Arquivo da categoria: Guilherme

Se arrependimento matasse, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Olha como é a vida de comentarista e crítico de futebol… desde o ano passando quando critiquei as contratações milionárias de nomes como Giovanni Augusto e Guilherme muito corintiano virou a orelha pra mim. Ficaram bravos porque eu como ídolo do clube, teoricamente, não poderia falar mal da atitude dos dirigentes. Ou seja, de certa forma os caras ficam bravos comigo e ignoram os desmandos dos cartolas que queimam o dinheiro dos cofres adoidado. Muitas vezes um dinheiro que nem existe, diga-se de passagem! Vejam só o caso do Giovanni Augusto! Há 14 meses esse rapaz se tornou um dos […]

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Corinthians tomou remédio e matou as tiriças!

Leia o post original por Craque Neto

Lembro que na temporada 2015 fiz questão de passar durante o programa ‘Os Donos da Bola’ uma receita caseira para matar a lombriga do Vágner Love. Levava folha de boldo amassada com suco de limão e tudo mais. Terrível de azedo! E vou falar que acho que surtiu efeito já que o atacante – que era uma ‘nhaca’ só – evoluiu bastante e foi um dos principais nomes do hexacampeonato brasileiro do Corinthians. Agora me parece que o técnico Fabio Carille matou a tiriça na origem. Tirou do time titular nomes como Guilherme, Marquinhos Gabriel, Marlone e Giovanni Augusto. E […]

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Descobri com o real problema do Guilherme

Leia o post original por Craque Neto

Recentemente em entrevista para o portal GloboEsporte.com o meia-atacante Guilherme falou sobre o fato de não estar sendo aproveitado entre os titulares do Corinthians. O jogador mandou toda a responsabilidade para o técnico Fábio Carille, que não o escalaria na melhor posição que se sente mais confortável – que seria centralizado ou pelo lado esquerdo do ataque. “Sou um meia-atacante. Quando for utilizado dessa forma, vou render melhor”, diz Guilherme. Posso falar a verdade? Que resenha furada, hein?!? Desde o início da temporada passada ele atuou em 46 jogos pelo Timão. Fez apenas 8 gols. Quase sempre lembro dele atuando […]

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Oswaldo vai encontrar “órfãos” de Carille no Corinthians

Leia o post original por Perrone

Em sua volta ao Corinthians, Oswaldo de  Oliveira terá que lidar com parte do elenco que defendia a permanência do interino Fábio Carille. Esse grupo argumenta que o ex-auxiliar de Cristóvão Borges tem potencial para se tornar treinador do clube e que já conhecia o elenco, algo que Oliveira ou outro treinador que chegasse teria pouco tempo para fazer enquanto busca uma vaga na próxima Libertadores.

Marciel, Lucca, Guilherme Arana, Giovanni Augusto e Guilherme estão entre os que aprovavam a continuidade do trabalho de Carille, sem se manifestarem especificamente contra ao nome de Oliveira.

Na última quarta-feira, parte dos atletas que queria ver o interino por mais tempo no cargo reforçou essa posição em conversa com Edu Ferreira depois da vitória por 4 a 2 sobre o Santa Cruz. Eles expuseram ao ex-diretor de futebol a vontade de que todos seguissem juntos até o final do Brasileiro. Isso incluía não só Carille, mas Edu. Os jogadores já sabiam da possibilidade de o diretor entregar o cargo por sua opinião de não contratar Oswaldo não ter sido ouvida.

No mesmo dia, Walter, Balbuena, Pedro Henrique, Guilherme e Giovanni Augusto fizeram manifesto em rede social para defender Carille e Willians, alvos de críticas da torcida. Alguns atletas chegaram a cogitar fazer o mesmo por Edu.

Alívio corintiano

Leia o post original por Antero Greco

Ufa, alívio e tanto para o Corinthians! A falta de vitórias incomodava Tite e rapazes, mas foi para o espaço no final da manhã desta quinta-feira. E com um indesmentível 3 a 0 sobre a Ponte Preta. Com muito público, com casa cheia, para variar. E com uma postura diferente.

Tite mexeu no time, por opção (a saída de André, por exemplo) e por necessidade (ausência de Balbuena e Elias, com seleções), e não teve do que se queixar. O Corinthians foi ágil, atento e eficiente. Sobretudo no primeiro tempo, quando abriu vantagem de 2 a 0 e liquidou com o desafio.

Uma das alterações foi a presença de Cristian ao lado de Bruno Henrique na marcação. Para fechar espaços, para não expor a defesa, como aconteceu nos 3 a 2 para o Vitória no domingo. Deu certo. Guilherme, Giovanni Augusto, Marquinhos Gabriel ficaram mais lives para ir à frente e encostar em Luciano.

Dessa maneira, surgiram logo os gols: primeiro com Kadu, contra, aos 14. Depois, com Bruno Henrique. A Ponte foi para as cordas, não teve a força de reagir, muito distante do time confiante que bateu o Palmeiras no sábado. Eduardo Baptista desta vez não achou brecha, não tinha nenhuma carta na manga.

O Corinthians até aliviou no segundo tempo, rolou mais a bola, chegou com menos frequência na área campineira. Mas sem correr riscos, sem ver ameaçada a diferença em seu favor. E, para fechar a conta, um golaço de Guilherme aos 34 minutos, jogando pelo meio, avançado, como rende mais.

Pronto, terminou o papo de quase 40 dias sem ganhar, sequência negativa, angústia e etc. O Corinthians fica mais tranquilo, o que não significa que esteja pronto. Tem muita a fazer na reconstrução do campeão brasileiro. Tite sabe.

Corinthians ensaia estilo ofensivo e… apaga

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians ensaiou estilo ofensivo e leve, no jogo com o Vitória, no Barradão. No primeiro tempo, Marquinhos Gabriel, Giovanni Augusto, Guilherme, ajudados pelos laterais Fagner e Uendel, deram trabalho para o sistema defensivo baiano. Não foi à toa que os paulistas terminaram em vantagem por 2 a 1.

No segundo, a história mudou. O Corinthians murchou, cedeu empate e viu a virada do Vitória, com gols de Marinho e Kieza, sofreu a primeira derrota e continua sem vencer na Série A. (Na semana passada, ficou no 0 a 0 com o Grêmio em Itaquera.) Pior do que o resultado foi o esquema agressivo ruir e expor a defesa aos contragolpes.

A partida foi bem interessante, movimentada, agradável. Iniciativa de lado a lado, com o Corinthians ligeiramente melhor no início. Guilherme era o armador das principais jogadas e participou da criação do gol de abertura, com Uendel aos 25 minutos, ao concluir uma boa trama, de bola de pé em pé.

O empate veio logo depois, com Leandro Domingues, aos 29. Mas ainda houve tempo para Fagner fazer o segundo, também num lance bem organizado. Placar aberto, com as duas equipes em busca da vitória.

Na etapa final, o Corinthians diminuiu o ritmo, tentou atrair o vitória e seu deu mal: Marinho empatou aos 11, ao pegar rebote na entrada da área (sem tocar no braço). Aos 19, Kieza recebeu no meio do campo, entre quatro corintianos a assistir a arrancada do rapaz. Ele saiu na cara de Walter e fez o terceiro.

Tite mexeu no time, desmontou o desenho inicial e colocou Romero, Luciano, Malorne nos lugares de Giovanni Augusto, Marquinhos, Elias. Não adiantou grande coisa. O Corinthians foi à frente, na base de muito esforço e de pouca qualidade. Teve uma oportunidade, que parou em Fernando Miguel.

O Vitória sabe que retornou para, em princípio, ter papel de coadjuvante. Mas o Corinthians, campeão do ano passado, sofrerá solavancos, até que tenha definição de elenco (tem gente que pode ir embora) e de sistema tático. Insistirá Tite eternamente no 4-1-4-1? A conferir.

Corinthians perde a cabeça e o jogo

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians foi vítima, no início da noite desta quarta-feira, da maldita conversa de que “Libertadores é diferente”. Isso mesmo. Caiu no lugar-comum, mais pra conto do vigário, de que se requer força para superar adversários na competição sul-americano, sobretudo quando se joga fora de casa. Erro que, em outras edições, lhe custou desclassificação.

Como isso aconteceu? Os corintianos exageraram nas divididas, tiveram dois expulsos – André e Rodriguinho – e não conseguiram suportar a pressão do Cerro. Resultado: saiu do 1 a 0 no primeiro tempo, para tomar a virada, com três gols, e ainda diminuir no final.

Os 3 a 2 não mudam muito a situação no Grupo 8, apesar de ter caído para o segundo lugar, com 6 pontos, contra 7 dos paraguaios. O Santa Fé tem 4. A derrota expôs, porém, limitações do grupo, principalmente no que se refere a autocontrole e maturidade.

O Cerro não é tecnicamente superior ao Corinthians – e sentiu o baque na primeira etapa, ao tomar gol de André aos 12 minutos. Tite recorreu ao 4-1-4-1 dos melhores momentos de 2015 e, dessa maneira, segurou os donos da casa. Cássio não tomou grandes sustos.

O desmoronamento veio na etapa final. Primeiro com o vermelho para o André, por acúmulo de advertências. A saída do atacante aos 6 minutos, pouco depois do gol de empate (Beltrán, aos 3), mexeu com o Corinthians.

Numa das raras ocasiões em que se viu com menos jogadores, não soube como redistribuir-se e perdeu o duelo no meio-campo. Só não ficou com 9 em campo aos 13 minutos, porque o juiz livrou a barra de Guilherme, que tinha cartão amarelo e fez falta com carrinho. Rodriguinho foi quem levou a advertência no lugar do companheiro.

Só que o refresco dado pelo árbitro não valeu nada, pois Rodriguinho depois também deu carrinho desnecessário e foi pro chuveiro. Sérgio Dias aos 30 e Beltrán aos 37 liquidaram com a invencibilidade alvinegra. Giovanni Augusto, de pênalti, aos 42, só diminuiu o vexame.

A lição com que Tite e jogadores trazem de Assunção é a de que devem esquecer a conversa de que Libertadores significa pegada, garra, catimba, entradas bruscas. Isso não resolve. O que resolve é jogar bola. E o Corinthians não jogou bola, exagerou nas faltas e… perdeu.

Timão e santa paciência

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians é líder do grupo 8 da Taça Libertadores, conseguiu a segunda vitória consecutiva, com o 1 a 0 sobre o Independiente Santa Fé, em casa, e alivia pressão de início de caminhada.

Então a torcida está confiante e acredita que o novo time montado por Tite pode repetir o sucesso do ano passado? Por enquanto, o recomendável é só esperança, porque está longe daquele de 2015.

Venderam os craques, Elias está machucado e o Tite, mesmo sendo o melhor técnico do país, se desdobra para montar o quebra-cabeças. Está a ponto de fazer milagres.

O Corinthians alcança resultados, mas não joga futebol vistoso; não encanta. Tanto que nas últimas partidas, vinha fazendo gols em cima da hora.

O Independiente Santa Fé conseguiu segurar os corintianos e, em alguns momentos, esboçou jogar de igual para igual. Por pouco, não voltou para casa com um ponto.

O primeiro tempo foi equilibrado. No Corinthians, Giovanni Augusto tentava e fazia algumas boas jogadas. E Rodriguinho era o outro jogador lúcido de um time lento, previsível, que errou passes a aceitou a forte marcação.

A grande chance alvinegra aconteceu numa falha da zaga adversária: Giovanni Augusto tocou para o gol, mas Balanta salvou em cima da linha. Em compensação, os colombianos quase abriram o placar num chute que desviou em Felipe e só não foi a gol, porque Cássio é goleiro de Seleção.

No segundo tempo, o equilíbrio se manteve. E o gol corintiano saiu aos 19 minutos, numa escapada de Rodriguinho pela direita. O creuzamento e o complemento de Guilherme para o gol.

Seis minutos depois, mais uma vez Rodriguinho mostrou talento ao dar ótimo passe a Fagner, que bateu mal na bola. Depois, tratou de segurar a vantagem e permitiu pressão dos colombianos, que flertaram com o empate nos minutos finais.

A Fiel deixou o Itaquerão aliviada com a vitória magrinha, percebe que há esforço para remontar o time. Mas fica a dúvida: como será hora em que vierem os jogos de mata-mata?

(Com colaboração de Roberto Salim.)

Novo Corinthians pode dar bom caldo

Leia o post original por Antero Greco

Para um time em torno do qual se faziam prognósticos pouco entusiasmados, até que o Corinthians se sai bem no início de temporada. Com a reformulação em andamento, depois da saída de seis jogadores, Tite e novo tropa têm dado conta do recado. Ao menos no Paulista. Três jogos, três vitórias – a mais recente nos 2 a 1 sobre o Capivariano, na noite desta quinta-feira, em Itaquera.

Apresentação perfeita? Claro que não. Outra vez, o campeão brasileiro jogou para o gasto, e com escalação bem modificada em relação àquela da partida anterior. O técnico colocou em campo Guilherme, Giovanni Augusto, Marlone, Williams, todos da safra de recém-chegados. Mais alguns reservas e uns poucos titulares.

Para ver o que iria acontecer. E o que aconteceu não foi ruim. O Corinthians teve dificuldade, oscilou – dentro da normalidade para o período –, levou susto e gol, teve jogador expulso (Edilson) e se superou. Saiu na frente com dois minutos (Romero) e tomou empate aos 30 (Marlon). Retomou a vantagem aos 2 da etapa final (Guilherme).

A turma de Capivari reclamou de pênalti não marcado, no primeiro tempo (com o qual concordo), e de outro ignorado na etapa final (discutível). Mas, como tem sido o papel das equipes do interior, não passou de sparring para os corintianos.

O pessoal novo à disposição de Tite aos poucos vai se soltar – isso ficou evidente, à medida que o tempo passava. E se pode fazer projeção para cada um. Willians tende a ser titular, e o mesmo deve ocorrer com Guilherme. Chances boas para Giovanni Augusto e fica a dúvida em torno de Marlone.

Pode dar caldo bom e não entornar. A primeira prova de fogo será no clássico com o São Paulo.

Corinthians e outra vitória pro gasto

Leia o post original por Antero Greco

Dois jogos, duas vitórias por 1 a 0, sem muita empolgação, sem decepcionar. Por enquanto, esse o resumo do Corinthians na largada do Campeonato Paulista. A equipe de Tite, muito modificada em relação àquela que terminou2015, dá conta do recado. Foi assim no domingo diante do XV de Piracicaba, foi assim na noite desta quinta-feira contra o Audax, em Osasco.

O Corinthians vive fase de reconstrução, esse ponto a ser levado em conta. Não se deve esperar time pronto, após a saída de seis titulares. Mas, para se a previsão era de enorme dificuldade, ao menos isso não ocorre. Vá lá que não foram dois shows, ao contrário, como demonstra o placar apertado e repetido.

Mesmo assim, nem contra o XV nem no duelo com o Audax, o campeão brasileiro correu riscos demais. Sofreu pressão normal, tanto na estreia quanto na segunda rodada. Soube segurar bem os ensaios de ataques dos adversários e foi eficiente quando surgiu a oportunidade para decidir.

O desempenho foi distinto, em cada um dos tempos. No primeiro, mais velocidade e domínio de bola e o gol de Uendel. No segundo, mais cadenciado, com menos lances de divididas fortes e certa pressão do Audax. Tudo dentro dos padrões. Falta acertar sobretudo o meio e o ataque, por causa das muitas mexidas obrigatórias.

Tite repetiu o time que, no momento, considera titular. Mas deu espaço para Williams e Guilherme, duas novidades para 2016. Ambos tiveram atuação discreta, embora a tendência seja a de entrarem para ficar. Os testes alvinegros, pra valer, virão com a Libertadores.

Por enquanto, pode considerar-se na pré-temporada. Com seis pontos acumulados. Nada mal.