Arquivo da categoria: firmino

É o capuz!

Leia o post original por Rica Perrone

Agora ficou tudo claro. O capuz do Firmino é um dos problemas da nossa seleção. Eu fico constrangido com algumas discussões. A gente da uma zapeada no controle remoto e vê os mesmos caras de 1960 comentando futebol pedindo renovação.  A gente fala em profissionalismo, tenta “ir a fundo” nos problemas do futebol brasileiro e […]

Jogo para o gasto

Leia o post original por Antero Greco

Sabe aquele jogo que seu time vence e você diz “Ok”, sem maiores complementos? Pois foi o que aconteceu, na noite deste domingo, nos 2 a 1 do Brasil sobre a Venezuela. A seleção espantou o fantasma da desclassificação precoce na Copa América, segue em frente, pega o Paraguai e Dunga ganha mais tempo para montar um time para as Eliminatórias. E só.

Nada contra respeitar adversários. Mas era exagero ficar com medo da Venezuela. Calma lá, não passa de sparring na região, mesmo que tenha evoluído. Não é para tirar o sono de quem tem currículo que dispensa comentários. Mesmo que o momento não seja dos melhores aqui.

Pois o resultado foi construído sem grande esforço, muito menos preocupações. Vá lá que Fedor – sei, sei, trocadilho fácil – deu alguma esperança com o gol aos 39 minutos. Mas, na boa, os venezuelanos não incomodaram. Raramente chegaram ao gol de Jefferson.

A seleção determinou o ritmo, controlou o jogo, fez os gols em cada tempo (Thiago Silva e Firmino) e ainda se segurou. Fosse mais atrevida, como é de se esperar, teria chegado a diferença maior. Um pouco de confiança e abuso não fazem mal. Ao contrário, fazem falta.

A ausência de Neymar não foi sentida. E, cada entre nós, seria o fim da picada não ganhar da Venezuela por causa da suspensão do rapaz. Dunga teve chance de observar como o time se comportaria e viu que  Robinho deu conta do recado. Justo o veterano é que se saiu bem.

A defesa não teve trabalho além do normal. Daniel Alves e Filipe Luís jogaram para o gasto, assim como Thiago e Miranda. No meio, Elias e Fernandinho ficaram presos ao trabalho de proteção, enquanto William e Philippe Coutinho poderiam mostrar mais. Firmino não é craque, mas mantém regularidade e carimba para o gol com frequência.

Enfim, um Brasil que não encanta – nem espero isso. Mas que também não decepciona. Se não exigirmos muito, está de bom tamanho. Eis o risco: já nos conformamos com pouco.

Hum… não!

Leia o post original por Rica Perrone

Eu sou o cara mais esforçado neste país para acreditar na seleção, convenhamos!  E acredito, sempre.  Mas se já sai do jogo com a Colômbia preocupado, hoje fiquei ainda mais. Na minha cabeça, mesmo que a seleção tenha feito um jogo razoável e tido o domínio da partida até o Dunga surtar e encher o […]

Coerente e previsível

Leia o post original por Rica Perrone

Dunga não é o perfil do treinador que inventa um nome bombástico 2 dias antes da lista final. Pelo menos até hoje não foi. E mais uma vez foi coerente com suas convocações anteriores, manteve todos os convocados e o grupo que formou. É bom? É. É o que tem. Faltam protagonistas. Isso me incomoda. […]

Seleção da geração Firmino precisa melhorar ainda muito

Leia o post original por Nilson Cesar

O Brasil esta ganhando é verdade. Dunga só ganhou por enquanto, mas gostaria de dizer que esse filme já assistimos. Dunga ganhou a Copa América e Copa das Confederações e dançou na Copa da África. Ainda não estou convencido que o estilo Dunga de comandar ganha Copa do mundo. O Brasil perdeu as 3 últimas copas e sinceramente acho que a nossa chance de conquista de título em 2018 é muito pequena.  O nosso grande jogador que é Neymar, eu ainda   não estou convencido que é tão grande assim. Acho Neymar um belo jogador de futebol, mas não é o “gênio” que muitos querem pintar. Neymar é o que temos de melhor no momento e o restante não encanta ninguém. Temos uma geração Firmino e é o que o momento nos proporciona. Prefiro aguardar…

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Seleção está eficiente. E pode melhorar

Leia o post original por Antero Greco

Calma, calma, calma. Não embarque na euforia fácil, sobretudo quando se trata de seleção brasileira. Tem uma turma que, por diversos motivos – até por patriotismo sincero –, levanta a bola da equipe nacional com a maior facilidade. Desde que ela também sirva para aumentar a audiência…

O retrospecto recente do time pela segunda vez sob o comando de Dunga é excelente. Se forem pegos os números friamente, 8 vitórias em 8 apresentações são incontestáveis. Aproveitamento de 100% e etc, detalhes que você já deve ter ouvido umas 200 vezes, desde que acabou o amistoso com o Chile – 1 a 0, no Emirates, em Londres, a casa da seleção da CBF.

Óbvio que vencer sempre é bom. Ainda mais em momento de reestruturação, como é a tarefa atual de Dunga e seus auxiliares. Só não concordo com excessos, os de sempre (“o futebol brasileiro está resgatado”, “esse é o Brasil”) porque há etapas a serem superadas. A primeira é a Copa América. Depois, Eliminatórias para a Copa de 18, eventualmente a Copa das Confederações e, daí sim, o Mundial da Rússia.

O caminho, portanto, é longo. Para mim, o que interessa é projetar, entrever o que virá adiante em termos de comportamento da seleção. As perguntas: o Brasil joga bem? Há espaço para evolução? Tomou o rumo de uma revolução na forma de atuar? Encantará o mundo novamente? Ou será mais do mesmo, com equilíbrio que não encontrou no ano passado?

Minha tendência é a de dizer sim para a primeira e para a última das indagações. A seleção, com remanescentes do grupo de Felipão, tem dado conta do recado, como mostram os placares positivos, e deve ser mais eficiente à medida que amadurecer.

No momento, porém, não faz imaginar um grupo inovador, transgressor, que marcará pelo ineditismo. Não é a cara do treinador. Dunga foi aplicado e conservador como jogador, mostrou ser assim como técnico. É adequado esperar um time correto, obediente, com lampejos de criatividade.  Que pode obter sucesso, por que não?

Os sinais de que Dunga prepara uma equipe competitiva, sem ser extraordinária, vêm nos jogos que dirigiu desde o segundo semestre de 2014. Fica evidente a preocupação com o sistema defensivo, a marcação, a roubada de bola e a saída para o contragolpe. Tão clara a opção que valeu a vitória sobre os chilenos: Danilo fez lançamento longo para Firmino marcar, no único lance de perigo, de fato, criado em todo o jogo.

Por ora está de bom tamanho. Espero que, com o tempo, aumente o repertório, para encorajar “professor” e jogadores a serem também ousados. Sim, recorro ao papo tradicional e que, para muita gente, é furado: combinar eficiência com jogo bonito. Não é impossível.

 

Resultado para encorajar a seleção

Leia o post original por Antero Greco

Dunga pode tirar uma grande lição dos 3 a 1 de virada da seleção sobre a França, o amistoso disputado na noite desta quinta-feira, em Paris. O resultado serve para animar o grupo, ainda em fase de reconstrução depois do fiasco na reta final do Mundial. E não só. Tem tudo para tornar-se um estímulo para abrir caminho novo até a disputa da Copa de 2018 na Rússia.

E qual é a senda que surgiu? A de que a seleção não precisa manter-se dependente de Neymar, como tem ocorrido nos últimos anos. Com Mano, com Felipão e mesmo com Dunga, a tática frequente tem sido a de toca pro Neymar e seja o que Deus quiser.

Isso é bom e péssimo. O lado positivo está no fato de que se confia no talento de Neymar, o único brasileiro acima da média nos dias de hoje. Por outro, joga-se enorme responsabilidade em cima de apenas um homem. Quando ele não estiver bem, ou for marcado com eficiência, some. E, por extensão, desaba o esquema da seleção.

Esse erro ocorreu no primeiro tempo, em que os franceses se fecharam, não deram espaço e o desafogo só vinha com Neymar. Sem nada de prático. Na única jogada bem elaborada, veio o empate com o Oscar, numa trama da qual o Neymar também participou.

O melhor ficou para a segunda parte. O Brasil mais solto e com variação no toque de bola virou com o próprio Neymar e consolidou a vitória com Luiz Gustavo. Ou seja, é preciso dar chance para que mais gente cresça e apareça. É necessário incentivar Elias, William, Oscar, Firmino e outros a se desinibirem, a tomarem iniciativa, a ousarem. Assim, cai essa dependência do Neymar.

Será bom para todos – sobretudo para Neymar, que ficará mais livre para infernizar os adversários. A bola está com Dunga, que ele saiba o que fazer com ela.

 

O combustível 7×1

Leia o post original por Rica Perrone

Na minha cabeça os “7×1″ nunca representaram nada além de um jogo muito ruim, uma tarde onde tudo deu errado e um desequilibrio emocional enorme de um time pressionado como nenhum time havia sido em todos os tempos. Na cabeça de outros tantos, 19 jogadores que atuam na Europa e um treinador que acaba de […]

O time que “quase” não perdeu em 2014

Leia o post original por Rica Perrone

Acabou o  ano mais esperado, frustrante e inesquecível da história da nossa seleção.  Entramos favoritos, chegamos favoritos, perdemos como um time de juniores, retomamos rapidamente e ganhamos todos os jogos, inclusive dos vice campeões do mundo que jogaram menos do que nós a Copa toda. Com caras novas, mais de meio time da Copa e um […]