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Paixão de Bola: a valorização do ídolo através da literatura

Leia o post original por Craque Neto

De acordo com o diretor da Editora Contexto Jaime Pinsky a biografia permite prolongar a memória de heróis do esporte. Veja mais essa história do quadro “Paixão de Bola” do Os Donos da Bola.

O post Paixão de Bola: a valorização do ídolo através da literatura apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Supere-se Santos!

Leia o post original por Odir Cunha

Amigo e amiga, acompanhar o futebol, e o nosso Santos, por tantos anos, nos dá um sexto sentido, você sabe. Quando sinto que o jogo não é para o nosso Glorioso Alvinegro Praiano, desencano. Por isso, quando o amigo Mauro Beting conversou comigo para um programa da Jovem Pan e me perguntou sobre o clássico deste sábado, às 17 horas, fui franco: como torcedor, quero sempre que o Santos ganhe, e de goleada, mas como jornalista sou obrigado a dizer que, pela lógica das lógicas, se houver um vencedor, será o Palmeiras.

Aliás, o Mauro me perguntou o que acho desse epíteto de “Clássico da Saudade” para Santos e Palmeiras. Bem, não disse no ar, mas digo agora: Acho uma merda, não tem nada a ver. Já sugeri, e o historiador do Palmeiras Fernando Galuppo aprovou, assim como os seus pares. Este jogão tem de ser chamado de Clássico dos Clássicos, pois reúne dois times que se caracterizaram pela categoria, pela classe de jogar futebol, enfim, dois times clássicos!

Agora, voltando ao jogo deste sábado, ponha-se no meu lugar: no ano passado os times se enfrentaram várias vezes e aquele que jogou em casa ganhou, e por um gol de diferença. O que quer dizer isso? Que os times têm forças equivalentes, mas os fatores campo e torcida acabam decidindo para o anfitrião.

Bem, essa é a realidade até hoje, e situações sempre podem mudar. Na verdade, você que é mais perspicaz já percebeu que estou dando tal enfoque a este post para mexer com o brio dos santistas. Já me disseram que lá nos seus quartos, no Hotel Recanto dos Alvinegros, eles lêem o nosso blog. Então, gostaria de dizer alguma coisa para os rapazes:

Poucos esperam que vocês vençam o Palmeiras no Alianz Parque, o que nunca fizeram, aliás. Pois essa descrença é que gera o desafio, e grandes homens são movidos por desafios. O jogo não vale nada? Vale, sim. Vale esse desafio de vencer pela primeira vez no Alianz Parque. Esqueçam todas essas bobagens e provocações dos últimos confrontos com o Palmeiras, as máscaras, a disputa de pênaltis… Apenas joguem cem por cento futebol. Acreditem e a recompensa virá.

Bem, a recompensa só pode vir se você acreditar que pode alcançar os seus objetivos, mas a verdade é que o adversário também acredita. Então, como fica? Uma coisa é certa: a tática de se escorar nas cordas, se defendendo, até ter a oportunidade do contra-ataque, é coisa de gênios semideuses como Muhammad Ali contra George Foreman. Prefiro a coragem e a determinação da alemã Angelique Kerber, que foi pra cima da Serena Williams, a popular Serenão, e tirou-lhe o título do Australian Open.

Como o jogo não vale nada mesmo, e os dois times deverão se classificar para as fases seguintes do Campeonato Paulista, eu reuniria meus companheiros e perguntaria apenas o seguinte: “Vamos jogar? Vamos deixar de frescura e jogar o que a gente sabe?!”

Procura-se um substituto para Marquinhos Gabriel

Ele parecia um jogador comum melhorado, mas a verdade é que a versatilidade de Marquinhos Gabriel está fazendo falta. Paulinho é muito atacante, tem de jogar enfiado; Serginho é muito meia, tem de vir de trás, e Patito é um pouco de tudo e um pouco de nada. O prezado Dorival Junior precisa experimentar mais gente nesse time.

Acho que se o Vitor Bueno voltar para marcar, e o fizer com eficiência, será o ideal, mas se o Elano se preparar bem fisicamente e correr um pouco mais, também pode deixar uma última boa impressão nos santistas. E acho que o Ronaldo Mendes também deve ser mais testado. Não consigo é acreditar muito no Léo Cittadini, que tem jeito de craque, mas ainda mal consegue proteger a bola. Parece um menino no meio de adultos.

Bem, que os céus iluminem o Dorival e que o Santos entre em campo querendo alguma coisa além de se defender e esperar o tempo passar. Sempre que faz isso, perde.

Por outro lado, temos o Palmeiras. Li a análise do Paulo Vinicius Coelho sobre a partida e não pude deixar de rir sozinho. Ele cita uma série de problemas do Palmeiras, diz que o Santos não tem problema algum, mas palpita que o seu Palmeiras vencerá (?). Veja como o coração fala mais alto, mesmo em um anglo-ítalo-brasileiro como o PVC.

Enfim, quase 20 mil ingressos já foram vendidos antecipadamente, todos para os palmeirenses. A arbitragem será de Raphael Claus, auxiliado por Émerson Augusto de Carvalho e Bruno Salgado Rizo. Nos clássicos entre Santos e Palmeiras eles não costumam influir.

E se, depois disso tudo posto, você me perguntar o que acho da partida, eu direi que o empate estará bom, pois não acredito na vitória do Santos, apesar de torcer por ela. Tem faltado 20% a mais de garra a esse time e tem faltado bom senso à diretoria de futebol, que traz um tal de Maxi Rolón da Argentina sem consultar o Dorival Junior.

Veja como são as coisas: se vencesse o Palmeiras nos pênaltis, o Santos teria sido campeão da Copa do Brasil e estaria na Copa Libertadores. Perdeu, e hoje vive uma posição secundária com relação ao seu rival. A única maneira de começar a mudar isso é ganhar o jogo de hoje. Mas terá fibra e fé para tal? Oremos…

SuperShopping Osasco recebe ídolo do Santos para noite de autógrafos

Zagueiro David Braz encontrará os torcedores ao lado do quiosque da Santos Store na próxima segunda-feira

Com ou sem vitória sobre o Palmeiras neste final de semana, os clientes santistas do SuperShopping Osasco terão motivos para comemoração. Além de terem recebido, no último dia 10, a primeira Santos Store da região, ainda terão uma noite de autógrafos com o jogador David Braz. O evento será na próxima segunda-feira, dia 22, às 19h30, no recém-inaugurado quiosque da marca oficial do clube, na Praça de Eventos do SuperShopping Osasco.

Zagueiro do Santos desde 2012, David Braz foi fundamental para o título no Campeonato Paulista do ano passado. Ele já passou pelo Flamengo e pelo Palmeiras e mantém-se titular do técnico Dorival Júnior, apesar de estar lesionado desde dezembro passado.

Além do jogador, os torcedores encontrarão o jornalista e historiador Odir Cunha, podendo obter autógrafos ou conversar sobre o livro Time dos Sonhos – História Completa do Santos F.C..

Administrada pela Meltex Franchising, a Santos Store inaugurou no SuperShopping Osasco a primeira loja da região. Há outras três lojas da marca, sendo duas no litoral e uma nos Jardins, em São Paulo. Agora, no quiosque do SuperShopping Osasco, o torcedor santista encontrará desde artigos esportivos até joias e utilidades domésticas do seu time.

Noite de Autógrafos da Santos Store
Data: segunda-feira, 22 de fevereiro
Horário: das 19h30 às 22h
Local: Praça de Eventos do SuperShopping Osasco
Endereço: Av. dos Autonomistas, 1.828 – esquina com a Av. Maria Campos. Osasco/SP

SuperShopping Osasco
O SuperShopping Osasco é o empreendimento mais completo da região. Em um espaço de 60 mil m2, conta com um mix de lojas e serviços diversificados e de qualidade, com marcas renomadas e várias opções de lazer e gastronomia. Inaugurado em 2005, recebe mais de 600 mil consumidores por mês.

E você, o que acha do Clássico dos Clássicos deste sábado?


Primeira Liga: Cruzeiro 3 x 4 Fluminense

Leia o post original por Mauro Beting

No Mineirão, Cruzeiro e Fluminense protagonizaram o melhor jogo do ano até agora. Os 21.118 torcedores que foram até o Gigante da Pampulha assistiram a um grande jogo, não apenas pela quantidade de gols, mas pelas oportunidades criadas, intensidade, velocidade e triangulações. O jogo era de grande importância para ambas as equipes, pois não haviam vencido na competição e a vitória deixaria a vaga bem encaminhada para as semifinais da Primeira Liga.

Organização inicial das equipes. Cruzeiro no 4-2-3-1 e Flu no 4-4-1-1 (TacticalPad)

Organização inicial das equipes. Cruzeiro no 4-2-3-1 e Flu no 4-4-1-1 com Cícero e Diego Souza flutuando no campo de ataque. (TacticalPad)

O jogo começou aberto. Cruzeiro com bastante movimentação no setor ofensivo, organizado no 4-2-3-1, com Arrascaeta centralizado, Sánchez Mino na direita e Alisson na esquerda, formando a linha de três meias e Rafael Silva na frente, na referencia. Blocos médios. Organização na fase defensiva, com setores compactos, ocupação boa dos espaços, negando infiltrações. Na fase ofensiva, trocas de passes, triangulações no campo de ataque e muita mobilidade no campo de ataque.

Com apenas 4 minutos, o Cruzeiro já abriu o placar. Arrascaeta tabelou com Sánchez Miño na entrada da área e deu bela assistência para infiltração de Rafael Silva, que driblou Cavalieri e tocou pro fundo das redes. Cruzeiro 1 a 0.

O Flu, comandado por Eduardo Baptista, foi a campo no 4-4-1-1/4-2-3-1, com Diego Souza na frente, como falso 9 e Cícero também circulando/flutuando no ataque, sem referência no ataque. Scarpa e Marcos Junior ocupavam as pontas, com Pierre e Douglas na proteção da zaga e distribuição do jogo, respectivamente. O Flu apostava suas fichas nas jogadas pelos flancos, com Wellington Silva pela direita e Giovanni pela esquerda.

O Flu tentava furar o bloqueio cruzeirense, mas esbarrava no efetivo sistema defensivo mineiro. Até que Diego Souza tentou cruzar a bola na área mineira, mas Fabiano impediu, colocando a mão na bola. O juiz marcou pênalti. Diego Souza bateu bem no meio do gol, igualando o marcador.

Com o gol sofrido, o Cruzeiro foi para cima do Flu. A defesa carioca não cansava de falhar. Após cobrança de falta de Arrascaeta, Dedé bateu firme, Cavalieri fez milagre, espalmou e a bola sobrou para Manoel , que isolou. Quase gol da equipe azul de Minas. Sorte do Flu.

Em rápido contra-ataque, Wellington Silva deu drible em Fabrício, rolou para Diego Souza na grande área, sozinho, que bateu firme, rasteiro. Sem chances para o goleiro Fábio. Flu 2 a 1, de virada.

O jogo era bom. Aberto. Com as duas equipes buscando o gol. Com velocidade, mobilidade e muita movimentação. Foi assim que Gustavo Scarpa entrou em diagonal, na grande área, fazendo o facão e bateu forte, no ângulo de Fabio, ampliando o placar. Flu 3 a 1.

O Flu apostando no quinteto com Giovanni deu espaços para Fabiano, que cruzou na cabeça de Rafael Silva. Erro de Henrique, deixando o atacante do Cruzeiro, sozinho. Cruzeiro 2×3 Flu.

Etapa inicial muito boa. Muita bola no chão, muita velocidade, criação de jogadas, muitos gols. Excelente futebol. Alto nível. Grande jogo.

Osvaldo entrou no lugar de Scarpa que saiu machucado. O Cruzeiro começou em cima, tentando o gol de empate. Flu bem organizado na defesa. Deivid é expulso, após reclamar com a arbitragem. Flu se defendia bem e saía rápido em velocidade. Sánchez Miño saiu e entrou Élber. Alisson foi para esquerda e Élber foi na esquerda. Arrascaeta se manteve centralizado.

Eduardo Baptista mexeu. Colocou Felipe Amorim no lugar de Marcos Junior. Cruzeiro mais em cima, atuando pelos flancos, principalmente pelo lado direito, visando bolas aéreas, para Rafael Silva e Dedé e Manoel. Mas foi pelo lado esquerdo que Arrascaeta empatou a partida. Élber passou por Marlon e cruzou para o meia argentino que bateu bem. 3 a 3. Jogaço.

Após chute de Douglas, de fora da área, Fábio espalmou e sobrou para Felipe Amorim que foi tocado pelo goleiro cruzeirense. Pênalti para o Flu. Diego Souza fuzilou no meio do gol. Flu 4 a 3. Que jogo!

Panorama tático da segunda etapa, após as substituições. (TacticalPad)

Panorama tático da segunda etapa, após as substituições. (TacticalPad)

E o Cruzeiro foi para cima. Diego Souza caiu em campo, após choque com a cabeça,  mas o juiz deu vantagem, pensando ser cera.

O Cruzeiro insistia nas jogadas pelos flancos, tanto pelo esquerdo com Pisano, Fabrício e Élber, quanto pelo direito, com Alisson e Fabiano. Entretanto, o Flu se defendia como podia.

O Cruzeiro, que tentou alçar bolas na área nos minutos finais, não foi páreo para o Flu, que venceu a segunda partida seguida e segue vivo na Primeira Liga.

PSG 2 x 1 Chelsea

Leia o post original por Mauro Beting

Organização tática das equipes para a primeira etapa. (TacticalPad)

Organização tática das equipes para a primeira etapa. (TacticalPad)

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

O já tradicional duelo entre PSG e Chelsea em mata-mata de Champions League teve mais um capítulo iniciado ontem. No Parque dos Príncipes, o time de Laurent Blanc enfrentou os comandados por Guus Hiddink, tentando não sofrer gols em casa para encaminhar uma possível classificação.

A equipe francesa começou em cima, pressionando, sufocando o Chelsea, compacto, duas linhas. D. Costa e Willian na frente. Muita movimentação e jogadas pelo flanco esquerdo de ataque, com Lucas indo em profundidade. Triângulações pelo franco esquerdo, com Maxwell, Matuidi e Lucas. Marcação alta, pressionando no campo de ataque. Ibra se movimentava bastante, saía da área, abrindo espaços para infiltrações de Di María e Lucas, os pontas parisienses.

 

Flagrante do 4-4-2 inglês, com Willian e Diego Costa na frente. Note, que no ataque parisiense, Ibra não está alinhado entre os zagueiros. Ele se encontra alinhado ao lateral esquerdo, abrindo espaços para infiltrações dos pontas Lucas e Di Maria. (Reprodução: Esporte Interativo MAX)

Após os 20 primeiros minutos, o Chelsea começou a sair, equilibrando o jogo. Diego Costa quase abriu o placar, em cabeçada, após cruzamento vindo da esquerda. Kevin Trapp salvou de mão trocada.

O jogo era aberto, equilibrado, ambas as equipes tentando criar chances. Com o Chelsea mais no campo de ataque. Até que Obi Mikel cometeu falta em Lucas na entrada da área. Ibrahimovic cobrou, a bola desviou no próprio africano, que cometeu a falta, e não deu chances para Courtois. PSG 1 a 0.

O Chelsea se manteve no ataque, tentando o empate. O PSG se fechou, tentou compactar as linhas, mas sofreu o gol de empate no último minuto da primeira etapa. Após cobrança de escanteio de Willian, Obi Mikel dominou na pequena área e fuzilou. 1 a 1.

Primeiro tempo justo. Domínio territorial inicial dos franceses, que perdeu força e foi equilibrado pelos ingleses. Em jogadas de bola parada, 1 a 1 ficou de bom tamanho.

A segunda etapa começou corrida, com as duas equipes querendo ampliar o placar. O PSG sempre buscando Ibrahimovic na área e o Chelsea visando a velocidade de Hazard e Diego Costa.

O PSG começou a adiantar suas linhas, com uma postura ofensiva, pois o gol fora de casa, dava a vantagem do empate por 0 a 0 aos ingleses. Tentando chutes de área, com defesas de Courtois, falhas na finalização. Só pressão do PSG. Ivanovic e Cahill salvava os Blues. Pedro cometeu falta em Hazzard na entrada da área que Di Maria cobrou e Courtois fez grande defesa.

Cavani entrou no lugar de Lucas. Ataque total parisiense. Oscar também entrou no lugar de Hazard. Ele foi lançado no campo de ataque, mas não conseguiu chegar na bola.

O Chelsea parecia feliz com o 1 a 1. Até que, faltando 10 minutos para terminar, Di María centralizou e lançou para Cavani, que bateu firme, rasteiro no canto esquerdo do goleiro belga do Chelsea. PSG 2 a 1.

O PSG tentou ampliar, pressionou, em vão. O Chelsea estava satisfeito com o placar, afinal, uma vitória inglesa por 1 a 0 os classifica para a próxima fase.

Vale lembrar que, na temporada 13/14, o PSG venceu em casa por 3 a 1 e perdeu em Londres por 2 a 0. Portanto, o gol fora de casa, pelo menos para o Chelsea, vale MUITO. Resta saber o que acontecerá em Stamford Bridge, no dia 9 de Março.

ESCREVEU DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Arsenal 2 x 1 Leicester

Leia o post original por Mauro Beting

BPL Arsenal x Leicester_POSICIONAMENTO 1

Organização das equipes para a etapa inicial. (TacticalPad)

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

No duelo entre o líder e o terceiro colocado da Premier League, melhor para os donos da casa. Em partida disputadíssima, o Arsenal venceu o Leicester com gol nos minutos finais, após substituições de Arsene Wenger. Claudio Ranieri e o Leicester continuam na liderança, agora com 2 pontos de vantagem para o Tottenham, vice-líder.

O jogo começou intenso. Arsenal começou em cima. Propondo o jogo, marcando em cima, em busca do gol, pressionando o Leicester que se fechava em duas linhas de 4.

Aos poucos, o Leicester começou a sair. Vardy quase abriu o placar pelo alto, após cruzamento de Albrighton. O jogo ficou aberto.

O Leicester se organizava no 4-4-2 em linhas com/sem a bola. Blocos médios com variação para altos, alternando entre marcação no campo de ataque e marcação na intermediária defensiva. Okazaki e Vardy ajudando na marcação. Ocupação dos espaços, compactação curta e saída rápida em velocidade.

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Flagrante das linhas compactas do Leicester, negando os espaços. (Reprodução Watch ESPN)

Já o Arsenal se portava no 4-2-3-1 com a bola. Blocos altos com variação para médios, pressionando no início da partida, mas perdendo intensidade com o tempo. O Arsenal optava pelas jogadas pelos flancos, principalmente pelo lado direito com Bellerin e Chamberlain, levando vantagem sobre a dupla defensiva esquerda do Leicester, Fuchs e Albrighton. O alvo era os cruzamentos para Giroud na área.

Giroud marcou, mas o bandeirinha, corretamente, anulou. Após cruzamento de Ozil, o centroavante dos Gunners marcou, em posição irregular. Os visitantes responderam com Kanté, que acertou belo chute na ponta esquerda, após avançar no campo de ataque, e fez Peter Cech fazer grande defesa.

No final da primeira etapa, um contra-ataque rápido do Leicester, após roubada de bola de Kanté, Vardy dominou na ponta direita, na grande área, fintou Monreal e caiu. O bandeirinha apontou a marca da cal. Pênalti para os visitantes. O artilheiro não perdoou. Leicester 1 a 0.

Fim da etapa inicial como queria o líder Leicester: Vencendo, abrindo 8 pontos para o segundo colocado e aplicando sua estratégia, com aplicação na marcação, recomposição, organização defensiva perfeita sem a bola e ofensiva com rápida transição veloz. Arsenal com domínio territorial, porém sem criar chances de gol (nenhum chute a gol da equipe mandante na primeira etapa).

O Arsenal voltou para o segundo tempo e quase abriu o placar, logo no início, com troca de passes na entrada da área, mas o chute saiu para fora. Arsenal buscando o gol a todo instante. Leicester começou a sair.

Simpson recebeu o segundo amarelo aos 53’min e, consequentemente, o vermelho. Leicester com um a menos. Com um a mais, a pressão do Arsenal seria ainda maior. Cláudio Ranieri foi obrigado a mexer. Tirou Mahrez e colocou o zagueiro Wasilewski. Okazaki também saiu. Gray entrou para reforçar o meio-campo.

BPL Arsenal x Leicester_POSICIONAMENTO 2

Panorama da etapa final. Pressão do Arsenal com um a mais. Vardy sozinho no ataque. (TacticalPad)

O Arsenal foi pra cima em busca do gol. Walcott entrou no lugar de Coquellin. Arsene Wenger queria o gol. Lançou seu time ao ataque. Rodava a bola de um lado para o outro. Tentava pelos flancos. Pressionando o Leicester. Sufocando. Encurralando.

Enquanto isso, Vardy ficava isolado no ataque dos visitantes, a espera de um contra-ataque ou de uma bola sobrada para, quem sabe, causar estragos na defesa do Arsenal.

O gol iria sair. De tanto insistir, saiu. Walcott empatou a partida. Após cruzamento na área, Giroud escorou e Walcott tocou por cima de Schemeichel e igualou o marcador.

Com o gol de empate, o Arsenal foi em busca da virada. Sufocando. Daí pra frente foi ataque contra defesa; Com Walcott pela direita, Giroud na frente, fazendo o pivô, buscando o jogo. Sanchez na esquerda e Ozil centralizado. Com muita movimentação, mobilidade, buscando abrir espaços para infiltração/penetração no compacto sistema defensivo. Kanté ainda teve uma chance, mas desperdiçou.

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Flagrante da recomposição no campo de defesa de Vardy após a expulsão de Simpson. (Reprodução WatchESPN)

Wenger ainda finalizou as três substituições, colocando Welbeck no lugar de Chamberlain. Foi só pressão dos Gunners. Schemeichel salvou o líder da Premier League duas vezes diante de Giroud. Primeiro em chute de bate pronto depois em cabeceio do centroavante do Arsenal.

E não é que brilhou a estrela de Arsene Wenger! No último lance, em cobrança de falta de Ozil, Welbeck subiu mais que a zaga visitante e testou firme, cuca legal. Arsenal 2 a 1.

No fim, vitória suada do Arsenal e briga totalmente aberta pelo título da Premier League.

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Flagrante do momento da cobrança do segundo gol do Arsenal. Brilhou a estrela de Wenger: Welbeck testou no fundo das redes. (Reprodução Watch ESPN)

ESCREVEU DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

Juventus 1 x 0 Napoli

Leia o post original por Mauro Beting

Serie A TIM Juve x Napoli 13-02_POSICIONAMENTO 1

Em Turim, no Juventus Stadium, a equipe da casa recebeu o, até então, líder da Serie A, Napoli em jogo que valia a liderança do Campeonato. O duelo reuniu os técnicos Massimiliano Allegri e Maurício Sarri, da Juventus e Napoli, respectivamente.

O jogo começou aberto. Ambas as equipes buscando o gol. Juventus propondo, por estar em casa e por precisar da vitória para tomar a liderança do Napoli. Para isso, Massimiliano Alegri levou a campo a Juve no 4-4-2 em linhas sem a bola, com Pogba e Cuadrado nas pontas, e Dybala e Morata na frente. Khedira e Marchisio também compunham o meio-campo.

444 juve

Jogo disputado, muita marcação e pouco espaço. Juve marcando pressão a partir dos 20’min. Alta marcação, no campo de ataque, pressionando a saída de bola napolitana. Napoli compacta as linhas e tenta sair em velocidade.

Sem espaços, pouca finalização, prevalecendo os sistemas defensivos. Napoli com mais dificuldades de criar chances. Juve pressionando o portador da bola, principalmente no meio-campo.

Napoli no 4-3-3, com Higuain, Insigne e Callejón na frente. Jorginho, Allan e Hamsik formavam o tridente defensivo. Sem a bola, 4-4-2 em linhas, como na imagem abaixo.

442 Napoli

Aos 34’min, o Higuain quase marcou, após cruzamento de Callejón. Bonucci tirou para escanteio. As principais jogadas ofensivas napolitanas eram pelo flanco direito com Callejon, visando Higuain na área.

A partir daí, o Napoli alternou entre pressionar a saída de bola da Velha Senhora e compactar as linhas. A Juve, sempre que podia, pressionava a saída.

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O segundo tempo começou mais aberto. Com as equipes querendo abrir o placar. A Juve tentava furar o bloqueio napolitano, na maioria das vezes com Pogba pela esquerda. Chiellini saiu machucado. Rugani entrou no seu lugar. O Napoli tentava tirar o zero do placar, pelo lado esquerdo, com as jogadas individuais de Insigne.

Alegri mexeu. Tirou Morata e colocou Zaza. Mais velocidade e mobilidade no ataque da Velha Senhora.

442 zaza

Aos 62, Pogba dominou na ponta esquerda, na entrada da área, dominou, ajeitou, e deu belo passe para Zaza, que bateu firme porém pra fora.

O jogo era bom e disputado. Mas faltava espaços. As defesas se comportavam muito bem. A Juve propunha mais o jogo, entretanto, assim como o Napoli, não encontrava espaços para infiltração/penetração nos sistemas defensivos adversários.

Aos 76’ min, Insigne saiu e entrou Mertens. Hamsik fechava o lado esquerdo defensivo do Napoli, ocupando o espaço para não ter ultrapassagem de Lichsteiner e Cuadrado (2×1).

Aos 80’min, chance boa para os napolitanos. Mertens bateu na entrada da área e quase abriu o placar para os visitantes. Os momentos finais, o Napoli teve a posse e a Juve recuou e buscou o contra-golpe. Alex Sandro entrou no lugar de Dybala.

Aos 87, o golpe fatal. Em jogada despretenciosa, Zaza avançou na intermediária ofensiva e acertou um chutaço, de fora da área, a bola desviou e entrou no fundo das redes de Reina. Juve 1 a 0. Mauricio Sarri ainda tentou o empate. Tirou Allan e colocou Gabbidini. Em vão.

A Juve aproveitou os últimos minutos, gastou o tempo, cavou falta e o tempo passou. Fim de jogo. Juve 1 a 0. Liderança para a Velha Senhora.

Primeira Liga: Atlético-MG 0 x 2 Flamengo

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

No Mineirão, o Galo de Diego Aguirre estreiou na Primeira Liga diante do Flamengo de Muricy. Após ter vencido a Flórida Cup, o Galo vinha embalado, enquanto o Fla havia perdido nos pênaltis o amistoso diante do Ceará e perdeu também para o Santa Cruz.

Mas ali era para valer. E o jogo valeu a pena, principalmente para o lado para a torcida rubro-negra. O clássico estadual não poderia começar diferente. Intenso, disputado e muito movimentado. O Galo começou tomando a iniciativa, pressionando logo no início, propondo o jogo com mais intensidade, com toque de bola rápido, triangulações, tentado furar as linhas rubro-negras. O Fla buscava as saídas rápidas nos contra-golpes.

Primeira Liga CAM X FLA_POSICIONAMENTO 1

Organização tática das equipes para a partida. (TacticalPad)

O Galo se organizava no 4-2-3-1, com Pratto na frente, como referência, se movimentando, buscando o jogo, saindo da área, fazendo o pivô. Na linha de três meias,  Dátolo centralizado, Patric nadireita (no lugar de Luan) e Giovanni Augusto na esquerda. Rafael Carioca e Leandro Donizete faziam a transição defesa-ataque atleticana.

PRESSAO CAM

Intensidade no início de jogo. 5 atleticanos no campo de ataque.

Já Muricy levou a campo o mesmo time que disputou o amistoso contra o Santa Cruz. O 4-3-3/4-1-4-1 com Márcio Araújo no entre-linhas. Willian Arão e Éverton eram os interiores, enquanto Sheik e Gabriel eram os extremos, com Guerrero na frente. Defensivamente, setores compactos, negando os espaços. As principais chances rubro-negras eram pelo flanco direito com Rodinei, Gabriel e Willian Arão.


Com 10minutos de partida, após cobrança de escanteio carioca, o Galo saiu em rápidez com Dátolo, que carregou a bola até a entrada da grande área adversária, tocou para Lucas Pratto que cruzou rasteiro e achou Giovanni Augusto que bateu rasteiro. Márcio Araújo tirou em cima da linha. Quase gol do Galo.

Sem título

Flagrante do contra-ataque atleticano. Dátolo tocou para Pratto, que deu belo passe para Giovanni Augusto, que perdeu chance clara.

A etapa final foi diferente da primeira. Muricy aproveitou o intervalo e o Fla voltou melhor. Diferentemente da etapa inicial, o Fla mudou a postura. Marcando em cima do Galo e seguro na defesa, deu trabalho para a equipe mineira.

Logo aos 22’min, Paolo Guerrero abriu o placar e saiu do jejum. Em um contra-ataque rápido, Marcelo Cirino (que havia entrado aos 18’min da segunda etapa) na direita, acionou o peruano na entrada da área, que bateu firme, no alto, sem chances para Victor. Acabou o caô! O jejum terminou!

E aos 42’min, veio o segundo! Sheik deixou Guerrero sozinho, a zaga atleticana deixou o atacante rubro-negro sozinho ele carregou a pelota, ficou frente a frente com Victor e bateu firme, rasteiro. Fla 2 a 0.

Enfim, depois de duas derrotas em amistosos, o Fla venceu a primeira do ano. Ainda é cedo para falar muito, pois é início de temporada, fase de entrosamento, ritmo de jogo, adaptação.

ESCREVEU DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

Primeira Liga: Fluminense 0 x 1 Atlético-PR

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

Primeira Liga

Enfim, a Primeira Liga, se iniciou. Finalmente, começou a temporada 2016 para valer! O Fluminense de Eduardo Baptista e o Atlético-PR treinado por Cristovão Borges deram o pontapé inicial pelo Grupo A do torneio, em Volta Redonda.

O jogo começou movimentado. Com o Flu propondo o jogo, tomando a iniciativa, com mais posse de bola, mas sem levar vantagem com a bola no pé, com dificuldades para criar espaços no campo de ataque, sem conseguir romper as linhas atleticanas.

Eduardo Baptista mandou a campo o Flu no 4-2-3-1 com movimentação do trio ofensivo, recuo entre os zagueiros de Cícero ou Edson para fazer a saída de 3 e muitas bolas longas para a velocidade de Scarpa e Felipe Amorim. Edson era responsável por marcar Vinícius. Faltava penetração/infiltração no sistema defensivo paranaense. Muitos toques de lado, sem objetividade. Ora ou outra, acionava Felipe Amorim ou Scarpa pelos flancos. Foi pelos lados que saíram as principais chances do Tricolor das Laranjeiras, principalmente com Wellington Silva pelo flanco direito, visando Fred na área.

Primeira Liga FLU X CAP_POSICIONAMENTO 1

Organização tática das equipes para o início da partida. Ambos no 4-2-3-1, com Cícero pelo Flu e Otávio fazendo a saída de três. (TacticalPad)

O Atlético de Cristovão também no 4-2-3-1 habitual, apostava na velocidade de Marcos Guilherme pela esquerda. Crysan era a referência na frente. Deivid era o responsável por marcar Danielzinho. O trio de meias do clube atleticano era composto por Anderson Lopes pelo lado direito, Marcos Guilherme pela esquerda e Vinícius centralizado. Defensivamente, fechava duas linhas de 4 (com Anderson Lopes e Crysan na frente), compactas, no campo defensivo, esperando o Fluminense, alternando em blocos altos e médios. As chances do Atlético foram criadas nos contra-golpes, principalmente com Marcos Guilherme.

O Flu começou a etapa final assim como iniciou a partida, com a posse de bola, mas sem traduzir-la em chances de gol. Aos 8’min, Fred agrediu Léo do C.A.P e os dois foram expulsos. Erro nítido do juiz que, longe da jogada, não viu que apenas Fred deu uma cotovelada no lateral atleticano.

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Fred perdeu a cabeça e foi expulso no início do 2T. (Foto: Hector Werlang)

Aos 25’min da etapa final, depois de jogada pelo lado direito, Eduardo cruzou e Vinícius, ex-Flu, tocou pro fundo das redes. O Flu se manteve com a bola, tentando criar chances, mas não achava espaços na defesa atleticana e falhava na transição defesa-ataque. No fim da partida, o Flu ainda teve um pênalti a seu favor, cometido pelo lateral Eduardo, em Marcos Jr., que Cícero cobrou no canto direito de Wéverton, que defendeu. O Atlético aproveitava os espaços deixados na transição ataque-defesa do Flu.

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Vinícius, ex-Flu, comemora com seus companheiros o gol da vitória sobre os cariocas. (Foto: Hector Werlang)

Ainda é início de temporada, mas com falhas de posicionamento e erros de passe, Eduardo Baptista vai ter trabalho para organizar melhor defensivamente este Fluminense e ofensivamente, ser mais objetivo, buscar mais o gol.

ESCREVEU DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

Flórida Cup: Atlético-MG 1 x 0 Corinthians

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

É inicio de temporada. E o torneio da Flórida, nos Estados Unidos é mais do que preparação. É intercâmbio, expansão das marcas, mídias internacionais, etc. Tudo se ajeitando, entrosando. Times ainda sem o preparo físico ideal. Mas o amistoso entre Atlético-MG e Corinthians foi bem interessante.

Sem as peças principais do time campeão brasileiro, Tite colocou em campo o Corintians no 4-1-4-1, com Bruno Henrique entre as linhas de defesa e meio-campo. Na linha de 4, Elias à direita, Rodriguinho à esquerda, como interiores. Nas extremidades, Malcom pelo flanco esquerdo e Romero à direita.

Já o Galão da Massa, comandado por Diego Aguirre, entrou em campo no tradicional 4-2-3-1, com praticamente a mesma equipe do ano passado: Na proteção da zaga, Rafael Carioca e Leandro Donizete. Na linha de três, Thiago Ribeiro pela esquerda, Dátolo centralizado e Luan na direita. Lucas Pratto na frente.

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Jogo começa movimentado, bem disputado. Atlético com mais posse de bola, mais organizado, criando as melhores oportunidades, sempre pelos flancos, principalmente pelo lado direito com Marcos Rocha. Lucas Pratto se movimentando bastante, saindo da área, buscando o jogo, fazendo o pivô. Muita movimentação/mobilidade do quarteto ofensivo. Linha ofensiva mais móvel. Pressionando a saída de bola corintiana em blocos altos, triangulações e trocas de passes no campo de ataque. Além, das jogadas aéreas com Lucas Pratto e Leonardo Silva.  Dátolo se movimentando bastante, armando o jogo, jogando entre as linhas. Thiago Ribeiro fazendo o facao pelo lado esquerdo. Defensivamente, 4-4-1-1 com Lucas Pratto e Dátolo na frente, blocos médios, compactos, negando os espaços, encaixes curtos, marcação alta no início com pressão na saída de bola.

Corinthians com bastante movimentação do quarteto ofensivo. Arriscando chutes de média distância. Saindo rápido nos contra-ataques. 4-1-4-1 com muitas mudanças, ainda sem o entrosamento ideal. Mesmo assim, criando oportunidades, trocando bastante passes, boa organização defensiva, aplicação tática, compactação curta em blocos baixos, como pede o futebol moderno. Alternava pressão alta na saída de bola, quando adiantava as linhas, e blocos baixos.

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Flagrante do 4-1-4-1 corintiano. E vale destacar também a aproximação de Dátolo e Rafael Carioca na saída de bola atleticana para fazer a transição ofensiva.

Na etapa final foi de substituições e novidades. No Galo a principal mudança foi a entrada de Juan Cazares, equatoriano, 23 anos, habilidoso, driblador, chuta bem de fora da área, tem muita movimentação e velocidade. Foi dele o único gol da partida começou com ele, tocando em profundidade para Lucas Pratto, que só rolou para Hyuri abrir o placar. Eduardo, Lucas Cândido, Carlos, Patric e Erazo também entraram na segunda etapa.

Pelo lado do Corinthians, Edilson, Yago, Guilherme Arana, Marciel, Moisés, Cristian, Mendoza, Lucca e Marlone entraram. Tite ainda precisa de reforços, caso de Guilherme que está bem encaminhado.

Ainda é cedo para analisarmos a fundo as equipes. É fase de adaptação, entrosamento, preparação. Nas primeiras observações, o Galo larga na frente, com um entrosamento melhor e base mantida.

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Copa do Rey: Barcelona 4 x 1 Espanyol

Leia o post original por Mauro Beting

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Formações táticas iniciais das equipes. Barça no 4-3-3 e Espanyol no 4-4-2 em linhas. (Tactical Pad)

Na estréia de Arda Turan, o Barcelona enfrentou o Espanyol pela Copa do Rey. O Barça foi a campo no tradicional 4-3-3, com o meia turco entre os titulares, depois de ter ficado todo início da temporada 15/16 sem atuar, devido a punição da FIFA, imposta ao Barça.

O Barça começou intenso, marcando em cima, com posse de bola, pressionando no campo do Espanyol. Mas quem aprontou mesmo foram os visitantes. Organizado no típico 4-4-2 em linhas, o Espanyol foi a Catalunha disposto a aprontar. Tanto que aos aos 9’min, em rápido contra-ataque, os Blanquiblaus abriram o placar, com o equatoriano Felipe Caicedo, após belo passe de Marco Ascenio.

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Flagrante da reprise do contra-ataque veloz do Espanyol. Piqué e Mascherano no mano a mano. Recomposição defensiva barcelonista falhou.

O Barcelona não se apavorou. Continuou intenso no campo de ataque, dominando as ações e, logo em seguida, empatou com Messi, aos 12’min, após troca de passes na entrada da grande área do Espanyol. Suárez tocou para Neymar, que deixou para Iniesta achar a infiltração de Messi. Barça 1 a 1.

Disciplinado e aplicado taticamente, os visitantes ocupavam bem os espaços e tentavam não dar espaços para penetração/infiltração catalã pela faixa central do campo, o que seria fatal. Transição ofensiva rápida era a arma da equipe visitante, que não abdicava de atacar, apesar de cometer bastante faltas (11 a 7 para os visitantes).

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Flagrante do 4-3-3 na fase defensiva, com linhas próximas, compactas, fechando bem os espaços. Espanyol atacando com 6 jogadores.

O tridente ofensivo era bastante acionado, principalmente Neymar, com suas entradas em diagonal, fazendo o facão. Pelo lado dos Periquitos da Catalunha, as ações ofensivas viasavam o flanco direito de ataque, aproveitando os espaços deixados por Jordi Alba. Neymar distribuia dibles e sofria faltas e pontapés. Entretanto, o juiz deixava o jogo seguir.

O Barça comandava o jogo, controlando com a posse, mas não conseguia furar o bloqueio visitante. No final da primeira etapa, um bate boca na área do Espanyol, após escanteio barcelonista, Arda Turan deixou o pé no goleiro Pau López, mas quem arrumou confusão foi Luiz Suárez. Amarelo para o atacante uruguaio e para o goleiro do Espanyol.

No intervalo, substituição no Espanyol: Marco Ascenio saiu e entrou Salva Sevilla. Barça controlando a etapa final. Como de costume. Piqué amplia o placar aos 48. Iniesta, mais uma vez com uma visão de jogo extraordinária, achou Messi em profundidade, indo a linha de fundo, que só teve que cruzar para ozagueiro completar para o fundo do gol.

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Mais um flagrante da marcação alta blaugrana, pressionando a saída de bola adversária, induzindo ao erro.

O Barça controlava o jogo, com o domínio amplo da posse de bola e criava as oportunidades da partida. Com muitas ações pelo flanco esquerdo, com muita participação de Iniesta, Neymar e Messi. Suárez estava meio apagado.

Aos 67’min, Rakitic entrou e o estreante Arda Turan saiu. Aleix Vidal também estreiou. Daniel Alves saiu para ele entrar. Aos 72’min, Hernán Perez foi expulso, após entrada maldosa em Jordi Alba. Aos 74’min, outra expulsão pelo lado dos visitantes. Diop recebeu o segundo amarelo após discussão com Suárez. Desnecessária.

O Barça se manteve em cima, tentando ampliar o placar. Suárez perdeu chance clara. O Espanyol naõ teve chances na etapa final. Quando tinha a bola, a marcação era firme. Aos 87’min, Neymar fez o quarto e fechou o caixão. Alba pressionou, Neymar recuperou, tocou para Messi que lançou para o camisa 11 catalão que bateu firme na saída do goleiro.

O jogo de volta está marcado para o dia 13 de Janeiro, na casa do Espanyol, no Power Stadium.

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