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O melhor de mim

Leia o post original por Rica Perrone

Oi! Dia difícil, né?  Eu entendo.

Queria lhe falar um pouco do meu amor neste dia em que você faz aniversário.  E não queria exatamente te dizer o quanto te admiro, te quero bem ou te amo. Mas sim tentar te dizer o porque você traz o melhor de mim.

Por você eu nunca tive o orgulho de não chorar quando senti vontade.

Por você eu nunca fui traído ou cometi traição.  Melhor ainda: eu nunca nem senti vontade de trai-lo.

Talvez eu nunca tenha dito tantas vezes que amava alguma coisa quanto disse pra você.

Salve São Paulo x Liverpool! Salve Mineiro!

Em você eu encontrei um lugar pra correr quando tudo ia mal.

Através de você eu entendi como se perde, se respeita o vencedor e como se levanta a cabeça.

Salve São Paulo x Barcelona! Salve Rai!

Você me ensinou a abraçar pessoas que nunca vi e talvez levar algumas delas comigo pra sempre.

Você me deu alegrias que ninguém vai dar.

Sim, o melhor dia da minha vida ainda é por sua causa.

Salve aquele São Paulo x Newlls Old Boys. Salve Zetti!

Pra te ver gastei o que não tinha. Mas sempre voltei achando que valeu cada centavo.

Aprendi a correr, bater e apanhar na sua casa, por você, pra você.

Me visto de você para parecer mais forte. E quando vestido assim me sinto mais eu.

Salve São Paulo x Rosário Central! Salve Ceni!

Você me ensinou que sempre dá. E que quando todos dizem que não dá mais, ainda dá!

Salve São Paulo x Guarani! Salve Careca!

Você é meu herói e meu bandido.  Minha droga favorita, a única que me tira do eixo.

Meu vício que nao escondo. Meu sorriso mais sincero e meu choro mais doído.

Salve Sao Paulo x Milan. Salve Muller!

São 39 anos que bate um coração aqui dentro que jamais teve outro dono. Nasci pra você. Fui seu desde a primeira vez que abri os olhos.

Lá estava, em forma de roupa, lembrancinha ou decoração.

Meu melhor amigo.

O que me desperta amor, paixão, me faz chorar sem sentir vergonha. O que me representa, que me deu amigos, até namoradas e uma esposa. Que me deu um elo com meu pai. Que dá raiva, saudades e orgulho.  Você me deu uma carreira e um rumo pra seguir.

Eu tenho em você o melhor de mim.

Salve o São Paulo Futebol Clube!

Parabéns! Você é o grande amor da minha vida.

abs,
RicaPerrone

Se liga, São Paulo!

Leia o post original por Antero Greco

Não gosto de disciplina férrea, aquela dos antigos colégios internos, de mosteiro ou de caserna. Não vejo qualquer reação mais intempestiva ou uma palavra mais dura como rupturas da hierarquia. Nem acho que time de futebol tenha de ser composto por coroinhas ou escoteiros.

Mas tem momento em que, se não se souber segurar a onda, vira bagunça. É preciso agir rápido para a casa não cair.

Veja você, caro amigo, o que acontece no São Paulo. No ano passado, foi um sufoco tremendo para driblar o rebaixamento. A salvação veio aos 39 do segundo tempo, na base do suor e da adrenalina. Após o susto, a promessa de 2018 com ordem, planejamento e caras novas no comando, com destaque para ex-astros como Raí e Ricardo Rocha.

O time mal estreou na temporada, com dois tropeços, e já aparece um abacaxi para descascar. E que atende pelo nome de Cueva. O peruano chegou das férias um pouco mais tarde do que os outros, precisa de tempo para entrar em forma e já fez cara feia porque não é titular. Ao saber que não começaria no jogo de amanhã com o Mirassol, pediu para não viajar.

Aí, já foi a primeira pisada, a “folgada” inicial. Se está relacionado, viaja e pronto. Fica no banco e aguarda a vez, como aconteceu no sábado. Foi até pedido da torcida para que entrasse no empate com o Novorizontino. A massa apostou nele.

O caldo se torna mais denso com declarações de Raí ao site tricolor. O responsável pelo futebol diz que Cueva não está plenamente comprometido com a agenda do time no momento e que, por isso, ficou fora da delegação. Mas emenda com a conversa de que o São Paulo não abre mão dele neste momento. (O clube até recusou oferta de time árabe.)

O episódio acabou aí? Não. Cueva vai pra rede social e escreve que, pelo visto, não tem tanta importância assim, já que foi afastado. E garante que tem comprometimento. Outra vacilada. Pra que o desabafo? Pra testar a popularidade? Para peitar o treinador? Para sentir o pulso dos ex-boleiros que agora estão no comando?

O São Paulo não pode brincar em 2018. Se a direção acha que Cueva não está comprometido, então que negocie saída em que não tenha grande prejuízo. Ou não venha a público dizer isso e não fazer nada. Porque a bronca pode cair no vácuo. E os desdobramentos serão piores do que eventual ausência do moço.

Fantasma de 2017 já assusta o SP

Leia o post original por Antero Greco

A torcida do São Paulo foi espetacular no ano passado. Tão logo percebeu o perigo real de rebaixamento no Brasileiro, abraçou o time, lotou estádios, deu apoio incondicional. Foi importante para a reação, no mínimo por não ter cornetado jogadores, treinador e dirigentes. Enfim, deu sossego para que a turma resolvesse dentro de campo.

O comportamento, pelo visto, será diferente em 2018 – e uma prova veio agora há pouco, na noite deste sábado, no Morumbi. Após o empate por 0 a 0 com o Novorizontino, ouviram-se vaias. Não foi uma coisa espantosa tampouco generalizada. Mas o sinal de impaciência foi mandado. Segunda partida da temporada sem vitória, um ponto no Estadual.

O indício de apreensão interna apareceu depois da derrota por 2 a 0 para o São Bento, na abertura da competição. Dorival Júnior e direção haviam programado dar mais tempo de preparação para os principais jogadores. No entanto, recuaram e recorreram à maior parte dos titulares – até com presença de Diego Souza e Cueva.

Com isso, de certa forma se abandonou o cronograma inicial, o que considero interessante. Já que a intenção é montar um time o mais rapidamente possível, que se apele para os melhores. Como não há muita folga na tabela, os ajustes vão sendo feitos durante a competição. E, também, se tenta acalmar o público.

Pois bem, o São Paulo titular teve dificuldade para criar e para marcar, além de sentir o cansaço do meio do segundo tempo em diante. Tudo normal, já que se trata de começo de trabalho. Impossível desejar eficiência em alto grau neste momento.

O problema recorrente será o de lidar, de novo, com o medo de mais fracassos. Para tanto, Dorival e cartolas terão de ter pulso firme e convicção; caso contrário, o caldo entorna logo. Não pode haver pânico, se bem que isso é um tanto difícil.

Como difícil foi chegar à área do Novorizontino. Mesmo assim, Petros e Marcos Guilherme tiveram chances, fora diversos chutes de longa distância. Na segunda parte, a turma visitante melhorou, assustou num lance de gol bem anulado pela arbitragem e soube segurar o empate.

Com o perdão do lugar-comum: pessoal, o São Paulo promete fortes emoções na temporada.

Chegar ao Morumbi é arriscado e cada vez pior, segundo diretor corintiano

Leia o post original por Perrone

O sufoco vivido pela delegação do Corinthians na chegada ao Morumbi para o clássico com o São Paulo no último domingo (24) ainda não foi digerido pelos alvinegros. Abaixo leia declaração do diretor de futebol corintiano, Flávio Adauto, ao blog sobre os atos de vandalismo cometidos por torcedores tricolores. Ninguém se feriu, mas pelo menos um vidro do veículo foi quebrado.

“A verdade é que os riscos têm sido grandes a cada vez que chegamos ao estádio (Morumbi). Cortesia do lado de dentro e um campo de batalha do lado de fora. Pedras, paus, garrafas, latas. Tudo é arremessado contra o ônibus. Nem mesmo o ônibus do clube podemos utilizar, o que não muda nada. Em nenhum outro estádio acontece isso. Nem no Brasil, nem fora do país ou em outros Estados. Só no Morumbi. E cada vez pior. Isso tem provocado muita irritação por parte dos jogadores e comissão técnica”.

Revoltada, a direção do Corinthians ainda estuda o que fazer a respeito. Em casos como esse é possível denunciar o ocorrido ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

Procurada pelo blog às 20h58 da última segunda (25), a assessoria de imprensa do São Paulo afirmou que naquele horário não seria possível obter a posição oficial do clube sobre o tema.

É assim, sim!

Leia o post original por Rica Perrone

Não me venham os esquerdistas da bola fazer de cada possibilidade de polêmica uma discussão hipócrita sobre comportamento, violência e educação. “Mulheres e crianças no estádio e o jogador coloca a mão no pau”.  Ah, e nos demais 90 minutos onde ele foi xingado de todos os palavrões do planeta por 50 mil pessoas a …

É assim, sim!

Leia o post original por Rica Perrone

Não me venham os esquerdistas da bola fazer de cada possibilidade de polêmica uma discussão hipócrita sobre comportamento, violência e educação. “Mulheres e crianças no estádio e o jogador coloca a mão no pau”.  Ah, e nos demais 90 minutos onde ele foi xingado de todos os palavrões do planeta por 50 mil pessoas a …

Empate que não resolve no Morumbi

Leia o post original por Antero Greco

O título desta crônica pode ser contestado, admito. O 1 a 1 entre São Paulo e Corinthians, no final da manhã, no Morumbi, tende a duas leituras para cada um dos lados.

Os são-paulinos podem festejar o ponto conquistado e que, por ora, deixa o time fora da zona de rebaixamento; depende ainda dos demais jogos. Ou podem lamentar a vitória escapada. Afinal, outros dois pontos seriam extraordinários na campanha de recuperação.

Os corintianos ficam aliviados com o resultado, pois a equipe não jogou bem e ainda botou um ponto no bolso e permanece folgada na frente. Ou enxergam outro sinal de desgaste do grupo, num segundo turno até agora com 3 derrotas, 2 vitórias, 1 empate.

O placar reflete virtudes e defeitos de ambos. O São Paulo teve primeiro tempo muito bom, obteve a vantagem com gol de Petros, em bela finalização e com ligeira falha de Cássio, que não acreditou no lance. O tricolor controlou o meio-campo, esteve seguro na defesa.

Nessa fase, criou duas outras boas chances, uma no comecinho e outra no fim. Os mais de 60 mil torcedores que estavam no estádio ficaram com a sensação de sucesso no clássico. Arboleda na zaga e Petros no meio eram o resumo da eficiência.

E o Corinthians apagado, sem graça, sem pegada, com Jadson apagado, Jô sumido, Fagner e Arana sem arranque. Um chute a gol, nada além disso. Cansaço pelo meio da semana? Oscilação normal, ao contrário da trajetória impecável do primeiro turno. Um pouco de cada.

Fábio Carille mexeu no intervalo – e fez bem em tirar Jadson e colocar Marquinhos Gabriel. Não que tenha melhorado demais o Corinthians, mas o tornou mais vivo. O São Paulo voltou igual – na escalação, não na forma de jogar. Diminuiu o ritmo, esperou o adversário, optou pelo contra-ataque, quando deveria buscar o golpe de misericórdia.

Carille fez mais mexidas, com Camacho no lugar de Romero e Clayson na vaga de Gabriel. E foi Cleyson quem fez o gol de empate, em jogada em que Rodriguinho foi mais esperto do que Júnior Tavares. São-paulinos reclamaram de falta, que não houve. Tricolores chiaram também com gol de Militão anulado – mas, no lance, Pratto havia feito falta em Cássio.

O mérito alvinegro na segunda parte foi o de ter jogado, o que não havia feito na primeira. A falha tricolor foi a de ter baixado a guarda justamente quando era melhor do que o rival.

Vejo condições de o São Paulo se safar da queda; há evolução, mas não sequência. Deve sofrer ainda por bom tempo.

Noto o Corinthians no rumo do título. Porém, não de maneira tão implacável como antes. Talvez não leve a taça com muitos pontos de diferença. Mas tem tudo pra levá-la.

  1. E que gesto feio de Gabriel na hora do gol de empate. Jogador profissional deve evitar esse tipo de atitude com a torcida do rival. E que covardia atirar pedra no ônibus são-paulino na chegada ao estádio…

 

Se vencer o clássico domingo no Morumbi entendo que o São Paulo não corre maios risco de cair para a série B.

Leia o post original por Nilson Cesar

O jogo chave para o São Paulo será domingo contra o Corinthians no Morumbi. Se vencer entendo que vai dar uma arrancada muito importante e se livrar do rebaixamento . A tarefa não será nada fácil. Teremos um jogo nervoso e o Corinthians é um time duríssimo para ser batido. Morumbi estará lotado. Obrigação de vencer por parte do São Paulo. Muitos fatores cercarão essa partida. Para o Corinthians vencer a partida no Morumbi pode começar a comemorar o titulo. O bicho vai pegar. Estaremos lá no Morumbi narrando na Jovem Pan.

SP segue roteiro de Série B

Leia o post original por Antero Greco

É duro admitir, mas o São Paulo segue roteiro de Série B. O que acontece com ele é filme velho, repetido, visto anteriormente com outros grandes times nacionais. Com desfecho sofrido e invariável.

Os personagens e episódios são conhecidos: elenco bom, embora supervalorizado e que não rende o que se espera dele. Saída de jogadores durante a temporada, oscilação no desempenho e trocas de técnico. A isso se somam os tropeços em casa e o retrospecto ruim como visitante. Então, bate o desespero. Vem a queda.

Em certas ocasiões, ocorre o milagre da salvação em cima da hora. Aquela reviravolta sonhada, que transforma vilões em heróis. Como aconteceu anos atrás com o Fluminense.

E, pelo visto, é nisso que passarão a apostar os tricolores nas 15 rodadas restantes. Além de torcerem para que os diversos concorrentes da parte de baixo da classificação não deslanchem. Ou seja, uma combinação improvável, mas não impossível, de boas notícias.

Outra vez o São Paulo ficou no quase. No jogo com a Ponte Preta, na noite deste sábado, o time de Dorival Júnior não foi bem. Teve dificuldade para criar, chutou pouco a gol, no primeiro tempo, mas ainda festejou vantagem, com cobrança de falta perfeita de Hernanes. Ele mais uma vez. Sempre o Profeta, a estrela solitária da companhia.

No segundo, as coisas melhoraram, com o gol de Bruno aos 11 minutos. Alívio, festa para os 43 mil torcedores no estádio. A confiança de que por algumas horas a zona de rebaixamento ficaria para trás. A Ponte dava a impressão de estar perdida.

O pesadelo visto em outros jogos apareceu aos 19, com pênalti de Jucilei, que tomou cartão amarelo, a cobrança de Danilo e o gol. A síndrome do pânico tomo conta do São Paulo e fez estrago aos 30, com o empate em lance de Leo Gamalho. E foi a Macaca quem teve chance de virar, em outras duas boas jogadas.

O São Paulo ruiu ao ficar com um a menos e ao ceder a igualdade. Sobressaiu o nervosismo, os erros vieram à tona, se acumularam passes errados. A bola queimava os pés dos jogadores.

As duas semanas de treinamentos não serviram para nada. Ou melhor: serviram para mostrar que, além de limitação técnica, o São Paulo está mal da cabeça. O psicológico parece lá embaixo, como a pontuação na tabela.

Dias tensos no Morumbi.

 

Não adianta homeopatizar a queda

Leia o post original por Rica Perrone

Todo saopaulino que encontro puxa o mesmo assunto: o possível rebaixamento. Diante de um rival bancamos firmes e valentes que “nem fudendo”. Entre nós, como toda torcida, a conversa é outra. Saopaulino é o cara que menos quer cair no mundo. Ele passou a vida jurando que “ele não”. E quando alguém sugeria a idéia …