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Contestado no Corinthians, Flávio Adauto vira referência para palmeirenses

Leia o post original por Perrone

Alvo de críticas no Parque São Jorge, principalmente no início da temporada, o diretor de futebol Flávio Adauto virou referência para parte de conselheiros do Palmeiras que querem mudanças na gestão da equipe alviverde.

Esse grupo, com integrantes de diferentes alas, quer a nomeação de um conselheiro como diretor de futebol para acompanhar, avaliar e cobrar o trabalho de Alexandre Mattos, dirigente remunerado, e da comissão técnica.

Adauto é usado como exemplo para demonstrar a necessidade de mudança. Os palmeirenses defensores da ideia avaliam que o corintiano está praticamente sempre próximo do time, é ciente do que acontece no vestiário, atua em conjunto com o gerente de futebol Alessandro, ajuda a apagar incêndios e a corrigir rotas, além de ser o elo entre o time e o presidente Roberto de Andrade.

Os descontentes entendem que o alviverde não tem alguém para fazer tudo isso. Criticam o que chamam de autonomia de Mattos, que seria um dos motivos para o clube trocar tanto seus elencos nos últimos anos.

Existe uma articulação entre os insatisfeitos para tentar uma reunião com o presidente Maurício Galiotte para pedir que ele nomeie um conselheiro como diretor de futebol.

Curiosamente, Adauto é contestado no Corinthians.

Conselheiros e empresários de jogadores afirmam, por exemplo, que falta habilidade para o cartola ao tratar com jogadores sobre luvas atrasadas, não definindo uma data para o pagamento.

Ele também foi criticado por sua participação na tentativa frustrada de contratação do atacante Drogba. Ele teria sido omisso na negociação, que começou com gente ligada ao departamento de marketing e terminou com a participação direta do presidente Roberto de Andrade.

A perda de Pottker, ex-Ponte Preta, para o Internacional também é motivo de queixa. A negociação com o atacante estava bem encaminhada, mas foi descartada depois de ser escalado pela Ponte na Copa do Brasil. A partir daí ele ficaria impedido de defender o Corinthians na mesma competição. Nos momentos de dificuldade do ataque alvinegro no Brasileirão, conselheiros lembraram de Pottker, afirmando que ele teria feito a diferença.

Chegar ao Morumbi é arriscado e cada vez pior, segundo diretor corintiano

Leia o post original por Perrone

O sufoco vivido pela delegação do Corinthians na chegada ao Morumbi para o clássico com o São Paulo no último domingo (24) ainda não foi digerido pelos alvinegros. Abaixo leia declaração do diretor de futebol corintiano, Flávio Adauto, ao blog sobre os atos de vandalismo cometidos por torcedores tricolores. Ninguém se feriu, mas pelo menos um vidro do veículo foi quebrado.

“A verdade é que os riscos têm sido grandes a cada vez que chegamos ao estádio (Morumbi). Cortesia do lado de dentro e um campo de batalha do lado de fora. Pedras, paus, garrafas, latas. Tudo é arremessado contra o ônibus. Nem mesmo o ônibus do clube podemos utilizar, o que não muda nada. Em nenhum outro estádio acontece isso. Nem no Brasil, nem fora do país ou em outros Estados. Só no Morumbi. E cada vez pior. Isso tem provocado muita irritação por parte dos jogadores e comissão técnica”.

Revoltada, a direção do Corinthians ainda estuda o que fazer a respeito. Em casos como esse é possível denunciar o ocorrido ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

Procurada pelo blog às 20h58 da última segunda (25), a assessoria de imprensa do São Paulo afirmou que naquele horário não seria possível obter a posição oficial do clube sobre o tema.

Dirigentes temem que uso de árbitro de vídeo às pressas seja fracasso

Leia o post original por Perrone

A CBF é criticada por dirigentes de clubes que consideram sem planejamento a decisão de implantar rapidamente o árbitro de vídeo no Brasileirão. Os que pensam assim acreditam que a correria possa fazer com que a novidade se transforme em fracasso.

Uma das principais cobranças é para que o novo sistema só seja implementado se puder ser usado em todos os jogos de cada rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista, Marcos Marinho, presidente da comissão de arbitragem da confederação, admitiu que algumas partidas podem ficar sem o recurso por falta de estrutura dos estádios. Esse é um dos pontos criticados.

Porém, cartola ouvido pelo blog afirmou que Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, assegurou a dirigentes de clubes que a ajuda das imagens de TV só começará a valer quando todos os jogos puderem contar com esse método. A afirmação, de acordo com o mesmo cartola, foi feita em reunião na sede da confederação, nesta terça, para tratar da venda de direitos de transmissão do Brasileirão para o exterior. Indagada pelo blog por volta das 20h  se Del Nero de fato fez tal promessa, o departamento de comunicação da entidade informou que não conseguiria checar a informação à noite.

Na avaliação de parte dos dirigentes de times da Série A, CBF teve tempo para implantar o árbitro de vídeo desde o início do Brasileirão. Porém, não conseguiu viabilizar o projeto. E agora, mesmo sem ter tudo pronto, decidiu lançar a novidade por causa do barulho feito pelo erro da arbitragem que culminou com o gol de braço de Jô na vitória corintiana por 1 a 0 sobre o Vasco no último domingo.

“Sinto que é necessário. Mas não deveria ser decidido em cima de uma jogada que originou o gol do Jô. Fica a impressão de que estavam esperando uma polêmica e que não é uma posição estudada, pensada. Por que não iniciar no Brasileiro do ano que vem?”, afirmou ao blog Flávio Adauto, diretor de futebol do  Corinthians.

Depois do erro no jogo em Itaquera, Del Nero pediu para que o departamento de arbitragem tentasse estrear nas próximas rodadas o sistema que ainda estava em estudo. Não há definição de quando isso será possível.

“Defendemos o uso do árbitro de vídeo, mas de um jeito benfeito, em todos os jogos”, disse Modesto Roma Júnior, presidente do Santos.

Outra preocupação é se os responsáveis por operar o sistema já estão aptos a atuar de maneira eficiente. “Sou a favor caso possamos implantar com segurança e caso todos os envolvidos estejam treinados para que o instrumento não caia em descrédito”, declarou Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo. Ele não vê problemas em o recurso ser usado no segundo jogo da final da Copa do Brasil entre seu clube e o Cruzeiro e também em relação ao novo sistema começar a valer no Brasileirão depois que muitos clubes foram prejudicados sem poder recorrer às imagens de TV.

“O Flamengo foi prejudicado contra Santos e Palmeiras e beneficiado contra o Corinthians. Sempre é hora de começar qualquer coisa, desde que seja para melhorar”, analisou o flamenguista.

Raciocínio semelhante tem o presidente do Santos. “Não é porque você começou errando que precisa errar até o final”, disse Modesto.

 

 

 

Sem Valdívia, Andrade soma 3 ‘desastres’ em 4 meses e sofre mais críticas

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O desfecho da tentativa do Corinthians de trocar Giovanni Augusto por Valdívia se somou às operações frustradas envolvendo Drogba e Pottker e aumentou as críticas de conselheiros da oposição ao presidente do clube, Roberto de Andrade. São três negociações consideradas desastrosas pelos críticos do dirigente em quatro meses.

Na transação relacionada a Valdívia as queixas são de que o presidente expôs Corinthians, Internacional e os dois jogadores.

Uma das principais reclamações de oposicionistas é de que ao telefonar para o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, para saber se o concorrente queria Valdívia, o corintiano assumiu o risco de a conversa vazar e seu clube ser ridicularizado nas redes sociais por rivais, o que acabou acontecendo.

Para os descontentes, o cartola deveria ter ido até Porto Alegre e se empenhado para fechar o negócio sem se preocupar em falar com o palmeirense.

Outro motivo de insatisfação é a nota oficial divulgada pelo Corinthians para explicar que o negócio não deu certo. Nela, o clube paulista diz que foi procurado pelos gaúchos que ofereceram Valdívia e que após conversa entre Giovanni Augusto e a diretoria corintiana ficou acertado que ele não seria transferido. Os problemas apontados são que o alvinegro, com autorização de seu presidente, foi deselegante com o Inter, podendo ter criado um constrangimento entre o Colorado e seu atleta. E que também deixou Valdívia vulnerável ao descontentamento dos torcedores do Inter, pois ficou entendido que ele queria trocar de equipe. Ao mesmo tempo, apesar de afirmar que a decisão foi conjunta, ficou para a Fiel a certeza de que Giovanni não quis se mudar. Então, ele passou a enfrentar a ira da torcida corintiana. Em grande parte, ela desejava a negociação.

No resumo dos críticos, o Corinthians conseguiu perder Valdívia e Giovanni ao mesmo tempo, já que o jogador do alvinegro  deu sinais de não ter ficado contente com a movimentação e agora tem um clima péssimo com os torcedores para continuar no clube.

A atuação do presidente foi comparada com a participação dele na tentativa de trazer Drogba. Na ocasião, virou motivo de chacota entre torcedores adversários o fato de ele ter assinado nota no site do clube com o título “Valeu, Drogba”, agradecendo ao marfinense, que recusou a proposta corintiana. Além disso, no início das conversas, o clube tratou com um intermediário que não era o representante principal do atleta e houve ataques do próprio diretor de futebol, Flávio Adauto, à negociação, que não era comandada por ele.

Andrade não participou diretamente do fracasso nas tratativas com a Ponte Preta para ter Pottker, mas o fato foi lembrado agora porque a negociação também estava avançada e fracassou. Na oportunidade, o problema foi que todos os detalhes da contratação foram acertados para que o jogador fosse para o Corinthians após o Campeonato Paulista. Mas, pouco antes da estreia dele na Copa do Brasil pelo time de Campinas, a equipe da capital exigiu que o atacante não jogasse para poder defender o futuro clube na competição. A exigência não foi aceita e o trato acabou desmanchado.

O blog não conseguiu falar com Andrade.

 

Humilhar o cara também não, poxa vida!

Leia o post original por Craque Neto

Há algumas semanas, quando o Corinthians anunciou que não inscreveria o volante Cristian para o Paulistão, escrevi um post aqui mesmo no Blog explicando minha opinião sobre o caso. Na minha visão o jogador deveria ser tratado com respeito. Até por tudo o que fez pelo clube no passado. Isso não significava que ele teria que jogar e nem que ser relacionado. Mas se o cara está fora dos objetivos da comissão técnica, então que o emprestasse ou que tivesse o contrato rescindido. Isso era o que eu pensava naquele momento. Mas para minha surpresa os diretores Flávio Adauto e […]

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Lava Jato está entre obstáculos para Andrés controlar futebol corintiano

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O grupo Renovação e Transparência apoiou Roberto de Andrade contra o processo de impeachment sofrido pelo presidente, mas em troca quer voltar a ter participação nas decisões do futebol corintiano e em outras áreas. O argumento é o de que Andrade precisa deixar de ser centralizador e contar com a colaboração de conselheiros experientes.

 O caminho para isso seria a nomeação de dirigente escolhido por Andrés Sanchez, líder dessa ala, ou do próprio deputado federal para atuar na diretoria de futebol. O plano porém enfrenta obstáculos. O principal deles é o fato de Andrés ter sido citado em delação na Lava Jato como recebedor de dinheiro da Odebrecht para caixa dois de sua campanha a deputado federal, o que ele nega.

Colocá-lo na diretoria de futebol já seria difícil por causa de suas atribuições como membro da Câmara. Mas agora seria atrair para o clube um problema pessoal dele já que a delação não envolve a Arena Corinthians no suposto pagamento. Ou seja, numa entrevista para falar sobre o time, ele poderia ser questionado sobre a delação.

Se empossar Andrés ou alguém indicado por ele, Andrade dará munição para a oposição que entende ser prudente deixar o ex-presidente neutralizado até que se defina sua situação na Lava Jato.

Outra questão que dificulta a retomada de poder é o fato de que Andrés e seu grupo discordam da forma como o futebol é administrado. De cara, o gerente de futebol Alessandro seria afastado, pois é criticado internamente por Sanchez e alguns de seus principais colaboradores. Também seria incompatível a convivência com Flávio Adauto, outro alvo de críticas. Por sua vez o atual diretor de futebol dificilmente aceitaria ser “rainha da Inglaterra” para Andrés. Andrade acabaria forçado a afastar Adauto também, mas o presidente é avesso a mudanças radicais.

A queda do diretor de futebol geraria constrangimento com Paulo Garcia, próximo a Adauto e considerado no clube o mentor de sua indicação. O influente conselheiro ainda indicou para a secretaria geral Antônio Jorge Rachid Júnior, que foi um dos principais articuladores da vitória de Andrade contra o Impeachment. Assim, a saída de Flávio poderia soar como traição a quem colaborou com o presidente no momento mais difícil de sua gestão.

Por tudo isso, o caminho menos turbulento seria Roberto permitir que o grupo de Andrés colabore informalmente, sem ocupar cargo no departamento de futebol. Mesmo assim, teria que administrar divergências.

Opinião: faltou profissionalismo à direção corintiana ao afastar Willians

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Na opinião deste blogueiro, o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, e o diretor de futebol, Flávio Adauto, agiram como torcedores ao afastarem o volante Willians após desentendimento com um corintiano na saída do CT alvinegro.

Primeiramente, a dupla agiu mais passionalmente do que profissionalmente porque, apesar do fraco desempenho do volante, a equipe ainda briga por uma vaga na próxima Libertadores e não pode se dar ao luxo de reduzir seu elenco nas últimas rodadas do Brasileiro.

Além disso, a decisão dos cartolas pode gerar insegurança no grupo. Quem eventualmente for hostilizado por torcedores a partir de agora como deve agir para se defender sem perder o emprego?

O vídeo que circulou nas redes sociais mostra Willians fora do carro indo na direção do torcedor que pergunta se será agredido. Não dá para saber se o jogador ameaçou ou tentou a agressão. Caso a diretoria tenha provas de que ele fez isso, deveria ter relatado o fato em sua nota oficial, pois a gravidade da atitude do atleta aumentaria enormemente.

E se Willans feriu o código de vestimenta corintiano por sair do treinamento trajando calção verde, o erro também deveria ter sido informado na nota.

Por tudo isso, parece que a cúpula corintiana agiu mais com a emoção do que com a razão. Já tina sido assim no momento em que Andrade contratou Oswaldo de Oliveira por seu gosto pessoal, sem ouvir os alertas sobre ele não ser o nome certo para comandar o time e sem nenhum resultado recente que justificasse a posta.

Processo de escolha de diretor de futebol confirma isolamento de Andrade

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A opções cogitadas por Roberto de Andrade para assumir a diretoria de futebol do Corinthians dão a dimensão de seu isolamento político desde que aumentou suas divergências com Andrés Sanchez ao contratar Oswaldo de Oliveira e ver Edu Ferreira deixar o cargo.

A primeira opção do presidente alvinegro foi Duílio Monteiro Alves, homem de confiança de Andrés. Ou seja, Andrade pensou em colocar no posto alguém diretamente ligado ao líder do grupo que o ataca internamente. Sondado, Duílio sinalizou que prefere seguir tocando projetos nos Estados Unidos.

Sem ninguém ao seu lado que tenha experiência na função, Andrade então vislumbrou a possibilidade de nomear Carlos Nei Nujud, amigo do atual presidente e diretor de futebol durante a gestão de Alberto Dualib. A sinalização de novo foi negativa.

E foi na gestão do ex-presidente que renunciou após uma série de denúncias que Roberto encontrou quem agora ele espera que assuma o cargo: Flávio Adauto. O jornalista foi vice-presidente de comunicação na era Dualib e sua experiência com o futebol é mais por meio do jornalismo esportivo do que como dirigente.

Assim, com poucos aliados no clube, Andrade teve que recorrer a alguém que não vive a atual realidade do vestiário alvinegro e precisará de tempo para se adaptar. A situação é reflexo do estrangulamento político enfrentado pelo presidente, que enfrenta situação semelhante à encarada por Mário Gobbi, seu antecessor, quando passou a conviver com a oposição velada de Andrés.