Arquivo da categoria: Marcelo Oliveira

Coritiba remete SP de volta ao Z-4

Leia o post original por Antero Greco

Amigo são-paulino, pelo visto as fortes emoções continuarão no Brasileiro. Na hora em que se imagina que o time vai tirar de vez o pé do barro, vem o escorregão e lá fica ele todo enlameado de novo. Foi o que aconteceu nesta quinta-feira, com a derrota por 2 a 1 para o Coritiba, no encerramento da penúltima rodada do primeiro turno.

O Morumbi esteve lotado, o público respondeu ao apelo para apoiar o time, pois sabia que era duelo importante, contra concorrente na parte de baixo da classificação. Jogo em que vencer era obrigatório, pois se tratava da tradicional “disputa de seis pontos”. Escalação semelhante àquela da vitória épica em cima do Botafogo, astral em ordem. Tudo parecia conspirar em favor da turma de Dorival Júnior.

Mas quem fez a festa foi a rapaziada de Marcelo Oliveira.

O Coxa foi quem se superou, a começar com a contusão de Adilson com poucos minutos de bola a rolar. A proposta foi a de segurar o ânimo tricolor, tocar a bola, contar com a experiência de Rildo e Alecsandro para dar o ritmo. Enfim, voltar com um ponto, mesmo que não significasse sair da zona de descenso.

O São Paulo tentou impor-se, pressionou, teve uma chance espetacular com Cueva, e ficou nisso na primeira parte. Fraca, por sinal, para ambos os lados. Pratto, Hernanes apareceram com menos intensidade do que no fim de semana, no Rio.

No segundo tempo, na hora em que o São Paulo esboçava aumentar a pressão, Rildo cavou pênalti em jogada com Bruno. A bomba bem colocada de Carleto resultou no 1 a 0. Daí em diante, foi filme manjado: uma equipe em busca do empate a todo custo e outra só à espreita de uma brecha para a estocada final.

E veio, com contragolpe preciso e complemento de Filigrana. O São Paulo murchou ali. Nem o gol de Denilson poucos minutos antes do encerramento empolgou.

Continuo a apostar na salvação são-paulina, pois tem muito time instável fazendo força para despencar para a Série B. Mas haja adrenalina até lá. O mesmo vale para o Coritiba.

Carille ganha força no Corinthians após contratação de Rueda não dar certo

Leia o post original por Perrone

Com o colombiano Reinaldo Rueda, do Atlético Nacional, fora dos planos, ganhou força na direção do Corinthians a ideia de começar o ano com Fábio Carille como treinador e ver se ele se firma no cargo. O nome do auxiliar técnico foi discutido pela cúpula do clube nesta quarta e avaliado como uma boa opção diante da dificuldade dos cartolas em encontrar um substituto para Oswaldo de Oliveira.

Mas Marcelo Oliveira, procurado pelo alvinegro antes mesmo do desfecho negativo com Rueda, é outra opção.

Carille, porém, é visto como uma solução mais barata e simples, pois não seria necessário negociar com ele. Os dirigentes corintianos têm pressa para definir quem comandará o time.

Outros pontos a favor do auxiliar são o fato de ele conhecer bem o elenco e os jogadores das categorias de base. A ideia em 2017 é dar mais espaço aos jovens a fim de reduzir custos com contratações.

O auxiliar já era apontado por parte da diretoria e conselheiros como merecedor de uma chance logo que Tite trocou o Corinthians pela seleção brasileira, mas foi preterido por Cristóvão e Oswaldo.

 

Rogério voltou! Marcelo Oliveira caiu! Os cartolas do SP e do Atlético-MG acertaram?

Leia o post original por Milton Neves

marcelo olviera e rogerio

Um dia após demitir Ricardo Gomes, o São Paulo, por meio de um vídeo postado em suas redes sociais, anunciou que Rogério Ceni assumirá o comando técnico do São Paulo.

Bom, que o M1to voltaria ao Tricolor como treinador era óbvio.

Mas, será que não é muito cedo para isso?

Afinal, ele pendurou as chuteiras no ano passado…

Não seria melhor começar essa nova trajetória nas categorias de base ou em algum clube menor?

Vamos ver no que vai dar…

E quase na mesma hora do anúncio de Ceni, o Atlético-MG comunicou a todos que Marcelo Oliveira, após o vexame de ontem, não é mais treinador do clube.

Bom, também estava na cara que ele sairia do Galo.

Mas, faltando o jogo de volta da final da Copa do Brasil, ele não merecia um voto de confiança?

Opine!

Galo e Santos estão vivos. Muito vivos

Leia o post original por Antero Greco

Pessoal, certo que as atenções se voltam para Palmeiras e Flamengo, os dois primeiros na corrida pelo título. Mas Atlético-MG e Santos mostraram, na noite deste domingo, que continuam vivos. Correm por fora – e ainda assim não podem ser considerados cartas fora do baralho. É bom ficar de olho neles, que tendem a fazer estragos na rodada do fim de semana.

Ambos jogaram em casa. O Santos, com 58 pontos, recebe o Palmeiras, em primeiro com 67. O Galo, que está com 59, recepciona o Flamengo, que tem 60 e pode perder a vice-liderança. Ganharem não é fora de cogitação. Se isso ocorrer, os cinco rodadas restantes do Brasileiro pegarão fogo.

O Galo fez a parte dele no Horto, com os 3 a 0 no Figueirense. O placar é peremptório, porém o time catarinense deu trabalho. O primeiro gol mineiro veio aos 15 da etapa inicial, com Otero. Os outros dois só depois dos 40 da segunda fase – com Júnior Urso aos 42 e Fred aos 44. Àquela altura, o Figueirense tinha um a menos, com a expulsão de Werley aos 26 minutos. Depois, Josa também levou vermelho, mas aos 45.

Marcelo Oliveira poupou alguns titulares, Robinho o principal deles, para o primeiro tira-teima pela semifinal da Copa do Brasil, diante do Internacional. O Galo sentiu dificuldade diante de um rival que está na zona de rebaixamento. Contou pra variar com Victor e com a eficiência, quando teve chance para definir o placar.

O Santos não teve vida fácil no 1 a 0 sobre a Chapecoense, na Arena Condá. Está certo que fez o gol logo aos 3 minutos, com Lucas Lima, em início muito bom. Depois, tirou o pé, recuou para ver que bicho ia dar. Estratégia arriscada, pois a equipe catarinense martelou, martelou, chutou 20 bolas e parou em Vanderlei e nos próprios erros.

A impressão que ficou era a de que a rapaziada de Dorival Júnior se resguardou para o duelo desábado à noite com o Palmeiras.  Pode ser, mas não deveria. Houve risco desnecessário.

Galo prova que disputa não é entre Palmeiras e Fla

Leia o post original por Antero Greco

A tendência dos debates, ultimamente, tem sido a de concentrar atenção entre Palmeiras e Flamengo. Claro, faz sentido, pois ambos têm agora 54 pontos e já há várias rodadas acirraram a disputa pela liderança.

Mas se engana quem pensa que a corrida pela taça está entre os verdes paulistas e os rubro-negros cariocas.

Sem alarde, o Atlético-MG voltou a subir, depois de alguma oscilação, e faz sombra enorme para a dupla de cima. A prova de que continua vivíssimo veio na tarde deste sábado, com os 2 a 1 sobre a Ponte, em Campinas. O resultado levou o Galo a 52 pontos.

A parada foi resolvida na etapa inicial, com a vantagem de 2 a 0, nos gols de Júnior Urso aos 15 minutos e Clayton aos 37. Dois coadjuvantes que brilharam para Marcelo Oliveira e torcida. Roger, sempre ele, diminuiu para a Macaca, no segundo tempo, como prêmio pelo conjunto da obra.

O Atlético não foi primoroso, mas bem melhor do que o time campineiro. Marcelo atreveu-se a deixar Fred e Robinho no banco, apostou em Otero, Cazares, Clayton, Pratto e se deu bem. Soube utilizar o elenco variado que têm à disposição. Seguiu o roteiro do rodízio como alternativa para não desgastar demais os principais jogadores.

A Ponte ressentiu-se de limitações, reclamou de decisões da arbitragem, mas caiu na real. É time brigador, e merece aplausos por isso. Porém, difícil o objetivo de ficar no G-4. Agora, cada vez mais. Tem potencial para fazer estragos em adversários potentes, exceto o Galo, para quem caiu no turno e no returno.

O Atlético-MG continua na moita, à espreita. Ao menor vacilo, salta para o primeiro lugar. Com um detalhe que vale lembrar: receberá Palmeiras e Flamengo, em clássicos que podem definir o campeonato. E agora seca os palestrinos, na partida de segunda-feira contra o Santa Cruz, em Recife.

 

Nunca o contrário

Leia o post original por Rica Perrone

Assisti Atlético MG e Ponte hoje com aquela certeza irritante de que os 2×0 construídos com um futebol convincente e de forma bem imponente não cabiam a quem os fez. Embora melhor em campo, em boa fase e em casa, a Ponte Preta é sempre a Ponte Preta, o Galo sempre o Galo.  As vezes …

Estava difícil pro Flu, até Magno Alves entrar…

Leia o post original por Antero Greco

Levi Culpi deu nó em Marcelo Oliveira? Sim, o treinador mais antigo soube mexer no Fluminense e levou a melhor no clássico com o Atlético-MG. O tricolor saiu da desvantagem de 1 a 0 para chegar à vitória por 4 a 2. Num belo jogo de segunda-feira, para fechar a 24.ª rodada do Brasileiro.

Mas, discussão tática à parte, faço aqui uma reverência e uma pequena homenagem a um dos vovôs da bola que ainda desfilam por aqui. Atende pelo nome de Magno Alves, também conhecido pelo apelido de Magnata. Pois o jovem senhor, de lépidos 40 anos, entrou no segundo tempo do jogo em Edson Passos e bagunçou o coreto do Galo.

Isso mesmo. Magno Alves participou ativamente de três dos quatro gols. E ainda sofreu falta que originou o terceiro, em cobrança de falta de Gustavo Scarpa. Jogou com leveza, com sabedoria, com a sagacidade que o tempo proporciona para atletas inteligentes. Economizou fôlego e pernas; soube utilizá-los nos momentos adequados. Até o esforço vem na hora certa.

Assim como o resultado, que deixa o Flu com 37 pontos. Não está no G-4, verdade. Tampouco está longe. São três pontos que o separam do Corinthians, o quarto colocado. O Atlético-MG, com 42, mantém a perseguição a Palmeiras (47) e Flamengo (46). Tem muita bola para rolar, ainda, até que o campeonato seja decidido.

Palmas, também, para Robinho, não tão veterano quanto Magno, mas também não é mais o menino que surgiu distribuindo pedaladas a torto e a direito. Ele voltou a deixar a marcar nas redes adversários, ao abrir o placar, e se consolidou como artilheiro da Série A. Não é pouca coisa para quem era visto como em decadência. Tem sido um diferencial para o Galo. Ofuscado, desta vez, foi Fred. No reencontro com a antiga casa, passou em branco e nem voltou para a etapa final.

Fase do jogo que reservou as maiores emoções. Começou com a arrancada do Fluminense, nos gols de Douglas aos 3, Marquinhos aos 27 (outro que saiu do banco para resolver). e o de Scarpa aos 32. Otero, substituto de Fred, diminuiu aos 43, mas Maranhão (mais um que estava na reserva) fechou a conta aos 46.

Bela diversão para começar a semana. Quem viu, certamente gostou.

Galo supera desfalques e mantém corrida pela ponta

Leia o post original por Antero Greco

O Atlético-MG anda com enfermaria cheia e com poucas opções para Marcelo Oliveira. Situação complicada, certo? Até certo ponto.

A série de desfalques passou batida, no jogo com o Vitória, na noite desta quarta-feira, no Independência. O Galo sobrou, do começo ao fim, e os 2 a 1 finais não foram fiéis ao que ocorreu com a bola a rolar. O time mineiro criou diversas oportunidades, desperdiçou chances claras, mas se garantiu com os gols de Fred, um em cada tempo. Com 42 pontos, está colado em Palmeiras e Flamengo na parte de cima da tabela.

A superioridade do Atlético ficou evidente desde o início. Mesmo com o Vitória disposto a apertar na marcação, Fred, Robinho &Companhia encontravam espaços para chegar ao ataque com perigo. A vantagem demorou um bocado, veio só aos 46 da etapa inicial, mas mais por causa dos erros de finalização do que pela resistência baiana.

O Vitória esboçou reação, com o gol de Kanu aos 13 minutos da etapa final. Mas a alegria durou só até os 18, quando Fred fez a dobradinha. Dali em diante, o Atlético tratou de controlar a intensidade do jogo, gastou tempo e esperou que outros gols viessem naturalmente. Poderia, no mínimo, ter feito o terceiro, aos 47, depois que o goleiro Fernando Miguel saiu mal do gol, foi traído pela bola pelo alto, e o gol ficou aberto para Robinho. Na hora de bater, de esquerda, mandou para fora…

O importante foi a postura do Atlético, firme e confiante, apesar das baixas. Continua na corrida pelo título.

Quem tem Robinho não morre pagão

Leia o post original por Antero Greco

O Grêmio jogou mais do que o Atlético-MG, no clássico de dois candidatos ao título. O tricolor dominou, tentou e tentou a sorte, até fazer 1 a 0 com Luan no segundo tempo, para alegria de 32 mil torcedores na arena em Porto Alegre.

A vitória parecida certa, para crescer a sombra em cima do líder Palmeiras. Parecia… Até Robinho estragar a festa, com o gol de empate aos 40 minutos. O décimo gol dele no Brasileiro, que o deixa no comando da artilharia, junto com Gabriel Jesus.

Robinho saiu do banco para acabar com a farra gremista. Marcelo Oliveira havia optado por poupá-lo, sob a alegação de que estava sobrecarregado. O moço ficou ali no canto dele, só a observar o que acontecia em campo. Quando a situação apertou, com o Grêmio a martelar a meta de Uilson, o recurso foi apelar para a experiência.

E lá foi Robinho, para o lugar de Fred, que pouco fez e pouco apareceu. Mudou o jogo: o Galo ficou mais esperto, leve e ágil. Se passou o primeiro tempo e mais um tanto sem um chute a gol, resolveu incomodar Marcelo Grohe. O goleiro da seleção viu Robinho comandar a tropa para cima dele e não pôde fazer nada no empate.

O Galo se deu bem, com a tática arriscada de fechar-se demais. O Grêmio até merecia melhor sorte, pela vontade com que foi à frente, com as três dúzias, ou quase isso, de arremates. Luan cansou de tentar o segundo gol. Porém, estrela é assim mesmo: brilha na hora certa. Foi o caso de Robinho, que não deixou o Atlético ficar pagão nesse desafio.

No fim das contas, Grêmio e Galo continuam flertando com o topo.

Santos segura o Galo e mantém embolado o topo

Leia o post original por Antero Greco

Gosto da forma como Santos e Atlético-MG jogam. Ambos têm estilo agradável de ver. O time paulista pela leveza e conjunto. A equipe mineira pela qualidade e experiência de muitos de seus titulares. No duelo entre ambos, neste domingo, na Vila, melhor para os santistas, com 3 a 0 no placar e a briga firme pela liderança. O Galo viu interrompida sequência de cinco vitórias.

Jogo interessante, embora menos intenso do que esperava, pelo embalo em que se encontravam os dois rivais. O Santos adaptou-se bem aos desfalques provocados por seleção e, como em apresentações anteriores, teve equilíbrio. Além de pontaria e coordenação, como se viu no gol de cabeça de Gustavo Henrique. A vantagem com 12 minutos de jogo deixou a turma de Dorival Júnior à vontade e, claro, botou pressão pra cima da rapaziada de Marcelo Oliveira.

O Atlético teve dificuldade para coordenar jogadas de ataque. Desta vez, não apareceram tanto Pratto, Fred, Maicosuel e Robinho, responsáveis pelos melhores momentos alvinegros na subida para o G-4. Fred até tentou, mas parou em Vladimir. Robinho ficou travado – e marcado pela torcida do clube que o revelou. Aguentou com paciência as provocações e xingamentos.

O Santos não se afobou em nenhum momento. Ao contrário, trocou passes, esperou o tempo passar, apostou na necessidade de o Galo sair em busca do empate. Aí entrou em cena o oportunismo de Ricardo Oliveira. O atacante liquidou o desafio com dois gols no segundo tempo. E o Santos disse, outra vez, que não está a passeio no Brasileiro.

O que não significa que o Atlético seja carta fora do baralho. Com 35 pontos, mesma pontuação do Grêmio e um a menos do que o Santos, se mantém firme. Para consolo, sabe que, num torneio equilibrado como o deste ano, haverá ainda muito perde e ganha de pontos entre os concorrentes no bloco de cima.

Segundo turno promete fortes emoções.