Arquivo da categoria: Fábio Carille

Opinião: quatro erros de Carille

Leia o post original por Perrone

1 – Insistência

O treinador mantém na equipe atletas que tem jogado mal repetidamente, como Rodriguinho e Jadson. Romero segue sendo importante taticamente, mas deixou de marcar gols faz tempo. Como atacante, não justifica sua presença no time titular, porém, não é sacado pelo técnico. Carille nega ser teimoso e diz que não desiste dos jogadores. Parece não ter medo de afundar abraçado com eles.

2 – Falhas táticas

O Corinthians do segundo turno não é tão compacto quanto o do primeiro. Quem está com a bola não tem mais dois ou três colegas próximos para fazer o passe. As triangulações, antes letais, pouco acontecem. O treinador não consegue corrigir os defeitos, enquanto o time parece estar cansado. Mudar o esquema tático poderia ser uma solução. Mas Carille descarta essa opção.

3 – Promessa da base esquecida

Xodó da torcida, Pedrinho deixou de ser aproveitado pelo técnico. O jovem seria uma boa alternativa para tentar estancar a decadência do meio-campo. Ele treina normalmente, mas não tem sido lembrado pelo treinador nas substituições.

4 – Falta de ousadia

No segundo turno, o líder Corinthians mostra mais preocupação em administrar sua vantagem na tabela do que em obter vitórias para assegurar o título. Foi o que aconteceu no empate com o Grêmio na última quarta. Treinador e jogadores não esconderam em suas entrevistas o comportamento cauteloso.

Sem Jô o Corinthians PERDE o Brasileirão!

Leia o post original por Craque Neto

O departamento médico do Corinthians divulgou nesta quinta-feira que o atacante Jô, um dos principais artilheiros desse Brasileirão, vai desfalcar o time do técnico Fábio Carille por conta de uma contratura na panturrilha da perna esquerda. Segundo diagnóstico ele deverá ficar 10 dias fora dos gramados. Posso falar a verdade? Hoje o esquema tático do Timão depende essencialmente do camisa 7. Se por um acaso esse período de inatividade se alongar o heptacampeonato corintiano ficará bem ameaçado. O torcedor mais otimista vai me perguntar: ‘Como assim? Um jogador só faz tanta diferença assim?’. No caso do Corinthians 2017 faz sim. […]

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Empate que não resolve no Morumbi

Leia o post original por Antero Greco

O título desta crônica pode ser contestado, admito. O 1 a 1 entre São Paulo e Corinthians, no final da manhã, no Morumbi, tende a duas leituras para cada um dos lados.

Os são-paulinos podem festejar o ponto conquistado e que, por ora, deixa o time fora da zona de rebaixamento; depende ainda dos demais jogos. Ou podem lamentar a vitória escapada. Afinal, outros dois pontos seriam extraordinários na campanha de recuperação.

Os corintianos ficam aliviados com o resultado, pois a equipe não jogou bem e ainda botou um ponto no bolso e permanece folgada na frente. Ou enxergam outro sinal de desgaste do grupo, num segundo turno até agora com 3 derrotas, 2 vitórias, 1 empate.

O placar reflete virtudes e defeitos de ambos. O São Paulo teve primeiro tempo muito bom, obteve a vantagem com gol de Petros, em bela finalização e com ligeira falha de Cássio, que não acreditou no lance. O tricolor controlou o meio-campo, esteve seguro na defesa.

Nessa fase, criou duas outras boas chances, uma no comecinho e outra no fim. Os mais de 60 mil torcedores que estavam no estádio ficaram com a sensação de sucesso no clássico. Arboleda na zaga e Petros no meio eram o resumo da eficiência.

E o Corinthians apagado, sem graça, sem pegada, com Jadson apagado, Jô sumido, Fagner e Arana sem arranque. Um chute a gol, nada além disso. Cansaço pelo meio da semana? Oscilação normal, ao contrário da trajetória impecável do primeiro turno. Um pouco de cada.

Fábio Carille mexeu no intervalo – e fez bem em tirar Jadson e colocar Marquinhos Gabriel. Não que tenha melhorado demais o Corinthians, mas o tornou mais vivo. O São Paulo voltou igual – na escalação, não na forma de jogar. Diminuiu o ritmo, esperou o adversário, optou pelo contra-ataque, quando deveria buscar o golpe de misericórdia.

Carille fez mais mexidas, com Camacho no lugar de Romero e Clayson na vaga de Gabriel. E foi Cleyson quem fez o gol de empate, em jogada em que Rodriguinho foi mais esperto do que Júnior Tavares. São-paulinos reclamaram de falta, que não houve. Tricolores chiaram também com gol de Militão anulado – mas, no lance, Pratto havia feito falta em Cássio.

O mérito alvinegro na segunda parte foi o de ter jogado, o que não havia feito na primeira. A falha tricolor foi a de ter baixado a guarda justamente quando era melhor do que o rival.

Vejo condições de o São Paulo se safar da queda; há evolução, mas não sequência. Deve sofrer ainda por bom tempo.

Noto o Corinthians no rumo do título. Porém, não de maneira tão implacável como antes. Talvez não leve a taça com muitos pontos de diferença. Mas tem tudo pra levá-la.

  1. E que gesto feio de Gabriel na hora do gol de empate. Jogador profissional deve evitar esse tipo de atitude com a torcida do rival. E que covardia atirar pedra no ônibus são-paulino na chegada ao estádio…

 

Como Carille entra na disputa eleitoral no Corinthians

Leia o post original por Perrone

A escolha de Fábio Carille como técnico do Corinthians, líder com folga do Brasileirão, entrou na pauta política da próxima eleição presidencial no clube, prevista para fevereiro de 2018. Em discussão está a “paternidade” da decisão de efetivar o ex-auxiliar como treinador.

Em recente entrevista ao programa Bandsports News, Andrés Sanchez, nome mais cotado para ser o candidato da situação, afirmou que o corintiano será o próximo técnico da seleção brasileira. Declarou ainda que, pela sua vontade, o jovem treinador estaria há mais tempo no comando do time. “Carille não me surpreende. Pelo contrário. Ele tinha que ter ficado até o final do ano (2016) quando o Cristóvão saiu. Foi opção do presidente (Roberto de Andrade contratar Oswaldo de Oliveira). Se deu errado, todo mundo critica. Ele colocou o Carille esse ano e todo mundo achou uma loucura. Hoje, ele já é o melhor técnico do Brasil”, declarou o ex-presidente corintiano para a Band.

Andrés, porém, não explicou porque indicou Cristóvão para assumir o lugar de Tite e não sugeriu a efetivação de Carille na ocasião. Quando Oswaldo caiu e o ex-auxiliar assumiu, o deputado federal e seus aliados estavam em campanha pelo afastamento do gerente de futebol Alessandro, o que poderia mudar os rumos da comissão técnica.

Nesse cenário, adversários políticos de Andrés, avaliam que, após negar interferência no futebol alvinegro, ele tenta colar sua imagem ao sucesso de Carille. O ex-presidente não fala com o blog, por isso não pôde ser ouvido.

Porém, o atual deputado federal pelo PT não é o único presidenciável visto como quem se coloca no papel de “padrinho de Carille”. Interlocutores de Paulo Garcia afirmam que ele diz no Parque São Jorge ter sugerido o nome do ex-auxiliar como treinador para Andrade. Tradicional opositor ao grupo de Andrés e Andrade, ele se aproximou do atual presidente e indicou dirigentes para a gestão.

Indagado pelo blog se indicou Carille como treinador para o presidente, Garcia respondeu, por mensagem no celular, apenas: “não quero polemizar”.

Por sua vez, Osmar Stabile, opositor que já está em campanha ironizou os dois colegas de Conselho Deliberativo. “De filho bonito todo mundo quer ser pai. Se todos querem ser pai do Carille, eu também quero ser pai, tio, mãe, tudo”, disse ele.

O Corinthians é humano!

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians perdeu pela terceira vez em quatro jogos no returno, depois de 19 rodadas de invencibilidade. O tropeço desta vez foi diante do Santos, no clássico disputado na Vila Belmiro. Sabe o que essas recentes derrapadas mostraram? Que o líder é formado por gente e não a máquina intransponível da primeira parte do campeonato.

A turma de Fabio Carille tem valor – e isso ficou provado na larga vantagem que ainda tem sobre os demais concorrentes. Mas se “humanizou” com a oscilação. O retrospecto anterior era absurdo, fora do comum, improvável até para gigantes como Barcelona, Real Madrid, Bayern de Munique e outros do mesmo quilate. Ter índice de mais de 80% de conquista de pontos significava proeza para entrar no Livro dos Recordes.

A tal turbulência inevitável para qualquer equipe em qualquer competição longa finalmente deu as caras. Porém, veio num momento em que a distância para o restante se mantém folgada. E, mais do que isso, no início da segunda metade da Série A. Ou seja, há tempo suficiente para retomar o equilíbrio e, se tiver calma, para a festa do título.

Este o lado otimista da análise. O outro, mais realista: o Corinthians não consegue surpreender. A estratégia de jogo foi apreendida pelos rivais, tem sofrido marcação forte (que era uma de suas especialidades), vê os principais jogadores anulados, os laterais descem pouco e não cria chance de gol com facilidade. Por ora, virou time comum, como prova a apresentação de Rodriguinho, Jadson, Fagner, Gabriel, Jô, Romero, para ficar em pontos de referência.

Isso ficou evidente no duelo na Baixada. O Santos soube conter o toque de bola corintiano, trocou passes, teve paciência para esperar brechas. Além disso, contou com atuação excelente de seus atletas experientes. E teve em Lucas Lima o regente que o torcedor aprecia. A defesa esteve segura, o meio foi bem, o ataque funcionou na hora certa.

O Santos teve mais “vontade” de ganhar, apesar de poucas finalizações. No primeiro tempo, a melhor chance parou em defesa de Cássio. No segundo, ganhou ânimo com o gol de Lucas Lima aos 12 minutos (o primeiro dele no campeonato) e fechou a conta com Ricardo Oliveira aos 48. Está a 9 pontos do Corinthians (50 a 41), com direito a sonhar.

 

Não existem desculpas! Precisa ter opções, isso sim!

Leia o post original por Craque Neto

Lembro como se fosse hoje o dia que vi que a produção do ‘Os Donos da Bola’ da Band fez uma matéria relatando a dificuldade que o Corinthians tinha para enfrentar equipes de menor expressão do futebol brasileiro. Na ocasião o líder Timão, ainda invicto, tinha perdido alguns ponto contra os times que estavam na parte de baixo da classificação. Eu e meus colegas de bancada rimos. Até porque naquela ocasião soava mesmo meio ridículo tamanha a eficiência do time do técnico Fábio Carille. Mas não é que eles estavam certos? Após encaixar duas derrotas nesse returno contra o vice-lanterna […]

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Tinha um são Marcos no caminho corintiano…

Leia o post original por Antero Greco

Pura coincidência, nada além disso. E serve apenas como gozação. Mas justo no dia em que o Palmeiras comemorava 103 anos, não é que aparece um Marcos para travar a vida do Corinthians?! Pois foi um xará do ex-ídolo verde que ajudou o líder a sofrer a segunda derrota no Brasileiro, com o 1 a 0 para o Atlético-GO neste sábado, em Itaquera.

O responsável pela proeza foi o terceiro goleiro do lanterna, que entrou em campo porque Felipe rescindiu contrato e Kléver foi vetado. E esse “são Marcos” pegou tudo e mais um pouco. Não fosse por ele, no mínimo o Corinthians conseguia empate.

Ok, esse foi um aspecto dentre vários que levaram a outro tropeço alvinegro. O Corinthians não fez partida instável, ao contrário daquelas contra Vitória (derrota em casa) e Chapecoense (vitória, fora, em cima da hora).

Mesmo com diversas alterações, até criou muitas oportunidades, merecia melhor sorte e provou, de novo, do veneno que costuma usar: fechar-se bem e usar contragolpe de maneira fatal. Pois da mesma forma que o Vitória uma semana atrás, em Itaquera, o Atlético-GO soube resistir à pressão, não se afobou, contou com um golpe de fortuna, no gol de Gilvan, no início do segundo tempo. Antes, Marcos já brilhava. Dali em diante, foi fenomenal.

O Corinthians mantém folgada vantagem sobre os demais perseguidores. No entanto, duas derrotas e uma vitória no sufoco o tornaram mais real. Aquele do aproveitamento estupendo no primeiro turno estava muito acima da normalidade, impossível manter em torno de 80% de aproveitamento. Nem esquadrões recheados de craques conseguem.

Agora, com três rodadas na parte de volta tem mais pés no chão. Nada, porém, que sinalize pânico, intranquilidade ou medo. As escorregadas servem de advertência e podem ser úteis se as lições forem entendidas. Por exemplo: o excesso de cruzamentos para a área. Um quesito que, em muitos casos, representa nervosismo, algo que o Corinthians não tinha. E precisa tomar cuidado para não ter.

O toque de bola envolvente, a troca de passes, a paciência, a atenção defensiva funcionaram muito bem em 19 rodadas. Serviram como modelo para outros rivais. Não podem ser abandonados agora. Boa oportunidade para Fábio Carille tocar no tema com sua tropa.

Outra questão: os que vêm atrás do Corinthians saberão aproveitar essa outra brecha? Ou vão negar fogo, como fizeram Grêmio, Santos, Palmeiras, Sport na rodada anterior?

A conferir.

 

Qual o jogador mais importante do líder?

Leia o post original por Craque Neto

Neste sábado o Corinthians, líder do Brasileirão, encara o lanterna Atlético/GO em Itaquera. São esperados mais de 40 mil torcedores alvinegros na Arena. E posso falar a verdade? O técnico Fábio Carille não poderá contar com dois jogadores que para mim são os dois mais importantes do time. E eles jogam justamente no mesmo setor: Romero e Jô. Isso mesmo! Se alguém falasse isso no início da temporada seria taxado de louco. Afinal o paraguaio sempre foi considerado um grossão e o centroavante um jogador baladeiro em fim de carreira. Mas como as coisas mudam, hein? Romero pode sim ter […]

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Entrega logo a taça

Leia o post original por Antero Greco

Joguinho feio, atuação fraca, meio arrastada, o 0 a 0 estava até de bom tamanho. Melhor voltar pra casa com outro ponto do que perder, como aconteceu no final de semana. A turma conformada em ter só um pontinho nos seis disputados no returno…

O cronômetro andando, batendo ali nos 44 minutos do segundo tempo, a turma com a língua de fora e com um pouco de frio. Bola no ataque, a defesa não corta. Ela sobra para o Clayson, que tenta se livrar do goleiro. Daí, espirra para o Jô, que estica o pé direito, só para ver que no ia dar. A gorducha rola macio em direção ao gol, dois zagueiros da Chape escorregam, na tentativa de fazer o corte. A bola mal beija a rede.

Corinthians 1 a 0, 15.ª vitória no Brasileiro, 50 pontos, dez a mais do que o Grêmio, o vice-líder, o “perseguidor”, digamos assim mais para ilustrar. Porque na prática está todo mundo longe demais do líder. E bota distância nisso.

Gol de time com aura de campeão, gol de quem vê tudo dar certo, mesmo quando pode dar errado. Gol de vento a favor, sorte, competência, esforço, garra, estrela. Do que quiser. O inegável é que, desde as primeiras rodadas se fala que “uma hora a maré muda”, e até agora ela é favorável, muito favorável, para Fábio Carille e seus rapazes.

O Corinthians foi a Santa Catarina desfalcado, com mudanças na defesa e no meio. Não fez uma apresentação boa, longe disso, e ainda correu risco de levar segunda derrota em seguida. No primeiro tempo, segurou a onda, num ritmo sonolento. No segundo, viu a Chape até melhor, em busca do resultado. Mas, ao contrário do duelo com o Vitória, não se abateu.

O tempo passou, a bola rolou, até aparecer o pé do artilheiro Jô. E goleador está em campo para decidir, mesmo que seja num lance só. Pois Jô apareceu pouco. E nesse pouco foi decisivo. É do Jô, é do jogo, é da vida.

Faltam 17 rodadas, mas pode ir lustrando a taça para ir de novo para o Parque São Jorge. Nem o cara da Coreia do Norte, aquele da bomba, segura o Timão.

Uma hora ia acontecer…

Leia o post original por Antero Greco

Secadores de plantão, incluídos torcedores de 19 times brasileiros da Série A, enfim viram o que parecia distante, coisa do século passado: o Corinthians perdeu uma. E a proeza ficou com o Vitória, que sapecou 1 a 0, na tarde de chuva em Itaquera. Depois de um turno inteiro sem ser superado por ninguém, a turma de Carille saiu de campo sem um ponto sequer.

Resultado fora do padrão, pelas circunstâncias e colocação das duas equipes. Uma lidera com ampla folga, outra luta para não cair. Nem por isso significa que o placar tenha sido uma aberração, produto de injustiça, arte dos deuses da bola e bobagens do gênero. O rubro-negro ganhou porque soube ser eficiente, teve fôlego e força para segurar um rival equilibrado.

A proposta do Vitória ficou evidente de cara: aguentar a barra, voltar para casa pelo menos com o empate. Não era o ideal, mas o possível. Só que foi além da conta: num contragolpe primoroso, com trocas de passes perfeitas, Trellez venceu Cássio, fez 1 a 0, o gol decisivo. Houve um desvio em Arana, para tirar qualquer chance de defesa.

Daí em diante o cenário não mudou: era o Corinthians a ir pra cima e o Vitória a suportar, na boa, com calma, sem bobeira. Os donos da casa tiveram oportunidades para empatar e chiaram com um suposto pênalti sobre Jô (para mim, no mínimo, duvidoso). Os rubro-negros protestaram, com razão, de gol mal anulado no segundo tempo.

O jogo serviu para mostrar que o Corinthians também pode sofrer, como os demais. A serenidade, a frieza na decisão de jogadas, desta vez não apareceram. Houve até algum nervosismo. Jogadores importantes estiveram aquém do habitual.

O 1 a 0 também serviu de alento para o Vitória em sua caminhada para reagir e espantar ameaça de cair. E, por tabela, colocou pressão em outros candidatos às quatro vagas do descenso. Avaí e São Paulo, por exemplo, que se enfrentam neste domingo.

Não custa lembrar que a vantagem do Corinthians sobre o Grêmio se mantém em oito pontos. Ao menos até o tricolor gaúcho entrar em campo amanhã. E, ainda para recordar: falta o jogo com a Chapecoense, no meio da semana.

Ou seja, perder não foi um drama. Mas deu uma esquentada no campeonato.