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Por que a nova camisa do Corinthians foi apresentada sem patrocínios?

Leia o post original por Perrone

Foto divulgada pela Nike

Foto divulgada pela Nike com a nova camisa do Corinthians

Reparou que Corinthians e Nike apresentaram a nova camisa do clube na última quinta sem a estampa dos patrocinadores do time? Por que será?

A resposta é uma boa notícia para os torcedores que preferem o uniforme sem as logomarcas de empresas. “As camisas são divulgadas da forma que são vendidas e, nesse caso, a Nike vende sem o patrocínio. Caso o consumidor queira aplicar o patrocínio, algumas lojas podem aplicar no local, da mesma forma que aplicamos nome e número”, disse ao blog a assessoria de imprensa da fabricante de material esportivo.

O departamento de marketing corintiano respondeu que a Nike preferiu fazer a apresentação com a camisa “limpa”, pois essa é uma das formas de comercialização, não a única. Afirmou também que, por contrato, o Corinthians não é obrigado a exibir patrocínios nos lançamentos de camisas.

A Tim, que expõe sua marca no número da camiseta, confirmou a informação do clube. Sua assessoria de imprensa declarou que o contrato obriga a aplicação da logomarca nas camisas que estão sendo usadas durante as partidas. Já a Caixa Econômica Federal, principal patrocinadora da equipe, não respondeu ao blog até a publicação deste post.

O blog não conseguiu entrar em contato com a Special Dog e a Winner Play, também parceiras do alvinegro.

Senador pede para CPI convocar presidente da Nike e procuradora americana

Leia o post original por Perrone

O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) quer que a CPI do Futebol ouça a procuradora-geral dos Estados Unidos, Loretta Lynch, responsável pela investigação feita pelos americanos sobre corrupção na Fifa, e o presidente da Nike do Brasil, Cristian Corsi.

Bauer também pede que seja ouvido Charles Blazer, ex-secretario-geral da Concaf, considerado um dos pivôs do escândalo no futebol mundial e que já admitiu à Justiça americana ter recebido propinas nas eleições das sedes das Copas de 2010 e 1998. Três senadores viajariam para os Estados Unidos a fim de ouvir Blazer, se a Justiça americana autorizar a ação.

Os requerimentos serão votados na próxima quinta-feira junto com outros pedidos. O próprio Bauer quer a convocação de Eurico Miranda, presidente do Vasco, e do empresário Kléber Leite, ex-presidente do Flamengo, além de Andrews Jennings, jornalista responsável por muitas denúncias de supostos casos de corrupção na Fifa. Romário (PSB-RJ) quer a convocação de Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira.

Ao justificar o pedido de convocação do presidente da Nike do Brasil, Bauer diz que os contratos da CBF com a fornecedora de material esportivo devem ser minuciosamente investigados por conta de suspeita de pagamento de propina a Ricardo Teixeira. O ex-presidente da CBF alega que nunca recebeu suborno. A empresa também nega irregularidades. A CPI da Nike, instalada em 2000, investigou os acordos entre as duas partes.

 

Corinthians vê antecipação de receita mais difícil após ‘caso Fifa’

Leia o post original por Perrone

 

A diretoria financeira do Corinthians ligou o sinal de alerta após o escândalo de corrupção na Fifa estourar. O temor é de que os fatos de o contrato da Nike com a CBF e a venda de direitos de transmissão de jogos aparecerem nas investigações prejudiquem a obtenção de empréstimos por parte do clube.

Como nos demais times, cotas de TV e de patrocínios estão entre os principais recebíveis usados pelo Corinthians para antecipar receitas.  O que diferencia o alvinegro da maioria das outras agremiações é ter a Nike como patrocinadora. O receio é de que com o escândalo bancos e fundos de investimentos não aceitem mais esses contratos como garantia para adiantar quantias milionárias.

“Trabalhei em banco, então sei que banqueiro oferece o guarda-chuva em dia de sol. Na chuva é mais difícil de ele oferecer. Com essa investigação, os bancos vão ficar mais atentos, não há dúvidas de que agora será mais difícil conseguir (antecipar receitas dos contratos da Nike e das transmissões de jogos)”, disse ao blog Emerson Piovezan, diretor financeiro do Corinthians.

Para ele, instituições financeiras e investidores a partir de agora têm receio de que esses contratos sejam afetados por futuras decisões da Justiça. Ou seja, eles passaram a avaliar o risco de não receber.

O clube está dialogando com bancos e fundos de investimentos para conseguir cerca de R$ 15 milhões, usando como garantia os acordos com Nike e Globo. O dinheiro é para terminar de pagar as dívidas com o elenco. Parte dos direitos de imagem atrasados foram pagos graças a uma operação semelhante horas antes da eliminação na Libertadores, diante do Guaraní do Paraguai.

“Estamos conversando com várias instituições para levantar esse dinheiro. Até agora ninguém me disse que não quer mais aceitar essas garantias, mas sei que eles vão analisar os desdobramentos das investigações”, declarou Piovezan.

Nessas operações, o clube dá o direito de receber as cotas futuras de TV ou do patrocínio para a instituição financeira, que repassa o dinheiro à vista e lucra com os juros.

De acordo com a Justiça americana, documentos mostram que houve acordo secreto para uma empresa de material esportivo dos Estados Unidos pagar US$ 40 milhões para a Traffic, empresa de J.Hawilla, em conta na Suíça. Seria uma comissão pelo contrato firmado entre a fabricante e a CBF em 1996, por dez anos, por US$ 160 milhões. Quem assinou acordo nesses moldes com a confederação foi a Nike. Segundo a investigação, do total combinado Hawilla recebeu US$ 30 milhões e repassou a metade para um alto dirigente da CBF, Fifa e Conmebol, credenciais que indicam se tratar de Ricardo Teixeira.

Já para ter os direitos de transmissão da Copa do Brasil e da Copa América e poder negociar essas transmissões com emissoras de TV, Hawilla disse em seus depoimentos que pagou diversas propinas milionárias. A Globo, que transmite as duas competições citadas e paga ao Corinthians pelo Brasileirão, pela Copa do Brasil e pelo Paulista, não teve seu nome citado nos documentos divulgados pela Justiça americana. Isso não muda o receio de Piovezan de que os desdobramentos da operação deflagrada pelos americanos abalem a confiança dos investidores nos contratos com a emissora como garantia.

Até loja da Nike gerou desavença no estádio do Corinthians

Leia o post original por Perrone

Atraso na construção de uma loja da Nike engrossa a lista de problemas de relacionamento entre os parceiros na arena do Corinthians e ajuda a frear o potencial de receita da casa alvinegra.

Antes mesmo de o estádio ser construído, o Corinthians se comprometeu contratualmente com a Nike a dar um espaço na arena para que a empresa explorasse a venda de uniformes do clube.

Porém, o fundo que controla o estádio e que tem representantes da Odebrecht, da Caixa Econômica e do Corinthians entendeu que o alvinegro não tinha o poder de assinar um contrato diretamente com outra empresa. O entendimento é o de que todos os acordos precisam passar pelo fundo. Ou seja, o compromisso assumido com a Nike não teria validade.

Dirigentes corintianos chegaram a dar como certo que a fornecedora de material esportivo havia desistido de continuar brigando pela loja e que não queria mais se instalar no estádio.

Indagada pelo blog se a empresa havia desistido da loja, a assessoria de imprensa da fábrica respondeu o seguinte: “a Nike não comenta planos de expansão de lojas e reitera a excelente relação com o Sport Club Corinthians Paulista. A marca reforça ainda que estuda várias possibilidades para alavancar a marca do clube no Brasil e internacionalmente”.

Segundo uma fonte ligada à grife esportiva e outra vinculada ao fundo de investimentos, um acordo foi selado, e a loja vai sair do papel.

A assessoria de imprensa do Corinthians para a arena disse que a administração do estádio nunca foi informada sobre o cancelamento e que o projeto segue como inicialmente.

A Odebrecht deixou o espaço reservado para o ponto de vendas, mas é a Nike que tem a obrigação de erguer as paredes e providenciar o acabamento.

A fornecedora de uniformes paga royalties ao Corinthians pela venda de produtos ligados ao time, assim, a demora para a inauguração trava mais uma fonte de receitas do estádio. O clube reclama que não consegue explorar algumas propriedades, como camarotes, por causa do atraso na conclusão das obras da arena. A previsão agora é de que o estádio fique completo só em abril.

Mistério sobre compra de Pato no Corinthians envolve até a Nike

Leia o post original por Perrone

Carta enviada pela oposição do Corinthians a Mário Gobbi há pelo menos um mês retrata cenário de traições e acusações intalado no clube. A crise teria sido provocada por ataques de aliados de Andrés Sanchez ao grupo do atual presidente .

Além do registro formal da divisão entre os situacionistas e críticas ao não pagamento de impostos durante a gestão do ex-presidente, o documento amplia a investigação feita pela oposição sobre os gastos com a compra de Alexandre Pato.

Na mensagem, líderes oposicionistas indagam se o Corinthians efetuou pagamento à empresa Providence Midia, com escritórios em São Paulo e Miami, relativo à negociação com o atacante. E se houve repasse da Nike, patrocinadora corintiana, para a mesma empresa, também por conta da operação Pato.

Esse foi o segundo questionamento feito pelos opositores sobre o assunto. No primeiro, eles também se queixaram de que não receberam resposta e alegam que ela só foi dada após o blog noticiar a demorra.

Na ocasião, Gobbi assegurou que nenhuma comissão foi paga por conta da contratação de Pato. A investigação começou depois que opositores ouviram de dois conselheiros da situação que o Corinthians poderia ter pago 10 milhões de euros por Pato, mas pagou 15 milhões de euros. O motivo desse aumento é o mistério que os oposicionistas dizem querer desvendar. Os opositores reclamam que a segunda solicitação não foi respondida pelo presidente.

Indagado pelo blog sobre a nova carta da oposição, Gobbi afirmou por meio da assessoria de imprensa do clube que já respondeu às questões sobre Pato, mas que o departamento jurídico está à disposição dos conselheiros se eles quiserem mais detalhes.

Por sua vez, a Nike respondeu que não vai se pronunciar sobre o assunto. Já a Providence Midia explicou que apenas prestou serviço de assessoria de imprensa para Pato e o assessorou numa campanha publicitária não vinculada ao meio futebolístico, mas não mantém mais relação com o jogador. Informou também que não participou da negociação do Corinthians para comprar o atacante e que não recebeu pagamentos do clube ou da Nike. Fonte ligada a Gobbi confirma que a agência só cuidou da assessoria de imprensa do jogador.

A mensagem oposicionista, também faz crítica velada ao fato de o clube pagar comissão para empresários até em renovação de contratos de jogadores e para trazer Mano Menezes, que estava desmpregado. Leia abaixo a íntegra da carta, documento essencial para quem quer entender a crise entre “gobbistas” e “andresistas”.  Os dados da Providence Midia, nome correto da empresa, foram apagados pelo blog.

Ao senhor presidente Mário Gobbi,

Pelo presente, acusamos o recebimento do email envido por Vossa Senhoria contendo os esclarecimentos por nós solicitados sobre a “contratação do atleta profissional de futebol Alexandre Pato”, e a propósito do mesmo, temos a esclarecer e solicitar o quanto segue:

Primeiramente, gostaríamos de consignar que ficamos agradecidos com a resposta enviada por essa presidência que -em termos claros- informou pontualmente que “não houve pagamento de comissão para pessoa física ou jurídica”; “não houve qualquer pagamento a titulo de comissão ou intermediação “; e que “o valor de 15 milhões de euros foi pago para o Milan”.

A informação que nos enviou, nos trouxe alegria por saber que o clube agiu de forma correta, pois sabe muito bem vossa senhoria que, nos últimos tempos, nossa agremiação tem vivenciado um quadro conturbado com várias facções da situação se atacando mutuamente com todo tipo de críticas e acusações, e ao receber uma resposta clara como essa -para nós da oposição- é motivo de tranquilidade, por dar cabo a boatos que sempre acreditamos, maldosos.

Este quadro “contaminado” por acusações internas que extrapolam as fronteiras do Parque São Jorge, foi fortemente agravado, como bem sabe V.Sa., com a noticia de que a Justiça Federal aceitou denúncia contra quase toda a diretoria que lhe antecedeu no nosso clube, por incidência de crimes fiscais de natureza grave. É de conhecimento público, que nunca ocorreu caso como este e que a perplexidade de todos que compõe nossa agremiação se deve ao fato de que – por vários anos- foram distribuidos “Relatórios de Sustentabilidade” que anunciavam um quadro de inédita situação fiscal e econômica, ao que parece, absolutamente fictícias. O anuncio da ação da Justiça deixou-nos todos chocados por mostrar uma realidade muito distante da que os “Relatórios” registravam.

Agrava tudo isso, o fato de o Corinthians – a olhos vistos- ser o clube que mais “corre atrás” de uma Lei que permita um parcelamentos de outras dívidas fiscais. Isso está a indicar que nossos problemas não se limitam a ação da Justiça Federal mas indica quadro de maior grave crise fiscal e financeira.

Ao anunciar em sua resposta que não foram pagos valores de qualquer tipo e/ou espécie de comissão por intermediação ao negócio em epígrafe, como dito, ficamos verdadeiramente satisfeitos pois assistimos hoje no futebol um quadro deletério com todo tipo de pagamento absurdo feito pelos clubes, sem qualquer zelo com os princípios da ética, moralidade, e transparência administrativas, a saber: comissão a empresário por contratar técnicos ( alguns desempregados); comissão por compra e venda de atletas; e pasme, comissão à empresário por renovação de contratos de atletas. Registre-se que nos resta claro que qualquer comissão deveria ser paga pelo atleta ou o técnico beneficiado, nunca pelo clube.

Por último, com o intuito de esclarecer definitivamente e encerrar esta questão do atleta citado, solicitamos a V.Sa. informar se algum pagamento foi efetuado a empresa Providence Media, localizada na Rua XXXXX- CNPJ XXXXXX – telefone, XXXX empresa essa que atualmente tem também séde em Miami.

Tal solicitação deve-se ao fato de que esta empresa informava ao mercado e a mídia em geral ser encarregada pelo “marketing” de preparação para a chegada do atleta Alexandre Pato, além de anunciar também publicamente, ser a responsável por toda a carreira do jogador.

Além de eventual pagamento realizado diretamente pelo clube, solicitamos também informar se a Nike descontou do Corinthians algum valor para a esta empresa e/ou relativamente a negociação com Alexandre Pato.

Renovamos nossos agradecimentos aos esclarecimentos até aqui apresentados, e esperamos brevidade na resposta aos novos aqui solicitados, ressaltando que de nossa parte – essa tem sido nossa conduta- achamos que casos como estes devem ser tratados no âmbito das instâncias internas do SCCP, sem qualquer alarde midiático.

Respeitosamente,

Os Conselheiros Vitalicios Antonio Roque Citadini ,Antonio Rachid, Emerson Piovezan, Francisco Papaiordanou Jr, Luiz Sergio Scarpelli , Paulo Garcia , Osmar Stabile , Romeu Tuma Jr ,Valdemar Pires .#uolbr_geraModulos(‘embed-lista’,’/2014/leia-mais-1411662938320.vm’)

 

Ela quer a Nike

Leia o post original por RicaPerrone

Nerea Palacios é uma designer como outros tantos. Com o diferencial de ser apaixonada por futebol e inverter a ordem: Primeiro ela faz, depois ela pede o emprego.

Criou um Tumblr  para colocar seus projetos de camisas para a Nike ver com o título “Quero trabalhar para a Nike”.

Lá, ela posta camisas de todos os clubes e seleções do mundo que ela mesmo cria, até algumas de outras patrocinadoras, como a Adidas. A idéia é chamar atenção da empresa.

Até de times brasileiros ela já inventou versões.

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Quer ver todas? Clica aqui!

abs,
RicaPerrone

Ah, se eu tivesse essa chuteira do Neymar…

Leia o post original por Odir Cunha

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Neymar com a Nike Hypervenom

Minha primeira chuteira era preta, como todas naquele início dos anos 1960. Rígida como um tamanco holandês, com uma biqueira de metal e travas altas demais para o campo do Acadêmico de Cidade Dutra, que não tinha uma folhinha sequer de grama. Ela pesava nos pés e fazia o ato até então lúdico e alegre de jogar bola se transformar em uma tarefa dolorosa e constrangedora.

Meu pai deve ter ido comprá-la em Santo Amaro, pois na Cidade Dutra não havia loja de esportes. Sem ela eu não poderia jogar no time do América do Rio, para o qual fui sorteado e, franzino e com apenas nove anos, deslocado para a ponta-esquerda.

Fiz apenas uma partida pelo América, na qual toquei apenas uma vez na bola. Lembro que em determinada jogada estava livre diante do goleiro, mas meu companheiro preferiu tentar driblar todos do que me dar o passe. Sem remorso encostei aquela chuteira e se cheguei a usá-la uma vez mais na vida, foi muito.

Hoje a vida dos garotos que começam no futebol é bem mais fácil. Vejo esta Nike Hypervenom, a chuteira do Neymar, e fico embasbacado. Leve, pesa apenas 200 gramas; anatômica, ajusta-se no pé como uma sapatilha; macia, não dá calos, como a minha velha chuteira preta. Ah, e além de tudo é bonita. Bem bonita. Chama a atenção, veja:

Nike Hypervenom

Não sou invejoso, mas penso nesses garotos que agora recebem de seus pais a primeira chuteira e imagino seus rostos radiantes e a alegria renovada de jogar futebol ao ganharem de presente uma Nike Hypervenom. Sortudos! Que sejam felizes!

Bem, mas posso fazer algo com relação a isso. Posso comprar uma Nike Hypervenom para o meu sobrinho Rodrigo, santista e roqueiro que merece começar no futebol com o pé direito (e o esquerdo também).

E não precisarei ir a um outro bairro para comprá-la. Na verdade, nem precisarei sair de casa. É só entrar no site da Paquetá Esportes uma loja virtual que tem muito mais do que chuteiras bonitas.

Quem sabe onde eu chegaria se tivesse uma chuteira dessas:

Bem, abri meu coração e contei a triste história de minha primeira chuteira. E a sua, como é que foi?

CBF distribui bola de concorrente de sua patrocinadora para jogadores

Leia o post original por Perrone

Os jogadores da seleção brasileira deixaram o Maracanã após a vitória sobre a Espanha carregando sacolas com bolas da Adidas, concorrente da Nike, patrocinadora do time nacional.

De acordo com a assessoria de imprensa da CBF, como a Confederação Brasileira não usa material de uma marca da concorrência, todas as bolas usadas nos treinamentos foram distribuídas para atletas e funcionários. Eles levaram pra casa o modelo batizado de Cafusa, feito para a Copa das Confederações.

A Adidas é patrocinadora  da Fifa. No início de sua fase de preparação, a seleção treinou com bolas da Nike, mesmo sabendo das diferenças entre elas e o modelo usado na competição.

Além das bolas, os jogadores também foram embora com camisas da seleção brasileira. Elas fazem parte do material que não foi usado até o final do torneio.

 

Alternativas e repetecos

Leia o post original por JC

O Vasco vai se preparando para a final da Taça Guanabara e Gaúcho testou um 4-4-2 ortodoxo no treino de ontem, sacando Pedro Ken e colocando Romário em seu lugar. Com isso o time passaria a ter um centroavante de área, Carlos Alberto e Bernardo ficariam responsáveis pela armação e Abuda e Wendel teriam maiores responsabilidades no combate.

Apesar de ter sido um dos responsáveis diretos pela classificação, tenho minhas dúvidas se a entrada do jovem Romário tornará o time mais eficiente no ataque. Não tanto pela capacidade do garoto como goleador, mas pelas características do meio de campo. Carlos Alberto e Bernardo não são armadores. O primeiro prende demais a bola e o segundo já mostrou inúmeras vezes que é mais útil próximo à área, finalizando. Nenhum dos dois têm a visão para o passe final, para municiar os homens de frente. Além disso, com um centroavante fixo em campo os dois não terão a mesma mobilidade, diminuindo a movimentação do ataque e as variações de posicionamento entre os homens da frente.

Se o Romário novo tivesse o faro de gol que tinha o Romário antigo, a alteração até poderia realmente aumentar nossas esperanças de gol. Mas como esse não é o caso – pelo menos ainda não – essa opção parece ser a troca de um esquema que vem dando certo por uma aposta.

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Talvez por tudo isso, Gaúcho tenha repetido a formação que venceu os tricoflores no sábado passado no coletivo de hoje. Os titulares venceram a atividade por 1 a 0 e devem ter garantido um repeteco para a equipe da semifinal.

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E como não poderia deixar de ser, uma daquelas notinhas que aparecem aos montes quando o Vasco tem um jogo decisivo pela frente: Bernardo estaria exagerando nas noitadas e preocupando a comissão técnica. E essa foi a notinha, sem confirmações, fontes ou qualquer outra informação que lhe ateste a veracidade.

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E a possível mudança do fornecedor de material esportivo, assunto que tem deixado a torcida curiosa há algum tempo, finalmente teve uma novidade oficial: Cristiano Koehler confirmou que há uma conversa entre o Vasco e a Nike.

Mas não, não há nada certo e as camisas que andam aparecendo por aí não “vazaram”: foram feitas por um torcedor, em casa.

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A partir de amanhã, Dia Internacional da Mulher, começa a campanha “Vascaína é Sangue Bom”, que pretende atrair torcedoras do Vasco para ajudarem hemocentros em várias cidades do país. A campanha segue esperando doações das vascaínas até o dia 16 de março.

É uma boa oportunidade para as guerreiras vascaínas mostrarem, além do bom gosto na escolha do time que torcem, toda sua solidariedade.

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Quem quiser ler mais a respeito dos temas desse post podem visitar a fanpage do Blog da Fuzarca no Facebook e acessar os links das matérias que tratam desses assuntos. O link também está no meu twitter: @jc_CRVG. E no site Torcida Carioca está no ar uma coluna sobre a conturbada saída de mais um VP do clube.

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O Setor Sul do Enche-não já está cheio. Você já comprou o seu ingresso pra Final?

São Paulo reclama de suposta proteção da imprensa ao Corinthians

Leia o post original por Perrone

“Parece que o Corinthians não pode ser segundo em nada. Quando algum clube faz algo melhor, a imprensa não admite”. A frase é de um colaborador de Juvenal Juvêncio e faz eco no Morumbi.

Mais gente no São Paulo acredita que boa parte dos jornalistas que torcem para o alvinegro digitam com o coração e não admitem ver o clube do Parque São Jorge comer poeira de um rival.

A nota assinada por Júlio Cesar Casares, vice de comunicação e marketing, no site oficial do clube na última quarta deixa transparecer essa mágoa com a imprensa.

 Ao rebater nota publicada na versão online da revista “Época Negócios”, o dirigente diz que ela foi “eivada por uma combinação de sentimentos ruins”. Cita paixões clubísticas como parte desse suposto coquetel emocional.

O tema era justamente a comparação entre São Paulo e Corinthians via contratos com Penalty e Nike. A reportagem a afirma que são-paulinos e a Penalty inflaram os números do acordo provocando a ilusão de que ele seria melhor do que o do rival.

Nota no site do São Paulo com o valor do contrato com a Penalty; o do Corinthians com a Nike é avaliado em R$ 30 milhões anuais

A cúpula tricolor negou a acusação e se irritou também porque foram contestadas informações divulgadas em seu site oficial. Não gostou de ver o seu canal de comunicação com o torcedor maculado.

Curiosamente, a exposição da rivalidade acontece num momento de paz nos bastidores dos dois clubes. Mário Gobbi e Juvenal Juvêncio convivem sem atritos. Pelo menos é o que dizem seus estafes.