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Palmeiras e o tropeço em boa hora

Leia o post original por Antero Greco

Caro amigo palestrino, você gostaria que seu time ganhasse todas? Pergunta desnecessária, com resposta óbvia. Ainda mais quando vem embalado, joga em casa, contra adversário tecnicamente inferior. Enfim, só festa.

Era esse o panorama para o duelo com o Linense, na noite desta quinta-feira, no Allianz Parque. De um lado, o líder com seis vitórias consecutivas. De outro, um franco-atirador, sem maiores pretensões. Tudo levava a crer que seria outro sparring fácil de derrubar. Sensação que aumentou após o gol de Borja logo aos 4 minutos.

Ilusão.

A vantagem estufou a autoconfiança do Palmeiras, que chegou a ter mais de 70% de posse de bola, como se isso fosse indício de superioridade absoluta. Só que, aos poucos, o Linense equilibrou, avançou, empurrou o rival para o próprio campo. Ficou cheio de graça. E empatou pouco antes do intervalo, com Adalberto.

Deu uma esfriada na turma verde.

No segundo tempo, o roteiro parecia repetir-se, ao menos em parte. A parte boa, com outro gol de Borja e os 2 a 1 no placar, após eficiente jogada de apoio de Marcos Rocha. O Palmeiras estava mais ligado do que na etapa inicial.

Outro engano.

O Palmeiras topou com a marcação insistente do Linense, de novo se viu obrigado a recuar, assistiu a tentativas do visitante e levou o gol do placar definitivo, em chute forte de Murilo, de fora da área. Depois disso, o líder do Paulistão arriou e não criou lances de destaque.

Roger Machado acertou ao manter a estrutura da equipe, com a novidade de Guerra no meio-campo desde o início. O venezuelano foi discreto e participou do primeiro gol. Depois, cedeu lugar para Scarpa, que não teve lances significativos. Ainda entraram Keno (Lucas Lima) e William (Dudu), mudanças que se têm tornado corriqueiras.

As falhas do Palmeiras, hoje: vacilou na marcação, deixou exposta a zaga, criou pouco e, por extensão, finalizou menos do que em outras ocasiões. Chutou menos a gol do que o Linense.

Mas, se serve de consolo, sustenta a invencibilidade na competição. E, com o perdão do lugar-comum, há tropeços que vêm em boa hora. Melhor ceder dois pontos agora, na fase de classificação, do que ser surpreendido nas etapas eliminatórias.

O tropeço serve também para tirar qualquer tentativa de jogadores calçarem salto alto.

 

Chegou a hora!

Leia o post original por Odir Cunha

Com a provável estreia de Romário na lateral esquerda e do técnico Jair Ventura no comando da equipe, o Santos, time que mais vezes foi campeão paulista na era profissional, estreia no Estadual de 2018 contra o Linense, em Lins, a partir das 19h30 (com transmissão do SporTV). É o tipo do jogo em que se a bola bater na trave e entrar, estará tudo bem, mas se bater na trave e sair, não faltarão críticas ao time e à nova gestão. Mas é assim mesmo. No futebol ha uma enorme dificuldade de se diferenciar o essencial do supérfluo.

O torcedor, em geral, não quer saber se o clube foi deixado sem reservas pela gestão anterior, e por isso ainda não pode se reforçar devidamente para um ano em que participará de tantas competições importantes, entre elas a Copa Libertadores. Ele quer vitórias e títulos, e está no seu direito. Mas sabem, hoje a partida exige cuidados, como todo confronto no Interior de São Paulo.

O time provável do Santos será Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Romário; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Rodrigão e Bruno Henrique. Não sei dizer se Sasha deverá entrar no transcorrer do jogo, mas já me avisam que o rapaz é um meia atacante e não um centroavante. Veremos…

O Linense, treinado por Moacir Júnior, deverá jogar com Vitor Golas, Reginaldo, Leandro Silva, Adalberto e Eduardo; Bileu, Marcão e Danielzinho; Murilo, Kauê e Berguinho. Acredito que, mesmo jogando em casa, o time de Lins não deverá se expor e, é evidente, provavelmente correrá muito.

A arbitragem será de Luis Flávio de Oliveira, auxiliado por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Luiz Alberto Andrini Nogueira.


Números do Santos no Campeonato Paulista

O Santos FC é o 2º clube com mais participações no Campeonato Paulista, que começou no ano de 1902. Lembrando que são computadas as partidas realizadas nos Torneios de Classificação nos anos de 1956 e 1957, as partidas dos Torneios Inícios, não entram nas estatísticas, por serem partidas atípicas.

Ao todo, serão 103 participações. O primeiro ano em que disputou esse certame foi no longínquo ano de 1913, de lá pra cá, o time santista só não participou dos campeonatos realizados nos anos de 1914, 1915 e 2002. O time santista quando fez sua estreia no ano de 1913 não participou de nenhuma seletiva, já entrou direto no Campeonato.

Outros dois clubes santistas também participaram do Campeonato Paulista antes do Santos Futebol Clube, foram eles: Clube Atlético Internacional e o Sport Club Americano. O Clube Atlético Internacional disputou os Paulistas nos anos de 1907, 1908 e 1909, já o Sport Club Americano, disputou os Paulistas de 1907 a 1911, ano em que transferiu sua sede para São Paulo. O primeiro presidente do Santos FC, Sizino Patusca, foi um dos fundadores do Sport Club Americano, e o campo no qual o Santos FC disputou sua primeira partida oficial era o campo que pertencia ao CA Internacional, na Avenida Ana Costa nº 22.

Até hoje o Peixe disputou no Paulista 2.439 partidas, tendo vencido 1.269, empatado 559 e perdido 611 partidas. Marcando 5.066 e sofrido 3.230 gols.

A primeira participação no Campeonato foi no dia 01/06/1913, e o clube sofreu uma derrota nesta estreia diante do SC Germânia. Já o segundo jogo no dia 22/06, foi uma goleada diante do Corinthians Paulista pelo placar de 6×3, no campo do Parque da Antártica Paulista, com Millon marcando dois, Arnaldo Silveira dois e Ambrósio e Ricardo um tento cada. Formando o Santos FC com: Damasceno; Arantes e Sidney; Pereira, Ambrósio e Ricardo; Millon, Nilo, Urbano Caldeira, Harold Cross e Arnaldo Silveira.

O Alvinegro Praiano conquistou 22 títulos, nos anos de: 1935 – 1955 – 1956 – 1958 – 1960 – 1961 – 1962 – 1964 – 1965 – 1967 – 1968 – 1969 – 1973 – 1978 – 1984 – 2006 – 2007 – 2010 – 2011 – 2012 – 2015 e 2016. O time santista é o clube fora da capital que mais vezes conquistou o campeonato. São 4 Bicampeonatos e 3 Tricampeonatos. É o clube que mais Campeonatos venceu desde a implantação do futebol profissional no Brasil, no ano de 1933. É também o clube que mais gols marcou em um só Campeonato, 155 gols no ano de 1959. No atual século XXI, que teve início em 2001, o Santos FC é o maior vencedor dos Campeonatos Paulistas, o time santista venceu 7 vezes, e também é o clube que mais vice-campeonatos conquistou, 3.

No ano de 1927, o ataque santista marcou 100 gols em 16 partidas, com uma média de 6,25 gols por partida, recorde esse, que até hoje não foi superado por nenhuma outra equipe, esse ataque demolidor entrou para a história do futebol brasileiro como sendo o time do Ataque de 100 gols, cuja a linha dianteira era formada por Omar, Camarão, Feitiço, Araken Patusca e Evangelista, também participaram desse ataque em algumas partidas os jogadores Siriri e Marba.

O Jogador que mais gols marcou no Campeonato Paulista em um só ano, é o Rei Pelé que marcou 58 gols em 1958, além de ser ele o maior artilheiro por 11 anos. O Santos FC é a equipe que mais vezes teve seus jogadores como artilheiros máximos no Campeonato, em 27 campeonatos: Ary Patusca (1916) – Araken Patusca (1926-1927) – Feitiço (1929-1930-1931) – Del Vecchio (1955) – Pelé (1957-1958-1959-1960-1961-1962-1963-1964-1965-1969-1973) – Toninho Guerreiro (1966) – Juary (1978) – Serginho Chulapa (1983-1984) – Giovanni (1996) – Elano (2011) – Neymar (2012) – Cícero (2014) e Ricardo Oliveira (2015). As goleadas do Santos FC diante do Ypiranga, em 1927, e diante da Ponte Preta, em 1959, pelo placar de 12×1, estão entre as maiores goleadas do Campeonato.

Os 20 maiores artilheiros do Santos FC na competição: Pelé (466) – Pepe (179) – Coutinho (137) – Feitiço (129) – Toninho Guerreiro (111) – Tite (93) – Araken Patusca (88) – Odair (78) – Camarão (75) – Antoninho e Dorval (73) – Pagão (69) – Edu (65) – Serginho Chulapa (61) – João Paulo (54) – Neymar e Rui Gomide (53) – Gradim e Juary (52) e Ary Patusca (48).
O Rei Pelé é o jogador santista que mais partidas disputou no Campeonato, ao todo foram 17 participações, num total de 410 partidas.

José Macia, o eterno Canhão da Vila, Pepe é o recordista em títulos paulistas ao todos são 11 conquistas com a camisa do Alvinegro e uma como técnico campeão paulista em 1973.

Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube


Velloso diz que o Tricolor está justificando o treino fechado

Leia o post original por Craque Neto

O comentarista analisa o desempenho do São Paulo na última partida contra o Linense, e acredita que as jogadas trabalhadas justificam o fechamento dos treinamentos feito por Ceni.

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Opinião: ajuda ao São Paulo e golpe em clubes mostram cartolas mais ousados

Leia o post original por Perrone

Passado o susto da operação do FBI que atingiu duramente Fifa e CBF, além de outras confederações, os cartolas brasileiros demonstram estar mais ousados após um período de timidez.

Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, e Reinaldo Carneiro Bastos, comandante da Federação Paulista, são provas disso.

Del Nero deu uma banana para os clubes, descumpriu a promessa de ampliar a participação deles na confederação, feita quando estava mais acuado pela caçada do FBI a dirigentes. Fez uma reunião sem chamar as agremiações e aumentou o peso dos votos das federações, mantendo o poder na mão delas.

 Agora, o cartola vê o Ministério Público ser acionado pelo deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ), que tenta anular a assembleia responsável por dar peso três aos votos das entidades estaduais, dois aos dos clubes da Série A e um aos da série B na eleição da CBF. Antes só votavam membros da Série A e federações com o mesmo peso, mas a nova legislação obrigou a entrada dos integrantes da segunda divisão no colégio eleitoral, que diminuiria a força das instituições estaduais. Relator do Profut, o parlamentar alega que a não convocação dos representantes dos times para a reunião é ilegal.

Parecendo querer competir com o colega, Reinaldo roubou os holofotes ao permitir dois jogos do São Paulo como mandante no Morumbi diante do Linense pelas quartas de final do Campeonato Paulista. É claro o desrespeito ao equilíbrio da competição e o favorecimento ao clube do Morumbi, apesar de o time do interior ter feito questão de jogar duas vezes como visitante alegando não ter estrutura para receber a partida e estar de olho numa arrecadação maior. O mais deprimente nesse caso é a reação favorável de  parcela da torcida são-paulina. Exemplo do condenável sentimento de que “a meu favor tudo vale”.

Com a afronta à lisura do certame, o presidente da FPF joga na lata do lixo sua tentativa de se vender como um cartola reciclado. Após anos como vice de Del Nero, ele assumiu a entidade promovendo mudanças, contratando profissionais que teriam a missão de modernizar a federação. Fez um esforço para tentar convencer a todos de que não era mais um dinossauro engravatado no futebol brasileiro. Porém, na canetada benéfica ao São Paulo, Reinaldo destroçou a campanha por uma imagem diferenciada. Comprovou ser mais do mesmo e que a FPF ainda exala um cheiro de embrulhar o estômago.

O golpe duplo no fio de esperança de novos tempos no futebol brasileiro indica que, apesar do FBI, tudo continuará igual. Se no campo as coisas forem bem, caso da seleção de Tite, a cartolagem age como se ninguém enxergasse suas atitudes retrógradas e antiéticas. Sempre foi assim e não há tira que dê jeito.

Tricolor foi muito beneficiado pela Federação! Mas não tem culpa…

Leia o post original por Craque Neto

A Federação Paulista de Futebol divulgou hoje os jogos das quartas-de-finais do Paulistão 2017. E pra surpresa de todo mundo e a pedido do próprio presidente do Linense, os dois jogos contra o São Paulo serão no estádio do Morumbi. Se levar em consideração que a pontuação da primeira fase soma com as fases seguintes para fins de decisão de mando de jogo em fases decisivas, acho um tremendo errou essa postura. Vejam bem, o São Paulo não tem culpa nenhum disso. Até jogaria em Lins e tinha tudo para vencer os dois jogos. Mas atuar as duas partidas dentro […]

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Opinião: FPF mata o Paulistinha ao beneficiar São Paulo com 2 jogos em casa

Leia o post original por Perrone

A Federação Paulista matou a credibilidade de seu principal campeonato ao beneficiar o São Paulo com dois jogos no Morumbi contra o Linense nas quartas de final do Estadual.

Inversão de mando é uma das práticas mais condenáveis no esporte. Já aconteceu antes no Paulista e foi repugnante​ te do mesmo jeito.

E se um ou mais dos outros três grandes apanharem no interior e acabarem eliminados? Será justo se isso acontecer e o São Paulo passar para as semifinais?

Caso os quatro principais clubes paulistas se classifiquem será certo o São Paulo ter o desgaste de uma partida fora de casa a menos?

O equilíbrio da competição foi aniquilado.

Pior será se os outros seis times vivos no campeonato não protestarem.

Se o Linense quer ganhar mais dinheiro que procure um estádio maior fora da capital. O clube não possui uma casa em condições de receber o jogo? Então, deveria ter sido barrado do campeonato.

Só não poderia dar um mando de presente pro São Paulo em troca de dinheiro. É um gesto ético favorecer seu concorrente e ainda botar uma grana no bolso? Na minha opinião não é.

A FPF tinha a obrigação de impedir isso, mas preferiu tratar o campeonato como um torneio interno de colégio. Até intercolegial costuma ter mais cuidado com mandos de jogos.

 

 

E o Palmeiras bota o bloco na rua…

Leia o post original por Antero Greco

Epa, calma lá. Antes que alguém venha com o papo de que “Estadual não é parâmetro, não mede a força real dos grandes, etc e tal”, adianto que analiso proezas e escorregões no Paulistão com serenidade.

Isto posto, fica a constatação óbvia: ganhar sempre é bom. Se for por goleada, melhor ainda. Por esse prisma, o Palmeiras volta de Araraquara feliz da vida pelos 4 a 0 sobre o Linense, no melhor aproveitamento na temporada até o momento. E, não custa lembrar, temporada ainda bem no início. Muita água vai rolar…

Os quatro gols foram importantes, animam para o clássico de quarta-feira com o Corinthians, em Itaquera. Aliviam a pressão sobre jogadores e sobretudo sobre o técnico Eduardo Baptista. A preparação nestes dias será mais descontraída.

Chamam mais a atenção outros aspectos positivos, que vão além das bolas nas redes mandadas por Willian e Raphael Veiga (no primeiro tempo) e Michel Bastos e Barrios (no segundo). O primeiro deles: o meio-campo com Michel Bastos ficou mais ágil e mais criativo do que com Roger Guedes. O moço não esteve bem nas apresentações anteriores. A tarefa de Felipe Mello na marcação foi facilitada.

Por tabela, cresceu o futebol de Dudu, mais livre para ir à frente. Por extensão, também apareceu mais o trabalho de Willian. Não foi por acaso que Michel e Willian fizeram gols. A presença de Mina tornou a defesa mais sólida. Não que Edu Dracena estivesse falhando. Mas o colombiano, mais jovem e mais seguro, funciona ainda como opção em bolas paradas na área adversária.

Barrios finalmente teve chance, guardou o dele e mostrou que pode ser alternativa e não apenas esquentar banco. A lamentar a contusão de Moisés, um dos pilares na campanha do Brasileiro. O moço talvez fique bom tempo fora após dividida com Zé Antônio que considerou lance de jogo. Em compensação, Keno em campo também funcionou como alternativa para marcação e criação.

Enfim, foi a primeira vez em que o palmeirense pôde ver o time mais coordenado, finalizador, objetivo. Para mim, está dentro do prazo de tolerância para crescimento. O melhor teste virá no dérbi. De qualquer forma, foi um bom baile pré-carnavalesco esse do bloco alviverde em Araraquara.

 

Empate sofrido diante do “poderoso” Linense comprova que o São Paulo não vai para frente com Bauza!

Leia o post original por Milton Neves

ate em

Linense 1 x 1 São Paulo

A crise no Palmeiras está tão feia que a imprensa paulista tem reservado grande parte de seu tempo para informar sobre o que acontece nos bastidores do Verdão.

Mas, olha só, a coisa no São Paulo não está muito diferente, não!

E se alguém tinha dúvida, o jogo de hoje, diante do Linense, comprovou que o Tricolor não vai mesmo para frente com o argentino Edgardo Bauza.

O clube do Morumbi sofreu – e muito – para empatar com a equipe interiorana.

O gol que garantiu a igualdade só saiu no último lance do jogo, com Kelvin.

Um absurdo, não acham?

E Michel Bastos, tão perseguido pela torcida, ainda perdeu um pênalti no primeiro tempo do duelo.

Assim fica difícil a situação dele no Morumbi, não é mesmo?

Mas e então, você acha que Bauza deve permanecer no São Paulo?

Ou já passou da hora de ele arrumar as malas e voltar para a Argentina?

Opine!

Corinthians cumpre rotina e se ajeita

Leia o post original por Antero Greco

Não dá pra afirmar ainda que o Corinthians tenha um time titular absoluto e irretocável. Com tantas mudanças ocorridas desde o final do ano passado, há espaço para vários jogadores se firmarem. Tite tem repetido isso, para estimular a corrida por vagas.

Em todo caso, existe um esboço da formação ideal para o momento. É aquela que tem atuado nos jogos da Libertadores. Com base em tal referência, não é errado dizer que a equipe que enfrentou o Linense, na tarde deste sábado, foi a reserva.

O treinador mandou a campo um grupo que tem atuado pouco, ou que entra em situações especiais ou mesmo durante os jogos. Apenas Cássio, Rodriguinho e André – estes dois não enfrentaram o Cerro na quarta-feira – podem ser vistos hoje como titulares. Mas o mistão foi suficientemente forte para passear diante do rival de Lins e sapecou 4 a 0 sem muito suor. Dois gols em cada tempo, para distribuir melhor a alegria do torcedor que foi ao estádio de Itaquera.

A força alvinegra se mostrou com Romero aos 7 minutos e dobrou com Balbuena aos 14. O zagueiro fez o gol e bateu continência para a plateia, para se mostrar de prontidão, quando necessário. Esses gols colocaram o Linense nas cordas. Já os gols de Edilson aos 11 e Romero aos 25 da etapa final consolidaram o nocaute.

Jogo para cumprir tabela, ritual necessário em um Estadual de tantas partidas supérfluas. No máximo, serviu para mostrar a Tite que o elenco dizimado em janeiro e fevereiro se recompõe com tranquilidade. Já atingiu estágio de confiança para passar por adversários débeis. O próximo patamar é o de afrontar obstáculos poderosos com a eficiência do ano passado.

Esse nível ainda não chegou. Mas, pelo andar do metrô, não parece muito distante. Os testes verdadeiros surgirão na fase final do Paulistão e nos mata-matas da Libertadores.