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Flórida Cup: Atlético-MG 1 x 0 Corinthians

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

É inicio de temporada. E o torneio da Flórida, nos Estados Unidos é mais do que preparação. É intercâmbio, expansão das marcas, mídias internacionais, etc. Tudo se ajeitando, entrosando. Times ainda sem o preparo físico ideal. Mas o amistoso entre Atlético-MG e Corinthians foi bem interessante.

Sem as peças principais do time campeão brasileiro, Tite colocou em campo o Corintians no 4-1-4-1, com Bruno Henrique entre as linhas de defesa e meio-campo. Na linha de 4, Elias à direita, Rodriguinho à esquerda, como interiores. Nas extremidades, Malcom pelo flanco esquerdo e Romero à direita.

Já o Galão da Massa, comandado por Diego Aguirre, entrou em campo no tradicional 4-2-3-1, com praticamente a mesma equipe do ano passado: Na proteção da zaga, Rafael Carioca e Leandro Donizete. Na linha de três, Thiago Ribeiro pela esquerda, Dátolo centralizado e Luan na direita. Lucas Pratto na frente.

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Jogo começa movimentado, bem disputado. Atlético com mais posse de bola, mais organizado, criando as melhores oportunidades, sempre pelos flancos, principalmente pelo lado direito com Marcos Rocha. Lucas Pratto se movimentando bastante, saindo da área, buscando o jogo, fazendo o pivô. Muita movimentação/mobilidade do quarteto ofensivo. Linha ofensiva mais móvel. Pressionando a saída de bola corintiana em blocos altos, triangulações e trocas de passes no campo de ataque. Além, das jogadas aéreas com Lucas Pratto e Leonardo Silva.  Dátolo se movimentando bastante, armando o jogo, jogando entre as linhas. Thiago Ribeiro fazendo o facao pelo lado esquerdo. Defensivamente, 4-4-1-1 com Lucas Pratto e Dátolo na frente, blocos médios, compactos, negando os espaços, encaixes curtos, marcação alta no início com pressão na saída de bola.

Corinthians com bastante movimentação do quarteto ofensivo. Arriscando chutes de média distância. Saindo rápido nos contra-ataques. 4-1-4-1 com muitas mudanças, ainda sem o entrosamento ideal. Mesmo assim, criando oportunidades, trocando bastante passes, boa organização defensiva, aplicação tática, compactação curta em blocos baixos, como pede o futebol moderno. Alternava pressão alta na saída de bola, quando adiantava as linhas, e blocos baixos.

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Flagrante do 4-1-4-1 corintiano. E vale destacar também a aproximação de Dátolo e Rafael Carioca na saída de bola atleticana para fazer a transição ofensiva.

Na etapa final foi de substituições e novidades. No Galo a principal mudança foi a entrada de Juan Cazares, equatoriano, 23 anos, habilidoso, driblador, chuta bem de fora da área, tem muita movimentação e velocidade. Foi dele o único gol da partida começou com ele, tocando em profundidade para Lucas Pratto, que só rolou para Hyuri abrir o placar. Eduardo, Lucas Cândido, Carlos, Patric e Erazo também entraram na segunda etapa.

Pelo lado do Corinthians, Edilson, Yago, Guilherme Arana, Marciel, Moisés, Cristian, Mendoza, Lucca e Marlone entraram. Tite ainda precisa de reforços, caso de Guilherme que está bem encaminhado.

Ainda é cedo para analisarmos a fundo as equipes. É fase de adaptação, entrosamento, preparação. Nas primeiras observações, o Galo larga na frente, com um entrosamento melhor e base mantida.

ESCREVEU DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Cruzeiro 1 x 1 Atlético-MG

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Clássico é clássico. E o mineiro colocou, frente a frente, o Cruzeiro de Mano Menezes e o Atlético-MG de Levir Culpi. A equipe azul queria se afastar da zona de rebaixamento, enquanto os atleticanos precisavam da vitória para não deixar o Corinthians abrir vantagem na liderança.

Com propostas bem definidas taticamente, ambas as equipes buscavam o gol. O clássico começou disputado. Muito movimentado. Bem aberto. Com as duas equipes criando jogadas ofensivas, cada uma com a sua proposta de jogo.

Taticamente, o Cruzeiro foi a campo no tradicional 4-2-3-1, com Williams e Henrique na proteção da zaga, fazendo a transição defesa-ataque. Na linha de três meias, Ariel Cabral centralizado, Alisson na esquerda e Marquinhos na direita. Na frente, Willian fazia o papel de falso 9, se movimentando, voltando para buscar o jogo, abrindo espaços para infiltração. Sem a bola, esperava o Galo, reativo, no 4-1-4-1, com Henrique no entre linhas, como mostra a imagem abaixo.

Cruzeiro 1 x 1 Atlético-MG --- Rodada 25 BR-15_POSICIONAMENTO 1

Disposição tática das equipes para a primeira etapa. Cruzeiro no 4-1-4-1 reativo. O Atlético no tradicional 4-2-3-1.

Diante disso, o Galo propunha o jogo, tomava a iniciativa, tinha a posse de bola, mas não tinha espaços para criar, penetrar, infiltrar no sistema defensivo azul. Tentava, sem sucesso furar o bloqueio azul. O 4-2-3-1 atleticano tinha Lucas Pratto na frente, como referência, saindo da área, fazendo o pivô, tentando abrir espaços para infiltração de Luan e Patric, que eram bem marcados. Giovanni Augusto, o meia centralizado do Galo, também era bem neutralizado pela dupla Williams e Henrique.

O jogo começou movimentado. Com o Cruzeiro melhor nos primeiros minutos e o Atlético mais defensivo. Porém, foi apenas nos primeiros minutos. A partir dos 15’min, o Galo melhorou e começou a sair mais para o ataque. Com mais posse de bola, trocando passes, tentando furar o bloqueio azul.

Quando tinha a bola, o Cruzeiro tinha objetividade, buscava o gol. Foi assim, que aos 37’min da etapa inicial, em jogada inesperada, bate rebate na área, Patric afastou mal a bola, perdeu no alto para Alisson e Willian ganhou a disputa com Jemerson e tocou por debaixo das pernas de Victor, que falhou feio. Erro completo do sistema defensivo atleticano. Cruzeiro 1 a 0.

Com o gol sofrido, o Galo foi pra cima em busca do empate. Na base do abafa, o Atlético tentava achar Lucas Pratto na área, através das bolas alçadas na área, sem sucesso.

O primeiro tempo tinha terminado com o Cruzeiro marcando bem, diminuindo e ocupado bem os espaços. Já o Atlético, tinha a bola, mas não conseguia fazer disso sua arma, não conseguia criar chances de gol.

A etapa final veio. O Atlético começou como terminou. E seria assim ate o fim. Pressionando, marcando em cima, com as linhas adiantadas, mas esbarrava nas conclusões e nas defesas de Fábio.

Até que aos 6’min, Mena foi bem expulso, após cometer falta na linha de fundo.  Atlético com um jogador a mais. Ariel Cabral foi para lateral cobrir os espaços.

Levir não pensou duas vezes. Sacou Patric e Rafael Carioca, colocando Carlos e Dátolo, respectivamente. Mais ataque, mais pressão, mais sufoco.

Mano Menezes precisou mexer. Tirou Marquinhos e colocou Fabrício para fazer a lateral esquerda. Tirou Ceará e colocou Fabiano. O time celeste ainda apostava em alguns contra-ataques. Em vão.

Cruzeiro 1 x 1 Atlético-MG --- Rodada 25 BR-15_POSICIONAMENTO 2

Disposição tática das equipes após as substituições: Cruzeiro no 4-4-1 e o Galo no 4-2-3-1.

O Galo apostava suas fichas nas jogadas aéreas. A partir dos 25’min, o Cruzeiro perdeu o folego e os contra-ataques. O Atlético continuou em cima, tocando  a bola, rodando ela de um lado para o outro, insistindo pelo alto.

Nos 10 minutos finais, o jogo ficou eletrizante. Aos 43’, de tanto insistir (36 bolas alçadas na área, com 28 erros), o gol saiu. Após cobrança de escanteio, Carlos subiu sozinho o primeiro poste e testou firme, cuca legal. 1 a 1.

Ainda deu tempo e força para a Raposa sofrer um pênalti, de Jemerson em Willian, bem defendido por Victor, se redimindo do gol sofrido.

O Galo ainda foi para cima tentando a virada, alçou mais bolas na área cruzeirense, mas sem sucesso.

Empate ruim para os dois. Para o Cruzeiro, que ficou a 2 pontos da zona da degola e para o Atlético, que viu o Corinthians manter 5 pontos de vantagem.

ESCREVEU DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Atlético Mineiro 3 x 0 Vasco

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD — Twitter: @BarudDaniel 

Jogar no Independência é duro.

Já diz o ditado: Caiu no horto, tá morto.

E o Vasco não aguentou. Como muitos não aguentaram e nem aguentarão neste ano.

O Galo é MUITO FORTE dentro de casa. Caiu na Libertadores para outro excelente time do Inter, de Aguirre.

E vem firme para brigar pelo título do Brasileirão. Isso é FATO.

A partida começou aberta, com as duas equipes buscando o gol. O Vasco com mais dificuldades e o Atlético começando a tomar conta do jogo.

Com 10min, só dava Galo. O Vasco não aguentou a intensidade e velocidade do Galão da Massa.

Levir mandou a campo a equipe com suas características: velocidade na transição defesa-ataque e marcação firme. O 4-2-3-1 organizado pelo técnico variava para o 4-1-4-1. Com a bola, Dátolo apoiava ao ataque e formava a linha de quatro meias, deixando Rafael Carioca na proteção da zaga. Sem a pelota, Dátolo voltava para formar dupla de volantes com Rafael Carioca.

O Vasco foi a campo também no 4-2-3-1 com as estreias de Diguinho e Riascos. Na linha de três meias, Julio do Santos ficava centralizado, Rafael Silva na direita e Riascos na esquerda. Faltava mobilidade e versatilidade na transição ofensiva do Vasco. Muitos erros de passe e de posicionamento. Organização defensiva com muitos espaços.

O Atlético aproveitava as falhas do Vasco e atacava pelo flanco direito de ataque com Patric e Luan. O Vasco também apostava nos laterais. Madson e Christiano, apesar de não ter a mesma eficiência dos laterais atleticanos, apoiavam com alternância.

O quinteto ofensivo do Galo se movimentava demais. Com rapidez, inteligência e objetividade, o Galo abriu o placar, após escorregão de Luan, com Thiago Ribeiro batendo no canto esquerdo do goleiro uruguaio Martin Silva. 1 a 0. Era a premissa de goleada.

O Galo não parava. Não perdia nem diminuía a intensidade do jogo. Marcava, jogava, atacava como intensidade muito alta. E rapidamente ampliou. Lucas Pratto saiu da área, tabelou com Luan, que cruzou para Dátolo infiltrar sozinho na grande área. 2 a 0.

O Vasco tinha inúmeras dificuldades para sair jogando. Tanto pelo meio, congestionado, quanto pelos lados, com a marcação intensa e agressiva dos meias atleticanos. O Galo tinha mais objetividade, mais intensidade e marcava mais. Congestionaram o meio-campo, não davam espaços e roubavam a bola com mais facilidade. Patric e Luan faziam o 2×1 em Mádson que não contava com a recomposição defensiva de Riascos.

Ainda no primeiro tempo, o Atlético decidiu o jogo. Thiago Ribeiro marcou mais um. Aproveitou o cruzamento e empurrou para o fundo das redes. 3 a 0.

A segunda etapa foi mais para o tempo passar. O Vasco voltou um pouco melhor, mas ainda não conseguia infiltrar na defesa atleticana. Leonardo Silva e Jemerson estão entrosados e não costumam falhar.

O Atlético ocupava muito bem os espaços corretos. Continuava a marcar firme. Recompunha defensivamente muito bem e ainda mantinha troca de passes, inversões de jogo, triangulações.

Doriva até tentou mexer, mas o jogo estava decidido.

O Atlético manteve o controle total da partida. Em todo tempo. Partida muito boa. 3 a 0 incontestável. Podia ser mais.

 

ESCREVEU DANIEL BARUD — Twitter: @BarudDaniel

Atlético Mineiro 2 x 2 Internacional

Leia o post original por Mauro Beting

O Inter cresce a cada jogo. Mostrou isso no senhor empate na Arena.

O Galo não conseguiu um bom resultado no jogo de ida. E se tem um time que não dá bola pra isso – mesmo que fora de casa – é o Atlético.

 

ESCREVE DANIEL BARUD

1min de jogo: Marcos Rocha erra um passe precioso na saída de bola atleticana e entrega para Lisandro López, que não perdoa. 1 a 0 Inter.

O Galo da Massa foi a campo no 4-2-3-1 com Thiago Ribeiro como novidade na linha dos três meias ofensivos, no lugar de Carlos. Lucas Pratto na referência e Rafael Carioca com Leandro Donizete dando cobertura à zaga atleticana. Luan e Dátolo completavam a linha de três meias.

O Inter também foi a campo no tradicional 4-2-3-1. William e Chales Aránguiz formavam a dupla de volantes à frente da defesa, enquanto Alex, Eduardo Sasha e Jorge Henrique era os meias colorados. Lisandro López, no lugar de Nilmar, machucado, era a referência colorada.

O Galo começou mal, apático, enquanto o Inter parecia estar em casa, marcando em cima, sufocando o adversário em seu campo de ataque.

Daí em diante, o Galo pareceu que “acordou”!. Inflamou a torcida, que lotava o Horto e entrou no jogo, tanto pelos flancos, com Luan na direita e Thiago Ribeiro na esquerda quanto Lucas Pratto na frente. Douglas Santos apoiava pelo lado esquerdo e Marcos Rocha pelo lado direito. Rafael Carioca arriscou de fora da área e acertou o travessão. Alisson salvava os colorados.

O gol de empate veio aos 14min. Lucas Pratto arriscou chute na entrada da área, a bola sobrou para Douglas Santos que bateu rasteiro. A bola desviou e Alisson não conseguiu defender. 1 a 1.

O Inter contra golpeava pelo flanco direito, nos espaços deixados por Douglas Santos, com Jorge Henrique e Rodrigo Dourado.

O primeiro tempo terminava. Muito equilibrado e bem disputado. As duas equipes buscaram o gol. Um jogo totalmente aberto, com espaços para as equipes saírem com a vitória, bastava saber usar e ocupar os espaços deixados.

A segunda etapa começou com menos espaços, mais brigada.

Diego Aguirre resolveu mexer. Queria a vitória. Buscou a vitória. Colocou D’Alessandro e Valdívia no lugar de Alex e Eduardo Sasha, respectivamente.

As substituições deram certo. O jovem meia colorado, decisivo no campeonato gaúcho, decidiu de novo. O meia argentino cobrou falta, Alan Costa desviou e Valdívia cabeceou para o fundo das redes. 2 a 1 para os colorados, aos 15’min da etapa final.

O Atlético continuava sua saga em busca do gol de empate. Continuava atacando e Alisson salvando. Levir sacou Dátolo e Thiago Ribeiro. Jô e Carlos se juntaram a Luan e Pratto no ataque. A bola cismava em não entrar. O Galo pressionava e Alisson salvava. Fazendo verdadeiros milagres.

Mas no Horto, na Libertadores, sendo Atlético, não poderia deixar de entrar. Pelo menos uma vez.

E nos acréscimos, aos 49min, Marcos Rocha bateu o lateral-escanteio, a bola pingou na área, a zaga colorada não afastou, Leonardo Silva tentou, furou e, no segundo chute, fuzilou. 2 a 2.

Tudo em aberto. Vantagem boa para o Inter, que avança se empatar por 0 a 0 e 1 a 1. Quem vencer, passa.

Quarta que vem, o Beira-Rio vai tremer.

ESCREVEU DANIEL BARUD

Atlético Mineiro 0 x 0 Caldense

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD (@BarudDaniel)

Domingo, 26 de Abril de 2015. 16hrs. Mineirão, Belo Horizonte.

A Associação Atlética Caldense fazia história. E fez.

Disputava a final do Campeonato Mineiro de 2015 diante do maior campeão estadual do estado, o Clube Atlético Mineiro.

Temos que lembrar que, em 2002, a equipe de Poços de Caldas foi campeã, porém, América-MG, Atlético e Cruzeiro não disputaram a competição, pois estavam disputando a Copa Sul-Minas.

O jogo começou interessantíssimo.

Quem esperava uma Caldense totalmente defensiva, retrancada, fechada, dando bico pra frente, errou por completo. Pensou que ficaria intimidada com o Mineirão lotado?! Que nada.

A equipe comandada por Léo Condé foi a campo com bom toque de bola, jogando de igual pra igual com o Galo e criou até mais chances que os donos da casa. Além disso, a equipe líder da fase classificatória está invicta no campeonato e tem a melhor defesa. O goleiro Rodrigo não leva gol há 672 minutos.

Podemos dividir o primeiro tempo em dois períodos: Do início até os 30’, o jogo foi de uma única equipe: Caldense. Bem postada, organizada, como time grande, a Caldense pressionava, sufocava e marcava em cima do Galo, que não conseguia sair. E quando saía, falhava na transição para os contra-golpes. A equipe de Poços de Caldas chegava com perigo ao gol do goleiro Victor, principalmente com Luiz Eduardo e Zambi.

Após os 30’, a Caldense diminuiu o ritmo. Mas não ficou atrás. Armava rápidos contra-ataques e causava incômodo ao sistema defensivo atleticano. Compacta, negando os espaços e com rapidez na transição defesa-ataque, a saída era contras-ataques armados pelos meias Thiago Azulão e Nadson. O Galo errava na saída de bola, falhava na troca de passes e cometia muitas faltas. Guilherme levou amarelo após cometer infração em Luiz Eduardo.

O Galo só assustava quando atacava pelo flanco direito, com Patric e Luan, que abria o espaço para o cruzamento do lateral do Galo. Pratto não estava inspirado e Cárdenas entrou mal.  Aos 32’, o lateral cruzou, Carlos cabeceou, o goleiro Rodrigo espalmou e o jovem atleticano concluiu pra fora.

Thiago Ribeiro entrou no intervalo no lugar de Guilherme, que sentiu dores musculares. O Galo voltou com três atacantes para a etapa final e ameaçou mais o gol do Verdão. A equipe do interior ainda teve chance para abrir o placar com Cristiano que entrou aos 25’ da etapa final.

A partir daí, a Caldense se fechou, deu o campo pro Galo, marcou bem e segurou o placar, prendendo a bola no campo de ataque.

A decisão é domingo que vem. Em Varginha. 16h. Pois no estádio Ronaldão, em Poços de Caldas só tem capacidade para 7.600 pessoas e o mínimo para a final, segundo o regulamento, é de 10.000 lugares.

Será que o a Veterana fatura seu segundo estadual (o primeiro com os grandes incluídos)? Basta continuar sem sofrer gols.

Ou o Galo conquistará o 43º caneco do Estadual? Precisará vencer em Poços de Caldas!!

ESCREVEU DANIEL BARUD (@BarudDaniel)

Minas e Rio Grande do Sul seriam favoritos em um torneio de seleções. São Paulo e Rio entrariam como coadjuvantes…

Leia o post original por Milton Neves

Montagem

Pouca gente se lembra dos campeonatos brasileiros de seleções.O último foi em 1987, vitória dos Cariocas sobre os Paulistas.No retrospecto, Rio de Janeiro e São Paulo dominaram esse tipo de competição.

 

Revezaram-se na supremacia em proporção semelhante ao que aconteceu na política do café com leite do Brasil oligárquico, quando eram os paulistas e os mineiros que alternavam-se no poder…

 

Falando em mineiros, se o campeonato de seleções voltasse, um “apanhado” de cruzeirenses e atleticanos seria praticamente imbatível.

 

Para fazer frente à seleção mineira somente a seleção gaúcha.

 

Paulistas e cariocas seriam coadjuvantes. Santa Catarina não faria feio e a Bahia sofreria para armar um time minimamente competitivo.

 

Pensando nos fortes mineiros, quem seria o técnico ideal para esta seleção?

 

Marcelo Oliveira ou Levir Culpi?

 

E o time dos pampas deveria ser comandado por quem?

 

Felipão ou Abel Braga?

 

Quem seria o treinador dos paulistas, cariocas, catarinenses, baianos e demais seleções estaduais?

 

Escale sua seleção!

Opine!

Pedro Ernesto: Inveja dos mineiros

Leia o post original por Pedro Ernesto

Daqui de longe, começo a imaginar o clima em Belo Horizonte e Minas Gerais pela classificação dos dois grandes clubes do Estado à final da Copa do Brasil. Imagino como seria se fosse um Gre-Nal. O Inter desistiu da Copa do Brasil, perdeu para o Ceará duas vezes. O Grêmio caiu para o Santos em casa e, depois, perdeu mais três pontos pelas injurias raciais ao goleiro Aranha. Confesso que tenho inveja dos mineiros, dos meus amigos e companheiros da grande Rádio Itatiaia, que deve estar bombando com sua programação. Serão dois clássicos inesquecíveis. Eles merecem.

Sabedoria
Os dois grandes de Minas se prepararam para esse momento. Fazem futebol com sabedoria, ganham títulos e recebem a mesma cota de tevê da Dupla. Não temos sido tão competentes como eles. Nesse caso, nos resta aplaudir as grandes decisões reservadas para Belo Horizonte. Ah, eles estão na final da Copa do Brasil e no G4 do Brasileirão. Jogaram as duas competições a valer.

Torcida única
A decisão da Copa do Brasil começa na próxima quarta-feira no Estádio Independência. É lá que o Galo gosta de mandar seus jogos. Dia 26, a decisão será no Mineirão. Ambos os jogos terão torcida única. Lá também os marginais conseguem manchar grandes eventos. Não sei por que não se faz isso por aqui. Se só 1,3 mil torcedores rivais podem assistir à partida, por que mobilizar grande contingente da Brigada Militar? Ora, se é tão pouca gente, melhor fazer o jogo com torcida única. Vamos nos entregar para a marginalidade como se fez em Belo Horizonte. Eles venceram.

Mistérios
Abel Braga fechou o treino do Inter, mas todos sabem o time que jogará. Felipão abriu o treino e, muito original, tinha 14 jogadores no time. Os técnicos perdem muito tempo com isso. Todos sabem como os adversários atuam e como marcá-lo. Imagino que treinadores de futebol no Brasil se sentem mais importantes do que o presidente da República. Menos, gente. Não precisa de tanto.

De menos
O Governo do Distrito federal acaba de dar mais R$ 14 milhões para conclusão do Mané Garrincha. Esse estádio é a maior vergonha deste país. Seu custo final chega a R$ 1,7 bilhão. Será que não existe um senador ou um deputado federal capaz de abrir uma CPI para apurar essa roubalheira?

Demmaiiisss
Os tenores colorados estarão no Gre-Nal, agora com a competente parceria de Nilmar. Mas D’Ale, Alex e Alan Patrick não estarão liberados para jogar por música. A defesa do Grêmio é a melhor e mais bem protegida do Brasileirão. Será briga de cachorro grande domingo, na Arena.