Arquivo da categoria: Lionel Messi

A hora de Neymar ainda vai chegar…. mas não depende só dele!

Leia o post original por Craque Neto

A Fifa acabou de anunciar pela quinta vez o prêmio de melhor do mundo ao português Cristiano Ronaldo. Uma conquista individual mais do que merecida. De novembro do ano passado a julho desse ano NINGUÉM no mundo da bola superou o craque do Real Madrid e de Portugal. O cara fez a proeza de conquistar a Liga dos campeões com o clube espanhol e a Eurocopa com sua Seleção. Uma temporada quase que impecável! Fora a quantidade absurda de gols: 55 em 58 jogos. É brincadeira??? Os rivais Messi e Neymar ficaram com um prêmio de consolação: entraram na Seleção […]

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Copa sem Messi nunca seria a mesma!

Leia o post original por Craque Neto

Lembro como se fosse hoje quando fui fazer uma série de reportagens pela TV Bandeirantes na Europa e encaixei um bom papo com o Ronaldinho e o Sylvinho dentro das instalações do Barcelona. A produção marcou e quando cheguei lá vi um baixinho que estava começando sua trajetória no clube espanhol. Se apresentou como Leo e foi extremamente simpático com toda a nossa equipe. Curioso era ver como ele tratava o Ronaldinho com uma baita reverência. Coisa de fã mesmo. Passados poucos meses daquele dia o tal Leo se transformou em um dos maiores gênios do futebol mundial. O nome […]

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Exagero mal calculado?

Leia o post original por Craque Neto

Na véspera do duelo contra a Bolívia em La Paz a Fifa surpreendeu e anunciou a suspensão do argentino Lionel Messi por quatro partidas das Eliminatórias. A punição aconteceu pelo fato do craque mundial ter ofendido o auxiliar brasileiro Emerson de Carvalho no duelo contra o Chile, na última quinta-feira. Querem saber? Pelas imagens que vi acho um certo exagero da parte da entidade máxima do futebol. Poxa vida! Xingamentos e provocações existem com frequência no campo de jogo. Ainda mais com os caras de cabeça quente. O próprio auxiliar brasileiro sabe disso. Se a Fifa pensa que com isso […]

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Argentina volta à elite fazendo final na ‘casa da sogra’

Leia o post original por UOL Esporte

Por Fernando Moura*

E a Argentina chegou à final na casa da sogra. E pior. Sem a sogra na sala de visitas para nos receber, não é a dona da casa que estará também lutando pelo posto de melhor do mundo. Talvez por isso que, como em quase toda família, a sogra agora se volte contra nós. Os mesmos que tão bem nos receberam e cantaram conosco durante todo esse mês de jornada.

Não importa. Já valeu. Chegar a uma final na casa da sogra não seria um evento corriqueiro mesmo se a sogra estivesse em campo. É coisa que acontece, quiçá, a cada 100 anos. E quem vai estar ali diante de nós, na pelea, é a poderosa e pragmática Alemanha. Esse fato, sim, podemos chamar até de corriqueiro.

Após 24 anos, uma nova final contra a Alemanha, a terceira. Até agora, foram duas, 3 a 2 no México 86, e 0 a 1 na Itália, em 90. Desde aquela final, a alviceleste não ultrapassava as quartas de final. Esta não será a final desejada pelos fanáticos argentinos que estão no Rio de Janeiro, que estão em cada canto da Argentina e do mundo olhando o mítico Maracanã e sonhando com que Lionel Messi levante no Brasil a Copa do Mundo. O dono da casa teria que estar em campo para tudo ser perfeito.

Como parte da história desta Copa, da história dos torcedores argentinos migrantes por terras brasileiras, este que vos escreve se emocionou em Porto Alegre após o 3 a 1 no dia 25 de junho, e chorou como uma criança nos pênaltis contra a Holanda na última quarta-feira (9 de julho, dia da Independência Argentina) após ganharmos o passe final para o Maracanã.

O jogo sofrido no Itaquerão contra uma conservadora e cautelosa Holanda talvez tenha sido o início de um novo paradigma no futebol argentino. Ali acordamos para uma nova seleção. Igualmente boa e merecedora do lugar que já conquistou entre as duas melhores do mundo. Mas uma seleção sem Maradona. Começou uma nova etapa na qual “El Pibe” já não está presente, nem como jogador (86 e 90), nem como treinador (2010).

O paradigma que nasceu em São Paulo é um paradigma inovador, a junção da garra, entrega e até loucura pela bola do Mascherano, Zabaleta, Demichelis, Enzo Perez e Lavazzi, e a magia de Lionel Messi, de Ángel Di María, que mesmo não estando no campo também escreveu a história até ali.

A nova etapa não teve, claro, as façanhas históricas de 1986 e 1990, mas sim a paciência de um time guerreiro e que nunca foi vencedor. E claro, momentos de inspiração e magia de Lionel Messi para ganhar jogos fechados como contra o Irã, na primeira fase da competição. Um Messi que neste domingo, 13 de julho, terá no seu terceiro Mundial a possibilidade de erguer a Copa do Mundo e com a mesma idade do seu ídolo, Diego Armando Maradona, coroar-se campeão do Mundo. Um Messi que se iluminar a sua lâmpada pode brilhar e ser o melhor desta Copa. Um Messi que até pode ser artilheiro desta competição.

Deixando os “se”, o que pode acontecer na final contra a Alemanha não é uma incógnita. Mais uma vez será um jogo onde um pormenor poderá definir a história. Onde uma jogada magistral poderá mudar o rumo do jogo. Onde a máquina alemã sairá a campo com a vantagem mental de ter goleado o Brasil em casa, e com o Maracanã a torcer a seu favor.

E onde desde a arquibancada os poucos argentinos privilegiados que possam entrar – haverá muitos mais, diria milhares mais fora – poderão desde lá apoiar um time que mudou o curso da história e devolveu à Argentina o seu lugar no mundo da bola, um lugar entre os grandes. Um lugar onde o paradigma do futebol e o jogo bonito são importantes, mas que, além disso, é preciso ter uma boa defesa, ter jogadores que correm, que tem rigor tático e, sobretudo, tem alma e coração, coisa que o time do Alejandro Sabella parece ter até demais.

A final no Maracanã é para ser jogada, mas sobretudo para ser desfrutada. Carpe Diem e bem haja pelo futebol e pela hipótese que como torcedor ter sido parte desta história, a história dos migrantes argentinos nesta Copa do Mundo.

Fernando Carlos Moura, nascido em Escobar, província de Buenos Aires, é jornalista desde 1990. Trabalhou em diversas rádios, jornais e emissoras de TV argentinas. Na Europa, trabalhou na SIC, TVI e RTP2 de Portugal e cobriu diversos campeonatos internacionais pela MediaPro/MediaLuso na Europa e no Golfo Pérsico.

O melhor do mundo EM 2013!

Leia o post original por Neto

Ronaldo já foi eleito melhor do mundo em 2008

Ronaldo já foi eleito melhor do mundo em 2008

Em janeiro a Fifa vai eleger o melhor jogador do mundo desta temporada. E pra mim não restam dúvidas de que o melhor em 2013 foi o português Cristiano Ronaldo. E digo isso pelo conjunto da obra, não só pela partida fantástica que ele fez pela Seleção lusitana contra os suecos. Poxa vida! É verdade que ele marcou três golaços que garantiram a classificação do seu País para a próxima Copa do Mundo. Mas além disso ele fez 66 gols na temporada. Isso mesmo! 66. Balançou as redes mais que muito clube do futebol mundial. O camisa 7 do Real Madrid marcou mais gols que todos os times do campeonato inglês. Isso só para citar um exemplo.

Arquirrival dele nos números individuais, o argentino Lionel Messi, fez “apenas” 42 gols esse ano. Não à toa a imprensa mundial está dizendo que ele está em má fase. É brincadeira??? Mas também, né? Embalou uma complicada sequencia de lesões. Além dos dois o francês Ribery também deverá fazer parte do trio que integrará a lista final da entidade. Mas ele concorrerá muito mais pelos títulos coletivos do poderoso Bayern de Munique que pelo desempenho individual.

O brasileiro Neymar corre por fora. Mas bem por fora mesmo. Apesar de estar arrebentando no Barcelona a verdade é que ele ainda tem que comer muito feijão pra alcançar Messi e Ronaldo. Acredito sim que ele ganhará esse título de melhor do mundo. Mas não dessa vez. Depois do argentino ganhar as últimas quatro, deve ser a vez o português ganhar seu segundo troféu (venceu em 2008 quando atuava pelo Manchester United). Se bem que todos na melhor fase e bem fisicamente, ainda sou mais o Messi. Originalmente ele segue como melhor.

Messi está em má fase! Imaginem o resto, hein?

Leia o post original por Neto

Craque argentino tem 57 gols em 52 jogos em 2013

Craque argentino tem 45 gols em 46 jogos em 2013

A imprensa europeia tem sido unânime em dizer que argentino Lionel Messi está em má fase. Isso mesmo! Segundo os caras a queda dos números absurdos do gringo somados aos problemas físicos recentes estariam causando essa tal crise técnica. Só pode ser brincadeira, né? As estatísticas mostram que o camisa 10 do Barcelona e da Seleção Argentina tem 45 gols em 46 jogos. Uma média de praticamente um gol por jogo.

Esses questionamentos ridículos talvez venham pela eterna disputa do Messi com o português Cristiano Ronaldo, que já marcou impressionantes 59 gols em 52 partidas. Isso mesmo! Mais de um por jogo. Fico pensando se começarmos a comparar esses números com os jogadores brasileiros. Dá até vergonha! O corintiano Pato, por exemplo, tem 16 gols em 53 duelos. Outro craque brasileiros que já atuou na Europa, o são-paulino Luis Fabiano tem 20 em 42. É mole? Como números nacionais nem são tão ruins, apesar da instabilidade técnica. Mas não dá pra comparar, né?

Atacante titular da Seleção, Fred arrebentou na Copa das Confederações. Mas passou a maior parte da temporada lesionado. Não conseguiu alcançar números positivos no geral. Jô, Leandro Damião ou qualquer outro jogador em atividade no País nunca conseguiria chegar nesse patamar. E os caras falam que ele está em má fase…. ai, ai, ai….. que coisa, hein?

Messi e Argentina de Sabella cada vez mais sintonizados

Leia o post original por André Rocha

Lionel Messi sentiu a falta de ritmo de jogo no início do amistoso em Frankfurt e cobrou bisonhamente o pênalti que Stegen defendeu em sua primeira intervenção na partida após substituir Thomas Muller. O craque argentino só desequilibrou na segunda etapa com espaços de sobra por conta do avanço e do desgaste dos alemães, atuando com um a menos desde os 30 minutos do primeiro tempo.

Ainda assim, os 3 a 1 no clássico mundial deixam claro que o camisa dez está cada vez mais à vontade na albiceleste sob o comando de Alejandro Sabella. O time também. Evolui na marcação e nas ações ofensivas, sempre trabalhando em função de seu talento maior.

O 4-4-1-1 inicial marcou à frente com linhas compactas e apostou em passes curtos para ganhar terreno e envolver o adversário. Mascherano vigiou Ozil e os meias Di María e Sosa voltavam acompanhando os laterais alemães ou combatendo um dos volantes, de acordo com o lado atacado. Gago qualificou a saída de bola pela direita apoiando Zabaleta, o lateral apoiador de Sabella.

Tocando a bola, a Argentina controlou o jogo, teve a chance de abrir o placar com o pênalti de Zieler sobre Sosa que culminou com a expulsão do goleiro e o erro de Messi. Mas depois foi a zaga alemã que vacilou e Khedira marcou contra. Com o 4-2-3-1 habitual de Joachim Low, já desfalcado de Lahm, Schweinsteiger e Podolski, convertido em básico 4-4-1 pelo recuo de Ozil à direira, a Alemanha virou presa fácil, mesmo como anfitriã.

O 4-4-1 alemão após a expulsão do goleiro Zieler perdeu força ofensiva diante do 4-4-1-1 de Sabella que se impôs desde o início do jogo.

Ainda mais com a ousada e feliz mudança do treinador argentino após o intervalo. Com Aguero na vaga de Sosa e a Argentina reorganizada no 4-3-3 que privilegia Messi, o segundo tempo foi um passeio. Gol de Messi aparecendo de trás como autêntico “faslso nove” completando bela jogada de seus companheiros de ataque e um chutaço de longe de Di María, convertido a volante-meia pela esquerda. Mais duas bolas na trave e seguidas contragolpes perigosos.

As muitas substituições de Low escancaram de vez a retaguarda e não renovaram o fôlego, mas valeram para confirmar o talento de Gotze, autor da grande jogada do gol de Howedes no final. O futuro da Alemanha passa pelos pés de Ozil, mas também da mais que promissora dupla do Borussia Dortmund: Gotze e o recém contratado Marco Reus.

Argentina mais efetiva no 4-3-3 com Messi como ‘falso nove’; Alemanha seguiu no 4-4-1 com as muitas alterações, mas sofreu atrás e só melhorou após a entrada de Gotze.

O da Argentina pode seguir consistente e tão animador quanto os nove gols de Messi nos últimos cinco jogos. Média do Barcelona transferida para a seleção. A defesa, mesmo protegida, ainda inspira cuidados pelas limitações técnicas. Mas é nítida a evolução da equipe albiceleste que afina a sintonia e faz brilhar o craque coletivo, moderno e cada vez mais absoluto como o melhor do planeta.