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CADÊ o mínimo de PROFISSIONALISMO, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Acho essa relação de cautela dos clubes brasileiros com os treinadores até um tanto igual. Ou seja, do mesmo jeito que o empregador dá o boné (leia-se DEMITE!) o cara MUITO antes do término de seu contrato, também acho natural um treinador fazer o mesmo quando tem uma proposta de trabalho melhor. É claro que desde que se respeite as regras contratuais. Só que na minha visão o que o técnico Fernando Diniz fez com o Guarani foi uma tremenda sacanagem. Pelo amor de Deus! O sujeito foi apresentado em dezembro e colocaram uma baita esperança dele resgatar o Bugre […]

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Os sete desafios do Santos

Leia o post original por Odir Cunha

Não, não me refiro ao São Paulo, nesta quarta-feira, às 22 horas, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro, e tampouco ao duelo contra o Figueirense, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. Falo de desafios maiores, mais abrangentes e duradouros, falo de um plano estratégico para o Santos crescer, como clube, e se manter no mais alto nível por todo o sempre. Isso será impossível, porém, enquanto algumas pendências não forem resolvidas. Para mim, as principais são as seguintes:

1 – Tornar-se especialista em eventos de futebol

A razão de existência do Santos é jogar futebol. Como se costuma dizer, o Alvinegro Praiano pode ser resumido a 11 camisas. É, dos clubes tradicionais brasileiros, o que tem a menor estrutura poliesportiva e social. Portanto, algo obrigatório no Santos é ter uma equipe especializada em jogos de futebol, e isso inclui o relacionamento com sócios, torcedores, patrocinadores, jornalistas, fornecedores. E inclui também, principalmente, a administração das despesas e receitas. O Santos não pode continuar sendo tão ineficiente a ponto de ser o clube com a menor lucratividade e a maior taxa de despesas diversas do futebol brasileiro.

2 – Aumentar, permanentemente, suas fontes de renda

O Santos é o produto e o torcedor santista é o consumidor. Há milhões deles espalhados pelo País, mas concentrados, principalmente, na Grande São Paulo, Baixada Santista, Interior de São Paulo, Sul de Minas Gerais, Norte do Paraná,Leste de Santa Catarina e Sul do Mato Grosso do Sul. Muitos adorariam contribuir para que o clube seja do tamanho de seus sonhos. Essa contribuição pode se dar não apenas comprando produtos oficiais do time, mas tornando-se sócio. Veja que se um dia o Santos tiver 100 mil sócios pagando 30 reais por mês, isso resultará em um total de três milhões mensais, ou 36 milhões brutos por ano. É impossível? Claro que não. Contratem um especialista no ramo que ele consegue. Nessa questão há, ainda, um universo de possibilidades que podem e devem ser pensadas e implementadas pelo marketing. Esta é uma área que exige extrema competência e dedicação absoluta. Uma pergunta: se o grande mercado financeiro e publicitário do Brasil está em São Paulo, por que o marketing do Santos continua, preguiçosamente, sediado embaixo das arquibancadas da Vila Belmiro?

3 – Definir a questão do estádio

Na Baixada Santista ou na Capital, em que lugar o Santos atrairá mais torcedores e terá maior lucratividade mandando os seus jogos? Para que as paixões regionais não influam, sugiro a contratação de uma empresa de marketing competente e neutra. Sei que a empresa que faria o estádio em Diadema chegou à conclusão de que ele deveria ser ali para ficar no meio do caminho entre a Capital e Santos. Segundo os estudos dessa empresa, em 2004 o Santos tinha 1,5 milhão de torcedores em São Paulo e 500 mil na Baixada Santista. Como a viabilidade do estádio dependia, em um primeiro momento, da venda de camarotes, e a empresa tinha detectado que 80% dos prováveis compradores de camarotes viviam em São Paulo, o estádio tinha de ser mais perto da metrópole. Porém, e se a Prefeitura de Santos, hoje tocada pelo santista fanático Paulo Alexandre Barbosa, assumisse o projeto de uma moderna arena municipal para, digamos, 30 mil pessoas, que pudesse ser utilizada pelos clubes profissionais da cidade, entre eles o Santos, e também para os eventos do município e da região? Afinal, só a soma das populações de Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande dá 1,1 milhão de pessoas, com mais de 400 mil torcedores do Santos. O que não se pode é ficar empurrando a questão com a barriga. Se é um alçapão o que se quer, que se projete um novo estádio com essas características, mas o que não se pode é deixar de crescer pela limitação a um palco bem aquém de sua tradição e do potencial de sua torcida.

4 – Quitar suas dívidas

Como a maioria dos clubes brasileiros, o Santos se conformou em ser uma agremiação deficitária, como se a má administração e o eterno endividamento provocado por ela fossem um mal impossível de ser evitado, ou tratado. Não precisa e não deve ser assim. Com as novas leis que regem o futebol, um clube endividado correrá sérios riscos de perder seu patrimônio e de amargar graves prejuízos técnicos e de imagem. Até o rebaixamento está previsto aos maus pagadores e, sabemos muito bem, essa pena só será aplicada aos clubes que não fazem parte dos privilegiados pelo sistema. Tentar conviver com uma dívida de 400 milhões de reais, que cresce a cada mês devido aos juros, é viver no fio da navalha. É preciso reduzir drasticamente esse passivo, ou, repito, o risco será enorme.

5 – Evitar a falência

Esse desafio parece ser o mesmo do anterior, mas é mais grave. Dívidas os clubes brasileiros sempre tiveram, sem que corressem o risco de fechar as portas. O Flamengo já deveu, e talvez ainda deva, um bilhão de reais, e está aí, todo faceiro, fazendo seus golzinhos de mão, sem que jamais peçam sua falência. Nem todos os clubes, porém, terão a mesma complacência de nossa legislação e de nossos imprevisíveis órgãos públicos. O exemplo do Guarani, um dos melhores times brasileiros entre o final da década de 1970 e meados da de 1980, está aí para servir de alerta. Uma das situações que gera a falência é a incapacidade de pagar as causas trabalhistas, mesmo desfazendo-se de seu patrimônio. Na verdade, a partir de um certo momento o clube é proibido de vender seus bens para pagar as dívidas trabalhistas, pois estes ficam imobilizados pela Justiça e precisam passar por uma avaliação e um leilão, processo que reduz drasticamente o seu valor real. Digamos, por exemplo, que a Chácara Nicolau Moran valha 200 milhões de reais e o Santos precise desse valor para quitar causas trabalhistas. Se o imóvel não for vendido antes dos processos, depois terá de passar por uma avaliação e por um leilão público, que acabarão reduzindo o valor do imóvel em mais de 50%. Foi assim, por exemplo, que nem a venda do Estádio Brinco de Ouro salvou o Guarani.

6 – Definir sua posição política

O sistema político regente do futebol brasileiro interessa ao Santos? Essa relação com a Rede Globo e a CBF são benéficas ao clube? Essa é uma questão crucial para o destino do Alvinegro Praiano e não pode ser empurrada com a barriga. Nos grandes mercados mundiais do futebol, as ligas de clubes assumiram o lugar das confederações e federações no comando do esporte. Na verdade, essas entidades funcionam como esses sindicatos que a gente nem sabe para que servem, mas vivem das taxas tiradas de empreendedores e funcionários. Se não existissem federações e nem CBF, os clubes seriam mais ricos, ou menos pobres, e poderiam reger com maior planejamento o seu destino. Onde já se viu o Santos perder o seu principal jogador para essa série de jogos caça-níqueis da malfadada Seleção Brasileira? Enfim, a Liga é essencial. Porém, se o Santos escolher aceitar o sistema atual, controlado pela tevê e pela CBF, que ao menos saiba os motivos pelos quais está tomando essa decisão. O que não pode é deixar como está para ver como fica.

7 – Elaborar seu calendário com antecedência

Um dia o presidente diz que o time vai fazer tantos jogos em arenas, tantos no Pacaembu e muitos na Vila Belmiro. Chegam as datas e a equipe não sai do velho Urbano Caldeira, lugar preferido dos jogadores e do técnico. Essa improvisação é muito prejudicial para o clube. Um calendário de jogos planejado e divulgado com antecedência permitiria à comissão técnica e aos jogadores um plano mais racional de trabalho, geraria mais ações de propaganda e merchandising, facilitaria as pautas da imprensa e, o que é essencial, propiciaria maior acesso de torcedores aos jogos. Seria possível até criar o tão sonhado carnê de ingressos para todo o campeonato, um dos segredos da grande média de público nas competições europeias.

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E você, teria outro desafio a acrescentar ao Santos?


Corinthians eliminado mais uma vez no Itaquerão

Leia o post original por Fernando Sampaio

rib0446_1“Eliminates Arena”.

Virou piada.

Guarani, Palmeiras e Santos.

Três eliminações em 2015.

Apesar das derrotas o torcedor continua confiante.

Eu também estaria.

O time está na liderança do Brasileiro e com boas perspectivas de ser campeão.

É evidente que ninguém gosta de ser eliminado. É óbvio que todo título vale. É claro que o ideal seria ganhar tudo. Mas também é óbvio que existem títulos mais importantes. A eliminação mais sofrida foi da Libertadores. O Timão com Tite, Sheik e Guerrero tinha esperança do bicampeonato. Era um dos melhores times. Não rendeu o que podia e acabou eliminado pelo fraco Guarani do Paraguai. Foi mais um Tolima no currículo da Liberta.

Paulista é Paulista, de todos os títulos o regional é o que vale menos.

Duro ali foi a rivalidade, perder do Palmeiras no Itaquerão dá enxaqueca.

A Copa do Brasil seria uma bela conquista, vale mais que um regional, menos que Libertadores e Brasileiro. O time entrou para ganhar e perdeu a classificação na Vila. Com certeza duas derrotas para o Santos daria mais fumaça se o time não estivesse na liderança do Brasileirão. Isso alivia a eliminação.

Neste sentido a saída da Copa do Brasil tem um lado lado positivo.

Corinthians e Atlético Mineiro não estão em crise por saírem da Copa do Brasil.

Pelo contrário, técnico e elenco estão mais aliviados, mais focados e concentrados no Brasileirão.

 

 

Foto Marcos Ribolli

 

Diretoria do Corinthians debate expulsões e ‘apagão’ com Tite

Leia o post original por Perrone

O dia seguinte à eliminação na Libertadores foi de lavagem de roupa suja no Corinthians. Diretoria e comissão técnica se reuniram para analisar a queda diante do Guaraní do Paraguai.

A direção explicou para Tite avaliar que a eliminação foi fruto, principalmente, de uma atuação desatenta no segundo tempo contra os paraguaios na primeira partida das oitavas de final, vencida por 2 a 0 pelo Guaraní.

Outro fator apontado pelos cartolas foi o excesso de expulsões. Nesse ponto, a queixa feita para a comissão técnica foi relativa ao desempenho desde o começo do ano e não só na Libertadores. Foram oito cartões vermelhos, seis no torneio continental.

Após ouvir Tite, porém, a diretoria não tem uma conclusão objetiva sobre o que provocou os problemas. Mas a direção afirma acreditar que os atrasos nos direitos de imagem, parte que é de responsabilidade pura dos cartolas, não atrapalhou o desempenho do time.

O argumento é de que reuniões quinzenais foram feitas com elenco para explicar as ações da diretoria na tentativa de conseguir o dinheiro. E quem em nenhum momento os atletas se rebelaram.

No final, ficou para o treinador como lição de casa de sanar o  problema das expulsões e de apresentar um time motivado contra a Chapecoense no sábado, em Araraquara, pelo Campeonato Brasileiro.

 

Vexame?

Leia o post original por Rica Perrone

“Vexame”, dizem.  Eu não consigo concordar com tanta incoerência. São os mesmos caras que após a Copa falaram em “arrogância” e prepotência da seleção brasileira e de todo o povo em relação aos outros times? São os mesmos caras pregam uma crise sem fim no futebol brasileiro e que se espantam com uma derrota em […]

Corinthians agora precisa ser sincero com torcida e ter time que pode pagar

Leia o post original por Perrone

Eliminado da Libertadores pelo Guaraní do Paraguai, um time infinitamente mais barato, o Corinthians precisa passar por uma transformação imediatamente. Não se trata de caça às bruxas com lista de dispensa, mas de uma mudança radical no comportamento de seus dirigentes.

A direção tem o dever de ser sincera com a torcida, expor a realidade financeira, mostrar quanto pode gastar com o elenco daqui para frente e parar de tentar tapar o rombo com a barriga.

É necessário trocar a megalomania pelos pés no chão. Parar de pensar nos pisos de mármore de Itaquera e valorizar o terrão, apelido de suas categorias de base.

Continuar inflando a dívida salarial com medalhões que não cabem mais no bolso do clube só serve para minar a motivação de quem não recebe em dia. É adiar a explosão da bomba relógio.

O clube não pode mais ser gerido com espírito de jogador de pôquer, que blefa (nesse casso para torcida e jogadores), torra tudo o que ganha em apostas mais altas (como na contratação de Pato) e penhora o que tiver em casa (cotas de TV, de patrocínio…) para continuar apostando.

Cartadas como trazer Vágner Love na véspera da eleição e com salário de cerca de R$ 500 mil já deveriam ter sido descartadas por quem tem um estádio de R$ 1,2 bilhão para pagar e só pode usar sua receita de bilheteria para quitar a dívida gerada pela obra.

A sinceridade é o caminho para torcida se acostumar com um time mais barato, com mais garotos da base, menos salários que passam dos R$ 200 mil, com contratações mais modestas (sem gastos exorbitantes com comissões para empresários). Afinal, um clube que rotineiramente ganha a Copa São Paulo certamente produz jogadores de qualidade. Cabe a Tite, um técnico reciclado na Europa, fazer omelete com os ovos que tiver.

A qualidade da equipe vai cair? Provavelmente vai. Mas jogadores ainda em busca de sucesso e recebendo em dia, em tese, terão disposição de sobra. Não dá para o clube ficar até cinco horas antes de uma partida decisiva tentando levantar um empréstimo para saldar uma pequena parte do débito com os atletas em busca de injetar um pouco de ânimo. Isso aconteceu na tarde que antecedeu a derrota por 1 a 0 para os paraguaios.

No modelo básico vai faltar experiência ao elenco? É possível. Mas a experiência já não foi aliada do Corinthians nesta Libertadores, com expulsões de jogadores calejados como Sheik, Fábio Santos, Fágner e Mendoza.

No modo sinceridade a diretoria não deixaria a torcida delirar com a volta de Tevez, por exemplo. E faria os torcedores abraçarem um time menos luxuoso como a Arena Corinthians, mas que recebe em dia e não ameaça o futuro corintiano com uma dívida que pode se tornar impagável.

 

Corinthians: que tal uma reflexão?

Leia o post original por Antero Greco

O corintiano está de cabeça quente. Muito justo. Não é fácil engolir desclassificação da Libertadores em casa, diante de um rival limitado e correto como o Guaraní. Pior, perder por 1 a 0, com dois jogadores experientes expulsos e, de quebra, com o time sem criar grandes oportunidades para anular a desvantagem anterior (2 a 0, em Assunção). Enfim, uma lástima.

O momento é de reflexão. Hora de todos pararem para analisar, com transparência, sinceridade e senso crítico, o que acontece no Corinthians. Ou melhor, o que deixou de ocorrer. Inegável que a largada na temporada foi animadora, com apresentações muito boas, tanto na Libertadores como no Paulista. Não foi por acaso que a rapaziada de Tite foi elogiada e colocada como candidata a título nas duas competições. Exageros à parte, e sempre há, o reconhecimento amplo era merecido.

Mas o parafuso espanou em pouco tempo, e nas duas frentes. Veio a eliminação no estadual, nos pênaltis, diante do Palmeiras, e no Itaquerão, em que sustentava longa invencibilidade (ok, foi nos pênaltis, porém representou queda). Nesse meio tempo, também aconteceram a derrota para o São Paulo, na fase de grupos do campeonato continental, e aquela para o Guaraní  no Paraguai.  Em todos os casos, sem jogar bem, embora com o saldo positivo pelo início da temporada.

Daí vem a partida de volta com o Guaraní. Imaginava-se o Corinthians ousado, eficiente, agressivo. Até tentou, esboçou reação, mas aquém, bem aquém do que poderia e deveria. O goleiro Aguilar não foi o melhor em campo, não fez uma infinidade de defesas complicadas. Ou seja, o Corinthians jogou feijão com arroz habitual, quando precisava de um banquete requintado.  Preocupa o fato de que, se tem um sistema defensivo bom, carece de apetite no ataque. E era jogo para encher o rival de gols.

Para aumentar os motivos para autocrítica, as expulsões. Fábio Santos e Jadson não são meninos, iniciantes ou inexperientes. As duas jogadas que renderam cartões vermelhos foram bobagens enormes, disputas de bola descabidas e em zona morta (o meio campo). O supremo castigo veio com o gol de Fernando Fernandez: 1 a 0 para o Guaraní. Essa doeu como tapa na cara.

 

Corinthians e São Paulo morrem abraçados e estão fora da Libertadores da América. Nada a reclamar

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo foi eliminado da Libertadores da América nos pênaltis . Perdeu no tempo normal e nos pênaltis e não tem nada a reclamar. Luis Fabiano e Souza perderam as cobranças penais de forma bisonha. O Cruzeiro esta evoluindo e esta de parabéns e pode seguir muio bem na Libertadores com um time que foi remontado para esta temporada de 2015. Já o Corinthians foi vergonhoso. Perdeu duas vezes para o Guarani do Paraguai e não tem nada a reclamar. Fabio Santos e Jadson foram expulsos de maneira infantil. Os  jogadores do Corinthians estão com salários  atrasados e o emocional dos jogadores esta muito ruim. Achei vergonhosa a eliminação do Corinthians mas absolutamente justa e incontestável a classificação do Guarani do Paraguai.  O Corinthians precisa repensar muita coisa e dar um jeito de quitar os salários atrasados dos seus atletas. Futebol de São Paulo não pode reclamar. São Paulo e Corinthians estão fora e não podem reclamar de absolutamente nada.

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