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Chegar ao Morumbi é arriscado e cada vez pior, segundo diretor corintiano

Leia o post original por Perrone

O sufoco vivido pela delegação do Corinthians na chegada ao Morumbi para o clássico com o São Paulo no último domingo (24) ainda não foi digerido pelos alvinegros. Abaixo leia declaração do diretor de futebol corintiano, Flávio Adauto, ao blog sobre os atos de vandalismo cometidos por torcedores tricolores. Ninguém se feriu, mas pelo menos um vidro do veículo foi quebrado.

“A verdade é que os riscos têm sido grandes a cada vez que chegamos ao estádio (Morumbi). Cortesia do lado de dentro e um campo de batalha do lado de fora. Pedras, paus, garrafas, latas. Tudo é arremessado contra o ônibus. Nem mesmo o ônibus do clube podemos utilizar, o que não muda nada. Em nenhum outro estádio acontece isso. Nem no Brasil, nem fora do país ou em outros Estados. Só no Morumbi. E cada vez pior. Isso tem provocado muita irritação por parte dos jogadores e comissão técnica”.

Revoltada, a direção do Corinthians ainda estuda o que fazer a respeito. Em casos como esse é possível denunciar o ocorrido ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

Procurada pelo blog às 20h58 da última segunda (25), a assessoria de imprensa do São Paulo afirmou que naquele horário não seria possível obter a posição oficial do clube sobre o tema.

É assim, sim!

Leia o post original por Rica Perrone

Não me venham os esquerdistas da bola fazer de cada possibilidade de polêmica uma discussão hipócrita sobre comportamento, violência e educação. “Mulheres e crianças no estádio e o jogador coloca a mão no pau”.  Ah, e nos demais 90 minutos onde ele foi xingado de todos os palavrões do planeta por 50 mil pessoas a …

É assim, sim!

Leia o post original por Rica Perrone

Não me venham os esquerdistas da bola fazer de cada possibilidade de polêmica uma discussão hipócrita sobre comportamento, violência e educação. “Mulheres e crianças no estádio e o jogador coloca a mão no pau”.  Ah, e nos demais 90 minutos onde ele foi xingado de todos os palavrões do planeta por 50 mil pessoas a …

Empate que não resolve no Morumbi

Leia o post original por Antero Greco

O título desta crônica pode ser contestado, admito. O 1 a 1 entre São Paulo e Corinthians, no final da manhã, no Morumbi, tende a duas leituras para cada um dos lados.

Os são-paulinos podem festejar o ponto conquistado e que, por ora, deixa o time fora da zona de rebaixamento; depende ainda dos demais jogos. Ou podem lamentar a vitória escapada. Afinal, outros dois pontos seriam extraordinários na campanha de recuperação.

Os corintianos ficam aliviados com o resultado, pois a equipe não jogou bem e ainda botou um ponto no bolso e permanece folgada na frente. Ou enxergam outro sinal de desgaste do grupo, num segundo turno até agora com 3 derrotas, 2 vitórias, 1 empate.

O placar reflete virtudes e defeitos de ambos. O São Paulo teve primeiro tempo muito bom, obteve a vantagem com gol de Petros, em bela finalização e com ligeira falha de Cássio, que não acreditou no lance. O tricolor controlou o meio-campo, esteve seguro na defesa.

Nessa fase, criou duas outras boas chances, uma no comecinho e outra no fim. Os mais de 60 mil torcedores que estavam no estádio ficaram com a sensação de sucesso no clássico. Arboleda na zaga e Petros no meio eram o resumo da eficiência.

E o Corinthians apagado, sem graça, sem pegada, com Jadson apagado, Jô sumido, Fagner e Arana sem arranque. Um chute a gol, nada além disso. Cansaço pelo meio da semana? Oscilação normal, ao contrário da trajetória impecável do primeiro turno. Um pouco de cada.

Fábio Carille mexeu no intervalo – e fez bem em tirar Jadson e colocar Marquinhos Gabriel. Não que tenha melhorado demais o Corinthians, mas o tornou mais vivo. O São Paulo voltou igual – na escalação, não na forma de jogar. Diminuiu o ritmo, esperou o adversário, optou pelo contra-ataque, quando deveria buscar o golpe de misericórdia.

Carille fez mais mexidas, com Camacho no lugar de Romero e Clayson na vaga de Gabriel. E foi Cleyson quem fez o gol de empate, em jogada em que Rodriguinho foi mais esperto do que Júnior Tavares. São-paulinos reclamaram de falta, que não houve. Tricolores chiaram também com gol de Militão anulado – mas, no lance, Pratto havia feito falta em Cássio.

O mérito alvinegro na segunda parte foi o de ter jogado, o que não havia feito na primeira. A falha tricolor foi a de ter baixado a guarda justamente quando era melhor do que o rival.

Vejo condições de o São Paulo se safar da queda; há evolução, mas não sequência. Deve sofrer ainda por bom tempo.

Noto o Corinthians no rumo do título. Porém, não de maneira tão implacável como antes. Talvez não leve a taça com muitos pontos de diferença. Mas tem tudo pra levá-la.

  1. E que gesto feio de Gabriel na hora do gol de empate. Jogador profissional deve evitar esse tipo de atitude com a torcida do rival. E que covardia atirar pedra no ônibus são-paulino na chegada ao estádio…

 

Se vencer o clássico domingo no Morumbi entendo que o São Paulo não corre maios risco de cair para a série B.

Leia o post original por Nilson Cesar

O jogo chave para o São Paulo será domingo contra o Corinthians no Morumbi. Se vencer entendo que vai dar uma arrancada muito importante e se livrar do rebaixamento . A tarefa não será nada fácil. Teremos um jogo nervoso e o Corinthians é um time duríssimo para ser batido. Morumbi estará lotado. Obrigação de vencer por parte do São Paulo. Muitos fatores cercarão essa partida. Para o Corinthians vencer a partida no Morumbi pode começar a comemorar o titulo. O bicho vai pegar. Estaremos lá no Morumbi narrando na Jovem Pan.

SP segue roteiro de Série B

Leia o post original por Antero Greco

É duro admitir, mas o São Paulo segue roteiro de Série B. O que acontece com ele é filme velho, repetido, visto anteriormente com outros grandes times nacionais. Com desfecho sofrido e invariável.

Os personagens e episódios são conhecidos: elenco bom, embora supervalorizado e que não rende o que se espera dele. Saída de jogadores durante a temporada, oscilação no desempenho e trocas de técnico. A isso se somam os tropeços em casa e o retrospecto ruim como visitante. Então, bate o desespero. Vem a queda.

Em certas ocasiões, ocorre o milagre da salvação em cima da hora. Aquela reviravolta sonhada, que transforma vilões em heróis. Como aconteceu anos atrás com o Fluminense.

E, pelo visto, é nisso que passarão a apostar os tricolores nas 15 rodadas restantes. Além de torcerem para que os diversos concorrentes da parte de baixo da classificação não deslanchem. Ou seja, uma combinação improvável, mas não impossível, de boas notícias.

Outra vez o São Paulo ficou no quase. No jogo com a Ponte Preta, na noite deste sábado, o time de Dorival Júnior não foi bem. Teve dificuldade para criar, chutou pouco a gol, no primeiro tempo, mas ainda festejou vantagem, com cobrança de falta perfeita de Hernanes. Ele mais uma vez. Sempre o Profeta, a estrela solitária da companhia.

No segundo, as coisas melhoraram, com o gol de Bruno aos 11 minutos. Alívio, festa para os 43 mil torcedores no estádio. A confiança de que por algumas horas a zona de rebaixamento ficaria para trás. A Ponte dava a impressão de estar perdida.

O pesadelo visto em outros jogos apareceu aos 19, com pênalti de Jucilei, que tomou cartão amarelo, a cobrança de Danilo e o gol. A síndrome do pânico tomo conta do São Paulo e fez estrago aos 30, com o empate em lance de Leo Gamalho. E foi a Macaca quem teve chance de virar, em outras duas boas jogadas.

O São Paulo ruiu ao ficar com um a menos e ao ceder a igualdade. Sobressaiu o nervosismo, os erros vieram à tona, se acumularam passes errados. A bola queimava os pés dos jogadores.

As duas semanas de treinamentos não serviram para nada. Ou melhor: serviram para mostrar que, além de limitação técnica, o São Paulo está mal da cabeça. O psicológico parece lá embaixo, como a pontuação na tabela.

Dias tensos no Morumbi.

 

Não adianta homeopatizar a queda

Leia o post original por Rica Perrone

Todo saopaulino que encontro puxa o mesmo assunto: o possível rebaixamento. Diante de um rival bancamos firmes e valentes que “nem fudendo”. Entre nós, como toda torcida, a conversa é outra. Saopaulino é o cara que menos quer cair no mundo. Ele passou a vida jurando que “ele não”. E quando alguém sugeria a idéia …

Não adianta homeopatizar a queda

Leia o post original por Rica Perrone

Todo saopaulino que encontro puxa o mesmo assunto: o possível rebaixamento. Diante de um rival bancamos firmes e valentes que “nem fudendo”. Entre nós, como toda torcida, a conversa é outra. Saopaulino é o cara que menos quer cair no mundo. Ele passou a vida jurando que “ele não”. E quando alguém sugeria a idéia …