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Leão sobre Alisson: precisa jogar muito na Europa

Leia o post original por Craque Neto

Para Emerson Leão, que é considerado até hoje um dos melhores goleiros do Brasil, Alisson precisa mostrar futebol na Roma, time que defende na Europa, para garantir sua vaga na convocação para a Copa.

O post Leão sobre Alisson: precisa jogar muito na Europa apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Goleiros da minha vida

Leia o post original por Quartarollo

Goleiros da minha vida

Hoje aqui no Blog vou começar a falar dos goleiros da minha vida. Conheci muitos e ouvi muito sobre os melhores da posição.

Na década de 60 meu pai ouvia os jogos num rádio enorme que ele colocava no quintal para ouvir as emissoras da capital e de outros Estados quando o Palmeiras jogava fora da São Paulo.

Foi assim quem me apaixonei pelo rádio e sem querer talvez tenha começado ali a minha vocação para a comunicação.

Quando o seu “Parmera”, lá em Piracicaba e região é assim que se chamava o Verdão, ia jogar em Minas, Bahia, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, ele já começava no sábado à tarde a buscar a sintonia das rádios dessas capitais para ouvir o jogo no domingo já que as emissoras de São Paulo nem sempre cobriam os jogos fora da capital tendo um grande jogando aqui. Ainda é assim. Coisa de custo mesmo.

E chegava o domingo e lá vinha aquela transmissão cheia de chiados com o grito de gol pelo meio e a grande defesa ou o chute do atacante se perdendo no eco e no vazio das ondas curtas do rádio da época. Seria uma “velha” novidade para os garotos de hoje e tão normais naquele tempo.

Foi assim que me tornei santista e uma das ovelhas negras da família. O outro é meu irmão mais velho, Tony José, o mesmo que por muito tempo trabalhou na Rádio Bandeirantes, aqui em São Paulo, e que não se sabe porque virou corintiano numa época que o Corinthians só sofria e não ganhava nada.

Eu virei santista porque a cada transmissão o que tinha de gol de Pelé, Douglas, Toninho, Edu, Dorval e depois Mané Maria, e muitos outros, era uma coisa marcante.

Se esse é o time que mais ganha é para esse que vou torcer, dizia na minha inocência de criança e acabei me apaixonando pelo time de Vila Belmiro mesmo. O que começou apenas como provocação e brincadeira, virou verdade conforme os anos se passaram.

Foi assim que ouvia defesas fantásticas de Cláudio, no Santos; Valdir, no Palmeiras, Picasso, no São Paulo, e tantos outros.

Cláudio era goleiro de Seleção Brasileira e foi reserva de Félix nas Eliminatórias para Copa de 70. Era baixinho para os padrões atuais, mas tinha tal agilidade que compensava tudo.

Tinha muita sorte também. Jogava atrás de uma zaga que tinha Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel Camargo e Rildo e na cabeça de área o genial Clodoaldo ao lado de Lima, às vezes ao lado de Negreiros. Isso eu me lembro bem.

Nunca vi Cláudio jogar no campo, mas era como se tivesse visto suas grandes defesas graças aos grandes narradores da época. Agradeço a eles pela emoção.

Morreu cedo, aos 38 anos de idade, com uma dor “misteriosa” que nunca se curava, era câncer. Morreu por causa da dor como disse num texto o brilhante Michel Laurence, pai do ótimo repórter da Globo, Bruno Laurence.

Valdir Joaquim  de Moraes nunca vi jogar. Tive e tenho a honra de ser seu amigo dele até hoje.

Também era mais posicionamento e agilidade, não era alto, mas era difícil de ser batido e minava a vontade dos atacantes adversários com grandes defesas.

A sua história é linda. Ao lado de Emerson Leão, Oberdan Catani e Marcos, é um dos maiores de todos os tempos na história do Palmeiras e do futebol brasileiro.

Batia tão bem na bola que parecia atacante numa época que goleiro não usava tantos os pés. Tanto assim que quando inventou a função de treinador de goleiros era um deleite vê-lo treinar os arqueiros. Ele avisava o canto que ia bater e raramente errava.

Na época de Seleção Brasileira e também no São Paulo disputava com Telê Santana quem conseguir colocar mais bolas num grande cesto que ficava ao lado do gramado.

Colocar, entendam bem, com o pé, chutando a bola. Normalmente a disputa se arrastava muito, era difícil alguém errar e os efeitos que davam deixavam embasbacados os jogadores profissionais do tricolor e da Seleção de então. Valdir foi grande demais e uma pessoa extraordinária.

Picasso saiu do Palmeiras justamente por causa dele e foi jogar no Juventus e depois no São Paulo. Grande goleiro, de defesas espetaculares e se consagrou também no Grêmio.

Não vi jogar, só ouvi muito de suas defesas mirabolantes. São goleiros que fazem parte da minha vida. Ainda voltarei ao tema. Farei em capítulos.

Até os dias de hoje vi muita gente boa debaixo do gol, vi a evolução da posição, vi aqueles que fizeram a história e fazem parte da minha história.

Em tempo:

Antes desses citados houve Gylmar dos Santos Neves, aquele que é considerado o maior goleiro da história do futebol brasileiro, segundo Mauro Beting, mas esse eu não vi jogar. Sei dos seus feitos magníficos e tenho que aplaudi-los à distância.

Só mesmo o tempo para vencer Rogério Ceni

Leia o post original por Quartarollo

O relógio provavelmente não estará programado para acordar seu dono tão cedo.

Nesses tempos idos em que o galo só madruga na fazenda, Rogério Ceni deve ter o seu despertador particular, o seu primeiro companheiro do dia nos últimos 20 e poucos anos. Será que ele vai tocar neste sábado?

O que fará Rogério Ceni depois da despedida hoje à noite? O que está sentindo agora? O que fará amanhã de manhã? E depois?

Vai se levantar pensando no treino que não tem mais? Vai se dirigir para o CT mesmo sem querer?

Vai se esquecer que o Campeonato já acabou e a sua carreira também?

Vai dormir? Sonhará com grandes defesas, com os seus grandes títulos, com os seus 131 gols?

Sonhará com um estádio cheio lhe dando adeus ou com um estádio vazio onde estará solitário tentando ainda entender porque acabou tão depressa? O que aconteceu?

Sonhará com a Copa do Mundo que foi, mas não jogou?

Pensará em como foi bom enquanto durou?

Fará um inventário mental de todos esses anos como goleiro titular absoluto do São Paulo?

Acertará as contas consigo mesmo e verá que o investimento foi mega lucrativo?

Deu tudo certo, só o tempo que veio atrapalhar, o mesmo tempo que já ajudou tanto também.

Só mesmo o tempo para vencer um grande goleiro. E ele sempre vence, vence a todos nós.

O tempo passa devagar, mas é muito rápido, é um mistério indecifrável e é melhor não entender.

Ele fatia nossa existência em várias vidas dentro de uma só. Nos dá e tira muita coisa. Quando menos se percebe já se foi.

Foi assim com Rogério Ceni. Parece que foi ontem que aquele garoto assumiu o gol do São Paulo e a vaga do grande Zetti para não sair nunca mais.

É, mas nunca é demais mesmo para os gênios. Rogério deixa uma lacuna no gol do São Paulo.

O seu futuro substituto vai penar. Será comparado com um dos maiores da história.

Serão comparações injustas, mas elas vão acontecer. É sempre assim.

Rogério foi o primeiro goleiro brasileiro a jogar bem com os pés.

É um dos mais perfeitos nesse quesito, bate na bola melhor que muito atacante por aí.

Sua marca como goleiro-artilheiro deverá ser eterna. Poucos têm condições de chegar perto da quantidade de gols que ele fez.

O Brasil sempre teve grandes goleiros, mas jamais teve um Rogério Ceni.

Rendo-me a Emerson Leão, genial goleiro que fez história no Palmeiras, Corinthians, Vasco da Gama, Grêmio e Seleção do Brasil.

Como esquecer o extraordinário Gylmar dos Santos Neves, bi mundial pelo Santos e Seleção Brasileira, e o grande Marcos, histórico goleiro campeoníssimo pelo Palmeiras e Brasil de 2002.

Há outros que fizeram história, mas coloco Rogério ao lado desses com todas as honras e com a vantagem de ser goleador também.

Acompanhei a carreira de Rogério desde o início e fico triste com o fim, mas ao mesmo tempo feliz porque ele se tornou exemplar e eu o vi em ação e pude entrevista-lo em várias situações.

Vi grandes defesas, passes milimétricos, vi no Mineirão quando ele superou o então maior goleiro artilheiro na época, o paraguaio Chilavert.

Fez dois gols contra o Cruzeiro e no dia seguinte lá estava ele ao vivo no Jornal de Esportes repercutindo o feito. Foi um ótimo momento para o repórter e para o craque.

Vi o centésimo gol contra o Corinthians, em Barueri. Há ainda as defesas portentosas na decisão do mundial de clubes, no Japão, e outras mais.

Posso dizer para quem quiser ouvir que ele foi genial embora para muita gente só se destacava porque batia faltas e pênaltis.

Eis aí uma grande mentira. Rogério foi ótimo debaixo das traves e sempre buscou se aperfeiçoar mais. Fez partidas impressionantes pelo tricolor.

Quem não o conhece chega a chama-lo de mascarado. Longe disso, ele é um cara bem informado, gosta de saber das coisas, é antenado com tudo e principalmente com a sua profissão.

É só ouvir suas entrevistas, ele não joga palavras fora, suas respostas tem começo, meio e fim. É um grande entrevistado.

Até parece que ter uma certa cultura e ser acima da média é ofensa, vira defeito, vira motivo de crítica quando devia ser de admiração e respeito. O Brasil ainda tem muito desse ranço.

Um abraço, Rogério Ceni. Boa despedida e boa nova vida a partir de amanhã.

Não tem mais treino e não tem mais jogo. Agora você entra definitivamente para a história dos grandes do futebol mundial.

Não se esqueça de desligar o despertador.

Boa sorte e obrigado. Vamos sentir saudades.

Só mesmo o tempo para vencer Rogério Ceni

Leia o post original por Quartarollo

O relógio provavelmente não estará programado para acordar seu dono tão cedo.

Nesses tempos idos em que o galo só madruga na fazenda, Rogério Ceni deve ter o seu despertador particular, o seu primeiro companheiro do dia nos últimos 20 e poucos anos. Será que ele vai tocar neste sábado?

O que fará Rogério Ceni depois da despedida hoje à noite? O que está sentindo agora? O que fará amanhã de manhã? E depois?

Vai se levantar pensando no treino que não tem mais? Vai se dirigir para o CT mesmo sem querer?

Vai se esquecer que o Campeonato já acabou e a sua carreira também?

Vai dormir? Sonhará com grandes defesas, com os seus grandes títulos, com os seus 131 gols?

Sonhará com um estádio cheio lhe dando adeus ou com um estádio vazio onde estará solitário tentando ainda entender porque acabou tão depressa? O que aconteceu?

Sonhará com a Copa do Mundo que foi, mas não jogou?

Pensará em como foi bom enquanto durou?

Fará um inventário mental de todos esses anos como goleiro titular absoluto do São Paulo?

Acertará as contas consigo mesmo e verá que o investimento foi mega lucrativo?

Deu tudo certo, só o tempo que veio atrapalhar, o mesmo tempo que já ajudou tanto também.

Só mesmo o tempo para vencer um grande goleiro. E ele sempre vence, vence a todos nós.

O tempo passa devagar, mas é muito rápido, é um mistério indecifrável e é melhor não entender.

Ele fatia nossa existência em várias vidas dentro de uma só. Nos dá e tira muita coisa. Quando menos se percebe já se foi.

Foi assim com Rogério Ceni. Parece que foi ontem que aquele garoto assumiu o gol do São Paulo e a vaga do grande Zetti para não sair nunca mais.

É, mas nunca é demais mesmo para os gênios. Rogério deixa uma lacuna no gol do São Paulo.

O seu futuro substituto vai penar. Será comparado com um dos maiores da história.

Serão comparações injustas, mas elas vão acontecer. É sempre assim.

Rogério foi o primeiro goleiro brasileiro a jogar bem com os pés.

É um dos mais perfeitos nesse quesito, bate na bola melhor que muito atacante por aí.

Sua marca como goleiro-artilheiro deverá ser eterna. Poucos têm condições de chegar perto da quantidade de gols que ele fez.

O Brasil sempre teve grandes goleiros, mas jamais teve um Rogério Ceni.

Rendo-me a Emerson Leão, genial goleiro que fez história no Palmeiras, Corinthians, Vasco da Gama, Grêmio e Seleção do Brasil.

Como esquecer o extraordinário Gylmar dos Santos Neves, bi mundial pelo Santos e Seleção Brasileira, e o grande Marcos, histórico goleiro campeoníssimo pelo Palmeiras e Brasil de 2002.

Há outros que fizeram história, mas coloco Rogério ao lado desses com todas as honras e com a vantagem de ser goleador também.

Acompanhei a carreira de Rogério desde o início e fico triste com o fim, mas ao mesmo tempo feliz porque ele se tornou exemplar e eu o vi em ação e pude entrevista-lo em várias situações.

Vi grandes defesas, passes milimétricos, vi no Mineirão quando ele superou o então maior goleiro artilheiro na época, o paraguaio Chilavert.

Fez dois gols contra o Cruzeiro e no dia seguinte lá estava ele ao vivo no Jornal de Esportes repercutindo o feito. Foi um ótimo momento para o repórter e para o craque.

Vi o centésimo gol contra o Corinthians, em Barueri. Há ainda as defesas portentosas na decisão do mundial de clubes, no Japão, e outras mais.

Posso dizer para quem quiser ouvir que ele foi genial embora para muita gente só se destacava porque batia faltas e pênaltis.

Eis aí uma grande mentira. Rogério foi ótimo debaixo das traves e sempre buscou se aperfeiçoar mais. Fez partidas impressionantes pelo tricolor.

Quem não o conhece chega a chama-lo de mascarado. Longe disso, ele é um cara bem informado, gosta de saber das coisas, é antenado com tudo e principalmente com a sua profissão.

É só ouvir suas entrevistas, ele não joga palavras fora, suas respostas tem começo, meio e fim. É um grande entrevistado.

Até parece que ter uma certa cultura e ser acima da média é ofensa, vira defeito, vira motivo de crítica quando devia ser de admiração e respeito. O Brasil ainda tem muito desse ranço.

Um abraço, Rogério Ceni. Boa despedida e boa nova vida a partir de amanhã.

Não tem mais treino e não tem mais jogo. Agora você entra definitivamente para a história dos grandes do futebol mundial.

Não se esqueça de desligar o despertador.

Boa sorte e obrigado. Vamos sentir saudades.

Dunga líder? Sim, em ranking de frases marcantes de técnicos da seleção

Leia o post original por Perrone

O blog comparou a triste afirmação de cunho racista feita por Dunga antes da eliminação diante do Paraguai com declarações de outros treinadores da seleção brasileira, e montou, de maneira opinativa, um ranking das mais marcantes.

O critério usado não foi o tamanho da bobagem dita, porque nem todas se tratam de besteira. Isso explica uma frase corajosa de João Saldanha estar entre as duas grosserias de Dunga. Contaram o impacto e a importância histórica das afirmações. Veja a lista abaixo.

1 “Até acho que sou afrodescendente de tanto que apanhei e gosto de apanhar. Os caras olham para mim: ‘Vamos bater nesse aí’. E começam a me bater, sem noção, sem nada. ‘Não gosto dele’ e começam a me bater”.

Dunga, ao comparar a pressão na seleção de hoje com a existente 1994, quando foi campeão do mundo como jogador.

2“O presidente escala o ministério dele, eu escalo o meu time”.

João Saldanha, em resposta ao general Emílio Garrastazu Médici, em plena ditadura militar. O presidente queria a convocação do atacante Dadá Maravilha.

3 “Puto, cagão, tu é cagão”.

Dunga, sussurrando ao microfone para xingar Alex Escobar, da Globo, durante entrevista coletiva na Copa da África.

4 – “Tivemos seis minutos de pane.”

Luiz Felipe Scolari, explicando a derrota por 7 a 1 para a Alemanha na Copa de 2014.

5“Nós somos os campeões morais”.

Claudio Coutinho, após conquista do terceiro lugar, invicto, na Copa de 1978, que teve suspeita de manipulação de resultado na vitória da Argentina por 6 a 0 sobre o Peru. Agoleada tirou o Brasil da final.

6“Gol é um detalhe”

Carlos Alberto Parreira, antes da Copa de 1994

7 – “Vocês vão ter que me engolir.”

Zagallo, após conquistar o título da Copa da América de 1997

8“Eu vou fazer as coisas do meu jeito. Não gostou? Vai para o inferno.”

Luiz Felipe Scolari, ao justificar conversa polêmica que teve com um seleto grupo de jornalistas durante a Copa de 2014.

 9“Pobre é assim mesmo, não gosta de quem vem debaixo e sobe na vida”.

Vanderlei Luxemburgo, em entrevista à “Revista ISTOÉ”, ao explicar críticas da torcida a ele.

 10 – “Meu grande erro foi ter acreditado que a Copa das Confederações não valia nada. No final, acabou valendo muito”.

Emerson Leão, após ser demitido ao fracassar na Copa das Confederações de 2001

 

Valdivia, o verdadeiro ídolo de barro

Leia o post original por Quartarollo

Palmeiras conseguiu vencer depois de tomar uma goleada histórica do Goiás no fim de semana. Pelo menos se recuperou em parte. Já não era sem tempo. Bateu o Vitória, da Bahia, 2 x 0, que chegou à São Paulo com … Continuar lendo

Conselheiros querem Leão como dirigente para enquadrar time do Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Conselheiros do Palmeiras ouvidos pelo blog enxergam o elenco alviverde rachado, jogadores desmotivados e a cúpula do clube mal informada sobre o que acontece. Para reconstruir a equipe após os 6 a 0 sofridos diante do Goiás eles querem a contratação de Emerson Leão como dirigente remunerado. O ex-goleiro é visto como a solução para enquadrar jogadores.

“Está na hora de chegar um cara lá que dá bico na mesa, afasta jogador. É hora de colocar um gerente de futebol como o Leão, que conhece o clube. O que adianta multar o Valdivia [expulso infantilmente contra o Flamengo]. Precisa é de alguém no vestiário que bata nele”, disse Stéfano Américo Giordano, conselheiro do clube e que chegou a bater boca no Pacaembu com Omar Feitosa, gerente de futebol do Palmeiras.

A equação que parte dos membros do Conselho Deliberativo faz é a seguinte: José Carlos Brunoro e Feitosa não têm conhecimento do que acontece no vestiário, assim, o presidente Paulo Nobre não sabe o que está acontecendo e demora a tomar atitudes enquanto o relacionamento entre os jogadores de deteriora.

“Tem mais de uma de dezena de conselheiros que sabe o que acontece no vestiário muito mais rápido do que o presidente e muito melhor. Isso acontece porque os executivos falsificados do clube não funcionam. O Palmeiras precisa de um técnico-dirigente. O treinador está perdido, todos estão perdidos, então precisa de um cara que peite jogador, que afaste dois ou três”, disse o conselheiro Mauro Marques.

Segundo ele, Leão já esteve perto de voltar para o Palmeiras quando Felipão deixou o clube para treinar a seleção brasileira. “O consenso era o Leão, mas o Marcos Assunção, liderando grupo, disse: ‘[para o ex-presidente Arnaldo] Tirone, pode ficar tranquilo, não vamos cair’. Daí não trouxeram o Leão, o Valdivia continuou rindo dos caras e o time caiu. Então, precisa de chicote. Veio um bonzinho [Gilson Kleina], como o técnico atual, e caiu”. Segundo Marques, o chileno prejudica o time porque, além de jogar pouco, faz outros jogadores que atuam mais quererem aumento, por isso, alguns acabam deixando o clube.

Vale lembrar que o ex-goleiro tem fama de não se dar bem com argentinos, e o Palmeiras tem quatro no elenco.

“Além de trazer o Leão e impor linha dura, tem que afastar Deola, Bruno, Vitorino, Felipe Menezes, Josimar [negociado após esta entevista], Brunoro e Feitosa”, afirmou o conselheiro José Corona Neto.

Em entrevista exibida pelo Sportv nesta quarta, o presidente do Palmeiras disse que vai fazer contratações ainda para o Brasileirão e descartou existir um racha no elenco.