Arquivo da categoria: Fluminense

Ingresso em nome de candidato a vice do Corinthians é revendido na arena

Leia o post original por Perrone

Nesta quinta, o blog ouviu o relato de um torcedor corintiano que afirma ter comprado ingresso para o jogo com o Fluminense de um homem que se dizia conselheiro e candidato a vice-presidente do Corinthians. Para comprovar sua versão, enviou fotografia da entrada. Nela aparece o nome de Augusto Melo. É como se chama o postulante à  vice-presidência pela chapa do opositor Antonio Roque Citadini.

O preço de face registrado no tíquete é de R$ 125, mas o torcedor conta que o vendedor cobrou R$ 100. Ou seja, agiu de maneira diferente da prática adotada por cambistas que aumentam o preço em relação à comercialização oficial. A venda, de acordo com o relato, foi feita perto do portão de acesso de um dos setores da arena e pouco antes de a bola começar a rolar.

O bilhete é de meia-entrada do setor oeste inferior. No espaço destinado à identificação do cliente está escrito: “Augusto Melo – Conselho”.

Indagado pelo blog, o candidato a vice-presidente negou que tivesse revendido para um desconhecido entrada para o jogo em que o Corinthians confirmou a conquista do título brasileiro. “Comprei dois ingressos dentro da cota que cada conselheiro pode comprar, por R$ 125. Repassei para dois amigos pelo mesmo preço. Talvez um deles não tenha ido e decidiu vender o ingresso. Não vejo problema. Se ele vendeu abaixo do preço de bilheteria, pra mim tá ótimo. Não agiu como cambista”, disse Melo.

Abaixo, veja a fotografia do bilhete.

 

Foto: Arquivo pessoal

 

Corintianíssimo!

Leia o post original por Rica Perrone

Do remanescente Cássio ao novo ídolo Carille. Da volta do Jadson ao talento oscilante de Rodriguinho.  Da quarta força ao título brasileiro, esse Corinthians é no mínimo corintiano.

Colocado em dúvida. Sem ser galático, porque ali brilha quase sempre mais o clube do que o ídolo. Um monte de jogadores com pontos de interrogação na cabeça que hoje saem coroados por um título improvável.

Embora o corintiano vá dizer que sempre acreditou, é mentira dele. Quando o ano começou ele mesmo reclamava e dizia que “esse time” não era suficiente.  Mas talvez por não ser se tornou um time. E futebol, hoje, ganha quem tem time e não quem tem jogadores.

Esse Corinthians é chato. Não joga bonito, até porque nem pode.  Mas joga o que dá, como precisar, até que a vitória venha.

Trata-se de uma discussão meio boba o futebol apresentado. Primeiro porque no primeiro turno foi sim um futebol bem jogado. Mas estudam, aprendem, o time sente, cansa, não tem peças sobrando, se torna previsível e ainda assim manteve o título e o conquistou antecipadamente.

Não há “poréns”.

Todos os jogadores entenderam seu papel para criar uma engrenagem que não era provável que funcionasse tão bem. Carille, o autor intelectual deste Corinthians,  nunca forçou uma forma de jogar acima dos limites do que tinha em mãos. Nunca perdeu a linha, o controle e a convicção.

Esse Corinthians pouco brilhante é memorável não só pela conquista, mas pela identificação com a sua história.  Aguerrido, desacreditado, sem nenhuma estrela acima do escudo do clube, e vencedor.

Um Corinthians corintianíssimo! E portanto, campeão.

abs,
RicaPerrone

Corinthians, sem dúvida

Leia o post original por Antero Greco

Título tem de vir de forma incontestável, sem choro nem vela. Com autoridade, com vitória, que é pra ninguém botar defeito. Quer dizer, os outros torcedores chiam, reclamam, desdenham, mas isso faz parte do futebol…

Pois bem, o Corinthians fechou com antecedência, e em grande estilo, a caminhada rumo ao sétimo título do Brasileiro, ao lascar 3 a 1 no Fluminense, na noite deste 15 de novembro. Fez a festa em casa, em Itaquera, mesmo sem a presença da taça.

(Ah, a CBF não quis levar o troféu, porque o clássico acabou tarde e iria prejudicar a volta do torcedor pra casa. Conta outra… Por que não marcaram o jogo para a tarde?)

Deixa pra lá. O que importa é que, com ou sem medalha, taça e rococós, o Corinthians consolidou campanha vitoriosa com resultado incontornável. Com uma ligeira pitada de ansiedade, na forma do gol sofrido com um minuto, em cabeçada de Henrique.

A vantagem tricolor deixou apenas o jogo mais elétrico e fez com que o Corinthians se lançasse à frente desde o início. Encontrou dificuldade no primeiro tempo, ao não encaixar com frequências jogadas de ataque. O Flu, que precisava ganhar, ficou ali, a se segurar.

A história mudou em três minutos, na etapa final. Tempo suficiente para Jô fazer os dois gols que iniciaram a virada. Duas arrancadas, dois vacilos do Flu e a euforia no estádio. Dali em diante só deu Corinthians, com a certeza de que não seria mais surpreendido. E, para não dar sopa pro azar, veio o gol de Jadson, para fechar a conta.

O Corinthians é campeão nacional de 2017 por merecimento. Superou os demais pela regularidade, pela eficiência, pela simplicidade. Nem as turbulências no returno foram suficientes para tirá-lo do prumo.

Os outros não tiveram competência sequer para fazer cócegas no líder. Ah, o nível não é dos melhores? Sim, e daí? Por acaso foi nos últimos anos? A decadência surgiu agora? Assim como houve reconhecimento para as conquistas de São Paulo, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro, Palmeiras, para ficar na história recente, o mesmo vale agora para o Corinthians.

Papo de apito amigo, de pouco empenho de outros concorrentes, são apenas amenidades para os torcedores “inimigos”. Zoeira é do futebol, assim como a taça de 2017 é do Corinthians. E vida que segue.

Parabéns aos corintianos!

 

Campeão, Corinthians ensinou nova fórmula para vencer o Brasileirão

Leia o post original por Perrone

Consagrado como campeão brasileiro de 2017 nesta noite diante do Fluminense, o Corinthians deixa como principal legado uma nova forma de disputar o principal torneio do país. O alvinegro provou que é possível praticamente assegurar a conquista já no primeiro turno, ainda que o rendimento da equipe despenque na etapa final.

O desempenho quase perfeito do time de Fábio Carille na primeira “perna” da competição entrou para a história e sustentou os corintianos na liderança mesmo com a perda de gás na metade final da disputa. Fica a lição para os próximos anos. Concentração total na primeira parte do Nacional pode tornar o triunfo irreversível. Principalmente com a Libertadores mais longa, como foi esse ano.

Não estar na competição sul-americana e não ter ido longe em outros torneios ajudou o Corinthians, mas o título veio muito mais por méritos do clube do que por adversários terem escalados reservas em determinados momentos. Os corintianos também sofreram baixas e superaram os problemas com elenco mais modesto do que os favoritos Flamengo e Palmeiras.

Outra herança deixada pelos alvinegros foi seu estilo de jogo,  que acabou sendo adotado por parte significativa das equipes. A estratégia de recuar a marcação, minimizando a importância da posse de bola, e apostando em contra-ataques, virou tendência.

Porém, seria injusto lembrar do novo campeão nacional como um time que joga na retranca ou por uma bola. Dos pés dos alvinegros  também saíram golaços, dribles desconcertantes e fulminantes triangulações.

Para escolher um imagem que simbolize o campeão, fico com a de dois ou três jogadores rodando perto da bola para da opção a um colega marcado. Esse carrossel, frequente na etapa inicial do Brasileirão, costumava desorientar rivais. Mas a cena rareou no segundo turno.

 

O í”cone” da injustiça

Leia o post original por Rica Perrone

Não convém fazer de Fred um jogador do tamanho que ele merece.  Talvez porque não seja de um dos times mais populares do país, talvez porque parte da mídia tenha vergonha de reconhecer o exagero no massacre de 2014.

Seja pelo motivo que for, Fred coleciona títulos, artilharias, números e argumentos que só mesmo um desequilibrado pode contestar.  Mas esses não faltam. E ontem Fred escreveu mais um capítulo na história do futebol brasileiro que será citado com menos entusiasmo que um gol de Benzema em Madrid.

Passou Zico, encostou em Edmundo e Romário. O artilheiro do Galo deve encerrar a carreira perdendo, talvez, só para o Dinamite, artilheiro maior da competição.

E quando ultrapassar Romário usarão uma nova mentira para menosprezar o melhor 9 que tivemos desde a curta carreira de Adriano.

Gostemos ou não, Frederico não tem culpa de não estar na linhagem Careca, Romário e Ronaldo. O que não faz dele menor, apenas não lhe dá a condição de gênio.

Sabe aquele filme muito bom mas que você sai frustrado do cinema porque você criou uma expectativa sobre ele ainda maior? Então. A culpa normalmente não é do filme.

Pelé teve média de 0,57 gols por jogo no Brasileiro.  Zico de 0,54. Edmundo 0,48. Fred tem 0.53.  Longe de ousar compara-los, mas será possível que a gente vá passar a carreira toda desse cara contestando e colocando “poréns” ao invés de curtir a história sendo escrita e poder dizer, em alguns anos, “Eu vi o Fred jogar”?

abs,
RicaPerrone

11 “crises” e uma reflexão

Leia o post original por Rica Perrone

Tente imaginar que dos 12 grandes do futebol brasileiro 11 deles estejam terminando um ano conturbado e com “crise”.  É quase inacreditável, mas é real.  Com a fase do Corinthians e as cobranças, apenas o Grêmio tem um ano de paz. Todos os demais conseguiram curtir suas crises e terminar o ano com alguma insatisfação. …

Corinthians, a “4ª força”, está perto do maior vexame da história do Brasileirão!

Leia o post original por Milton Neves

O duelo no Moisés Lucarelli esteve longe de ser o que todos esperavam.

Lances de emoção apenas no final do jogo, característica fiel deste “modorrento” campeonato. Aranha e suas defesas deram um pouco mais de graça.

É que ambas as equipes deixaram de lado a técnica e apostaram na força de vontade para tentar superar o rival.

A Ponte Preta levou a melhor, mas o resultado magro justifica sua posição na tabela.

Era o momento perfeito para golear o Timão, inflar o ego e ganhar moral no torneio para se livrar de vez do rebaixamento.

Pois, neste segundo turno, o Corinthians vem jogando uma bolinha bem “quadrada”.

Teria a sorte abandonado o time do Parque São Jorge?

E se o que todos afirmavam sobre ser a “QUARTA FORÇA” for realmente verdade?

A resposta aqui é clara!

Parem o Palmeiras, pois o Verdão vai roubar este título do Timão!

Atlético-MG 0 x 0 Botafogo

Mais uma vez o meu Galo deixou escapar boa oportunidade de vitória.

Péssimo resultado para o Atlético-MG, que parece ter abandonado lutar pela Libertadores.

Rafael Moura, o “He-Man”, saiu do banco e só foi parado pela trave. Uma pena!

Fluminense 1 x 1 Bahia

O futebol é realmente brilhante, não é mesmo?

Porque apesar do Bahia começar arrasador com Zé Rafael, o “cabisbaixo” Flu arrancou o empate.

Gustavo Scarpa, antes vaiado, foi quem salvou os cariocas da derrota.

OPINE!!!

Mascotes modernos

Leia o post original por Rica Perrone

O ótimo ilustrador Eddie Souza fez uma releitura dos mascotes dos times brasileiros.  E olha que maneiro ficou! O do Bahia tem um detalhe genial!  Curtiu? Eu também! Boa, Eddie! https://www.eddiesouza.com.br/ abs, RicaPerrone