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Mais uma piada do Levir

Leia o post original por Odir Cunha


Foi um joquinho. Dava para ganhar

O técnico do Santos é espirituoso, tem boas tiradas e parece sempre de bom humor. Bem, qualquer um de nós, se ganhasse o que ele ganha para fazer o que todo brasileiro sabe, que é escalar um time de futebol, também passaria o tempo todo rindo de orelha a orelha. Só que nesta segunda-feira Levir Culpi abusou das suas piadas e escalou um time para não ganhar do Fluminense e com isso deixar de continuar na luta pelo título brasileiro.

Um time com Alison, Léo Cittadini, Vladimir Hernández e Lucas Crispim vai ganhar de quem? Sem contar as más fases de Zeca, do enrolador Lucas Lima, que sempre dá um jeito de tomar um cartão amarelo , e do ex-artilheiro e pastor Ricardo Oliveira.

Sei que alguns dirão que agora é fácil comentar, pois o jogo já acabou e o Santos, mesmo incentivado por 22 mil pessoas, dos quais 19.457 pagantes, não saiu do zero no Pacaembu. Então, pedindo desculpas desde já por parecer cabotino, repetirei o que escrevi no Facebook logo que soube a escalação que o professor tinha elaborado para enfrentar o Fluminense:

Marcação no meio campo terá problemas. Alison não está bem, Lucas Lima não marca ninguém e Cittadini nem sabe marcar, só trota e cerca. Thiago Ribeiro e Hernández terão de recuar para ajudar a fechar o setor quando o Santos perder a bola. A vitória dependerá muito de Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Nada indica que Alison, Cittadini e os três atacantes jogarão bem, pois não têm jogado satisfatoriamente. Espero que nos surpreendam, ou a vitória não virá e ainda consideraremos o empate um bom resultado. Levir está sendo muito condescendente com o seu ex-clube. Mas ainda terá oportunidade de fazer três substituições e estou certo de que as fará.

Bem, é isso. Se um técnico acha que não tem elenco para duas competições, deveria tomar uma atitude mais digna do que escalar um catadão para um jogo oficial do Campeonato Brasileiro, desrespeitando os torcedores, principalmente àqueles que foram ao estádio. Espero que Levir Culpi encare com mais seriedade o seu trabalho no Santos. Se deixar de fazer piadinhas e escalar os que estão jogando melhor, já será um bom começo. Do contrário, será engolido pela seita, como seu antecessor.

No time, destaco Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e Gustavo Henrique, que voltou ao time após longa ausência. No mais, só vimos jogadores descartáveis. A maioria não consegue jogar melhor, outros podem render mais, porém estão louquinhos para ir embora, casos de Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Mas a maior responsabilidade foi de Levir Culpi, que não percebeu, ou fingiu não perceber, com quais jogadores pode contar este ano.


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Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo

As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

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As dez qualidades do bom jornalista

Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para

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Comportamento do repórter

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Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas

Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem

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Pacaembu, começo de tudo

Leia o post original por Odir Cunha

Há uma nova enquete no ar. Dê sua opinião.

Para alguns torcedores, o fato de Levir Culpi escalar alguns reservas contra o Fluminense indica que o técnico está abrindo mão do Campeonato Brasileiro. Espero que não, pois ainda há um turno inteiro pela frente. Porém, concordo que a prioridade, neste ano, deva ser dada à Copa Libertadores da América. De qualquer forma, quero falar mesmo sobre jogar no Pacaembu, o começo de tudo quando se trata de um planejamento que leve o Santos ao lugar que ele merece.

Exibir-se regularmente em um estádio para 39 mil pessoas, aumentando substancialmente sua média de público, inicia um processo que permite uma campanha permanente de sócios, valoriza o preço da marca Santos na hora de se assinar contratos com patrocinadores e com a televisão e abre enormes perspectivas de marketing.

Quando o menor público que o Santos pode atrair para o Pacaembu ainda é maior do que o público máximo da Vila Belmiro, então não pode haver discussão sobre que estádio é mais conveniente para comportar a imensa torcida santista. Sem contar o aspecto técnico.

Invicto há 23 jogos no estádio paulistano, o Alvinegro tem grande possibilidade de aumentar essa marca logo mais, apesar da escalação de alguns reservas e da experiência de Abel Braga, o técnico do Fluminense.

O time anunciado para hoje deverá ter Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Noguera e Zeca; Alison, Yuri, Jean Mota e Lucas Lima; Thiago Ribeiro e Ricardo Oliveira.

Tudo indica que, sem Copete e Bruno Henrique, Levir Culpi deverá optar por um 4-4-2, com liberdade para Lucas Lima se aproximar mais dos atacantes Thiago Ribeiro e Ricardo Oliveira. A estratégia pode dar certo, ou não. Na última partida, contra o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro, Alison e Yuri não foram bem e perderam o meio campo para o adversário. Agora, além dos dois, o time terá dois atacantes que pouco têm jogado este ano.

O Fluminense deverá ser escalado com Julio César, Lucas, Renato Chaves, Henrique e Marlon; Orejuela, Marlon Freitas, Wendel e Gustavo Scarpa; Wellington Silva e Henrique Dourado. Trata-se de uma equipe nada excepcional, mas de enorme tradição e capaz de algumas vitórias, como aquela sobre o Santos na primeira rodada do campeonato.

A arbitragem terá Andre Luiz de Freitas Castro, auxiliado por Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha, todos de Goiás. O jogo terá cobertura dos canais Sportv e Premiere.

Minha impressão, apenas mais uma entre tantas, é de que a partida ficará amarrada no meio de campo e não haverá muitos gols, talvez nenhum. Como o empate será satisfatório para o time carioca, não me espantaria se Abel Braga armasse bem a defesa à espera de esporádicos contra-ataques.

Se você me perguntar, de chofre, que resultado considero mais lógico, serei obrigado a responder: o empate. Porém, como sempre, torcerei para uma bela a redentora vitória santista. E ela poderá ocorrer se Ricardo Oliveira e Thiago Ribeiro desencantarem esta noite e o time jogar com muito mais vontade do que o fez contra o Atlético Paranaense.


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Ou você prefere esperar, sentado, que a imprensa conte como foram as viagens do Santos pelo mundo?

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Datas e horários: dias 5, 6, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro, das 19h30 às 21h30.

Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP).

Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.

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Under dogs x queridinhos

Leia o post original por Odir Cunha

O Santos representa a arte e a beleza do futebol, a meritocracia, o time que ganha títulos limpamente, contra tudo e contra todos, o melhor que o futebol brasileiro já produziu, aquele que mais ajudou a Seleção Brasileira a conquistar a Jules Rimet. O Flamengo é um grande time, porém protegido pelo sistema, que parte da mídia tenta empurrar goela abaixo de todos os brasileiros. Eles se enfrentarão hoje, a partir das 21h45, no Pacaembu, e o Brasil estará dividido para acompanhar esse grande jogo.

Não creio que haverá espírito de vingança por parte dos santistas devido à forma como foram prejudicados pela arbitragem na semana passada. Haverá, sim, motivação, a mesma que existe quando se enfrenta uma equipe que não joga apenas com 11 jogadores, mas tem a arbitragem, as instituições do futebol e parte influente da mídia ao seu lado. E por essa motivação, somada ao incentivo incondicional dos santistas que estarão no Pacaembu, acredito que o Santos, mais uma vez, se sairá bem contra o ardiloso rival.

Pena que o copeiro Vecchio não possa jogar, mas Renato provavelmente retornará ao time e sua experiência poderá ser vital em um jogo eletrizante como deve ser o de hoje. Outra esperança santista é a de que Lucas Lima e Ricardo Oliveira voltem a mostrar ao menos um pouco do que sabem. Faz tempo que o habilidoso meia e o artilheiro não dão o ar de sua graça. A certeza, porém, é a de que jogadores como Bruno Henrique e Copete se empenharão bastante em busca da vitória.

O Santos tem sido muito mais eficiente no ataque com o técnico Levir Culpi. Parou com aquela frescura de tocar indefinidamente a bola, sem objetividade. Sua defesa também está bem mais firme, o que não é o caso da defesa do Flamengo. Por isso, o jogo deve ser equilibrado, mas as chances de uma boa vitória santista são grandes.

O Santos sempre foi do povo

Com o déficit educacional que grassa no País e com a tevê substituindo a sagrada e imparcial difusão de conhecimento, que deveria ser sua obrigação, pela lavagem cerebral dos seus telespectadores, ultimamente se quer impor apenas dois times como os do povo brasileiro, em uma enorme falácia. Se o futebol é o esporte mais popular, todos os times profissionais têm sua parcela de popularidade, principalmente os de grande torcida, que no Brasil ultrapassam duas dezenas.

Se para analisar as raízes dessa popularidade tivermos de ir até as origens dos clubes, veremos que o Santos, fundado por abolicionistas, já nasceu popular e sem preconceito, pois tinha jogadores negros em seus quadros em 1913, enquanto o Flamengo se conservava rigorosamente elitista décadas depois. Sobre isso, no livro “O Negro no Futebol Brasileiro”, escreveu o notável jornalista Mario Filho, o mesmo que dá nome ao Maracanã:

O Flamengo não podia ter nenhum preto em futebol. Em futebol precisava ser branco, tão branco como o Fluminense. Não era de admirar, portanto, que quando gente do Flamengo e do Fluminense se juntava para formar um escrete carioca, o escrete saísse todo branco, do quíper ao extrema-esquerda.

Um detalhe: Mário Filho era flamenguista. Pertencia, porém, a uma época em que jornalistas priorizavam a verdade. E a verdade é que orubro-negro, instalado confortavelmente na Zona Zul do Rio, jamais foi tão ligado ao povo simples como o Vasco, por exemplo, este sim um clube do subúrbio que se abriu aos negros, pobres e nordestinos e por isso foi marginalizado pelos outros grandes do Rio. E ao inaugurar o seu estádio, em 1927, construído com o esforço de seus aficionados, foi o Santos, outro under dog de São Paulo, que os vascaínos convidaram para o jogo inaugural. Essa é a história. Essa é a verdade.

Em 1935, ano em que o Santos conquistou o seu primeiro título paulista, a situação do Campeonato Carioca mostrava o Fluminense com nove títulos, o Botafogo com oito e, empatados, América e Flamengo com seis cada um. Depois vinha o Vasco, com quatro. Há informações de que a partir dali é que surgiu um plano, com apoio de parte da mídia, para que o Flamengo se tornasse, ou parecesse, mais popular. O domínio da Rede Globo, a partir da década de 70, trouxe a cereja que faltava.

Mas mesmo esses científicos homens do marketing sabem que os mercados mais ricos do Brasil são a capital e o interior do Estado de São Paulo, e nesses dois mercados cobiçadíssimos a torcida do Santos é dez vezes maior do que a do clube carioca. Jamais farão com que uma criança paulista engula um time carioca, ainda mais um de elite disfarçado de popular.

Esses mesmos marqueteiros já devem saber que uma pesquisa internacional recente mostrou que o Santos tem 1,2 milhão de aficionados no exterior, contra 700 mil do rival carioca.

Bem, vamos ao jogo. Ao entrar no Pacaembu, logo mais, olhe bem as arquibancadas, as numeradas, o tobogã, e perceba que a proporção entre torcedores do Santos e do Flamengo será a mesma que distingue a importância de um e outro na história do futebol mundial. Quem reinou no planeta, sempre será majestade.


Começar de novo. Hoje!

Leia o post original por Odir Cunha

Olho para o céu, está firme, o chamado “de brigadeiro”. O confronto é histórico. Jamais no futebol brasileiro houve um clássico assim, com o Santos de Pelé diante do Botafogo de Garrincha. Hoje faltarão os ídolos, os super craques, mas a rivalidade estará em campo a partir das 21 horas, no aconchegante Pacaembu. O improvisado Elano dirigirá um remendado Santos diante do bom Botafogo de Jair Ventura. O adversário está melhor, mas o Santos está em sua maior casa e lutará pela marca inacreditável de 20 vitórias consecutivas no Pacaembu.

Mais do que nunca o Alvinegro Praiano experimenta a sensação de viver uma crise que pode se transformar em oportunidade. O torcedor já viveu momentos assim tantas vezes, que sente um misto de apreensão e ansiedade. Ha o medo de um novo insucesso, mas também há a esperança de uma vitória redentora.

Com as contusões de Zeca e Caju a lateral esquerda virou um problema e Elano resolveu colocar o ambidestro Matheus Ribeiro por ali. A princípio, é o lado mais preocupante da preocupoante defesa santista, que ainda terá Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz.

No meio, o técnico interino decidiu escalar o experiente Vecchio no lugar de Vladimir Hernandez. Elano conhece aquele pedaço, Vecchio tem um estilo mais cadenciado, como o próprio Elano. O argentino jogará ao lado de Renato e Thiago Maia. Creio que foi uma boa escolha.

A grande novidade no Santos será a entrada do garoto Arthur Gomes como centroavante, ladeado por Vitor Bueno e Ricardo Oliveira, ou Kayke. Gostei. Elano sabe que o torcedor santista gosta de garotos no ataque, pois com eles em campo sempre terá bons motivos para acreditar que um dia surgirá um novo menino de ouro, como Elano já foi um dia.

Mas o adversário é perigoso e destemido. No papel, não é nenhuma brastemp, mas tem um técnico inteligente, que sabe tirar o máximo de seus jogadores. Sétimo colocado, com sete pontos, o time carioca tem quatro pontos ganhos a mais do que o Santos, que é o décimo-sexto na classificação geral. Será um duelo bom de se assistir e de torcer. Todos ao Pacaembu!

Santos x Botafogo – Pacaembu, 21 horas
(Se ainda não tem ingressos, chegue uma hora e meia antes para comprar com tempo de ver o início da partida. Senhores e senhoras com 60 anos ou mais, ou crianças até 12 anos podem entrar de graça. Para isso é preciso levar o RG).
Santos – Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro; Renato, Thiago Maia e Vecchio; Vitor Bueno, Arthur Gomes e Ricardo Oliveira (Kayke). Técnico: Elano.

Botafogo – Jefferson (Helton Leite), Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Bruno Silva, Rodrigo Lindoso, Matheus Fernandes e João Paulo; Rodrigo Pimpão e Roger. Técnico: Jair Ventura.

Arbitragem:Jailson Macedo Freitas, auxiliado por Alessandro A. Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira, todos da Bahia.

E você, o que espera do jogo de hoje?

CURSO DE REDAÇÃO NAS FÉRIAS DE JULHO

Para Vestibular, Enem e Concursos

Professor: jornalista e escritor Odir Cunha

Aulas teóricas e práticas

Curso 1
Terças e quintas das 19 às 21 horas
A partir de 3 de julho
Carga horária: 16 horas
Inscrições abertas
Vagas limitadas

Curso 2
Apenas às sextas feiras, das 19 às 21 horas
A partir de 7 de julho
Carga horária: oito horas
Inscrições abertas
Vagas limitadas

Local: Dept Cult!
Rua Alexandre Dumas, 613, Chácara Santo Antonio
Informações: blogdoodir@blogdoodir.com.br


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Que tal gastar só um pouquinho para conhecer um pouco mais a história do Santos e também divulgá-la entre os amigos santistas?


Santos é o melhor parceiro para o Pacaembu

Leia o post original por Odir Cunha

Por Lucas Otero, cientista social

Dando vazão às promessas de campanha do prefeito, foi anunciado hoje um projeto de concessão por no mínimo 10 anos do complexo do Pacaembu, por 9 milhões anuais. Não é só o estádio que está em jogo: são quadras poliesportivas, piscinas, quadras de tênis. A meta desse texto é discutir o valor cultural do complexo, além de cifras financeiras e discussões partidárias.

Não é novidade para ninguém que o Pacaembu passa por uma crise. Sem os jogos que o Corinthians costumava mandar no local, os custos parecem proibitivos para a Prefeitura. Além disso, a maior ameaça é o esquecimento: com menos jogos no ano, o estádio vai perdendo seu significado histórico como lugar de confrontos esportivos.

Na área de patrimônio histórico, sabemos o que isso pode acarretar: menos gente se lembra de sua importância, menos verbas são destinadas para o local, num ciclo de degradação que pode destruir até os lugares que nos parecem mais intocáveis. Sem sensacionalismos, mas cabe colocar os pontos nos is.

É principalmente por isso que é interessante?—?para o Pacaembu!?—?que o Santos o assuma como sua segunda casa e mande regularmente jogos lá. É assim que se manterá sua importância, a mesma que justificou a proteção por órgãos de patrimônio como o CONPRESP e o CONDEPHAAT.

Pense em time com o histórico que o Santos possui, jogando em um lugar tão relevante quanto o Pacaembu. É uma conjunção de forças que as novas arenas, com seus mármores e alumínios, nunca alcançarão. Também seria impossível pensar que essa cena seria tão forte se fosse um time movido por investimento ou empresários de longínquos lugares.

Além de recolocar o Pacaembu no circuito esportivo da cidade, com a regularidade de jogos, o Santos também poderia trazer uma nova vitalidade para o uso do complexo esportivo. Já há programas interessantes acontecendo no local, mas que podem ser complementados por um fluxo maior de sócios do clube. Difícil imaginar que, com facilidades para sócios do Santos, o uso de um complexo tão completo e central não aumentaria. Poderia, até mesmo, ser um atrativo para mais santistas da capital se tornarem sócios, inclusive.

Também cabe falar das famosas dificuldades devido ao tombamento. Creio que a maior dificuldade é o costume de renegar a história das cidades brasileiras, devastando totalmente para depois criar planejamentos que parecem perfeitos.

Para quem costuma lidar com o campo do patrimônio, sabemos que a aparente dificuldade de manter o que já existe é, na verdade, um grande benefício. E, no caso do Pacaembu, as restrições de alteração física são poucas. No fundo, basta respeito à história construída no local para adequar as instalações às demandas atuais.

Caso seja concretizada a parceria entre o Pacaembu e o Santos, a oportunidade que se apresenta é única, pelo tamanho das duas instituições envolvidas. A história do futebol brasileiro, do estádio e do clube seria relembrada e continuada. Enfim, mais um capítulo marcante na história do Paulo Machado de Carvalho?—?o seu, o meu, o nosso Pacaembu.

E você, o que acha da opinião do Lucas Otero?

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A pior derrota

Leia o post original por Odir Cunha

Perder para o Cruzeiro, na Vila Belmiro, por 1 a 0, é normal. Porque o Santos estava desfalcado de Lucas Lima, o único que se assemelha a um craque nesse time; porque o Cruzeiro é uma equipe de respeito e porque jogar em um estádio envidraçado por camarotes que abafam os gritos do torcedor, com apenas 7.025 pessoas presentes, não mete medo em ninguém. O que não é normal, o que significa a maior derrota do Santos no momento, é a mentalidade vigente no clube de que encastelar-se nos muros de sua cidade vai salvá-lo das tristezas do futebol.

Muitos santistas, até alguns que trabalham para a gestão que domina o clube, alertaram que três jogos seguidos na Vila Belmiro seria uma fórmula pronta de prejuízo. Nesse domingo, por exemplo, não havia jogo na capital, então por que não marcar Santos e Cruzeiro para o Pacaembu? Sabe-se, porém, que os assessores mais radicais do presidente defendem que só jogos sem expressão sejam levados para São Paulo. Como é ano de eleição, Modesto Roma não quer contrariá-los.

Assim, ignorando o bom senso e os mínimos princípios de planejamento que se espera de um clube de futebol profissional, o Santos fez os três jogos na Vila Belmiro, e obteve os públicos de 5.921 pessoas contra o Coritiba, dia 20 de maio, sábado passado; 6.632 espectadores contra o Sporting Crystal, dia 23, terça-feira, e agora, 7.025 torcedores contra o Cruzeiro, em uma média de 6.526 espectadores por partida.

Contra o Coritiba, segundo o balanço financeiro divulgado pela CBF, o jogo proporcionou um lucro líquido de 32 mil e 661 reais, mas só as “despesas diversas” chegaram a 44 mil e 891 reais. É fácil prever, portanto, o montante que o Santos deixou de ganhar ao contrariar a maioria de seus torcedores e marcar três jogos seguidos para o Urbano Caldeira.

Se o Pacaembu fosse um estádio maldito, onde o Santos perdesse todos os seus jogos, ainda se entenderia. Mas no estádio municipal de São Paulo o Alvinegro Praiano é o detentor do recorde de 19 vitórias consecutivas e mantém uma média de público que se aproxima de 25 mil pessoas. É incompreensível, amadora e discriminatória essa aversão ao estádio mais bem localizado do Brasil, onde o Santos tem uma tradição de grandes públicos, vitórias memoráveis e títulos históricos.

No Campeonato Brasileiro do ano passado foram as derrotas na Vila Belmiro que tiraram do Santos a chance de lutar pelo título. Neste ano o time ganhou do Coritiba devido a uma atuação extraordinária do goleiro Vanderlei e agora perdeu do Cruzeiro em um jogo no qual foi dominado boa parte do tempo. Não dá para dizer que o time jogaria melhor e ganharia no Pacaembu, mas também não dá mais para dizer que na Vila ele ganha todas. Nem uma criança acredita mais nessa crendice.

Assim, é irrelevante destacar quem jogou bem ou mal contra o Cruzeiro. Acho que o time todo se esforçou e deu o máximo que pode. Ocorre que os jogadores não podem dar mais do que isso. Falta ao time, principalmente, um armador talentoso e inteligente, que possa substituir ou jogar ao lado de Lucas Lima. Falta também um atacante mais jovem, rápido e com alguma técnica. Ricardo Oliveira tem técnica, mas já lhe faltam pernas. Na defesa, se continuasse de pé e não desse o carrinho, provavelmente Lucas Veríssimo não teria sido driblado. Porém, são detalhes.

O mais importante não é só ganhar os jogos, mas planejar uma trajetória que torne o Santos saudável financeiramente, com possibilidade de contratar melhores jogadores e se manter ainda mais cativante para os jovens, abrindo assim novas possibilidades mercadológicas. Mas não será jogando para um público médio de 6.500 pessoas que ele conseguirá isso.

E você, o que acha?

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O melhor de dois mundos

Leia o post original por Odir Cunha

A Grande São Paulo, com seus mais de 21 milhões de habitantes, permite ao Santos estádios repletos, dezenas de milhares de associados, uma convivência mais próxima com a imprensa e os maiores patrocinadores, o que resulta em incrível fortalecimento de sua marca. A cidade de Santos, a capital da Baixada Santista, região com um milhão e meio de habitantes, significa a base histórica e cultural do Glorioso Alvinegro Praiano, lugar ideal para a construção de um amplo, moderno e exemplar centro de treinamento para infanto-juvenis, município que, otimizando os seus equipamentos voltados ao esporte, entre eles museus, estádios, pontos históricos, deverá se transformar na Cidade do Futebol.

Sem as possibilidades de ascensão empresarial representadas pela Grande São Paulo, o Santos definhará como clube grande; sem a cidade de Santos, o time perderá suas raízes. Ambas as regiões são essenciais. Abrir mão de uma delas significa enfraquecer o Santos, que pode e deve saber utilizar, com inteligência e sem vaidades, o melhor de seus dois mundos. Este é o maior desafio dos futuros administradores do clube, mas tem tudo para ser vencido, desde que as artimanhas da política não superem a lógica, a lucidez e a vontade honesta de trabalhar pelo bem comum dos santistas.

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Uma grandeza puxa outra

Leia o post original por Odir Cunha


Este foi o primeiro jogo que assisti no estádio. Santos e Cruzeiro, os dois melhores times brasileiros na época. Estava lá com meu irmão Marcos, companheiro e amigo eterno, no meio dessa turma que vibrou na geral do Morumbi. Este é o Santos que aprendi a amar e não abro mão. O melhor, o melhor sempre, este é o Santos. Assim deve ser.

Uma grandeza puxa outra

Tenho respondido a alguns santistas sobre qual seria a melhor forma de administrar o Santos para que ele utilize todo o seu potencial mercadológico. Bem, admitindo que hoje o Santos usa apenas uma pequena parte desse potencial não é preciso ser nenhum gênio para encontrar essa resposta, pois todas as iniciativas e fases que levam ao objetivo final estão ligadas ao mesmo princípio.

Basta determinar uma primeira meta e todas as outras se seguirão a esta, naturalmente. Sabendo-se que, com exceção da visibilidade na tevê, as duas condições que expressam a dimensão de um clube são a média de público de seus jogos e sua quantidade de sócios, podemos começar por qualquer um desses dois requisitos e chegaremos às mesmas conclusões quanto à forma correta de se gerir o Santos.

Creio que falo por todos nós quando digo que queremos e podemos aspirar a um quadro de 100 mil associados. Se clubes como o Porto, de Portugal, com 1,5 milhão de torcedores, têm mais de 100 mil sócios, nosso Santos, caso organize um bom programa de recompensas e trabalhe duro e ininterruptamente atrás dessa meta, não chegará a 100, mas a 200 mil sócios. Porém, pensemos em “apenas” 100 mil como uma boa meta para uma gestão de três anos.

O dinheiro que vem do quadro associativo não depende de negociações com a tevê ou com patrocinadores, é uma manifestação direta do amor e da confiança do torcedor no seu time e na direção do clube. Creio que o santista apoiará em peso o clube desde que confie em seus dirigentes, desde que os julgue competentes, trabalhadores, ousados e honestos. Portanto, não tenho dúvida alguma de que esse objetivo de 100 mil sócios em três anos é plenamente viável.

Se um clube tem muitos sócios, chegamos ao segundo passo, que é definir onde mandar seus jogos. Com 100 mil associados o Santos terá de jogar em um estádio que comporte ao menos um terço deles, ou seja, 30 mil torcedores. Esse tem sito o segredo dos bons públicos do alviverde e do alvinegro da capital. É uma receita que pode e deve ser copiada pelo Santos.

Qualquer criança de dez anos sabe que um clube com 100 mil sócios e média de público superior a 20 mil pessoas conseguirá melhores negociações com o patrocinador máster, o patrocinador de material e as empresas interessadas em merchandising, sem contar, obviamente, os acordos com a televisão.

Tudo isso melhorará o faturamento do clube, reduzindo suas dívidas e aumentando a verba destinada a contratações e à preparação de jogadores jovens, ou seja, esse rendimento financeiro se reverterá em um time mais forte e competitivo, fechando um círculo virtuoso que, desde que as premissas da administração não sejam mudadas, manterá o clube em um estágio invejável.

Isso não pode ser olhado como um conto de fadas. Tudo o que citei é plenamente realizável e tenho certeza que o será, por mim, ou por outro presidente com visão, capacidade de trabalho e compromisso de honra com a seriedade e a honestidade. Não faço questão de ser o líder que levará o Santos ao seu melhor caminho, mas faço questão que o nosso querido clube, nosso amado time alvinegro praiano encontre esse caminho.

Como última consequência natural de tudo o escrevi, é óbvio que o Santos deve permitir o voto à distância, deve permitir e saudar a participação de seus santistas de todos os cantos, pois há muito tempo nosso clube não é mais um time de vila, mas um time do mundo. Essa é a realidade do Santos incomensurável que queremos. Espero que essa visão regionalista, que poucos tentam impor a muitos, seja sepultada definitivamente na próxima eleição e que o Santos siga, livre, forte, atrevido, em busca de seu futuro universal.

E você, o que acha disso?

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