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Kléber Gladiador explica a ascensão do Coritiba no Brasileirão

Leia o post original por Craque Neto

Atacante do Coxa, que é o 3º colocado na tabela do Brasileirão, Kléber conta os detalhes que fizeram com que o time paranaense ascendesse no campeonato nesta temporada.

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Kléber: Jogadores têm que falar menos e fazer mais!

Leia o post original por Craque Neto

O ex-lateral de Corinthians e Santos falou sobre as declarações dadas pelos jogadores do Palmeiras, sobretudo a do atacante Alecssandro. Para ele, os atletas tem que falar menos para que o grupo não seja afetado.

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Inter tropeça e desgruda do Palmeiras

Leia o post original por Antero Greco

Bola afastada da área é comemorada pela zaga como gol. Não é a toa que, após dez rodadas, a defesa do Internacional é a melhor do Brasileiro, com apenas 7 gols sofridos. Mas isso não foi suficiente para que o time gaúcho vencesse o Coritiba, no estádio Couto Pereira, na frio de 8 graus da capital paranaense. O placar de 1 a 1 deixou o Inter com 20 pontos, dois a menos do que o líder Palmeiras.

Após 11 meses, o técnico Argel Fucks moldou a equipe à imagem dele. Defesa forte, decidida, time combativo e com atacantes rápidos. Esperava-se nova vitória colorada, mesmo jogando na casa dos adversários. Afinal, o Coritiba está em má fase e frequenta a zona de rebaixamento.

Mas o início da partida mostrava o contrário: o Coritiba estava bem colocado na defesa, Juan aparecia com desenvoltura pelo meio de campo e na frente Kleber e Felipe Amorim surpreendiam a defesa inimiga, colocando o goleiro Danilo Fernandes em estado de alerta.

Quando o Coxa estava melhor, saiu o gol do Inter. O lateral cobrado pela esquerda foi desviado pelo zagueiro Ernando e o meia Anderson apareceu para encobrir de cabeça o goleiro Wilson: 1 a 0, aos 34 minutos.

O jogo ficava ao gosto de Argel: o Coritiba viria para o tudo ou nada no segundo tempo, deixando espaço para os contra-ataques. Foi o que quase aconteceu no reinício da partida: Sasha faria o segundo gol, não fosse a defesa de Wilson. Logo depois, Vitinho bateu de fora da área com perigo.

Ao Coritiba restava atacar;  e, aos 23 minutos, Kleber finalizou para grande defesa de Danilo Fernandes. Na cobrança do escanteio, a bola sobrou para o zagueiro Nery Bareiro tocar para o gol: 1 a 1. Mais tarde, Bareiro levou segundo amarelo e foi expulso. A turma de Kleber tentou o gol da vitória até o final, enquanto o Inter parecia conformado com o ponto conquistado e só aparecia na frente com Vitinho.

O que ficou evidente no Couto Pereira é que os dois times precisam melhorar para alcançar objetivos: o Curitiba, para não cair; e o Inter, para ser campeão brasileiro depois de tantos anos de jejum.

(Com participação de Roberto Salim.)

O Coritiba reage. E abra o olho, Sport!

Leia o post original por Antero Greco

O Sport precisa ficar esperto no Brasileiro. O time que no ano passado chamou a atenção em boa parte da competição, e até ficou na parte de cima, desta vez mostra dificuldade. Preocupa. Já tem quatro derrotas em sete rodadas, uma das defesas mais vazadas e termina o fim de semana na zona de rebaixamento.

As limitações ficaram evidentes, de novo, nos 3 a 2 para o Coritiba, na manhã deste domingo, no Couto Pereira. Mesmo com alguns jogadores rodados e experientes, casos de Durval e Diego Souza, não engrena, não se acerta. Enfim, não deslancha. E não mudou muito com a chegada de Osvaldo de Oliveira para o comando.

Não falo em dedicação, entrega e coisas do gênero. Claro que os moços se esforçam, e não foi diferente diante do Coxa. O problema está em coordenação, qualidade, finalizações. O futebol não flui, mesmo diante de um adversário que também encontra dificuldade e que terá de melhorar muito para não ser atingido pela degola.

O jogo em Curitiba foi bom, se se levar em consideração a emoção. Houve viradas, empates, expulsões; enfim, ingredientes para mexer com a torcida. Mas o nível não esteve dos melhores. Pior para o Sport, que sente, à medida que o tempo passa, que aumentam pressão e temor.

Até ficou na frente, com gol de Diego Souza, que superou Wilson só na terceira tentativa; nas outras duas, o goleiro pegou. O Coritiba empatou com Ruy, antes do  intervalo, e virou com Kleber no começo da etapa final. Diego Souza deixou tudo igual aos 6, depois Matheus Ferraz foi expulso de bobeira. O Coritiba aproveitou-se disso, fez o terceiro, com Luccas Claro, e se segurou, mesmo depois do vermelho mostrado para Juan.

O time paranaense dá uma respirada, cumpriu o papel que se espera de anfitrião, interrompeu série ruim, mas ainda precisa de muito fôlego para acalmar o torcedor. O Sport… bem, o Sport já deve ligar o sinal de alerta.

Bauza vai dando cara (boa) ao SP

Leia o post original por Antero Greco

Quando o jogo começou no estádio Couto Pereira, muitas dúvidas passeavam pelo ar frio de Curitiba: o São Paulo de Edgardo Bauza, mesmo desfalcado, jogaria bola? E Alan Kardec? Marcaria um gol após 25 jogos de jejum? O artilheiro Kleber faria a festa da torcida do Coritiba mais uma vez? E Gilson Kleina seria ainda o técnico ao final da partida? Para completar: o jogo com esses ingredientes seria bom?

 Foi bom.

 O empate de 1 x 1 não encheu os olhos da torcida com técnica refinada ou grandes jogadas, mas teve emoção, disputa constante e muitas oportunidades de gol. Kleber e Alan Kardec não balançaram as redes, nem jogaram bem.

 Gilson Kleina, embora seu time tenha saído na frente do placar, vai continuar sofrendo a pressão da torcida e com certeza não vai resistir se o Coritiba perder do Grêmio no fim de semana.

 E Edgardo Bauza? Bem, este está com a bola toda.

 Claro que a torcida são-paulina está de olho nas semifinais da Taça Libertadores, que começam em julho. Acontece que torcedor nenhum quer ver seu time perdendo pontos no começo do Campeonato Brasileiro para depois correr feito doido para fugir do rebaixamento.

 Mas com sabedoria, ele poupa um jogador, descansa outro, recupera outro, dá moral a atletas que estão em má fase e arma a equipe de acordo com o adversário. O São Paulo não se acovardou contra o Coritiba, exigiu muitas defesas do goleiro Wilson e só mostrou mesmo falhas na sua zaga, onde Lucão deu algumas vaciladas comprometedoras.

 Com inteligência, quando sofreu o gol de Alan Santos, mexeu rapidamente na equipe: trocou Auro por Rogério e recuou Wesley para lateral. E foi Rogério quem recebeu na entrada da área, limpou o lance e bateu forte, surpreendendo o goleiro que nada pode fazer dessa vez.

 No fim de semana, vamos ver como Bauza armará o seu time para pegar o Palmeiras. Vale a pena prestar atenção nesse técnico, que sabe muito de futebol.

(Com participação de Roberto Salim.)

São Paulo quase vacila outra vez em Curitiba

Leia o post original por Fernando Sampaio

spxcoxaO São Paulo quase vacilou outra vez.

O Tricolor jogou bem, poderia ter somado 3 pontos, no final quase saiu derrotado.

Com todo respeito, perder de uma equipe com Juan, Kleber e Negueba, é complicado.

O primeiro tempo foi equilibrado.

O São Paulo poderia ter saído na frente, Wilson garantiu o 0x0.

No segundo tempo o Tricolor foi melhor, buscou a vitória, desperdiçou duas boas oportunidades, levou um gol de bola parada, reagiu, foi pra cima, empatou e terminou com fôlego para virar a partida.

Pelo futebol apresentado daria para vencer a partida. Neste sentido o empate ficou com sabor amargo. Pela tabela, é sempre importante somar um ponto fora. Olhando além do resultado, como deve ser feito neste início de campeonato, o time mostrou novamente bom futebol e com time misto.

Centurión destoou.

O Coritiba saiu vaiado, não me surpreenderia ver o time lutando contra o rebaixamento.

Fui de 2×2 no Bolão, somei pontos pelo empate.

Kléber, na Série B, está entre atacantes mais bem pagos do país. Veja lista

Leia o post original por Perrone

Colaboraram Jeremias Wernek, do UOL em Porto Alegre,  e Pedro Ivo Almeida, do UOL no Rio de Janeiro

Ele joga na Série B do Campeonato Brasileiro, não está entre os artilheiros da competição, mas é um dos atacantes mais bem pagos do país, atrás de poucos da Série A. Essa é a situação de Kléber, do Vasco, de acordo com levantamento feito pelo blog sobre a remuneração de dez dos principais atacantes do país.

O Gladiador ganha cerca R$ 650 mil por mês, aproximadamente o dobro do que Guerrero, artilheiro do Corinthians na Série A, com sete gols. O peruano negocia um novo contrato, mas vai continuar ganhando menos do que Kléber. Isso porque o Corinthians deve aumentar seu salário de pouco mais de R$ 300 mil para R$ 500 mil.

Kléber, que estreou pelo Vasco na 11ª rodada da segunda divisão, fez 4 gols na Série B e um na Copa do Brasil. Entre os jogadores que tiveram suas remunerações pesquisadas pelo blog, o ex-palmeirense só fica atrás de Fred, dono de um salário de aproximadamente R$ 900 mil no Fluminense, e Alexandre Pato, que recebe R$ 800 mil divididos entre Corinthians e São Paulo.

A renda mensal do Gladiador foi turbinada em 2011, quando ele trocou o Palmeiras pelo Grêmio. O atacante ganhava no alviverde, entre luvas e salários, R$ 220 mil, e passou para o valor atual.

Se os principais clubes do país colocarem em prática o atual discurso de cortar despesas, o ex-palmeirense deve continuar no topo da lista. O Corinthians, por exemplo, estipulou como teto salarial R$ 500 mil.

Por sua vez, o Santos, que gasta cerca de mais de R$ 1 milhão a cada 30 dias só com Robinho e Leandro Damião (três gols no Brasileirão), tem atrasado parte dos pagamentos dos jogadores.

O blog não teve acesso aos dados salariais do cruzeirense Marcelo Moreno, artilheiro da Série A ao lado do meia Ricardo Goulart, seu colega de time, com 11 gols cada, de Rafael Sóbis (Fluminense) e Barcos (Grêmio). Apesar de não terem sido analisados os salários de todos atacantes do país, é possível afirmar que Fred é o mais bem pago do Brasil, seguido de Pato. Confira abaixo a relação completa dos salários aproximados que foram pesquisados.

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Mentira bem contada

Leia o post original por RicaPerrone

Era uma vez um menino de algum talento.  Já integrado no time profissional como um futuro grande jogador, fez com que seu clube o vendesse rapidamente em virtude das inúmeras confusões que arrumava fora de campo.

Ainda nos juniores do SPFC, recebendo salário do clube, fez uma carteirinha de sócio na Gaviões da Fiel, conforme confirma a própria torcida.

Passou por 5 grandes clubes brasileiros, conseguiu chegar ídolo e sair detestado em todos eles.  Foi expulso nas mais diversas oportunidades, já tem 31 anos, não conquistou porra nenhuma e segue sendo tratado como um “fora de série”.

Até é. Pois a maioria dos jogadores não apresenta tão pouco, prejudica tanto seu clube e segue achando meios de se valorizar no mercado.  Kleber jogou ontem sob efeito suspensivo num clube onde acabou de chegar.  No intervalo, agrediu um adversário pela milésima vez na carreira.

Vai desfalcar o time, ganhar salário, arrumar encrenca e sair brigado como sempre saiu.

Por onde passa consegue ser ídolo da organizada, indo a festinhas, fazendo tipo de maloqueiro e ganhando intimidade com os líderes. Com o torcedor comum, porém, Kleber passa longe de ser ídolo.

Sua ida para o Vasco acrescenta tecnicamente num time que não tinha bons atacantes. Agora tem, paga por ele, e não poderá usa-lo. Afinal, pra variar, estará sempre suspenso ou pipocando em um jogo importante qualquer.

Kleber é a mentira mais bem contada da história do futebol brasileiro.

E olha que muito se mente por aqui.

abs,
RicaPerrone

Pragmático

Leia o post original por RicaPerrone

Com um time titular de nomes até respeitáveis no cenário atual do futebol brasileiro, o Vasco não disputa exatamente uma série B.  Todo mundo sabe e espera que ele suba sem qualquer susto, mas que principalmente seja campeão e mostre algo promissor.

Se Douglas, Guinazu e Fabrício não podem formar um meio campo rápido e versátil, também não podem se contentar com 1×0 e recuar com medo do adversário, ainda mais em casa.

Ninguém quer show. Querem ver um Vasco sobrando, é o mínimo.

O time de Adílson entra, não joga mal, nem bem. Não faz muitos gols, nem sofre.  É a busca pelo 1×0 seja como for, sem sorrisos e ousadia, apenas um compromisso.

Não pode ser. O compromisso é pouco pro Vasco na série B. Esse time pode mais, precisa dar mais e não sei se é com Kleber, que dá um tapa no adversário aos 30 do segundo tempo precisando ganhar e com o jogo apertado, que se constrói algo pra um furuto próximo.

Thalles neles. Jogando bem, mal, marcando ou não. O futuro do Vasco passa por jogadores como ele. Acho que já deu tempo suficiente pra se cobrar mais do que o “minimo possível”, não?

Então. Mais. Bem mais do que isso.

abs,
RicaPerrone

Muito melhor

Leia o post original por RicaPerrone

Não para causar suspiros e nem mesmo para deixar o torcedor seguro. Mas o suficiente para golear o Santa Cruz e jogar muito mais do que jogava quando parou para a Copa do Mundo.

Se Thalles não marcou, continua sendo muito mais lúcido que Edmilson e Reginaldo, prendendo a bola quando preciso e não chutando de qualquer jeito. Kleber, ainda sem ritmo, fez o dele de pênalti apesar da má atuação.

E é exatamente por não ter ido bem num dia de 4×1 que o vascaíno pode se animar. Afinal, imagine quando for?

Um jogo de belos gols, com um pouco mais de calma por parte do meio campo do Vasco, que até outro dia parecia dopado de tão rápido que perdia a bola.  Adilson escalou André na lateral e com 20 minutos tirou. A polêmica do jogo é essa.

Eu não tiraria. Não porque não merecia, mas porque não sei o quanto é prejudicial a um jogador sacá-lo do time claramente o condenando pelo gol sofrido. Mas funcionou, e o Vasco virou o jogo.

Fabrício e Guinazu não correm o esperado mas a experiência compensa. Sabem prender, dar uma chegada mais forte quando preciso e não deixam o adversário se impor.

É estranho dizer isso, mas a seleção brasileira por exemplo, faltou um Guinazu. Não pelo futebol, longe disso, mas pela postura e cara feia.

Sábado o Vasco reencontra sua torcida. Talvez, os aplausos.

O de hoje os mereceu. Não por uma grande atuação, mas por um time muito melhor do que aquele que parou pra ver a Copa em junho.

abs,
RicaPerrone