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Diferentes? Em 10 temas, Leco e Pimenta têm 4 propostas semelhantes

Leia o post original por Perrone

O Conselho Deliberativo do São Paulo decide nesta terça, após uma campanha marcada pela troca de acusações, quem presidirá o clube pelos próximos três anos. Apesar de seus aliados terem trabalhado para mostrar as diferenças entre eles, os projetos de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, atual presidente, e José Eduardo Mesquita Pimenta possuem pontos em comum. Das dez propostas listadas pelos candidatos como suas principais, quatro são semelhantes. Confira abaixo. Os dados foram retirados do site Leco Presidente e da página Volta Pimenta no Facebook.

Estatuto

Leco promete colocar o novo estatuto em funcionamento o mais rápido possível. Pimenta afirma que vai implantar a “Carta Magna já no primeiro dia de mandato”. Vale lembrar que adequar o clube às novas regras é uma obrigação do futuro presidente.

Transparência

Ambos apontam que uma gestão transparente está entre as suas prioridades. O plano de governo de Leco diz que ele vai disponibilizar informações sobre contratos, dados financeiros, relatórios de gestão e procedimentos para a participação em concursos para fornecimento de produtos e serviços. Porém, não informa como será feita a disponibilização e nem para quem. Pimenta diz em seu programa que os conselhos “deliberativo, de administração, consultivo, presidência, diretoria, gerências e coordenadores terão acesso a todos os dados e informações necessárias para o desenvolvimento do trabalho”. Ou seja, promete o básico: dar condições para todos trabalharem.  

Marketing

Leco planeja continuar buscando “fortalecer a marca São Paulo”, enquanto seu adversário fala em “trabalhar a marca São Paulo”.

Morumbi

O atual presidente afirma que vai “ampliar as possibilidades de uso do estádio”. Pimenta declara em seu projeto que o Morumbi sempre foi o palco de grandes shows em São Paulo, mas que hoje é subaproveitado, prometendo investir para potencializar a geração de receitas pela casa tricolor. Ele cita também que vai construir um estacionamento, aproximar as cadeiras térreas do gramado e estudar a possibilidade de cobrir o Morumbi. No espaço destinado para  dez propostas do candidato na página oficial da chapa de Leco essas três questões não são citadas.

Diferenças

Entre as principais diferenças estão a proposta de Pimenta de captar entre R$ 100 e R$ 150 milhões por meio de um fundo de investimento para aplicar no departamento de futebol, a separação  dos centros de custo do futebol e da área social e a profissionalização da gestão. Do lado situacionista aparecem o investimento no futebol feminino para ter uma equipe forte e a manutenção de uma agenda de diálogo com as lideranças políticas do clube.

Oposição vê vantagem mínima de Leco em eleição, mas crê em virada

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Apoiadores da candidatura de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, calculam uma vitória na eleição presidencial no São Paulo por diferença de 36 votos num cenário em que 222 conselheiros compareceriam ao pleito no próximo dia 18.

A oposição admite que neste momento o situacionista leva vantagem sobre José Eduardo Mesquita Pimenta, mas acredita na virada. A avaliação é de que o atual presidente tem hoje uma superioridade pouco maior do que um empate técnico.

Os opositores esperam alcançar cerca de 120 votos. Hoje, membros do grupo de Leco acreditam ter 129 apoios.

Nesta quinta, os candidatos registraram suas chapas. Leco confirmou como vice Roberto Natel, que ocupou o mesmo cargo na atual administração, mas pediu afastamento por causa de discordâncias com o presidente e para se candidatar à presidência. Porém, ele desistiu da candidatura e reatou com o atual mandatário.

Por sua vez, Pimenta terá o advogado Sergio Barbour como vice.

Del Nero explica, e candidato de oposição “aceita” Leco na seleção

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Marco Polo Del Nero tomou providências para tentar impedir que a escolha de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, como chefe da delegação da seleção brasileira nas partidas contra Uruguai e Paraguai virasse munição da oposição na disputa eleitoral no São Paulo.

O presidente da CBF conversou com José Eduardo Mesquita Pimenta, candidato oposicionista à presidência do clube no pleito marcado para abril, e explicou os motivos que o levaram a convidar o mandatário tricolor em plena campanha para a reeleição. “A escolha não tem nada a ver com política. Fazia tempo que eu queria convidar o Leco, por merecimento. Isso foi pensado antes da campanha eleitoral. Até falei com o Pimenta e expliquei isso. Ele entendeu”, disse Del Nero ao ser indagado pelo blog sobre o assunto após entrevista coletiva do técnico Tite nesta sexta.

A oposição tem acusado Leco de usar a máquina do clube para fazer campanha, o que o dirigente nega. Mas, pelo tom adotado por Pimenta, não deve questionar se houve uma manobra de Leco para ganhar holofotes, mostrar ao eleitorado prestígio junto à CBF e posar como engenheiro da reconstrução do relacionamento entre São Paulo e confederação, turbulento na era Juvenal Juvêncio.

Além da indicação de seu presidente, o clube tricolor terá um treino da seleção em seu CT antes do jogo com o Paraguai, no próximo dia 28, na arena alvinegra. A equipe de Tite também treinará no CT do Corinthians, que terá seu estádio usado na partida.

A assessoria de imprensa de Pimenta confirmou a conversa entre Del Nero e o candidato, que entendeu que a CBF convida quem quer e que o assunto não tem influência na política são-paulina.

Por que Roberto Natel desistiu de ser candidato à presidência do São Paulo?

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Depois de renunciar à vice-presidência do São Paulo para concorrer contra o atual presidente na eleição de abril, Roberto Natel desistiu da candidatura e é esperado de braços abertos na chapa de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, de novo como vice-presidente.

Conforme apurou o blog, a decisão foi atribuída internamente pelo dirigente à ação de Alex Bourgeois, ex-funcionário do clube e homem de confiança de Abilio Diniz, sócio do São Paulo e desafeto de Leco.

Até a publicação deste post, Natel não havia se pronunciado oficialmente sobre a desistência. Porém, de acordo com relatos ouvidos pelo blog, o discurso interno é de que ele retirou sua candidatura por discordar de ver um torcedor do Flamengo (Bourgeois), que não é sócio são-paulino e aciona o clube na Justiça por suposta dívida, interferir no processo eleitoral e por avaliar que sua chapa seria usada pelo ex-funcionário da agremiação a fim de alcançar os objetivos de Abilio.

O empresário apoia José Eduardo Mesquita Pimenta na disputa. A campanha do ex-presidente fez a de Natel começar a murchar.

O ex-vice havia costurado o apoio de alguns líderes da oposição. Ele se apesentara como uma terceira via. Teria o voto de ex-aliados de Leco e de parte dos oposicionistas. Mas Pimenta, com a benção de Abilio e trabalho de Bourgeois, anunciou sua candidatura apesar de Fernando Casal de Rey, coordenador da oposição estar viajando naquele momento e não ter chancelado de imediato a candidatura.

Com Pimenta no páreo, Natel ficou sem poder explorar com esperava o apoio de algumas alas da oposição. Sua candidatura, em tese, então, só ajudaria a do ex-presidente, pois ele tiraria mais votos de Leco do que do escolhido por Abilio. Acabou recuando. O grupo de Leco dá como certo que ele será vice na chapa do presidente, mas Natel tem dito a pessoas próximas que ainda não aceitou o convite e estuda o que fazer.

Para a oposição a explicação para retirada é mais simples: Natel desistiu por causa do crescimento da candidatura de Pimenta. E sem o apoio da oposição ele não tem outra alternativa a não ser voltar a dar as mãos para Leco. A justificativa sobre a interferência de Bourgeois é vista como cortina de fumaça. O trabalho do escudeiro de Abilio estaria sendo superestimado. Pimenta é considerado por líderes oposicionistas o principal articulador de sua campanha, não o ex-CEO são-paulino, demitido por Carlos Miguel Aidar, recontratado por Leco e dispensado novamente pelo atual presidente.

Procurado pelo blog, Bourgeois disse: “não vou falar sobre isso. Não vou comentar porque não foi por minha causa que ele deixou a candidatura, né? Essa é a pauta que ele quer promover, mas isso não tem o menor sentido”.

Natel só deve se pronunciar oficialmente entre hoje e amanhã.

Abilio Diniz oficializa apoio a Pimenta no São Paulo

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Como era esperado, Abilio Diniz decidiu oficializar seu apoio à candidatura de José Eduardo Mesquita Pimenta à presidência do São Paulo como nome da oposição na eleição de abril.

O argumento do empresário para tomar sua decisão é o de que o ex-presidente defende a profissionalização da gestão do clube e a aplicação do novo estatuto tricolor. Essas são também bandeiras de Diniz.

Porém, a situação avalia que ele apoiaria a oposição independentemente do cartola escolhido. Abilio não é conselheiro do São Paulo, mas pertence ao Conselho Consultivo. É visto pela situação como principal apoiador e articulador dos oposicionistas.

O empresário apoiou a candidatura de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que agora será candidato à reeleição, mas divergiu do atual presidente e passou a criticar sua administração publicamente. Hoje, ele é considerado por muitos aliados de Leco o inimigo número 1 do presidente dentro do clube.

Outro que está em campanha é Roberto Natel, ex-vice-presidente de Leco.

Candidatura de diretor jurídico do São Paulo ganha simpatia de ex-presidente Pimenta

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Conquistar o apoio de ex-presidentes do São Paulo, influentes no Conselho Deliberativo, é uma das estratégias dos defensores da candidatura do diretor jurídico Kalil Rocha Abdalla à presidência do clube. Pelo menos um deles já demonstrou ser simpático à ideia. O blog apurou que José Eduardo Mesquita Pimenta, que presidiu o clube entre 1990 e 1994 , vê com bons olhos a candidatura de Kalil.

Pimenta foi sucessor de Juvenal, enfrentou acusações de má gestão, chegou a ter sua expulsão do quadro de sócios determinada pelo Conselho, mas conseguiu retornar. Já durante a gestão de Juvenal Juvêncio ganhou o título de sócio benemérito.

A ideia de lançar o diretor jurídico é uma tentativa de abalar a maioria conquistada por Juvenal no Conselho Deliberativo. Com apoio da oposição, incluindo nela ex-presidentes, e de parte dos conselheiros situacionistas, haveria uma chance de derrotar o candidato de Juvenal, ainda não definido. Ou ao menos de lançar um nome alternativo, já que só duas chapas podem ser lanças para disputar a eleição restrita ao Conselho. E existe a possibilidade de Juvenal apoiar dois nomes na tentativa de impedir um candidato da oposição.

Nessa estratégia, também entra Marco Aurélio Cunha, que puxaria votos de associados na eleição para 80 novos conselheiros. Os novatos ajudariam a diminuir a vantagem de Juvenal no Conselho. Após o pleito entre os sócios, Cunha pode desistir de sua candidatura, apoiar Kalil e virar vice de futebol, se o diretor for eleito. Isso se perceber que as chances do diretor são maiores.

Pelo ritmo das articulações políticas, nem parece que a votação será apenas em abril de 2014.