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Grêmio, o caça-fantasmas

Leia o post original por Antero Greco

O Grêmio mostrou nesta quarta-feira como se espanta fantasma. O Barcelona de Guayaquil pintava como a assombração na vida dos brasileiros, na edição deste ano da Libertadores, depois de eliminar Palmeiras e Santos. Temia-se que fizesse o mesmo com o tricolor gaúcho, na semifinal da competição, ainda mais que jogava a primeira em casa.

Conversa fiada. O time equatoriano não foi páreo para o Grêmio, tomou 3 a 0 e na semana que vem joga em Porto Alegre praticamente para cumprir tabela. Ou à espera de um daqueles milagres que só acontecem a cada 100 anos no futebol. Ou uma hecatombe sobre a rapaziada de Renato Gaúcho.

A eficiência do Grêmio como caça-fantasmas fez o trabalho em 20 minutos. Tempo suficiente para os dois primeiros gols – com Luan aos 7 e Edilson aos 20, que se machucou no segundo tempo e deu lugar para Leo Moura.

A vantagem derrubou o Barcelona, que ficou perdido, sem saber o que fazer para salvar a honra. Teve de atirar-se à frente, mas parou no sistema de marcação desta vez impecável dos brasileiros.

No intervalo, o Barcelona mudou, na tentativa de voltar mais agressivo. E quase assustou, aos 3 minutos, num chute à queima-roupa de Ariel, na pequena área, e que Grohe parou com a mão direita. Defesa extraordinária, indício pra lá de seguro de que não haveria reviravolta. Defesa para encher de moral o Grêmio e colocar o Barcelona nas cordas.

Pois o nocaute veio aos 6, com o segundo gol de Luan, o terceiro da noite. Contra-ataque preciso e finalização impecável. Dali em diante, o Grêmio só ficou à espera do relógio andar, sem pressa, com serenidade, com autoridade. Com a certeza de quem está na decisão.

O Barcelona virou fantasminha camarada.

Agora, que venham os argentinos. River? Pode ser. Adversário de tradição. Lanús? Franco-atirador. Sem problema. O tricolor gaúcho dá passe gigante para o terceiro título continental.

Goleada gremista escancara como Palmeiras e Santos foram incompetentes!

Leia o post original por Milton Neves

Barcelona-EQU 0 x 3 Grêmio

Um resultado que nem os mais otimistas gremistas esperavam.

Afinal, ninguém espera conseguir uma goleada em uma semifinal de Libertadores jogando fora de casa.

Pois o Tricolor gaúcho, melhor time brasileiro da temporada, conseguiu.

E diante do Barcelona-EQU, que eliminou os “poderosos” Palmeiras e Santos do torneio continental.

Ah, e esse resultado escancara a incompetência do Verdão e do Peixe diante da frágil equipe equatoriana.

Sobre o jogo, simplesmente parecia que o Grêmio jogava em Porto Alegre.

Tocava a bola com tranquilidade, chegava com extrema facilidade ao gol adversário e fiquei com a sensação de que poderia ter feito ainda mais.

Os destaques do duelo foram Luan, Edilson e Marcelo Grohe, que fez uma das defesas mais sensacionais da história do futebol!

Deixou até Gordon Banks no chinelo…

Pô, Renato Gaúcho, era para você estar na final da Libertadores e com o título do Brasileirão assegurado, não é mesmo?

Quem mandou poupar tanto?

Bom, o Grêmio agora só precisa cumprir tabela na Arena e aguardar o vencedor do confronto entre River Plate e Lanús.

Acho que vai dar River!

E tenho certeza de que será uma pedreira para a equipe de Renato Gaúcho!

Mas, convenhamos, se os tricolores jogarem como em Guaiaquil, ninguém segura!

Fluminense 0 x 1 Flamengo

E no duelo dos desanimados Fluminense e Flamengo, acabou levando a melhor o time rubro-negro, que tem um elenco muito superior ao do Tricolor das Laranjeiras.

Agora, claro, é bem provável que o time da Gávea avance para a próxima fase.

Mas, honestamente, nem o título da Sul-Americana conseguiria salvar o ano do Fla.

Opine!

De novo, a valentia do Palmeiras

Leia o post original por Antero Greco

O time titular do Palmeiras é melhor do que o reserva do Grêmio. Ao Palmeiras, só resta o Brasileiro em 2017 e o Grêmio ainda está no rumo do título da Libertadores. O Palmeiras vive fase de ascensão com Alberto Valentim e o Grêmio mantém gangorra no returno.

A conjunção desses fatores desembocou no óbvio: Palmeiras 3 a 1 no clássico com o Grêmio, na tarde deste domingo, em Porto Alegre. A terceira vitória consecutiva da equipe verde sob o comando do interino preferido pelos atletas. A sexta derrota tricolor em 11 rodadas no returno, em retrospecto muito fraco.

O Palmeiras apostou em força máxima, com a presença de Borja no ataque, já que William fica fora por um tempo por contusão. Valentim manteve a defesa e o meio-campo, com Dudu e Keno mais à frente para jogarem ao lado do colombiano.

Deu certo, embora sem que o primeiro tempo tenha sido primoroso. Na prática, a parte inicial do confronto foi morna, praticamente sem trabalho para Prass e Paulo Vitor. Nem paulistas nem gaúchos se arriscaram além do habitual.

A diferença de qualidade sobressaiu na etapa final. O Palmeiras mais ligado, rápido e objetivo abriu vantagem ampla com menos de dez minutos, nos gols de Dudu (aos 3) e Moisés(aos 9). O Grêmio foi para as cordas, sofreu pressão e ainda tomou o terceiro, aos 20, de novo com Dudu. A honra da casa foi salva por Michel aos 33. E nada além disso.

O que se viu de importante? Um Palmeiras vivo, vibrante, com Keno, Dudu, Moisés, Bruno Henrique participativos, defesa atenta e vontade de ganhar. Diferente do período com Cuca? Muito, não apenas pelos resultados, mas sobretudo pela postura e entrega.

Com 53 pontos, tem direito de sonhar (assim como o Santos, que bateu o Atlético-GO), e fica na expectativa de tropeço do Corinthians, na segunda-feira, na visita ao Botafogo. O Grêmio, com 50, pode concentrar-se de vez na luta pelo tri da Libertadores. É o melhor que tem a fazer no momento.

Corinthians + Itaquerão + mata-mata = decepção!

Leia o post original por Milton Neves

Corinthians 1 x 1 Racing-ARG

É simplesmente inacreditável o que está acontecendo com o Corinthians.

O time, que não perdia de ninguém, ultimamente não está conseguindo nem empurrar bêbado de ladeira.

Será que enterraram um sapo no Itaquerão?

(A imagem acima é meramente ilustrativa).

A decepção da vez foi diante do Racing, da Argentina, em partida válida pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana.

E o pior é que o Timão foi muito bem no primeiro tempo.

Inclusive, merecia ter marcado mais gols.

Só que a equipe de Carille simplesmente “não voltou dos vestiários” após o intervalo.

Aí, os argentinos se aproveitaram, empataram o duelo e colocaram um pé nas quartas de final do torneio continental.

Agora, só falta o Timão perder para o Vasco…

Aí a coisa vai complicar de vez, hein?

Barcelona-EQU 1 x 1 Santos

Alô, Palmeiras!

Aprendeu como se enfrenta o Barcelona-EQU em Guaiaquil?

É, meus amigos, o Santos sofreu e, como sempre, teve que contar com uma noite inspirada do goleirão Vanderlei.

Mas, pelo menos, conseguiu um empatezinho que garante certa tranquilidade ao time de Levir Culpi na Vila Belmiro.

Ninguém apostava, mas o Peixe está chegando!

E está chegando também no Brasileiro, hein?

Botafogo 0 x 0 Grêmio

Também pelas quartas de final da Libertadores, Botafogo e o “poupástico” Grêmio ficaram no empate sem gols no Estádio Nilton Santos.

E acho que o placar se repetirá em Porto Alegre, com o Glorioso garantindo a classificação nas penalidades.

É que o Tricolor gaúcho não merece avançar na competição.

Castigo por ter jogado o troféu do Brasileirão no colo do Corinthians!

19h15

Chapecoense 0 x 0 Flamengo

Na Arena Condá, um joguinho bem fraco entre Chapecoense e Flamengo, que não tiraram o zero do placar.

Mas, mesmo com o empate em casa, estou achando que a querida Chape seguirá firme e forte na busca pelo bi da Sul-Americana.

É que o Mengão está muito preocupado com a final da Copa do Brasil…

Sport 3 x 1 Ponte Preta

Na Ilha do Retiro, o Sport do professor Luxemburgo voltou a vencer após seis jogos de jejum.

Quem pagou o pato foi a Ponte Preta, que terá que reverter os 3 a 1 no Moisés Lucarelli.

A Macaca conseguirá?

Opine!

Santos coloca um pé e meio nas quartas de final da Libertadores!

Leia o post original por Milton Neves

 

Atlético-PR 2 x 3 Santos

O começo do jogo, disputado na Vila Capanema, foi todo do Atlético-PR.

O Furacão abriu o placar logo aos seis minutos, com Nikão, e passou a controlar muito bem a partida.

Mas, 19 minutos mais tarde, o apagado Lucas Lima decidiu “entrar em campo” e deu bela assistência para Kayke deixar tudo igual.

Depois disso, o Peixe passou a mandar no duelo, e Bruno Henrique virou para o Alvinegro Praiano no início da segunda etapa.

Na sequência, Kayke ampliou e deixou a situação do Furacão muito complicado.

Mesmo assim, a equipe da casa diminuiu, com Éderson.

Mas, sejamos francos, somente um milagre classifica o Atlético-PR para a próxima fase da Libertadores, não é verdade?

O Santos já está com um pé e meio nas quartas de final da competição sul-americana.

Opine!

Há cinco anos, morria a maior piada do futebol brasileiro!

Leia o post original por Milton Neves

Pôster: Portal UOL

Parece que foi ontem, mas já faz cinco anos…

No dia 4 de julho de 2012, o Timão, enfim, vencia a sua primeira Libertadores da América.

E o merecidíssimo título corintiano matou a maior piada do futebol brasileiro.

Afinal, tinha coisa melhor do que brincar com o fato de o time do Parque São Jorge, até então, nunca ter conseguido vencer o principal torneio da América do Sul?

Ah, não tinha, não!

Mas, e hoje, qual é a piada preferida do torcedor brasileiro?

“O São Paulo não tem Copa do Brasil”?

“O Flamengo não tem estádio”?

Ou “o Palmeiras não tem Mundial”?

E, para você, quem foi o grande herói do Corinthians no título da Libertadores-2012?

Tite, Emerson Sheik, Cássio ou Diego Souza?

Opine!

O Santos, pelo menos na Libertadores, segue voando!

Leia o post original por Milton Neves

Santos 4 x 0 Sporting Cristal

Com certa razão, o torcedor do Santos anda com um pé atrás com a equipe comandada por Dorival Júnior.

Afinal, o time, neste ano, ficou pelo caminho no Paulistão – algo raro – e ainda não conseguiu convencer no Brasileiro (derrota para o Fluminense e vitória magra contra o Coritiba).

Mas, na Libertadores, o santista não tem motivos para reclamar.

Peixe segue voando!

Nesta noite, na Vila Belmiro, o Santos confirmou a boa fase na competição continental ao golear o Sporting Cristal pelo placar de 4 a 0.

E, com o triunfo, o Alvinegro garantiu nada menos que o primeiro lugar de seu grupo.

Impressionante, não é mesmo?

E, para conseguir isso, nem precisou gastar uma fortuna como Palmeiras e Flamengo…

Mas, e agora, o que esperar do Peixe para a próxima fase da Libertadores?

Manterá a boa fase?

Ou levará um choque de realidade?

Chapecoense 2 x 1 Zulia

E que coisa linda a Chape, hein?

O time catarinense simplesmente deu de ombros para a punição da Conmebol e foi com tudo para cima do Zulia.

Mas, mesmo dominando jogo, a equipe comandada por Vagner Mancini teve muitas dificuldades para garantir os três pontos.

Os dois gols, o de empate e o da virada, só vieram nos acréscimos do duelo.

Emocionante!

E agora, eliminada da Libertadores, a Chapecoense chega forte para tentar o bi da Sul-Americana.

Será?

Opine!

Brasília em chamas e o Botafogo incendeia o Rio. Com pressa!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Luis Benavides/AP Photo – retirada do UOL

Ah, deixemos hoje de lado a seleção do Palmeiras, o milionário fracassado Flamengo, o Tite “ideal para presidente do Brasil” e o Galo do “Neymarzinho Equatoriano” Cazares.

Falemos do Botafogo que jamais ganhou uma Liberadores.

Mal conseguia dela participar.

Nos anos de Manga, Nilton Santos, Garrincha, Rildo, Didi, Quarentinha, Amarildo e Zagallo, o Fogão da meia cinza sempre parava no timaço do Santos de Pelé.

Isso na final ou na semifinal da Taça Brasil, o torneio que credenciava nosso único representante na competição.

Antigamente só entrava, a partir de 1960, quando foi criada a Libertadores, o campeão de cada país.

Hoje já temos até um… G-7!!!

Entra todo mundo, uma festa.

É que os cartolas engordaram a quantidade de times e espicharam o tempo de disputa, de trimestral para quase anual, só para que os direitos de transmissão pela TV fossem às alturas, como foram.

E se antigamente, nos anos de Telê, “Torcer para o São Paulo é uma grande moleza” (e hoje virou “grande dureza”), atualmente é “cívico” virar botafoguense na Libertadores.

É uma questão de gratidão ao time que nos deu 41.07% da Copa da Suécia-58, 100% da Copa do Chile-62 e 49.17% da Copa do México-70.

Hoje, acabou a minha raiva do Botafogo-1995, time do “zagueiro” Márcio Rezende de Freitas, e quinta-feira foi de chorar vendo a festa da torcida de General Severiano no “Estádio Nilton Santos”.

Que o time do Pimpão siga “todo garboso” botando fogo na Libertadores na mesma época em que Brasília arde.

Sim, a vaca por lá foi para o brejo, mas por enquanto só o sininho e o rabo.

Falta ainda quase tudo, dos chifres ao traseiro.

Para o “primo” Aécio Neves, não.

Acabou!

Foi pífio e até juvenil.

Com seu algoz gravando tudo, como ele, um “macaco velho”, não sacou que “seu amigo” estava só levantando a bola para ele ir falando, falando e falando?

Quase um monóculo, com o “interlocutor” de emboscada atrás do toco esperando a onça beber água.

Faltou ser uma raposa, símbolo de seu time, ele tão burro e ela tão esperta.

Esperta como boiadeiros de Alfenas e Goiânia.

E rápidos no gatilho.

Tão rápidos que no começo de abril quase aluguei um apartamento em Nova York para um jovem executivo brasileiro, via o broker (corretor) Freddy Gouveia, brasileiro lá radicado há anos.

Mas, aflito, ele queria entrar no imóvel com tudo dentro, do jeito que estava e no “outro dia” com mulher, dois filhos menores e a babá “que estavam chegando em Nova York”.

Não deu certo porque não dava para retirar de lá “por telefone” tanta coisa particular da família cambiando de Upper East Side para Tribeca, hoje alugado para Companhia chinesa, investidora de Wall Street, bem perto.

Mundo pequeno, o lépido quase-inquilino era mais um dos famosos e hoje tão falados Batistas.

De segunda geração, filho ou sobrinho.

Que pressa, sô!

Hoje, pelas chamas de Brasília, caiu a ficha.

E que sejamos todos felizes!

OPINE!!!

Vencer é ótimo. Mas Palmeiras precisa melhorar

Leia o post original por Antero Greco

Texto de blog, escrito no calor da hora, ainda tem muito da adrenalina das partidas. Talvez não seja diferente com este que você começa a ler agora. Mas tentemos colocar abstrair e partir para a análise.

O Palmeiras ganhou do Jorge Wilstermann por 1 a 0, no final da noite desta quarta-feira. Primeira vitória em dois jogos na Libertadores. Gol no sufoco, na bacia das almas, marcado pelo zagueiro artilheiro Mina, aos 50 minutos do segundo tempo. Bola chorada, depois de jogada de aperto, da qual participou mais de meio time. Sobrou até reclamação dos bolivianos, sob alegação de impedimento.

Muito bem, três pontos para o campeão brasileiro, que dessa maneira evitou decepção de empatar em casa. O estádio lotado vibrou com o lance final do duelo no Allianz Parque.

Mas logo vêm as questões: o Palmeiras jogou bem? Teve atuação à altura da expectativa com que entrou na competição? Destroçou o adversário? Portou-se como candidato ao título?

Diria que não. A turma de Eduardo Baptista esforçou-se, claro; jogou com seriedade, sem desprezar o adversário. No entanto, esteve aquém do que se esperava de mandante de peso.

Não levou grandes sustos na defesa, como tem sido recorrente nesta temporada. O setor é sólido, tem jogadores experientes e bem protegidos. Não é ali que se encontra o problema.

A emperrada vem do meio para a frente. Nesta quarta-feira, por exemplo, Tchê Tchê não esteve bem, assim como Michel Bastos. E o técnico demorou para tirá-los de campo. Deveria ter tentado antes com Keno e Willian. Com isso, ficou sobrecarregado Felipe Mello, que se saiu bem, depois de um início meio nervoso. Mas Zé Roberto também ficou mais preso à defesa e Guerra não se soltou muito.

Como num efeito dominó, Dudu igualmente se preocupou em ajudar o meio. E Borja passou muito tempo isolado à frente. Foram poucas as bolas que vieram para ele. Tanto que, no primeiro tempo, a rigor o Palmeiras teve uma jogada mais perigosa.

Na segunda parte, tentou pressão sobre o JW, que abusou da enrolação, catimbou o mais que pôde, para voltar com um ponto no bolso. Ainda que Eduardo tenha mexido, não foram muitos os episódios de perigo criado pela equipe dele. Com Roger Guedes no lugar de Guerra (que não foi mal), veio mais velocidade no final. E o gol salvador, depois de muita insistência, pintou como alívio.

Mas o Palmeiras precisa melhorar bastante para confirmar a condição de postulante ao título.

Todo mundo esperava mais do milionário Palmeiras! No Rio, os flamenguistas já estão sentindo o “cheirinho” de novo!

Leia o post original por Milton Neves

Tucumán 1 x 1 Palmeiras

Com todo o respeito ao Atlético Tucumán que, pelo que dizem, tem crescido muito no futebol argentino.

Mas, pelo que tanto que investiu, esperava-se uma estreia muito melhor do Palmeiras na Libertadores.

O placar ficou em 1 a 1, mas, para mim, a equipe argentina, pelo que criou, merecia até ter derrotado o milionário Verdão.

Destaques negativos: Vitor Hugo, pelo infantil cartão vermelho, e Borja, por ter perdido “um caminhão de gols”.

Destaque positivo: Fernando Prass, por ter segurado a onda mesmo após as “700” jogadas aéreas do Tucumán.

Agora, sobre Eduardo Baptista, não sei, mas sinto que ele pode acabar tendo o mesmo destino de Marcelo Oliveira, demitido do Palestra no começo do ano passado.

E essa suspeita pode se confirmar se o Palmeiras não convencer contra o São Paulo, no sábado, e contra o Jorge Wilstermann, na próxima quarta-feira.

Aguardemos…

E você, torcedor, o que achou da estreia do Verdão na Libertadores?

Flamengo 4 x 0 San Lorenzo

E o Flamengo, hein?

Esqueceu rápido demais a derrota na final da Taça Guanabara para o Fluminense, e massacrou o San Lorenzo, time do Papa, no Maracanã.

E com direito a três verdadeiros golaços.

E a empolgação no Rio de Janeiro é tão grande que já tem flamenguista sentindo o “cheirinho” de novo.

Será?

Opine!