Arquivo da categoria: Mundial de Clubes

O MAIOR do Sul foi um BRAVO guerreiro!

Leia o post original por Craque Neto

Fim de jogo em Abu Dhabi. Deu o óbvio na final do Mundial de Clubes da Fifa. O Real Madrid venceu o Grêmio e conquistou a taça pela terceiro vez nesse novo sistema de jogo. Empatou com o arquirrival Barcelona. Só que vale lembrar que o time brasileiro jogou de igual pra igual. Perdeu só de 1 a 0 e isso porque o ‘Zé’ ruela do árbitro mexicano ignorou um pênalti claro no Ramiro. O zagueirão Sérgio Ramos pisou nele descaradamente! Depois o Cristiano Ronaldo – SEMPRE ELE! – marcou um gol de falta por vacilo da barreira que abriu. Aliás, […]

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Renato ou Cristiano Ronaldo? Não é assim tão simples…

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Nesta semana o técnico Luiz Felipe Scolari, o Felipão, deu entrevista atestando o que o próprio Renato já havia dito: que dentro de campo o atacante do Grêmio dos anos 80 era melhor que o português Cristiano Ronaldo, atual melhor jogador do mundo. Posso falar? A mídia europeia e os amantes mais jovens do mundo da bola vão achar que está todo mundo louco. Afinal o CR7 tem dezenas de premiações individuais e vem batendo todos os RECORDES de jogos e gols vestindo a camisa do Real Madrid. Mas sinceramente não é tão simples de fazer essa comparação. Eu vi […]

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Fernandinho: Grêmio não pode deixar a bola chegar no CR7

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Para o repórter Fernando Fernandes, a única chance que o Grêmio tem de vencer o Real Madrid na final do Mundial de Clubes é não deixando a bola chegar aos pés do craque Cristiano Ronaldo.

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Cereja

Leia o post original por Rica Perrone

Ser campeão do mundo é o topo na ordem simples das coisas. O mundo é que há de maior, logo, é o que de mais importante pode-se ganhar.  E eu nem discordo disso, apenas reconsidero o tamanho dado por nós ao torneio hoje em dia.

Em mil novecentos e tralalá você ia até lá, jogava com um time grande da Europa e resolvia quem era o melhor. Eles gostavam, a gente adorava. Mesmo a desproporção de foco não fazia dele menor.

Então vieram os super times da Europa, aquela meia duzia que goleia todo o resto do planeta. Não é que o Mundial ficou estranho, qualquer jogo que não seja entre eles ficou.  E mesmo indo menos motivados, ainda é um grande título. O que não é mais é uma conquista equilibrada.

Eles vão lá cumprir tabela, a gente vai fazer milagre.  Os outros campeões continentais vão lá sem a menor obrigação de nada tentar aparecer na tv. E o Mundial que era simples e interessantíssimo se tornou menos interessante de tanto mexerem.

Aos olhos do torcedor é “o máximo”? Mentira. A Libertadores carrega muito mais envolvimento, história, envolve torcida, em casa, etc.  O Mundial é frio. Mas é incrível.

O bolo é a Libertadores e o processo até lá. O mundial é cereja. E se vier sem cereja, pouco desvaloriza o bolo. Se vier com ela…  melhor ainda!

Ganhar do Hamburgo foi um jogo entre times grandes. Hoje não há mais esse jogo. São super times que desequilibraram o futebol mundial contra um time que investe no ano o que ele fatura por mes.

Dá? Dá! O que torna épico. Mas se excluirmos o fator “Grêmio”, olharmos só pro torneio em si, hoje ele não é mais tão interessante e apaixonante como ja foi quando era um duelo.

Hoje evitamos o massacre. Buscamos o milagre. E isso não é um grande torneio. Tal qual quase todos os campeonatos europeus, o conceito de ter 6 times espetaculares contra 300 que viraram galinha morta é considerado “sucesso”, “case”, “modernidade”.  Pra mim é só burrice.

Mas ainda que tenhamos nossa condição restrita a jogar feio e pressionado por uma história que não condiz mais com o poder de enfrentamento dos clubes, ganha-lo é especial. Pena que tal qual os torneios de lá, seja coisa pra meia duzia de milionários e não pra time grande.

Sobre 2017 especificamente, eu não acho impossível porque nunca é impossível no futebol. Mas seja pra vencer, perder ou só participar, que o Grêmio vá e faça o que pode ser feito. Não entre em campo pra pedir autografos como o Santos fez vergonhosamente contra o Barcelona.

Se tiver que dividir, divida. Na canela do Cristiano não é mais falta do que na do Sassá.

abs,
RicaPerrone

Rogério Assis diz que 1º Mundial do timão foi ‘torneio de verão’

Leia o post original por Craque Neto

O narrador Rogério Assis, o Canhão, ironizou a conquista do Campeonato Mundial de Clubes FIFA 2000, em que o Corinthians foi o grande vencedor. André Galvão defendeu o clube e acrescentou o Palmeiras em seu comentário.

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ESQUECERAM O PALMEIRAS? E o MUNDIAL???

Leia o post original por Craque Neto

Essa semana teve uma reunião extraordinária do conselho da Fifa na cidade indiana de Calcutá para decidir se haveria ou não o reconhecimento como MUNDIAL dos títulos intercontinentais conquistados no Japão entre 1960 e 2004. Alguns clubes importantes do Brasil estavam aguardando a decisão da entidade que rege o futebol pelo mundo, entre eles São Paulo e Santos, Grêmio e Flamengo. Aí fiquei com uma pulga atrás da orelha. Afinal, porque a tão famosa ‘Copa Rio’, conquistada pelo Palmeiras em 1951, não entrou na pauta dos dirigentes da entidade máxima do esporte? Uns argumentam que o ex-presidente Blatter já havia […]

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Morar junto é casamento

Leia o post original por Rica Perrone

Não adianta reclamar da FIFA ou de qualquer entidade política quanto a suas decisões burocráticas.  É o óbvio do óbvio. Basta você desenhar num papel pra si mesmo a hierarquia do futebol e você entenderá que a CBF NÃO PODE dar ao Flamengo 87, mesmo sabendo que ele é o campeão, tal qual a FIFA …

Opinião: Real e Kashima deram aula ao mundo do futebol

Leia o post original por Perrone

O Kashima Antlers entrou em campo na final do Mundial de Clubes dando aula de como se enfrenta um time recheado de astros. Nada de ficar admirando os rivais, tremer ou cometer erros bobos. Jogou sério desde o início. Foi uma lição de aplicação tática.

O Real Madrid, depois de fazer 1 a 0, deu aula de como um gigante não deve jogar uma decisão contra um azarão. Se acomodou, dormiu em campo, parecia duvidar da capacidade do oponente.

O Kashima deu aula de como tentar matar um favorito numa final ao fazer 2 a 1 no início do segundo tempo, mas também acabou ensinando como se acorda um time com muita qualidade.

O Real Madrid deu aula de como mudar os rumos de uma decisão. Passou a jogar com mais atenção e logo sua superioridade apareceu para permitir o empate e a criação de várias chances.

O Kashima deu aula de como se manter vivo diante de um grande time que despertou. Foi salvo por seu goleiro e apostou em contra-ataques, chute de longe e no final num preparo físico que pareceu superior para terminar o jogo no comando.

O japonês Endo deu aula de como desperdiçar a oportunidade de entrar para história do futebol mundial ao perder uma incrível chance de fazer o gol do título do Kashima no último lance do tempo normal.

Em seguida, no início da prorrogação, Cristiano Ronaldo deu uma lição para Endo de como se faz quando a bola do jogo chega aos seus pés. Marcou o gol que deixou o Real perto do título e fez o que se espera de um jogador do nível dele. Decidiu mesmo sem ter feito até então uma atuação de gala. O português repetiu a dose fazendo o quarto gol do time espanhol.

O 4 a 2 (contando a prorrogação) para o Real não foi um jogo brilhante tecnicamente, mas agradável, emocionante, digno de final de Mundial e, principalmente, repleto de lições para o mundo da bola.

Sempre acontecerá

Leia o post original por Rica Perrone

Não é a primeira, mas dessa vez a vontade de “zoar” é menor então cabe uma análise mais profunda por parte dos brasileiros.  O Atlético Nacional perdeu porque o time sulamericano sempre será a presa mais fácil do Mundial nesse formato. Explico. Nós somos o povo que mais usa o emocional pra jogar futebol no …

Obrigado, capitão Zito

Leia o post original por Antero Greco

A rapaziada de hoje conhece até o reserva do zagueiro do time juvenil do Shandong Luneng. Sem contar que tem na ponta da língua os nomes dos capitães de Barcelona, Bayern, Real, Manchester United e tantos outros times da moda mundo afora. Bacana, isso é consequência da globalização do futebol e das infinitas opções para ver estrelas internacionais em ação.

Fico na dúvida, porém, a respeito de quantos conhecem, mas conhecem de fato, quem foi José Eli de Miranda, na arte da bola conhecido por Zito. Pois afirmo, para quem não saiba, que foi um gigante, um dos maiores volantes de seu tempo. O quê? Um dos mais brilhantes jogadores de meio campo de todos os tempos. Sem favor nenhum, muito menos exagero sentimental.

Zito pôde ostentar muitos complementos – mestre, guia, líder, comandante – e todos lhe caíam bem, eram adequados ao personagem. Mas Zito foi sobretudo capitão, O capitão, do maior Santos da história. O Santos dos anos 1950/60, em que brilhavam estrelas como  Gilmar, Dorval, Lima, Mengálvio, Coutinho, Pelé, Pepe.

Uma coleção de gênios, de artistas, de globetrotters da bola. Com Zito a liderá-los. Para aquele Santos, era indiferente jogar na Vila, no Pacaembu ou Presidente Prudente, na disputa do Paulista, como ir para o Maracanã enfrentar o Milan pelo mundial de Clubes ou perambular por Europa, África, Ásia, Américas para que as plateias pudessem apreciar seus shows.

Zito era sério, ranheta, aplicado, marcador implacável e bom, bom demais. Não era a versão deturpada dos volantes que nas décadas seguintes viraram cães de guarda das defesas. Zito era o coordenador daquela turma, a voz que falava grosso em campo. Era quem dava broncas tremendas num tal Pelé e… o rei aceitava, na boa, sem contestar.

Zito foi bicampeão mundial. Em 1958, na Suécia, entrou a partir do terceiro jogo (2 a 0 na URSS), junto com Pelé e Garrincha. Quatro anos mais tarde, no Chile, foi titular do começo ao fim. Na decisão, contra a antiga Checoslováquia, fez um dos gols nos 3 a 1.

Mais do que seleção, Zito era sinônimo de Santos, o clube do qual nunca se distanciou. Nem se poderia dissociar um do outro; não faria sentido. Parceria que durou para sempre.

Zito morreu neste domingo, aos 82 anos. Deixa como herança a emoção que proporcionou a todos que curtem futebol e tiveram a felicidade de vê-lo em campo.

Vai em paz e obrigado, capitão!