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Dirigentes temem que uso de árbitro de vídeo às pressas seja fracasso

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A CBF é criticada por dirigentes de clubes que consideram sem planejamento a decisão de implantar rapidamente o árbitro de vídeo no Brasileirão. Os que pensam assim acreditam que a correria possa fazer com que a novidade se transforme em fracasso.

Uma das principais cobranças é para que o novo sistema só seja implementado se puder ser usado em todos os jogos de cada rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista, Marcos Marinho, presidente da comissão de arbitragem da confederação, admitiu que algumas partidas podem ficar sem o recurso por falta de estrutura dos estádios. Esse é um dos pontos criticados.

Porém, cartola ouvido pelo blog afirmou que Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, assegurou a dirigentes de clubes que a ajuda das imagens de TV só começará a valer quando todos os jogos puderem contar com esse método. A afirmação, de acordo com o mesmo cartola, foi feita em reunião na sede da confederação, nesta terça, para tratar da venda de direitos de transmissão do Brasileirão para o exterior. Indagada pelo blog por volta das 20h  se Del Nero de fato fez tal promessa, o departamento de comunicação da entidade informou que não conseguiria checar a informação à noite.

Na avaliação de parte dos dirigentes de times da Série A, CBF teve tempo para implantar o árbitro de vídeo desde o início do Brasileirão. Porém, não conseguiu viabilizar o projeto. E agora, mesmo sem ter tudo pronto, decidiu lançar a novidade por causa do barulho feito pelo erro da arbitragem que culminou com o gol de braço de Jô na vitória corintiana por 1 a 0 sobre o Vasco no último domingo.

“Sinto que é necessário. Mas não deveria ser decidido em cima de uma jogada que originou o gol do Jô. Fica a impressão de que estavam esperando uma polêmica e que não é uma posição estudada, pensada. Por que não iniciar no Brasileiro do ano que vem?”, afirmou ao blog Flávio Adauto, diretor de futebol do  Corinthians.

Depois do erro no jogo em Itaquera, Del Nero pediu para que o departamento de arbitragem tentasse estrear nas próximas rodadas o sistema que ainda estava em estudo. Não há definição de quando isso será possível.

“Defendemos o uso do árbitro de vídeo, mas de um jeito benfeito, em todos os jogos”, disse Modesto Roma Júnior, presidente do Santos.

Outra preocupação é se os responsáveis por operar o sistema já estão aptos a atuar de maneira eficiente. “Sou a favor caso possamos implantar com segurança e caso todos os envolvidos estejam treinados para que o instrumento não caia em descrédito”, declarou Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo. Ele não vê problemas em o recurso ser usado no segundo jogo da final da Copa do Brasil entre seu clube e o Cruzeiro e também em relação ao novo sistema começar a valer no Brasileirão depois que muitos clubes foram prejudicados sem poder recorrer às imagens de TV.

“O Flamengo foi prejudicado contra Santos e Palmeiras e beneficiado contra o Corinthians. Sempre é hora de começar qualquer coisa, desde que seja para melhorar”, analisou o flamenguista.

Raciocínio semelhante tem o presidente do Santos. “Não é porque você começou errando que precisa errar até o final”, disse Modesto.

 

 

 

Às vésperas de eleição, Flamengo tem maioria de indecisos e Patrícia com vantagem apertada, segundo pesquisa

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Com Pedro Ivo Almeida, do UOL Esporte no Rio de Janeiro

A três dias da eleição para presidente do Flamengo, pesquisa feita pelo instituto Red Flame Pesquisa de Mercados aponta que a maioria dos associados continua indecisa. Dos entrevistados, 37,5% não sabem em quem votar. Outros 15,8% não revelaram a sua intenção.

 Esses números deixam a disputa aberta, já que a diferença entre a líder Patrícia Amorim e o segundo colocado, Eduardo Bandeira de Mello, é pequena.

A atual presidente aparece com 21,2%. Bandeira de Mello tem 18,9%. Jorge Rodrigues é o terceiro (6,6%). Foram ouvidos 487 eleitores até o último dia 27. A previsão é de que a eleição tenha 2500 votos. Essa foi a consulta mais ampla feita até agora.

O site do instituto aponta que o Flamengo é um de seus clientes.

Presidente do Santos diz que Fla precisa de notícia e vê liberação de Ibson distante, por enquanto

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Patrícia Amorim declara que está perto de acertar o retorno de Ibson, hoje no Santos. Para a dirigente é uma questão de tempo, basta o time paulista encerrar sua participação nas oitavas-de-final da Libertadores e na decisão do Paulista. Mas, pelo que diz Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, o Flamengo ainda terá um pouco mais de trabalho. Leia abaixo o que afirma o presidente santista sobre o assunto:

“Entendo que um jogador está perto de um clube quando a minuta do contrato está pronta e sofrendo algumas mudanças. Não é o caso do Ibson. O Flamengo veio até nós, demonstrou interesse, iniciamos uma discussão sobre uma permuta, mas com esses jogos decisivos a conversa foi suspensa.

Se a Patrícia quiser me procurar depois disso, aceito conversar, mas ainda vamos ter que conversar tudo, não existe um acordo encaminhado, nomes, valores, nada. Entendo a situação do Flamengo, eles sofrem pressão da torcida para contratar e precisam de notícia.

Nosso caso é diferente, não podemos negociar agora. Se o Messi quisesse vir para o Santos agora eu não negociaria. Não quero causar constrangimentos ao melhor elenco do Brasil. Não quero me desfazer do Ibson, mas se a Patrícia me procurar depois desses jogos eu aceito conversar.”

Economizar com sucessor é solução do Fla para pagar multa de Luxemburgo

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Em tempos de dinheiro contado na Gávea, pagar uma multa rescisória de aproximadamente R$ 4 milhões para demitir Vanderlei Luxemburgo seria uma extravagância.

Porém, dirigentes do Flamengo irritados com o técnico sustentam que seu substituto ganharia bem menos, seja lá quem for. A economia compensaria a despesa provocada pela demissão.

Segundo os cartolas, Luxa ganha R$ 500 mil. Um ferrenho defensor de sua saída disse ao blog calcular os vencimentos do sucessor em R$ 300 mil. Dessa forma, em 20 meses seria economizada a quantia equivalente à multa.