Arquivo da categoria: Engenhão

Só garotos

Leia o post original por Rica Perrone

Hoje eu não ia no estádio. Estava num dia ruim, numa semana horrível. Nem queria ir, pra se ter idéia. Mas, meu amigo disse que não iria também se eu não fosse. Então, como que por instinto masculino de companheirismo eu logo disse que “então eu vou”. Fomos. Lá chegando pegamos nossos ingressos e fomos …

A história é de quem faz, não de quem conta

Leia o post original por Rica Perrone

Eu notei certo incomodo dos botafoguenses com a falta de barulho da mídia com o jogo desta noite. Esperei porque achei que, na terça, ele existiria. E chegou a terça, o Real Madrid é capa dos portais, foi notícia do Jornal Nacional e o Botafogo… foda-se o Botafogo! Gosto quando vejo diversos colegas fazendo textão …

Alívio e missão cumprida

Leia o post original por Rica Perrone

Ao Vasco, o título que virou “obrigação”.  Ao Botafogo, a digna derrota que o isenta de qualquer pressão. E assim, a final da Taça Rio que não servia pra nada, serviu para aliviar a crise num dos lados, para fortalecer o grupo em outro. Deu Vasco.  E é natural que tivesse sido assim, já que …

Ninguém tem tantos motivos

Leia o post original por Rica Perrone

Todo mundo quer ganhar a Libertadores. Do mais favorito ao mais vira-latas dos candidatos, todo torcedor em algum momento se pega pensando em “como seria se…”. Eu já fui em muito jogo na vida e a maioria deles fico na arquibancada que é onde gosto de ver futebol. Já vi times ganharem e perderem a …

Ué, esse cheirinho de título tá longe, hein?!

Leia o post original por Craque Neto

Na temporada passada o torcedor do Flamengo estava confiante que o time rubro-negro passaria o Palmeiras na classificação e ficaria com mais um título do Brasileirão. Vieram até com aquele papinho furado de ‘cheirinho’ que ganhou repercussão monstruosa. E não dá pra negar que o elenco que a diretoria montou era pra sonhar com taça sim. Afinal que clube hoje em dia pode ter a disposição três centroavantes como Guerrero, Damião e Felipe Vizeu? Pelo amor de Deus! Fora Diego e Arão que acertaram esse meio-campo do técnico Zé Ricardo. Até por isso a massa foi confiante que venceria o […]

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E sobre “eles”, nada…

Leia o post original por Rica Perrone

Essa foi a postagem do Flamengo após o jogo. Talvez sem saber da gravidade da briga ainda, talvez por ter feito a arte da imagem antes do jogo. Enfim, não faz muita diferença desde que tenhamos em mente que seja ela de mau gosto ou não, não foi feita com má fé. É de um …

Pro Bolt não tem vaias. Ele é dos nossos

Leia o post original por Antero Greco

Muita gente bacana ficou indignada com as vaias do público brasileiro para o francês Renaud Lavallenie, na final do salto com vara e na premiação, no dia seguinte. O moço tem direito de ficar aborrecido, assim como a plateia daqui pode comportar-se como quiser, como ditam nossos costumes e não os internacionais. Ponto e página virada.

Mas a propósito de público local, o que dizer da relação com Usain Bolt? O jamaicano se sente em casa, diante do carinho que recebe cada vez que pisa na pista do Engenhão. É só sair do túnel de acesso que das arquibancadas do estádio carioca despencam aplausos, em pé, assobios, gritos, coros para enaltecê-lo. O moço é ídolo nacional!

O torcedor, fã, cliente, sei lá qual o termo mais adequado, reverencia o astro porque se reconhece nele. O brasileiro vê Bolt como conterrâneo, está perto do rapaz, o sente como um “parça”, um amigo de roda de samba, de mesa de boteco, de peladas de fim de semana. E assim se manifesta porque Bolt age como se fosse nativo destas bandas.

O brasileiro, que alguns brasileiros consideram vergonha internacional, é caloroso com quem cai nas suas graças. É receptivo, amoroso, tieta sem nenhuma vergonha, como se tem visto nos últimos dias com Bolt. Dá valor a um fenômeno do esporte, responde ao carisma, exalta quem se identifica como “um dos nossos”.

E Bolt é “brasileiro”, por suas reações, pela descontração, por ser negro, por vir de um país ferrado como o nosso. E, acima disso tudo, é um fenômeno, um monstro, um implacável vencedor. Definitivamente, uma lenda, como provou, novamente, ao vencer com um pé nas costas os 200 metros, na noite desta quinta-feira.

Foi de arrepiar, de fazer vir lágrimas nos olhos, episódio pra não esquecer jamais. E pra não sair da memória a maneira despojada, simples e interativa com que ele reagiu aos aplausos. Bolt definitivamente é dos nossos; tem alma de brazuca.

Ora, e depois engomadinhos vêm meter bronca no jeito passional de o brasileiro manifestar-se?! Façam-me o favor!