Arquivo da categoria: Oscar

Glória, Glória, Aleluia!

Leia o post original por Rica Perrone

Ontem durante o Oscar eu morri de rir dos comentários e das brincadeiras com a Glória Pires.  Claramente ela não estava a vontade, ela não é comentarista, nunca fez isso, é natural que não tenha desenvoltura numa estréia. Na web, como sempre digo, estão as pessoas mais fracassadas e infelizes do mundo junto das pessoas …

Vasco, pai Santana e as forças do Além

Leia o post original por Antero Greco

Os matemáticos dizem que as chances são pequenas e que o Vasco deve mesmo cair para a Série B.

Será?

Quando Pai Santana estava neste mundo e entrava em campo e se ajoelhava sobre a bandeira vascaína, as chances seriam maiores? Ex-lutador e pai de santo, o massagista amarrava os principais adversários, benzia os pés dos seus craques e não tinha matemático para rebaixar o time dele. Ao menos era o que se imaginava.

As forças do Além sempre entraram em campo. Para o bem ou para o mal.

O técnico Duque – nos seus tempos de Corinthians – passava atrás da meta dos adversários fumando charuto e caprichosamente jogava os toquinhos que restavam dentro da rede. Era vitória certa do Timão!

Ainda pelo Parque São Jorge: teve vez que o velho Vicente Matheus se resfriou no Rio. Jogo decisivo, o macumbeiro contratado disse que a vitória só viria se a diretoria pulasse sete ondas em Copacabana. Mas tinha de ser de madrugada. O Corinthians perdeu e o presidente ganhou um resfriado.

Todas essas histórias podem parecer mentirosas, mas o que dizer do caso contado pelo zagueiro Oscar. O Oscar, capitão da Seleção Brasileira nos tempos do Telê Santana, craque do São Paulo?

Vejam só. O time também apelava para a ajuda do Além. E numa noite Oscar foi requisitado para entrar em campo à meia-noite. Mas não iria sozinho. Além do pai de santo, teria de convencer o companheiro Chicão a acompanhá-lo até o meio do gramado.

Chicão, aquele mesmo, Francisco Jesuíno Avanzi, o que não tinha medo de nada. O Monstro de Rosário, que enfrentou os argentinos na Copa de 1978 com a cara e a coragem. Pois Oscar convenceu Chicão, e os dois entraram em campo.

A missão não terminava aí: o pai de santo queria que Chicão desse uma cabeçada em um bode. Dizia que, só assim, o São Paulo passaria pelo adversário. “E o Chicão cabeceou o bode”, garante Oscar.

São histórias do futebol.

Acredite quem quiser.

Mas, voltando pro Vasco, que neste domingo recebe o Santos e ainda sonha com a salvação. Seria difícil juntar as artimanhas de Pai Santana, que se foi anos atrás, e o técnico Jorginho… Acho que o santo não bateria. Cada um tem suas convicções, seu modo de encarar o mundo… Bom, deixa pra lá.

(Com a participação do jornalista Roberto Salim.)

Dunga, o alienado

Leia o post original por Quartarollo

Brasil fez dever de casa e despachou a Venezuela por 3 x 1. Não fez nada mais que a sua obrigação contra um dos piores times do mundo.

Não me digam de novo que a Venezuela melhorou muito. Melhorou taticamente, está melhor organizada em campo, mas tem jogadores medíocres.

Isso não tira o mérito da vitória brasileira. Era preciso primeiro vencer e depois pensar no espetáculo.

Na situação atual do futebol brasileiro o mais importante recuperar a confiança perdida.

É mais fácil ter confiança novamente com vitórias embora muitos queiram um futebol de Alemanha, Barcelona ou Bayern para a Seleção.

Não esperem, não vai acontecer. O que temos hoje é isso aí e com o que tem Dunga tem obrigação de fazer a Seleção jogar melhor.

Esse é problema dele. Dá para arrumar a Seleção e ainda tem a sorte de contar com a genialidade do ainda imaturo Neymar, mas sempre um jogador que impõe medo ao adversário.

O atacante volta na próxima convocação para os jogos com Argentina, em Buenos Aires, dia 13 de novembro, e Peru, em Salvador, dia 17 de novembro.

Todos os técnicos tem suas paixões. Até o grande Telê tinha, Guardiola tem, Mourinho tem também e assim por diante.

São escalações, ou no caso convocações inexplicáveis, mas eles sempre tentam explicar e não dão a mão a palmatória.

Telê treinou o Brasil para a Copa de 82 fazendo grande sucesso e mudou o time na estréia contra a União Soviética.

Botou Dirceu na ponta-direita e sacou o ótimo Paulo Isidoro que retornou ao time no intervalo. Pelo menos corrigiu o erro a tempo de virar o jogo.

Ambos, Dirceu e Isidoro, só jogaram porque Falcão estava suspenso na primeira partida e não podia entrar em campo contra os soviéticos.

Alguns técnicos parecem alienados. Ou enxergam mais que os outros ou pensam assim ou não enxergam nada mesmo.

Dunga continua teimando com Oscar que nunca foi o jogador que se esperava e que hoje vive fase péssima no Chelsea que está beirando a zona do rebaixamento inglesa.

Paradoxalmente no mesmo time, o ex-corintiano Willian atravessa a melhor fase da sua vida e nos dois jogos das Eliminatórias, tanto no Chile como ontem, em Fortaleza, foi o melhor da Seleção.

Ontem extrapolou. Foi mais móvel no meio-campo e ataque, foi incansável o tempo todo e arriscou chutar a gol e por isso acabou marcando por duas vezes.

Dunga capitulou no ataque e percebeu que a grande fase de Ricardo Oliveira poderia ajudar mais a seleção do que o esforço do bundudo Hulk. Menos mal, já é alguma coisa. Oliveira fez o terceiro gol brasileiro em mais uma falha gritante da defesa venezuelana.

Mas Dunga parece alienado ao extremo em algumas situações. Disse que é muito exigente, mas deu nota 8,5 para a atuação do Brasil.

Menos Dunga, bem menos Dunga. No máximo uma nota 6. O Brasil jogou para o gasto, fez o seu dever, mas não encantou e nem jogou um grande futebol.

Dunga disse que o Brasil entrou preocupado com a boa bola aérea do time venezuelano e por isso neutralizar esse tipo de jogada.

Parece que está falando de outro jogo. Praticamente todas as bolas lançadas na área do Brasil entraram com perigo.

Ora porque o goleiro Allison não tão entrosado com a defesa não saia bem, ora porque Miranda e Marquinhos também demonstraram desentrosamento total e chegaram a bater cabeça em alguns lances.

Aliás o gol da Venezuela nasceu de uma bola parada desviada por Viscarondo no primeiro pau quando Miranda não conseguiu chegar a tempo para pressionar o zagueiro contrário e Cristian Santos só tocou para o gol na frente de Allison.

A explicação para a mudança no gol também chamou a atenção de todos na coletiva pós jogo.

Por causa da bola alta da Venezuela, Dunga optou por um goleiro mais alto. Allison tem 1,93 contra 1,88 do fraquíssimo Jefferson, que não é fraco pelo tamanho, é porque é fraco mesmo.

Disse também que o goleiro do Internacional sabe jogar melhor que Jefferson com os pés. Sinceramente não foi o que pareceu até porque a comparação é com alguém que tem sérias dificuldades com os pés e também com as mãos.

Então convoca Rogério Ceni. Nenhum goleiro joga melhor que ele com os pés. Nem o decantado Neuer, o gênio que joga no gol da Alemanha.

Enfim, Dunga tem algumas incoerências que beiram mesmo a alienação. Essa de convocar Fabinho para a lateral-direita e ter medo de escala-lo também é incompreensível. Quando perguntamo responde que Fabinho tem idade olímpica.

Se é para a Olimpíada não devia estar no grupo das Eliminatórias. Toda vez que precisa de um titular para a lateral-direita, Dunga chama de volta Daniel Alves e Fabinho continua reserva.

Mas nem tudo merece crítica. A escalação de Filipi Luis na lateral-esquerda me parecia uma temeridade e ele acertou.

O veterano jogador foi bem melhor que o estabanado Marcelo que tem mais bola que ele, mas que tem sérias dificuldades quando atacam por seu lado.

Filipi jogou bem defensiva e ofensivamente. Participou ativamente da partida.

Quem foi mal daquele lado mais uma vez foi a promessa Douglas Costas, que é muito habilidoso, mas na Seleção não é nem a sombra do grande jogador que é no Bayern de Munique.

Elias desta vez foi liberado para chegar ao ataque e Lucas Lima devia ter entrado antes no lugar do insosso Oscar.

Luiz Gustavo faz um trabalho bem burocrático. Não é à toa que Guardiola chegou no Bayern e já o dispensou preferindo outro brasileiro que na verdade é espanhol chamado Thiago Alcantara, sua cria do Barcelona.

Alcântara, filho do excelente Mazinho campeão do mundo de 94 pelo Brasil, é um volante que sabe jogar e municia o time o tempo todo.

Até o campeão do mundo Schweinsteiger dançou nessa nova configuração do time de Munique.

Schweinsteiger é um volante de contenção com alguma técnica, mas só entrega bola curta, faz poucos gols como aconteceu em toda a sua vida profissional e joga mais de lado do que em profundidade. Não fez nenhuma falta a Guardiola.

Por isso, Dunga, solte o Elias e procure um substituto para Luiz Gustavo. Faça como Guardiola, procure e você acha. Estamos precisando.

Quem sabe Otávio, do Atlético Paranaense; Rafael Carioca, do Atlético Mineiro; Lucas Silva, abandonado pelo Real Madrid, no Paris Saint Germain, ou outros menos votados que a gente nem se lembrou agora.

Pense nisso, Dunga. Eu seu que você é exigente, esse é seu trabalho. Volante como você era não ajuda mais. Acaba sendo um a menos para o time.

Brasil não resiste e perde do ex-freguês Chile

Leia o post original por Fernando Sampaio

chile x brasilO Brasil foi além das minhas expectativas.

A Seleção Brasileira deixou a sensação de que poderia ter saído na frente.

Eu não esperava isso.

A Seleção Chilena está num estágio bem mais avançado. Sampaoli, além de ser um treinador diferenciado, começou o trabalho em 2012. Os frutos estão sendo colhidos agora. Campeão da Copa América, time mais entrosado, confiança, qualidade, Sanchez e Vidal acima da média, com certeza esta é a melhor seleção do país de todos os tempos.

Em casa achei que seria domínio total.

Não foi.

O Brasil estava bem organizado, sofreu a esperada pressão no início depois equilibrou o jogo e levou perigo ao adversário. O time mostrou marcação encaixada, transição rápida, atacantes de velocidade…. William fez uma bela partida. A defesa estava segura, a bola na trave foi de fora da área. É absolutamente normal o Chile criar uma grande oportunidade.

No segundo tempo o jogo ficou aberto e continuou equilibrado até a saída do Valdívia.

Mesmo com a saída de David Luis o time continuou firme. Marquinhos não estava bem. Os ataques do Chile pelo lado do Marcelo tornaram-se mais intensos e perigosos. Oscar estava bem na função tática mas o último passe estava um desastre. O meia atacante puxou bons contra-ataques pela esquerda mas desperdiçou a possibilidade de criar boas oportunidades.

Quando Valdívia saiu o jogo mudou. O chinelinho chileno era a esperança do Brasil. A maioria dos ataques brasileiros saíram de seus passes errados. Quando Sampaoli mudou twittei que Dunga poderia colocar Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Não vou fazer o exercício do “outrismo” e dizer que isso mudaria o jogo. Não dá pra saber. A diferença é que o jogo ainda estava 0x0, a dupla santista entraria descansada e teria mais tempo em campo para criar alguma jogada.

O Chile cresceu com a saída de Valdívia e marcou com Vargas.

Ricardo Oliveira entrou bem e teve duas chances de empate. No final Dunga foi para o tudo ou nada e tirou Luiz Gustavo. A defesa ficou exposta, Alexis Sánchez aproveitou e matou o jogo.

Resultado normal.

O Chile não vencia o Brasil desde 1993.

A última vitória aconteceu justamente um ano antes do Brasil conquistar o tetracampeonato nos Estados Unidos. Parreira, Cafu, Roberto Carlos, César Sampaio, Edmundo, Zinho e Cia perderam de 3×2. No ano seguinte o Brasil foi campeão mundial quebrando um jejum de 24 anos. Portanto, muita calma quando analisar só o resultado isolado.

 

Foto: Mario Ruiz/EFE

Resultado para encorajar a seleção

Leia o post original por Antero Greco

Dunga pode tirar uma grande lição dos 3 a 1 de virada da seleção sobre a França, o amistoso disputado na noite desta quinta-feira, em Paris. O resultado serve para animar o grupo, ainda em fase de reconstrução depois do fiasco na reta final do Mundial. E não só. Tem tudo para tornar-se um estímulo para abrir caminho novo até a disputa da Copa de 2018 na Rússia.

E qual é a senda que surgiu? A de que a seleção não precisa manter-se dependente de Neymar, como tem ocorrido nos últimos anos. Com Mano, com Felipão e mesmo com Dunga, a tática frequente tem sido a de toca pro Neymar e seja o que Deus quiser.

Isso é bom e péssimo. O lado positivo está no fato de que se confia no talento de Neymar, o único brasileiro acima da média nos dias de hoje. Por outro, joga-se enorme responsabilidade em cima de apenas um homem. Quando ele não estiver bem, ou for marcado com eficiência, some. E, por extensão, desaba o esquema da seleção.

Esse erro ocorreu no primeiro tempo, em que os franceses se fecharam, não deram espaço e o desafogo só vinha com Neymar. Sem nada de prático. Na única jogada bem elaborada, veio o empate com o Oscar, numa trama da qual o Neymar também participou.

O melhor ficou para a segunda parte. O Brasil mais solto e com variação no toque de bola virou com o próprio Neymar e consolidou a vitória com Luiz Gustavo. Ou seja, é preciso dar chance para que mais gente cresça e apareça. É necessário incentivar Elias, William, Oscar, Firmino e outros a se desinibirem, a tomarem iniciativa, a ousarem. Assim, cai essa dependência do Neymar.

Será bom para todos – sobretudo para Neymar, que ficará mais livre para infernizar os adversários. A bola está com Dunga, que ele saiba o que fazer com ela.

 

O combustível 7×1

Leia o post original por Rica Perrone

Na minha cabeça os “7×1″ nunca representaram nada além de um jogo muito ruim, uma tarde onde tudo deu errado e um desequilibrio emocional enorme de um time pressionado como nenhum time havia sido em todos os tempos. Na cabeça de outros tantos, 19 jogadores que atuam na Europa e um treinador que acaba de […]

Neymar foi disparado o melhor brasileiro no exterior em 2014, certo? Mais algum outro destaque? E quais foram as decepções?

Leia o post original por Milton Neves

Neymar

Foto: UOL

Os sinos de Natal já estão tocando. Papai Noel já está embalando os presentes para colocar no saco e chegou a hora de fazer um balanço da legião brasileira que joga no exterior.

É claro que a pífia participação brasileira na Copa do Mundo acionou o “desconfiômetro” sobre os jogadores brasileiros, mas eles ainda continuam “bem na fita”.

Neymar ainda é, disparado, o melhor entre aqueles que atuam fora de nossos domínios, certo?

Quem mais foi bem?

Lucas, que começou apagado e claudicante no PSG, melhorou bastante, sobretudo no segundo semestre deste ano.

O atacante Luiz Adriano, do Shakhtar (Ucrânia) está voando.

Oscar (Chelsea), mesmo sem provocar tantos suspiros, tem seus lampejos de craque.

Miranda, do Atlético de Madri, talvez seja o melhor zagueiro brasileiro na Europa, mesmo não sendo tão valorizado quanto David Luiz e Thiago Silva.

E quem decepcionou?

Thiago Silva, o refugante zagueiro da Copa, que perdeu a vaga justamente para Miranda.

Daniel Alves, em curva descendente no Barcelona?

Ou Douglas, que se atrapalhou desde as “embaixadinhas”  também no Barça?

Opine!

Deu Cruzeiro, o Palmeiras vai cair de novo e respeitem a dor de Oscar Mão Santa!

Leia o post original por Milton Neves

PostFoto: UOL

Não foi ruim o Campeonato Brasileiro de 2014, um pouco ao contrário do que aconteceu no ano passado.

Mas poderia ter sido melhor, houvesse o mata-mata, o oxigênio da bola.

Com os jogos eliminatórios 2 a 2, o Brasileiro começaria agora em novembro e dezembro, justamente nos dois meses em que acabou.

Deu Cruzeiro e merecido.

Mas muitos segmentos envolvidos com o mundo da bola perderam ou deixaram de ganhar.

Felipão deu ataque após Cruzeiro 2 x 1 Grêmio, na quinta-feira.

Iludido, continua achando que pode ainda em 2014 apagar os seus históricos e negativos 10 a 1 da Copa.

Impossível!

Nem em 10 milhões de anos o “felipônico” vexame de nossa segunda Copa do Mundo será esquecido.

E olha que o defunto ainda está quente e precisará de séculos para esfriar.

E não é que Murtosa fala?

Tanto falou e xingou que foi expulso de campo na virada cruzeirense na linda Arena Azul do Grêmio.

Grêmio, o imortal que mais morre no mundo!

E a Chapecoense, hein?

Deu de 5 a 0 no Inter e de 4 a 1 no Flu em pleno Maracanã.

Gastando por volta de 3,17% do que gasta o Palmeiras, o time de Chapecó não merece cair.

Para escapar, basta neste domingo dar o último tapa da surra no Botafogo.

Fluminense 1 x 4 Chapecoense!

Além do maravilhoso jogador chamado “Imponderável”, a “Linguiça Atômica” de Chapecó-SC teve ao seu lado o “Fator Aécio Neves”.

Ou seja, Aécio não ligou muito para Minas Gerais na eleição presidencial achando que lá estava tudo em casa e dançou.

Como o Fluminense, não dando tanta bola para a “coitadinha” da Chapecoense.

Aí, os dois, senador e Flu, quando acordaram, já era tarde.

E esss goleada de 4 a 1 da Chape pode ter rebaixado de novo o Palmeiras.

Para mim, o Verdão da “Ananias Parque” perde do Coritiba e do Inter fora de casa e deve cair pela terceira vez.

Assim, Chapecó, a cidade que mais mata porco no mundo, pode ter abatido mais um, um porco paulista.

Sinto que cairão Criciúma, Botafogo, Palmeiras e um time baiano.

Pena que não tenhamos também um mata-mata para os oito piores na definição dos quatro a serem rebaixados.

Seria emocionante.

E não se rebaixem xingando e condenando o santo Oscar Schmidt, o nosso “Mão Santa”.

Sim, ele foi mal em Caruaru, decepcionando os pernambucanos.

Mas não foi de caso pensado.

Quem não sabe, graças a Deus, o que é ter um tumor maligno no cérebro, que atire tantas pedras neste bom homem, hoje atormentado e talvez condenado.

Meu saudoso avô materno, Luis Carlos Fernandes, ferroviário da Mogiana em Muzambinho-MG, morreu no Rio não resistindo à uma operação para retirada de tumor no cérebro.

Era um homem doce, mas se transformava com terríveis dores de cabeça.

Tanto que atirou um paralelepípedo em um galo do “Sítio Invernada” só porque o dono do terreiro cantou bem alto perto dele, um homem doente, com o fatal tumor na cabeça.

O galo morreu na hora, é claro.

Calma com o Oscar, gente, o gigante nasceu no Rio Grande do Norte para ajudar o Brasil inteiro.

E como nos deu alegrias, hein?

Mas, hoje, ele não é mais dono de si ou de seus desatinos.

E nem de seu destino.

Dunga encaixou seu novo quarteto

Leia o post original por Neto

Willian, Tardelli, Oscar e Neymar: o novo quarteto de Dunga

Willian, Tardelli, Oscar e Neymar: o novo quarteto de Dunga

É difícil tirar algo de tão positivo nesses amistosos caça-níqueis da Seleção Brasileira. Esse jogo contra a Turquia foi um verdadeiro passeio do time do Dunga. O placar de 4 a 0 ainda ficou barato para os gringos. Não à toa lá pelo meio da segunda etapa o treinador resolveu testar todo mundo que tinha no banco de reservas. De conclusivo o óbvio: Neymar é monstro! Marcou dois gols e segue caminhando para se tornar o maior artilheiro da história da camisa verde-amarela.

Mas o que fica claro para mim nesse início de trabalho pós-Copa é que o Dunga encontrou rapidamente um fio da meada. Ele já tem na cabeça um quarteto ofensivo que deverá trabalhar com mais frequência: Oscar, Willian, Neymar e Diego Tardelli. É verdade que os três primeiros estiveram no Mundial do Brasil. Mas Willian foi pouco utilizado e Diego Tardelli sequer foi lembrado por Felipão para o grupo dos 23. Mas esse quarteto se encaixa: o Oscar articula mais, enquanto Willian e Neymar são ofensivamente mais agudos. Já o Tardelli é um centroavante que sai da área, rápido e tem um baita poder de conclusão. Nesse amistoso entrou em campo o Luiz Adriano, que é o artilheiro da Liga dos Campeões pelo Schakhtar. Tem qualidade mas o titular do Dunga é o camisa 9 do Atlético/MG.

Pra esse início de planejamento tudo é válido. Mas a verdade é que o ano praticamente acabou e precisamos de amistosos contra equipes mais fortes para testar o esquema pra valer. Quanto antes tentarmos apagar o vexame do 7 a 1, melhor.