Arquivo da categoria: Eliminado

Não há desculpa

Leia o post original por Rica Perrone

“Futebol é foda”. “Faz parte”.  Eu conheço todas, você também.  Mas esse time do Atlético pode até não ganhar nada, mas tem por obrigação jogar futebol. Pela forma que foi montado, pelo tempo juntos, pelas boas competições que esteve na briga, pelo apoio da sua gente e por toda expectativa gerada em torno de tantos …

Uma nova forma de cair

Leia o post original por Rica Perrone

O Flamengo tem na Libertadores um desejo incompatível com seu histórico. Fazem dela uma “meta” comum quando na realidade o rubro-negro jamais fez parte dos protagonista dos torneio. Pelo contrário, joga mal pra cacete. É eliminado toda hora das mais diversas formas e sob as mais repetidas crises que tornam o dia seguinte no previsível “Brasileiro …

Somos só mais uma vítima

Leia o post original por Rica Perrone

Pra abrir, facilito qualquer discussão afirmando que sim, o Atlético Nacional é mais time e mereceu a vaga. Ponto. O que vem a seguir é outro assunto. Assunto que já tratei aqui outras vezes até mesmo sugerindo um boicote dos times brasileiros ao torneio. Dessa vez, este ano, foi com o “meu time”, e por …

Só morre quem está vivo

Leia o post original por Rica Perrone

“Caiu no Horto, tá morto”.  E assim o Galo transformou aquele estádio acanhado num templo de glórias e sacrifícios.  Estar ali era estar sentenciado a morte, quase que de forma irremediável diante do julgamento daqueles fiéis que tanto acreditam. Ali morreram dezenas. Morrerão outros tantos ao longo dos tempos, mas hoje o Atlético teve que …

Sem direção

Leia o post original por Rica Perrone

Se me mandassem apostar os meus últimos reais num clube que estaria priorizando uma competição no país, diria “Flamengo e a Liga”.  É óbvio, ele que brigou pra ela existir, ele que fez o maior barulho pra ela valer.  Ninguém quer mais que essa Liga exista do que o Flamengo. E então, numa quarta-feira qualquer, …

Vexame?

Leia o post original por Rica Perrone

“Vexame”, dizem.  Eu não consigo concordar com tanta incoerência. São os mesmos caras que após a Copa falaram em “arrogância” e prepotência da seleção brasileira e de todo o povo em relação aos outros times? São os mesmos caras pregam uma crise sem fim no futebol brasileiro e que se espantam com uma derrota em […]

Um Cruzeiro comum

Leia o post original por RicaPerrone

O Cruzeiro foi a campo disputar uma partida de futebol por isso não saiu classificado. Também não perdeu a tal partida, é verdade. Mas não bastava, como não bastou entender o jogo de hoje como “mais um jogo”.

Não vou cair no clichê de “Libertadores é Libertadores”.

Mas é, porra!

Mata-Mata é um tipo de campeonato que requer mais do que um time ajeitadinho e melhor que o adversário. É preciso “algo mais” e o Cruzeiro não teve este algo mais em nenhum momento da Libertadores, muito menos hoje.

Aliás, mero replay da Copa do Brasil do ano passado, onde o time jogou como se fosse “mais um jogo” e ficou de fora.

Aos 30 minutos do segundo tempo o Cruzeiro entrou no jogo. Era tarde, muito tarde. Em momento algum nos 2 jogos o San Lorenzo quis jogar bola. Argentinos quase nunca querem jogar bola.

Tem “sangue de barata”, talvez pelo parentesco, enfim.  Mas fato é que eles esperaram um Cruzeiro que não foi. Facilitaram o trabalho dos caras numa noite que começou errada e terminou mal.

Cem reais pra ver o Cruzeiro numa decisão.  Perde-se parte do Caldeirão, afasta-se torcedores comuns, mas ganha-se dinheiro. Pra que? Pra montar o time e “voltar” pra Libertadores.

Uma lógica não muito simples.

O que fez o Cruzeiro disputar Libertadores pelos 20 minutos finais de jogo não foi o gol, nem a torcida, nem a expulsão. Foi o lance do Fair Play, brilhante, diga-se.

Fair Play é algo que demonstra lealdade no esporte. Fair Play contra argentino é atestado de otário em quase todas as oportunidades.  O sujeito se jogou no chão pra ganhar tempo na substituição, e isso é honesto?

Fair Play é o caralho.

Ali, naquele empurra-empurra, o Cruzeiro sentiu o jogo e o que foi fazer no Mineirão.

Tarde demais.

Ainda assim, aplausos. Inteligentes aplausos que podem evitar um ar de “tragédia” e ajudar a conquistar o Brasileirão.

Até porque, é por pontos corridos.

abs,
RicaPerrone