Arquivo da categoria: mineirão

A Copa que nós ganhamos

Leia o post original por Rica Perrone

Não foi só o Cruzeiro que ganhou um torneio maravilhoso e de inestimável importância. Nós, torcedores, talvez pelo hábito vira-latas de ser brasileiro não tenhamos notado, mas assistimos a uma aula de como promover um evento sem que tenha vindo de fora. A Copa do Brasil criou uma cara. Clubes no Brasil se negam a …

A Copa que nós ganhamos

Leia o post original por Rica Perrone

Não foi só o Cruzeiro que ganhou um torneio maravilhoso e de inestimável importância. Nós, torcedores, talvez pelo hábito vira-latas de ser brasileiro não tenhamos notado, mas assistimos a uma aula de como promover um evento sem que tenha vindo de fora. A Copa do Brasil criou uma cara. Clubes no Brasil se negam a …

As vezes tem lógica

Leia o post original por Rica Perrone

Era óbvio que se um goleiro fosse falhar na final, seria o do Flamengo. Que se um fosse brilhar, seria o Fábio. Mais óbvio que isso apenas a redenção do Muralha nos pênaltis. E quando o juiz apitou, aposto, não teve um brasileiro vivo que não pensou:  “Futebol é foda. O Muralha vai sair herói”. …

As vezes tem lógica

Leia o post original por Rica Perrone

Era óbvio que se um goleiro fosse falhar na final, seria o do Flamengo. Que se um fosse brilhar, seria o Fábio. Mais óbvio que isso apenas a redenção do Muralha nos pênaltis. E quando o juiz apitou, aposto, não teve um brasileiro vivo que não pensou:  “Futebol é foda. O Muralha vai sair herói”. …

Não durma, Tricolor!

Leia o post original por Rica Perrone

Constrangimento. Talvez seja esse o termo mais forte que encontrei e também o que melhor resume o “baile” do Grêmio no Mineirão.  Parecia um time profissional contra um time de pelada assustado.  Parecia que o Atlético não tinha treinado o ano todo. O Grêmio uniu o bom coletivo deixado pelo Roger com o “gremismo” de …

Caro Capita;

Leia o post original por Rica Perrone

Caro Capitão Carlos Alberto; Acho cedo pra que já esteja por aqui nos ajudando daí, então lhe escrevo pra contar.  Hoje a sua seleção enfrentou nosso grande rival naquele Mineirão cheio de fantasmas.   Sua gente foi, empurrou, gritou seu nome e o dos meninos em sequencia, como se fossem todos do mesmo time. E …

Tite constrói um time interessante

Leia o post original por Antero Greco

Quando foi a última vez que você se empolgou com a seleção? Ahn, como?! Difícil dizer? Concordo. Talvez na final da Copa das Confederações de 2013, naquele jogo impecável contra a Espanha, então campeã do mundo? Acho que sim, não é mesmo?

Pois bem, mais de três anos depois, eis que o time brasileiro enfim arrancou aplausos da torcida e estimulou até gritos de “olé!”. A proeza, antigamente rotineira nas apresentações “canarinha”, agora vira algo extraordinário, digno de registro.

Raro, mas merecido. Porque o desempenho nos 3 a 0 diante da Argentina, na noite desta quinta-feira, no Mineirão, foi daqueles momentos que levam o torcedor a recordar-se que a equipe de seu país tem cinco Copas. E, ao longo da história, ofereceu ao planeta dezenas dos maiores craques que desfilaram nos gramados.

Chega de rococó, e vamos ao curto e grosso: o Brasil atropelou os argentinos, praticamente não lhes deu chance, saiu de campo de cabeça erguida e cada vez mais líder das Eliminatórias na América do Sul. Sob o comando de Tite são cinco jogos e igual número de vitórias. Saiu da sexta colocação e do risco de não pegar nem repescagem e se aboletou no alto da classificação.

O resultado foi construído com naturalidade, mesmo que a Argentina tenha tido, digamos, uma oportunidade no primeiro tempo, e que morreu devidamente nas mãos de Alisson. Também soube fazer certa pressão, no meio-campo, e trocou passes. Na estatística, apareceu com maior índice de posse de bola. O que a prática tratou de esfarelar.

O Brasil, ao contrário, comportou-se com serenidade, consciente da fase melhor em relação ao grande rival. Teve calma suficiente para aguardar as brechas e dar as estocadas certeiras. E elas vieram ainda no primeiro tempo, com Philippe Coutinho e com Neymar.

Dois gols, duas jogadas de muita participação coletiva e de inspiração individual. Vantagem que deixou os hermanos grogues. Messi desapareceu. Tão tontos que foram a nocaute na segunda etapa, com o gol de Paulinho, ao aparecer bem na área e pegar rebote. Compensou o gol que, pouco antes, havia perdido.

O Brasil ganha uma cara interessante com Tite. Ajusta-se, o treinador observa, testa – colocou, por exemplo, Douglas Costa e Firmino. O arcabouço já existe. Daqui até a Copa da Rússia será período para refinar, para ter certezas em torno de diversos nomes. E para deixar portas abertas para surpresas de última hora.

O torcedor, depois de muito tempo, não tem motivos para envergonhar-se de sua seleção.

 

O que esperar da seleção de Tite na “prova de fogo” diante da Argentina?

Leia o post original por Milton Neves

tite treino cbf        Foto: CBF

Dois anos e quatro meses após o inesquecível 7 a 1 da Copa de 2014, os amantes do futebol do mundo todo novamente vão voltar suas atenções nesta noite para o estádio do Mineirão.

Afinal, hoje é dia de clássico entre as mais tradicionais seleções das Américas.

Dia de Brasil x Argentina.

Mas, diferentemente da semifinal diante da Alemanha, a seleção brasileira vai ao campo nesta noite com um time treinado por um técnico atualizado e competitivo.

E Tite, após quatro jogos no comando do escrete canarinho, segue com 100% de aproveitamento.

Ainda por cima levou o Brasil da sexta para a primeira colocação nas Eliminatórias para a Copa de 2018.

Ou seja, a confiança está lá no alto.

Mas, e nesta “prova de fogo” de hoje, contra a Argentina de Messi?

A seleção de Tite seguirá dando alegrias ao torcedor brasileiro?

Ou o Mineirão será palco de outra decepção?

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