Arquivo da categoria: Giovanni Augusto

Em noite de recaída, Corinthians vence com ajuda inesperada de G. Augusto

Leia o post original por Perrone

Depois da boa atuação na vitória por 3 a 2 sobre o Palmeiras no último domingo, o torcedor corintiano esperava que o time deslanchasse na reta final do Brasileiro. Porém, no triunfo por 1 a 0 sobre o Atlético-PR, em Curitiba, o time de Fábio Carille repetiu antigos erros. Especialmente no meio-campo.

Houve excesso de passes errados e de ligações diretas da defesa para o ataque. As defeituosas trocas de bola expuseram a equipe seguidamente a contra-ataques.

Clayton não foi o mesmo do clássico. Rodriguinho foi o mesmo de antes do jogo com o Palmeiras. Com os dois em baixa o meio-campo pouco produziu.

Para piorar, Maycon voltou a ter fraca atuação, errando passes e marcando mal.

Pelo menos, acabou a sequência de gols sofridos pelo alvinegro a partir de cruzamentos.

Quando o empate se desenhava como bom negócio para um visitante com desempenho tão fraco, a solução veio de quem a Fiel pouco esperava. Em seu primeiro lance depois de sair da reserva, Giovanni Augusto marcou o gol da vitória aos 32 minutos do segundo tempo. Ele é um dos jogadores mais criticados pela torcida no elenco, tem sido pouco aproveitado e pela primeira vez balançou as redes neste Brasileirão.

Com o resultado, o Corinthians ficou mais perto do título brasileiro. Mas, pelo que se viu no Paraná, os últimos jogos do time na competição podem fazer a torcida sofrer mais do que esperava ao final do primeiro turno.

Última chance do último ‘tiriça’?

Leia o post original por Craque Neto

Quem acompanha minhas mídias sabe que na última temporada fui extremamente crítico ao elenco que a diretoria do Corinthians montou. Gastaram uma baita de uma grana e trouxeram uma legião de jogadores sem vontade e sem o ‘espírito’ para atuar no clube. Foram os casos principalmente do atacante Guilherme e do meia Marlone, ambos emprestados para outros corajosos times do futebol brasileiro. Outros dois, Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto ainda permanecem no elenco. O primeiro melhorou bastante. Tem ficado como opção no meio aos titulares Rodriguinho e Jadson e quando acionado tem executado bem a função. Sinceramente acho que merece […]

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Sem Valdívia, Andrade soma 3 ‘desastres’ em 4 meses e sofre mais críticas

Leia o post original por Perrone

O desfecho da tentativa do Corinthians de trocar Giovanni Augusto por Valdívia se somou às operações frustradas envolvendo Drogba e Pottker e aumentou as críticas de conselheiros da oposição ao presidente do clube, Roberto de Andrade. São três negociações consideradas desastrosas pelos críticos do dirigente em quatro meses.

Na transação relacionada a Valdívia as queixas são de que o presidente expôs Corinthians, Internacional e os dois jogadores.

Uma das principais reclamações de oposicionistas é de que ao telefonar para o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, para saber se o concorrente queria Valdívia, o corintiano assumiu o risco de a conversa vazar e seu clube ser ridicularizado nas redes sociais por rivais, o que acabou acontecendo.

Para os descontentes, o cartola deveria ter ido até Porto Alegre e se empenhado para fechar o negócio sem se preocupar em falar com o palmeirense.

Outro motivo de insatisfação é a nota oficial divulgada pelo Corinthians para explicar que o negócio não deu certo. Nela, o clube paulista diz que foi procurado pelos gaúchos que ofereceram Valdívia e que após conversa entre Giovanni Augusto e a diretoria corintiana ficou acertado que ele não seria transferido. Os problemas apontados são que o alvinegro, com autorização de seu presidente, foi deselegante com o Inter, podendo ter criado um constrangimento entre o Colorado e seu atleta. E que também deixou Valdívia vulnerável ao descontentamento dos torcedores do Inter, pois ficou entendido que ele queria trocar de equipe. Ao mesmo tempo, apesar de afirmar que a decisão foi conjunta, ficou para a Fiel a certeza de que Giovanni não quis se mudar. Então, ele passou a enfrentar a ira da torcida corintiana. Em grande parte, ela desejava a negociação.

No resumo dos críticos, o Corinthians conseguiu perder Valdívia e Giovanni ao mesmo tempo, já que o jogador do alvinegro  deu sinais de não ter ficado contente com a movimentação e agora tem um clima péssimo com os torcedores para continuar no clube.

A atuação do presidente foi comparada com a participação dele na tentativa de trazer Drogba. Na ocasião, virou motivo de chacota entre torcedores adversários o fato de ele ter assinado nota no site do clube com o título “Valeu, Drogba”, agradecendo ao marfinense, que recusou a proposta corintiana. Além disso, no início das conversas, o clube tratou com um intermediário que não era o representante principal do atleta e houve ataques do próprio diretor de futebol, Flávio Adauto, à negociação, que não era comandada por ele.

Andrade não participou diretamente do fracasso nas tratativas com a Ponte Preta para ter Pottker, mas o fato foi lembrado agora porque a negociação também estava avançada e fracassou. Na oportunidade, o problema foi que todos os detalhes da contratação foram acertados para que o jogador fosse para o Corinthians após o Campeonato Paulista. Mas, pouco antes da estreia dele na Copa do Brasil pelo time de Campinas, a equipe da capital exigiu que o atacante não jogasse para poder defender o futuro clube na competição. A exigência não foi aceita e o trato acabou desmanchado.

O blog não conseguiu falar com Andrade.

 

Se arrependimento matasse, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Olha como é a vida de comentarista e crítico de futebol… desde o ano passando quando critiquei as contratações milionárias de nomes como Giovanni Augusto e Guilherme muito corintiano virou a orelha pra mim. Ficaram bravos porque eu como ídolo do clube, teoricamente, não poderia falar mal da atitude dos dirigentes. Ou seja, de certa forma os caras ficam bravos comigo e ignoram os desmandos dos cartolas que queimam o dinheiro dos cofres adoidado. Muitas vezes um dinheiro que nem existe, diga-se de passagem! Vejam só o caso do Giovanni Augusto! Há 14 meses esse rapaz se tornou um dos […]

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Oswaldo vai encontrar “órfãos” de Carille no Corinthians

Leia o post original por Perrone

Em sua volta ao Corinthians, Oswaldo de  Oliveira terá que lidar com parte do elenco que defendia a permanência do interino Fábio Carille. Esse grupo argumenta que o ex-auxiliar de Cristóvão Borges tem potencial para se tornar treinador do clube e que já conhecia o elenco, algo que Oliveira ou outro treinador que chegasse teria pouco tempo para fazer enquanto busca uma vaga na próxima Libertadores.

Marciel, Lucca, Guilherme Arana, Giovanni Augusto e Guilherme estão entre os que aprovavam a continuidade do trabalho de Carille, sem se manifestarem especificamente contra ao nome de Oliveira.

Na última quarta-feira, parte dos atletas que queria ver o interino por mais tempo no cargo reforçou essa posição em conversa com Edu Ferreira depois da vitória por 4 a 2 sobre o Santa Cruz. Eles expuseram ao ex-diretor de futebol a vontade de que todos seguissem juntos até o final do Brasileiro. Isso incluía não só Carille, mas Edu. Os jogadores já sabiam da possibilidade de o diretor entregar o cargo por sua opinião de não contratar Oswaldo não ter sido ouvida.

No mesmo dia, Walter, Balbuena, Pedro Henrique, Guilherme e Giovanni Augusto fizeram manifesto em rede social para defender Carille e Willians, alvos de críticas da torcida. Alguns atletas chegaram a cogitar fazer o mesmo por Edu.

Cruzeiro reage. Corinthians fica no limite

Leia o post original por Antero Greco

Para início de conversa, e antes que um apressadinho, pergunte: erro grotesco do juiz Dewson Freitas da Silva, do querido Pará, ao não dar pênalti de Cássio sobre Ábila aos 8 minutos do primeiro tempo. O goleiro corintiano não só cometeu a falta, como fez um corte na perna do rapaz. O árbitro ignorou tudo e ainda amarelou Ábila “por reclamação”.

Isto posto, o empate por 1 a 1, no clássico da noite desta segunda-feira, no Pacaembu, mostrou duas equipes em situações distintas. O Cruzeiro está ainda no fundo do poço, mas já mostrou, sob a batuta de Mano Menezes, que vai sair do sufoco. Questão de mais algumas rodadas – e, claro, de acúmulo de bons resultados. Por ora, está em antepenúltimo, com 19.

O Corinthians parece cada vez mais chegar perto do limite de suas possibilidades. Esteve a ponto de fechar o turno em primeiro lugar, desde que vencesse por três ou mais gols de diferença. Teve de contentar-se com o empate. E, com a vitória do Galo também nesta segunda, caiu para a terceira colocação, com 34 pontos.

A pontuação mostra uma contradição danada: como o Cruzeiro está em ascensão e o Corinthians meio devagar? Aparências confundem. O time mineiro recobra a autoconfiança, mostra mais organização do que nos tempos de Paulo Bento, cria mais e finaliza melhor. (Teve até bola no travessão.) Esse é um lado da questão

O outro: o Corinthians colecionou muitos pontos, tem gordura pra queimar, e pelo visto é o que deve acontecer com frequência. Cristóvão Borges testa diversas composições, mexe aqui e ali, porém não faz o grupo deslanchar. A harmonia não é a mesma de antes, a oscilação aumenta, embora os números sejam muito bons: 10 vitórias, 28 gols a favor, apenas 15 contra (a melhor defesa). Falta pegada, a cara de campeão que teve outras ocasiões.

O jogo foi nota 6. No primeiro tempo, o Corinthians animou-se com o gol de Giovanni Augusto logo com um minuto e tentou aproveitar do nervosismo do Cruzeiro pelo pênalti ignorado. No segundo, o Cruzeiro jogou muito mais, empatou com Ábila e esteve perto da virada. Volta pra casa reclamando da arbitragem – e com toda razão.

 

Corinthians volta a fazer a coisa certa

Leia o post original por Antero Greco

O beabá de qualquer competição por pontos corridos indica que um time que pretende ser campeão não pode vacilar diante de adversário em situação inferior. O Corinthians conhece de cor essa lição e voltou a colocá-la em prática com aplicação. Na noite desta quarta-feira, recebeu o Santos em Itaquera, ganhou por 1 a 0 e se mantém no bloco de cima do Brasileiro. Simples e direto.

O gol custou a sair – veio com Giovanni Augusto lá pelos 36 minutos do segundo tempo. Na origem do lance, uma falta que jogadores do Santos reclamaram não ter existido. Mas a vantagem justificou o esforço da equipe que buscou mais o jogo, tentou a vitória. O Corinthians não foi excepcional; no entanto, não entrou em campo disposto a segurar o empate a qualquer custo, como fizeram os santistas. Dorival Júnior parece ter colocado 20 no gramado, todos atrás.

A desculpa do campeão paulista é aceitável – desfalques de gente como Lucas Lima, Gabriel e Ricardo Oliveira. Apenas a alma do conjunto. Mas não precisava exagera na retranca, à espera de um lance de contra-ataque. Walter praticamente assistiu ao jogo.

O Corinthians sentiu a dificuldade de passar pelo paredão do lado de lá. Dessa vez, o trio Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto e Guilherme não foi tão bem quanto nas vitórias anteriores sobre rivais em situação delicada (3 a 0 na Ponte, 2 a 0 no Sport) e criou menos do esperado. Sobretudo no primeiro tempo.

No segundo, houve melhora, menos para Marquinhos, que saiu aos 15 minutos e deu lugar para Lucca. Depois, Luciano é quem foi para o banco e entrou André. Não mudou muito e a posição de comando de ataque é um enrosco para Tite. O nó foi desfeito com o gol de Giovanni Augusto, que mantém o Corinthians no alto e afunda o Santos.

O Corinthians consegue paz para recompor-se. O Santos sente na pele a ausência de jogadores importantes. Enquanto a dupla Lucas Lima e Gabriel se valoriza na seleção, a equipe está na parte de baixo da classificação. O torcedor deve estar muito satisfeito com a CBF…

 

Corinthians perde a cabeça e o jogo

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians foi vítima, no início da noite desta quarta-feira, da maldita conversa de que “Libertadores é diferente”. Isso mesmo. Caiu no lugar-comum, mais pra conto do vigário, de que se requer força para superar adversários na competição sul-americano, sobretudo quando se joga fora de casa. Erro que, em outras edições, lhe custou desclassificação.

Como isso aconteceu? Os corintianos exageraram nas divididas, tiveram dois expulsos – André e Rodriguinho – e não conseguiram suportar a pressão do Cerro. Resultado: saiu do 1 a 0 no primeiro tempo, para tomar a virada, com três gols, e ainda diminuir no final.

Os 3 a 2 não mudam muito a situação no Grupo 8, apesar de ter caído para o segundo lugar, com 6 pontos, contra 7 dos paraguaios. O Santa Fé tem 4. A derrota expôs, porém, limitações do grupo, principalmente no que se refere a autocontrole e maturidade.

O Cerro não é tecnicamente superior ao Corinthians – e sentiu o baque na primeira etapa, ao tomar gol de André aos 12 minutos. Tite recorreu ao 4-1-4-1 dos melhores momentos de 2015 e, dessa maneira, segurou os donos da casa. Cássio não tomou grandes sustos.

O desmoronamento veio na etapa final. Primeiro com o vermelho para o André, por acúmulo de advertências. A saída do atacante aos 6 minutos, pouco depois do gol de empate (Beltrán, aos 3), mexeu com o Corinthians.

Numa das raras ocasiões em que se viu com menos jogadores, não soube como redistribuir-se e perdeu o duelo no meio-campo. Só não ficou com 9 em campo aos 13 minutos, porque o juiz livrou a barra de Guilherme, que tinha cartão amarelo e fez falta com carrinho. Rodriguinho foi quem levou a advertência no lugar do companheiro.

Só que o refresco dado pelo árbitro não valeu nada, pois Rodriguinho depois também deu carrinho desnecessário e foi pro chuveiro. Sérgio Dias aos 30 e Beltrán aos 37 liquidaram com a invencibilidade alvinegra. Giovanni Augusto, de pênalti, aos 42, só diminuiu o vexame.

A lição com que Tite e jogadores trazem de Assunção é a de que devem esquecer a conversa de que Libertadores significa pegada, garra, catimba, entradas bruscas. Isso não resolve. O que resolve é jogar bola. E o Corinthians não jogou bola, exagerou nas faltas e… perdeu.

Clássico em Itaquera? Menos do que mais

Leia o post original por Antero Greco

Esqueceram de avisar os jogadores do Corinthians e do São Paulo que o jogo deste domingo, na Arena de Itaquera, era um clássico – o primeiro do Paulistão de 2016. Mais de 36 mil pagantes se deslocaram até lá para ver um grande jogo, que teria estreias e sabe-se lá mais o quê.

Mas digna de um grande momento do futebol só a arbitragem de Luiz Flávio de Oliveira. Com categoria, comandou os 90 minutos como se não tivesse em campo: um mestre de bateria que não abusa do apito.

E só ele merecia estar em campo em um jogo considerado clássico de verdade. Ele e o goleiro Cássio.

O Corínthians ganhou por 2 a 0, Tite completou 350 jogos à frente dos alvinegros, o time manteve a invencibilidade no torneio, mas o futebol apresentado foi de qualidade ruim.

Tanto dos corintianos, como dos são-paulinos. E pensar que os dois estreiam nesta quarta na Libertadores…

O que será que os torcedores pensam de suas equipes, a expectativa que têm para a temporada? O tricolor Edgardo Bauza deve estar tentando entender até agora o que aconteceu com a sua defesa.

Os dois gols inimigos foram inacreditáveis: no primeiro, o zagueiro Lucão falhou duas vezes. Primeiro, chutou a bola contra seu companheiro; na sequência, quando o goleiro Dênis deixava a meta, deu um passe açucarado para Lucca, atacante inimigo. No segundo gol, Ganso furou a cabeçada e deixou a bola passar, após cobrança de escanteio. O zagueiro Yago foi feliz e tocou de cabeça para o ângulo do goleiro Dênis.

Bom, alguém pode perguntar: Então, o Corinthians mereceu a vitória? Só porque se aproveitou dos erros, mas também esteve muito aquém do que se espera. E com solidariedade de co-irmão também deu presentes para o São Paulo: 1 – aos 28 minutos do primeiro tempo a zaga rebateu, a bola se chocou com as costas de Centurión e quase encobriu Cássio, que fez linda defesa; 2 – e no finalzinho da etapa inicial, Yago deu a bola para Calleri, que só não marcou porque , mais uma vez, Cássio provou ser goleiro de seleção.

E já que falamos dele, Cássio evitou um gol de Mena na única jogada digna de um Corinthians e São Paulo.

E as estreias: Giovanni Augusto e André pelo Corinthians? E Kelvin pelo São Paulo?

É melhor não falar nada por enquanto…

(Com Roberto Salim.)

Pratto faz tudo na vitória do Atlético

Leia o post original por Antero Greco

Vida de jogador é curiosa e instável: vai do céu ao inferno num instante. No caso de Lucas Pratto, ocorreu o inverso, na noite deste sábado, em Curitiba. O argentino andava com farol baixo, meio chateado com jejum de gols, e deu uma guinada e tanto: foi o melhor em campo, na vitória do Atlético-MG por 3 a 0 sobre o Coritiba, na abertura da 29.ª rodada.

Pratto fez de tudo: participou dos dois primeiros gols, com passes precisos, e ainda cavou o pênalti que fechou a conta do jogo. Além disso, movimentou-se muito, do meio-campo para a frente, e nem fez a torcida sentir falta de Datolo. Uma exibição exemplar, que ajudou o Galo a manter-se na corrida pelo título, agora quatro pontos atrás do Corinthians.

O Atlético mandou no jogo, mesmo na condição de visitante, como deveria ter feito na semana passada, no empate com o Joinville. Desta vez, ignorou a fase de recuperação do Coxa e foi o time que buscou mais o gol, embora os goleiros tenham trabalhado bem no primeiro tempo.

O prêmio para os mineiros veio com o gol contra de Leandro Silva, que levou azar ao dividir com Thiago Ribeiro, após cruzamento de Pratto. A bola bateu no joelho do defensor.

O Atlético manteve ritmo bom, na etapa final, aumentou com Giovanni Augusto aos 20 e aos 39 Pratto cobrou o pênalti que forçou, numa disputa com o goleiro Wilson.

O resultado anima o Galo, que agora fica na torcida por uma surpresa da Ponte pra cima do Corinthians, neste domingo. Se isso ocorrer, o Brasileiro esquenta muito nas 9 rodadas restantes. O Coritiba tem 33 pontos e volta a sentir a incômoda aproximação da zona do descenso.