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CADÊ o mínimo de PROFISSIONALISMO, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Acho essa relação de cautela dos clubes brasileiros com os treinadores até um tanto igual. Ou seja, do mesmo jeito que o empregador dá o boné (leia-se DEMITE!) o cara MUITO antes do término de seu contrato, também acho natural um treinador fazer o mesmo quando tem uma proposta de trabalho melhor. É claro que desde que se respeite as regras contratuais. Só que na minha visão o que o técnico Fernando Diniz fez com o Guarani foi uma tremenda sacanagem. Pelo amor de Deus! O sujeito foi apresentado em dezembro e colocaram uma baita esperança dele resgatar o Bugre […]

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Timão está entre Roger e Eduardo Baptista! Mas por que não apostar em Fernando Diniz?

Leia o post original por Milton Neves

tecnicos blog

Cristóvão Borges tinha 12,94% de culpa pela má fase do Corinthians, mas acabou “pagando o pato” e perdeu o seu emprego após a derrota no clássico diante do Palmeiras.

Agora, os mandatários alvinegros garantem que Fábio Carille, que trabalha desde 2009 no clube, será o treinador até o final do ano.

Mas, não sejamos ingênuos: se a equipe não engrenar – o que é muito provável -, os cartolas do Timão vão antecipar a chegada de um novo comandante.

Por enquanto, os colegas jornalistas que acompanham o dia a dia do Corinthians cravam que Roger Machado e Eduardo Baptista são os favoritos.

Boas apostas, é verdade.

Mas por que o Timão não pensa em Fernando Diniz, técnico que surpreendeu a todos no Paulistão deste ano?

Se ele tivesse a oportunidade de assumir o Corinthians hoje, poderia montar a equipe para o ano que vem.

E se ele conseguiu levar o inexpressivo Audax para a final do Paulistão – eliminando o São Paulo e o próprio Corinthians -, certamente terá sucesso em um clube de orçamento infinitamente maior.

Pensem nisso, cartolas corintianos!

Opine!

Lobby por técnico estrangeiro no São Paulo enfrenta rejeição de Leco

Leia o post original por Perrone

Parte dos diretores e conselheiros do São Paulo faz lobby pela contratação de um treinador estrangeiro. A ideia, porém, enfrenta um enorme obstáculo: a rejeição de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do clube.

Reunião do Conselho Deliberativo tricolor nesta terça serviu para medir o desejo dos cartolas. Em conversas fora da discussão formal do encontro, Reinaldo Rueda, atual campeão da Libertadores pelo Atlético Nacional, da Colômbia, e Facundo Sava, do Racing, da Argentina, despontaram como preferidos. Além disso, dois diretores disseram ao blog preferirem um estrangeiro.

Leco não estava presente por não ter se sentido bem antes da reunião, mas membros da direção afirmam que o presidente deseja um brasileiro para substituir Edgardo Bauza. Isso por entender que um técnico do exterior precisaria de mais tempo de adaptação, o que poderia prejudicar o time no Brasileirão.

O presidente e Gustavo Vieira de Oliveira, executivo de futebol do São Paulo, tratam em sigilo a sucessão de Patón. Com pouco poder de influência, conselheiros do clube enxergam raras opções entre os brasileiros. Abel Braga é o mais comentado por eles. Depois aparece Fernando Diniz, do Oeste.

Vila consagra Ricardo Oliveira, o goleador

Leia o post original por Antero Greco

Um dia, talvez no ano 2.116, quando um pesquisador for estudar o Campeonato Paulista de futebol, verá que as decisões ocorridas na Vila Belmiro eram especiais. Jogos que consagraram nomes como Araken Patusca, Pagão, Coutinho, um certo Pelé, Pepe, Juari, Serginho, Robinho, Neymar e agora Ricardo Oliveira.

Foi dele o gol do título de 2016. O Santos conquistou seu 22.º título estadual. Então jogou melhor do que o Audax Osasco?

Não. O vice esteve melhor, teve o dobro das chances para levar a taça, acertou duas vezes a trave do gol de Vanderlei, ficou com a posse de bola praticamente o jogo todo. E o técnico Fernando Diniz foi mais corajoso, mais ousado do que o excelente Dorival Júnior.

Por que o Santos ganhou, então, por 1 a 0? Porque tem no grupo três jogadores de seleção. E ainda um goleiro excepcional. E teve neste domingo a sorte dos campeões. Porque sem ela teria perdido a partida.

Esta é a verdade!

Dos três craques santistas, logo aos 20 minutos, Lucas Lima deixou o campo sentindo a contusão no tornozelo direito. Gabriel, forte e bom de bola, é também um cabeça-quente. Por enquanto, acha que joga mais do que joga. E quase foi expulso, numa admoestação incomum do árbitro Raphael Claus que o advertiu cabeça a cabeça.

Então sobrou o definidor: o escolhido.

E ele definiu, na única chance de verdade que o Santos teve no primeiro tempo. Vitor Bueno interrompeu o ataque do Audax e iniciou um contra-ataque que acabou com um lançamento para o centroavante de 36 anos: Ricardo Oliveira passou a bola no meio das pernas do zagueiro inimigo e fuzilou na saída do goleiro Sidão.

Foi o que bastou.

No segundo tempo, o Audax alugou o meio-de-campo como diziam os antigos. Ricardo Oliveira foi substituído, extenuado. O time de Osasco ficou com a posse da bola, mas não furou a defesa santista.

Já no finalzinho, o juiz anulou erroneamente um gol de Joel e Ronaldo Mendes perdeu o gol mais feito da partida.

Seria 2 a 0 para o Santos. Ou 3 a 0. Mas seria injusto.

Quando tudo acabou e Ricardo comemorava o título com lágrimas nos olhos, a revelação: ele era dúvida até o início da partida. Não revelou o problema que sentia. Apenas jogou no sacrifício, fez o gol e foi campeão mais uma vez.

Daqui a cem anos quem pesquisar saberá disso.

E saberá também que a Vila Belmiro tem o feitiço alvinegro.

(Com participação de Roberto Salim.)

Tite? Guardiola? Feliz é Fernando Diniz que não tem ninguém para encher o saco

Leia o post original por Quartarollo

Tite? Guardiola? Feliz é Fernando Diniz que não tem ninguém para encher o saco

Dois dos melhores técnicos da atualidade, na minha opinião, vivem semana similar. Cada um num canto do mundo.

Guardiola mais uma vez foi eliminado da Liga dos Campeões. De nada adiantou a posse de bola contra o hermeticamente fechado Atlético de Madrid.

Mesmo em dois jogos não conseguiu se classificar. Foi vaiado no fim de semana porque podia ter sido campeão antecipado na Alemanha, e não seria a primeira vez, e quando saiu do estádio, em Munique, também havia pressão pela eliminação na Liga.

Os gritos de “Fora, Guardiola” são uma afronta ao futebol. Mas ele tem contra si a sombra do técnico anterior      (Jupp Heynckes) que ganhou não só a Bundesliga, mas também Supercopa e Copa da Alemanha e a Liga dos Campeões.

A verdade é que não é preciso ser Guardiola para ganhar jogos e títulos, mas o time dele joga bem futebol e isso é agradável aos olhos, mas nem sempre para quem perde.

Enalteço o trabalho de Simeone no Atético de Madrid. Um técnico tem que saber da limitações da sua equipe e não se expor mesmo. Nada contra, só estou analisando a beleza do jogo e o trabalho em campo.

Como Guardiola fez um trabalho futurista e grandioso no Barcelona, embora sempre diga que o que o seu time jogava  é o que o Brasil jogava em 1982, é sempre cobrado por títulos e espetáculo.

Mas agora só o espetáculo não basta. O futebol é profissional, precisa de dinheiro e para consegui-lo é preciso ganhar também no campo.

Ainda com um crédito incomensurável, Guardiola não fica sem emprego. Vai para o Manchester City, que teve no chileno Manuel Pellegrini um grande treinador.

E Tite? O que tem com isso?

Tite vive uma outra realidade, mas também é um treinador extraordinário e foi eliminado na Libertadores, uma espécie de Liga dos Campeões do lado de cá do mundo.

Viveu, guardadas as devidas proporções, uma semana parecida com a de Guardiola.

Tinha sido eliminado do Paulista há poucos dias e o time no primeiro jogo, em Montevidéu, jogou bulhufas. Foi muito mal, não deu um chute ao gol adversário.

Acabou empatando em casa em 2 x 2 com o Nacional uruguaio e está fora da competição.

Tite começa a ser questionado novamente. É a sina do treinador no mundo todo pelo jeito.

Já ouvi que ele não ganha mata-mata. Mentira, ganhou uma Libertadores invicto e o Mundial no mata-mata. Ganhou Copa do Brasil com o Grêmio contra o próprio Corinthians também no mata-mata.

Na saída do estádio ontem cheguei a ouvir: “Ele não pode escalar Rodriguinho, é muito fraco, podia ter colocado o Guilherme”.

Guilherme? Aquele que todos criticavam e que ainda não se adaptou ao time? Ah, bom, aquele que a mesma torcida queria fora da equipe?

Sempre o de fora é o melhor quando o time perde. “Ah, tem que treinar pênaltis”. Sinceramente você acha que ninguém treina pênaltis no Corinthians? Claro que treina, mas é verdade, não tem dado certo.

Ao contrário de Guardiola, Tite conta com o que tem. Chegou em janeiro para comandar o time que tinha acabado de ser campeão brasileiro (é isso mesmo, se vocês esqueceram o time foi campeão brasileiro há poucos meses) e encontrou o elenco desfalcado por negociações para o exterior.

Teve que repor essas peças com os jogos em andamento. É consertar avião no ar e de vez em quando uma peça ficava pelo caminho.

Quase perdeu Elias e Cássio para o exterior. Daí seriam 9 baixas em relação ao time campeão do Brasil.

Queria ver Guardiola retornando de uma temporada vitoriosa e encontrando o Bayern sem Douglas Costa, Lahm, Neuer, Thiago Alcântara, Robben, Lewandowski e outros mais. Iria embora na mesma hora e ainda chamaria aquilo de imensa falta de profissionalismo.

Agora que ele está indo para o City já enviou a lista de reforços e ela começa só com Neymar e tem outros que não podem passar por equipes brasileiras nem em sonho. Os preços são impraticáveis para nós.

Terá milhões para gastar na montagem do elenco e vai dispensar muita gente boa também. E todos aplaudem.

Acho que Tite gostaria de viver uma situação como essa. Garantia total de emprego por três anos, um salário altíssimo e um dinheirão à disposição para contratar gente boa.

Garanto que não jogaria com Alan Mineiro, Romero, Guilherme e outros. Pensaria mais alto, com certeza.

Por isso que eu digo, feliz mesmo é Fernando Diniz, técnico do audacioso Audax, que já é no mínimo vice-campeão paulista.

Se perder está bom, se empatar está bom e se vencer está ótimo. Não será pressionado, não será cobrado por torcida que o time não tem, não verá seu nome pichado no muro em meio a palavrões, não será obrigado a ouvir insultos e pressões nos vestiários.

Vai continuar a vida e ainda será chamado por nós da imprensa como impetuoso e moderno. Responsabilidade zero.

Mas também não terá os salários de Tite e muito menos os de Guardiola. São os ônus que carregam o bônus. Você ganha mais, também será mais cobrado e precisa vencer mais também.

É o paradoxo do futebol atual e do chamando mundo capitalista. Não há mais romantismo na quentura dos estádios. Só em Osasco para o feliz Diniz.

Audax x Santos, simples e agradável

Leia o post original por Antero Greco

Parabéns a Dorival Júnior e a Fernando Diniz. Dois técnicos exemplares. Profissionais de verdade.

Como todo treinador, eles querem ganhar, mas não fazem disso obsessão doentia. Não querem ganhar roubado, nem rimar vantagem com malandragem. São profissionais decentes e honrados. Foram jogadores de respeito. Não são espertos do mundo da bola, nem compactuam com a podridão dos bastidores.

São casos raros. De biografias raras.

Por isso o empate entre Audax e Santos, por 1 x 1, foi digno de uma final de Paulista. O resultado da partida disputada em Osasco deixa os santistas com maiores chances de conquista do título.

Jogar na Vila Belmiro a partida decisiva é uma vantagem e tanto. Mas é bom conferir e se deleitar com o jogo do próximo domingo. Sim, porque o primeiro jogo foi uma delícia de se ver: sem excesso de faltas, sem pontapés, deslealdade, sem retranca e sem os tais volantes de contenção.

Dois times de futebol como sonham os torcedores.

Os dois poderiam ter saído do estádio José Liberatti com a vitória. Tiveram chances. E nenhum dos 12.269 pagantes sairia decepcionado.

O Santos começou o jogo como um toureiro: à espreita do que o touro ia fazer na arena. Observava o Audax e marcava a saída de bola com inteligência.

Um time orientado por Dorival Junior e que tem Renato, Lucas Lima, Gabriel e Ricardo Oliveira é um time diferenciado, pronto a enfrentar o que quer que seja. Tem também um goleiro que já merecia uma chance na seleção nacional: Vanderlei.

Ele parou o atacante Ytalo, numa chance clara de gol. Mas foi o Santos quem construiu as jogadas mais evidentes para abrir o marcador: com Vitor Bueno, que demorou para finalizar, e o matador Ricardo Oliveira, com duas bolas na trave – a segunda delas após uma defesa inacreditável do goleiro-linha Sidão.

E no último lance do primeiro tempo Mike se antecipou a zaga santista e só não marcou porque o destino não quis.

O segundo tempo prometia e foi melhor que o primeiro. A audácia de Fernando Diniz deu certo com a substituição de Juninho pelo atacante Welington. E aos 13 minutos, após pressionar bastante, o Audax fez 1 x 0, em nova jogada de Mike, que se livrou da zaga e bateu forte de esquerda.

O Santos de Dorival Junior não ia se entregar e dois minutos depois, Lucas Lima finalizou para a rebatida de Sidão. Não saiu o gol. Saiu Lucas Lima, contundido na jogada: torção no tornozelo.

O melhor jogador santista foi substituído por Ronaldo Mendes e logo a seguir Mike tabelou com Ytalo, recebeu e desviou do goleiro santista, mas Vanderlei fez uma defesa inacreditável, mandando a bola para escanteio.

O Santos resistiria ao time de Fernando Diniz? Não só resistiu, como equilibrou as ações e com Ricardo Oliveira teve nova oportunidade de marcar, mas Sidão espalmou.

Um minuto após essa defesa, o goleiro do Audax não conseguiu impedir o gol do empate. Ronaldo Mendes interceptou um passe de Tchê Tchê, avançou com a bola e acertou um chute fortíssimo de esquerda.

O jogo terminou 1 x 1, mas o placar pouco importa. Valeu o show. E, não fosse um inusitado início de espetáculo, teria sido perfeito.

O que foi inusitado e um tanto brega? A bola do jogo chegou via aérea, levada por um drone até o centro de campo. Perguntem ao Dorival Junior e ao Fernando Diniz o que isso acrescentou ao jogo.

(Com participação de Roberto Salim.)

Empate caiu do céu

Leia o post original por Odir Cunha

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Depois de criar mais chances no primeiro tempo, quando acertou bolas vezes a trave, o Santos caminhava para a derrota aos 30 minutos da segunda etapa. Perdia por 1 a 0 – gol de Mike, aos 12 minutos –, sofria novos ataques do Audax e a torcida local já começava a gritar “olé”. Para complicar as coisas, Lucas Lima, o cérebro do time, saíra de campo com o tornozelo machucado, substituído pelo voluntarioso Ronaldo Mendes. Havia pouca esperança de sair da arapuca de Osasco ao menos com um empate. Foi aí que os deuses do futebol resolveram mexer os pauzinhos…

Aos 32 minutos, o valorizado Tchê Tchê, que acaba de ser contratado pelo Palmeiras, tentou virar uma bola em sua defesa e jogou nos pés de Ronaldo. Este, matou a bola e deu dois passos com ela. Mais preocupados com Gabriel e Ricardo Oliveira, os defensores do Audax não se apressaram em ir pra cima do santista. Com personalidade, Ronaldo encheu o pé e, de canhota, estufou as redes do bom Sidão.

Como se previa, o Santos passou um sufoco no minúsculo Estádio José Liberatti, que recebeu apenas 12.269 pagantes. Depois de chegar mais perto do gol na primeira etapa, o Alvinegro Praiano parece ter cansado no segundo tempo e foi dominado pelo Audax. Além do gol, o time local teve chance incrível aos 23 minutos, quando Mike tabelou com Ytalo e colocou na saída de Vanderlei, que jogou para escanteio com as pontas dos dedos.

Sabendo que M é mau, R é regular e B é bom, as atuações dos santistas merecem a seguinte avaliação: Vanderlei (B), Victor Ferraz (R), Gustavo Henrique (R-), David Braz (R-) e Zeca (R); Renato (R), Thiago Maia (R+), Vitor Bueno (R-), Paulinho (M), Lucas Lima (R), Ronaldo Mendes (B), Gabriel (R+) e Ricardo Oliveira (R). Técnico: Dorival Júnior (R).

Sobre o desempenho dos santistas, novamente é preciso salientar a insegurança da dupla de zaga, principalmente do garotão Gustavo Henrique, que no gol de Mike quis dar o carrinho, caiu de bum-bum no chão e ficou apreciando o jogador do Audax fulminar Vanderlei. Nem na várzea um zagueiro que se presa entra afoito assim.

No próximo domingo o jogo será na Vila Belmiro. Quem vencer será o campeão, o empate levará para a disputa de tiros diretos da marca do pênalti. Como, acreditando na “mística da Vila Belmiro” o técnico, os jogadores, o presidente, a faxineira e o papagaio preferiam perder dinheiro para jogar em Osasco e no Urbano Caldeira, o Santos agora tem a obrigação de ser campeão, ou sairá derrotado em campo e na tesouraria.

De qualquer forma, o jogo em Osasco mostrou algo de bom: ensinou que mesmo um terceiro reserva, desde que motivado e corajoso, pode ser mais útil do que jogadores afamados que estão com a cabeça bem longe da decisão do Paulista. Ronaldo Mendes pode ter decidido a final com seu petardo de fora da área.

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Audax 1 x 1 Santos
Primeiro jogo da final do Campeonato Paulista de 2016
01/05/2016, Estádio Municipal José Liberatti, Osasco, 16 horas.
Público: 12.269 pagantes. Renda: R$ 463.730,00.
Audax: Sidão, André Castro, Yuri Bruno Silva e Velicka; Tchê Tchê, Camacho e Juninho (Wellington); Bruno Paulo, Mike e Ytalo. Técnico: Fernando Diniz.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno (Paulinho) e Lucas Lima (Ronaldo Mendes); Gabriel e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Mike, aos 12 minutos, e Ronaldo Mendes, aos 34 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Flávio Rodrigues de Souza, Herman Brumel Vani e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (regular, com três falhas importantes no primeiro tempo, entre elas um pênalti não dado sobre Gustavo Henrique).
Cartões amarelos: André Castro e Wellington (Audax); Lucas Lima e Gustavo Henrique (Santos).

E você, o que achou do Santos em Osasco?


Audax atrevido destrona o Timão

Leia o post original por Antero Greco

Lembra do duelo de Davi e Golias? Pois é, a gente nasce sabendo dessa história bíblica. E ela se repete a todo instante, na vida. No futebol, então, é corriqueira.

Pois na noite deste sábado, houve nova vitória do pequeno sobre o gigante. Davi desta vez foi representado pelo Audax, enquanto o Golias derrubado foi o Corinthians. O time de Osasco ganhou a vaga para a decisão do Campeonato Paulista na vitória por 4 a 1 nos pênaltis, depois de 2 a 2 no tempo normal.

O Audax foi atrevido durante a fase de classificação do torneio e abusou nos 4 a 1 sobre o São Paulo. Havia expectativa em torno do comportamento no jogo em Itaquera. Pois não decepcionou, não mudou o roteiro e se deu bem. A rapaziada de Fernando Diniz trocou a bola como tem sido característica sua, apertou e soube segurar pressão. Receita simples, básica e eficiente.

Dessa maneira, aguentou investidas iniciais do Corinthians, para aos poucos avançar, testar a sorte e… sair exultante. No primeiro tempo, abriu vantagem com Bruno Paulo, num golaço que deixou os alvinegros com a pulga atrás da orelha.

Tite mudou o time no intervalo, tirou Alan Mineiro e Guilherme, para colocar Romero e Rodriguinho. O Corinthians melhorou, empatou com André, mas levou o segundo, em outra obra-prima, dessa vez de Tchê Tchê. Ainda teve tempo de empatar de novo, com André. Assim, a definição foi para os pênaltis e o Audax carimbou passaporte para final inédita, diante de Santos ou Palmeiras.

A lição óbvia que fica é a de que o futebol permite esse tipo de inversão de expectativas. Não é lei, não está na regra que o grande sempre vencerá. O Corinthians até criou diversas oportunidades para marcar e não soube aproveitá-las. Caiu para um rival que soube se comportar excepcionalmente bem.

O Audax foi impecável e ao Corinthians resta agora a caminhada na Libertadores. Deve avaliar por que falhou nos pênaltis ainda desta vez. Mas absurdo e desleal escrachar o trabalho de Tite por causa disso. Ele continua a ter méritos na reconstrução rápida de um elenco destroçado. E é um dos melhores, senão o melhor, treinador nacional no momento.

 

O “irresponsável” Audax testará o favoritismo do Corinthians

Leia o post original por Quartarollo

O “irresponsável” Audax testará o favoritismo do Corinthians

A maioria dos torcedores independente de time reconhece o bom momento do Corinthians.

Mesmo para os mais despeitados não há como mentir. O time é um dos melhores do momento com um trabalho magnífico de Tite que perde jogadores, arranja outros e vai se adaptando à várias situações que duvido que muito técnico europeu badalado conseguiria suportar.

Imaginem Guardiola chegando de uma temporada para outro e fica sabendo que perdeu 7 titulares? Iria embora imediatamente chamando os dirigentes de amadores.

Aqui os dirigentes não foram amadores porque nada podiam fazer para deter a debandada do elenco, tudo foi legal e dentro do contrato e os chineses se aproveitaram do péssimo momento econômico vivido pelo país.

Tite foi reagrupando o elenco sem grandes estrelas transformando jogadores médios em bons e os bons em excelentes.

O que vale no Corinthians é o coletivo, não há nenhuma grande estrela a não ser o treinador que está mesmo entre os melhores do mundo, na minha opinião.

Sábado o Corinthians testará mais uma vez a sua força. Jogará as semifinais do Paulista em seu estádio, às 18h30, contra o audacioso Audax de Fernando Diniz, que não tem torcida, não tem grandes gastos, paga em dia e não tem pressão nenhuma.

Joga até de forma irresponsável porque não precisa dar satisfação a ninguém além dos seus próprios profissionais e dirigentes.

Ninguém vai pichar muro, destruir sede e ameaçar jogador se o time for eliminado pelo Corinthians.

Se passar ótimo, ficará na vitrine mais duas semanas, se não passar já fez o seu comercial com um jogo coletivo de posse de bola e como eu disse antes, até com alguma irresponsabilidade,o que tornou mais bela sua ótima campanha.

O Audax tem jogador de Seleção? Não tem. O Audax é um primor de time? Não é, mas é um time bem montado.

Fernando Diniz faria a mesma coisa em um time grande? Pode ser, mas tenho minhas dúvidas. Iria perder muito e tenho quase certeza que os dirigentes não segurariam sua onda.

Portanto, diante de tudo isso a responsabilidade é toda do Corinthians. Tem obrigação de vencer e ir às finais do Paulista coisa que não conseguiu no ano passado diante do Palmeiras nos pênaltis dentro do Itaquerão.

Tite terá que se arriscar com marcação na saída de bola do adversário para impedir o toque de bola dele.

Terá que abrir um pouquinho um time que sabe como poucos se defender e sabe o que fazer quando tem a bola nos pés, por isso é bom recupera-la mais perto do gol adversário.

O Corinthians tem 80% de chances de passar pelo Audax num jogo só de semifinal.

Restam 20% para o Audax, o que significa muito para um time atrevido e que não tem medo de ser feliz. Joga sem obrigação e com alegria.