Arquivo da categoria: Galo

“O time” da Libertadores

Leia o post original por Rica Perrone

É evidente que não lhe dá nada além de “pressão”.  Mas é incontestável, notável e hoje gritante em números que o Atlético Mineiro é o time mais forte da Libertadores. Pelo peso que não carrega com os títulos recentes, o elenco campeão que tem, o time recheado de jogadores com passagens por seleções e uma …

O Galo pulsa

Leia o post original por Rica Perrone

As pessoas costumam colocar toda discussão sobre futebol na questão de títulos. Quando sai disso, “torcida”. E quando passa isso, apelam pra qualquer coisa que coloque seu clube acima do rival. Nem mesmo o maior atleticano renegaria: o Cruzeiro é bem mais vencedor que o Galo, é internacionalmente mais conhecido e mais tradicional.  Tudo isso …

Os malditos resultados

Leia o post original por Rica Perrone

Toda vez que alguém ganha alguma coisa no futebol essa pessoa é elevada a um patamar que normalmente não merece. Quando perde, mesma coisa. Vira um “lixo” que também não é justo. Marcello Oliveira é mais um dos treinadores julgados no Brasil por uma mídia especialista em FIFA Soccer.  Achamos que quando ganha um time, …

Fla, Galo e o empate ruim para ambos

Leia o post original por Antero Greco

Não se deve tirar o mérito do Atlético-MG, jamais. Faz boa campanha, ainda com chance até de título. Ou, no mínimo, a segunda colocação. Tem time pra isso.

Mas, aqui entre nós, o Flamengo deixou escapar uma oportunidade e tanto, na tarde deste sábado, para manter-se na cola do Palmeiras. No primeiro tempo do clássico com o Galo, no Mineirão, jogou muito, criou chances, abriu vantagem de 1 a 0. Poderia liquidar a fatura antes do intervalo. Porém (sempre tem um porém), tirou o pé na segunda parte, tratou de garantir o resultado. Conclusão? Se deu mal, tomou a virada e ainda encontrou forças para o empate definitivo por 2 a 2.

Placar ruim para ambos, pois na pior das hipóteses continuam com 5 (Fla) e 6 (Atlético) pontos do líder, respectivamente. Escrevo antes do jogo entre Santos x Palmeiras, por isso no momento afirmo que a disputa se mantém aberta, apesar de mais difícil para os dois que entraram em campo antes.

A decepção, na verdade, foi o Fla, por aquilo que mostrou na etapa inicial. Zé Ricardo soube deixar a equipe redonda, bem protegida na defesa e ágil do meio para a frente. O Atlético ensaiou algumas descidas, logo de cara, mas aos poucos cedeu terreno. A turma rubro-negra aproveitou-se disso, começou a empurrar a marcação para o campo adversário e foi testando os reflexos de Victor.

A postura melhor resultou no gol de Diego, aos 32 minutos. O Galo sentiu o golpe, abriu-se e por pouco não levou o segundo, quase em seguida. Foi atordoado para os vestiários, refrescar a cabeça.

O segundo tempo mostrou o Fla menos impetuoso, mais cauteloso, preocupado muito cedo em garantir os três pontos. Além disso, Zé Ricardo tirou Gabriel aos 14 (entrou Sheik) e Fernandinho aos 26 (colocou Alan Patrick). As mexidas não surtiram efeito. Ao contrário, quebraram o ritmo do time.

O Atlético percebeu a mudança de ritmo, explorou brechas e virou, com  Robinho aos 35 (pênalti) e Pratto aos 41. Dava o salto para a segunda colocação. O Fla encontrou força para empatar, com Guerrero aos 44. E ficaram nisso.

Jogo eletrizante, sobretudo no final. Na prática, pode representar o fim das esperanças para um lado e outro.

Galo e Santos estão vivos. Muito vivos

Leia o post original por Antero Greco

Pessoal, certo que as atenções se voltam para Palmeiras e Flamengo, os dois primeiros na corrida pelo título. Mas Atlético-MG e Santos mostraram, na noite deste domingo, que continuam vivos. Correm por fora – e ainda assim não podem ser considerados cartas fora do baralho. É bom ficar de olho neles, que tendem a fazer estragos na rodada do fim de semana.

Ambos jogaram em casa. O Santos, com 58 pontos, recebe o Palmeiras, em primeiro com 67. O Galo, que está com 59, recepciona o Flamengo, que tem 60 e pode perder a vice-liderança. Ganharem não é fora de cogitação. Se isso ocorrer, os cinco rodadas restantes do Brasileiro pegarão fogo.

O Galo fez a parte dele no Horto, com os 3 a 0 no Figueirense. O placar é peremptório, porém o time catarinense deu trabalho. O primeiro gol mineiro veio aos 15 da etapa inicial, com Otero. Os outros dois só depois dos 40 da segunda fase – com Júnior Urso aos 42 e Fred aos 44. Àquela altura, o Figueirense tinha um a menos, com a expulsão de Werley aos 26 minutos. Depois, Josa também levou vermelho, mas aos 45.

Marcelo Oliveira poupou alguns titulares, Robinho o principal deles, para o primeiro tira-teima pela semifinal da Copa do Brasil, diante do Internacional. O Galo sentiu dificuldade diante de um rival que está na zona de rebaixamento. Contou pra variar com Victor e com a eficiência, quando teve chance para definir o placar.

O Santos não teve vida fácil no 1 a 0 sobre a Chapecoense, na Arena Condá. Está certo que fez o gol logo aos 3 minutos, com Lucas Lima, em início muito bom. Depois, tirou o pé, recuou para ver que bicho ia dar. Estratégia arriscada, pois a equipe catarinense martelou, martelou, chutou 20 bolas e parou em Vanderlei e nos próprios erros.

A impressão que ficou era a de que a rapaziada de Dorival Júnior se resguardou para o duelo desábado à noite com o Palmeiras.  Pode ser, mas não deveria. Houve risco desnecessário.