Arquivo da categoria: Fluminense

Tudo pode quando é “só futebol”

Leia o post original por Rica Perrone

Veja você, torcedor do futebol não caramelizado e sem flocos crocantes, como ainda é fácil reviver uma legítima tarde de futebol. Mesmo que longe do meio a meio do Maraca, que é meu cenário ideal para clássicos, os dois times se enfrentaram sob a dignidade mínima exigida do bom futebol que é permitir a entrada …

Diferentes. Muito diferentes.

Leia o post original por Rica Perrone

Se um time comandado por alguém de terno, jovem, estudioso e de bom trato com a mídia tocasse a bola como o Grêmio toca e construísse as jogadas que ele constrói, falariam maravilhas do sujeito. Sendo o Renato, “só o Renato”, ídolo dos dois em campo ontem,  pouca gente fala. O Grêmio não tem um …

O que esperar de 2017?

Leia o post original por Odir Cunha

Pelo décimo primeiro ano consecutivo o Santos perdeu na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Dessa vez o jogo era no Maracanã, campo neutro, com apenas nove mil torcedores e o adversário, mediano, estava há três partidas sem vencer. Três gols sofridos em um único jogo mostra bem o descontrole e as indecisões da improvisada defesa do Santos. Titulares, como Victor Ferraz, Vitor Bueno e Ricardo Oliveira estão devendo e Dorival Junior precisa ter coragem e visão para mexer no time. Bem, vamos aos vídeos e quero saber suas opiniões nos comentários.

Matéria da Fox sobre o jogo:

Análise de Gustavo Roman:

Começou o Brasileiro, voltou a promoção do Dossiê

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Campeonato de medíocres

Leia o post original por Odir Cunha


Peço desculpas aos leitores deste blog por postar lances do jogo de um rival, mas é só para mostrar o baixo nível do Campeonato Brasileiro de 2017, uma competição que, assim como em 2016, será vencida pelo time menos ruim.

Pelos jogos de sábado vimos que o Campeonato Brasileiro de 2017 será outra competição entre times medíocres, que será vencido pelo menos ruim. Assim, fica a dúvida se o Santos deveria usar reservas contra o medíocre Fluminense, neste domingo, ou entrar em campo com os titulares, para garantir os três pontos, visto que sua classificão para a próxima fase da Copa Libertadores está quase garantida. Defendo que entre com um time para vencer, mas respeito as decisões do professor.

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Enquanto o time conseguia ótima vitória sobre o Paysandu, em Belém, por 3 a 1 – com dois gols de Bruno Henrique e um de Kayke – que o leva às quartas de final da Copa do Brasil, surgiu a informação de que a BWA está acionando o clube por quebra de contrato e cobra uma multa de R$ 32 milhões. Pelo que se divulga pela imprensa, o contrato foi prorrogado simplesmente porque ninguém do Santos se lembrou de que a BWA deveria ser notificada da interrupção do mesmo.

Agora, para garantir o recebimento desse valor – cinco milhões de reais mais caro do que os 27 milhões que o clube recebeu pela venda de Neymar – a BWA pede o bloqueio das cotas da Globo, Caixa Econômica Federal, CBF e outros patrocinadores do Santos. Enfim, está cristalizado mais um erro crasso e infantil que fere profundamente as finanças há combalidas do Glorio Alvinegro Praiano.

O fato é gravíssimo, mas não é a primeira vez e nem deverá ser a última – ao menos nesta gestão – que o clube faz maus contratos e ainda não os monitora com a seriedade e a eficiência necessárias. Outro caso atual é a relação com a tevê, descuidada e passional.

Não fosse uma improvisada transmissão pelo Sportv, na bela voz de Paulo Stein, e os santistas não teriam como ver o time nem na tevê fechada. Uma lástima, uma desatenção da diretoria com seu grande mercado em todo o Brasil. Quem dirige o Santos precisa estar consciente de que sua responsabilidade não se restringe ao clube ou aos sócios, mas aos seus torcedores, à sua marca, ao seu plano de expansão, e para isso o relacionamento com a televisão é primordial.

Uma das primeiras providências de uma nova gestão é estreitar o relacionamento com a tevê, não só com a principal do país, mas também com as outras, em busca de acordos e soluções bons para o Santos e para essas emissoras. O Santos é tão, ou mais importante, para a cultura e o mercado do futebol, como os dois chamados “times de massa”. Essa percepção ficou bem clara ontem, no Cine Olido, durante a exibição do excelente “Preto no Branco, o clássico do século”, do diretor Kim Teixeira.

Não são apenas as histórias de Santos e Corinthians que se inter-relacionam. O Santos está encravado na vida dos outros grandes do futebol brasileiro. O Santos é onipresente e universal. Qualquer boicote da tevê voltará contra essa mesma tevê, mas isso tem de ser exposto civilizadamente. Conflitos infantis só aumentarão a distância para um acordo bom para os dois lados.

Com todo o boicote que a Globo e o Sportv teimam em cometer contra o Alvinegro Praiano, o jogo de maior audiência na tevê fechada neste ano foi Santos e Ponte Preta. Isso porque não é verdade que a torcida do Santos tem poucos jovens – como, inexplicavelmente, defendeu o próprio marketing do clube em pleno Conselho Deliberativo – e também não é verdade que ela parou de crescer. Ela é imensa e continua crescendo, com Globo ou sem Globo. Mas “com” seria mais rápido e natural.

Contratos bem feitos e rigorosamente monitorados são essenciais para levar o Santos ao estágio de organização e profissionalismo que almejamos. Eles garantirão uma saudável e produtiva relação com os jogadores profissionais, garotos da base, parceiros comerciais, meios de comunicação, patrocinadores, associados, torcedores e funcionários do clube. Esse é um aspecto que tem sido negligenciado no clube.

Amanhã, dia 12, estarei na Cidade Dutra lançando o livro “Lições de Jornalismo”

licoes de jornalismo

O amigo Ary Costa Pinto, que editava o jornal de colégio “O Gil” em 1968, quando fiz minhas primeiras reportagens, organizou um encontro amanhã, dia 12, a partir das 19 horas, na Padaria Bandeirantes da Cidade Dutra para que eu lance ali o livro “Lições de Jornalismo”. EDstou feliz com a possibilidade de rever belhos amigos.

Muita gente já está confirmada, mas não é preciso garantir presença. É só comparecer e participar. Aviso aos muitos santistas e palmeirenses da região que levarei também exemplares dos livros Time dos Sonhos e Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros.

Começou o Brasileiro, voltou a promoção do Dossiê

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E você, o que acha dos contratos do Santos


A torcida do…

Leia o post original por Rica Perrone

Passada a euforia e o desespero pós finais, podemos conversar.  Talvez para alguns seja “má fé”,  e para esses eu entrego meu completo desprezo.  Mas para quem está disposto a questionar antes de julgar, aí vai o critério. “Porque você não fala que a torcida do X faz isso e aquilo?”. Eu faço isso há 20 …

De Paulinho a Messi. Com quem as promesssas brasileiras se dizem parecidas

Leia o post original por Perrone

Colaboraram Dassler Marques e Vinicius Castro, do UOL em São Paulo e no Rio de Janeiro

Vinícius Júnior (Flamengo), Pedrinho (Corinthians), David Neres (Ajax), Luiz Araújo (São Paulo), Douglas (Fluminense)… A lista de jovens promessas do futebol brasileiro atualmente é extensa. Apesar do recente fracasso da seleção brasileira Sub-20, que não conseguiu se classificar para o Mundial, o momento das categorias de base no país é promissor.  O que explica essa fartura acima da média dos últimos anos?

Em busca dessa resposta e de conhecer melhor atletas tratados como joias por seus clubes, o blog entrevistou cinco jovens que geram grande expectativa em suas equipes: o flamenguista Vinícius Júnior, 16 anos, artilheiro e melhor jogador do último Sul-Americano Sub-17 e alvo do Real Madrid, o meia corintiano Pedrinho, 19 anos, destaque da última Copa São Paulo, o atacante são-paulino Luiz Araújo, 20 anos e por quem o Lille da França ofereceu, sem sucesso, 7 milhões de euros, Alan Guimarães, 17 anos e também destaque da seleção brasileira sub-17 campeã sul-americana neste ano, e o volante do Fluminense Douglas, 20 anos, outro que desperta o interesse de europeus.

Leia as entrevistas abaixo.

Qual jogador foi sua maior fonte de inspiração para seguir a carreira?

Alan Guimarães – “Minha maior inspiração acho que são os jogadores brasileiros, Ronaldinho, Rivaldo, Ronaldo. Quando era criança, eu via muito os jogos deles pela TV e ficava impressionado com o que eles mostravam”.

 Douglas – “Cresci vendo o Paulinho, volante da seleção brasileira, jogando muito pelo Corinthians.  Por tudo que ele passou e depois conquistou, sem dúvida ele foi o jogador que me inspirou para que eu seguisse firme em busca dos meus sonhos na minha carreira”.

Luiz Araújo – “Nunca tive um jogador em quem sempre me inspirei mesmo, mas sempre olhei para os melhores. Messi, Ronaldinho Gaúcho, sempre os melhores”.

Pedrinho – “Messi”.

Vinícius Júnior – “Quando eu era muito pequeno, e já gostava de futebol e começava a me interessar, adorava ver o Robinho jogar. Era o jogador que vivia melhor momento no Brasil, o mais falado, e chamava a atenção o modo dele jogar, de muita habilidade. E as pedaladas me marcaram muito também”.

Com o estilo de qual jogador acredita que seu estilo é mais parecido?

Alan – Pra mim é uma felicidade imensa ser brasileiro e tentar fazer o que eles (Ronaldinho, Rivaldo e Ronaldo) já fizeram na carreira deles. Agora vou em busca do meu sonho que é tentar chegar no nível deles”.

Douglas – “Acho que meu estilo de jogo se parece com o do Paulinho. Este ano estou tendo oportunidade de jogar mais solto como ele joga, mas sempre com a responsabilidade defensiva também. Temos um poder de marcação muito forte, uma qualidade grande no passe e o poder de chegar ao gol para marcar”.

Luiz Araújo – “Como sou um jogador de ponta, de velocidade, creio que meu estilo de jogo é parecido meio com o do Robben, do Ribéry, do Eden Hazard, que são jogadores que jogam pela beirada do campo”.

Pedrinho – “Eu sempre me inspirei no Messi. Tento pegar um pouco de cada coisa que ele faz. Tento ver os vídeos dele pra aprender cada dia com ele, seja lá me posicionando, driblando e com os passes”.

Vinícius Júnior – “Minha geração está crescendo vendo o Neymar, mas não acho legal fazer comparações. Cada jogador tem o seu estilo, mas também gosto de partir pra cima, de tentar o drible, de propor o jogo… Isso já é meu desde muito pequeno, desde o salão”.

Você pertence a uma safra de jogadores que é uma das com maior número de atletas promissores do futebol brasileiro. Na sua opinião, o que motivou essa grande quantidade de jovens talentosos?

Alan – “Na minha opinião a estrutura do clube ajuda bastante, tendo um campo bom, academia, uma alimentação boa que não vai prejudicar o atleta. Isso acho que é uma coisa essencial nos clubes que vai ajudar bastante o jogador de base chegar ao profissional. Mas não tendo isso no clube, acho que o jogador tendo talento e cabeça boa ele também possa chegar ao profissional. Tendo o talento que todos os jogadores da nossa geração têm, que eu acho que são jogadores de muita qualidade, mesmo sendo da base já têm experiência em campeonatos sul-americanos, nacionais, isso é uma das melhores coisas que podem fazer a nossa geração ser uma das mais fortes do Brasil e até do mundo”.

Douglas – “Acho que o trabalho de base vem sendo muito bem feito nos clubes, com grandes investimentos e aproveitando os atletas cada vez mais no elenco principal. Os campeonatos são muito disputados, com grandes times, vários talentos individuais se destacando e isso enriquece o nosso futebol.  A seleção brasileira está sempre conquistando os torneios que disputa e acho que isso é motivador para os jovens que estão buscando suas oportunidades”.

Luiz Araújo – “Fico muito feliz por essa geração ter muitas jovens promessas para o futebol. Isso mostra que os clubes estão valorizando muito a base, estão olhando com atenção para base. Então, espero que surjam muito mais promessas, muito mais garotos para que o futebol brasileiro só venha a crescer”.

Pedrinho – “Acho que o futebol vem evoluindo a cada dia, e os jovens hoje em dia vêm se dedicando cada dia mais a aprimorar seus fundamentos desde cedo, isso faz com que muitos se destaquem”.

Vinícius Júnior – “É a evolução do futebol. Vejo que o Brasil evolui a cada dia na parte tática e, com isso, a habilidade do jogador brasileiro, que é o que temos de melhor, acaba se sobressaindo. Nunca deixamos de ter bons jogadores. Acho que o momento da seleção brasileira ajuda também. Todos passam a olhar pra nós como o país do futebol novamente.”

Quando espera disputar sua primeira Copa do Mundo?

Alan – “Acho que primeiro tenho que pensar em chegar ao profissional. Trabalhar firme fazer um bom papel e a consequência virá se chegar à seleção brasileira e disputar a Copa do Mundo. Isso pra mim vai ser um sonho e acho que em 2022 posso estar representando a seleção brasileira numa Copa do Mundo. Pra mim vai ser um sonho realizado, um sonho meu e da minha família”.

Douglas – Jogar uma Copa do Mundo é o sonho de qualquer jogador de futebol, mas não gosto de fazer planos.  Prefiro focar no meu trabalho e dar o melhor de mim para o sucesso do meu time. Tive a oportunidade de ser convocado para a seleção de base e isso é muito gratificante. Sei que vestir a camisa da seleção brasileira é consequência de um bom trabalho feito no clube, então o meu foco total é no meu dia a dia para que as coisas venham a acontecer de forma positiva”.

Luiz Araújo – “É um sonho, todo jogador sonha em disputar uma Copa do Mundo e ganhar. Espero ser o mais rápido possível. Espero continuar trabalhando e quando o treinador da seleção achar que estou pronto, tenho certeza que vai me convocar, e eu espero poder ajudar o Brasil a ganhar uma Copa, seria um sonho realizado.”

Pedrinho – “O futuro a Deus pertence. Vou trabalhar forte agora, fazer meu trabalho pra me destacar pra em um futuro próximo poder pegar uma seleção brasileira e logo jogar uma Copa do Mundo.”

Vinícius Júnior – “É muito cedo pra dizer. Tenho que dar um passo de cada vez”.

Rei do Rio

Leia o post original por Rica Perrone

Há uma lenda nacional sobre “a torcida do Flamengo”.  Dizem que são terríveis, que fazem diferença, que cantam muito alto, que empurram o time, etc, etc, etc. Os rivais dizem que é tudo mentira. Mas eu adoro uma lenda. Sou capaz de apostar que o Saci Pererê era um neguinho manco e que o transformaram naquilo …

A tolerância que já pedi um dia

Leia o post original por Rica Perrone

Era uma vez uma turminha de torcedores bastante diferente dos tradicionais organizados. Formada por gente mais estudada, claramente com outras intenções, jovens, organizados via web. Essa turminha clamava por tolerância.  Eles brigavam cheios de razão porque o restante da torcida do clube não aceitava eles ali fazendo da maneira deles. Veja você. Eles cresceram, juntaram, …

Ai, Jesus!

Leia o post original por Rica Perrone

Esperei até terça pra escrever do jogo.  Queria ter certeza de que o silêncio quebraria o tradicional ritual rubro-negro do otimismo extremo em virtude das cores que se postam do outro lado. Eu sei que o rubro-negro talvez renegue o respeito por puro despeito, mas que tem, tem! Fosse contra Botafogo ou Vasco os flamenguistas …