Arquivo da categoria: Jair Ventura

Chegou a hora!

Leia o post original por Odir Cunha

Com a provável estreia de Romário na lateral esquerda e do técnico Jair Ventura no comando da equipe, o Santos, time que mais vezes foi campeão paulista na era profissional, estreia no Estadual de 2018 contra o Linense, em Lins, a partir das 19h30 (com transmissão do SporTV). É o tipo do jogo em que se a bola bater na trave e entrar, estará tudo bem, mas se bater na trave e sair, não faltarão críticas ao time e à nova gestão. Mas é assim mesmo. No futebol ha uma enorme dificuldade de se diferenciar o essencial do supérfluo.

O torcedor, em geral, não quer saber se o clube foi deixado sem reservas pela gestão anterior, e por isso ainda não pode se reforçar devidamente para um ano em que participará de tantas competições importantes, entre elas a Copa Libertadores. Ele quer vitórias e títulos, e está no seu direito. Mas sabem, hoje a partida exige cuidados, como todo confronto no Interior de São Paulo.

O time provável do Santos será Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Romário; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Rodrigão e Bruno Henrique. Não sei dizer se Sasha deverá entrar no transcorrer do jogo, mas já me avisam que o rapaz é um meia atacante e não um centroavante. Veremos…

O Linense, treinado por Moacir Júnior, deverá jogar com Vitor Golas, Reginaldo, Leandro Silva, Adalberto e Eduardo; Bileu, Marcão e Danielzinho; Murilo, Kauê e Berguinho. Acredito que, mesmo jogando em casa, o time de Lins não deverá se expor e, é evidente, provavelmente correrá muito.

A arbitragem será de Luis Flávio de Oliveira, auxiliado por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Luiz Alberto Andrini Nogueira.


Números do Santos no Campeonato Paulista

O Santos FC é o 2º clube com mais participações no Campeonato Paulista, que começou no ano de 1902. Lembrando que são computadas as partidas realizadas nos Torneios de Classificação nos anos de 1956 e 1957, as partidas dos Torneios Inícios, não entram nas estatísticas, por serem partidas atípicas.

Ao todo, serão 103 participações. O primeiro ano em que disputou esse certame foi no longínquo ano de 1913, de lá pra cá, o time santista só não participou dos campeonatos realizados nos anos de 1914, 1915 e 2002. O time santista quando fez sua estreia no ano de 1913 não participou de nenhuma seletiva, já entrou direto no Campeonato.

Outros dois clubes santistas também participaram do Campeonato Paulista antes do Santos Futebol Clube, foram eles: Clube Atlético Internacional e o Sport Club Americano. O Clube Atlético Internacional disputou os Paulistas nos anos de 1907, 1908 e 1909, já o Sport Club Americano, disputou os Paulistas de 1907 a 1911, ano em que transferiu sua sede para São Paulo. O primeiro presidente do Santos FC, Sizino Patusca, foi um dos fundadores do Sport Club Americano, e o campo no qual o Santos FC disputou sua primeira partida oficial era o campo que pertencia ao CA Internacional, na Avenida Ana Costa nº 22.

Até hoje o Peixe disputou no Paulista 2.439 partidas, tendo vencido 1.269, empatado 559 e perdido 611 partidas. Marcando 5.066 e sofrido 3.230 gols.

A primeira participação no Campeonato foi no dia 01/06/1913, e o clube sofreu uma derrota nesta estreia diante do SC Germânia. Já o segundo jogo no dia 22/06, foi uma goleada diante do Corinthians Paulista pelo placar de 6×3, no campo do Parque da Antártica Paulista, com Millon marcando dois, Arnaldo Silveira dois e Ambrósio e Ricardo um tento cada. Formando o Santos FC com: Damasceno; Arantes e Sidney; Pereira, Ambrósio e Ricardo; Millon, Nilo, Urbano Caldeira, Harold Cross e Arnaldo Silveira.

O Alvinegro Praiano conquistou 22 títulos, nos anos de: 1935 – 1955 – 1956 – 1958 – 1960 – 1961 – 1962 – 1964 – 1965 – 1967 – 1968 – 1969 – 1973 – 1978 – 1984 – 2006 – 2007 – 2010 – 2011 – 2012 – 2015 e 2016. O time santista é o clube fora da capital que mais vezes conquistou o campeonato. São 4 Bicampeonatos e 3 Tricampeonatos. É o clube que mais Campeonatos venceu desde a implantação do futebol profissional no Brasil, no ano de 1933. É também o clube que mais gols marcou em um só Campeonato, 155 gols no ano de 1959. No atual século XXI, que teve início em 2001, o Santos FC é o maior vencedor dos Campeonatos Paulistas, o time santista venceu 7 vezes, e também é o clube que mais vice-campeonatos conquistou, 3.

No ano de 1927, o ataque santista marcou 100 gols em 16 partidas, com uma média de 6,25 gols por partida, recorde esse, que até hoje não foi superado por nenhuma outra equipe, esse ataque demolidor entrou para a história do futebol brasileiro como sendo o time do Ataque de 100 gols, cuja a linha dianteira era formada por Omar, Camarão, Feitiço, Araken Patusca e Evangelista, também participaram desse ataque em algumas partidas os jogadores Siriri e Marba.

O Jogador que mais gols marcou no Campeonato Paulista em um só ano, é o Rei Pelé que marcou 58 gols em 1958, além de ser ele o maior artilheiro por 11 anos. O Santos FC é a equipe que mais vezes teve seus jogadores como artilheiros máximos no Campeonato, em 27 campeonatos: Ary Patusca (1916) – Araken Patusca (1926-1927) – Feitiço (1929-1930-1931) – Del Vecchio (1955) – Pelé (1957-1958-1959-1960-1961-1962-1963-1964-1965-1969-1973) – Toninho Guerreiro (1966) – Juary (1978) – Serginho Chulapa (1983-1984) – Giovanni (1996) – Elano (2011) – Neymar (2012) – Cícero (2014) e Ricardo Oliveira (2015). As goleadas do Santos FC diante do Ypiranga, em 1927, e diante da Ponte Preta, em 1959, pelo placar de 12×1, estão entre as maiores goleadas do Campeonato.

Os 20 maiores artilheiros do Santos FC na competição: Pelé (466) – Pepe (179) – Coutinho (137) – Feitiço (129) – Toninho Guerreiro (111) – Tite (93) – Araken Patusca (88) – Odair (78) – Camarão (75) – Antoninho e Dorval (73) – Pagão (69) – Edu (65) – Serginho Chulapa (61) – João Paulo (54) – Neymar e Rui Gomide (53) – Gradim e Juary (52) e Ary Patusca (48).
O Rei Pelé é o jogador santista que mais partidas disputou no Campeonato, ao todo foram 17 participações, num total de 410 partidas.

José Macia, o eterno Canhão da Vila, Pepe é o recordista em títulos paulistas ao todos são 11 conquistas com a camisa do Alvinegro e uma como técnico campeão paulista em 1973.

Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube


Ousadia é a nossa marca

Leia o post original por Odir Cunha

Ontem o Santos apresentou o lateral-esquerdo Romário, de 25 anos, vindo do Ceará, e hoje, ao meio-dia, na sala de imprensa da Vila Belmiro, apresenta o diretor executivo Gustavo Vieira e o técnico Jair Ventura. São contratações pensadas, discutidas, amadurecidas.

É sabido que a agilidade para negociar é uma qualidade importante no futebol, mas ela não pode ser confundida com precipitação. O Santos não pode mais se dar ao luxo de entrar em negócios relâmpagos, mal explicados, alguns bastante lesivos ao clube, como ocorreu nas últimas gestões que levaram o Alvinegro Praiano à beira do abismo.

Olhemos os outros clubes grandes do Brasil e perceberemos que mesmo os mais endinheirados estão tateando, analisando muito bem o negócio antes de investir em um jogador. E a situação do Santos é um pouco mais delicada, pois em vez do superávit tão propalado pela última gestão, o que se encontrou foi um rombo enorme, com 30 milhões de reais a serem conseguidos em três dias, sob o risco de novamente jogadores e funcionários recorrerem à justiça por falta de pagamento.

Passamos por uma gestão cujos líderes se serviram do Santos. Estamos iniciando outra na qual as pessoas querem servir ao clube e estão empenhadas em fazer o Alvinegro Praiano novamente impor respeito aos adversários, à opinião pública e aos seus próprios sócios e torcedores. Precisamos dessa confiança de todos para dar os passos que sonhamos.

Precisamos de mais santistas nos estádios, de muito mais sócios, de torcedores que exerçam sua paixão com a confiança de que, por mais que hajam pedras no caminho, no final tudo acabará bem. Confie e não se arrependerá.

Mas Ousadia não é temeridade

Se, em outro post, citei Técnica, Disciplina, Garra e Ousadia como os valores perenes do Santos, qual seria o valor desta gestão comandada por José Carlos Peres e Orlando Rollo? Não há dúvida de que será a Ousadia. A imagem de um Pacaembu lotado de santistas no jogo contra o Corinthians, pelo Campeonato Paulista, será um exemplo dessa nova postura santista.

Porém, assim como agilidade não pode ser confundida com precipitação, Ousadia não é e jamais poderá ser confundida temeridade. Contratar Leandro Damião e colocar em campo um time improvisado para enfrentar o Barcelona, no Camp Nou, foram exemplos de aguda temeridade, ou mesmo de irresponsabilidade. Ousadia é romper os limites sem colocar em risco a imagem e a sustentabilidade financeira do clube.

Que aguardemos o anúncio dos novos contratados com a ansiedade natural do torcedor que somos, mas que confiemos nas pessoas que hoje representam ao Santos e em sua capacidade de montar o melhor time que a nossa capacidade de investimento pode proporcionar.

E você, o que acha disso?


Cartada certeira!

Leia o post original por Craque Neto

Vou ser sincero que não conheço o Sr. José Carlos Peres, presidente eleito do Santos. Em entrevista à Folha de S. Paulo ele criticou a diretoria anterior por, segundo ele, deixar o cofre do clube ZERADO! Não sei qual exatamente será a política de trabalho dele, mas é fato que duas atitudes já me agradaram como analista de futebol. A primeira é o fato de priorizar os jogos do Peixe no Pacaembu. Sei que isso traz uma polêmica danada com a torcida santista na Baixada, mas em São Paulo as partidas darão o triplo da renda. Não dá nem pra […]

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Mimimifobia

Leia o post original por Rica Perrone

A internet é a prova mais irrefutável que o ser humano é meio imbecil.  Na real é mais que meio, mas a gente passa um pano porque “tamo junto” na imbecilidade. Se as pessoas não tem opinião, são vendidas, covardes, manipuladas. Se tem, são racistas, xenófobos, filhos da puta, mau caráter, não deviam falar isso …

Botafogo avança, Atlético-MG desnorteado

Leia o post original por Antero Greco

Meus amigos, sei que futebol é dinâmico, assim como a vida. O que é bom hoje, amanhã vira mais ou menos, depois de amanhã fica ruim, e volta a ser o máximo no fim de semana. E assim sucessivamente. Nada é estático.

Dito isto, afirmo aqui que Jair Ventura, filho do grande Jairzinho, é candidato sério a técnico do ano. Tem como concorrente forte Fábio Carille, do Corinthians. Os dois moços conseguiram, até agora, a proeza de transformarem elencos medianos em times fortes, competitivos, equilibrados. Não superequipes, mas conjuntos dignos.

A nova prova do trabalho de Jair veio no início da noite desta quarta-feira, com os 3 a 0 sobre o Atlético-MG e a classificação para a semifinal da Copa do Brasil. O Botafogo anulou a vantagem mineira (1 a 0), conquistada em Belo Horizonte, e avançou com sobras.

E de maneira prática: dois gols no primeiro tempo (Carli e Roger) e o terceiro (Gilson) já nos acréscimos da etapa final, a pá de cá, o golpe de misericórdia, para não dar nenhuma esperança ao rival. Fora isso, controle do jogo na metade inicial e postura serena na outra.

Jair não inventou a roda, não é um professor Pardal. Nada disso. Compõe o time na medida justa, com o material de que dispõe. Contra o Atlético foi assim, em repetição do que se viu na Libertadores e no Brasileiro. Aposta no coletivo e nos contragolpes econômicos e letais.

E o Galo? Teve Rogério Micale no banco, numa estreia decepcionante. E que ninguém se atreva a cornetar o treinador campeão olímpico! Jamais. O rapaz pegou o barco andando, à deriva, e teve o azar de topar logo de cara com um adversário ajustado.

Mas pôde sentir, na prática, como será desgastante o desafio no Atlético. Impressiona como um clube, com tantos jogadores experientes e rodados, entra em parafuso dessa forma. Tem como consolo a Libertadores e precisa concentrar-se também na recuperação na Série A. No entanto, do jeito que vai, logo tem atleta que ficará escanteado.

Diferente e muito mais eficiente

Leia o post original por Craque Neto

Juro que não tenho nada contra ninguém. Pra falar a verdade nem conheço nenhum dos dois pessoalmente. Mas falem a verdade, se fosse pra escolher um dos dois, qual vocês escolheriam para dirigir o seu time? Zé Ricardo e Jair Ventura, dois treinadores jovens, cariocas da gema e comandam dois dos principais clubes do futebol brasileiro: Flamengo e Botafogo respectivamente. A diferença? Um tem nas mãos talvez o principal elenco do futebol brasileiro com jogadores gabaritados e salários milionários. O outro uma equipe modesta de nomes pouco conhecidos mas de resultados bem eficientes. Aos 46 anos Zé Ricardo assumiu o […]

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Não esqueçam o quão incrível é tudo isso

Leia o post original por Rica Perrone

Oi, botafoguense.  Escrevo esse texto para não te deixar esquecer de algumas coisas e não exatamente para avaliar este ou aquele jogo. Vejo euforia, e é justo que haja. Vejo todo prazer em falar em Dubai, título brasileiro, Copa do Brasil e o que mais vier. Sei o quanto é deboche, mas torcedor que sou …

Começar de novo. Hoje!

Leia o post original por Odir Cunha

Olho para o céu, está firme, o chamado “de brigadeiro”. O confronto é histórico. Jamais no futebol brasileiro houve um clássico assim, com o Santos de Pelé diante do Botafogo de Garrincha. Hoje faltarão os ídolos, os super craques, mas a rivalidade estará em campo a partir das 21 horas, no aconchegante Pacaembu. O improvisado Elano dirigirá um remendado Santos diante do bom Botafogo de Jair Ventura. O adversário está melhor, mas o Santos está em sua maior casa e lutará pela marca inacreditável de 20 vitórias consecutivas no Pacaembu.

Mais do que nunca o Alvinegro Praiano experimenta a sensação de viver uma crise que pode se transformar em oportunidade. O torcedor já viveu momentos assim tantas vezes, que sente um misto de apreensão e ansiedade. Ha o medo de um novo insucesso, mas também há a esperança de uma vitória redentora.

Com as contusões de Zeca e Caju a lateral esquerda virou um problema e Elano resolveu colocar o ambidestro Matheus Ribeiro por ali. A princípio, é o lado mais preocupante da preocupoante defesa santista, que ainda terá Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz.

No meio, o técnico interino decidiu escalar o experiente Vecchio no lugar de Vladimir Hernandez. Elano conhece aquele pedaço, Vecchio tem um estilo mais cadenciado, como o próprio Elano. O argentino jogará ao lado de Renato e Thiago Maia. Creio que foi uma boa escolha.

A grande novidade no Santos será a entrada do garoto Arthur Gomes como centroavante, ladeado por Vitor Bueno e Ricardo Oliveira, ou Kayke. Gostei. Elano sabe que o torcedor santista gosta de garotos no ataque, pois com eles em campo sempre terá bons motivos para acreditar que um dia surgirá um novo menino de ouro, como Elano já foi um dia.

Mas o adversário é perigoso e destemido. No papel, não é nenhuma brastemp, mas tem um técnico inteligente, que sabe tirar o máximo de seus jogadores. Sétimo colocado, com sete pontos, o time carioca tem quatro pontos ganhos a mais do que o Santos, que é o décimo-sexto na classificação geral. Será um duelo bom de se assistir e de torcer. Todos ao Pacaembu!

Santos x Botafogo – Pacaembu, 21 horas
(Se ainda não tem ingressos, chegue uma hora e meia antes para comprar com tempo de ver o início da partida. Senhores e senhoras com 60 anos ou mais, ou crianças até 12 anos podem entrar de graça. Para isso é preciso levar o RG).
Santos – Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro; Renato, Thiago Maia e Vecchio; Vitor Bueno, Arthur Gomes e Ricardo Oliveira (Kayke). Técnico: Elano.

Botafogo – Jefferson (Helton Leite), Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Bruno Silva, Rodrigo Lindoso, Matheus Fernandes e João Paulo; Rodrigo Pimpão e Roger. Técnico: Jair Ventura.

Arbitragem:Jailson Macedo Freitas, auxiliado por Alessandro A. Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira, todos da Bahia.

E você, o que espera do jogo de hoje?

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Corinthians veste azul e… a sorte não muda

Leia o post original por Antero Greco

Lá pelo final dos anos 60, ou começo dos 70 – nem lembro mais -, Wilson Simonal fez sucesso com uma música que tinha o refrão “Vesti azul, minha sorte então mudou…” Era bonitinha e grudava no ouvido da gente.

Pois bem, o Corinthians despiu-se do preto e branco, botou um azul todo moderninho para jogar com o Botafogo, na tarde deste sábado, e sabe o que aconteceu? Pois é, perdeu. De novo. A sorte não mudou coisa nenhuma. Volta para casa com 2 a 0, a 11.ª rodada em 28 rodadas no Brasileiro, e a sensação de descer a ladeira na classificação geral.

O resultado é consequência das limitações corintianas e de mérito do Bota, claro. Jair Ventura arranca o máximo de um grupo que não tem estrelas. Não só tirou o time do buraco em que ameaçava entrar, ainda no primeiro turno, como já o deixou ao lado do Corinthians. Agora ambos têm 41 pontos ganhos.

Os corintianos deram bilhete azul para Cristóvão Borges recentemente e achavam que assim os problemas tinham terminado. Engano. Fabio Carille assumiu com a maior boa vontade, com a ilusão de que seria a chance maior da carreira e está tomando banho de realidade. O campeão brasileiro de 2015 hoje é sombra apagada da equipe eficiente e equilibrada de tempos atrás.

O encanto alvinegro sumiu, virou fumaça ou garoa. O time foi presa fácil para o Botafogo, que decidiu o jogo no primeiro tempo, ao fazer os dois gols. O meio-campo corintiano não existe, o ataque é tão verdadeiro quanto Saci. A fase anda tão ruim que desperdiça até um dos raros momentos para marcar. Como no pênalti cobrado por Marquinhos Gabriel que Sidão defendeu.

Desse jeito, nem vai adiantar nem G-10 para o Corinthians pegar vaga para Libertadores ou Sul-Americana. Pior do que isso: daqui em diante só vai fazer figuração na Série A.

Para o Bota, ao contrário, é tempo de festa, de comemorar a permanência na elite e uma ascensão inesperada.