Arquivo da categoria: Maradona

Desculpe Itália, torci pela Alemanha

Leia o post original por Fernando Sampaio

alemanhaToque, toque, toque… Hipnotizantes.

Drible nem pensar.

Alemanha e Itália são duas super escolas de futebol, conquistaram vários títulos, sou fã da seleção alemã desde 1974, primeira Copa que estive presente, perfeitos nos fundamentos, jogo coletivo, inteligente, eficiente, mas sem dribles.

Maradona, Messi, Pelé, Garrincha, Romário, Neymar…

Drible é na América do Sul.

Foi um jogo truncado com dois gols, um construído, outro lambança.

Ai se fosse o Lucão !!!! Ufa, era Boateng.

Nos pênaltis mais craques na lista daqueles que desperdiçaram cobranças importantes: Sócrates, Zico, Messi, Baggio, Platini, Schweinsteiger, Özil, Thomaz Muller….. Teve Pellé também, mas o fake. Não era Pelé. Era tipo Romarinho.

Torci pela Alemanha.

Com todo respeito aos amigos e parentes italianos, não curto retranca. Os alemães procuraram mais o gol, jogaram mais, tem mais qualidade individual. A Azzurra forte é bom para o futebol, fico feliz pela Itália.

 

 

“No tiene personalidad…”

Leia o post original por Rica Perrone

Falar bem do Messi é um esporte. Um dos mais praticados, aliás.  Messi segue o protocolo Sandy de sucesso e apenas joga futebol. Não tem opinião sobre quase nada, ninguém conhece sua voz, suas posições. Apenas o atacante. E basta. Talvez pra ser comercialmente especial hoje em dia o melhor caminho seja mesmo não se …

Chile campeão, Argentina chora, Héber desastre

Leia o post original por Fernando Sampaio

Cl7QZr0WEAARlTKO Chile levou mais uma Copa América.

A Argentina continua na fila de 23 anos.

Foi um jogo igual, truncado, quente, muita discussão e poucas oportunidades.

Héber Roberto Lopes foi um desastre no primeiro tempo. O árbitro brasileiro errou feio na expulsão do Diaz. Daí em diante ficou perdido, buscando compensação. Conseguiu. Expulsou Rojo numa jogada para amarelo.

Ridículo.

Héber deveria ter se aposentado há um bom tempo.

O jogo ganhou emoção na prorrogação.

Infelizmente ficou no 0x0.

Vidal e Messi abriram a série desperdiçando suas cobranças. Incrível. Raí, Sócrates, Zico, Baggio… Muitos craques perderam pênaltis importantes. Vidal foi o melhor em campo. Apesar do pênalti perdido, saiu feliz. Já Messi saiu desolado. Derrota amarga. Maradona vai cair matando.

Taticamente e coletivamente o Chile é a melhor seleção da América.

Título merecido.

Argentinos eufóricos, por ontem e por hoje

Leia o post original por Antero Greco

A seleção argentina atual e as lembranças do passado dividem manchetes do diário esportivo “Olé!”, da Argentina.

O fantástico gol de Messi na goleada de 4 a 0 sobre os Estados Unidos. E um encontro com Dieguito Maradona, falando do grupo que 30 anos atrás ganhou a Copa do Mundo, no México. “O time de 86 é irrepetível”, diz Maradona.

O time do bi mundial era invejável. Mas irrepetíveis mesmo – pelo menos até o surgimento de Messi – foram as jogadas de Maradona com a camisa da Argentina.

Don Diego encantava a cada partida disputada em 1986.

O jogo contra os ingleses, após a desigual Guerra das Malvinas, era uma questão de honra. Os argentinos queriam descontar na bola a surra militar levada dos ingleses quatro anos antes. E todos sentiam esse desejo de desforra no Mundial. Maradona fez das suas. Primeiro com os pés, deixando os inimigos para trás… depois com… “la mano de Dios”.

No treino do dia seguinte à vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, Maradona atendeu a todos com carinho e educação. Na época, SBT e Record fizeram um “pool” na cobertura e uma equipe chegou atrasada ao treino no campo do América, concentração dos argentinos. O saudoso repórter Eli Coimbra chamou Maradona, que ia para os vestiários. E um sorridente Dieguito reapareceu para um papo amigo com os “hermanos de Brasil”.

Veio a semifinal com a Bélgica e um novo golaço. Depois, a final contra a Alemanha, e vitória por 3 a 2. “Aquele time não se repetirá”, admite Maradona, com nostalgia, 30 anos depois.

Talvez não se veja na Argentina um craque tão decisivo quanto Maradona… Se bem que Lionel Messi chega perto, em diabruras e gols maravilhosos. A cobrança de falta nos 4 a 0 sobre os EUA já faz parte da história do futebol. A Argentina classificou-se para a final de mais uma Copa América.

Faltam os títulos pela seleção. Mas, pelo visto, estão a caminho.

(Com colaboração de Roberto Salim.)

 

Cruyff morre e definitivamente vira lenda

Leia o post original por Quartarollo

Johan Cruyff morreu aos 68 anos vítima de câncer de pulmão. Fumou demais, tanto quanto jogou.

Foi um dos grandes do futebol mundial e marcou como líder da laranja mecânica, a Seleção Holandesa de 1974 que perdeu a final para a Alemanha depois de grandes exibições contra potências da época como Uruguai e o então campeão Brasil.

Era o único jogador acima da média daquele time. Muita gente não concorda comigo nessa tese entendendo que a Holanda era perfeita, não era, tinha um goleiro fraco, uma defesa falha que se beneficiava já na época da marcação total campo inteiro dos companheiros à frente.

Esse mesmo pessoal fala mais de ouvir dizer do que ver in loco ou pelo menos conversar com alguém que a enfrentou ou com jogadores que conviveram com os holandeses.

Quando a coisa ficava feia com as saídas mais intempestivas de Kroll, que era bom zagueiro e bom líbero, Suurbier dava o socorro para o time não ficar desguarnecido atrás. Era um líbero ao contrário.

Na Copa perdeu a final para a Alemanha que tinha melhores jogadores individualmente, na minha opinião.

Tinha Sepp Maier, um goleiro extraordinário, um gênio, Franz Beckenbauer, o kaiser e o maior da historia do futebol alemão, um dos maiores de todos os tempos; Paul Breitner, gênio que atuava de lateral e meio-campo; Overath, craque do meio-campo e para completar um dos maiores artilheiros da história, Gerd Müller, baixinho para os padrões germânicos, meio gordinho e fatal para os adversários.

Cruyff teve grandes momentos no Ajax, de Amsterdã, e no Barcelona como jogador e como técnico.

Não ganhou a Liga dos campeões pelo Barça, mas incutiu uma forma de jogar que se reflete até hoje e depois foi aprimorada por Guardiola com a chamada posse de bola quase que total.

Foi um bom treinador e gostava dos jogadores brasileiros, mas ultimamente estava tão decepcionado quanto nós.

Dizia que o Brasil perdeu a sua forma de jogar, jogou fora a sua cultura de qualidade e posse de bola.

O Brasil era essa referência nas décadas de 60 e 70. Jogadores que gostavam da bola e que queriam jogar com ela no pé o tempo todo.

Cruyff errou feio quando falou, fez campanha e escreveu para todo mundo ler que Messi e Neymar não poderia nunca jogar juntos.

Estão provando que o holandês estava redondamente enganado, mas isso jamais tirará o seu brilho.

Houve uma época depois que saiu do Barcelona que Cruyff vivia cutucando os treinados que por lá passavam.

Eles colocavam o seu filho Jordi no banco, mas estavam certo. Nem de longe se comparava com o pai do qual só herdou o sobrenome.

Antes de Guardiola sentar no banco principal e ganhar tudo, todo técnico do Barça passava pelo crivo crítico de Cruyff. Tratava o clube ainda como um feudo seu.

Cruyff indiscutivelmente foi um grande talento, mas não o coloco ao lado de Pelé, Maradona, Messi, Ronaldo, Neymar, Platini, Beckenbauer,Garrincha, Di Stéfano, Didi e Zidane, mas formaria um grande time com eles. Era mais tático, mais coletivo, esses eram gênios da bola.

Vai com Deus, Cruyff. Deixou bons exemplos e faltou o título de uma Copa do Mundo.

Só jogou a de 74, em 1978 por causa da ditadura argentina protestou e não veio a Copa deste lado do Mundo, mas talvez já estivesse percebendo que a idade estava chegando.

Cruyff agora vira lenda, uma bonita lenda do futebol mundial com um currículo super-expressivo.

Maradona acredita que Neymar já está pronto para ganhar a Bola de Ouro. Você concorda com o ídolo argentino?

Leia o post original por Milton Neves

 

maradona e ney

 

Do Blog do Marcondes Brito

http://terceirotempo.bol.uol.com.br/colunistas/colunas/marcondes-brito

O caminho de Neymar até a Bola de Ouro da Fifa está bem “pavimentado”. Todos parecem acreditar que está chegando o momento de o atacante brasileiro subir no ponto mais alto do pódio, inclusive nossos rivais argentinos. Neste final de semana, ninguém menos que Diego Armando Maradona, numa rápida entrevista ao jornal Marca, da Espanha – durante a última etapa do Dubai Tour – respondeu a duas perguntas do repórter:

Como foi a temporada de Messi?
Perfeito, como sempre.
 
Você acha que Neymar pode ser o próximo Bola de Ouro?
Creio que sim, ele já está merecendo.

 

FELIZ COMPLEAÑOS
No último dia 5 Maradona já havia dado, em sua página pessoal no Facebook, outra demonstração de carinho a Neymar. El Pibe felicitou o brasileiro pelo aniversário e publicou uma foto com a seguinte legenda:
“Tenías 14 años en esta foto… Feliz cumpleaños, Neymar JR!!”

 

 

Foto: reprodução /// Siga o blog no Twitter: @marcondesbrito  /// Curta no Facebook: https://www.facebook.com/blogmarcondesbrito/

Opine!

Revista francesa corrige erro histórico e Pelé ganha sete Bolas de Ouro

Leia o post original por Quartarollo

No aniversário de 60 anos a revista francesa “France Football” publicou uma edição especial revisando a lista de ganhadores de Bola de Ouro.

Criada em 1956, até 1994 a indicação era apenas para jogadores europeus ou naturalizados europeus como o caso dos argentinos Alfredo Di Stéfano, do Real Madrid, e Sivori, do Milan da Itália.

A partir de 1995 a revista aceitava a indicação de estrangeiros que atuavam em clubes da Europa e a partir daí Ronaldo ganhou duas vezes, Rivaldo, Kaká e Ronaldinho Gaúcho ganharam uma vez cada.

Pelé recebeu uma Bola de Ouro especial em 2014 quando o diretor da revista, François Morinière, disse que estava consertando uma injustiça histórica.

Pela revisão publicada na nova edição, Pelé seria o vencedor em 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1964 e 1970.

Garrincha seria o escolhido em 1962. Diego Armando Maradona receberia a Bola de Ouro em 1986 e 1990. Romário também recebeu uma indicação em 1994.

Os dez primeiros da lista revisada pela France Football são esses:

Pelé-7 Bolas de Ouro

Messi-4 Bolas de Ouro

Cristiano Ronaldo, Van Basten e Johan Cryff- 3 Bolas de Ouro

Diego Maradona, Ronaldo, Bckenbauer e Rummenige- 2 Bolas de Ouro

É, esse Pelé deve mesmo ter jogado muita bola. Todo grande jogador que aparece logo é comparado a ele.

A revisão da Bola de Ouro prova mais uma vez quem ele foi e porque está tão a frente dos outros.

Realmente foi corrigido um erro histórico. Os franceses sempre reconheceram o valor do futebol brasileiro e principalmente de Pelé.

Foram os primeiros a chama-lo de Rei e isso ficou para sempre.

Marin, o abandonado, e Mário Sérgio, Marcelinho e Neto que nunca foram Kaká

Leia o post original por Milton Neves

marcelinho x messi“Roberto Firmino é o Afonso Alves que deu certo”.

Boa sacada do jornalista Vitor Guedes deste Agora e do portal www.terceirotempo.com.br.

“Marcelinho Carioca foi muito mais efetivo que Messi, que vive de lampejos”.

Boa polêmica do sempre polêmico Mário Sérgio Pontes de Paiva, mas que ficaria melhor se a comparação atingisse só o Messi da seleção argentina.

Mas Marcelinho Carioca é mesmo o maior jogador da história do SC Corinthians Paulista, desde 1910.

Só que não soube aproveitar em 100% o enorme talento que Deus lhe deu.

Só fez uso de 47.27%.

Neto e Mário Sérgio também não.

Esses três “bad boys”, tivessem adotado, por exemplo, o bom-mocismo de Kaká dentro e fora de campo, teriam disputado duas ou três Copas do Mundo.

E os três, ontem, tiveram muito mais bola do que, hoje, tem o bom jogador Kaká, cidadão exemplar.

Neto em 1990 cobrava faltas melhor que Maradona.

E jogava tanto quanto Hagi, o romeno chamado de “Maradona dos Cárpatos”.

E que falta fez Neto em 90 na Itália, hein, “burronildo” Lazaroni?

Naquele Brasil 0 x 1 Argentina, em Turim, gol de Caniggia, nós tivemos três faltas a caráter para Neto bater.

Só que não tínhamos batedores à altura.

Naquelas três faltas, “garanto”, Neto colocaria uma na trave, uma raspando o travessão e a outra na rede.

Mas, valeu, Mário Sérgio, o óbvio nunca empolga e é sempre grande fabricante de situações modorrentas nestes momentos de futebol Série B de nossos times e da Seleção Brasileira.

Tanto que o Neymar não pode nem dar carretilha.

Ora, fosse assim ontem, o Garrincha seria banido do futebol com seu sensacional “vai e não vai”.

E o Zico?

Exemplar, o Pelé da Gávea agora quer ser presidente da FIFA.

Pleito justo.

Eu voto nele.

O Japão também.

Afinal, foi Zico a abrir os olhos japoneses para o futebol.

Mas suas chances inexistem, entendo.

Nesta grande máfia da Fifa, gente boa e pura como Zico não tem lugar.

E Del Nero?

Liso como o velho e bom quiabo, vai se esgueirando aqui e acolá, mas penso, pelo andar da carruagem, que o pior para ele ainda está por vir.

Tomara que não, mas esse implacável FBI…

Já para os apressados e gulosos fabricantes de engenharia financeira a alavancar pontes de ligações continentais em transferência de jogador, a perspectiva é ainda pior.

Não custa aguardar.

Como também esperar a já possível delação premiada de José Maria Marin, o abandonado pela CBF de Del Nero.

Sei não, hein?

Imagem: Thiago Tufano Silva/Portal TT

Pelé ou Maradona? Ronaldinho Gaúcho sobe muro e prefere os dois

Leia o post original por blogdoboleiro

Se tivesse que escolher entre Pelé e Maradona, quem Ronaldinho Gaúcho escalaria no time dele numa pelada com os amigos? Esta pergunta foi feita ao novo jogador do Querétaro, que foi apresentado nesta sexta-feira e participou de um programa na UnoTV do México. A resposta? “Eu sairia e colocaria os dois para jogarem, um de cada lado, e ficaria assistindo”.

Ronaldinho Gaúcho, durante meia hora, escapou de qualquer possibilidade de um deslize. Tirando aquela olhadinha para uma assistente de palco, que virou vídeo viral na internet (com direito a dizer que as mulheres mais bonitas do mundo não estão no México), o que ele mais fez foi dizer que estava envergonhado, que é tímido e só se sente feliz mesmo em campo.

O Blog do Boleiro reviu a entrevista e separou algumas respostas de Ronaldinho Gaúcho que assinou contrato de dois anos com o time mexicano.

A PARTIDA INESQUECÍVEL
Ele escolheu o confronto contra o Real Madrid, no Santiago Bernabéu, em 2005. Nesta partida, ele marcou dois golaços na vitória do Barcelona por 3 a 0. Ao final, foi aplaudido em pé pelos torcedores merengues, reconhecendo o talento de dois tentos marcados depois de dribles desconcertantes.

“Na hora nem percebi direito o que estava acontecendo porque estava focado no jogo e queria a vitória. Hoje, eu desfruto mais. Quando olho vejo que foi algo grande. E brinco com os amigos dizendo ‘olha lá o que eu fiz’. É uma emoção diferente fazer um gol e ver os torcedores adversários aplaudindo”, disse.

A MELHOR CIDADE PARA FESTAS
Nesta, Ronaldinho foi esperto. Perguntado qual a melhor cidade para festas, entre Paris, Barcelona, Rio de Janeiro e outras por onde ele passou, o brasileiro se saiu assim: “O melhor lugar para festa é em campo”.

O meia ganhou aplausos e não se falou mais nesse assunto que, entre outros fatos,  já rendeu algumas reclamações de vizinhos de condomínio no Rio de Janeiro, onde morava quando jogou pelo Flamengo. As festas do jogador eram muito barulhentas e longas.

CANSADO DE GANHAR TUDO?
Campeão do mundo com a seleção brasileira e com o Barcelona e eleito o melhor do planeta duas vezes, Ronaldinho – aos 34 anos – não estaria agora sem objetivos na carreira? Resposta: “Quando você ganha um campeonato e sente o gosto do que é isso, você quer ganhar todos os dias. Porque sabe como é bom ganhar”.  

O DESAFIO DE JOGAR FUTEBOL
“Quando eu entro em campo procuro fechar os olhos e tapar o ouvido para focar somente na partida. A gente tem sempre que estar pronto para dar a volta. Se você não vai bem na quarta-feira, tem outro chance no sábado ou no domingo”
, disse Ronaldinho quando perguntado sobre o que precisa provar em campo. E ele completou: “Tem que mostrar que não está velho, que está bem”.