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Tricolor foi muito beneficiado pela Federação! Mas não tem culpa…

Leia o post original por Craque Neto

A Federação Paulista de Futebol divulgou hoje os jogos das quartas-de-finais do Paulistão 2017. E pra surpresa de todo mundo e a pedido do próprio presidente do Linense, os dois jogos contra o São Paulo serão no estádio do Morumbi. Se levar em consideração que a pontuação da primeira fase soma com as fases seguintes para fins de decisão de mando de jogo em fases decisivas, acho um tremendo errou essa postura. Vejam bem, o São Paulo não tem culpa nenhum disso. Até jogaria em Lins e tinha tudo para vencer os dois jogos. Mas atuar as duas partidas dentro […]

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Só a FPF não sabia. O jogo de domingo é outro

Leia o post original por Quartarollo

Só a FPF não sabia. O jogo de domingo é outro

Federação Paulista de Futebol divulgou nota lamentando a antecipação do jogo Corinthians x Red Bull Brasil para o sábado às 16h20, no Itaquerão.

Deixou claro que não gostou e que queria manter o encontro para domingo às 16 horas no mesmo local.

Desde que os jogos se decidiram esperava-se uma alteração. Só a gloriosa FPF não sabia que domingo o jogo é outro e envolve toda a nação.

Será votado a partir das 14 horas em plenário o relatório do Impeachment de Dilmar Rousseff e a previsão é que a votação se estenda até às 22 horas.

Haverá manifestações por todo o país e principalmente nas grandes capitais como São Paulo, por exemplo.

A Federação teimosamente marcou para domingo um jogo que nem a TV Globo quer, pois ela vai também transmitir o jogo da política nacional.

Demonstrou mais uma vez a entidade e seus dirigentes que vivem numa bolha à parte, que são bem alienados quanto aos acontecimentos fora do futebol.

A Polícia Militar e a Rede Globo, que paga o Campeonato, pediram e a Federação mesmo com beicinho de lamento teve que aceitar, mas manteve os outros jogos para os horários já divulgados.

Santos e São Bento jogam no sábado às 18h30, na Vila Belmiro, e Audax e São Paulo jogam às 18h30 do domingo, em Osasco.

Na segunda-feira, um dia atípico para nós brasileiros, o Palmeiras enfrenta na Arena Palestra Itália o São Bernardo.

São jogos únicos que se terminarem empatados serão decididos nos pênaltis.

Coisa que não vale para a votação, em Brasília, no domingo. Se aprovado o relatório, o assunto irá para uma decisão também em plenário no Senado da República que é comandado pelo indefectível Renan Calheiros, não tão diferente do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Muitos acham que Dilma está na marca do pênalti, mas o goleiro pode fazer uma grande defesa também e entrar para a história boa ou má, dependendo da tendência e da torcida de cada um.

O problema é que vamos ouvir domingo mais uma sessão cheia de blá-blá-blá com os deputados querendo os seus minutinhos de fama, principalmente quando a Globo estiver transmitindo ao vivo, com discursos intermináveis, incompreensíveis, português de baixa qualidade e muita gente querendo tumultuar. De um lado e do outro.

Dizem que a democracia é a convivência dos desiguais, mas os desiguais no Brasil estão cada vez mais iguais. Não dá para acreditar em nenhum deles.

Impeachment, ao contrário do que muitos dizem, na minha opinião, não é golpe, é algo previsto na Constituição, portanto dentro da lei.

O próprio PT que hoje reclama tanto quando era oposição vivia pedindo Impeachment contra todos os que estavam no governo.

Temos algo a Temer?. Temos muito. Com qualquer resultado. É só olhar o quadro, o time é ruim de doer.

Em qualquer direção que se olhar tem um oportunista ou uma jararaca à espreita.

Assim não há futuro para ninguém. E como haver futuro sem presente?

Torcidas e liberdade de expressão

Leia o post original por Antero Greco

As manifestações da Gaviões da Fiel tomaram espaço importante nos meios de comunicação. Não em todos, claro… As faixas de protesto levadas aos estádios (no meio da semana e no domingo) provocaram reações extremadas, de interferência da polícia, pedido de moderação de árbitro e capitão do Corinthians, até silêncio de emissoras de tevê alvos de críticas.

Discute-se se a organizada tem ou não direito de manifestar-se daquela forma. Tem direito. Os componentes da agremiação são cidadãos brasileiros, protegidos pela liberdade de expressão que lhes confere a Constituição, salvo engano a Lei Maior do País. Assim como se responsabilizam por eventuais transgressões às leis. Como qualquer um, em qualquer situação.

Protestar contra preços de ingressos, horários dos jogos, influência de mídia, bem como emitir opinião a respeito de CBF e FPF é questão de livre arbítrio. Assim como revelar descontentamento com um dos tantos escândalos que marcam a vida nacional (no caso, o das merendas escolares em São Paulo).

Como consumidores, os torcedores podem reclamar do preço dos ingressos e dos horários dos espetáculos, por exemplo. Pessoas, empresas, entidades que se sentirem aviltadas também têm o direito de acionar na Justiça aqueles que lhes parecem detratores.

Assim que funciona em países em situação democrática e com ordenamento jurídico normais.

Estranho é a PM ir pra arquibancada, como aconteceu no meio da semana, e arrancar faixas e pessoas na marra. Em primeiro lugar porque não havia crime. Além disso, não deveria ser atribuição da polícia cuidar desse tipo de assunto – nem da segurança dentro dos estádios. Como força pública, deveria ficar fora. Dentro, os clubes que tenham suas equipes.

Idem para o árbitro. O que tem a ver Sua Senhoria com protestos dos torcedores, desde que não incitem à violência nem alimentem sentimentos xenófobos, racistas ou que revelem intolerância religiosa. Cada um tem suas convicções e pode expô-las. Repito: eventuais ofendidos podem partir para o contra-ataque, dentro da lei.

Há dúvidas, no entanto, que me cutucam a cabeça: por que questionamentos políticos, éticos, esportivos são tão esporádicos dentre as organizadas? Por que aparecem muito raramente, se há tantas oportunidades para marcar posição e os moços passam batidos? De onde vem o repentino surto de civismo? Até quando vai durar? E, ainda: quem se beneficia com as cobranças e quem eventualmente se prejudica com elas?

Sugiro que incluam nas faixas palavras de incentivo pelo fim da violência e das rixas que provocam acidentes, vendettas, mortes entre organizadas rivais. Seria um gesto de extraordinária consciência e ganharia adeptos no Brasil todo.

Para pensarmos.

 

O apito e o mico da FPF

Leia o post original por Antero Greco

A Federação Paulista de Futebol pagou o maior mico até agora em 2015. E foi com a história do malfadado patrocínio para a arbitragem na reta final do Estadual. A parceria com a Crefisa deu o que falar, desde a semana passada, e desembocou em polêmicas após erros no apito, sobretudo nos jogos de Corinthians e Palmeiras, adversários do próximo domingo. Agora,  volta atrás e vai bancar as despesas dos apitadores, como é habitual.

O recuo foi a saída para evitar novos vexames – e também uma forma de não bater de frente com a Fifa. Por mais que a FPF tenha desdenhado da possibilidade de interferência no acerto, teve de curvar-se à recomendação da entidade que manda na bola mundial. A Fifa não aceita conflito de interesses em acordos de publicidade – e era o caso de agora. A Crefisa anuncia no uniforme do Palmeiras, um dos participantes do campeonato e concorrente ao título.

Por ironia, e para aumentar o desgaste, o Palmeiras foi o único dos quatro semifinalistas a ser prejudicado pela arbitragem. No jogo em que bateu o Botafogo por 1 a 0, no domingo pela manhã, no Parque, viu ser ignorado pênalti em seu favor e reclamou de impedimento em jogada do Botafogo que por pouco não resulta em gol. (O bandeirinha viu lance normal.)

Publicidade na camisa dos juízes de futebol não é novidade; há algum tempo se trata de tabu que já caiu. Normal ver em competições internacionais, e eventualmente por aqui. O detalhe, na iniciativa da FPF, foi a coincidência de patrocinadores. Aqui mesmo alertei para a possibilidade de que o Palmeiras sentisse as consequências, negativas, e não benefício.

Tudo bem: uma hora o pessoal aprende que, como a mulher de César, não basta apenas ser honesta, tem também de parecer honesta. E que o apito não interfira nas semifinas e finais.

 

O Palmeiras e o patrocínio ao apito

Leia o post original por Antero Greco

A Federação Paulista de Futebol conseguiu agitar, por um aspecto negativo, a reta final do Campeonato Paulista. E, de quebra, coloca o Palmeiras no rolo, sem que o clube tenha a ver alguma coisa com a história.

Você sabe a que me refiro? Claro, ao patrocínio à arbitragem a partir deste final de semana, quando começam as disputas das quartas de final do Estadual.

Colocar anúncio no uniforme de suas senhorias até que não tem nada de mais. Isso acontece em muitos países. O problema foi o parceiro encontrado pela FPF: a Crefisa, por acaso a principal anunciante do Palmeiras, um dos candidatos ao título, clube que investiu forte em contratações; portanto, ávido por ter retorno em todas as competições de que participar.

A entidade garante que o acerto não terá a menor influência no resultado do Paulistão – e, em princípio, não se deve colocar tal afirmação em dúvida. Alguns dos concorrentes disseram o mesmo, como forma de não alimentar polêmicas.

Mas elas surgiram, o que era inevitável. Só com muita ingenuidade, ou cara de pau, para achar que a coincidência passaria em branco. Desde quinta-feira, se espalham dúvidas. A principal: e se o Palmeiras for beneficiado por alguma decisão equivocada de arbitragem? Como é que fica? Os erros são corriqueiros, a gente sabe; mas como evitar eventuais comparações?

Inverto a pergunta: e se o Palmeiras for prejudicado por erro de arbitragem? O que também não é fora de propósito. Imagino que tenha juiz que, para não ser visto como comprometido, possa ficar com receio de dar um lance duvidoso para o Palmeiras com medo de críticas.

Resumo da ópera: sobrou para o Palmeiras, que faz trabalho árduo de reconstrução e tem sua rotina alterada por essa desastrada jogada de marketing, que não acrescenta à Crefisa e pouco alivia os cofres da FPF.

Resta torcer para que não haja nenhum senão e o Paulistão termine bem. Mas que falta tato para esse pessoal, não há dúvida.

 

A violência de torcidas se repete, se repete…

Leia o post original por Antero Greco

Alguém se surpreendeu com as cenas da noite de quinta-feira, em Limeira, após Corinthians x São Paulo, pela Copinha? Suponho que não. Na saída do estádio, confrontos entre organizadas dos dois lados, intervenção da PM, bombas, tiros, corre-corre. Medo, pânico, adrenalina.

Não há como ser pego desprevenido. Era bola cantada. E cenas como essas ocorreram cinco dias atrás, cinco semanas atrás, cinco meses atrás, cinco anos atrás, cinco décadas atrás. Repetem-se a cada competição de que participam os times mais importantes do Estado. Tanto faz que seja uma final de campeonato, um jogo entre juvenis, basquete, futsal, bocha ou um bate-bola de dentes de leite. Sempre há confusão.

E o que acontece? Só barulho, tumulto, um ou outro gato pingado detido para ser liberado em seguida. Solto para a próxima etapa dessa guerra interminável. Na sequência, vêm as declarações oficiais, de cartolas, de polícia, da Justiça, de prefeitos, governadores, ministros, até presidente. “Ah, porque agora deu, acabou. Apertaremos o cerco daqui em diante.”

Balela, papo furado, conversa pra boi dormir. O tempo passa, a violência permanece e o que se vê são atitudes intempestivas num primeiro momento e lenga-lenga posteriormente. Para fazer cortina de fumaça no cidadão desavisado e que crê em medidas enérgicas.  Ninguém aguenta mais discursos cheios de ameaças vazias e palavras inúteis.

O mais estarrecedor está no fato de que se trata de figurinhas manjadas, carimbadas essas que vão para estádios a fim de arrumar confusão. Não são casos isolados, não são consequência de desentendimentos ocasionais entre torcedores avulsos! São brigas combinadas, marcadas, rixas antigas e sempre renovadas. Não é difícil detectar os focos.

Por que não se faz nada? Eis um grande, enorme, incômodo mistério. Autoridades têm recursos suficientes – de inteligência, científicos, tecnológicos – para descobrir e desmontar os grupos radicais. E… fica por isso mesmo, até novas arruaças e, quem sabe?, outra morte.

Não é necessário acabar com organizadas; elas podem existir, como qualquer associação. Basta mostrar energia contra os radicais e fazer com que sejam expurgados. E punir quem se envolver em quebradeiras. Complicado isso? Pelo jeito, sim…

Caso Petros: Corinthians nega erro e responsabiliza FPF e CBF

Leia o post original por blogdoboleiro

Até  as 13h00 desta quarta-feira, o Corinthians ainda não tinha recebido a intimação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva para se defender da acusação de ter escalado irregularmente o volante Petros na partida contra o Coritiba, que terminou empatada em zero a zero. Ontem, a Procuradoria de Justiça Desportiva denunciou o Corinthians, enquadrando o clube paulista no artigo 214 do CBJD, que prevê perda de quatro pontos (três pela punição mais um obtido em campo) e multa de até R$ 100 mil.

Contatado pelo Blog do Boleiro, o advogado do Corinthians disse que ainda não tinha recebido a intimação do STJD. João Zanforlin adiantou, no entanto, a linha de defesa dos corintianos. "O clube não errou. Ele entregou toda a documentação para o registro do atleta. A Federação Paulista de Futebol confirma o recebimento. A CBF incluiu Petro no BID, emitiu o cartão de registro. O Cortinthians cumpriu a lei".

Ne mesma denúncia, a FPF e a Confederação Brasileira de Futebol também são acusadas no caso. As duas entidades estão enquadradas no artigo 191 que trata do descumprimento das leis e regulamentos. A multa pode chegar a R$ 200 mil reais para cada uma.  

O caso que gerou o processo é este: 

"No dia 1 de agosto, sexta-feira, o Corinthians renovou contrato com Petros, que já atuava pelo clube. Nesta mesma data, o novo registro foi divulgado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. Acontece que a Federação Paulista de Futebol coloca no site dela que Petros foi contratado no dia 2, regularizando a situação do atleta. O argumento da FPF é de que ela recebeu os documentos no dia 1 e enviou à CBF "um protocolo de registro do atleta".

No dia 3, domingo, Petros participou do jogo contra o Coritiba. Depois ainda assinou súmula em cinco jogos do Campeonato Brasileiro, além de duas partidas pela Copa do Brasil. Se for considerado pelo STJD que o Corinthians errou e utilizou Petros irregularmente, o clube pode ser punido com perda de quatro pontos. O Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) prevê a perda de três pontos por jogo disputado, além do ponto que conseguiu no campo. Assim, os corintianos correm o risco de ficarem fora do G4."

Nesta terça-feira, o site oficial do STJD publicou a notícia da denúncia do caso Petros:

"A Procuradoria da Justiça Desportiva liberou nesta terça, dia 14 de outubro, a denúncia contra o Corinthians, a Federação Paulista de Futebol e a CBF pela infração cometida no registro do contrato do atacante Petros. O clube paulista pode perder até quatro pontos no Campeonato Brasileiro, enquanto Federação e a CBF podem ser multadas em até R$ 200 mil. O processo ainda não tem data e horário para julgamento.

Em ofício enviado ao STJD pela CBF, o Departamento de Registro e Transferência informou que após analisar o contrato do atleta foi verificado uma divergência nas datas apresentadas. Apesar do contrato definitivo iniciar no dia 2 de agosto, o registro de Petros no BID (Boletim Informativo Diário) foi efetuado no dia 1º, um dia antes da vigência.

Após solicitar a abertura de um inquérito para apurar possíveis infrações na contratação definitiva do jogador, o relator responsável pela investigação, auditor Gabriel Marciliano solicitou a Diretoria de Registros da CBF cópias de documentos referentes a contratação de Petros além de solicitar esclarecimentos sobre procedimentos para registros, se há inclusão de atletas aos sábados e domingos e se é regular ou hábito da CBF registrar no BID contratos ainda não vigentes.

Em resposta, foi informado que seria possível realizar registros pelas Federações nos finais de semana, mas que geralmente as entidades não trabalham nesse período. Já sobre a possibilidade de inclusão de atletas no sistema com contratos ainda não vigentes, a Diretoria de Registros e Transferências afirmou que “de acordo com o RDP 03/2007 a responsabilidade de registrar os contratos é das Federações, elas que registram. Estamos aperfeiçoando e agora não é mais permitido”.

De posse de tais informações e documentos o auditor teria concluído o inquérito em 26 de setembro, no entanto sem indicar objetivamente infrações e autores, apenas afirmando que não haveria como arquivar o feito, encaminhando a Procuradoria para providências que entendesse cabiveis.

Na seqüência, a Procuradoria requereu a efetiva conclusão do inquérito pelo auditor processante que em 7 de outubro apontou infração do clube pela irregularidade do atleta, e das entidades Federação e CBF, por não observarem os procedimentos de inscrição e registro previstos em regulamento.

Com isso, a Procuradoria ofereceu denúncia ao Corinthians por escalar Petros na partida contra o Coritiba, (03/08/2014) pelo Brasileiro cometendo infração ao artigo 214 do CBJD – escalar atleta irregular. Se punido, o Corinthians pode perder quatro pontos (três pela partida e mais um somado no empate), além de multa de até R$ 100 mil.

Federação Paulista e CBF irão responder por infração ao artigo 191, incisos I e III do CBJD, sob risco de multa total de até R$ 200 mil. O processo deve entrar em pauta no STJD já na próxima semana."

 

 

 

 

Diretor do Corinthians diz que “Petros atuou regularmente”

Leia o post original por blogdoboleiro

Os advogados do Corinthians passaram esta terça-feira esperando para ver se algum clube ou se Paulo Schimtt, procurador-geral do STJD, denunciaram o clube por utilização irregular do jogador Petros no mês de agosto.

“Até agora, no final da tarde, não houve nenhuma denúncia do STJD. Não sei sequer como esta história vai prosperar”, disse Luiz Alberto Bussab, diretor de negócios jurídicos do clube.

No dia 1 de agosto, sexta-feira, o clube renovou contrato com Petros, que já atuava  pelo clube. Nesta mesma data, o novo registro foi divulgado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. Acontece que a Federação Paulista de Futebol, coloca em seu site que Petros foi contratado no dia 2 \regularizado a situação do atleta. Na Federação, o argumento é que ela recebeu os documentos na dia 1º e enviou à CBF “protocolo de registro do atleta”.

No dia 3, domingo, Petros jogou contra o Coritiba. E assinou súmula em cinco jogos do Campeonato Brasileiro, além de duas partidas pela Copa do Brasil. O Corinthians pode, no entender de vários advogados da justiça desportiva, ser punido por colocar em campo um jogador com situação irregular.

Logo de manhã, nesta terça-feira, Bussab conversou com os advogados do Corinthians. No entender do departamento, “Petros sempre atuou regularmente”.

Os advogados admitem que poderão ter que armar a defesa na Justiça Desportiva. “A divulgação pública do caso dispensa denúncia de outros clubes. O procurador do STJD pode fazer a denúncia”, explicou Bussab.

Schimtt disse, de manhã, que iria esperar denúncia de alguma agremiação e também iria estudar o caso. A FPF e a CBF podem assumir a culpa pela confusão. Se foram indiciadas e julgadas culpadas, poderão receber multa. Se o Corinthians se tornar réu e for punido, perderia até 21 pontos.

“O Petros tinha condições de jogo. A gente está tranquilo”, afirmou Bussab.

Timão na lanterna do Brasileiro? Irregularidade no registro de Petros pode causar problemas para o Corinthians no STJD! Mas, afinal, de quem é a culpa: do clube, da Federação Paulista ou da CBF? Enquanto isso, o Santos também fica sem técnico!

Leia o post original por Milton Neves

porco

Xiiii, corintianos…

É melhor parar de brincar com os palmeirenses, que acabaram de perder o técnico e flertam com a zona de rebaixamento do Brasileiro.

Afinal, uma irregularidade no registro do meia Petros pode deixar o Corinthians em situação muito mais delicada que a do Verdão.

Entenda: segundo matéria do jornal Lance!, o nome de Petros foi publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF antes de o contrato do jogador entrar em vigência.

A publicação ocorreu no dia 1º de agosto, sexta-feira, enquanto o novo contrato do meia passou a valer dia 2, sábado, quando não ocorre atualização no BID.

Como o jogador aparecia no boletim, o Timão o escalou na partida diante do Coritiba, dia 3, domingo.

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem do Lance!, se a irregularidade for comprovada, Petros não teria condições de jogo desde então.

Assim, caso o Corinthians seja considerado culpado, o clube perderá 21 pontos no Brasileiro (por ter escalado o jogador em seis partidas) e ser eliminado da Copa do Brasil (Petros atuou diante do Bahia e diante do Bragantino).

Com isso, o Timão ficaria com 11 pontos na tabela do Brasileirão, quatro a menos do que o Vitória, atual lanterna do campeonato.

Complicado, hein?

Mas há também a possibilidade de a culpa cair nas costas da CBF ou da Federação Paulista de Futebol.

Aí, a entidade responsabilizada teria que pagar uma multa.

Mas e então, amigo internauta?

Para você, quem é o culpado neste caso?

Corinthians, CBF ou Federação Paulista?

E o Santos surpreendeu a todos no final da tarde desta terça-feira.

O Alvinegro da Vila Belmiro demitiu Oswaldo de Oliveira, que perdeu quatro dos últimos cinco jogos do Brasileirão.

Agora, o mais cotado para assumir o Peixe é Enderson Moreira, que estava quase certo com o Vasco, mas não chegou a um acordo com o Cruzmaltino.

Opine!

Chefe do apito em São Paulo descarta complô contra Corinthians

Leia o post original por blogdoboleiro

O presidente do Corinthians, Mário Gobbi, diz que vai conversar com a direção da CBF. O técnico Mano Menezes vem falando, antes e depois dos últimos quatro jogos, que o time vem sendo prejudicado pelo apito. Nos últimos três confrontos pelo Brasileiro e Copa do Brasil, dois jogadores foram expulsos (Guerrero e Ferrugem), e vários receberam cartão amarelo. A equipe alvinegra anda nervosa.

Tudo por causa da arbitragem. Há quase um consenso dentro do Corinthians de que os árbitros estão errando contra a equipe e isso parece orquestrado.

“Está ficando muito estranha a quantidade de erros em desfavor do Corinthians. Vou falar com o Marin [presidente da CBF], com Marco Polo [presidente eleito da CBF], com o presidente da comissão de arbitragem. Assim fica difícil seguir na competição. A torcida do Corinthians, desde o Amarilla, não se manifesta como se manifestou aqui na Arena", disse Gobbi à Rádio Globo.

Há um fato que mostra o receio que Mano Menezes tem dos juízes e a desconfiança que o treinador tem: os erros contra os corintianos seriam fruto de uma ação corporativa dos homens do apito. Mesmo com o benefício do efeito suspensivo, o volante Petros permanece na reserva do Corinthians.

No clássico contra o Santos, o jogador o juiz Raphael Klaus com um safanão. Petros alega que não quis agredir o árbitro e que o encontrão foi um acidente. O STJD julgou e puniu o atleta com 180 dias de suspensão. O Corinthians recorreu e o caso vai plara o tribunal pleno. Até lá, ele poderia jogar porque tem em seu favor um efeito suspensivo.

Mas Mano não o colocou em campo para jogar, embora tenha levado Petros para o banco de reservas.

Esta possibilidade de um “complô” dos árbitros contra o Corinthians, é negada veementemente pelo coronel Marcos Marinho, presidente da comissão de arbitragem da Federação Paulista de Futebol.

“Este tipo de ação não existe. Os árbitros hoje estão preocupados em trabalharem bem em seus jogos. Estou aqui na FPF há alguns anos e nunca vi qualquer tipo de corporativismo”, disse ao Blog do Boleiro. Ele acha que a concorrência e a vigilância das comissões de arbitragem da CBF e da FPF impedem qualquer movimento contra alvos (times) específicos.

Com os recursos de vídeo, fica impossível uma ação orquestrada. O nível hoje de preparação dos árbitros é muito alto. Cada um corre para fazer o seu melhor porque é avaliado a cada partida. Além disso, num torneio como o Campeonato Brasileiro, fica quase impossível a troca de informações entre os juízes. São cerca de 40 árbitros de mais de 20 estados diferentes.

Marinho acha que Mano Menezes anda exagerando e poderia “pilhar” os atletas que se tornaram mais reclamões em campo. Não é o que Gobbi disse depois do empate com a Fluminense (1 a 1). “Eu e o Mano tentamos segurar os atletas, mas eles estão revoltados”.

No jogo deste domingo, a principal reclamação foi um pênalti do goleiro Kléver em Luciano. Por outro lado, o juiz catarinense Paulo Henrique Godoy Bezerra confirmou um impedimento do zagueiro Henrique que marcou um gol de cabeça quando o Flu já vencia por 1 a 0. O jogador tinha condições e o lance foi parado erradamente.

Técnicos como Vanderlei Luxemburgo e mesmo Luiz Felipe Scolari já utilizaram o estratagema de levantar suspeita sobre a arbitragem. Assim poderiam colocar os juízes sob pressão sempre que apitavam algo contra as equipes que eles estiverem dirigindo. Mano nega estar fazendo isso. Ele realmente acha que "está diferente".