente de Dunga e da faixa de capitão, além  de ter dito que caiu em depressão após a Copa de 2014, não está relacionado mais uma vez.

Caiu em desgraça com o treinador depois de tantas declarações e tantos pênaltis bobos feitos em vários jogos. Tostão, um grande analista de futebol e um dos maiores jogadores da história, no entanto, acha que Dunga está errado.

Para ele, Thiago Silva é o melhor zagueiro que o Brasil tem ainda e um dos melhores do mundo.

Concordo em parte com Tostão. Thiago está longe ser mau jogador, mas é estabanado principalmente quando se trata de Seleção. Não tem personalidade para ser capitão e já demonstrou isso várias vezes.

Mas se Dunga convoca o não menos estabanado David Luiz que vive se metendo em confusão na sua área e fora dela, então a tese passa a ser válida.

As laterais estão enfraquecidas. Tem apenas de respeito o veterano Daniel Alves, titular há anos do grande Barcelona, mas que também  fracassou na última Copa Copa. Mas ainda é o melhor que temos.

Os demais são apenas bonzinhos. Não me agradam Danilo, na direita, e principalmente Filipe Luiz na esquerda.

Ainda prefiro o “maluco” Marcelo, do Real Madrid. É o que temos para o momento.

Convocou novamente Kaká que está jogando nos Estados Unidos e sem Elias, contundido, abriu-se novamente vaga para o bom Philippe Coutinho, que sempre joga bem, mas precisa evoluir para ser aquele jogador que todos estamos esperando. Hoje é apenas bom.

Mas também admito que minha exigência talvez esteja muito alta. Estou querendo só craques e esse tipo de mercadoria está escassa nessa maldita safra brasileira cheia de jogadores médios que parecem bons.

Eis a convocação de Dunga:

Goleiros:

Alisson – Internacional

Diego Alves – Valência

Marcelo Grohe – Grêmio

Zagueiros

Miranda – Internazionale

David Luiz – Paris Saint-Germain

Gil – Shandong Luneng

Marquinhos – Paris Saint-Germain

Laterais

Danilo – Real Madrid

Daniel Alves – Barcelona

Filipe Luís – Atlético de Madrid

Alex Sandro – Porto

Meio-campo/atacantes

Luiz Gustavo – Wolfsburg

Fernandinho – Manchester City

Renato Augusto – Beijing Guoan

Philippe Coutinho – Liverpool

Lucas Lima – Santos

Kaká – Orlando City

Willian – Chelsea

Oscar – Chelsea

Douglas Costa – Bayern de Munique

Neymar Jr. – Barcelona

Hulk – Zenit

Ricardo Oliveira – Santos

Timão e santa paciência

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians é líder do grupo 8 da Taça Libertadores, conseguiu a segunda vitória consecutiva, com o 1 a 0 sobre o Independiente Santa Fé, em casa, e alivia pressão de início de caminhada.

Então a torcida está confiante e acredita que o novo time montado por Tite pode repetir o sucesso do ano passado? Por enquanto, o recomendável é só esperança, porque está longe daquele de 2015.

Venderam os craques, Elias está machucado e o Tite, mesmo sendo o melhor técnico do país, se desdobra para montar o quebra-cabeças. Está a ponto de fazer milagres.

O Corinthians alcança resultados, mas não joga futebol vistoso; não encanta. Tanto que nas últimas partidas, vinha fazendo gols em cima da hora.

O Independiente Santa Fé conseguiu segurar os corintianos e, em alguns momentos, esboçou jogar de igual para igual. Por pouco, não voltou para casa com um ponto.

O primeiro tempo foi equilibrado. No Corinthians, Giovanni Augusto tentava e fazia algumas boas jogadas. E Rodriguinho era o outro jogador lúcido de um time lento, previsível, que errou passes a aceitou a forte marcação.

A grande chance alvinegra aconteceu numa falha da zaga adversária: Giovanni Augusto tocou para o gol, mas Balanta salvou em cima da linha. Em compensação, os colombianos quase abriram o placar num chute que desviou em Felipe e só não foi a gol, porque Cássio é goleiro de Seleção.

No segundo tempo, o equilíbrio se manteve. E o gol corintiano saiu aos 19 minutos, numa escapada de Rodriguinho pela direita. O creuzamento e o complemento de Guilherme para o gol.

Seis minutos depois, mais uma vez Rodriguinho mostrou talento ao dar ótimo passe a Fagner, que bateu mal na bola. Depois, tratou de segurar a vantagem e permitiu pressão dos colombianos, que flertaram com o empate nos minutos finais.

A Fiel deixou o Itaquerão aliviada com a vitória magrinha, percebe que há esforço para remontar o time. Mas fica a dúvida: como será hora em que vierem os jogos de mata-mata?

(Com colaboração de Roberto Salim.)

Romero, o ruim que satisfaz

Leia o post original por Quartarollo

Está virando moda no futebol brasileiro. Agora é legal gostar de jogador ruim, mas quando ele ajuda o seu time tudo bem, dá até para entender.

O paraguaio Angel Romero tem feitos gols que mexem com a torcida. O anjo foi elevado a Deus por alguns depois da atuação contra o São Paulo.

Foi mesmo histórico, não só o placar de 6 x 1 dos reservas corintianos contra os titulares sãopaulinos, como os gols de Romero, que nunca tinha feito mal a ninguém.

No torneio dos Estados Unidos fez seus golzinhos também e na estréia do Paulista deu a vitória ao Corinthians se aproveitando de uma disputa de Elias com o goleiro adversário.

Até aí tudo bem. Só está jogando por falta de outro de melhor qualidade. Com André e Guilherme em forma, Romero volta à condição de reserva.

É um jogador ruim que satisfaz e que agrada alguns que até apostam que ele vai melhorar. Não vai, já tem 23 anos, é muito esforçado, corre demais, confunde ritmo com pressa e é muito enrolado.

O Corinthians devia aproveitar para negocia-lo enquanto está fazendo alguns golzinhos.

Nada contra o garoto, ele está na dele, foi contratado como promessa paraguaia, e bota paraguaia nisso, e está cumprindo o seu contrato.

É esforçado, pelo que se sabe, ouve os conselhos dos mais velhos, tem grande respeito por Tite e acabou colocando no currículo o título brasileiro do ano passado.

Estava na banda, estava no grupo e isso é mais que verdadeiro, mas não é jogador para usar a camisa titular do Corinthians, talvez nem para usar a camisa do Corinthians, mas tem gente que gosta.

Fazer o quê? Gosto não se discute. Dá-lhe, Romero.

Em tempo:

Romero bom que veio do Paraguai foi o Romerito que jogou no Fluminense e por muito tempo na Seleção Paraguaia. Jogava demais.