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Por que Cássio não pode ser reserva do Corinthians?

Leia o post original por Quartarollo

Por que Cássio não pode ser reserva?

Cássio foi irônico, presunçoso, desrespeitoso e nada humilde nas suas últimas declarações.

Tudo porque virou reserva de Walter no Corinthians.

Deixou em má situação o técnico Tite, o mesmo que o trouxe do ostracismo para ser titular do Corinthians e na época ele não reclamou quando barrou o “santo da casa”, Júlio César.

Foi importantíssimo na Libertadores e no Mundial de Clubes, mas esse ano ainda não jogou como o Cássio que conhecemos.

Tite até que demorou muito para mudar. Cássio parece um goleiro que começou tarde na profissão.

Falha em bolas cruzadas na área apesar do seu tamanho, tem dificuldades de reposição e ultimamente queria justificar todos os erros não entendendo as críticas como corretas.

Para mim particularmente falhou nos dois gols do Audax no Campeonato Paulista e falhou feio contra o Nacional, do Uruguai, duas eliminações doídas para o Corinthians.

No ano passado, ele falhou com o Guarani, do Paraguai, lá em Assunção, mas depois se recuperou.

Ninguém e infalível, mas a falha do goleiro acaba aparecendo mais porque normalmente quando isso acontece é gol do adversário.

Cássio é bom goleiro e já o defendi na Seleção Brasileira senão como titular, pelo menos para ser melhor testado.

Esteve lá e saiu da lista de Dunga nas últimas chamadas. Isso pode ter mexido com ele como também a frustrada transferência para a Turquia.

Hoje Cássio está pior que Walter. Não acredito que Tite o tenha afastado do time só porque ele foi a velório da avó.

Tite é um cara justo, não usaria esse tipo de situação para resolver um problema do time.

Saiu porque está mal mesmo e está mal e não reconhece que está mal. Esse é o problema.

Vai ficar fora um bom tempo. Terá que se recondicionar e só voltará quando Tite decidir.

Não há nenhum problema em Cássio ficar na reserva. O Corinthians já teve inúmeros goleiros melhores que ele e piores também, mas nenhum foi tão deselegante com o seu treinador como ele foi.

Dizer que tem história no clube e que não é nenhum menino e que perdeu a posição fora do campo, é tentar se achar insubstituível, coisa que ele não é.

Gilmar dos Santos Neves, talvez o maior goleiro da história do futebol brasileiro, caiu em desgraça no Corinthians e se consagrou no Santos.

Na história dele não consta esse tipo de reclamação pública. E olhe que era Gylmar, que deu a volta por cima no Santos e na Seleção Brasileira.

Talvez Cássio ache que a história dos goleiros do Brasil tenha começado com ele, mas é melhor conhecer a história toda e quem sabe perceber que não é a primeira vez que alguém vira reserva porque caiu de produção.

É preciso ser um grande goleiro, não apenas um goleiro grande. Dentro e fora de campo.

Time dos Sonhos, só um

Leia o post original por Odir Cunha

time dos sonhos - autor lendo trecho do livro para Robinho
Início de 2004, no CT Rei Pelé em obras, entrego o Time dos Sonhos e aproveito para ler um trecho para o garoto Robinho, que a partir dali citaria o livro como o seu preferido. É impossível amar o que não se conhece.

Ainda no sábado, pouco depois da final da Liga dos Campeões, teve jornalista que se precipitou em dizer que este Barcelona é o melhor time de futebol que já existiu. Se as táticas, os métodos de treinamento e os jogadores evoluem como atletas, então os últimos campeões, teoricamente, serão sempre melhores do que os anteriores. Mas esta é uma armadilha que comete o anacronismo de analisar o passado com os olhos do presente. Como arte, magia e impacto no mundo do futebol, ainda não se inventou um time melhor do que o Santos de 1962/63.

Nove vezes campeão consecutivamente , entre 1961 e 1963, nesse período o Santos de Gylmar, Lima, Mauro,Calvet e Dalmo; Zito e Mengálvio; Dorval Coutinho, Pelé e Pepe acumulou dois títulos estaduais, dois nacionais, duas Libertadores e dois Mundiais, além de um Rio-São Paulo, todas conquistas oficiais, seguidas.

Mais do que os títulos, aquele time tinha 10 jogadores regularmente convocados para a Seleção Brasileira. Sete deles seriam bicampeões do mundo na Copa do Chile, em 1962, e Calvet só não foi sob a alegação de que a Seleção já tinha muito santista. E isso em um país com, no mínimo, oito times grandes, bem diferente da Espanha, que só tem dois, ou, com muita boa vontade, três.

Individualmente, mesmo com Messi e Neymar, este Barcelona não pode ser comparado ao grande Santos, um time com talentos natos, todos brasileiros, não uma legião estrangeira montada com a força do dinheiro. É possível comparar Ter Stegen com o campeoníssimo Gylmar? Ou os zagueiros Piqué e Mascherano com Mauro Ramos de Oliveira e Calvet? E um ataque com Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe? E um meio-campo com Zito, titular e líder em duas Copas do Mundo e dois Mundiais Interclubes, além do clássico Mengálvio?

Vivia-se, como costuma informar Pelé, a época artística e romântica do futebol, em que um time só era conhecido no mundo todo, se jogasse em todo ele, e assim o Santos fez, atuando em todos os continentes, das três Américas à Ásia, África, Oceania… As platéias apreciaram, in loco, o futebol encantador dos brasileiros.

Contei as histórias que compõem a saga deste time no livro Time dos Sonhos, lançado em dezembro de 2003, que teve suas três edições esgotadas. Lembro-me que fui a Santos no início de 2004 entregar exemplares a cada um dos jogadores campeões brasileiros em 2002, que seriam novamente campeões nacionais naquele ano.

Depois disso, no seu perfil no então Orkut, Robinho citava Time dos Sonhos como o seu livro preferido. Será que por isso valoriza tanto a história do Alvinegro Praiano? Provavelmente. Não se consegue gostar do que não se conhece, do que não se entende.

Prometi ao cantor e intérprete Zeca Baleiro, que fez de Time dos Sonhos o seu livro de cabeceira, relançá-lo logo que puder, pois ali está toda a história do time até o título brasileiro de 2002 – os bons e os maus momentos, pois também se aprende muito nas agruras, nas épocas de vacas magras.

Espero que os jornalistas e formadores de opinião que não tiveram a oportunidade de lê-lo, o façam desta vez. Isso evitará a heresia de comparar uma equipe que foi o maior espetáculo da Terra, com outra que só se apresenta nos palcos iluminados e protegidos da Europa.

E pra você, é possível comparar este Barcelona com o Santos de Pelé?


Jabuca e Briosa, dois times 100% da cidade de Santos

Leia o post original por Odir Cunha

Confesso que em meados dos anos 60 eu torcia para o Santos ser campeão e para a Portuguesa Santista, a “Briosa”, não ser rebaixada. E veja que eu era um menino de São Paulo, jamais tinha pisado em Santos. Mas o nome daquela cidade me lembrava praia, alegria, férias, e naquele tempo não se falava “vou à praia”, se dizia “vou a Santos”, como se fosse uma cidade mágica feita para as crianças brincarem. E eu, já fascinado pelo Santos, adotei também a Portuguesa Santista, que vi ganhar da Ponte Preta por 1 a 0, em 1964, gol do craque Samarone, e subir para a Divisão Especial do Campeonato Paulista.

Como a simpatia pelo Jabaquara, o “Jabuca”, veio na mesma época, me tornei um paulistano que torcia para os três times de Santos. Aposto que lembro algumas passagens que nem alguns torcedores desses times se recordam. Como a goleada da Santista sobre o Palmeiras, em pleno Parque Antártica, por 4 a 1, no Paulista de 1968, ano em que o Palmeiras só não foi rebaixado porque houve uma mutreta no jogo final contra o Guarani, em Campinas.

Não esqueço, também, os contorcionismos que o Jabaquara fazia para não ser rebaixado. Primeiro, apelava para os tribunais, alegando que como fundador da Federação Paulista de Futebol, não poderia sair da Primeira Divisão. Ganhou algumas causas assim e por isso a Divisão passou a ser denominada “Especial”, para evitar os dribles jurídicos do Jabuca.

Sem dinheiro, um dia o Jabaquara contratou o malabarista de um circo que passava pela cidade. Bastou uma partida para se perceber, entretanto, que o astro “Mandrake” – era este o nome da fera – se saía muito bem controlando a bola sem nenhuma marcação, mas não sabia o que fazer com ela em campo.

Ambos fundadores da Federação Paulista, Jabaquara Atlético Clube e Associação Atlética Portuguesa, têm uma história que merece respeito. O Jabuca completou seu centenário em 15 de novembro de 2014, a Briosa comemorará o seu em 20 de novembro de 2017.

Se somarmos os craques que revelaram, teríamos um timaço. O Jabuca descobriu Gylmar, o maior goleiro do Brasil de todos os tempos, Baltasar, Feijó, Getúlio, Ramiro, Álvaro, Célio… A Briosa, além de Samarone, já citado, revelou Tim, craque da Seleção Brasileira de 1938, Joel Camargo, Marco Antonio… até Neymar começou lá.

Nenhum dos dois clubes conquistou um título estadual de primeira divisão, mas tiveram momentos de destaque. Ainda com o nome de Hespanha, o Jabaquara foi vice-campeão paulista, pela Liga Amadora de Futebol, em 1927, atrás apenas do temível Paulistano. No ano seguinte voltou a ter boa atuação, ficando em terceiro lugar.

A vitória mais comemorada do Jabuca o correu na noite de 31 de julho de 1957, na Vila Belmiro, quando goleou o Santos, bicampeão paulista, com Pelé e tudo, por 6 a 4. Naquela noite, comandado pelo argentino Filpo Nuñez, técnico que depois faria sucesso no Palmeiras, o “Amarelinho” como também era chamado o Jabaquara pela cor de sua camisa, saiu de uma derrota de 3 a 1 para uma goleada espetacular. Melão marcou quatro gols.

Quanto à Portuguesa Santista, além da heroica ascensão, em 1964, o time recebeu a Fita Azul por uma excursão invicta à América Latina em 1959. Deixou tão boa impressão nos países onde jogou, que por lá passou a ser chamada, pomposamente, de “La Santista”. Sua melhor colocação na série principal do paulista foi o terceiro lugar, obtido em 1936, 1937, 1938 e 2003. Outro motivo de orgulho para seus torcedores é que o seu estádio, Ulrico Mursa, inaugurado em 1920, hoje com capacidade de 9.139 pessoas, foi o primeiro da América Latina a receber cobertura de concreto.

O histórico estádio do Jabaquara, o popular Caneleira, comporta 8.031 pessoas. O clube já teve um bom terreno de frente para o mar, na valorisadíssima Ponta da Praia, em Santos, mas em 1945, em grave crise financeira e às portas do rebaixamento, resolveu vender o terreno para pagar as dívidas. Acabou sem terreno e ainda com muitas dívidas, em um negócio que jamais ficou muito bem explicado.

Uma curiosidade que envolve os dois times e também o Santos Futebol Clube é que no Campeonato Paulista de 1935, o primeiro estadual conquistado pelo Alvinegro Praiano, o Corinthians liderou o primeiro turno sem nenhum ponto perdido, mas no segundo perdeu para Jabaquara e Portuguesa Santista, permitindo que o Santos, com mais uma vitória, comemorasse o título em pleno Parque São Jorge.

1935, um título do Santos, mas com ajuda da Briosa e do Jabuca Com seis vitórias em seis jogos, o Corinthians terminou o primeiro turno do Campeonato Paulista de 1935 na liderança. Mas logo em seu primeiro jogo do returno, foi enfrentar a Portuguesa Santista no Ulrico Mursa e perdeu por 2 a 1, com dois gols seguidos de Tim, aos 36 e 38 minutos do primeiro tempo. Na semana seguinte, o alvinegro paulistano voltou a Santos, dessa vez para jogar contra o Jabaquara, no antigo campo do Macuco, e saiu novamente derrotado: 2 a 0, gols de Chiquinho aos 21 minutos do primeiro tempo e Carazzo, de pênalti, aos 23 do segundo. Como depois ainda empatou com o Juventus (1 a 1), no Parque São Jorge, o time da âncora teria de vencer o Santos e o Palestra Itália, nas duas últimas rodadas, para sair campeão. Porém, o Glorioso Alvinegro Praiano subiu a serra acompanhado de uma corajosa torcida de estivadores, venceu por 2 a 0, gols de Raul aos 36 minutos do primeiro tempo, e Araken, aos 17 do segundo, e no dia 17 de novembro, em pleno estádio do adversário, comemorou o seu primeiro título paulista, conquista heroica que teve a participação dos três times de Santos.

Jabaquara, fundado pela colônia espanhola de Santos, que teve o dramaturgo Plínio Marcos como seu torcedor mais famoso, e Portuguesa Santista, time preferido da colônia portuguesa da cidade, hoje disputam a Série B do Campeonato Paulista e lutam para voltar à Divisão Principal do Estado. Conheça um pouco mais sobre ambos:

Clique aqui para entrar no site oficial do Jabaquara

Hino do Jabaquara:

Filme sobre o Centenário do Jabaquara:

Clique aqui para entrar no site oficial da Portuguesa Santista

Hino da Portuguesa Santista:

Filme sobre a Portuguesa Santista:

Melhores momentos de Jabaquara 2 x 2 Portuguesa, em junho de 2014, pela Segunda Divisão do Campeonato Paulista:

E você, o que acha das histórias de Jabaquara e Portuguesa Santista?


Gilmar e De Sordi. Dizer mais o quê?

Leia o post original por Quartarollo

São dois monstros do futebol que partiram neste fim de semana. Dias atrás outro monstro foi embora, Djalma Santos. Agora Newton De Sordi e Gilmar dos Santos Neves, ou Gylmar, como é a grafia correta na sua certidão de nascimento. … Continuar lendo

Santos contribuiu mais para a conquista da Jules Rimet

Leia o post original por Odir Cunha

Os 5 a 0 de ontem pela melhor TV do mundo: a SantosTV:

Bastidores do “Nós contra Rapa”:


O santista Carlos Alberto Torres ergue a Jules Rimet

Participei ontem, domingo à noite, do programa Esporte Visão, da TV Brasil, e em determinado momento afirmei que o Santos foi o time que mais contribuiu para a conquista da Taça Jules Rimet. Ao que fui agressivamente contestado pelo companheiro Márcio Guedes, que participava do programa do estúdio no Rio de Janeiro.

Acho que expliquei que, somados titulares e reservas, o Santos teve mais jogadores nas três Copas que deram ao País a posse definitiva da Taça. Foram três jogadores em 1958 (Pelé, Zito e Pepe), sete em 1962 (Pelé, Zito, Pepe, Gylmar, Mauro, Mengálvio e Coutinho) e cinco em 1970 (Pelé, Clodoaldo, Carlos Alberto, Joel e Edu), completando 15. Nenhum outro time cedeu tantos jogadores. O segundo é o Botafogo, com nove, ou seis a menos.

Ouvia os convidados do Rio pelo “ponto”, aquele aparelhinho que a gente põe no ouvido. Se mais de uma pessoa fala ao mesmo tempo, você não consegue distinguir bem. Só sei que ouvi o Márcio dizer que reservas não valem, que os titulares é que jogam. Claro que concordo com essa afirmação. Percebi que ele deve ter entendido que eu disse que o Santos teve mais reservas. Se eu disse isso, me embananei, pois queria dizer que o Santos teve mais jogadores somando-se titulares e reservas.

Como o Márcio Guedes deve ter uns 413 anos de crônica esportiva e como reagiu de maneira tão confiante e até um tanto brusca, preferi não estender a discussão, até porque não há como comparar os resultados do Santos de Pelé e do Botafogo de Garrincha, por mais boa vontade que se tenha. Um foi seis vezes campeão brasileiro, duas vezes da Libertadores e duas Mundial; o outro só ganhou um brasileiro, o da Taça Brasil de 1968, direito que defendi galhardamente no Dossiê da Unificação.

Santos também teve mais titulares na Jules Rimet

A vida é um constante aprendizado e não tenho nenhum problema de aprender uma nova lição a cada dia. Assim, humildemente, ao chegar em casa, fui consultar meus livros para checar a informação que Márcio Guedes anunciou com tanta certeza. Confira junto comigo, caro leitor e cara leitora:

Copa de 1958 – O Santos colaborou com os titulares Pelé e Zito; enquanto o Botafogo cedeu Garrincha, Didi e Nilton Santos. O Santos ainda teve um reserva, Pepe, enquanto o alvinegro carioca não teve nenhum reserva.
Detalhes – Em 1958, Zagalo do Flamengo, assim como Gylmar ainda era do Corinthians e Mauro do São Paulo.

Copa de 1962 – O Alvinegro Praiano teve quatro titulares: Pelé, Gylmar, Mauro e Zito. O Botafogo, outros quatro: Nilton Santos, Didi, Garrincha e Zagalo. Entre os reservas ainda havia três santistas: Mengálvio, Coutinho e Pepe. O Botafogo tinha um reserva: Amarildo.
Detalhes – Pelé se machucou no segundo jogo e foi substituído pelo botafoguense Amarildo. Coutinho e Pepe foram inscritos na Copa como titulares, mas, devido a contusões nos últimos jogos preparatórios, Coutinho foi substituído pelo palmeirense Vavá e Pepe pelo botafoguense Zagalo.

Copa de 1970 – O Santos teve três titulares no México: Pelé, Clodoaldo e Carlos Alberto Torres. E ainda mais dois reservas: Joel Camargo e Edu. O Botafogo só teve Jairzinho como titular. Roberto e Paulo Cezar Lima, ou “Caju”, foram reservas.
Detalhes – Gérson foi inscrito na Copa como jogador do São Paulo. Nas Eliminatórias, quando o time foi denominado “As Feras do Saldanha”, por ser dirigido pelo jornalista João Saldanha, o Brasil fez todos os jogos com seis titulares do Santos: Carlos Alberto, Djalma Dias, Joel, Rildo, Pelé e Edu.

Portanto, em que pese a ênfase dada pelo companheiro Márcio Guedes, a realidade é que além de ter mais jogadores nas três Copas, somando-se titulares e reservas, o Santos também teve mais titulares do que o alvinegro carioca nas Copas que deram ao Brasil a Jules Rimet.

Mesmo que se divida a titularidade entre Pelé e Amarildo em 1962, o fato de ter dois titulares a mais em 1970 ainda daria ao Santos o mesmo número de titulares do que o Botafogo, com nove titulares nas três Copas. Isto sem contar os reservas, que proporcionam uma vantagem absoluta ao melhor time de todos os tempos. E ainda sem contr o time nas Eliminatórias de 1970.

E pra você, que time contribuiu mais para a conquista da Jules Rimet?