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Opinião: empate justo no Morumbi. São Paulo está no mesmo nível do lanterna

Leia o post original por Perrone

Difícil achar algo que tranquilize o torcedor do São Paulo no empate em dois gols com o Atlético-GO nesta quinta no Morumbi. O resultado justo mostra a realidade do futebol tricolor neste momento: está em pé de igualdade com o lanterna do Brasileirão.

O time do Morumbi jogou como candidato ao rebaixamento e mostrou que o estreante Dorival Júnior terá enorme trabalho para fazer a equipe apresentar um futebol decente.

O segundo gol do Atlético, marcado por Everaldo, de calcanhar em meio a três defensores rivais, simboliza a bagunça que é o São Paulo em campo atualmente.

Organizar taticamente o time, acabar com falhas infantis, melhorar a pontaria, aprimorar o preparo físico dos jogadores… Trabalho não falta pelo que se viu no Cícero Pompeu de Toledo.

Nesse cenário, o futuro para o torcedor são-paulino é assustador. No momento, não dá pra esperar nada além de passar boa parte do campeonato lutando contra o rebaixamento.

Diretoria do São Paulo esta devendo títulos à seu torcedor.

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo tem um novo treinador. Dorival Junior. Cara do bem e competente. Entendo que pode sim realizar um trabalho bastante eficiente no Morumbi. O que vai precisar é sequência e ter jogadores de qualidade dentro do elenco. A diretoria do São Paulo precisa colaborar contratando de maneira inteligente e mantendo o treinador. De nada adianta desmontar elenco no meio da temporada e trocar de técnico a toda hora. Acho que a direção do São Paulo vem errando muito nessa última década e tomara que esteja aprendendo com os seus erros. O torcedor do São Paulo quer títulos e a direção do clube está devendo á sua torcida.

Não foi surpresa a demissão do Rogério Ceni.

Leia o post original por Nilson Cesar

Rogério Ceni foi demitido e sinceramente para mim não foi nenhuma surpresa. Rogério queimou etapas e isso lhe custou caro. Teria que começar nas equipes de base do São Paulo e ganhar rodagem como treinador primeiro. Para ser comandante na  aviação por exemplo, primeiro precisa ser o co-piloto. Esse na minha opinião foi o grande erro do Rogério Ceni. Acho que pode dar a volta por cima e mesmo não sendo no Morumbi, pode se transformar em um excelente treinador. Rogério sempre foi um cara vencedor e tem tudo para mudar essa história.  Precisa se preparar melhor e na base da simplicidade, sem grandes invenções, será um treinador de ponta. Com certeza ainda um dia isso acontecerá.

A história do “Soberano” fez muito mal para o São Paulo.

Leia o post original por Nilson Cesar

Jamais gostei daqueles que se sentem superiores aos outros. Isso serve para todos os segmentos da vida. A direção do São Paulo vendeu a história de  que o tricolor do Morumbi é soberano, e melhor que os outros. Isso só serviu para estimular os adversários, e o São Paulo parou no tempo. Faz um bom tempo que não ganha um título importante e dificilmente este ano conquistará alguma coisa. Buscam-se cabeças sempre no Morumbi. O que precisa mesmo é pé no chão, perceber que não é superior a ninguém e rever os seus conceitos. Esse é um bom caminho para o São Paulo recomeçar a conquistar títulos. Alguns jogadores são fracos tecnicamente e Rogério Ceni ainda é inexperiente como treinador. Todos precisam aprender mais e rever conceitos e posições dentro do Morumbi.

17 de junho de 92

Leia o post original por Rica Perrone

Hoje o dia mais feliz da minha vida completa 25 anos. E eu não tenho o menor pudor em dizer isso porque nunca menti em nenhum dos meus casamentos, eventuais formaturas (que sequer compareci) ou outras festividades.  Nada na minha vida foi mais incrível que o exato momento da foto acima. Quando Zetti pega o …

Justiça impede uso de área do Morumbi em que ocorreu acidente em 2016

Leia o post original por Perrone

Atendendo a recurso interposto pelo Ministério Público de SP, a Justiça determinou em antecipação de tutela (antes do julgamento final) que não seja usada área do Morumbi em que ocorreu a queda de uma grade durante jogo entre São Paulo e Atlético-MG pela Libertadores em maio do ano passado. A interdição vale até a conclusão de laudo técnico determinado pela Justiça seguido de ordem judicial para a liberação. O clube tem trinta dias para apresentar o laudo sob pena de multa diária de R$ 25 mil. O processo corre em primeira instância, assim a vitória parcial do MP não é definitiva. Em abril, havia sido negado o primeiro pedido de interdição. A nova decisão foi publicada nesta segunda no Diário Oficial paulista.

O promotor Marcus Vinicius Monteiro dos Santos (Habitação e Urbanismo), autor da ação civil pública, havia pedido a interdição total do Morumbi até a apresentação dos laudos. Em sua decisão, a Justiça diz que não deve ser usada a área em que foram apontados problemas pelo MP. Porém, o Ministério Público também apresentou laudo disponibilizado em 2015 no site da Federação Paulista indicando falhas no setor que fica acima das cabines de rádio do estádio, longe do local do acidente.

Após a apresentação do relatório técnico, o São Paulo terá sessenta dias para corrigir eventuais falhas que comprometam a segurança dos torcedores. Esse prazo, porém, pode ser prorrogado.

Os são-paulinos também terão que apresentar em 30 dias documentos que comprovem renda e público do jogo em que aconteceu o acidente. O MP cobra de São Paulo e Federação Paulista indenização por danos sociais em valor equivalente ao dobro da receita com bilheteria, que foi de R$ 4,1 milhões. O pedido de antecipação de tutela para o pagamento de indenização, no entanto, não foi aceito pela Justiça.

Caso a Justiça conceda, no decorrer do processo, o pagamento de indenização por dano social (quando há lesão ao bem-estar coletivo), o valor irá para o Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

O promotor ainda pede que São Paulo e FPF indenizem todos os torcedores que caíram de um dos setores do Morumbi no dia do acidente por danos materiais e morais sofridos, mas não estipula o valor. Pelo menos três entraram com ações individuais contra o clube. Foram cerca de 30 envolvidos.

O São Paulo alega que logo após o acidente tomou todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos torcedores no estádio.

Primeira vez inesquecível

Leia o post original por Odir Cunha

Creio que nenhum torcedor se esqueça de seu primeiro dia em um estádio de futebol. O meu ocorreu em 13 de outubro de 1968, aos 16 anos, ao lado de meu irmão Marcos, então com 12. Afortunados, vimos o Santos de Pelé enfrentar o Cruzeiro de Tostão, dois dos melhores times do mundo na época. Difícil descrever o impacto que aquela tarde de domingo, no Morumbi, exerceu sobre nós. A arte e a emoção do futebol se miscigenam em um sonho eterno na mente e no coração de quem é tocado por ele.

Nosso Santos, do técnico Antoninho, jogou com Cláudio, Carlos Alberto, Ramos Delgado, Marçal e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Toninho, Douglas (Edu), Pelé e Abel. O Cruzeiro foi escalado por Orlando Fantoni com Fazano, Pedro Paulo, Procópio, Darci e Murilo; Zé Carlos (Piazza) e Dirceu Lopes; Natal, Evaldo, Tostão e Rodrigues (Hilton Oliveira).

Naquela partida a bola correu de pé em pé, macia e seduzida. O primeiro gol que vimos foi o de Pelé, após sensacional jogada de Douglas. O segundo, de Toninho Guerreiro, um dos mais notáveis artilheiros que já passaram pelo Alvinegro Praiano. Como nesse domingo teremos novamente, na Vila Belmiro, esse encontro memorável, faço questão de reproduzir o texto que ocupa parte das páginas 188 e 189 do livro Time dos Sonhos, em oferta na livraria deste blog:.

O Santos ia bem, com vitórias sobre Flamengo (2 a 0), Fluminense (2 a 1), Corinthians (2 a 1) e uma goleada estrepitosa sobre o Bahia, no Pacaembu, por 9 a 2. Algo nos dizia – a mim e ao meu irmão Marcos, tão ou mais fanático do que eu –, que os bons tempos tinham voltado. O jogo com o Bahia foi numa quinta-feira à noite. No domingo, 13 de outubro, à tarde, jogariam Santos e Cruzeiro, no Morumbi. Julgamos que era o momento ideal para irmos assistir nossa primeira partida em um estádio. Eu tinha 16 anos completados dia 17 de setembro, Marcos faria 13 em 15 de dezembro.

Até ali nossa paixão pelo futebol era alimentada pelo matraquear dos locutores de rádio, ou das imagens em preto e branco da tevê. Nunca tínhamos visto um jogo de perto, ouvido a torcida com seus urros que parecem brotar do concreto, percebido o contraste entra a roupa muito branca do Santos e a grama verde.

Descemos no Brooklin e fomos a pé até o Morumbi. Comprei os ingressos da geral de um cambista, que parecia muito preocupado em não nos ver perdendo tempo na fila. O anel das arquibancadas do Morumbi não tinha sido completado. A geral ficava exposta ao sol, mas era possível sentar nos degraus largos. A primeira visão de quem vai ao estádio pela primeira vez é um sonho. Principalmente se dali a instantes você vai ver o Santos de Pelé enfrentando o Cruzeiro de Tostão. Chegamos cedo e ficamos ali embaixo, apreciando as arquibancadas se encherem.

Os times entraram em campo, posaram para as fotos e logo os jogadores se dispersaram pelo gramado, correndo, petecando a bola, aquecendo-se para o jogo. O Cruzeiro tinha um lindo uniforme azul-escuro, mas os santistas se destacavam, pareciam maiores com a roupa branca refletida pelo sol da primavera. Era como se flutuassem pelo gramado, tocando a bola com uma maciez que nunca tínhamos visto antes.

A impressão continuou com o início do jogo. Ficamos admirados com a categoria dos jogadores, que não erravam passes e tinham um controle invejável. Como eram dois times clássicos; como não corriam, desenfreados, e nem davam pontapés, era difícil alguém roubar a bola, que invariavelmente prosseguia de pé em pé até a conclusão do ataque.

Ao nosso lado, dois irmãos mais novos conversavam. A certa altura o mais velho, protetor, perguntou ao menor, mirradinho, que não deveria ter mais do que 10 anos: “Ainda tá com fome?”. O garoto, olhos vivos abertos para o campo, respondeu sem piscar: “Estava, mas já passou. Ver o Santos jogar me tirou a fome”.

Comentei isso com o Marcos. Engraçado, nós entendemos perfeitamente o que aquele garotinho dizia. Sentíamos o mesmo deslumbramento. Ainda fico imaginando, hoje, se já existiu uma paixão mais pura pelo futebol do que aquele garotinho demonstrou aquele tarde, com aquela frase. Não se tratava, simplesmente, de amor por um time, mas pela beleza, pelo encantamento do futebol.

Emoção que virou arrebatamento quando Douglas entrou driblando em zigue-zague pela meia-esquerda, passou por dois ou três jogadores e a bola sobrou para Pelé chutar quase embaixo do gol. Faltando uns quinze minutos para acabar o jogo, do outro lado de onde estávamos, o Santos atacou pela esquerda, a bola foi cruzada e Toninho entrou para fazer o segundo e definir a vitória. Percebemos que a jogada seria perigosa não só por vê-la – pois do outro lado do campo se perde a noção da distância -, mas pelo barulho crescente da torcida, que acabou explodindo no gol. Voltamos para casa felizes, de alma lavada.

E você, qual foi seu primeiro jogo em estádio?

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MP pede que SPFC e FPF paguem R$ 8,2 milhões por acidente no Morumbi

Leia o post original por Perrone

São Paulo e Federação Paulista de Futebol são alvos de uma ação civil pública proposta pelo promotor Marcus Vinicius Monteiro dos Santos (Habitação e Urbanismo) por conta da queda de torcedores no Morumbi provocada pelo rompimento de uma grade em 2016. Ele pede que clube e FPF sejam condenados a pagar solidariamente indenização por danos sociais igual ao dobro da receita bruta gerada pela partida entre o time paulista e o Atlético-MG em 11 de maio do ano passado, quando aconteceu o acidente. A arrecadação com a venda de ingressos foi de R$ 4,1 milhões.

O MP teve negado em primeira instância, no dia 18 de abril, pedido de interdição do Morumbi por meio de liminar até que São Paulo e federação apresentassem laudos comprovando que o estádio oferece segurança aos torcedores.

A segunda Vara Cível da capital paulista entendeu que não havia provas de que as partes não tinham tomado providências em relação à segurança do local e determinou que elas se manifestassem.

Caso a justiça conceda o pagamento de indenização por dano social (quando há lesão ao bem-estar coletivo), o valor irá para o Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

O promotor também pede que São Paulo e FPF indenizem todos os torcedores que caíram de um dos setores do Morumbi no dia do acidente por danos materiais e morais sofridos, mas não estipula o valor. Pelo menos três entraram com ações individuais contra o clube. Foram cerca de 30 envolvidos.

Renato Acacio de Azevedo Borsanelli, juiz responsável pelo caso, pediu que o promotor justificasse a inclusão da federação como ré, pois o estádio pertence ao São Paulo. Entre os motivos, ele alegou que a entidade tinha à sua disposição um laudo técnico demonstrando existir problemas de segurança no Cícero Pompeu de Toledo e deixou de tomar providências. Na inicial, o promotor já havia citado laudo de vistoria de engenharia feito no Morumbi em 2015 por um engenheiro civil e disponível no site da FPF que apontava irregularidades em guarda-corpos semelhantes ao que se rompeu no acidente mas em outro setor do estádio.

Procurado pelo blog, o departamento de comunicação da FPF emitiu a seguinte nota:

“A federação Paulista de Futebol Interdita ou libera estádios com base única e exclusivamente nos laudos técnicos elaborados pelas autoridades competentes, como de PM, engenheiros responsáveis e do Corpo de Bombeiros. No caso do estádio do Morumbi, todos os laudos emitidos pelas autoridades à época do acidente autorizavam o estádio para a realização de jogos com a liberação total do espaço”.

Por sua vez, a assessoria de imprensa do São Paulo disse que o clube ainda não havia sido citado pela Justiça e por isso não se manifestaria. Porém, listou uma série de medidas tomadas após o acidente, como a instalação de hastes adicionais nos guarda-corpos e reforçou todas as estruturas, chumbando as hastes no concreto e garantido que elas fossem devidamente enterradas. A queda de torcedores aconteceu após o rompimento de um guarda-corpo que havia sido soldado.

Vergonha total no Morumbi!

Leia o post original por Craque Neto

Tem um monte de são-paulino de torcida organizada que não gosta de mim. Ficam dizendo por aí que falo mal no programa da TV e tudo mais. A verdade é que independente do respeito que tenho pelo clube existe uma realidade que está dentro de campo. O que se viu na noite desta quinta-feira dentro do estádio do Morumbi foi uma verdadeira vergonha. O Tricolor conseguiu a proeza de ser eliminado dentro de sua casa pelo modesto Defensa Y Justicia, carinhosamente apelidado de Íbis da Argentina. Os caras só podem estar de brincadeira, né? No começo da partida até achei […]

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