Arquivo da categoria: Fifa

Quem vai levar o prêmio de melhor jogador de 2016?

Leia o post original por Milton Neves

melhor do mundo

A Fifa revelará amanhã o jogador escolhido como o melhor do mundo em 2016.

No páreo, os geniais Cristiano Ronaldo e Messi e a zebra francesa Antoine Griezmann.

Mas é claro que a disputa está mesmo entre o português e o argentino, não é mesmo?

Para mim, por tudo que fez em 2016, Cristiano Ronaldo será escolhido com folga…

E para você, quem deve levar a melhor?

Opine!

Pedro Rocha e o cartão

Leia o post original por Rica Perrone

Por favor, não confunda o foco. Eu sei que é regra, eu sei que o arbitro a cumpriu e que, diante da regra, Pedro Rocha está errado. Ponto. O meu ponto é o quanto esse lance de hoje explica pra FIFA que ela não entende merda nenhuma de futebol. Pedro Rocha tem 22 anos, passou …

Neymar, Gabigol e agora Giva: por que a briga Barcelona x Santos não para

Leia o post original por Perrone

Uma transferência complexa, envolvendo vários contratos, incluindo amistoso, prioridade em jogadores das categorias de base, acordo antes da final do Mundial de Clubes de 2011 e 40 milhões de euros repassados a empresa comandada pelo pai de Neymar é a origem da guerra sem fim vivida por Barcelona e Santos.

Já são pelo menos três ações na Fifa, uma movida pelo clube brasileiro contra o espanhol e Neymar e duas dos catalães em face do Santos.

Desde que Modesto Roma Júnior, presidente santista, foi à Fifa para questionar os valores da venda de Neymar, o Barcelona passou a examinar as cláusulas da negociação com lupa e a tomar medidas consideradas pelo Santos como retaliação. Além de Neymar, o imbróglio já envolveu Gabigol e Giva. A disputa ainda tem reflexos na política santista. A seguir, entenda melhor esse embate milionário e envolto em rancor.

Declaração de guerra

Em maio de 2015 o Santos interpôs uma demanda arbitral na Fifa contra Barcelona e Neymar para pedir indenização equivalente a diferença entre os 17 milhões de euros que cobrou para vender o jogador e 80 milhões de euros, que seria a quantia verdadeiramente desembolsada pelo Barcelona. No entender do clube brasileiro, o time espanhol e o pai do jogador montaram uma operação para beneficiar a família do jogador financeiramente em detrimento ao alvinegro. Barcelona e Neymar pai negam esse procedimento.

Contra-ataque

Sete meses após ser questionado na Fifa, o Barça deu o troco respondendo ao Santos que não pagaria bônus de 2 milhões de euros previsto em contrato pelo fato de Neymar ter sido finalista do prêmio de melhor do mundo dado pela federação internacional. Os espanhóis alegaram que se os santistas contestam o contrato de transferência, não podem exigir o cumprimento de cláusulas dele.

Gabigol

Em setembro deste ano, foi a vez de o Barcelona reclamar na Fifa de o Santos não ter dado o prazo de três dias, previsto em contrato, para os catalães responderem se exerceriam o seu direito de preferência e cobririam a oferta da Inter de Milão por Gabigol. A prioridade havia sido dada na venda de Neymar. Em carta endereçada ao Barcelona, o Santos deu um dia para o clube se posicionar, alegando que havia recebido a proposta dos italianos na véspera e que se esperasse três dias a janela de transferências se encerraria. Só que Gabriel já tinha feito exames médicos na Inter e se despedido na Vila Belmiro antes de a correspondência ser enviada.

Giva

O episódio mais recente é a queixa do Barcelona na Fifa pelo fato de o Santos, ao vender Neymar, ter dado preferência ao Barça na compra de Giva sem ser o dono majoritário dos direitos dele. O Santos detinha apenas 20% direitos econômicos do jogador, que acabou saindo do clube de graça. Agora, os espanhóis pedem na federação internacional que os brasileiros devolvam a quantia paga pela prioridade em Giva, Gabigol e Victor Andrade.

Rixa política

Para dirigentes do Barcelona e membros do estafe de Neymar o imbróglio todo começou por rixa política no Santos. Entendem que os últimos presidentes do clube se acostumaram a contestar decisões de seus antecessores. Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, ao assumir a presidência, rompeu com a DIS, parceira do clube na gestão de Marcelo Teixeira, que apadrinha o atual presidente. Modesto brigou com a Doyen, considerando, com o apoio do Conselho Deliberativo, que a gestão anterior negociou jogadores com a empresa de maneira irregular. Em seguida, o cartola atacou Neymar e Barcelona depois de a DIS questionar os valores da transação.

Jogo duro

Após ser denunciado na Fifa, o Barcelona entendeu que não poderia facilitar a vida do Santos. Foi assim na venda de Gabigol. Se a relação entre os clubes fosse boa, como não tinha interesse em contratar o atacante, o clube poderia ter respondido no prazo exigido pelo Santos que não exerceria seu direito, sem fazer questão do período de três dias. Exigir o cumprimento de cada linha dos contratos passou a ser prioridade para os catalães.

Retaliação

A diretoria do Santos não fala abertamente, mas nos bastidores os cartolas dizem que o time espanhol está esperneando por causa da ação na Fifa sobre a venda de Neymar e passou a retaliar o clube brasileiro com ações como o não pagamento de bônus e as queixas referentes a Neymar e Gabigol.

Problema interno

A guerra com o Barcelona pode ter ao menos uma consequência interna para o Santos. Influentes membros do Conselho Deliberativo avaliam que o Barça está certo em sua queixa sobre o prazo para responder a respeito de Gabigol não ter sido respeitado. Só que se o Conselho Deliberativo punir Modesto por poder causar prejuízo financeiro ao Santos, o órgão dará munição ao Barça para receber indenização. Não há consenso sobre o que deve ser feito.

Demos: Fifa x PES #2017

Leia o post original por Rica Perrone

Pois chegou aquela época do ano onde a pergunta volta: PES ou FIFA?  E a resposta não muda há pelo menos 6 anos… Joguei exaustivamente as duas Demos e salvo a possibilidade rara do jogo completo mudar absurdamente, temos um diagnóstico bom sobre a jogabilidade, que é o que realmente discute-se entre os dois. O …

Eles não entendem

Leia o post original por Rica Perrone

PES e FIFA são os dois games de futebol que mais aproximam crianças e adolescentes dos clubes no mundo. Acho que não precisamos ir além da nossa casa pra perceber o quanto isso nos influencia na percepção do futebol mundial hoje em dia. O FIFA é o jogo que mais vende. O PES é o …

Da importância de Havelange e Pelé

Leia o post original por Antero Greco

Este post será breve.

Defensores de João Havelange, ao menos quando estava por cima da carne seca, chegavam até a comparar a importância dele para o futebol com a de Pelé. Claro, consideravam o trabalho do cartola superior ao do maior astro dos gramados.

Pois bem, tenho a dizer que, numa enciclopedia séria sobre o joguinho de bola, Pelé merece, digamos, 15o páginas; para Havelange, caberia  um verbete enxuto.

Havelange é o homem que rodou o mundo para ganhar votos na Fifa e fez questão de posar ao lado de políticos de todos os matizes – de reis e rainhas, a democratas e ditadores. Para sentir-se um estadista como eles.

Pelé é mito que rodou o mundo, porque todos queriam vê-lo de perto, e posou ao lado de políticos de todos os matizes – de reis e rainhas, a democratas e ditadores, que fizeram (e fazem ainda) questão de eternizar o momento com o astro. Para sentirem-se um fenômeno como o Rei.

Por questão humanitária, descanse em paz quem partiu.

É hora de separar

Leia o post original por Rica Perrone

Caros leitores, colegas e paraquedistas que não vem aqui nunca, é hora de sermos coerentes. Na foto acima estão pessoas que foram acusadas, outras investigadas, tanto faz. O fato é que não gostamos de ter pessoas envolvidas em escândalos cuidando de coisas que amamos, como por exemplo o futebol. Tite foi à CBF da mesma …

A maior evolução que o futebol pode ter

Leia o post original por Rica Perrone

Todos os esportes evoluem e mudam suas regras conforme tecnologias e melhoras físicas deturpam o real protagonista do jogo. O futebol é mais resistente a mudanças por ser o esporte mais popular do mundo e também por “funcionar” a qualquer custo. Veja você que hoje, num cenário onde o planeta não ostenta nem 5 craques …

FIFA picareta: Vital Battaglia, o primeiro a denunciar!

Leia o post original por Milton Neves

vital

Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Saiu na mídia do mundo: mais 80 milhões de dólares embolsados em cinco anos pela “Trinca Fifista” Blatter, Valcke e Kattner!

Que trio fantástico de ataque ao dinheiro do futebol do mundo, hein?

Fora as outras “milhares” de rapinagens já descobertas até pelo FBI.

E, depois dessa, aumenta ainda mais minha saudade de Vital Battaglia, auto aposentado do jornal, do rádio, da TV e da internet.

Uma pena.

Ele foi o nosso primeiro algoz da FIFA, então “entidade santa”.

Que falta faz Battaglia!

Foi em 1975 que conheci pessoalmente e para valer a Vital Battaglia.

Ele já era estrela da mídia impressa há anos e de vez em quando participava no estúdio do “Jornal de Esportes”, de Cândido Garcia, na Rádio Jovem Pan I AM.

Naquele jornal, que já foi épico, Paulo Machado de Carvalho, humildemente serviu de padrinho de inauguração em 1973 na avenida Miruna, 713, Aeroporto.

Nele, eu era locutor-cuco: só podia dar a hora certa e não me era permitido fazer perguntas ao entrevistado no estúdio ou por telefone, algo então espécie de novidade, coisa rara.

“Você é ainda calça branca (novato), procure aprender que te deixo perguntar. Mas escreva a pergunta antes que verei se é boa ou simplória”, dizia sempre o saudoso Cândido Garcia, o Morcego, meu doce censor.

E Battaglia, quando aparecia, basicamente fazia perguntas “padrão Joaquim Barbosa”: só porrada!

Era o mais combativo jornalista esportivo do então top “Jornal da Tarde”, do Grupo Estado.

Ele foi levado para a Jovem Pan pelas mãos de Osmar Santos, no auge da carreira.

Osmar era um Neymar!

Antes, em 1973, Osmar me colocou também no futebol da emissora no lugar de Fausto Silva, hoje “Faustão”.

Virei o “Plantão Esportivo Permanente”, como reserva de Narciso Vernizzi.

Até então, era apenas repórter rodoviário aos sábados e domingos e setorista de trânsito no Detran e nas ruas de São Paulo, no início das manhãs e finais de tarde.

E aí veio para a equipe Vital Battaglia, contratado.

Logo de cara, sempre austero e azedo, o “Geraldo Bretas moderno, mais novo e erudito”, como eu o chamava, marcou território com seu “jornalismo investigativo”.

Como comentarista, no lugar de Leônidas da Silva, estreou no Parque Antártica, dia 9 de outubro de 1975, quinta-feira, naquele Corinthians 0 x 0 Sport do Recife, ao lado da novidade José Silvério, outro filho de Osmar Santos.

Substituto do curitibano Willy Gonser, que foi para Belo Horizonte, Silvério estreou “voando” e impressionou a Vital Battaglia: “Nunca a bola rolou tão rápido no rádio”, escreveu no Jornal da Tarde.

Mas aí, também em 1975, em rara entrevista ao vivo por telefone, o todo poderoso João Havelange foi confrontado por Battaglia ao final de seu primeiro ano como presidente da FIFA.

“A sua FIFA me lembra o Vaticano, antes duas entidades acima de quaisquer suspeitas, mas agora sustento que nem tudo é tão honesto. E pergunto se a FIFA não vem fazendo negociatas em direitos e patrocínios, e até conchavos políticos que o elegeram no lugar de Sir Stanley Rous, sem parceiro, no ano passado”, perguntou na lata.

Havelange, antes de bater o telefone, encerrando a entrevista, só respondeu que “quem é o maior acionista da Viação Cometa não precisa e não faz negociata financeira ou conchavos”.

Assustado com aquilo, o “calça branca” aqui “brigou” fora do ar com Battaglia: “Você é muito bom, mas foi desrespeitoso com o homem. A FIFA é muito séria, como o Vaticano”, disse a ele.

Battaglia, com aqueles lábios de italiano tipo “boca de cabrito”, resmungou que eu precisava crescer.

Ele tinha razão, e como tinha, e hoje pergunto se Stanley Rous e Havelange não fizeram um acordo para o Brasil não ganhar a Copa de 1966 e “estragar o produto Copa do Mundo”, que seria desvalorizado com nossa seleção tri em 58, em 62, em 66 e fazendo o Mundial “ perder a graça”?

Sei lá, mas a verdade é que um cartola (Havelange) sucedeu o outro (Stanley Rous) na segunda Copa seguinte e o Brasil “jogou mesmo” para perder a Copa de 66, “não é possível”!

É “a única explicação” para a seleção brasileira ter viajado para Liverpool sem o ícone e dispensado Paulo Machado de Carvalho, por ciúmes de Havelange, e sem Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Roberto Dias, Dino Sani, Rivellino, Servílio e Ademir da Guia.

Foram só veteranos superados, jogadores comuns como Fidélis, uns bons como Gérson, Lima e Tostão, ao lado do baleado Pelé e de um magistral Edu, não escalado.

Jogamos para perder, Vital Battaglia?

Mas duro mesmo foi o jornalismo ter perdido você!

Opine!!!

Fifa sob nova direção: ou mais do mesmo

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, a Fifa tem novo presidente. Trata-se do ítalo-suíço Gianni Infantino, eleito nesta sexta-feira em assembleia extraordinária da instituição. Ele assume em meio à crise provocada pela prisão de diversos integrantes da “família Fifa” e, principalmente, para preenchera vaga aberta com a renúncia de Joseph Blatter.

A mudança de comando representa, então, novos tempos para a dona da bola mundial? Só se você considerar que ocorreu transformação da água para o vinho na composição do Colégio Eleitoral. A turma que escolheu o novo mandachuva é praticamente a mesma de sempre.

As baixas, claro, ficam para aqueles que tomam café de canequinha em prisões ou saíram de cena porque sentiram que a maré não ficou para peixe. Exemplo próximo da gente: Marco Polo Del Nero, o titular afastado da CBF. A propósito: o coronel Nunes foi o representante brasileiro na sessão que alçou Infantino à cadeira principal.

Infantino teve o aval da Uefa, União Europeia de Futebol, a mais forte das Confederações que compõem a Fifa. Ela congrega o maior PIB do futebol, os principais times e algumas das seleções com história mais admirável. Ou seja, quem detém grande parte do controle.

O novo todo-poderoso da Fifa era homem de confiança de Michel Platini, até um tempo atrás cotado para o posto de Blatter. O francês saiu do páreo também acusado de corrupção. Mas, mesmo nos bastidores, conseguiu emplacar o candidato que mais convinha à Uefa.

Infantino apresenta-se como um técnico (no sentido amplo e não esportivo) e tem  simpatia, por exemplo, por Copa do Mundo com 40 seleções. Acha que, com isso, o torneio ganhará amplitude. Para tanto, faz comparação com a Eurocopa, que passou de 16 para 24 concorrentes por interferência sua. Também prometeu cargos a torto e a direito.

O cartolão ganhou a corrida contra outro europeu, um africano e dois asiáticos cheios da grana. Os métodos de convencimento de quinteto passaram das tradicionais promessas de atender aos interesses de cada região até a distribuição de presentes e mimos financeiros.

Ou seja: a Fifa muda, muda, para continuar a mesma.

Não foi subvertida a ordem. Antes, ela está mantida. Não haveria grande modificação, mesmo que tivesse vencido qualquer um dos outros quatro. Com uma diferença aqui, outra ali, era tudo variação em torno do mesmo tema.

A Fifa anda desmoralizada, mas os “parentes” voltam aliviados para casa. Os negócios podem ser retomados, em princípio, sem sustos.