Arquivo da categoria: Gabriel

Punição justa! Que sirva de exemplo…

Leia o post original por Craque Neto

Quem sou eu pra dizer alguma coisa de comportamento como jogador de futebol? Cansei de fazer besteiras. Fui punido e aprendi bastante com meus erros. Faz parte da vida de qualquer pessoa. O que o volante Gabriel do Corinthians fez no clássico contra o São Paulo foi muito feio. Aqueles gestos obscenos não são legais. Ainda mais porque tinha muita criança assistindo. Péssimo exemplo de civilidade. Não à toa o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu o jogador com duas partidas de suspensão no Brasileirão. A cumprir já no duelo da próxima rodada contra o Cruzeiro em Itaquera. Desfalque […]

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Empate que não resolve no Morumbi

Leia o post original por Antero Greco

O título desta crônica pode ser contestado, admito. O 1 a 1 entre São Paulo e Corinthians, no final da manhã, no Morumbi, tende a duas leituras para cada um dos lados.

Os são-paulinos podem festejar o ponto conquistado e que, por ora, deixa o time fora da zona de rebaixamento; depende ainda dos demais jogos. Ou podem lamentar a vitória escapada. Afinal, outros dois pontos seriam extraordinários na campanha de recuperação.

Os corintianos ficam aliviados com o resultado, pois a equipe não jogou bem e ainda botou um ponto no bolso e permanece folgada na frente. Ou enxergam outro sinal de desgaste do grupo, num segundo turno até agora com 3 derrotas, 2 vitórias, 1 empate.

O placar reflete virtudes e defeitos de ambos. O São Paulo teve primeiro tempo muito bom, obteve a vantagem com gol de Petros, em bela finalização e com ligeira falha de Cássio, que não acreditou no lance. O tricolor controlou o meio-campo, esteve seguro na defesa.

Nessa fase, criou duas outras boas chances, uma no comecinho e outra no fim. Os mais de 60 mil torcedores que estavam no estádio ficaram com a sensação de sucesso no clássico. Arboleda na zaga e Petros no meio eram o resumo da eficiência.

E o Corinthians apagado, sem graça, sem pegada, com Jadson apagado, Jô sumido, Fagner e Arana sem arranque. Um chute a gol, nada além disso. Cansaço pelo meio da semana? Oscilação normal, ao contrário da trajetória impecável do primeiro turno. Um pouco de cada.

Fábio Carille mexeu no intervalo – e fez bem em tirar Jadson e colocar Marquinhos Gabriel. Não que tenha melhorado demais o Corinthians, mas o tornou mais vivo. O São Paulo voltou igual – na escalação, não na forma de jogar. Diminuiu o ritmo, esperou o adversário, optou pelo contra-ataque, quando deveria buscar o golpe de misericórdia.

Carille fez mais mexidas, com Camacho no lugar de Romero e Clayson na vaga de Gabriel. E foi Cleyson quem fez o gol de empate, em jogada em que Rodriguinho foi mais esperto do que Júnior Tavares. São-paulinos reclamaram de falta, que não houve. Tricolores chiaram também com gol de Militão anulado – mas, no lance, Pratto havia feito falta em Cássio.

O mérito alvinegro na segunda parte foi o de ter jogado, o que não havia feito na primeira. A falha tricolor foi a de ter baixado a guarda justamente quando era melhor do que o rival.

Vejo condições de o São Paulo se safar da queda; há evolução, mas não sequência. Deve sofrer ainda por bom tempo.

Noto o Corinthians no rumo do título. Porém, não de maneira tão implacável como antes. Talvez não leve a taça com muitos pontos de diferença. Mas tem tudo pra levá-la.

  1. E que gesto feio de Gabriel na hora do gol de empate. Jogador profissional deve evitar esse tipo de atitude com a torcida do rival. E que covardia atirar pedra no ônibus são-paulino na chegada ao estádio…

 

Sujeira pra baixo do tapete?

Leia o post original por Craque Neto

Poxa vida! Tem coisa que não dá pra entender no Corinthians. As excelente fase vivida pelo time no Brasileirão tem feito muita coisa errada ser jogada pra debaixo do tapete. Vejam só, não vou nem falar das dívidas referentes a Arena de Itaquera que realmente estão prejudicando demais os cofres do clube. Mas não consigo compreender a lógica de determinadas atitudes da atual diretoria. Uma delas surgiu esses dias em relação ao desconhecido atacante Luidy, que o ex-diretor Edu Ferreira contratou. Hoje ele está emprestado para o Figueirense e foi comprado junto ao CRB de Alagoas por R$ 400 mil. […]

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Volante do Timão, Gabriel diz: estou feliz no Corinthians!

Leia o post original por Craque Neto

Direto do C.T. do Corinthians, o volante Gabriel fala ao vivo no ‘Donos’ sobre o crescimento do clube no Campeonato Brasileiro, e explica qual sua principal função no esquema de Carille.

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Minha Seleção do Paulistão

Leia o post original por Craque Neto

A Federação Paulista de Futebol fez uma festança nesta segunda-feira para divulgar os melhores do Paulistão segundo votação de jornalistas escolhidos em todo o Estado. Sinceramente fiquei com uma pulga atrás da orelha até porque tem cada aberração que é doído, viu! Primeiro não consegui entender o ponte-pretano Aranha no gol. Que me desculpe a FPF, mas só jornalista de Campinas votou? Pelo amor de Deus! O Cássio fechou o gol nesse campeonato e foi o líder da defesa menos vazada da competição. Chega a ser piada o nome dele não estar. Os laterais são os corintianos Fágner e Guilherme […]

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O reencontro

Leia o post original por Rica Perrone

O Maracanã está para o Flamengo como qualquer estádio particular está para seu dono no mundo todo. A idéia de um estádio de todos é bastante contestável toda vez que o Flamengo entra em campo. Diria que se os dois pudessem falar, implorariam aos dirigentes para jamais sequer sugerirem a idéia de um outro estádio. …

Palmeiras com ótimas chances de títulos em 2017

Leia o post original por Nilson Cesar

O Palmeiras têm um elenco forte demais e  sem dúvida  ótimas possibilidades de conquistar títulos em 2017. Eduardo Batista terá muito trabalho para escolher onze titulares. Tem peças excelentes de reposição e condições para variar bastante seu esquema tático. O elenco é bem melhor em relação a temporada passada, mesmo com a saída de Gabriel Jesus. Resta saber se Eduardo Batista terá condições de administrar egos . Certamente não conseguirá agradar a todos os atletas e “carinhas” feias irão aparecer no elenco ao longo do ano. Eduardo Batista mostra personalidade forte a exemplo do pai Nelsinho Batista, e acho que têm tudo para realizar um grande trabalho no comando técnico do Palmeiras. O ano promete coisas boas para o verdão.

Aê, Jesus!

Leia o post original por Rica Perrone

O moleque! Deixa eu te dar um papo.  Eu não sou religioso, de modo que talvez essa seja minha primeira conversa com um “Jesus”.  Assim sendo, considere-se especial por me cativar a fazer isso. Eu sei que você tá ansioso, que tudo na sua vida é absurdo. Você é um “pivete”, ta com a 9 …

Falta caráter de campeão

Leia o post original por Odir Cunha

Se o Santos foi o time que teve mais jogadores na Seleção Olímpica e também na principal, é óbvio que, ao menos tecnicamente, tem elenco para ser campeão brasileiro. Mas um campeão não se faz apenas com técnica, e sim com personalidade, caráter, e isso esse time do Santos não tem, como ficou mais uma vez provado nessa derrota preguiçosa e desmotivadora para o Figueirense, na Vila Belmiro.

O Santos repete o comportamento de fracassar justamente no momento de assumir a luta pelo título brasileiro. Desde que a diretoria vendeu o mando de campo contra o Flamengo, o time foi derrotado por três equipes que lutam contra o rebaixamento: o lanterninha América Mineiro, o Coritiba, e agora, em plena Vila Belmiro – onde já havia sido derrotado pelo Internacional – cai diante do Figueirense, que se defendeu em 70% do tempo e deu algumas espetadas, suficientes para conseguir o pênalti que lhe garantiu a vitória.

Ao ver o Santos jogar contra o Figueirense tivemos a certeza de que não havia um conjunto em campo, mas sim uma série de individualidades preocupadas apenas com suas carreiras solo. E o problema é que nem a comissão técnica e nem a diretoria têm conseguido levar o time a buscar o objetivo de todos os santistas em 2016, que é o título nacional. Parece que os jogadores têm o seu próprio pacto, e ele não inclui brigar por troféu algum.

Lutar por um título dá trabalho. São rodadas e rodadas de tensão, esforços por vitórias quase impossíveis, empenho em cada partida, em cada jogada. Enfim, é uma mão de obra danada. E quando está na luta pelo título, a cobrança da torcida e da opinião pública é maior. Todos os olhares se voltam para os times que realmente querem o caneco. Ficar mais atrás, sem se preocupar com a primeira posição e nem mesmo com um lugar no G4, é bem mais cômodo, com a vantagem de que o salário continua o mesmo. Colocar o título como maior objetivo é coisa de jogadores antigos que ainda se preocupam com isso. Dá para ficar milionário sem nunca ser campeão de nada. Quem ainda se preocupa com currículo?

Um time que domina, domina, domina e não chuta a gol, parece estar pedindo para tomar um no contra-ataque. O santista já viu isso tantas vezes que no primeiro tempo, mesmo quando tinha quase 80% de posse de bola, muitos leitores deste blog já temiam que isso acontecesse. É meio que a crônica da derrota anunciada. Até porque o Santos podia estar sem vontade, mas do outro lado havia um adversário lutando com unhas e dentes por um resultado que o afastasse da zona de rebaixamento.

Ingênuo, o torcedor santista, eu inclusive, acreditava que com a volta do trio olímpico o time voltaria a jogar bem e caminharia para ser campeão brasileiro, o que não ocorre desde 2004. Porém, ao assistir os últimos 15 minutos do jogo contra o Vasco e esses mais de 100 minutos contra o Figueirense, ambos diante de sua torcida, percebe-se que este Santos joga quando quer, independentemente do adversário, de estar com todos os titulares, de ter descansado suficientemente, do clima, das marés, da situação do campeonato.

Se eu fosse maledicente, diria que o negócio bem-sucedido com Gabriel e a festa prometida para o garoto após o jogo deixou alguns cardeais da equipe incomodados. Lucas Lima só enrolou, Ricardo Oliveira mal pegou na bola e Victor Ferraz andou pelo campo, como barata tonta. Mas acho que foram apenas coincidências, claro. Não é porque na hora da homenagem deixaram Gabriel sozinho no campo que estão com inveja do garoto.

Se eu fosse realmente maledicente, diria que Lucas Luca e Ricardo Oliveira estão de saco cheio e não veem a hora de também sumirem do Santos. Diria que Zeca e Thiago Maia foram dos poucos que jogaram com vontade (este último com vontade demasiada, a ponto de cometer um pênalti por afobação). Diria, ainda, que Dorival Junior não colocou o seu querido Cittadini para não queimar o garoto, mas jogou Jean Motta e Vecchio na fogueira (Vecchio se saiu muito bem, mas será que será escalado no próximo jogo? Como saber, se a cabeça do Dorival é como bumbum de nenê?).

Essa busca por fazer cada jogador se empenhar pelo time é, talvez, o maior desafio de um técnico e de um departamento de futebol. Ao ver o Santos jogar, percebe-se que falta esse comando e essa disciplina. Cada jogador parece jogar apenas para si. Na saída do campo, as mesmas respostas de sempre, ninguém diz que agora o título ficou mais distante, e sabe por quê? Porque ninguém, na verdade, está pensando nessa conquista, apenas nós, torcedores, que depositamos o nosso sonho nos pés de um grupo acomodado.

Caráter de campeão também faz falta ao técnico Dorival Junior, que nesse domingo levou um nó tático de um desconhecido técnico interino. A Dorival falta a personalidade de colocar um figurão no banco até que volte a jogar com vontade, o que técnicos de maior personalidade, como Luxemburgo e Leão, certamente fariam. Com Dorival, alguns jogadores são intocáveis, mesmo quando se arrastam na partida, como ocorreu contra o Figueirense. Dorival é um placebo, um amigão dos jogadores que, como já diria Maquiavel, terá a cabeça cortada quando se insurgir contra a esbórnia.

Contra o Figueirense, Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Victor Ferraz e Vitor Bueno foram nulos. Pouco se empenharam para mudar a sorte da partida e perderam um jogo decisivo, em casa, para um dos piores times do campeonato, sem demonstrar o mínimo aborrecimento. Sabem que a cobrança sobre eles não existe. Não serão multados, não perderão lugar no time, no próximo jogo em casa a torcida cantará novamente seus nomes … Enfim, estão assoviando e andando. Milhões de santistas ficarão de cabeça inchada mais um domingo? Danem-se. Os que têm, ou acham que têm, mercado lá fora, querem é seguir o mesmo caminho de Gabigol. Faltam só três dias para fechar a janela para a fortuna. Ah que inveja do moleque!

E você, o que acha disso?

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Esperam, por exemplo, que novo time dos sonhosCapa Dossiê Unificação dos Títulos BrasileirosDonosdaTerraA sensação de ser especialPedrinhoEscolheuUmTime
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Gabriel vai embora, mercado brasileiro é assim

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: AFP
Foto: AFP

Gabriel foi vendido pelo Santos para a Inter de Milão. Gabriel Jesus já é jogador do Manchester City, mas fica no Palmeiras até dezembro.

Os dois campeões olímpicos ainda não completaram 20 anos e já vão deixar o futebol brasileiro.

O mercado brasileiro vive uma situação bem clara. Os grandes destaques são jovens que ainda não foram vendidos e veteranos que já retornaram depois de anos no exterior.

Os jogadores na faixa de 25, 26 anos, são na sua maioria atletas que não conseguiram mercado na Europa. Nos últimos anos, muitos jogadores sul-americanos chegaram no país, mas normalmente são atletas que também não tem espaço em um mercado maior.

A saída de atletas para o exterior começou a ganhar força na década de 80 e ficou muito comum na década de 90.

Até pouco tempo atrás, a parte financeira era praticamente a única razão para um atleta deixar o país, hoje em dia a coisa mudou. Claro que a parte financeira ainda tem grande peso, mas hoje faz parte de um pacote. Nos últimos anos o futebol na Europa cresceu muito em todos os sentidos, na qualidade, visibilidade, repercussão e também na parte financeira. Qualquer atleta de bom nível tem no seu plano de carreira a saída para a Europa.

O mundo globalizou, os clubes europeus repercutem em todos os continentes, os melhores jogadores do planeta estão lá, então todos querem estar entre os melhores.

O futebol brasileiro pode melhorar essa situação. Nosso campeonato precisa ser mais relevante, o calendário pode ser mais organizado. O futebol brasileiro tem dificuldade para lotar os estádios, nosso campeonato pode ser mais atrativo.

Um bom passo seria pensar o campeonato como um todo. Os torcedores brasileiros estão acostumados a acompanhar apenas o seu time, no máximo os rivais regionais e não o campeonato.

Um jogo entre duas equipes, mesmo que estejam disputando a liderança, só terá peso significativo nos estados das equipes envolvidas e não em todo o país como poderia ser.

Precisamos pensar o futebol como produto, o campeonato como um todo e não fragmentado e dividido de acordo com a região. O campeonato precisa ser forte e relevante no próprio país, como liga, como produto, se não for assim, dificilmente terá peso para pelo menos fazer o jogador pensar em ficar mais um pouco.