Arquivo da categoria: Luan

E se Luan for mesmo corintiano? Qual seria o problema?

Leia o post original por Milton Neves

A noite de segunda-feira foi agitada nas redes sociais.

Uma antiga foto em que supostamente aparece o atacante Luan, do Grêmio, com a camisa do Corinthians, provocou um grande debate entre os internautas.

Bom, mas e se Luan for mesmo corintiano?

Qual seria o problema?

O jogador, que nasceu em São José do Rio Preto-SP, cidade do grande Oscar Roberto Godoi, dificilmente iria torcer para um time do Sul, não é verdade?

O cara é profissional e é um absurdo insinuar que ele perdeu o pênalti de propósito para favorecer seu time de infância.

Cássio que foi gigante!

E Luan não é um caso isolado no futebol.

Afinal, dizem por aí que Casagrande era são-paulino.

Rivellino, ídolo do Timão, era palmeirense.

Sócrates, quando criança, era santista fanático.

Neymar vivia com a camisa do Palmeiras.

Rogério Ceni, por causa de seu pai, era colorado.

Alexandre Pato brilhou com a camisa do Inter, mas quando criança gostava mesmo de usar o manto gremista.

Denílson Show, quando morava em Diadema-SP, vivia cantando o hino do Corinthians.

E Careca, que marcou época no Tricolor, era santista fanático em Araraquara-SP.

Então, meus amigos, deixemos de bobagem!

Opine!

Convicções de Tite geram injustiças na Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Não tenho dúvidas sobre honestidade e decência do profissional Tite, técnico da Seleção Brasileira. Apesar da CBF viver cercada por uma turma de índole totalmente duvidosa, o treinador é um cara totalmente do bem. Sei que ele não convoca por esquema, mas por convicções. E meus questionamentos são em cima dessas convicções. Ainda mais porque elas automaticamente geram injustiças com muitos jogadores de qualidade. Vejam o caso do goleiro. O Tite insiste em convocar o Alisson como titular. Deverá sim ser o camisa 1 do Brasil na Copa da Rússia. Além dele outros que tem oportunidade são Weverton e até […]

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Edu Bala diz que Dudu merece ser titular da Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Ex-jogador e atualmente professor de uma escolinha de futebol, o ex-ponta Edu Bala não tem dúvidas sobre a capacidade de o atacante palmeirense, Dudu, ser uma ótima opção para o time titular da Seleção.

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Diferentes. Muito diferentes.

Leia o post original por Rica Perrone

Se um time comandado por alguém de terno, jovem, estudioso e de bom trato com a mídia tocasse a bola como o Grêmio toca e construísse as jogadas que ele constrói, falariam maravilhas do sujeito. Sendo o Renato, “só o Renato”, ídolo dos dois em campo ontem,  pouca gente fala. O Grêmio não tem um …

Botafogo tem 45 minutos de “velhos tempos”

Leia o post original por Antero Greco

Talvez porque o domingo estivesse encoberto ou porque não havia outros jogos do Brasileiro, este Botafogo x Grêmio ficou com jeito de saudade. Uma pesquisa aqui, outra ali, motivada pelo atual técnico botafoguense ser filho de Jairzinho, nos levaram a uma viagem no tempo.

A um Botafogo de magia com Zequinha, Gérson, Jairzinho, Roberto Miranda. E, quando a bola começar a rolar na Arena da Ilha do Governador, as recordações bateram mais forte: o time da Estrela Solitária treinado por Jair Ventura atropelava a equipe gaúcha, com um primeiro tempo admirável, que garantiu a vitória final por 2 a 1.

E o que o time do filho do Furacão da Copa mostrou de tão especial?

Vinha de derrota vexatória para o Cruzeiro pela Copa do Brasil (5 a 2) e estava a apenas dois pontos da zona de rebaixamento. Ao contrário do Grêmio, que chegava descansado e pronto para se aproximar dos líderes do campeonato.

O que o Botafogo mostrou de especial foi o meia Camilo, com toque de bola de primeira e passes perfeitos. Mostrou também um atacante esperto e finalizador como Sassá.

E, de quebra, apresentou o ala Luís Ricardo, com atuação decisiva para a vitória alvinegra. Foi dele o cruzamento para o golaço de Camilo aos 21 minutos: o meia acertou uma bicicleta, sem a menor chance de defesa para o goleiro gremista.

Aos 29 minutos, outro passe de Luís Ricardo. Desta vez para o artilheiro Sassá, que bateu na saída de Bruno Grassi: 2 a 0 – o décimo gol de Sassá na competição.

Pronto!

Terminam aqui as comparações com o velho Botafogo.

No segundo tempo, o time se esforçou. Numa tabela entre Neilton e Sassá, quase saiu o terceiro gol. Mas foi só: o artilheiro se machucou e foi substituído. O ala Luís Ricardo também sentiu contusão e deixou o campo. Camilo perdeu o fôlego.

Aí o Grêmio diminuiu o placar, com um gol de Batista quase da linha de fundo, mas não teve forças para chegar ao empate. O craque Luan, desta vez, teve atuação discreta e os gaúchos deixaram o campo conformados.

O resultado de 2 a 1 acabou com tabu de cinco anos sem vitória sobre o Grêmio. E o velho Furacão deve ter ficado orgulhoso com a terceira vitória do filho, que assumiu o comando do Botafogo desde que Ricardo Gomes partiu para o Morumbi.

Quem tem Robinho não morre pagão

Leia o post original por Antero Greco

O Grêmio jogou mais do que o Atlético-MG, no clássico de dois candidatos ao título. O tricolor dominou, tentou e tentou a sorte, até fazer 1 a 0 com Luan no segundo tempo, para alegria de 32 mil torcedores na arena em Porto Alegre.

A vitória parecida certa, para crescer a sombra em cima do líder Palmeiras. Parecia… Até Robinho estragar a festa, com o gol de empate aos 40 minutos. O décimo gol dele no Brasileiro, que o deixa no comando da artilharia, junto com Gabriel Jesus.

Robinho saiu do banco para acabar com a farra gremista. Marcelo Oliveira havia optado por poupá-lo, sob a alegação de que estava sobrecarregado. O moço ficou ali no canto dele, só a observar o que acontecia em campo. Quando a situação apertou, com o Grêmio a martelar a meta de Uilson, o recurso foi apelar para a experiência.

E lá foi Robinho, para o lugar de Fred, que pouco fez e pouco apareceu. Mudou o jogo: o Galo ficou mais esperto, leve e ágil. Se passou o primeiro tempo e mais um tanto sem um chute a gol, resolveu incomodar Marcelo Grohe. O goleiro da seleção viu Robinho comandar a tropa para cima dele e não pôde fazer nada no empate.

O Galo se deu bem, com a tática arriscada de fechar-se demais. O Grêmio até merecia melhor sorte, pela vontade com que foi à frente, com as três dúzias, ou quase isso, de arremates. Luan cansou de tentar o segundo gol. Porém, estrela é assim mesmo: brilha na hora certa. Foi o caso de Robinho, que não deixou o Atlético ficar pagão nesse desafio.

No fim das contas, Grêmio e Galo continuam flertando com o topo.

Os maiores também em Olimpíadas!

Leia o post original por Rica Perrone

E o futebol nos consegue mais uma medalha. Será a sexta, e pasmem, o Brasil se torna o maior medalhista olímpico no futebol em todos os tempos. Falta o ouro. Mas o nosso “fracasso”, o nosso “trauma”,  é ser o maior medalhista em olimpiadas. É inacreditável a força do futebol brasileiro e nota-se isso quando …

Somos!

Leia o post original por Rica Perrone

Falando em “nós”,  lá na semifinal estamos. Eles e eu, eu e vocês. Os amarelos que queremos, não porque estão jogando o que esperávamos, mas porque estão brigando como brigaríamos nós. A partida contra o Iraque foi absolutamente decisiva para que esse time percebesse o que estava fazendo de errado.  A bola as vezes vai …

Vitória tranquila do Brasil

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: NELSON ALMEIDA/AFP
Foto: NELSON ALMEIDA/AFP

A Seleção Brasileira venceu a Dinamarca com tranquilidade em Salvador e agora enfrenta a Colômbia nas quartas.

Micale iniciou com os quatro atacantes. Manteve Gabriel na direita, abriu Gabriel Jesus na esquerda e colocou Neymar e Luan por dentro, com o gremista dentro da área na maior parte do tempo.

Nos jogos anteriores, o time caiu de produção com os quatro juntos, mas desta vez foi diferente. Neymar fez muito bem a função pelo meio, soube o momento de cadenciar e o momento de acelerar.

O gol cedo deu tranquilidade. Nos outros jogos, a ansiedade tomou conta, conforme o tempo passava e o gol não saía.

Foi a primeira boa atuação coletiva da Seleção, com isso o individual cresce. Gostamos de criar heróis e vilões, claro que existem os destaques negativos e positivos, mas se o coletivo não funcionar o time não anda. O individual pode resolver alguns jogos pontualmente, mas não um campeonato.