Arquivo da categoria: fernandinho

Técnico é pequeno para o PSG, diz Fernandinho

Leia o post original por Craque Neto

Para o repórter Fernando Fernandes, o problema do Paris Saint-Germain é ter um técnico que não sabe lidar com um elenco como o do clube, e diz que isso justifica a briga entre Neymar e Cavani.

O post Técnico é pequeno para o PSG, diz Fernandinho apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Testes na Seleção?

Leia o post original por Craque Neto

A Seleção Brasileira empatou em 1 a 1 com a Colômbia em Barranquilla apresentando um futebol apenas razoável. Na verdade foram os primeiros dois pontos perdidos pelo Brasil nas Eliminatórias desde que o técnico Tite assumiu o cargo. Não tem nem o que falar! Baita campanha com o treinador que devolveu a credibilidade e o carinho do torcedor com o time verde-amarelo. Agora não dá pra negar que o comandante peca em algumas ações, viu! Algumas delas foram os testes propostos para esse antepenúltimo jogo da competição. Com o Brasil já classificado a ideia tinha que ser promover novos jogadores […]

O post Testes na Seleção? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Maravilha sobre volante Fernandinho: não gosto desse cara!

Leia o post original por Craque Neto

Por ser um jogador linear e sem muitas características únicas, o narrador Dirceu Maravilha diz não entender o porquê de mais uma convocação de Fernandinho para integrar o elenco da Seleção Brasileira.

O post Maravilha sobre volante Fernandinho: não gosto desse cara! apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Grêmio diminui distância

Leia o post original por Fernando Sampaio

Grêmio diminui distância

O Grêmio ganhou fora.

O Corinthians empatou fora.

Menos dois pontos.

A distância diminuiu para 6 pontos.

Fernandinho fez gol, Maicon comandou o meio-campo, jogadores que assim como vários outros saíram bastante criticados do São Paulo hoje jogam no vice-líder do Brasileirão.

Eu achava que o Corinthians já havia levado….

Só que não.

Neste Brasileirão ninguém tem certeza de nada.

 

 

De Fernandinho em Fernandinho, o Fla está lá…

Leia o post original por Antero Greco

Até poucos dias atrás, Fernandinho era visto com rabo de olho por muitos torcedores do Flamengo. O moço não tinha lá grande cartaz com a turma da arquibancada. Tinha, até, quem considerava inútil a presença dele no time.

Pois não é que o conceito virou? Bastaram alguns gols, porém decisivos (contra Figueirense, Ponte, Vitória), para ele assumir, quase, a condição de talismã rubro-negro. E deu o ar da graça mais uma vez, ao empatar o jogo em Salvador, na noite deste sábado, pouco antes do intervalo. O rival baiano vencia por 1 a 0, gol do estreante Zé Love, até que Fernandinho testou firme para as redes.

Além disso, ele foi importante para fechar o meio-campo, ajudou na marcação, movimentou-se. Quem diria, Fernandinho se mostra fundamental na corrida do Fla em busca da liderança e, quem sabe?, de outro título nacional. Foi substituído, depois, por Alan Patrick. Porém, saiu de campo com a sensação mais do que satisfatória do dever cumprido.

O Fla demorou um pouco para sacudir a marasmo no Barradão. No início, foi o Vitória quem tomou iniciativa, apertou, e abriu a vantagem. Ganhar era imprescindível para quem tem 26 pontos e se afunda na tabela. A cada rodada, vê mais próximo o fantasma do rebaixamento. A alegria foi até momentos antes do final do primeiro tempo. E ruiu de vez com o gol de Gabriel aos 14 minutos do segundo tempo e com a expulsão de Diego Renan. Para completar o estrago, o técnico Vagner Mancini perdeu o emprego ainda no vestiário.

O Fla, com um a mais, manteve o jogo sob controle, resguardou-se para o duelo da próxima quarta-feira com o Palmeiras, com quem divide a mesma pontuação (46). E, claro, neste domingo secará o líder, que joga com o Grêmio no Sul.

A reta final do Brasileiro promete briga boa entre Fla, Palmeiras, Atlético e Corinthians, que por ora mais ou menos corre por fora. Mas não muito fora, não.

Tite não é salvador do futebol brasileiro

Leia o post original por Quartarollo

Adenor Leonardo Bachi, 54, anos de idade, é conhecido pelo apelido de Tite e para alguns também deveria ser o salvador do futebol brasileiro.

A cada derrapada da Seleção de Dunga, Tite é lembrado em todas as esquinas do país.

Ele é o primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto da lista depois vem os outros.

É uma referência elogiosa ao seu trabalho, mas é também uma clara demonstração de como anda o prestigio dos treinadores brasileiros atualmente.

Não que Tite não mereça, muito pelo contrário, é merecedor de elogios pelas suas atitudes dentro e fora do campo.

Hoje eu particularmente o coloco entre os melhores do mundo.

Faz o time jogar a sua moda, tem o elenco do Corinthians nas mãos e melhorar a conduta e o futebol dos seus comandados.

Com ele cresceram no ano passado Renato Augusto, Gil, Malcon e até Vagner Love que se soltou no final da temporada.

Agora apesar dos muitos desfalques, o seu time continua jogando bem e ganhando também.

Tite, no entanto, não vai salvar sozinho a Seleção e muito menos o futebol brasileiro.

Se Dunga cair e Tite aceitar convite para dirigir a Seleção, nada se modificará de uma hora para outra.

Tite gosta de preparar bem seus times, de treinar, de repetir e insistir nas mais variadas jogadas.

É claro que na Seleção ele pode convocar os jogadores que mais podem se adaptar ao que tem na cabeça, mas mesmo assim há dificuldades.

Não há tempo para treinamento. O mais razoável seria usar entrosamentos já existentes em algumas equipes, coisa que todo o técnico de Seleção se nega a fazer para não dar ponto a outro companheiro de profissão.

Além disso, Tite não vai convocar grandes novidades. Pode deixar em casa Luiz Gustavo, Fernandinho e outros tão criticados, mas basicamente o que Dunga vem convocando é que está aí mesmo. A geração é muito fraca e além de Neymar não há nada de tão especial.

A esperança, caso ele assuma, é que Tite melhora a produção de alguns jogadores. Diante disso, um jogador médio pode ficar bom e um bom vira craque.

No Corinthians ele faz jogar Romero, que é ruim de doer, faz jogar Rodriguinho, faz jogar Guilherme Arana, faz jogar Uendel e faz jogar Fagner, entre outros.

Essa é a missão do técnico. Ter um esquema tático forte com variações boas e melhorar o elenco que tem nas mãos. Na Seleção Brasileira isso é quase que impossível.

Sendo assim, a Seleção prejudicaria o futebol brasileiro. O time da CBF não iria melhorar da noite para o dia e o melhor time do país, o Corinthians, ficaria órfão do melhor treinador da sua história. Não seria bom para ninguém.

O dia que nunca devia ter existido

Leia o post original por Quartarollo

Talvez se tivéssemos sido eliminados pelo Chile não estaríamos chorando tanto.

Talvez se Dante não tivesse jogado não haveria tantos jogadores do Bayern na área brasileira jogando contra nós.

Talvez se Thiago Silva não tivesse chorado antes e não tivesse provocado um cartão amarelo bobo no jogo anterior, Dante não teria jogado.

Não, não foi o inferno de Dante. Foi o inferno de todos nós.

Foi também de Fernandinho, hoje titular de Dunga, e que “só” falhou em quatro gols.

A data ficará marcada para sempre. A data da mais vergonhosa eliminação da Seleção Brasileira Copa do Mundo.

Foi há um ano, mas dói como se fosse agora há pouquinho.

Talvez se fosse em outro país doeria menos e talvez não tivesse acontecido. Mas foi aqui, na nossa casa.

Talvez, muitos talvezes, mas nada que console o inconsolável placar de 7 x 1.

Pela primeira vez na história um adversário teve dó de nós no sentido lato da palavra.

Os alemães resolveram parar de fazer gols e nos deixaram fazer um. Era para ser 10 ou mais.

Foi o dia da quase morte do futebol brasileiro. Só não morreu porque a Seleção não mora mais aqui.

Aqueles jogadores não nos pertencem. São europeus travestidos de brasileiros.

Não sentem a nossa dor e não choram as nossas lágrimas.

E quando choram são iguais a Thiago Silva. É por medo, não por amor.

Muitos que foram goleados estão por aí e não se explicaram até hoje.

Nem técnico e nem jogadores. A única explicação foi dada por uma carta fantasma da Dona Lúcia que não se sabe mãe de quem é. Talvez conheçamos seus filhos, não é verdade?

Depois disso pouca coisa mudou. O país piorou economicamente apesar das promessas eleitorais e o maior legado da Copa foi a vergonha.

As obras de mobilidade nem sempre foram executadas, ou concluídas, e as empreiteiras estão no pelourinho com seus poderosos comandantes presos fazendo delação premiada para entregar tudo e todos.

Eles entregam mais que a zaga brasileira. Mas nesse caso as vítimas somos nós que pagamos a conta da corrupção. Nesse particular ganhamos de 100 a 0.

As Arenas que se vaticinava que virariam elefantes brancos cumpriram a sua missão.

O Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o mais caro da Copa e um dos mais caros do Mundo serve para quase tudo, até para se jogar futebol. É um nobre elefante branco fincado na capital federal.

Sem falar nas arenas de Manaus, Cuiabá e até mesmo de Pernambuco que já tinha três estádios e construíram mais um em troca de muita grana.

A única coisa certa foi a vaia para Dilma e Blatter.

Isso prova que o povo já sabia antes o que ia acontecer com os dois “chefes de estado”.

Pena que as vaias chegaram tarde demais às urnas. Tomamos outra goleada.

Pena que não foram levadas em consideração antes das novas eleições da Fifa.

É melhor tirarmos do calendário o dia 8 de julho de 2014.

Esse dia jamais deveria ter existido.

Agora é tarde, não adianta chorar.

Share This:

Eu jogaria sem centro-avante contra a Alemanha

Leia o post original por Quartarollo

É paradoxal, mas acho que o Brasil ficaria até mais ofensivo sem Fred no ataque. Enquanto Neymar decidia os jogos, e mesmo quando não decidia, chamava a marcação adversária, ainda dava para suportar a imobilidade do centro-avante, mas agora é … Continuar lendo

Resenha interna para escalar a Seleção

Leia o post original por Neto

Felipão teve conversa franca com Paulinho

Felipão teve conversa franca com Paulinho

Pelos anos de vivência no futebol e por tudo aquilo que as pessoas me contam sobre a forma de trabalho do Felipão, dá pra ter uma noção de como ele deverá escalar o time para enfrentar o Chile nas oitavas da Copa do Mundo. Pra começar o nosso treinador vai com suas convicções até o final. O que significa dizer que ele deverá lançar a campo a mesma formação da Seleção que iniciou a competição. Ou seja, nada de Fernandinho substituindo o Paulinho. Mas pra isso acontecer ele vai ser malandro.

À noite depois do jantar ele deverá bater na porta do quarto do Paulinho e conversar com ele. “Guri, tá todo mundo querendo te tirar do time. Mas eu não vou fazer isso! Você é meu parceiro. Um jogador da minha confiança. Tu pode ficar tranquilo.” Ao sair do quarto do camisa 8, sem deixar rastro, o técnico deve se dirigir imediatamente ao quarto do Fernandinho. Bate e entra. “Oi Fernando, você é um cara importante e está conquistando um espaço. Vou começar com o Paulinho, mas se ele jogar mal 20 minutos, tu entras. Beleza?”. Feito isso ele ganha os dois caras.

Já disse isso em outras oportunidades. Não considero o Felipão um cara estrategista, tampouco um profissional com conceitos táticos aprofundados. Muito pelo contrário. Dá até pra ver ele limitado nesse sentido. Mas uma coisa não dá pra negar, o comandante brasileiro tem o dom de motivar o grupo com sua liderança. A boleirada vai com ele até a morte. Isso deu certo em 2002. Se vai dar certo agora ou não só saberemos a partir deste sábado contra os chilenos.