Arquivo da categoria: Leco

Kaká é mito! Mas acabou!

Leia o post original por Craque Neto

Já diria o eterno Raul Seixas que tudo na vida tem o INÍCIO, o FIM e o MEIO. E na carreira de um jogador não é nada diferente. Vejam o caso do Kaká, que estaria iniciando conversas para voltar a vestir a camisa do São Paulo. Sinceramente? Acho isso um tremendo erro. O torcedor são-paulino mais saudosista vai me xingar lembrando da bola redonda que o meia jogou no Tricolor no final dos anos 1990. De fato ele foi mito! Não à toa foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 2007. Só que tem um porém aí. […]

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Presidente do Tricolor está PERDENDO a NOÇÃO da realidade???

Leia o post original por Craque Neto

Nesse domingo recebi no meu celular a informação que o presidente do São Paulo, o Sr. Carlos Augusto Barros e Silva, popularmente conhecido como Leco, no alto de seus 79 anos, teria tentado agredir um conselheiro do clube, outro senhor de idade, simplesmente por divergências de opiniões. O ato teria ocorrido dentro das instalações do Morumbi após o clássico de domingo contra o Corinthians que terminou empatado em 1 a 1. O caso sinceramente me deixou preocupado. O Sr. Pedro Miguel Mauad, o senhor que quase apanhou do Leco, fez um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia. Só queria […]

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Até aliados criticam Leco por declarações sobre Ceni

Leia o post original por Perrone

Carlos Augusto de Barrros e Silva, o Leco, sofre críticas até de parte de seus aliados pelo ataque ao trabalho de Rogério Ceni como treinador em entrevista ao site “Chuteira FC”.

Sob a condição de não terem seus nomes publicados, três conselheiros alinhados com o presidente são-paulino criticaram a atitude dele. As queixas são principalmente duas. A primeira, sobre a decisão de dar a entrevista. O entendimento é de que o cartola deveria ter se recusado a falar com o site para não se expor no momento em que o time luta contra o rebaixamento e às vésperas do clássico com o Corinthians. O silêncio seria uma forma de evitar situações que pudessem respingar na equipe.

O segundo argumento é o de que, a partir da decisão de dar a entrevista, Leco deveria ter evitado falar sobre Rogério. Seu posicionamento deveria ter sido de comentar o presente e o futuro. Esquecer o passado seria uma estratégia para não reabrir feridas. Depois da publicação das declarações do presidente, Ceni escreveu em sua conta no Facebook: “não se deixe enganar pelos cabelos brancos, pois os canalhas também envelhecem”.

Os críticos de Leco também afirmam que o presidente não deveria atacar um dos maiores ídolos do São Paulo. Quem defende o dirigente diz que ele separa o goleiro do treinador na hora de fazer suas críticas e que algumas pessoas no Morumbi não entendem essa diferenciação.

Já a oposição soma as afirmações sobre Rogério ao episódio em que o conselheiro Pedro Mauad acusa Leco de agressão depois do empate com o Corinthians.

Procurado por meio da assessoria de imprensa do São Paulo, Leco não comentou as críticas até a publicação deste post.

 

Opinião: Leco dá ‘tiro no pé’ ao detonar Ceni

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, soaram como ataque gratuito e tentativa atrapalhada de se desvincular da péssima campanha do São Paulo no Brasileirão as críticas feitas por Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, a Rogério em entrevista ao site “Chuteira FC”.

O presidente são-paulino diz que incialmente tinha dúvidas se o ex-goleiro estava pronto para ser treinador, mas que foram tantas e tão forte as colocações dele de que estava pronto que o dirigentes se convenceu. Então, no esquema de profissionalismo pregado pelo novo estatuto tricolor basta que um candidato a uma vaga se diga apto para a direção concordar? É assim que funciona numa grande empresa? Não faltou poder de análise à diretoria?

Leco diz também que fez o que ninguém evitaria fazer: trazer Rogério para treinar a equipe. Ou seja, dá a entender que administrou tomando o pulso da torcida, adotando uma medida popular. Foi assim também quando ele trouxe Lugano para ser reserva de luxo e ainda renovou seu contrato. É chover no molhado dizer que um presidente de clube não pode contratar com a cabeça de torcedor.

Ao tentar explicar os motivos que fizeram a passagem de Ceni como treinador são-paulino ser tão curta, o presidente avaliou que “ele não se adaptou à dinâmica da nova situação. Como jogador ele era o Mito, uma figura grande, com muitas conquistas. Mas era uma situação muito diferente da de pegar um grupo e formar um time”. Ué, mas se leco sabia que era seria uma situação muito diferente da que Rogério estava acostumado, porque teve tanta convicção de que o ex-goleiro seria a melhor opção a ponto de dar a vaga para ele? Não parece incoerente?

A agressão gratuita aconteceu quando o presidente disse que “foi com ele que fomos par a zona de rebaixamento. E como é duro de sair”. Ao apontar o dedo para Ceni, Leco sugere que não cometeu erros que ajudaram o time a encalhar na zona de degola. Impossível tirar o cartola dessa, primeiro porque foi ele quem contratou o ex-goleiro. E as seguidas vendas de jogadores autorizadas pelo presidente? Não prejudicaram a equipe? Não podem ter a ver com o desempenho pífio?

A minha leitura é de que Leco não percebeu que falar mal de Ceni depõe contra o próprio dirigente. É um tiro no pé. Além de ser desnecessário aumentar a ira de um ídolo do clube e que certamente não perdeu seus milhões de fãs por causa da experiência amarga.

 

Opinião: São Paulo insiste na arriscada estratégia de agradar à torcida

Leia o post original por Perrone

A reunião entre torcedores e jogadores do São Paulo na última semana indica que a diretoria tricolor não aprendeu com erros cometidos na tentativa de agradar aos fãs do clube.

Geralmente, atletas não gostam de ter que dar explicações aos torcedores. E costumam se sentir ainda mais incomodados quando são tiradas satisfações dentro do local de trabalho e com anuência da direção.

Além do natural risco de gerar descontentamento, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, deixou membros do Conselho de Administração são-paulino contrariados com o que acreditam ser exposição desnecessária dos jogadores perante a torcida.

O episódio é a repetição da estratégia de tomar medidas simpáticas à torcida adotada outras vezes por Leco sem sucesso.

Foi assim, por exemplo, na decisão de contratar Lugano, claramente sem condições de ser titular, na tentativa de reconquistar o apoio dos torcedores para o time, além da aposta na liderança do zagueiro. Essa era a teoria, mas na prática o São Paulo ficou com um reserva de luxo enquanto não consegue arrumar sua zaga desde o início do ano. E o contrato do uruguaio ainda foi renovado, apesar de ele ser pouco aproveitado.

A contratação de Rogério Ceni, realizada em período de campanha eleitoral (Leco nega cunho político), também foi extremamente popular entre os torcedores. Porém, com a demissão do ex-goleiro em apenas cerca de seis meses, a escolha se revelou uma ação sem sólido planejamento. A impressão que fica, é que na oportunidade a diretoria fechou os olhos para os riscos da decisão de dar sua prancheta para um estreante. Assim como tampou os ouvidos para alertas dos membros do Conselho de Administração sobre a possibilidade de efeitos colaterais provocados pelo encontro entre atletas e torcedores.

Se jogadores podem ter ficado constrangidos com a cobrança feita especialmente por membros de torcidas organizadas, o mesmo pode acontecer com Dorival Júnior se for colocada em prática a ideia de Muricy Ramalho prestar consultoria técnica informal.

O atual treinador diz concordar com a medida, mas não é estranho o fato de a diretoria ter dito que Dorival considerava desnecessária a ajuda externa de um profissional do ramo? Muricy foi convidado mediante forte pressão de torcedores, sócios e conselheiros que entregaram para Leco um abaixo-assinado pedindo a contratação do ex-treinador como coordenador. Mais uma vez fica no ar o cheiro de que a direção continua confiando no populismo como forma de administrar o clube.

Esse estilo pode conduzir Leco a dois tipos de situação. Na primeira, se a equipe se salvar, do rebaixamento, torcedores, sócios e conselheiros irão dizer que a direção só não rebaixou a equipe porque eles interferiram. Até aí, tudo bem, pois não é vergonha contar com ajuda para fazer o melhor pelo clube.

No segundo caminho, o presidente afundaria com a torcida para a Série B. Daí poderá dizer que não errou sozinho e que fez o que os torcedores pediam, o que de nada adiantará.

O problema, na opinião deste blogueiro, é que já há casos concretos em que o a decisão de atender ao anseio popular atropelou o bom senso gerando resultados amargos para o tricolor. Ou seja, a diretoria repte uma estratégia que não tem dado certo. E, no momento em que o novo estatuto prega o profissionalismo, a influência de quem não é pago para tomar decisões, só aumenta.

A torcida já estava falando com eles

Leia o post original por Rica Perrone

Uma vez um “chefe” disse no ar que era um absurdo sem tamanho o clube X ter contratado um técnico sem experiência pro cargo. Porque time grande não era lugar de fazer experiência, o cargo era pra profissionais e não pra amadores. Criticou por 5 minutos no ar o fato do treinador não ter uma …

Querem USÁ-LO de BOI DE PIRANHA!

Leia o post original por Craque Neto

Engraçado como o mundo do futebol dá voltas, não é verdade? Há alguns anos o hoje presidente Leco, na ocasião vice de futebol, demitiu o técnico Muricy Ramalho por causa de uma eliminação na Libertadores. O cara era o comandante do time que acabava de ser tricampeão do Brasileirão. É brincadeira? Chegaram até a organizar uma constrangedora coletiva de imprensa para oficializar a DEMISSÃO. Ridículo! Muricy não sabia o que dizer e pra quem olhar. O dirigente surgiu nos microfones com uma empáfia monstruosa. Curiosamente agora em 2017 o mesmo Muricy é visto pelo mesmo Leco como o salvador da […]

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Dorival enfrenta campanha de parte de conselheiros por sua demissão

Leia o post original por Perrone

Acabou o prazo de Dorival Júnior para arrumar o time. Essa é a opinião de parte dos conselheiros do São Paulo que cobra a demissão do treinador. Da mesma forma, há membros do Conselho Deliberativo que querem a saída do diretor executivo de futebol Vinícius Pinotti.

Não corrigir antigas falhas, incapacidade de fazer a equipe evoluir, mesmo com tempo para treinar devido à parada no Brasileirão, e o fato de o tricolor permitir o empate contra a Ponte Preta após estar vencendo por 2 a 0 são usados como argumentos contra o treinador.

“Demos todo apoio ao Dorival, mas tudo tem limite. Chega do Dorival, o time não se encontrou com ele. E os resultados mostraram que o desempenho dele foi pífio”, disse o opositor Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu. As afirmações foram feitas em mensagem enviada a seus contatos por telefone celular.

“Eu contrataria o Leão como treinador e o Muricy como coordenador”, completou o oposicionista no texto. Indagado pelo blog sobre Dorival, Ferreira respondeu: “Dei dois meses para avaliar o trabalho dele, mas depois de hoje (sábado no jogo com a Ponte) não dá mais. Técnico é como vendedor, a análise é simples, pelos resultados”, disse.

Newton não cita Pinotti, mas há no conselho quem entenda que o executivo perdeu a blindagem que tinha. Parte de conselheiros influentes entendia que ele não podia responder por problemas de planejamento ocorrido antes de maio, quando assumiu o cargo. No entanto, politicamente, Pinotti já enfrentava críticas por ocupar um cargo executivo sem antes ter exercido função profissional no futebol.

Sócio do clube, ele era dirigente do departamento de marketing e foi um importante aliado de Leco na campanha pela reeleição presidencial neste ano.

Vale lembrar que os conselheiros não têm poder de decisão em relação à permanência ou não de técnicos e diretores. Porém, a opinião da maioria costuma ser analisada pelos presidentes de clubes.