Arquivo da categoria: Luan

Grêmio, tri impecável

Leia o post original por Antero Greco

O Grêmio fez uma final de Libertadores de manual de como ser campeão na casa do adversário. Desde o início mostrou que não se incomodava com o fato de ser visitante e se comportou como se estivesse na própria arena: tocou a bola, fechou espaços e foi pra cima do Lanús. Uma forma de mostrar que estava disposto a mandar na decisão.

Os argentinos sentiram logo que a parada seria muito, mas muito mais complicada do que imaginavam. Na verdade, acusaram o golpe, pois Marcelo Grohe passou o primeiro tempo como espectador dentro de campo. Nem apareceu no vídeo, parecia inexistente. O Grêmio foi à frente, como havia prometido na véspera o técnico Renato Gaúcho.

Enquanto isso, Artur, Jaílson, Ramiro, Fernandinho controlavam o meio-campo, protegiam a defesa e davam tranquilidade ao time. Luan prendia bem a bola, Barrios abria espaços. A consequência dessa postura confiante foram primeiro tempo irretocável, dos melhores que vi nos últimos anos em finalíssima da competição.

Para completar e enroscar de vez o Lanús, vieram os dois lindos gols – de Fernandinho aos 27 minutos e Luan aos 41. Dois golpes certeiros, mortais, que jogaram o rival nas cordas. Praticamente um nocaute técnico. Só uma reviravolta histórica para tirar o tri tricolor.

O Grêmio cadenciou o ritmo na segunda parte, atraiu o Lanús, teve o pênalti (bem marcado) contra si, tomou o gol na cobrança de Sand (aos 27) e nem deu bola para isso. Continuou na dele, apostou no tempo e no nervosismo da turma local para fazer a festa. Ramiro ainda deu sopa para o azar, ao reclamar muito do juiz, depois de tomar amarelo, e foi expulso.

Mudou o astral do Grêmio? Nem um pouco. Deixou o tempo passar e esteve mais próximo do terceiro gol do que de levar o empate. Enfim, teve a consciência, a eficiência de campeão.

Com um detalhe importante, que fica para o fim mas merece ser destacado: o que se viu no La Fortaleza foi um jogo de futebol e não uma guerra. Felizmente, não teve a bobagem de que Libertadores é provocação, catimba, violência, baixaria. As duas equipes se preocuparam em jogar – e quando isso acontece brasileiros costumam se dar bem.

Alegria merecida para o Grêmio. E agora, por que não sonhar também com o Mundial? Por acaso é proibido? Avante!

O fim do mundo está próximo

Leia o post original por Rica Perrone

Para fazer escolhas é preciso coragem. Para fazer análise basta ter boca. E para fazer história é preciso ter muito mais do que a maioria das pessoas que lhe apontam durante a vida costumam ter. O Grêmio aumentou a pressão contra ele mesmo toda vez que não usou os titulares no Brasileirão. Eu vi gente …

Grêmio, o caça-fantasmas

Leia o post original por Antero Greco

O Grêmio mostrou nesta quarta-feira como se espanta fantasma. O Barcelona de Guayaquil pintava como a assombração na vida dos brasileiros, na edição deste ano da Libertadores, depois de eliminar Palmeiras e Santos. Temia-se que fizesse o mesmo com o tricolor gaúcho, na semifinal da competição, ainda mais que jogava a primeira em casa.

Conversa fiada. O time equatoriano não foi páreo para o Grêmio, tomou 3 a 0 e na semana que vem joga em Porto Alegre praticamente para cumprir tabela. Ou à espera de um daqueles milagres que só acontecem a cada 100 anos no futebol. Ou uma hecatombe sobre a rapaziada de Renato Gaúcho.

A eficiência do Grêmio como caça-fantasmas fez o trabalho em 20 minutos. Tempo suficiente para os dois primeiros gols – com Luan aos 7 e Edilson aos 20, que se machucou no segundo tempo e deu lugar para Leo Moura.

A vantagem derrubou o Barcelona, que ficou perdido, sem saber o que fazer para salvar a honra. Teve de atirar-se à frente, mas parou no sistema de marcação desta vez impecável dos brasileiros.

No intervalo, o Barcelona mudou, na tentativa de voltar mais agressivo. E quase assustou, aos 3 minutos, num chute à queima-roupa de Ariel, na pequena área, e que Grohe parou com a mão direita. Defesa extraordinária, indício pra lá de seguro de que não haveria reviravolta. Defesa para encher de moral o Grêmio e colocar o Barcelona nas cordas.

Pois o nocaute veio aos 6, com o segundo gol de Luan, o terceiro da noite. Contra-ataque preciso e finalização impecável. Dali em diante, o Grêmio só ficou à espera do relógio andar, sem pressa, com serenidade, com autoridade. Com a certeza de quem está na decisão.

O Barcelona virou fantasminha camarada.

Agora, que venham os argentinos. River? Pode ser. Adversário de tradição. Lanús? Franco-atirador. Sem problema. O tricolor gaúcho dá passe gigante para o terceiro título continental.

E se Luan for mesmo corintiano? Qual seria o problema?

Leia o post original por Milton Neves

A noite de segunda-feira foi agitada nas redes sociais.

Uma antiga foto em que supostamente aparece o atacante Luan, do Grêmio, com a camisa do Corinthians, provocou um grande debate entre os internautas.

Bom, mas e se Luan for mesmo corintiano?

Qual seria o problema?

O jogador, que nasceu em São José do Rio Preto-SP, cidade do grande Oscar Roberto Godoi, dificilmente iria torcer para um time do Sul, não é verdade?

O cara é profissional e é um absurdo insinuar que ele perdeu o pênalti de propósito para favorecer seu time de infância.

Cássio que foi gigante!

E Luan não é um caso isolado no futebol.

Afinal, dizem por aí que Casagrande era são-paulino.

Rivellino, ídolo do Timão, era palmeirense.

Sócrates, quando criança, era santista fanático.

Neymar vivia com a camisa do Palmeiras.

Rogério Ceni, por causa de seu pai, era colorado.

Alexandre Pato brilhou com a camisa do Inter, mas quando criança gostava mesmo de usar o manto gremista.

Denílson Show, quando morava em Diadema-SP, vivia cantando o hino do Corinthians.

E Careca, que marcou época no Tricolor, era santista fanático em Araraquara-SP.

Então, meus amigos, deixemos de bobagem!

Opine!

Convicções de Tite geram injustiças na Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Não tenho dúvidas sobre honestidade e decência do profissional Tite, técnico da Seleção Brasileira. Apesar da CBF viver cercada por uma turma de índole totalmente duvidosa, o treinador é um cara totalmente do bem. Sei que ele não convoca por esquema, mas por convicções. E meus questionamentos são em cima dessas convicções. Ainda mais porque elas automaticamente geram injustiças com muitos jogadores de qualidade. Vejam o caso do goleiro. O Tite insiste em convocar o Alisson como titular. Deverá sim ser o camisa 1 do Brasil na Copa da Rússia. Além dele outros que tem oportunidade são Weverton e até […]

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Edu Bala diz que Dudu merece ser titular da Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Ex-jogador e atualmente professor de uma escolinha de futebol, o ex-ponta Edu Bala não tem dúvidas sobre a capacidade de o atacante palmeirense, Dudu, ser uma ótima opção para o time titular da Seleção.

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Diferentes. Muito diferentes.

Leia o post original por Rica Perrone

Se um time comandado por alguém de terno, jovem, estudioso e de bom trato com a mídia tocasse a bola como o Grêmio toca e construísse as jogadas que ele constrói, falariam maravilhas do sujeito. Sendo o Renato, “só o Renato”, ídolo dos dois em campo ontem,  pouca gente fala. O Grêmio não tem um …

Botafogo tem 45 minutos de “velhos tempos”

Leia o post original por Antero Greco

Talvez porque o domingo estivesse encoberto ou porque não havia outros jogos do Brasileiro, este Botafogo x Grêmio ficou com jeito de saudade. Uma pesquisa aqui, outra ali, motivada pelo atual técnico botafoguense ser filho de Jairzinho, nos levaram a uma viagem no tempo.

A um Botafogo de magia com Zequinha, Gérson, Jairzinho, Roberto Miranda. E, quando a bola começar a rolar na Arena da Ilha do Governador, as recordações bateram mais forte: o time da Estrela Solitária treinado por Jair Ventura atropelava a equipe gaúcha, com um primeiro tempo admirável, que garantiu a vitória final por 2 a 1.

E o que o time do filho do Furacão da Copa mostrou de tão especial?

Vinha de derrota vexatória para o Cruzeiro pela Copa do Brasil (5 a 2) e estava a apenas dois pontos da zona de rebaixamento. Ao contrário do Grêmio, que chegava descansado e pronto para se aproximar dos líderes do campeonato.

O que o Botafogo mostrou de especial foi o meia Camilo, com toque de bola de primeira e passes perfeitos. Mostrou também um atacante esperto e finalizador como Sassá.

E, de quebra, apresentou o ala Luís Ricardo, com atuação decisiva para a vitória alvinegra. Foi dele o cruzamento para o golaço de Camilo aos 21 minutos: o meia acertou uma bicicleta, sem a menor chance de defesa para o goleiro gremista.

Aos 29 minutos, outro passe de Luís Ricardo. Desta vez para o artilheiro Sassá, que bateu na saída de Bruno Grassi: 2 a 0 – o décimo gol de Sassá na competição.

Pronto!

Terminam aqui as comparações com o velho Botafogo.

No segundo tempo, o time se esforçou. Numa tabela entre Neilton e Sassá, quase saiu o terceiro gol. Mas foi só: o artilheiro se machucou e foi substituído. O ala Luís Ricardo também sentiu contusão e deixou o campo. Camilo perdeu o fôlego.

Aí o Grêmio diminuiu o placar, com um gol de Batista quase da linha de fundo, mas não teve forças para chegar ao empate. O craque Luan, desta vez, teve atuação discreta e os gaúchos deixaram o campo conformados.

O resultado de 2 a 1 acabou com tabu de cinco anos sem vitória sobre o Grêmio. E o velho Furacão deve ter ficado orgulhoso com a terceira vitória do filho, que assumiu o comando do Botafogo desde que Ricardo Gomes partiu para o Morumbi.

Quem tem Robinho não morre pagão

Leia o post original por Antero Greco

O Grêmio jogou mais do que o Atlético-MG, no clássico de dois candidatos ao título. O tricolor dominou, tentou e tentou a sorte, até fazer 1 a 0 com Luan no segundo tempo, para alegria de 32 mil torcedores na arena em Porto Alegre.

A vitória parecida certa, para crescer a sombra em cima do líder Palmeiras. Parecia… Até Robinho estragar a festa, com o gol de empate aos 40 minutos. O décimo gol dele no Brasileiro, que o deixa no comando da artilharia, junto com Gabriel Jesus.

Robinho saiu do banco para acabar com a farra gremista. Marcelo Oliveira havia optado por poupá-lo, sob a alegação de que estava sobrecarregado. O moço ficou ali no canto dele, só a observar o que acontecia em campo. Quando a situação apertou, com o Grêmio a martelar a meta de Uilson, o recurso foi apelar para a experiência.

E lá foi Robinho, para o lugar de Fred, que pouco fez e pouco apareceu. Mudou o jogo: o Galo ficou mais esperto, leve e ágil. Se passou o primeiro tempo e mais um tanto sem um chute a gol, resolveu incomodar Marcelo Grohe. O goleiro da seleção viu Robinho comandar a tropa para cima dele e não pôde fazer nada no empate.

O Galo se deu bem, com a tática arriscada de fechar-se demais. O Grêmio até merecia melhor sorte, pela vontade com que foi à frente, com as três dúzias, ou quase isso, de arremates. Luan cansou de tentar o segundo gol. Porém, estrela é assim mesmo: brilha na hora certa. Foi o caso de Robinho, que não deixou o Atlético ficar pagão nesse desafio.

No fim das contas, Grêmio e Galo continuam flertando com o topo.