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Empate que não resolve no Morumbi

Leia o post original por Antero Greco

O título desta crônica pode ser contestado, admito. O 1 a 1 entre São Paulo e Corinthians, no final da manhã, no Morumbi, tende a duas leituras para cada um dos lados.

Os são-paulinos podem festejar o ponto conquistado e que, por ora, deixa o time fora da zona de rebaixamento; depende ainda dos demais jogos. Ou podem lamentar a vitória escapada. Afinal, outros dois pontos seriam extraordinários na campanha de recuperação.

Os corintianos ficam aliviados com o resultado, pois a equipe não jogou bem e ainda botou um ponto no bolso e permanece folgada na frente. Ou enxergam outro sinal de desgaste do grupo, num segundo turno até agora com 3 derrotas, 2 vitórias, 1 empate.

O placar reflete virtudes e defeitos de ambos. O São Paulo teve primeiro tempo muito bom, obteve a vantagem com gol de Petros, em bela finalização e com ligeira falha de Cássio, que não acreditou no lance. O tricolor controlou o meio-campo, esteve seguro na defesa.

Nessa fase, criou duas outras boas chances, uma no comecinho e outra no fim. Os mais de 60 mil torcedores que estavam no estádio ficaram com a sensação de sucesso no clássico. Arboleda na zaga e Petros no meio eram o resumo da eficiência.

E o Corinthians apagado, sem graça, sem pegada, com Jadson apagado, Jô sumido, Fagner e Arana sem arranque. Um chute a gol, nada além disso. Cansaço pelo meio da semana? Oscilação normal, ao contrário da trajetória impecável do primeiro turno. Um pouco de cada.

Fábio Carille mexeu no intervalo – e fez bem em tirar Jadson e colocar Marquinhos Gabriel. Não que tenha melhorado demais o Corinthians, mas o tornou mais vivo. O São Paulo voltou igual – na escalação, não na forma de jogar. Diminuiu o ritmo, esperou o adversário, optou pelo contra-ataque, quando deveria buscar o golpe de misericórdia.

Carille fez mais mexidas, com Camacho no lugar de Romero e Clayson na vaga de Gabriel. E foi Cleyson quem fez o gol de empate, em jogada em que Rodriguinho foi mais esperto do que Júnior Tavares. São-paulinos reclamaram de falta, que não houve. Tricolores chiaram também com gol de Militão anulado – mas, no lance, Pratto havia feito falta em Cássio.

O mérito alvinegro na segunda parte foi o de ter jogado, o que não havia feito na primeira. A falha tricolor foi a de ter baixado a guarda justamente quando era melhor do que o rival.

Vejo condições de o São Paulo se safar da queda; há evolução, mas não sequência. Deve sofrer ainda por bom tempo.

Noto o Corinthians no rumo do título. Porém, não de maneira tão implacável como antes. Talvez não leve a taça com muitos pontos de diferença. Mas tem tudo pra levá-la.

  1. E que gesto feio de Gabriel na hora do gol de empate. Jogador profissional deve evitar esse tipo de atitude com a torcida do rival. E que covardia atirar pedra no ônibus são-paulino na chegada ao estádio…

 

Corinthians na turbulência

Leia o post original por Antero Greco

Você já pegou turbulência em voo? Mas daquelas fortes, que chacoalham o avião por vários minutos? O bichão sobe e desce, numa montanha-russa no ar. Dá um medo danado. Sorte que, depois, tudo volta ao normal, para alívio geral…

Pois o Corinthians está numa fase de turbulência. Ainda não a ponto de botar medão nos passageiros (torcedores). Mas o suficiente para assustar um pouco. São três derrotas em quatro jogos no returno do Brasileiro, com futebol oscilante. A elas se soma, agora, o empate com o Racing – 1 a 1, em casa, pelas oitavas de final da Sul-Americana.

O povo que esteve em Itaquera, na noite desta quarta-feira, ficou perplexo, preocupado, como se viu pelo pouco barulho no segundo tempo e pelo ar de preocupação ao final do jogo. No primeiro tempo, viu um Corinthians melhor do que nas últimas apresentações, mais próximo daquele que deitou e rolou no turno do campeonato nacional.

Tanto que ficou em vantagem, com gol de Maycon aos 29 minutos. Gol à parte, o importante foi mostrar controle dos nervos e das ações. Houve troca de passes, Jadson e Rodriguinho melhoraram, construíram bons lances. A marcação funcionou, os argentinos tiveram pouco espaço para se esparramarem na arena alvinegra.

No segundo tempo, prevaleceu o Corinthians recente, ou seja, lento, dispersivo, aparentemente “cansado”, com criatividade baixa. A turma do Racing percebeu, acelerou, forçou, empatou com Triverio (também aos 29 minutos) e quase virou. Isso mesmo: foram os gringos que levaram perigo para Cássio em noite instável.

Não por acaso o pessoal da “Academia”, apelido do Racing, saiu mais satisfeito, ao final da partida. Agora, o time argentino avança se empatar por 0 a 0 em Avellaneda, grande Buenos Aires. O Corinthians continua bem, obrigado, no Brasileirão, porém com a pulga atrás da orelha: estaria acabando o encanto?

A resposta vem no final de semana, de novo em Itaquera, desta vez diante do imprevisível Vasco. Vamos ver se a turbulência fica para trás.

O Corinthians é humano!

Leia o post original por Antero Greco

O Corinthians perdeu pela terceira vez em quatro jogos no returno, depois de 19 rodadas de invencibilidade. O tropeço desta vez foi diante do Santos, no clássico disputado na Vila Belmiro. Sabe o que essas recentes derrapadas mostraram? Que o líder é formado por gente e não a máquina intransponível da primeira parte do campeonato.

A turma de Fabio Carille tem valor – e isso ficou provado na larga vantagem que ainda tem sobre os demais concorrentes. Mas se “humanizou” com a oscilação. O retrospecto anterior era absurdo, fora do comum, improvável até para gigantes como Barcelona, Real Madrid, Bayern de Munique e outros do mesmo quilate. Ter índice de mais de 80% de conquista de pontos significava proeza para entrar no Livro dos Recordes.

A tal turbulência inevitável para qualquer equipe em qualquer competição longa finalmente deu as caras. Porém, veio num momento em que a distância para o restante se mantém folgada. E, mais do que isso, no início da segunda metade da Série A. Ou seja, há tempo suficiente para retomar o equilíbrio e, se tiver calma, para a festa do título.

Este o lado otimista da análise. O outro, mais realista: o Corinthians não consegue surpreender. A estratégia de jogo foi apreendida pelos rivais, tem sofrido marcação forte (que era uma de suas especialidades), vê os principais jogadores anulados, os laterais descem pouco e não cria chance de gol com facilidade. Por ora, virou time comum, como prova a apresentação de Rodriguinho, Jadson, Fagner, Gabriel, Jô, Romero, para ficar em pontos de referência.

Isso ficou evidente no duelo na Baixada. O Santos soube conter o toque de bola corintiano, trocou passes, teve paciência para esperar brechas. Além disso, contou com atuação excelente de seus atletas experientes. E teve em Lucas Lima o regente que o torcedor aprecia. A defesa esteve segura, o meio foi bem, o ataque funcionou na hora certa.

O Santos teve mais “vontade” de ganhar, apesar de poucas finalizações. No primeiro tempo, a melhor chance parou em defesa de Cássio. No segundo, ganhou ânimo com o gol de Lucas Lima aos 12 minutos (o primeiro dele no campeonato) e fechou a conta com Ricardo Oliveira aos 48. Está a 9 pontos do Corinthians (50 a 41), com direito a sonhar.

 

Última chance do último ‘tiriça’?

Leia o post original por Craque Neto

Quem acompanha minhas mídias sabe que na última temporada fui extremamente crítico ao elenco que a diretoria do Corinthians montou. Gastaram uma baita de uma grana e trouxeram uma legião de jogadores sem vontade e sem o ‘espírito’ para atuar no clube. Foram os casos principalmente do atacante Guilherme e do meia Marlone, ambos emprestados para outros corajosos times do futebol brasileiro. Outros dois, Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto ainda permanecem no elenco. O primeiro melhorou bastante. Tem ficado como opção no meio aos titulares Rodriguinho e Jadson e quando acionado tem executado bem a função. Sinceramente acho que merece […]

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Corinthians dá até raiva…

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, o Corinthians está tão ajustado, tão regulado, tão eficiente, tão consciente do que quer e como fazer que dá até raiva! Raiva para os adversários, que tentam de tudo e, ao menos nas 13 primeiras rodadas do Brasileiro, não sabem achar o caminho para derrotá-lo. Não é por acaso que lidera com uma folga absurda e aproveitamento que beira 90%.

Esse time cirúrgico, preciso, econômico e letal fez uma vítima de peso, nesta quarta-feira: foi ao Allianz Parque e lascou 2 a 0 no Palmeiras. Não só mateve a invencibilidade, como foi a 35 pontos e praticamente tirou um rival do caminho para o título. A não ser por uma improvável reviravolta, é bom o atual campeão nacional concentrar-se em Libertadores e Copa do Brasil.

O que se viu em campo foram duas situações claras e distintas: de um lado, o Corinthians certinho, a comportar-se como uma equipe com estratégia e tática definidas. De outro, um Palmeiras sob pressão e que agiu como um bando a correr pra cá e pra lá. Até ficou mais tempo com a bola nos pés, o que não significou absolutamente nada. Deu raros chutes a gol, não arrancou um suspiro da torcida. Não sujou o uniforme de Cássio.

O Corinthians teve a escalação habitual, que se repete desde o Paulista. Nenhuma surpresa, nenhuma mudança “para adequar-se ao jogo”. Mais um sinal de autoconfiança extraordinária, de quem tem ciência de que a preocupação é dos outros e não dele. Duas estocadas milimétricas resultaram nos gols – no pênalti sobre Arana convertido por Jadson, na etapa inicial, e no gol do próprio Arana, na segunda.

E o Palmeiras? Apareceu com mudanças na defesa (retorno de Dracena e Egídio), no meio-campo (Guerra de volta) e com o ataque formado por Roger Guedes, Dudu, Willian. Coordenação frágil, nervos à flor da pele, falta de criatividade e ausência de pontaria.

A vantagem alvinegra desmoronou a turma verde. Cuca ainda apelou para a entrada de Zé Roberto, Keno e Borja, mexeu um monte, como colocar Guedes na lateral, Mina à frente quase como centroavante, Keno e Dudu aberto pelos lados. Foi uma bagunça generalizada. E só. O Palmeiras afundou.

Entra rodada, sai rodada, todo mundo prevê a queda do Corinthians. E ela não vem. Ao contrário, só aumenta a gordura

INVICTO e fez do rival freguês na casa dele! Timão está MUITO FODA!

Leia o post original por Craque Neto

Após 26 jogos invictos na temporada eu pensei por alguns instantes que esse Dérbi contra o Palmeiras seria a oportunidade do Corinthians perder pela primeira vez no Campeonato Brasileiro. A torcida alviverde estava muito confiante até porque o Verdão completava quase um ano sem perder dentro do Allianz Parque. Casa cheia com mais de 40 mil torcedores com espírito de decisão. Todo mundo querendo jogar água no chopp corintiano. Mas esse pensamento passou rápido. Ainda mais quando vi as duas equipes entrando em campo. O técnico Cuca postou em uma equipe ofensiva com Roger Guedes, Dudu e Willian no ataque. […]

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Vixe, 3 a 0 fora o baile! Mão na taça?

Leia o post original por Craque Neto

O que foi o passeio do Corinthians hoje em Campinas, hein? Disputando a final do Paulistão contra o bom time da Ponte Preta, o Timão deitou e rolou. Jogou melhor os 90 minutos e mesmo tendo como principal destaque sua defesa, os caras de meio pra frente apresentaram o fino da bola. Méritos individuais principalmente para o Rodriguinho, que nesse campeonato tem levado os companheiros nas costas. Impressionante! Marcou dois gols e tomou conta do meio-campo alvinegro. Até o Jadson, que não está bem fisicamente, deixou a marca dele. Formando um placar de 3 a 0 que dificilmente será revertido […]

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