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Sem ajuda do apito, Barça não consegue repetir “milagre”!

Leia o post original por Milton Neves

Barcelona 0 x 0 Juventus

Eu avisei, na semana passada, que a Juventus não era o PSG.

E não deu outra!

O time italiano, com toda a sua tradição e seu “catenaccio”, não faria um papelão como o da equipe francesa no Camp Nou.

E é importante ressaltar que o Barcelona não contou neste duelo diante da Juventus com o “craque” que decidiu contra o PSG.

O apito, é claro!

Aí ficou difícil…

Agora, com Neymar e Messi fora da Liga dos Campeões, o caminho fica livre para Cristiano Ronaldo ganhar mais uma Bola de Ouro.

Não acham?

E, como Luis Enrique está de saída, quem deveria assumir o comando técnico do Barcelona na próxima temporada?

Opine!

A Juve não é o PSG, viu, Barcelona?

Leia o post original por Milton Neves

Juventus 3 x 0 Barcelona

Definitivamente, o Barcelona gosta de fortes emoções.

Depois de levar 4 a 0 do PSG no jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões, o Barça conseguiu repetir a dose nas quartas, tomando 3 a 0 da Juventus.

Só que tem um pequeno detalhe para o jogo de volta: a Juve não é o PSG.

O time italiano tem tradição, um técnico muito melhor, um time muito bem armado, uma defesa extremamente segura e um ataque que não costuma passar em branco.

Ou seja, improvável que ocorra um novo milagre no Camp Nou.

A não ser que Neymar, Messi e Suárez joguem a melhor partida de suas vidas.

Ah, ou então se chamarem o horroroso árbitro alemão Deniz Aytekin para apitar novamente na Espanha.

Aí, quem sabe…

Mas e o Neymar, hein?

Depois do papelão que protagonizou no final de semana (foi expulso após atitudes infantis), ele teve uma participação discretíssima diante da Juve.

Será que ele sentiu a pressão de ser, no momento, o melhor do mundo?

Opine!

Juventus x Lusa: veja os bastidores do tradicional clássico de SP

Leia o post original por Craque Neto

O repórter William Lopes mostra como está a movimentação do Estádio Conde Rodolfo Crespi, na Moóca, Zona Leste de São Paulo, palco do clássico tradicional entre Juventus e a Lusa pelo Paulistão da Série A-2.

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Título da Liga deve ficar na Espanha, diz Velloso

Leia o post original por Craque Neto

O comentarista acredita que após a virada contra o PSG o Barcelona entrará empolgado para a sequência da Liga dos Campeões. Além disso tem os atuais campeões, o Real Madrid, com uma equipe muito forte.

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Mesmo com preferência, Barcelona não se anima com Gabigol

Leia o post original por Perrone

O Barcelona não está disposto a se valer da vantagem que tem de igualar proposta que o Santos aceite por Gabigol. Antes de chegar à Vila Belmiro oferta oficial de 20 milhões de euros feita pela Juventus, como revelou o blog, a avaliação do clube catalão era de que no momento não seria interessante fazer um investimento com valor semelhante na promessa santista.

Esse benefício foi adquirido quando o Barça comprou Neymar e fez um acordo em relação a jovens santistas, entre eles, Gabriel.

O Santos já se prepara para notificar o time espanhol, mas precisa se acertar com Gabigol para aceitar a proposta da Juventus, pois quer ficar com 18 milhões de euros, obrigando o jogador a aceitar 2 milhões de euros por seus 40%, mesma fatia que o alvinegro do litoral paulista tem nos direitos econômicos do jogador. Isso sem contar os 20% do grupo Doyen que estão em disputa na Justiça.

Se chegar a notificação sobre a proposta italiana, ela será avaliada em Barcelona, mas a tendência é de que não seja igualada.

Além de não se animar agora com o atacante do Santos, o Barça acenou estar fora da disputa pelo palmeirense Gabriel Jesus, que tem oferta de 32 milhões de euros do Manchester City, como mostrou o blog, e também interessa ao Manchester United.

Santos recebe oferta oficial da Juventus e aguarda decisão de Gabigol

Leia o post original por Perrone

O atacante Gabigol durante treino da seleção olímpica, em Teresópolis (RJ) (Crédito: Eduardo Anizelli/Folhapress)

O atacante Gabigol durante treino da seleção olímpica, em Teresópolis (RJ) (Crédito: Eduardo Anizelli/Folhapress)

Com Samir Carvalho, do UOL, em Santos

O Santos recebeu a esperada proposta oficial da Juventus (ITA) por Gabigol. Pela oferta, descontados impostos e comissões, o clube brasileiro ficará com cerca de 18 milhões de euros ( R$ 64,8 milhões) por seus 40% nos direitos econômicos. A quantia bruta para os santistas é de aproximadamente 20 milhões de euros (por volta de R$ 72 milhões). O valor agradou à diretoria.

O passo seguinte é Gabigol dizer se tem interesse na negociação.  Caso ele queira ir para Itália, será liberado para negociar com a Juventus.

Como revelou o UOL Esporte, essa proposta da Juventus tinha sido feita apenas verbalmente pelo empresário do jogador, Wagner Ribeiro. Agora, ela foi documentada.

Vale lembrar que o plano inicial do atleta era continuar na Vila Belmiro, tanto que sua renovação com o Santos está na fase de ajustes no contrato.

O blog não obteve informações sobre como ficariam nas negociações os 20% dos direitos econômicos que pertencem ao grupo Doyen e pelos quais o Santos briga na Justiça.

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Italianos ignoram renovação encaminhada de Gabigol. São quatro interessados

Leia o post original por Perrone

Santos e Gabigol ajustam as últimas cláusulas para que o atacante assine seu novo contrato com o clube, porém times italianos ignoram a renovação. Além da Juventus, como mostrou o UOL Esporte, têm interesse no brasileiro Fiorentina, Inter de Milão e Napoli.

Modesto Roma Júnior diz que não recebeu nenhuma oferta oficial pelo jogador. Porém, o presidente santista ouviu do agente do atleta, Wagner Ribeiro, que apresentará uma oferta de 20 milhões de euros pela fatia de 40% dos direitos econômicos pertencentes ao clube. O cartola aceita vender Gabigol por esse valor, mas duvida que essa proposta seja oficializada.

Na Itália, dirigentes da Juventus falam nos bastidores que Gabigol é a segunda opção do clube para o ataque. Seria contratado se não der certo a negociação com Higuaín, do Napoli, que coloca Gabigol como uma de suas opções se perder o argentino.

Dirigentes da Fiorentina têm demonstrado forte interesse no Brasileiro. A Inter de Milão também está na lista, mas a preferência do clube é por Gabriel Jesus, palmeirense que flerta com o Barcelona.  

Buffon, Juve e outro título a caminho

Leia o post original por Antero Greco

Bordão do futebol é falar que grande time começa com grande goleiro. Pode ser surrado, mas funciona. Taí Gianluigi Buffon para confirmar. O moço é titular da Juventus (e da seleção da Itália) há mais de uma década e continua com uma forma de dar inveja. O tempo não consegue enferrujá-lo.

Neste domingo mostrou que os reflexos se mantêm firmes e ajudou a equipe dele a ficar a milímetros do quinto título consecutivo, ao pegar pênalti chutado por Kalinic. Isso aos 46 do segundo tempo, na vitória por 2 a 1 sobre a Fiorentina, fora de casa.

Com esse resultado, a Juve foi a 85 e com mais três rodadas para disputar. Pode festejar nesta segunda-feira, desde que o Napoli, vice-líder com 73, não ganhe da Roma, terceira colocada com 68. O jogo será no Estádio Olímpico.

Mas, mesmo que os napolitanos vençam, só uma conjunção de desastres para arrancar o scudetto. Nas últimas rodadas, a Juventus só pega babas: Carpi, Verona e Sampdoria.

A Juventus é um fenômeno, quando o assunto é Série A italiana. Impressiona como manda no futebol doméstico: são 31 conquistas oficiais, fora outras duas revogadas no tapetão (que a torcida não aceita). Inter e Milan, outros integrantes do trio de ferro local, têm 18 títulos cada um. A soma deles ultrapassa um pouco a Juventus sozinha.

A trajetória na temporada 2015-16 é extraordinária. Até a 10.ª rodada, a Juve colecionava quatro derrotas, três empates e três vitórias. Retrospecto decepcionante e reflexo da perda de jogadores como Pirlo, Tevez e Vidal. O ano pintava sem graça.

Daí, meu amigo, se arrumou, tomou gosto por vencer, emendou 15 vitórias em seguida. Fez pausa no 0 a 0 com o Bologna, e retomou, com outras nove vitórias enfileiradas. Para ficar na linguagem do turfe, chega com vários corpos de vantagem sobre os demais concorrentes.

A Velha Senhora é encantadora.

 

 

Juventus 2 x 2 Bayern de Munique

Leia o post original por Mauro Beting

Panorama da etapa inicial: Juve se defendendo em duas linhas de 4, com Lichsteiner/Cuadrado e Evra e Pogba dobrando a marcação nos flancos. (TacticalPad)

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

Em Turim, Juventus e Bayern de Munique iniciaram o confronto pelas oitavas de final da Uefa Champions. O duelo foi bem interessante, principalmente pelo AMPLO domínio na primeira etapa de Pep Guardiola e seus comandados. A etapa final foi de espaços deixados para a rápida transicao de Massimiliano Allegri e seus atletas.

A etapa inicial começou com domínio territorial e possessivo do time de Guardiola. Com pontas agudos e muita troca de passes. Muita facilidade na transição defesa-ataque alemã, com blocos altos, intensidade, pressão alta na marcação da saída de bola alvinegra. Lewandowski saindo da área, buscando o jogo, fazendo o pivô, abrindo espaços para penetração dos pontas.

A Juve se defendia fechando duas linhas e deixa Dybala e Mandzukic na frente. Recomposição rápida e constante do sistema defensivo italiano, compacto, blocos baixos. Aplicação tática intensa na marcação, excelente ocupação dos espaços. Aposta no contra-ataque, pelos flancos, com Pogba na esquerda e Cuadrado na direita, visando Mandzukic na área e a velocidade de Paulo Dybala. Juve 4-4-2 em linhas, ocupando os espaços, fechando as linhas, neutralizando as jogadas pelos flancos com os pontas Robben/Evra pela direita e Douglas Costa/Cuadrado.

 

Flagrante das linhas italianas. (Reprodução EIMAX2)

Flagrante das compactas linhas italianas. (Reprodução EIMAX2)

Com 3’minutos, Vidal chutou bem de fora da area, Buffon espalmou, Robben cruzou e Lewandowski reclamou de penalti. Nada de falta. Segue o jogo. Dos 6 aos 10’min da etapa inicial foi 100% de posse de bola do Bayern. Incrível!

Porém, aos 11’min, Mandzukic quase abriu o placar. Após roubada de bola italiana, Dybala cruzou e o atacante croata quase abriu o placar. O Bayern respondeu com Müller que fez bela jogada na entrada da grande área, ficou cara a cara com Buffon e tocou para Lewandowski, que perdeu.

Flagrante dos 11 jogadores da Juventus no campo de defesa. (Reprodução EIMAX 2)

Flagrante dos 11 jogadores da Juventus no campo de defesa. (Reprodução EIMAX 2)

Aos 30’min, Bernat bateu bem na entrada da grande área, após cruzamento de Muller. Buffon espalmou, fazendo grande defesa. No fim do primeiro tempo, Robben foi no fundo, cruzou para área, Douglas Costa tocou para trás e Müller bateu rasteiro, abrindo o placar. Bayern 1 a 0.

Fim do primeiro tempo: Domínio total alemão, que SÓ fez 1 gol. Posse de bola 68 a 32% para os bávaros. 3 a 1 em escanteios para os alemães. A Juve pouco assustou.

A etapa final começou sem Marchisio, que saiu com dores para entrada de Hernanes. Melhor transição ofensiva para a “Velha Senhora”. Além da substituição, a postura italiana para a etapa final, era diferente. Adiantada, com a marcação na intermediaria, pressionando e não dando os espaços que deu na primeira etapa.

A intensa marcação aguentou apenas 5 minutos. Após isso, o Bayern retornou o domínio, jogando a Juve para o campo de defesa, que já tinha difuculdades para sair e quando saía, sempre errava passes e dava contra-golpe para os bávaros.

Saida 3

Flagrante da saída de 3 bávara: Vidal afunda entre os “zagueiros” e dá amplitude para os laterais, que avançam. (Reprodução EI MAX2)

Em jogada veloz, aos 8’min, Lewandowski trombou com Bonucci no meio campo, foi acionado, carregou e tocou para Robben, que ajeitou para a canhota e bateu no canto esquerdo de Buffon, sem chances para o arqueiro italiano. Bayern 2 a 0.

Com o gol sofrido, a Velha Senhora foi pra cima. Aos 12’min, Dybala cobrou falta e Neuer espalmou. Kimicch afastou errado e Mandzukic serviu Dybala. O jovem argentino ficou cara a cara com Neuer e tocou na saída do goleiro alemão. 2 a 1.

Daí em diante, o jogo pegou fogo. Mandzukic se entranhou com Lewandowski. A Juve passou a acreditar (e porque não?!) no empate. E foi atrás.

Aos 21’min, contra-ataque alvinegro, Mandzukic tocou para Cuadrado que bateu no alto. Neuer salvou. Pogba quase empatou em seguida. A Juve estava no jogo. Sturaro no lugar de Khedira.

A Juve continuava em cima. Guardiola tirou Bernat e colocou Benatia. Chamou a Juve. Allegri não pensou duas vezes e colocou Sturaro para buscar o empate. Aos 30’min, Kimmich falhou na marcação de novo e deixou Sturaro tocar pro fundo das redes, após cruzamento de Mandzukic.

Ribery entrou no lugar de Douglas Costa, que fez um segundo tempo apagado. Do gol de empate até o fim da partida, houve muito equilibro. A Juve ainda se manteve em busca da virada e o Bayern tentava pelos lados, com Ribery e Robben atuando nas pontas, visando Lewandowski na área. Sem sucesso.

Fim de papo. 2 a 2. Boa vantagem para os alemães, que se classificam com empates em 0 a 0 e 1 a 1. Igualdade em 2 a 2 leva a partida para a prorrogação e pênaltis, se necessário. A partida de volta será na Allianz Arena, a casa do Bayern, no dia 16 de Março.

OBS: Estatísticas tiradas do site da UEFA, aqui.

ESCREVEU DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

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Juventus 1 x 0 Napoli

Leia o post original por Mauro Beting

Serie A TIM Juve x Napoli 13-02_POSICIONAMENTO 1

Em Turim, no Juventus Stadium, a equipe da casa recebeu o, até então, líder da Serie A, Napoli em jogo que valia a liderança do Campeonato. O duelo reuniu os técnicos Massimiliano Allegri e Maurício Sarri, da Juventus e Napoli, respectivamente.

O jogo começou aberto. Ambas as equipes buscando o gol. Juventus propondo, por estar em casa e por precisar da vitória para tomar a liderança do Napoli. Para isso, Massimiliano Alegri levou a campo a Juve no 4-4-2 em linhas sem a bola, com Pogba e Cuadrado nas pontas, e Dybala e Morata na frente. Khedira e Marchisio também compunham o meio-campo.

444 juve

Jogo disputado, muita marcação e pouco espaço. Juve marcando pressão a partir dos 20’min. Alta marcação, no campo de ataque, pressionando a saída de bola napolitana. Napoli compacta as linhas e tenta sair em velocidade.

Sem espaços, pouca finalização, prevalecendo os sistemas defensivos. Napoli com mais dificuldades de criar chances. Juve pressionando o portador da bola, principalmente no meio-campo.

Napoli no 4-3-3, com Higuain, Insigne e Callejón na frente. Jorginho, Allan e Hamsik formavam o tridente defensivo. Sem a bola, 4-4-2 em linhas, como na imagem abaixo.

442 Napoli

Aos 34’min, o Higuain quase marcou, após cruzamento de Callejón. Bonucci tirou para escanteio. As principais jogadas ofensivas napolitanas eram pelo flanco direito com Callejon, visando Higuain na área.

A partir daí, o Napoli alternou entre pressionar a saída de bola da Velha Senhora e compactar as linhas. A Juve, sempre que podia, pressionava a saída.

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O segundo tempo começou mais aberto. Com as equipes querendo abrir o placar. A Juve tentava furar o bloqueio napolitano, na maioria das vezes com Pogba pela esquerda. Chiellini saiu machucado. Rugani entrou no seu lugar. O Napoli tentava tirar o zero do placar, pelo lado esquerdo, com as jogadas individuais de Insigne.

Alegri mexeu. Tirou Morata e colocou Zaza. Mais velocidade e mobilidade no ataque da Velha Senhora.

442 zaza

Aos 62, Pogba dominou na ponta esquerda, na entrada da área, dominou, ajeitou, e deu belo passe para Zaza, que bateu firme porém pra fora.

O jogo era bom e disputado. Mas faltava espaços. As defesas se comportavam muito bem. A Juve propunha mais o jogo, entretanto, assim como o Napoli, não encontrava espaços para infiltração/penetração nos sistemas defensivos adversários.

Aos 76’ min, Insigne saiu e entrou Mertens. Hamsik fechava o lado esquerdo defensivo do Napoli, ocupando o espaço para não ter ultrapassagem de Lichsteiner e Cuadrado (2×1).

Aos 80’min, chance boa para os napolitanos. Mertens bateu na entrada da área e quase abriu o placar para os visitantes. Os momentos finais, o Napoli teve a posse e a Juve recuou e buscou o contra-golpe. Alex Sandro entrou no lugar de Dybala.

Aos 87, o golpe fatal. Em jogada despretenciosa, Zaza avançou na intermediária ofensiva e acertou um chutaço, de fora da área, a bola desviou e entrou no fundo das redes de Reina. Juve 1 a 0. Mauricio Sarri ainda tentou o empate. Tirou Allan e colocou Gabbidini. Em vão.

A Juve aproveitou os últimos minutos, gastou o tempo, cavou falta e o tempo passou. Fim de jogo. Juve 1 a 0. Liderança para a Velha Senhora.