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Vocês precisam entender a Florida Cup

Leia o post original por Rica Perrone

Há no Brasil um erro grotesco de interpretação quanto ao torneio norte-americano.  “Não vale nada”, diz o torcedor.  Mas é óbvio que não! E nunca foi intenção do torneio que valesse algo, tanto que nem tem final.

A idéia é muito mais simples e mais interessante do que a disputa de um torneio.

Ninguém quer disputar título com 5 dias de treinamento. Mas treinar a 20 graus ao invés de 35, com estrutura de primeiro mundo, onde as famílias dos jogadores curtem os parques enquanto eles trabalham, com 5% de imprensa por perto pra perturbar e ainda jogar dois amistosos maneiros contra times de fora é um problema?

Tudo que fazem no futebol brasileiro é criticado.  É quase um hábito. Mas as vezes eles conseguem boas coisas, como por exemplo o Florida CUP.

Nao é pra dar audiência, público, título. É pra ser uma pré temporada diferenciada, em paz, aproveitando para fazer negócios e relacionamentos com clubes do mundo todo e dezenas de personalidades do esporte que estão aqui de férias e vão ao evento.

A sala vip da Florida Cup é surreal. Tem desde os craques do passado até os donos de empresas gigantes do mundo. E ali se faz negócios, enquanto os times em campo jogam amistosos e treinam pro ano que vem aí.

Parem de discutir o quanto vale o torneio. Ele não é feito pra valer título, mas sim pra valer a pena. E vale. Eu lhes digo de perto, após alguns anos, que vale!

Não há perda. Se ganha em todos os sentidos. E quando o Galo manda o sub 23, por exemplo, apenas comete mais um dos mil erros que cometemos no Brasil ao desvalorizar um negócio que estamos dentro. E depois não sabemos porque nos falta dinheiro…

abs,
RicaPerrone

Nocaute!

Leia o post original por RicaPerrone

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Entre socos, pontapés e alguma vontade de ver o adversário no chão, o jogo desta noite não passou de uma prorrogação das quartas de final da Copa do Mundo.   A Colômbia não queria jogar um amistoso mas sim “se vingar” de uma derrota.

Neymar, que nada tinha com isso, apanhou o jogo todo. Do chão, mostrava desespero e pedia cartões que não eram sequer discutíveis.

Faltou futebol, sobrou pancadaria.

Ganhariamos por pontos a “luta” desta noite. Mas antes que pudesse encerrar o cronômetro, Neymar acertou uma em cheio e nocauteou o adversário.

Colômbia na lona, fim da luta!

Deu Brasil, de novo.

Sem muito o que avaliar, afinal, avalio futebol, não UFC.  Contra o Equador, se a boa fé alheia permitir, tentaremos ver futebol na seleção.  Hoje, rezamos por canelas e tornozelos mais do que por gols.

abs,
RicaPerrone

Neymar faz gol igual a Zico e dá vitória ao Brasil na estréia de Dunga

Leia o post original por Quartarollo

Neymar bateu falta lembrando Zico, Zenon, Marcelinho Carioca e outros grandes batedores da história do futebol brasileiro. Foi aos 37 do segundo tempo e serviu para derrotar a Colômbia, 1 x 0, em Miami, na estréia do técnico Dunga, ou … Continuar lendo

A economia descobre a pólvora… no futebol!

Leia o post original por miltonneves


Escrevo de Miami.

Depois de longos 30 dias mineiros e americanos, estou de volta para 2013 e 2014 que serão sensacionais para tudo e todos que se relacionam com futebol, marketing, economia, jornalismo, esporte e etc…

E o ano começou justamente com megaevento envolvendo nossos principais clubes e oito grandes empresas brasileiras e multinacionais.

Foi a PRIMEIRA VEZ “na história deste país”, desde Pedro Álvares Cabral, que PIB, PIBINHO ou PIBÃO e a economia nacional se renderam e se uniram ao futebol.

Com certeza a economia descobriu a pólvora da bola e os executivos financeiros  aprenderam mesmo com o professor Pedro Trengrouse, da FGV, que fulminou: “É preciso olhar para o futebol como uma atividade econômica, não apenas como lúdica”!

Modestamente, e bota modestamente nisso, este caipirão que aqui vos escreve sacou isso há décadas e décadas.

Fui convidado a comparecer pelo executivo Marcel Marcondes, da Brahma, mas não deu para vir.

Ia dar talvez até uma mini-palavrinha no espetacular e inteligente evento do Memorial da América Latina.

Vi parte do tape pelas mãos de executivo de “minha” AMBEV (aliás, bem vindo, viu, Felipão?) e dou parabéns ao Galvão Bueno.

Ele deu um show, é muito bom mesmo em tudo o que faz e podem achar, dizer e patrulhar o que quiserem sobre este ícone da mídia brasileira.

Mas, “peraí”, não era a Rede Globo que nunca permitia qualquer ligação, mínima que seja ou fosse, de seus jornalistas com publicidade e seu mundo econômico?

Está tudo certo, afinal foi só um evento esportivo, jornalístico e um… “pouquinho” comercial, não é?

Mas será que existe, por exemplo, uma mulher só um “pouquinho” grávida?

“Pouquinho”, mas envolvendo oito empresas que, juntas, são mais fortes do que uns 20% dos países do mundo.

A verdade é que na publicidade de pouquinho em pouquinho está quase todo mundo adotando o lema do hino do Flamengo: “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.”

Mesmo que de pouquinho, de leve, de “soslaio”…

Nos eventos e palestras então…

É logotipo de empresas para todo lado nos anfiteatros, ginásios, auditórios e bancadas com jornalistas globais ou não fazendo palestras e eventos coorporativos pagos perante platéias de centenas ou até de milhares de pessoas.

E com tudo transmitido, repercutido e eternizado pela internet para milhões e milhões de consumidores.

A top Marília Gabriela, um dia na Folha, afirmou: “Jornalista da Globo não pode fazer propaganda direto na TV, mas evento corporativo comercial, pode?”

Nada demais, faz parte…

É a evolução inteligente da comunicação.

Mas e o Neymar, hein?

Se Pelé jogou 18 (dezoito!!!) anos no Santos e sempre cercado de gênios da bola, Neymar, sozinho, jogará ou terá jogado, na ponta do lápis, só 2 (dois!!!) anos na Vila.

Ou seja, 2010 e 2011.

E formando agora um belo trio no Peixe com o relógio e a folhinha.

E cada “X” que todo dia ele coloca em seu calendário já está faturando uns 8 mil euros lá na frente, a partir de julho de 2014.

E nessas “semanas” que faltam para o pelezinho incrivelmente bater asas DE GRAÇA, ele dará as caras na Vila como um belo barnabé.

E atenção: se ele quiser poderá até ser do Corinthians em um ano e meio!

Eu insisto, LAOR: dê um jeito de consertar a burrada que você fez e se arrependa desse negócio tão infeliz e lesivo do Santos FC.

Brigue, renegocie, arrependa e entenda que na vida o único arrependimento que não tem volta é o do suicida bem sucedido.

E que fique claro: a maior “transferência” da história do futebol brasileiro não foi a do Lucas, mas a da “permanência” fugaz de Neymar no Santos.

Os dois Neymares obtiveram um abatimento de um ano de contrato, compraram o passe de um gênio sem pagar nada e ainda por cima ganhando milhões por mês.

Com Neymar jogando na seleção e emprestado ao Santos.

Sim, o Laor matou os “empresários oportunistas” do jovem jogador com um belo tiro como que se estivesse matando um carrapato.

Só que o carrapato estava na barriga da vaca que foi para o brejo e para o céu como uma baleia encalhada na praia do Gonzaga com o distintivo do Santos na testa.

Agora só falta o Neymar logo, logo anunciar seu novo patrocinador.

Para sua folhinha de ouro da parede.

OPINE!!!

Ameaçado de perder salário, Ricardo Teixeira se encontra com diretor financeiro da CBF em Miami

Leia o post original por Perrone

Em meio à campanha pelo fim de seu salário na CBF, Ricardo Teixeira almoçou com o diretor financeiro da entidade em Miami. Antônio Osório passou as férias de fim e início de ano nos Estados Unidos e aproveitou para rever o ex-presidente.

A visita coincide com declarações de José Maria Marin de que em breve vai parar de pagar cerca de R$ 120 mil mensais a seu antecessor, hoje consultor da confederação.

Por meio da assessoria de imprensa da CBF, Osório afirmou que o encontro foi pessoal e que não teve a ver com a confederação.

Rodrigo Paiva, responsável pelo departamento de comunicação da CBF, também passou férias em Miami e se encontrou com o ex-chefe no último dia do ano.

A campanha contra os salários de Teixeira é liderada por Juvenal Juvêncio. Nesta quinta, o presidente do São Paulo pediu publicamente o fim do pagamento.