Arquivo da categoria: Orlando Rollo

Início de uma era feliz

Leia o post original por Odir Cunha

Peres e Rollo no palanque No palanque, a oportunidade de anunciar, com energia, o que deve ser feito.

Peres a caminha da Vila No caminho para a Vila, o carinho dos santistas.

torcedor do Peres na Vila No Urbano Caldeira, a presença da esperança dentro e fora do campo.

INÍCIO DE UMA ERA FELIZ

Nesse sábado o Santos viveu mais do que um dia alegre. Com a festiva inauguração do segundo comitê da chapa Somos todos Santos em Santos, um bonito sobrado na avenida Pinheiro Machado, 301, ao lado do estádio, e depois com a bela vitória sobre o Atlético Mineiro, por 3 a 1, em uma Vila Belmiro contente e esperançosa, todos ali sentimos que o Santos está iniciando uma era bastante feliz.

Do comitê fomos caminhando até O estádio e no caminho só ouvimos e votos de incentivo. O pessoal da Torcida Jovem veio nos cumprimentar, assim como santistas da velha guarda e até conselheiros que antes defendiam a administração atual. Cresce o consenso de que apenas a chapa Somos todos Santos, que tem José Carlos Peres como candidato a presidente, pode impedir a continuidade de Modesto Roma e sua gestão temerária no poder. Até as outras chapas de oposição perceberam isso e logo deverá haver a união esperada que levará o Santos a uma era de maiores possibilidades e da universalidade que queremos.

No estádio, tomado por cerca de 11.500 pessoas, vimos um Santos valente, ofensivo, como esse surpreendente Elano prometeu. Vimos a ótima exibição do garoto Arthur Gomes, autor do primeiro gol; testemunhamos, incrédulos, Alison dar uma caneta em Robinho; Caju e Lucas Lima jogarem bem; Ricardo Oliveira com fome de gol novamente e apreciamos a grande exibição de Bruno Henrique, hoje um dos melhores atacantes brasileiros. A vitória por 3 a 1 foi justíssima e agora o Santos parte mais animado em busca de um título que parecia impossível.

Na comemoração do gol de Arthur Gomes a TV Globo mostrou um jovem torcedor agitando a camisa azul com o nome de José Carlos Peres. A satisfação pela vitória em campo se unia à esperança de que também fora dele o Santos viva momentos mais gratificantes, marcados pela transparência, competência, trabalho e ousadia.

Importante: envie este e-mail para votar em São Paulo

Fiquei surpreso ao constatar que alguns sócios acham que não precisam pedir a mudança de domicílio eleitoral para votar em São Paulo pois já fizeram isso na última eleição. NÃO É ASSIM. É PRECISO PEDIR A MUDANÇA DE DOMICÍLIO ELEITORAL NOVAMENTE. A boa notícia é que agora isso ta mbém pode ser feito por e-mail.

O prazo para pedir a mudança de domicílio vai até 24 de novembro, mas não deixem para depois. Peçam logo nessa segunda-feira ou o mais breve possível. O e-mail é domicilioeleitoral@santosfc.com.br Nele é preciso colocar seu nome completo, número da sua matrícula de sócio e número do CPF. Pode ser assim, por exemplo:

Venho por meio deste e-mail pedir a mudança de domicílio eleitoral para votar para presidente do Santos FC em São Paulo.

Nome completo: nnnnnnnnnn
Matrícula de sócio: 11111
CPF: 0000000000

É só isso. Não requer prática nem perfeição. O clube ficará de enviar a resposta, confirmando a mudança de seu domicílio eleitoral. Depois, é só comparecer à Federação Paulista de Futebol no dia 9 de dezembro, com a carteirinha e um documento com o número do CPF, e votar.

A Federação Paulista fica na rua Federação Paulista de Futebol, 55 – Várzea da Barra Funda, São Paulo – SP, 01141-040, tel.: 2189-7000. Estarei lá o dia todo esperando por você.

O pedido para mudança de domicílio eleitoral também pode ser feito pessoalmente na secretaria social do clube, no estádio Urbano Caldeira, ou na subsede do Santos na capital, situada à avenida Indianópolis, 1772, telefone (11) 3181-5188.

Para votar só é preciso ter ao menos 1 (um) ano completo de permanência ininterrupta no quadro associativo do Santos e não estar em débito com o clube. Os sócios inadimplentes poderão quitar as suas contribuições atrasadas e garantir o seu direito de voto até o dia 4 de dezembro. O clube promete manter a secretaria social e a tesouraria de plantão de 29 de novembro a 4 de dezembro, das 10 às 21 horas, para atender aos sócios.

E você, o que acha disso?


Arrancada final

Leia o post original por Odir Cunha

Hoje, às 14 horas, inauguração do Comitê 2 em Santos.
Compareça!

Logo mais, a partir das 14 horas deste sábado, José Carlos Peres, Orlando Rollo e eu estaremos recebendo os amigos, apoiadores e simpatizantes na inauguração do Comitê II da chapa Somos todos Santos. Quem acredita nas nossas ideias e na nossa disposição para colocar o Santos nos trilhos, será bem-vindo. O endereço é Avenida Frederico Machado, 301, Vila Belmiro, ao lado do estádio. Vai rolar um chopinho, muito bate-papo e novamente discutiremos boas ideias para o futuro do nosso Santos.

Eneacampeão, por que não?

Por Guilherme dos Santos

Procuro sempre escrever pensando em todas as possibilidades, racionalmente e sem ilusões ou fantasias. E por que o Santos não pode ser eneacampeão?

Primeiramente é fundamental analisar o nível lamentavelmente baixo do nosso campeonato, onde os times todos são parelhos, tendo grandes nomes ou não, pois em campo entram 11 jogadores para cada lado, e ali dentro de 90 minutos tem levado a melhor aqueles que realmente desejam ganhar, com vontade e dedicação. Ah, mas os times estão levando a melhor porque vem fechado lá atrás e só joga no contra ataque… Meu caro, para marcar uma equipe 90 minutos também exige muito de um jogador, ou seja, os times são pouco criativos e erráticos.

Dessa forma, acredito sim no potencial dessa equipe do Santos, que num tempo não tão distante já fizeram grandes partidas e vestiram com sabedoria nossa camisa. Estão precisando de confiança. Cadê aquelas triangulações nas laterais, que mesmo o adversário sabendo, não conseguia parar? Cadê aquela pressão na frente com o time todo avançando e ganhando as chamadas segunda bola, onde saía muitos gols? Com o Elano, eu confio que muito dessa confiança possa voltar a aparecer.

Na época elogiei a contratação do Levir, mas mesmo com números bons, ele não soube treinar a equipe e dar um padrão de jogo efetivo. Não se pode sacrificar dois atacantes como Bruno Henrique e Copete para ficar marcando lateral. Acabou sendo um retrocesso num campeonato que já poderíamos estar na ponta e com folga. Tarde demais para ter trocado? Teremos mais 7 rodadas para descobrir.

E são nessas 7 partidas que me inspirei a escrever. Num olhar otimista, lembrei-me do campeonato brasileiro de 2004, quando o então técnico Vanderlei Luxemburgo traçou uma meta de vencer 7 partidas seguidas para assumir a liderança do campeonato ainda no primeiro turno. Por que não traçar 7 vitórias nessa reta final de campeonato? Como o próprio Odir analisou os jogos no blog, eu concordo e acho possíveis as vitórias. Mas, a começar pelos jogadores e comissão técnica até os torcedores, todos precisamos acreditar e querer muito mais do que os outros. Nesse nível de campeonato, mais do que talento e técnica, garra, força de vontade e superação também ganham títulos.

Eu ainda confio sim que esse grupo de jogadores pode fazer coisas boas. Vanderlei, David Braz, Lucas Veríssimo, Alison, Jean Mota, Bruno Henrique, Ricardo Oliveira, já é uma boa espinha de um time. No mérito Lucas Lima, ele pode sim fazer a diferença claramente porque qualidade tem de sobra. Precisamos saber até onde ele realmente está focado nessas rodadas finais ou no próximo contrato. Acredito que boa parte dos jogos, o esquema tático que tínhamos não ajudava o seu futebol, assim como o de outros jogadores, mas também já senti por algumas vezes certa displicência. Posso estar enganado, por que não?

Comissão técnica: é hora de juntar os cacos e tentar passar a confiança necessária e unir todos num só objetivo. Jogadores: são vocês que podem trazer esse título histórico, seus maiores fãs estão em vossas casas esperando por isso. Torcedores: tem que apoiar, tem que estar junto, se abraçar só quando tudo está bem é muito fácil. Quando vem a dificuldade, temos que nos empenhar ainda mais. Já a diretoria, eu espero ansiosamente pelo pleito dia 09/12 para derrubá-los.

E você, acredita no eneacampeonato?


Uma esperança no ar

Leia o post original por Odir Cunha

rollo, peres e eu nova
O vice Orlando Rollo, eu e o presidente José Carlos Peres: Somos todos Santos

Muitas daquelas pessoas cerca de 200 pessoas só tinham dormido de madrugada, frustradas com a derrota, em plena Vila Belmiro, para o Barcelona.. do Equador – resultado que acabou com o sonho de o Santos alcançar o seu quarto título na Libertadores. Mas ao começarem a ouvir os 11 pontos principais do programa da chapa Somos tantos Santos, os olhares se iluminaram e os olhos brilharam de esperança. Sim, é possível resolver os problemas do Santos e fazê-lo ocupar o lugar que merece no futebol.

O evento, na noite de quarta-feira, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, anunciou José Carlos Peres como candidato a presidente da chapa Somos todos Santos, com Orlando Galante Rollo como vice. Como prometi aos amigos santistas que me apoiavam para presidente, também farei parte da direção do clube e trabalharei, lá dentro, para que aquelas nossas reivindicações sejam cumpridas.

Em suma, as propostas se baseiam na transparência, no profissionalismo, na meritocracia e na universalidade que devem reger a vida do Santos. Haverá, sim, jogos meio a meio entre Santos e a capital paulista, uma campanha permanente baseada em recompensas para se alcançar 100 mil associados em três anos, o voto à distância, o lançamento do projeto “A Cidade do Futebol” em parceria com a Prefeitura de Santos, a reforma e a deselitização da Vila Belmiro, a construção de um novo CT da base e um monitoramento constante da carreira dos infanto-juvenis, a implantação da responsabilidade financeira e fiscal e um melhor relacionamento com a imprensa…

Quando se fala apenas a verdade, nunca se cai em contradição, e é isso que Peres, Rollo e eu fizemos. Provavelmente por isso o lançamento da chapa foi tão bem aceito por todos os presentes. A mesma excelente recepção tivemos daqueles que assistiram o evento ao vivo, pelo Facebook.

Clique aqui para assistir ao vídeo, postado na fan page de Orlando Rollo.

Ao final da explanação, José Carlos Peres leu um texto que fiz para a página “Por um Santos melhor”, no qual elenco as diferenças entre as posturas e filosofias da situação e da oposição do clube. A disparidade entre a situação, representada pela chapa encabeçada por Modesto Roma, e a oposição, no caso representada pela chapa Somos todos Santos, é gritante. A primeira pensa primeiro nela nos meios, éticos ou não, de se manter no poder; a segunda, a Somos todos Santos, coloca os interesses do clube em primeiro lugar e vive tentando descobrir novas maneiras de servir ao Santos.

E você, o que acha disso?

Felizmente a Kickante entendeu a importância do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” e nos deu mais um mês de campanha de pré-financiamento para lançar esta que é uma das obras mais impactantes da história do Santos e do futebol. Agora faltam 21 dias para o encerramento do prazo final. Se você ainda não participou, participe.

Da meta de R$ 48 mil, suficiente para cobrir os custos gráficos da impressão de dois mil exemplares, estamos na metade. Há muitas formas de recompensa para quem participar da campanha. Desde doar 10 reais, até comprar uma cota de patrocínio por 15 mil reais, que dá direito a 100 exemplares, 30 convites para a festa de lançamento, ter o logotipo da empresa impresso no livro e ser divulgado pela assessoria de imprensa.

O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, um santista que mora em Luxemburgo, e em alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e da literatura mundial do futebol.

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No meu aniversário, quem ganha o presente é você

Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

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Para atender aos pedidos dos santistas das embaixadas e demais grupos de torcedores espalhados pelo País, criei preços especiais também para a compra de três, quatro e cinco exemplares, tanto do Dossiê de Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959, como do Time dos Sonhos.

Neste mês, três exemplares desses dois livros sairão por 75 reais, quatro por 85 e cinco por 95 reais. E todos os pedidos com frete grátis e dedicatórias exclusivas. Faça as contas e veja que não dá para perder. É a oportunidade de presentear os amigos ou já guardar para o Natal.

E caso alguém queira uma quantidade maior do que cinco exemplares, é só enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br que estudaremos as melhores condições possíveis. O interesse, como sempre, é ver o santista e conhecendo a rica história do clube, elemento fundamental no fortalecimento da marca Santos.

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Todos os PDFs a R$ 1,00

O sistema da loja do blog não permite que se distribua livros sem nenhum pagamento. Então, coloquei o preço de todos os PDFs a apenas um real. Isso mesmo. Qualquer PDF, neste mês de setembro, custará apenas um real.
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Dentre os PFDs, há quatro livros que falam do Alvinegro Praiano

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– Ser Santista, um orgulho que nem todos podem ter – Artigos selecionados que mostram várias aspectos da grandeza santista
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Há mais três histórias infanto-juvenis

– Pedrinho no Descobrimento do Brasil – Um buraco no tempo leva Pedrinho ao momento em que o Brasil está sendo descoberto pela esquadra de Cabral. Para crianças e adolescentes que gostam de História.
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– O Diário de Kimmy, uma garota inuit – O dia a dia de uma menina que vive no Alasca, entre as tradições de seu povo e os perigos dos tempos atuais.
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E uma ficção para adultos

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Por que o santista não escolheu o melhor presidente

Leia o post original por Odir Cunha

Com 1.321 votos, apenas 3%, ou 182 votos, a mais do que José Carlos Peres, que obteve 1.139, Modesto Roma Junior foi eleito presidente do Santos para o triênio 2015/16/17. A vitória coube ao candidato mais preparado para o cargo? Não. Sorriu àquele mais habilitado para lidar com a terrível situação que o clube atravessa? Absolutamente não! Então, por que ele foi eleito?

A eleição de Modesto Roma, um empresário a quem falta capacidade administrativa e espírito de liderança, se deve à campanha da ala bairrista da imprensa esportiva de Santos, especificamente da equipe da TV Santa Cecília, e do farto e dispendioso material de propaganda espalhado pela Baixada Santista.

Os mesmos sócios que não vão aos jogos da Vila Belmiro nem em dias de sol, foram votar embaixo de chuva para impedir que “roubassem” o Santos de sua cidade, como se isso fosse possível. Donos de cadeiras cativas que não freqüentam o Urbano Caldeira nem a pau, trocaram seus pijamas por bermudas, chinelos e guarda-chuvas e foram eleger o candidato indicado por Teixeira e seu porta-voz Armando Gomes.

A impressão que se tem é que se o poderoso Marcelo Teixeira tivesse escolhido o pipoqueiro da Santa Cecília para ser candidato a presidente do Santos, ele também seria eleito. É claro que imaginaram que votando em Roma, estariam elegendo Teixeira, pois ninguém em sã consciência acredita que Roma tenha a mínima noção de como tirar o Santos da enrascada em que se meteu, com dois meses de salários atrasados, último lugar em média de público na Série A e décimo-segundo lugar em recebimento de cotas de tevê.

Roma terá de ser humilde e chamar Teixeira para ajudá-lo a governar, ou a nau do Santos irá a pique rapidamente. Não consigo imaginar o novo presidente negociando a vultosa dívida do clube com os bancos, discutindo as cotas de tevê com a Rede Globo e se relacionando com CBF, Federação Paulista de Futebol e presidentes de outros clubes, como Peres faria com um pé nas costas. Com Roma, os sonhos de o Santos liderar a criação de uma liga de clubes, ou tentar alterar a Lei Pelé, ficam adiados por mais três anos.

Na verdade, esta eleição foi o resultado do exacerbado bairrismo do santista de Santos aliado à omissão de boa parte dos santistas da Capital. Se tivessem votado na Federação Paulista de Futebol ao menos 1.700 dos 2.019 associados que mudaram o domicílio eleitoral para São Paulo, provavelmente José Carlos Peres seria eleito, pois obteve 407 votos, ou 37,5%, dos votos registrados na FPF. Mas apenas 1.110 sócios cumpriram o seu dever.

Por outro lado, como prova evidente de sua rejeição pelo santista de São Paulo, Roma conseguiu apenas 35 votos, ou 3% do total, nas urnas da FPF, vexame que nem a presença do ídolo Léo e do chefe de torcida Cosmo Damião conseguiram amenizar. Assim, da mesma forma que na eleição para presidente do Brasil, ficou claro que a torcida do Santos rachou: a da capital ficou com Peres, enquanto a de Santos preferiu Modesto.

Isso fará com que Modesto tenha de mostrar muito jogo de cintura para governar para todos os santistas, e não apenas para os de sua cidade. Se não marcar jogos no Pacaembu, se insistir em ignorar o sócio de fora de Santos, o clube terá os seus dias contados para voltar a disputar renhidas disputas municipais com Jabaquara, Portuguesa Santista e os times de várzea com os quais o novo presidente prometer fazer intercâmbios.

De qualquer forma, a vida e o Santos seguem. Este blog continuará crítico, mas jamais torcerá contra o Glorioso Alvinegro Praiano. A partir de hoje somos fiscais da gestão de Modesto Roma, a quem desejamos sabedoria e energia para tirar o Santos do atoleiro. E se quiser começar com o pé direito, faça o que seria a primeira providência do Peres: contrate uma auditoria para esclarecer a venda de Neymar e a contratação de Leandro Damião. A gente vai se conversando…

Por fim, a eleição mostrou, ainda, que a gestão de Odílio Rodrigues, representada pela candidatura de Nabil Khaznadar, foi amplamente rejeitada, com 735 votos e a quinta e última colocação entre as cinco chapas. Orlando Rollo ficou em quarto, com 855 votos, e Fernando Silva, apoiado por Luis Álvaro Ribeiro e Celso Jatene, em terceiro, com 1.077 votos. Todos os três investiram muito mais na campanha do que José Carlos Peres, que não poluiu as ruas da Baixada Santista com um único cartaz.

Peres, o presidente eleito na Capital, nas urnas da FPF.
1° – José Carlos Peres – 407 votos
2° – Fernando Silva – 338
3° – Nabil Khaznadar – 212
4° – Orlando Rollo – 118
5° – Modesto Roma – 35

Conselho com Roma, Peres e Silva
Como é preciso ter ao menos 20% dos votos para ter representatividade no Conselho, e como o total de votos foi de 5.127, apenas as chapas de Modesto Roma, José Carlos Peres e Fernando Silva terão representantes no Conselho Deliberativo do Santos:
1° – Modesto Roma Júnior – 1.321
2° – José Carlos Peres – 1.139
3° – Fernando Silva – 1.077
4° – Orlando Rollo – 855
5° – Nabil Khaznadar – 735

E você, o que achou dessas eleições presidenciais do Santos?

Peres foi o mais prejudicado com o adiamento da eleição

Leia o post original por Odir Cunha

O fotógrafo Sergio Dutti, autor do magnífico livro “Vencedores”, que fala da epopéia dos atletas paraolímpicos brasileiros, dirigiu 11 horas de Brasília a São Paulo, ao lado da mulher, para votar em José Carlos Peres. Um senhor veio de São José dos Campos só para votar no Peres, mas não poderá vir no próximo sábado, pois será a data do casamento do seu filho. Uma senhora de Mogi veio com seu irmão e marido, também para votar na chapa 1, mas não sabe se poderá vir na próxima semana. Estes foram apenas os casos de pessoas que estavam próximas a mim na entrada do prédio da Federação Paulista de Futebol. É evidente que este adiamento já manchou a eleição para presidente do Santos e prejudicou sensivelmente José Carlos Peres.

Nesta eleição há candidatos que têm seu curral eleitoral em Santos, outros em São Paulo, e há os que atraem sócios de todo o Brasil, como é o caso de Peres. É preciso ter muita credibilidade para fazer alguém viajar milhares de quilômetros para votar na eleição de um clube. Mas o adiamento tirou o ânimo de muita gente.

“É uma vergonha, senhor Odir, uma vergonha. O que a imprensa não vai falar do Santos essa semana? Que a gente não sabe nem fazer uma eleição…”, exclamava, desanimado, o segurança Moisés, que vestiu uma camisa retrô do Santos só para votar no Peres. Ficamos conversando, eu, ele, meu irmão Marcos, e, para reduzir sua frustração, presenteei-lhe com um exemplar autografado do Dossiê, que ele recebeu como a um bem precioso.

Pedi ao Moisés, e agora peço a todos os santistas que lêem este blog, que não desanimem. Em São Paulo deu para perceber que, apesar do aparato das chapas de Fernando Silva e Orlando Rollo, a votação no Peres seria maciça. Um funcionário da Federação Paulista de Futebol me confidenciou que se a eleição prosseguisse, Peres deveria vencer na capital.

É difícil afirmar isso, pois 80% dos eleitores de Peres não usavam camisa de identificação, enquanto os eleitores de Silva e Rollo vestiam camisas da chapa. O certo é que este adiamento fará com que muitos sócios desistam de voltar a São Paulo no próximo sábado, reduzindo a votação da chapa 1.

Para compensar, eleitores do Peres que deixariam de votar neste sábado, devem comparecer em massa na semana que vem, ou o sonho de ter um Santos administrado de maneira mais competente e honesta, irá pelo ralo pelos três próximos anos.

Primeiro as urnas, depois a fraude

A eleição transcorria normalmente em São Paulo, com as chapas convivendo harmoniosamente, quando começamos a saber dos problemas na Vila Belmiro. Primeiro, veio a notícia de que as urnas eletrônicas travavam de 10 em 10 minutos, o que obrigou a passarem a votar por cédulas de papel. Depois, soubemos de uma grane confusão quando um eleitor votou em duas mesas e foi descoberto por um fiscal. Não se sabe se outros já tinham feito isso, o certo é que o clima esquentou e a eleição foi adiada. Posteriormente veio a informação de que se tratava de um eleitor de Nabil Khaznadar.

Foi um gesto isolado, ou fazia parte de um plano coletivo para fraudar a eleição? Isso só se saberá com uma investigação profunda. Se há participação da coordenação da chapa da situação, obviamente esta deverá ser impugnada. Aliás, a responsabilidade pelo bom andamento da eleição é da atual gestão, que ainda comanda o clube. O adiamento da escolha do presidente do Santos, na verdade, prolonga o mandato de Odílio Rodrigues para mais alguns dias.

Projeto de Jabaquarização segue firme

Fiquei sabendo que meu colega Armando Gomes fez um programa inteiro na TV Santa Cecília para repetir os velhos bordões de que “querem tirar o Santos de Santos”, que “o Santos é de Santos” e coisas do tipo. Usou todo o tempo possível para fazer campanha para o candidato do seu patrão. Fico impressionado como ainda haja santistas que acreditam nessas baboseiras.

A esses eu perguntaria: tiraram o Jabaquara de Santos? Não! Tiraram a Portuguesa Santista de Santos? Não! E o que aconteceu a eles? Fracasso atrás de fracasso, decadência e mais decadência, até a pequenez eterna em que vivem hoje. É isso o que se quer para o Santos?

Jogar mais vezes fora da Vila Belmiro não quer dizer tirar o clube da cidade, ou então teríamos de concordar que a pessoa que mais tirou o Santos de Santos foi Athié Jorge Cury, que na década de 1940 levou o time para jogar três meses pelo Norte/Nordeste e sempre preferiu decidir os títulos mais importantes no Maracanã.

E se responderem que o Santos de Pelé jogava na Vila e era o mais rico do Brasil, eu responderei que aquele Santos podia se dar ao luxo de perder dinheiro jogando na Vila porque tinha de dois a três meses por ano para ganhar dólares no exterior. Hoje não se pode mais fazer amistosos milionários lá fora e o único dinheiro que um clube recebe das arrecadações é a dos seus jogos em casa. E um time grande não pode ter média de seis mil pessoas por jogo, a menor dos 20 clubes da Série A, como é o caso do Santos.

E se disserem, como Armando Gomes costuma dizer, que “quem não quer ir à Vila, que fique na sua cidade”, eu responderei que no dia em que o Santos depender exclusivamente de seus torcedores da Baixada Santista, não conseguirá sequer ter uma arrecadação mediana de Série B.

O tesouro maior do Santos, o maior legado que aquele grande Santos deixou, é a torcida que conseguiu cativar fora da Vila Belmiro. No dia em que perde-la, voltará no tempo, na época de Arnaldo Silveira, Adolfo Millon e Ary Patusca, em que o máximo que podia almejar era o campeonato santista. Digo isso com a maior sinceridade e com dor no coração. Quem acreditar nas falácias de Armando Gomes estará sendo cúmplice desta Jabaquarização do Santos que já está em marcha. Podem escrever e me cobrar no futuro.

Um antídoto eficaz contra essa Jabaquarização é eleger José Carlos Peres, um homem honesto, competente, que já mostrou que é capaz de fazer muito pelo Santos, a quem ama além dos limites geográficos e dos bairrismos que só puxam o nosso querido Alvinegro Praiano para baixo. Alguém que saberá fazer o santista, de qualquer cidade, voltar a ter orgulho do Glorioso alvinegro Praiano.

E você, o que achou do adiamento da eleição do Santos?

Prevalece o equilíbrio de José Carlos Peres

Leia o post original por Odir Cunha

Em primeiro lugar, parabenizo a TV Santa Cecília pelo debate e também cumprimento os cinco candidatos pela maneira educada como se portaram. O bom nível foi mantido, apesar de um ou outro arroubo, e o santista ao menos teve a certeza de que cinco pessoas com propostas e comprometimento querem governar o clube a partir do próximo sábado, data das eleições para presidente do Santos.

Na enquete realizada pela TV Santa Cecília logo após o debate,
José Carlos Peres, da Chapa Santos Vivo, ficou em primeiro lugar, com 46,01% dos votos. Orlando Rollo teve 33,99% das preferências; Modesto Roma, 10,09%; Fernando Silva, com 6,47%, e Nabil Khaznadar, 3,44%.

Creio que a maioria dos telespectadores já tinha sua opinião formada antes do debate. Acredito, ainda, que essa enquete deve ser creditada, ao público de Santos e Baixada Santista, já que poucos sócios da capital e outras praças devem ter acompanhado o debate pela Internet.

É importante destacar que muitos que votam nessas enquetes não são sócios do clube, ou não votarão na eleição deste sábado. Portanto, essas porcentagens podem ser aceitas como uma tendência, mas não como um resultado definitivo. Todas as chapas ainda se empenharão até o último minuto atrás dos votos que poderão levá-las à direção do clube.

Vitória do poder conciliador de Peres

O formato da enquete não deu tempo suficiente aos candidatos para apresentar suas plataformas. Creio que antes do debate cada um deveria ter tido uns cinco minutos, no mínimo, para revelar os pontos principais de seus programas. De qualquer forma, acho que José Carlos Peres foi o que passou a melhor impressão, pois foi educado, elegante e mais do que prometer coisas, tratou de ressaltar o momento delicado que o clube atravessa e sugerir uma união das lideranças do clube na hora de administrá-lo.

De todos, Peres é o menos apegado ao poder, e esse detalhe atrai o santista, escaldado de tantos caudilhos que levantam bandeiras revolucionárias antes das eleições, mas depois convidam seus confrades para repartir o bolo. Peres pensa no Santos de hoje e do futuro e por isso, sem vaidade ou revanchismos, já reservou três lugares no Comitê Gestor para integrantes das outras chapas.

Sei muito bem como foi difícil para o Peres desistir de um compromisso que mantém, regularmente, há 40 anos, de jantar com a Lu em todo o dia do aniversário dela, que também é a data de seu casamento. Mas ele sabe que o que está em jogo é o futuro do Santos, e levou sua mulher para o debate, com a promessa de jantar com ela entrando na madrugada.

Creio que o dom para conciliar, que é uma das qualidades inatas do Peres – sem a qual não teria conseguido a Unificação dos títulos brasileiros e muito menos a criação do G4 Paulista -, foi o diferencial do debate na Santa Cecília. Como não daria mesmo tempo para esmiuçar todos os detalhes de sua proposta de governo, que é transparente e ousada, Peres destacou o que considera mais importante no momento: unir os santistas para o grande desafio de reerguer o clube, que nos espera a partir de sábado. Percebi que, a não ser o candidato da situação, Nabil Khasnadar, todos os outros sentem a gravidade da situação que o clube atravessa.

Repito o que tenho dito: em um momento como este, o Santos precisa de um presidente com ideias e cercado de pessoas com ideias e muita capacidade de trabalho, obviamente, mas também precisa saber unir forças, aplacar rivalidades e extrair o melhor de cada grupo, de cada chapa, para fazer o barco alvinegro praiano atravessar a tempestade. Não se quer um líder que jogue mais gasolina na fogueira, nem aquele que adote fórmulas gastas e ineficientes. É preciso saber mesclar ousadia e racionalidade.

Mas, no todo, gostei do debate e dos concorrentes. Como o Peres falou, são, em certa parte, heróis que deixaram sua vida de lado para entrar em uma luta renhida e às vezes dolorosa em busca da liderança no nosso clube do coração. Desejo que ao final da contenda todos saiam mais sábios, mais amigos, mais capazes de se doar para o nosso Santos Futebol Clube.

Hoje, quarta-feira, às 15 horas, haverá novo debate, desta vez na Rádio Jovem Pan. Sem as câmeras de tevê, que costumam inibir quem não está acostumado com elas, creio que teremos os convidados mais soltos. Vale a pena acompanhar novamente o debate entre os cinco postulantes ao importante cargo de presidente do Santos. Desejo serenidade e objetividade a todos eles.

Clique aqui e, às 15 horas, ouça o debate dos presidenciáveis do Santos na Rádio Jovem Pan AM

O que você está achando das campanhas para presidente do Santos?

Por que não se deve ficar em cima do muro nas eleições

Leia o post original por Odir Cunha

Como muitos brasileiros, eu achava que política era coisa que cheirava mal. Não tinha e não tomava partido, não discutia, não queria nem saber. Mas uma eleição não se ganha com low profiles. Acho que muita gente que queria a mudança no Brasil não se empenhou suficientemente para que ela ocorresse e o resultado esta aí: a obrigação de viver mais quatro anos governados pelo partido cujo programa principal é se manter no poder. Se o Aécio tivesse prometido a “Super Bolsa Família” certamente teria vencido, mas aí já viraria a brincadeira do, literalmente, “quem dá mais.”

O mesmo pode ocorrer com as eleições presidenciais do Santos Futebol Clube, se ficarmos esperando que, naturalmente, o santista escolha o melhor candidato. Os eventos, a participação nas mídias sociais e a própria estruturação da chapa, com o número regulamentar se candidatos ao conselho, são detalhes importantes no processo. Não fique alheio a ele.

Para mim, você sabe, o mais gabaritado – profissional e pessoalmente – para dirigir o nosso Santos, é o José Carlos Peres, atual CO do G4 Paulista, meu parceiro no trabalho que impediu o esquecimento definitivo de seis títulos brasileiros do Santos. Mas talvez você goste mais de outro, ou esteja indeciso e queira saber mais sobre cada um. Fique à vontade. Pesquise. Há farto material na Internet sobre os candidatos José Carlos Peres, Fernando Silva, Modesto Roma, Orlando Rollo e Nabil Khaznadar.

Aliás, vejo como algo muito positivo esse grande número de candidatos. Creio que nenhum clube tenha tido uma eleição tão concorrida. Isso é bom, pois mostra a força da democracia, mas, ao mesmo tempo, pode transformar a eleição santista em uma incógnita e acabar elegendo alguém despreparado para ocupar cargo tão importante.

Por isso, se você já escolheu seu candidato e está convicto de que ele é o melhor para o Santos, divulgue sua candidatura, ajude a chapa a se fortalecer para as esperadas eleições de 6 de dezembro. Não espere que o melhor, naturalmente, saia vencedor. Em eleição, nem sempre isso acontece.

E se você apoia José Carlos Peres para presidente, tem mais de cinco anos como associado do clube e quer concorrer a uma vaga para o Conselho do Santos, envie e-mail para odir.cunha@uol.com.br com breve currículo e o seu número de sócio. Vamos fazer a nossa parte, vamos apoiar de verdade a quem sabemos que é o melhor para o Santos, para, depois, não lamentarmos o que poderia ter sido feito e não foi. Vamos entrar nessa briga juntos, com a garra e a determinação de lutar pela vitória que sempre pedimos aos jogadores do Santos. Abraço!

Peres e o sonho realizado do Octa
Quando José Carlos Peres assumiu o púlpito para, em uma reunião do Conselho do Santos, em 2007, anunciar que os títulos brasileiros conquistados pelo Alvinegro Praiano na década de 1960 seriam unificados, poucos acreditaram. Um ano depois fui engajado no projeto e seguimos a luta, finalmente recompensada em dezembro de 2010. Este filme abaixo mostra o momento em que o Peres falava ao Conselho e representa apenas um dos relevantes trabalhos que ele prestou ao Santos. Alguns outros: criação da Ong Santos Vivo e do prêmio anual de mesmo nome, que premiava os santistas de destaque em várias áreas; lançamento e patrocínio do programa diário do Santos na Rádio Trianon, com apresentação de José Calil; produção e distribuição de um boletim diário sobre o Santos a centenas de milhares de pessoas, incluindo milhares de jornalistas; organização e gerenciamento da subsede do Santos em São Paulo, para a qual cedeu um imóvel próprio; lançamento da primeira grande campanha de sócios do Santos, em São Paulo; descoberta do jogador Gabriel, levado ao Santos sem nenhum custo para o clube e nenhum rendimento ao Peres; criação do G4 Paulista, depois de um almoço em que conseguiu reunir, no CT Rei Pelé, os presidentes dos grandes de São Paulo… Bem, vou parar por aqui. Se o Peres fez tudo isso sem ter um cargo executivo, imagine o que poderá fazer se for o presidente dos santistas e puder montar uma equipe afinada com sua filosofia de trabalho … Agora veja o vídeo:

Que tal entrar na briga pelo seu candidato a presidente do Santos?