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Por que deixei de ser sócio-torcedor do Timão

Leia o post original por Craque Neto

Sou extremamente crítico com os problemas que acontecem no Corinthians. Mas pra mim a gota d’água foi descobrir que 50% de toda a receita do plano ‘Fiel Torcedor’ vai para uma empresa de terceiros. Ou seja, metade de toda a grana que o pessoal paga não é para ajudar o clube mas sim para encher o bolso de alguém. Um baita absurdo sem tamanho! Deixei de contribuir porque não sou trouxa. Não sou mais sócio-torcedor do Timão e abri mão do conselho também. Chega de ser conivente com tudo o que essa diretoria faz de errado. Disse isso e muito […]

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Corinthians é pressionado a anular acordo de estacionamento da arena

Leia o post original por Perrone

A diretoria do Corinthians sofre pressão para anular o contrato que deu a administração do estacionamento da arena do clube para a Omni, de propriedade da Omnigroup e uma de suas principais parceiras desde a chegada do grupo de Andrés Sanchez ao poder.

Conselheiros defendem que o contrato é nulo porque, conforme mostrou a “Revista Época”, tem a assinatura de Roberto de Andrade em data na qual ele ainda não era o presidente corintiano.

No clube, a Omni é um antigo alvo de críticas feitas até por dirigentes que o consideram acordos feitos com ela ruins para o clube e questionam o fato de ter sido escolhida uma empresa sem histórico em administração de estacionamentos. A parceira cuida do programa de sócio-torcedor do clube e do controle de acesso dos torcedores ao estádio.

“Vou pedir para que o presidente Conselho Deliberativo (Guilherme Gonçalves Strenger) tome providências para anular esse contrato. Também conversei com Emerson Piovezan (diretor financeiro) e disse a ele que temos a chance de anular um contrato que não é bom para o clube”, afirmou o conselheiro Tomas Lico Martins, que já foi vice-presidente alvinegro.

Strenger também disse ao blog que o contrato pode ser anulado. “O presidente não ocupava o cargo na data que aparece no documento, então ele pode ser considerado sem validade”, declarou o dirigente. Ele vai analisar o acordo com a Omni para saber se é lesivo ao Corinthians. Em caso positivo, Andrade poderá sofrer um processo de impeachment.

Pelo acordo, a empresa fica com 30% da receita líquida obtida pelo estacionamento. “Em tese, não é uma porcentagem alta, mas precisamos comparar com o mercado e ver os outros aspectos do contrato. Não podemos que esquecer que ele vale por dez anos”, afirmou Strenger.

 

 

Risco de impeachment: presidente de conselho vê irregularidade de Andrade

Leia o post original por Perrone

Guilherme Gonçalves Strenger, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, tem convicção de que Roberto de Andrade cometeu irregularidade ao assinar contrato para o Grupo Omni administrar o estacionamento do estádio alvinegro antes de ocupar a presidência do clube, como mostrou a revista “Época”. Ele vai examinar o documento para saber se o acordo é prejudicial à agremiação. Se for, Andrade poderá sofrer um processo de impeachment.

“Vou conversar com o presidente para que esclareça a situação e darei o benefício da boa fé a ele, mas que há uma irregularidade há. Ele não poderia ter assinado como presidente se a data do documento mostra que naquele dia ainda não era. Se ele assinou depois de ser eleito, sem olhar a data, isso não muda o fato de que houve irregularidade.  E não é um contrato qualquer. É um compromisso que vale por dez anos, afeta três gestões no clube. Agora preciso ver se esse acordo beneficiou o Corinthians ou se beneficiou a Omni. O estatuto prevê processo de impeachment se o presidente praticar algum ato que cause prejuízo ao Corinthians”, explicou Strenger ao blog.

Ele afirmou também que já soube de conselheiros que pretendem formular um pedido para a abertura do processo de afastamento, mas que não recebeu nada.

O artigo 104 do estatuto corintiano diz que é motivo para a retirada do presidente ter ele acarretado prejuízo considerável ao patrimônio ou à imagem do clube. Cabe ao presidente do conselho encaminhar o pedido de abertura do processo à comissão de ética do órgão, que ouve a defesa do acusado e indica ou não o impeachment. O afastamento precisa ser aprovado pelos conselheiros. Em caso de impeachment, assume o primeiro vice-presidente. O cargo é ocupado por André Luiz Oliveira, o André Negão. Ele estava disposto a renunciar por não atuar na administração, mas até agora não sacramentou sua saída.

A reportagem de “Época” mostra que Andrade assinou o contrato referente ao estacionamento em 10 de janeiro de 2015. Porém, ele só foi eleito em 7 de fevereiro do mesmo ano. “Tem também a questão da eleição. Como um grupo negociou o contrato existindo a possibilidade de outro assumir o clube? Isso precisa ser explicado”, disse Strenger. Para a oposição, existe a possibilidade de ter havido fraude no pleito.

A revista já havia mostrado que o dirigente tinha assinado a ata de uma assembleia aprovando mudanças no contrato com a Odebrecht relativo à construção da arena Corinthians antes de assumir a presidência do clube. “Mas naquele caso, o presidente explicou que depois não assinou as mudanças contratuais, então não houve prejuízo para o clube. Nesse novo episódio, é preciso examinar o contrato”, declarou Strenger.

Até então, o presidente do Conselho Deliberativo acreditava que o documento sobre a operação do estacionamento tinha sido assinado por Mário Gobbi. Chama atenção no caso o fato de a Omni, empresa que cuida da operação do programa de sócio-torcedor alvinegro, não ser especialista em administração de estacionamentos.

Nas duas suspeitas de falsidade ideológica por ter assinado documentos como se ocupasse um cargo que não ocupava, Andrade negou por meio de notas no site do Corinthians ter cometido irregularidades. Ele sustenta que o contrato referente ao estacionamento foi acordado entre as partes antes da eleição e encaminhado para que todos os envolvidos o assinassem, retornando ao clube apenas quando o dirigente já tinha sido eleito. Assim, já ocupava o cargo quando colocou sua firma no documento (a data, porém, é anterior à sua posse).

Veja abaixo, na íntegra a nota publicada no site alvinegro.

“Novamente vítima de ataque injustificado à sua honra – sabe-se lá orquestrado por quem ou com qual objetivo –, o presidente Roberto de Andrade Souza vem a público reiterar que jamais fraudou qualquer documento, seja relacionado ao Corinthians, seja em sua vida pessoal ou profissional, como equivocadamente insiste a Revista Época. O contrato objeto desta última matéria foi comercialmente acordado entre as partes, redigido, validado pelo Departamento Jurídico do Clube e encaminhado para a assinatura das outras partes contratantes antes da eleição do Presidente Roberto. Quando o contrato retornou assinado pelas outras partes, Roberto de Andrade já era o presidente do Corinthians e já exercia regularmente seu mandato. A Revista Época foi devidamente informada de que o Presidente Roberto já estava no exercício do mandato quando assinou o documento, mas preferiu insistir em sua fantasiosa e falaciosa versão”.

Por naming rights, Corinthians entra em atrito com gestora do Fiel Torcedor

Leia o post original por Perrone

Desde o final do ano passado a diretoria do Corinthians diz que os naming rights do estádio alvinegro estão praticamente vendidos. Porém, o comprador, uma instituição do ramo financeiro que não tem seu nome revelado, quer incorporar também a operação do programa de sócio-torcedor do clube. Só que até agora não houve acordo para a saída da Omni, administradora atual do Fiel Torcedor.

Direção alvinegra e empresa divergem de maneira contundente sobre os valores que o clube teria que pagar para rescindir o contrato. Internamente, entretanto, os cartolas negam que o imbróglio tenha emperrado a venda do nome da arena. Afirmam que a negociação já está fechada, e que, se não houver acerto com a Omni, o Corinthians rescindirá unilateralmente o compromisso. Caso isso seja feito, deve ocorrer uma batalha na Justiça.

O blog apurou que a empresa recusou o valor oferecido pelo Corinthians e alega que o clube deve uma quantia muito maior, já que ela teria feito uma série de investimentos para tocar a operação até o fim do compromisso. Segundo duas pessoas ouvidas pelo blog e que acompanham a discussão, a parceira cobrou pelo menos R$ 20 milhões.

Por sua vez, os corintianos alegaram que a empresa não tem documentos que comprovem esses investimentos e, consequentemente, a dívida apontada.

O contrato terminaria em 2017, mas foi renovado até 2019 pelo ex-presidente Mário Gobbi. A atual diretoria vinha se queixando de ter que pagar para a Omni uma taxa correspondente à aproximadamente 50% da receita bruta obtida pelo Fiel Torcedor. Por isso, cartolas alvinegros afirmam que o contrato provavelmente acabaria rescindido, mas a negociação envolvendo os naming rights antecipou o processo de ruptura.

A empresa disposta a botar seu nome na Arena Corinthians não tem interesse só em fixar sua marca, segundo dirigentes corintianos. Ela quer fidelizar os torcedores e lucrar com a ativação da parceria. É nesse contexto que tem interesse na administração do Fiel Torcedor.

Procurada, a assessoria de imprensa do Corinthians não respondeu até a publicação deste post. O blog não conseguiu contato com a Omni. Funcionária que trabalha no Fiel Torcedor na arena disse que não estava autorizada a passar os contatos de ninguém da Omni e afirmou que deveria ser procurada a ouvidoria do Corinthians.