Arquivo da categoria: Lucas Barrios

Verdão não gosta de quem faz gols?

Leia o post original por Craque Neto

Com os dois gols marcados contra o Atlético/MG o atacante Henrique Dourado, ou ‘Ceifador’ como ficou conhecido, reassumiu a liderança da artilharia do Brasileirão com 12 gols marcados. Mais do que isso o camisa 9 do Fluminense chegou aos 26 gols em 2017, batendo seu próprio recorde pessoal que era de 25 gols feitos com as camisa de Portuguesa e Palmeiras em 2014. Curiosamente isso me faz lembrar que o jogador foi praticamente chutado do alviverde mesmo tendo sido um dos goleadores do Brasileirão daquele ano. Muito torcedor avaliava que ele não agradava do ponto de vista ‘técnico’. É mole? […]

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Fred foi rejeitado pelo Palmeiras! É brincadeira???

Leia o post original por Craque Neto

Acreditem se quiser! Nesta sexta-feira o repórter Fernando Fernandes participou do programa ‘Os Donos da Bola’ da Band e veio com essa bomba: o Fred foi oferecido e o Palmeiras rejeitou. Isso mesmo! A diretoria do Palmeiras não quis o jogador que é o principal artilheiro do País e optou por contratar o desconhecido Deyverson por impressionantes R$ 18 milhões. Dá pra acreditar? O torcedor mais apaixonado pela turma do executivo Alexandre Mattos vai perguntar: mas quando foi isso, seu ‘Zé Ruela’? Isso teria acontecido com o semestre em andamento pouco antes da sondagem pelo Diego Souza do Sport. Ou […]

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Palmeiras depende de alguns milagres

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras não teve controle emocional para vencer o Rosário Central no Gigante de Arroyito. Não teve Cuca, na verdade. Foi um jogo emocionante, como mostra o placar de 3 a 3.

Mas,  se tivesse saído mais para o jogo, se seus jogadores não tivessem procurado resolver as coisas com chutões, seria maior a chance de vitória e a situação teria ficado muito boa na Libertadores. Agora, só uma combinação fantástica mantém o alviverde na competição.

E o que Cuca fez de errado? Primeiro: escalou o time com três zagueiros e nem assim a defesa foi consistente. Segundo: não mudou o time para o segundo tempo.

Podem perguntar, mas o Palmeiras não vencia os primeiros 45 minutos por 2 a 1, por que mudar? Vencia, mas graças a tal sorte e à competência de três personagens: Fernando Prass, Alecsandro e Gabriel Jesus. O menino artilheiro fez um gol aos 4 minutos e outro aos 44; Alecsandro fez as raras jogadas inteligentes do grupo.

No meio disso, o Palmeiras foi espremido pelos argentinos, que se aproveitavam da afobaçãoverde. Todo rebote caía nos pés do Rosario Central, e Prass aparecia com a eficiência habitual. Num lance perigoso, fez milagre em cabeçada de Herrera. E foi assim até que, numa falta cobrada por Donatti, a bola desviou em Robinho e o enganou.

Por isso, mesmo com o placar favorável se esperava o Palmeiras com maior domínio, depois do intervalo. Mais tranquilo, com acerte de passes. Mas Robinho não estava em noite boa. E a dona sorte, que esteve do lado de cá no primeiro tempo, se mandou para o outro lado.

Quer ver? Aos 2 minutos, Gabriel Jesus mandou bola na trave, no rebote Robinho chutou e o goleiro Sosa fez excelente defesa. Aos 6, numa cobrança ensaiada de falta, Cervi recebeu, Prass saiu mal do gol, sem necessidade. Cervi mandou para o gol, por cobertura: 2 a 2.

Aos 21 minutos, Vitor Hugo cometeu pênalti sonso em Musto. E Marco Ruben colocou o Rosário na frente: 3 a 2. Tinha mais: aos 25 o Palmeiras mandou segunda bola na trave. Como desgraça pouca é bobagem, três minutos depois, Gabriel Jesus perdeu a cabeça ao sofrer falta, chutou o adversário, na frente do juiz: vermelho.

Não foi o fim de tudo: a sorte voltou em três flashs. O gol de empate de Barrios e duas defesas incríveis de Prass.

Resta uma tênue esperança, desde que supere o River Plate na última rodada, por boa diferença. E se o Nacional ganhar do Rosario.

Sei lá, milagres acontecem, mas pode concentrar mais forças no Paulistão…

(Com colaboração de Roberto Salim.)

Cinco personagens do Palmeiras criticados após a derrota por 5 a 1

Leia o post original por Perrone

A goleada sofrida por 5 a 1 para a Chapecoense no último domingo deixou na berlinda pelo menos cinco personagens palmeirenses. Parte deles já era alvo de críticas feitas por conselheiros. O vexame, porém, fez com que eles aumentassem o volume. Confira abaixo quem pagou o pato.

Gabriel Jesus

Tratado até então como principal revelação das categorias de base, o jovem atacante foi considerado pelos corneteiros um dos piores em campo contra a Chapecoense. Foi criticado por conselheiros por ter desperdiçado pelo menos três ataques do time com falhas individuais.

Marcelo Oliveira

Cobrado por não conseguir reorganizar a equipe em Santa Catarina, permitindo que o adversário tivesse espaço para armar sus jogadas, e por não corrigir as falhas de marcação da equipe. Em seu site (“Nosso Palmeiras”), Gilto Avallone, membro do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), pediu a demissão do treinador nesta quinta. “Com essa comissão técnica não vamos a lugar nenhum”, escreveu ele.

Lucas Barrios

Já é chamado de cone por conselheiros. Sua atuação em Chapecó foi considerada apática e apontada como um dos motivos para o alviverde não conseguir esboçar uma reação.

 Alexandre Mattos

Mesmo com o time na semifinal da Copa do Brasil e com chances de conquistar uma vaga na Libertadores pelo Campeonato Brasileiro, o dirigente remunerado voltou a ter o seu pacote de contratações contestado. Barrios e Alecsandro são as contratações mais detonadas. Agora, Mattos é comparado pelos críticos a seu antecessor, José Carlos Brunoro, que também despejou um caminhão de atletas no clube. A diferença, dizem, é que Mattos ganhou status de pop star.

Paulo Nobre

Contestado por supostos amplos poderes que teria dado a Mattos nas contratações e por não frear gastos como o COF esperava. A despesa com comissões pagas a empresários e considerada alto demais e entrou na mira do órgão que quer examinar todos os pagamentos. Outra crítica é em relação ao temperamento esquentado do presidente. Recentemente, ele se envolveu numa apimentada discussão com seu antecessor, Arnaldo Tirone, além de se desentender com torcedores corintianos que estavam num camarote de um dos parceiros do clube no clássico entre os dois times. Os críticos dizem que, no final do ano, Nobre pode no máximo se igualar a Tirone, que ganhou uma Copa do Brasil, nada além disso.

 

Palmeiras perde chance contra o Inter no Sul

Leia o post original por Antero Greco

O prognóstico era de jogo equilibrado entre Internacional e Palmeiras, pelas quartas de final da Copa do Brasil. No placar, pelo menos a previsão prevaleceu, com o empate de 1 a 1 e a definição da vaga para a quarta que vem no Allianz Parque. Na prática, os palestrinos poderiam ter voltado pra casa com vantagem, se Barrios não desperdiçasse pênalti.

Como duelo entre equipes que se equivalem, não sobressaiu ninguém. O primeiro tempo foi morno, com poucas finalizações de lado a lado. O segundo foi bem melhor, com os dois gols e um Palmeiras mais esperto do que o Colorado. Os paulistas estiveram mais perto da vitória do que os gaúchos.

A suposta vitória da turma de Marcelo Oliveira poderia ter começado na etapa inicial, depois que Ernani fez pênalti em Dudu. O paraguaio Barrios, em alta e com vários gols nas últimas partidas, se apresentou para bater. Chutou colocado e Alisson fez excelente defesa.

O Inter sentiu ausência de jogadores como D’Alessandro, Lisandro Lopes, Rafael Moura, Sasha. O técnico Argel Fuchs armou a equipe de maneira mais cautelosa, embora fosse a mandante. O temor era levar gols do melhor ataque do Campeonato Brasileiro. Nesse aspecto, se deu bem, porque o Palmeiras não teve muita liberdade para jogar.

Ainda assim, com o retorno de Dudu a turma de Marcelo Oliveira se mostrou mais serena e coordenada. Desta vez, foram raros os erros defensivos e ainda assim Fernando Prass apareceu ao menos em dois lances para evitar o gol. Só não pegou a bomba de Alex, no segundo tempo, na abertura do placar.

Marcelo Oliveira apostou em Amaral como substituto de Thiago Santos e no trio Dudu, Barrios e Gabriel Jesus à frente. Não funcionou muito bem. A mudança palmeirense veio com a entrada de Cristaldo no lugar de Barrios e principalmente Rafael Marques na vaga de Arouca. Na primeira bola, Rafael empatou, com um bonito gol de cabeça.

A disputa continua aberta, sem favoritismo. Claro que não se deve descartar vantagem teórica do Palmeiras por jogar a segunda em casa e com a necessidade de empate por 0 a 0. Pelas características dos dois times, e com o Inter provavelmente mais forte na semana que vem, em branco é que o placar não ficará.

Palmeiras agrava o desastre do Flu

Leia o post original por Antero Greco

A sabedoria das arquibancadas ensina que, quando a fase é ruim, sempre pode ficar pior. O exemplo é o Fluminense. No primeiro tempo do jogo com o Palmeiras, na noite desta quarta-feira, fez 1 a 0, mas poderia ter terminado com dois, pois Fred perdeu gol feito. No início da segunda etapa, teve outra chance para dobrar a vantagem, mas Fred chutou pênalti pra fora.

O destino deu duas oportunidades para o tricolor carioca sair do sufoco em que se encontra. Não aproveitou. O que ocorreu, em seguida? Desmoronou, despertou os palestrinos, que aproveitaram todas as brechas que surgiram, viram e golearam por 4 a 1. Um constrangimento terrível para os torcedores que foram ao estádio e viram a sexta derrotas em sete jogos.

O panorama não indicava tropeço tão infeliz para o Flu. Ao menos na primeira metade do jogo. O time de Enderson Moreira, sem ser brilhante, soube ser um pouco melhor do que o Palmeiras. A ponto de fazer 1 a 0 com Jean, numa falha do zagueiro Jackson ao tentar a rebatida para fora da área. Já a equipe de Marcelo Oliveira não incomodou Diego Cavalieri em nenhum momento; seguia roteiro da apresentação fraca na derrota para o Inter (1 a 0).

Na outra metade, a história mudou, a partir de alterações. Rafael Marques entrou no lugar de Egídio (Zé Roberto passou para a lateral) e depois Lucas Barrios tomou a vaga de Alecsandro. O Palmeiras ficou mais veloz e atrevido, chutou a gol, testou a sorte. E ela lhe foi favorável, quando Fred cobrou mal o pênalti cometido por Prass em Cícero. Na verdade, não foi falta, pois o jogador do Flu foi esperto ao cair assim que percebeu a proximidade do goleiro.

Dali em diante nada mais funcionou para o Flu. Erros ocorreram um atrás do outro e resultaram nos gols de Barrios (o de empate, o terceiro e o quarto) e o de Gabriel Jesus.

Resultado duro, que nem deu a dimensão da diferença entre as duas equipes. A diferença está no estado de ânimo de cada um: no Flu, zagueiro fura (Antonio Carlos no terceiro gol), passes não pegam o efeito desejado. No Palmeiras, erros se transformam em gols (Gabriel Jesus pisou na bola, no gol de empate, e esta sobrou para Barrios).

O Flu volta a conviver com o fantasma do rebaixamento. O Palmeiras sonha de novo com uma boquinha no bloco que vai para a Libertadores.

No Parque, tarde do jovem e do vovô

Leia o post original por Antero Greco

 

O Palmeiras ganhou do Joinville por 3 a 2, voltou ao G4, embora continue muito distante do líder Corinthians. A partida foi movimentada, agradável e com surpresas para o público. Mas quem roubou a cena foi um jovem (Gabriel Jesus) e um vovô da bola (Marcelinho Paraíba). Cada um fez dois gols e ainda teve participação importante no desempenho das respectivas equipes.

O começo foi para o garoto. Com menos de um minuto, Gabriel abriu o placar e dava a impressão de que seria vitória fácil. Sensação que aumentou com o gol de Dudu. Pronto, parecia conversa liquidada. A questão seria ver de quanto seria a goleada e a farra palestrina.

Daí entrou em cena a experiência. O quarentão Marcelinho diminuiu, numa falha conjunta da defesa palmeirense, e menos de dois minutos depois, empatava, ao aproveitar bate-rebate da zaga. Com sentido de colocação perfeito, recolocou a equipe dele na briga. E fez correr vento frio nas arquibancadas.

O roteiro de tropeços diante de times em situação inferior na tabela só não se consolidou para o Palmeiras porque, no segundo tempo, outra vez apareceu o oportunismo de Gabriel Jesus, para marcar o terceiro. Gol que garantiu o resultado, trouxe alívio e jogou a jovem promessa nos braços da torcida. Pouco depois, sentiu cãibras fortes e teve de sair – deu lugar para Thiago Santos, o estreante do dia.

O pecado do Palmeiras continua a ser a oscilação. Impressionante como diminui o ritmo, como se retrai, depois que obtém vantagens. Não se trata de estratégia, mas de vício, defeito mesmo. Em diversas ocasiões, se deu mal com isso e quase viu o filme repetir-se contra o rival catarinense.

O meio-campo também não mostra a estabilidade de rodadas atrás e sente ausência de Gabriel e Arouca. O paraguaio Lucas Barrios teve atuação discreta (mandou uma bola na trave) e foi trocado por Alecsandro. Mudança estranha, porque até agora Alecsandro não correspondeu no Palmeiras.  

Palmeiras matou a Raposa, Gabriel Jesus brilhou

Leia o post original por Fernando Sampaio

cruxpal_wa_33745O Palmeiras matou o confronto ainda no primeiro tempo.

Aliás, os dois jogos da noite terminaram cedo.

Em BH e Itaquerão o segundo tempo nem precisava ter sido jogado.

O Verdão entrou com tudo em Minas e fez 1×0 com Lucas Barrios aos 9 minutos. O Cruzeiro, que já estava nervoso e sem confiança, perdeu Bruno Rodrigo expulso. Na sequência levou bola na trave e o segundo gol.

Fim de papo. O jogo acabou.

Daí em diante o Cruzeiro já não tinha mais nada para fazer em campo. Aos 32′ Gabriel Jesus fez um golaço. Se fosse pelada o Fábio tiraria as luvas e iria para o bar. No segundo tempo o Cruzeiro lutou para empatar o jogo ou pelo menos diminuir o vexame. Conseguiu. O placar de 2×3 foi mais honroso. Poderia ter sido bem pior.

Classificação merecida do Verdão.

Luxemburgo não deve resistir a pressão, assim como Marcelo Oliveira.

A torcida vaiou o bicampeão brasileiro.

O Palmeiras com Marcelo Oliveira e Paulo Nobre está de bem com a vida.

Dudu, eterno efeito suspensivo, Lucas Barrios e Gabriel Jesus seria meu ataque titular.

O Verdão tem chances de levar a Copa do Brasil e ficar no G-4 durante o segundo turno.

 

Foto: Washington Alves/ Light Press

Palmeiras expõe mais a crise do Cruzeiro

Leia o post original por Antero Greco

O Cruzeiro pode apagar 2015 do calendário. Depois de dois anos esplêndidos, a atual temporada é só acúmulo de decepções. A mais recente veio  na noite desta quarta-feira, com a derrota por 3 a 2 para o Palmeiras, no Mineirão, e a consequente desclassificação da Copa do Brasil. A ela somam-se fiascos no Estadual, na Libertadores e também no atual Campeonato Brasileiro.

O Palmeiras, ao contrário, festejou em grande estilo o 101.º aniversário.  Levou para BH a vantagem de 2 a 1 construída, na semana passada no Allianz Parque, e aumentou a diferença  em meia hora ainda no primeiro tempo, quando fez 3 a 0. Um início demolidor, que tirou qualquer possibilidade de reação do Cruzeiro, mesmo com os dois gols (um, antes do intervalo, e outra na etapa final).

Nem o mais pessimista cruzeirense poderia supor que o time levaria um baile e seria destroçado em pouco tempo. Mas foi o que aconteceu. O técnico Marcelo Oliveira mudou o Palmeiras e colocou Lucas Barrios e Gabriel  Jesus à frente – e a dupla deu o que falar. Sobretudo o jovem Gabriel, que participou do gol de Barrios aos 8, sofreu falta que levou à expulsão de Bruno Rodrigo e ainda fez os outros dois, aos 28 e aos 32 minutos. Enfim, o rapaz foi o destaque do jogo.

Missão cumprida, o Palmeiras ainda teve chance do quarto gol, mas resolveu desacelerar.  Dessa vez, até com razão, pois o Cruzeiro precisaria fazer  5 a 2 para seguir adiante. No popular, a equipe paulista tirou o pé, levou os gols sem que isso alterasse a garantia da vaga. Numa noite de atuação impecável na primeira parte, mesmo com alterações em relação ao time que tem jogado regularmente.

O Palmeiras fez a parte que lhe cabia, e o Cruzeiro só colhe o que cultivou desde o final da temporada anterior. Com a decisão de ceder os principais jogadores das campanhas vitoriosas, a diretoria arriscou-se a insucessos, que estão aí. E não convencem as explicações de Vanderlei Luxemburgo de que o time pode estar perto da zona de rebaixamento no Brasileiro, mas a poucos pontos do quinto colocado.

O problema é o futebol que o Cruzeiro tem mostrado: fraco, apagado, sem passar confiança ao torcedor. Ao Palmeiras, a vitória pode devolver esperança no Brasileiro e, claro, o mantém na trilha de ao menos um título neste ano.

Palmeiras na briga e o Santos em alerta

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras seguiu à risca o roteiro de quem tem grandes pretensões no Brasileiro. Como? Com a vitória por 1 a 0 sobre o Santos, na tarde deste domingo, no novo estádio, pra variar com grande público. Leandro Pereira resolveu a parada no primeiro tempo.

Resultado normal para clássico, ok. Mas importante porque sinaliza tendências. O Palmeiras ganhou de quem está na parte de baixo da classificação, e isso é beabá no planejamento de um campeonato por pontos corridos. O Santos, com a derrota (sétima em 14 rodadas), acende de vez o sinal amarelo e vê aumentar a tensão. Fará daqui em diante campanha só para não cair.

Um dos méritos palmeirenses para chegar à quinta vitória em seis jogos – na semana passada, empatou com o Sport, em Recife – foi a postura. A equipe sob comando de Marcelo Oliveira tem sido equilibrada, regular, homogênea. Não há distanciamento entre os setores; ao contrário, eles se completam, como manda o manual básico do futebol. Os jogadores sabem de suas funções.

O conhecimento dá segurança – e isso tem pesado em favor do Palmeiras. O Santos, por exemplo, esboçou incomodar, no começo, e até ostentou 70% de posse de bola. Número expressivo que na prática não significou nada, pois raros foram os chutes a gol. Não adianta ficar com a bola se não se aproveita para botar o adversário na roda e enchê-lo de gols.

O Palmeiras foi preciso, conciso e direto: numa das roubadas de bola, teve contragolpe mortal, que terminou no gol de Leandro Pereira, o artilheiro que despertou e tem feito gols decisivos. Dali em diante, mesmo com jogadas lá e cá, os donos da casa foram superiores e mais tranquilos. A rigor, o Santos não ameaçou sequer chegar ao empate, quanto mais uma improvável virada.

O reencontro dos finalistas do Campeonato Paulista mostrou um Palmeiras em ascensão, com alternativas para o técnico (Lucas Barrios entrou e pode loga cavar lugar) e sereno. O Santos depende da abnegação e entrega de Ricardo Oliveira, que faz tudo. Dorival terá missão complicada para tirar a equipe do buraco.