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Revelação do Tricolor de malas prontas pra Europa?

Leia o post original por Craque Neto

No início da temporada a diretoria do São Paulo surpreendeu muita gente e acertou a transferência do jovem atacante David Neres, até então com 19 anos, para o Ajax da Holanda por impressionantes R$ 50 milhões. Pelo visto o presidente Leco e todo mundo lá de dentro estreitou bem os laços com esse clube europeu. Isso porque o mesmo Ajax está bem interessado em contratar o lateral-esquerdo Junior Tavares, revelação do Tricolor em 2017. Esse menino, que na verdade é gaúcho e teve passagens na base de Inter e Grêmio, começou a brilhar recentemente com a camisa do time do […]

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Cruyff morre e definitivamente vira lenda

Leia o post original por Quartarollo

Johan Cruyff morreu aos 68 anos vítima de câncer de pulmão. Fumou demais, tanto quanto jogou.

Foi um dos grandes do futebol mundial e marcou como líder da laranja mecânica, a Seleção Holandesa de 1974 que perdeu a final para a Alemanha depois de grandes exibições contra potências da época como Uruguai e o então campeão Brasil.

Era o único jogador acima da média daquele time. Muita gente não concorda comigo nessa tese entendendo que a Holanda era perfeita, não era, tinha um goleiro fraco, uma defesa falha que se beneficiava já na época da marcação total campo inteiro dos companheiros à frente.

Esse mesmo pessoal fala mais de ouvir dizer do que ver in loco ou pelo menos conversar com alguém que a enfrentou ou com jogadores que conviveram com os holandeses.

Quando a coisa ficava feia com as saídas mais intempestivas de Kroll, que era bom zagueiro e bom líbero, Suurbier dava o socorro para o time não ficar desguarnecido atrás. Era um líbero ao contrário.

Na Copa perdeu a final para a Alemanha que tinha melhores jogadores individualmente, na minha opinião.

Tinha Sepp Maier, um goleiro extraordinário, um gênio, Franz Beckenbauer, o kaiser e o maior da historia do futebol alemão, um dos maiores de todos os tempos; Paul Breitner, gênio que atuava de lateral e meio-campo; Overath, craque do meio-campo e para completar um dos maiores artilheiros da história, Gerd Müller, baixinho para os padrões germânicos, meio gordinho e fatal para os adversários.

Cruyff teve grandes momentos no Ajax, de Amsterdã, e no Barcelona como jogador e como técnico.

Não ganhou a Liga dos campeões pelo Barça, mas incutiu uma forma de jogar que se reflete até hoje e depois foi aprimorada por Guardiola com a chamada posse de bola quase que total.

Foi um bom treinador e gostava dos jogadores brasileiros, mas ultimamente estava tão decepcionado quanto nós.

Dizia que o Brasil perdeu a sua forma de jogar, jogou fora a sua cultura de qualidade e posse de bola.

O Brasil era essa referência nas décadas de 60 e 70. Jogadores que gostavam da bola e que queriam jogar com ela no pé o tempo todo.

Cruyff errou feio quando falou, fez campanha e escreveu para todo mundo ler que Messi e Neymar não poderia nunca jogar juntos.

Estão provando que o holandês estava redondamente enganado, mas isso jamais tirará o seu brilho.

Houve uma época depois que saiu do Barcelona que Cruyff vivia cutucando os treinados que por lá passavam.

Eles colocavam o seu filho Jordi no banco, mas estavam certo. Nem de longe se comparava com o pai do qual só herdou o sobrenome.

Antes de Guardiola sentar no banco principal e ganhar tudo, todo técnico do Barça passava pelo crivo crítico de Cruyff. Tratava o clube ainda como um feudo seu.

Cruyff indiscutivelmente foi um grande talento, mas não o coloco ao lado de Pelé, Maradona, Messi, Ronaldo, Neymar, Platini, Beckenbauer,Garrincha, Di Stéfano, Didi e Zidane, mas formaria um grande time com eles. Era mais tático, mais coletivo, esses eram gênios da bola.

Vai com Deus, Cruyff. Deixou bons exemplos e faltou o título de uma Copa do Mundo.

Só jogou a de 74, em 1978 por causa da ditadura argentina protestou e não veio a Copa deste lado do Mundo, mas talvez já estivesse percebendo que a idade estava chegando.

Cruyff agora vira lenda, uma bonita lenda do futebol mundial com um currículo super-expressivo.

Com Tite o Brasil não tomaria sete gols da Alemanha

Leia o post original por Quartarollo

O técnico Tite era o mais cotado para substituir Luiz Felipe Scolari na Seleção Brasileira após a vergonhosa participação na Copa-2014.

Era a expectativa do público e da imprensa, mas a CBF com gratidão tardia reconduziu Dunga ao posto de treinador.

Dunga tinha feito um bom trabalho na passagem anterior e Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, teria interferido para que ele voltasse para reparar, segundo ele, uma ingratidão já que era para tê-lo mantido depois de 2010.

Teixeira foi afoito e como sempre ofereceu a cabeça de Dunga para acalmar os críticos da Seleção que não aceitaram a derrota para a Holanda, 2 x 1, nas quartas de final apesar dos bons resultados apresentados até ali.

Naquele mesmo jogo, o Brasil fez um primeiro tempo primoroso e poderia ter goleada.

Só fez um gol e tomou a virada no segundo tempo em duas falhas grotescas de Júlio César, que no entanto foi reintegrado por Felipão em 2014 para se tornar o goleiro brasileiro que mais tomou gol numa Copa só.

Mas tudo poderia ter sido diferente se o técnico da Copa fosse outro e poderia ser não fosse o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, ter vetado a liberação de Tite quando Mano Menezes foi demitido por José Maria Marin após o Super clássico das Américas contra a Argentina.

Tite revelou para os companheiros do canal “Fox Sports”, nesta terça-feira, que assim que Mano foi demitido, a CBF entrou em contato com Gobbi pedindo a sua liberação.

Mário Gobbi pensou no Corinthians e fez muito bem. Tite ainda tinha o Mundial, do Japão, para disputar e acabou campeão meses depois dando o maior título da história à torcida corintiana.

Tenho certeza que com Tite o Brasil jamais perderia de 7 para a Alemanha e muito menos de 3 para a Holanda.

Também acho que não teria convocado Júlio César e outros fracassados para a Copa.

Também acho que se José Maria Marin não tivesse dado uma de chefão mandão, Mano Menezes teria dado sequência a um trabalho que começava a dar resultados e também não tomaria nunca de 7 de seleção nenhuma.

Aliás, no time de Mano, com certeza Fred não estaria. Ele já tinha decidido que não jogaria com centro-avante fixo.

Não tenho nada contra Fred nem em relação à Copa. Lá ele ficou preso entre os zagueiros, refém de um esquema de Felipão feito para Neymar e quando Neymar faltou, faltou também o chamado plano B.

Fred não perdeu nenhum gol na Copa e sabem porque? Porque jamais a bola chegou nele em condições de finalizar.

Acabou virando a Geni do futebol brasileiro como diria Chico Buarque de Holanda. Todo mundo “jogando” bosta nele, mas a verdade é que foi vítima de um esquema que não levou em conta o seu estilo de jogo.

Para ter um atacante finalizador no ataque sem municia-lo é melhor não ter, mas Felipão sempre gostou de centro-avante parado e esperando a bola chegar na área.

Acredito também que com Tite, Fred renderia mais ou não seria titular optando por uma equipe mais móvel no ataque.

Enfim, foram chances que a CBF perdeu para evitar uma catástrofe maior.

Talvez tenha sido melhor. Assim começamos a discutir as mazelas do futebol brasileiro e seus desmandos diários.

Não acredito que o Brasil deixe de ser uma escola importante por causa dos 7 x 1 contra a Alemanha, mas espero que algo de bom ainda surja de tudo isso.

Continuo esperando e acho que você também.

Dunga, o capitão e a única história séria de Vampeta

Leia o post original por Milton Neves

charge vamp

Não foi frescura de Dunga a obrigação de obediência total ao capitão do time.

Desde 2010 soube no “Band Mania” que na Europa o capitão lidera o elenco não apenas no campo.

Ele é o “General do Exército”, abaixo só do treinador.

Vampeta, Denilson e Emerson Puma, que jogaram por anos em times da Itália, Espanha, Alemanha e Holanda, disseram para minha surpresa, em jantares que fazíamos, que ninguém inicia refeição ou deixa a mesa por lá sem que o capitão, sempre o mais velho do time, tenha sido o primeiro a fazê-lo.

Dunga, ex-jogador de vários países, apenas implantou o modelo que aprendeu e se submeteu na Itália, Alemanha e no Japão.

Mas inovou com Neymar, longe de ser o mais velho do elenco.

E aqui e agora mais uma de Vampeta, essa emocionante e talvez o único caso sério do irreverente baiano.

Enquanto jogou na Holanda, de 93 a 98, manteve relação de “casado” com Beertje, linda moça loira, 20 anos, olhos azuis e rosto rosado “como manga coquinho”.

Na tão liberal Holanda, algo comum, Vampeta morou com a “esposa” quase quatro anos na casa dos pais e ao lado dos irmãos dela.

Ele era parte integrante da família e morava com Beertje na suíte principal.

Mas, um dia, sempre avoado e até inconsequente, Vampeta, em 24 horas, deixou a Holanda do PSV e voltou ao Brasil do Corinthians.

Simplesmente apanhou uma maleta e o passaporte no clube e se mandou.

Nem se despediu da “esposa”, da família dela e muito menos apanhou os “trens” que tinha na casa do “sogro” holandês.

Por quase dois anos nunca mais falou com a amada abandonada.

Mas, em 1999, quando a seleção disputou um amistoso com a Holanda em Amsterdã, Vampeta foi até Eindhoven na casa que tanto o abrigou, de todo jeito, “para ver como ficaram as coisas por lá”.

Tocou a campainha da “townhouse” e quem abriu a porta?

Sua “ex-esposa”!

E segurando seus gêmeos loiríssimos já de seu casamento-casamento mesmo com um holandês.

O encontro, à porta, durou uns três minutos.

Nenhuma palavra trocada, mas foi o tempo para a moça, seus pais e irmãos olharem Vampeta de cima a baixo.

E olharam com surpresa, curiosidade, saudade, estupefação, decepção, susto e até distante carinho pela presença ali daquele “desertor desalmado” que eles tanto admiravam e abrigaram.

“Foi como que eu fosse um morto-vivo desaparecido de guerra voltando para casa”, contou.

Sem nenhuma cobrança, sequer no olhar, o holandeses deram as costas ao brasileiro após os três minutos, entraram e Vampeta ficou travado à porta por instantes.

Mas logo se recompôs, voltou ao hotel da seleção e, no caminho, sentiu ou ficou “desconfiado” que fizera coisa muito errada abandonando sem satisfação sua “família holandesa”.

E chorou!

Chorou de vergonha com efeito retroativo falando para si mesmo: “Foi a maior bronca que recebi na vida sem ouvir uma só palavra”!

Não dá um filme isso?

Gilmar Rinaldi não é contra psicólogo na Seleção e garante que nenhum jogador está vetado para convocação

Leia o post original por Quartarollo

Psicólogo só para dar uma palestra e ir embora não adianta. Para Gilmar Rinaldi, novo coordenador de Seleções da CBF, a presença do profissional tem que ser mais constante como já aconteceu em outras competições. Apesar do fiasco contra Alemanha … Continuar lendo

Brasil encerra a participação mais vexatória da história e Felipão e os jogadores dão as mesmas desculpas de sempre

Leia o post original por Quartarollo

Brasil caiu diante da Holanda, 3 x 0, em Brasília, e encerrou melancolicamente a sua mais vexatória participação em Copas do Mundo. Nunca um time brasileiro foi tão humilhado em mais de cem anos de história e nunca tomou tantos … Continuar lendo

“Laranja Mecânica” termina de espremer o bagaço armado por Felipão!

Leia o post original por Milton Neves

charge

placar holanda

Que sorte que  a Holanda entrou bem desanimada no jogo, hein, amigos?

Caso contrário, conseguiria tranquilamente marcar na seleção brasileira a mesma quantidade de gols que a Alemanha na semifinal.

O time de Felipão foi a campo ainda grogue após o duro golpe dado pelos alemães na terça-feira.

E, aos 15 minutos, já perdia por 2 a 0.

Aí, a seleção holandesa, que para falar a verdade nem queria disputar o terceiro lugar, tirou o pé e deixou a bola com o Brasil, que não soube o que fazer com a mesma.

Assim, aos 45 minutos da etapa final, veio o golpe de misericórdia da Laranja Mecânica: 3 a 0.

E merecidas vaias vindas das arquibancadas do belíssimo estádio Mané Garrincha.

Como bem disseram por aí, este foi o duelo Laranja Mecânica x Bagaço.

Agora, que Felipão tenha o mínimo de bom senso e peça o boné.

Afinal, simplesmente NÃO DÁ!

Opine!

Triste fim do ex-melhor futebol do mundo

Leia o post original por Neto

Brasil perdeu para a Holanda o jogo e a disputa do terceiro lugar

Brasil perdeu para a Holanda o jogo e a disputa do terceiro lugar

Quando criança cresci vendo grandes jogadores na Seleção Brasileira. Eram timaços com Rivellino, Dirceu Lopes, Jairzinho, Paulo César Caju e muitos outros. Com o passar dos anos nunca perdemos a nossa essência. Até durante a fila de 24 anos sem títulos mundiais, de 1970 a 94, sempre cultivamos gerações de craques. Afinal quem não se lembra da turma do Telê da Copa de 82? Pelo amor de Deus! Um amontoado de gênios da bola que não conquistou nada. Um verdadeiro desperdício. Mas foi tão marcante que não dá pra esquecer de Zico, Sócrates, Falcão, Cerezo e companhia.

Depois teve a base do tetra de 94 que, apesar de muito criticada pelo pragmatismo, era muito boa. Grandes zagueiros, excelentes meias, laterais de extrema categoria e uma dupla formada por Romário e Bebeto lá na frente. E com direito a Ronaldo e Müller no banco. É brincadeira? Depois uma nova safra chegou com Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo e muitos outros. Estava consolidado o pentacampeonato do mundo e a fama de melhor futebol do planeta.

Sei lá! Alguma coisa aconteceu nos últimos anos. Com os problemas físicos de Kaká, o sumiço de Adriano e o baixo rendimento de Robinho, nossa Seleção ficou orfã. A fonte parece ter secado. Estranho. Nos limitamos a apenas um craque: Neymar. Do restante apenas bons jogadores. Sem o comando ideal passamos vergonha na Copa do Brasil. Fomos eliminados jogando uma bolinha pequena e sofrendo a pior goleada da história dos Mundiais: um humilhante 7 a 1 para a Alemanha. Não bastasse isso deixamos escapar o terceiro lugar levando um 3 a 0 dos holandeses. Fim melancólico.

O duro não é isso. O duro é tentar encontrar uma luz no fim do túnel. Reencontrar nossos craques. Tá difícil.

Decisão do terceiro lugar é um velório

Leia o post original por Pedro Ernesto

Não sei qual o time que Scolari vai colocar em campo no jogo de sábado contra a Holanda. O que eu duvido é que ele monte um com a mesma organização tática. Espero que todos tenham se dado conta das necessidades de enfrentar um adversário de categoria. O treinador da Holanda afirmou que não deveria existir esse jogo. Mas ele existe e deve ser jogado com dignidade. Uma marcação forte é importante.

Jefferson Bernardes/ Vipcomm

Jefferson Bernardes/ Vipcomm

Não dá para se enganar com a explicação de seis minutos de pane. O desastre foi construído pela escalação de um time faceiro, desobrigado de marcar os talentosos jogadores alemães. Tenho quase certeza de que hoje a Seleção Brasileira vai ser mais pegadora, mais vocacionada para enfrentar um grande adversário, mais competitiva. Sendo assim, enfrenta a equipe de Van Gaal com boas chances de sair vitoriosa. Uma vitória não vai apagar o grande vexame, mas certamente não contribuirá para que as pessoas imaginem que o futebol brasileiro acabou.

Decisão
Messi pode fazer a diferença para os argentinos. Os alemães não têm um jogador desta envergadura. Mas há a organização do time. Vai ser um jogo de dura marcação, com espaços diminuídos. Tomara que não seja tão chato como foi Argentina e Holanda. Os dois times só marcaram e o jogo virou em encontrões, faltas, pouca emoção. São duas seleções que somaram méritos para chegar nesta posição de finalistas. A grande final vai coroar uma Copa que nos apresentou grandes jogos, muitos gols e muitas emoções. Sem favorito.

Argentinos
Eles são enlouquecidos pela sua seleção. Se fala em 100 mil torcedores argentinos no Brasil. Os repórteres da Rádio Gaúcha informavam sexta-feira que milhares passaram por Uruguaiana. Só neste dia, entraram mais de 7 mil torcedores pelo Rio Grande do Sul. Não sei como farão para assistir a partida. A maioria sequer tem ingressos. A prefeitura do Rio de Janeiro liberou o sambódromo para que eles pudessem ficar “hospedados”. Querem estar perto da sua seleção. Festa e festa. Se ganharem, vai ser loucura.

Dupla Gre-Nal
O Grêmio não deverá ter Fernandinho na sua volta contra o Goiás, no Brasileirão. Giuliano é dúvida. Sua papelada ainda não está finalizada. Rui Costa está eufórico com as contratações que foram feitas e diz que, para tirar o título do Grêmio, os adversários vão ter que jogar muito. Será? No Inter, que vai a São Paulo para pegar o Corinthians, a grande ausência deve ser Aránguiz. Ele tem uma lesão contraída na Copa do Mundo e ainda não se recuperou. É o Brasileirão voltando. Os dois estão bem colocados. Todos com boas chances de sucesso nesta competição.

Demaaaiiiis!
Durante a Copa, a jornalista Rosane de Oliveira viajou para a Colômbia e ficou abismada com as imagens do Brasil que foram mostradas, largamente, pela TV. Rosane ficou emocionada vendo imagens de Porto Alegre quando estava na cidade de Cartagena. Este é o legado estupendo de um país que sedia a Copa do Mundo. São 3 bilhões e 600 mil expectadores que são impactados pelos meios de comunicação. Gera turismo num prazo médio. Esta é uma indústria que o Brasil engatinha. E turismo é dinheiro novo na economia.

De menos
Este jogo para apurar o terceiro colocado, quando duas grandes seleções são derrotas na fase semifinal da Copa do Mundo, é um velório. A frustação da derrota leva os profissionais a quererem sair fora desta conjuntura. Thiago Silva, o capitão brasileiro, falou ontem na entrevista coletiva que está motivado. Fez aquilo que um profissional deve fazer. No entanto, sabemos que eles gostariam de não participar deste jogo que carrega alta dose de melancolia. Mas é o regulamento.

Argentina elimina a Holanda nos pênaltis e decide a Copa com a Alemanha

Leia o post original por Quartarollo

Depois de 24 anos a Argentina volta à uma final de Copa do Mundo e tentará conquistar um título que não ganha desde 1986. Lá se vão 28 anos sem título para “Los Hermanos”. Em ambas as decisões, 1986 e … Continuar lendo