Arquivo da categoria: Jô

Jô deveria ter pedido para não jogar?

Leia o post original por Milton Neves

Após o Majestoso de ontem, perguntei a Jô no “Terceiro Tempo” da Band se ele, em algum momento, pensou em pedir para não jogar contra o São Paulo no Itaquerão (confira no vídeo acima).

Muita gente não entendeu o motivo de meu questionamento, mas eu explico.

A atitude de Rodrigo Caio no Morumbi foi tão nobre que, de forma alguma, merecia motivos para ser criticada pelos torcedores do São Paulo.

E qual seria um dos grandes motivos para a ira dos tricolores?

Jô, livre de suspensão pela bondade do zagueiro, balançar as redes do time do Morumbi.

Como, ironicamente, acabou acontecendo mesmo…

Agora, já imaginaram a saia-justa que Rodrigo Caio está enfrentando diante de seus companheiros, de seu treinador e da torcida são-paulina?

E isso por ter tomado uma atitude maravilhosa e única!

Claro que o atacante do Timão não cometeu nenhum pecado, mas ele poderia ter colaborado com o gentil zagueiro, não é mesmo?

O que acha sobre o assunto?

Opine!

A web de todos os santos

Leia o post original por Rica Perrone

Ao final de mais uma decisão, polêmica. Normal, é disso que vivemos.  Mas essa polêmica passar perto de se cobrar de um jogador o “fair play” de avisar o juiz sobre um impedimento que óbviamente ele não faz idéia se estava ou não, beira a sacanagem. É a polêmica a todo custo. É a vontade …

Honestidade tumultuou vestiário do Tricolor

Leia o post original por Craque Neto

Após o clássico deste domingo entre São Paulo e Corinthians toda a opinião pública elogiou a atitude do zagueiro Rodrigo Caio, que assumiu ter dado o pisão no goleiro Renan Ribeiro. Isso fez com que o árbitro Luis Flávio de Oliveira retirasse o cartão amarelo – e a consequente suspensão – ao atacante Jô. O que ninguém imaginaria é que essa ação de honestidade causaria a discórdia dentro do vestiário do Tricolor. Quem estava no Morumbi já tinha desconfiado de algo estranho pelo fato do jogador ter sido o primeiro a sair e depois ter voltado ao vestiário mais tarde. […]

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No limite

Leia o post original por Rica Perrone

A diferença entre o Corinthians e o São Paulo, hoje, é de consciência. Enquanto o Tricolor ainda acredita ter Jucilei, Nem, Pratto, Cueva e Maicon voando, o Timão consegue enxergar exatamente até onde seu time pode ir tecnicamente. E então entre  o treinador e a busca pelo coletivo.  O Corinthians não tenta jogar um grande …

Clássico quente e polêmico! Mas o Maicon desrespeitou e o apito ajudou o SP

Leia o post original por Craque Neto

Alguém aí acompanhou o clássico do Morumbi entre São Paulo e Corinthians? No início o Tricolor mostrou superioridade e criou as principais chances ofensivas da partida. Pra falar a verdade achei até o Timão retrancado demais. Talvez seja o estilo tático que o técnico Fábio Carille aprendeu com o tutor Tite. Vale lembrar que o time do Rogério Ceni também estava desfalcado de seus principais jogadores, entre eles os gringos Pratto e Cueva. Na etapa final o São Paulo saiu na frente com o gol do Maicon, em um vacilo do goleiro Cássio. Agora vamos ser sinceros? O zagueiro, que […]

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Timão TÁTICO surpreende! Dá pra rever minha opinião?

Leia o post original por Craque Neto

Acabou mais um jogo na Arena do Corinthians! Vitória por 1 a 0 no clássico contra o Santos, gol de cabeça do Jô. Com o resultado o Timão segue na liderança absoluta e bem isolada no geral do Paulistão. De uns tempos para cá vinha criticando muito o time do técnico Fábio Carille. Até porque tecnicamente esse elenco formado é bem fraco mesmo. Ou alguém em sã consciência acreditava no sucesso de uma equipe que tem no ataque jogadores como Romero, Jô e Kazim? Para vai! Querem saber? Essa sequência de bons resultados e atuações convincentes do ponto de vista […]

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Nunca haverá “favorito”

Leia o post original por Rica Perrone

Eu entendo que o termo “favorito” não indique um vencedor. Apenas um time que esteja naquele momento melhor para o jogo. O que nunca significou muita coisa, em clássicos, vai a “nada”. Eu não assisti nem dez Palmeiras x Corinthians onde o “favorito” deita e rola.  É mais raro do que o não favorito vencer, aposto. …

Corinthians afobado. E Santo André aproveita

Leia o post original por Antero Greco

Os últimos dias não foram bons para o Corinthians. Primeiro, o furo n’água na tentativa de trazer Drogba como atração de 2017. Depois, teve a Ponte que pouco se lixou para negociações com Pottker, botou o moço em campo na Copa do Brasil e, com isso, tornou impossível a transferência.

Para fechar a semana ruim, veio a derrota por 2 a 0 para o Santo André, na noite deste sábado, em Itaquera. Resultado pouco comum no confronto entre os dois times. Mas o que aumenta a preocupação da torcida foi o futebol da equipe: confuso, ainda descoordenado, com a agravante de ter sido frágil no sistema defensivo. A turma do ABC desceu três vezes com perigo, em duas aproveitou e fez a festa.

Claro que há méritos para o rival. O Santo André foi aplicado, correto, atento na marcação. Nada excepcional, porém eficiente. Dentro das limitações, cumpriu à perfeição o papel dele e teve no goleiro Zé Carlos um dos pontos altos. Ele fez defesas importantes, a maior delas ao parar pênalti chutado por Jô no primeiro tempo.

É preciso sempre levar em consideração que se trata de início de temporada, o segundo jogo oficial, fora três amistosos de preparação. Ainda tem gente para ser aproveitada, como o jovem Maicon (na desastrada seleção Sub-20) e o veterano Jadson, que deve assumir o papel de astro da companhia. A ressalva vale para que o público não se desespere logo de cara.

Mas o desempenho não foi grande coisa, independentemente do resultado. Comum uma equipe jogar bem e perder. Não foi o caso. O Corinthians mostrou-se afobado, pouco prático e com criatividade baixa. Abusou dos cruzamentos, a maioria na tentativa de encontrar Jô para as finalizações. Uma ou outra, apenas, foi bem sucedida; de resto, só serviu para fazer o nome da zaga do Santo André.

A defesa corintiana não foi incomodada além da conta. Porém, em dois lances decisivos vacilou, e justamente nos gols de Edmilson (no primeiro tempo) e Claudinho (no segundo). Fagner e Moisés desceram muito ao ataque, sem perigo. Pablo e Balbuena necessitam de ajuste no entendimento. No meio, Gabriel tratou de fechar espaço, e só. Felipe Bastos procurou o jogo, mas sem regularidade. Tanto que saiu no intervalo para a entrada de Guilherme, que passou em branco. Marquinhos Gabriel esteve muito aquém do que pode, Marlone e Rodriguinho andaram perdidos à frente e não encostaram em Jô. Ainda entraram Kazin e Romero, sem acrescentar grande coisa.

A tarefa de Fabio Carille é enorme. Será necessária paciência, e ele precisará de mão forte para apoiá-lo. Terá?

Corinthians, vitória para abrir os serviços

Leia o post original por Antero Greco

Ganhar jamais é ruim. E vencer em início de ano e de competição serve como estímulo. Dessa forma, jogadores, comissão técnica e torcedores têm de encarar o 1 a 0 do Corinthians sobre o São Bento, no final da tarde deste sábado. O jogo em Sorocaba não foi um espetáculo de gala – ficou longe disso -, mas serviu como tira-gosto para os próximos desafios no Campeonato Paulista. Jô, o filho pródigo, marcou, de pênalti.

Fábio Carille colocou em campo o que tem de melhor no momento, praticamente o time que deve disputar o Estadual e etapas da Sul-Americana. Falta, claro, Jadson, que deve ficar só para março. A opção do treinador se justifica, pois o Paulistão é o laboratório que terá para montar o time. Com os riscos que isso implica. A gente costuma dizer que estadual não serve para grande coisa, exceto para iludir muitos clubes e para provocar queda de técnicos.

O comportamento não foi decepcionante. Dentro dos limites atuais, o Corinthians mostrou o que se esperava e teve no São Bento adversário apenas razoável. Atrapalhou mais o campo molhado do que as ações do rival. O problema maior ficou para armação no meio-campo e para as finalizações. Como havia ocorrido nos amistosos com São Paulo (nos EUA) e com a Ferroviária, no meio da semana, o time chutou pouco.

Jô ficou muito isolado à frente e, em sua melhor jogada, cavou o pênalti que ele mesmo cobrou, no segundo tempo, para garantir a vitória, aos 8 minutos. Lance pra lá de duvidoso, na dividida de Jô com Pitty, que Raphael Claus considerou como falta. Interrogação do tamanho de Sorocaba na jogada. Dali em diante, o São Bento até tentou incomodar Cássio, e o fez em lances esporádicos.

Carille mexeu algumas vezes, numa delas ao tirar Giovanni Augusto e colocar Marquinhos Gabriel. Havia feito isso anteriormente, o que mostra dúvida em relação ao titular no setor. Felipe Bastos saiu para a entrada de Camacho, mas mais por cansaço do primeiro do que por incerteza tática. Gabriel tem se aplicado na marcação; no entanto, tem de ir com calma. Já levou três amarelos em quatro jogos.

Sem trocadilho, e sem chover no molhado, ajuda e muito largar com três pontos. Há o que aprimorar, o Corinthians está distante do ideal. Mas correções feitas com base em vitórias são mais fáceis, e o ambiente descontrai.