Bolão do Miltão: Muitos”amistosos” no Brasileirão; “emoção” só na zona da degola!

Leia o post original por Milton Neves

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CAMPEONATO BRASILEIRO

Fluminense 0 x 2 Sport. O Flu se salvou de mais um rebaixamento e dá pouca pelota para o jogo contra o desesperado Sport…

Corinthians 1 x 2 Atlético-MG. O campeão perde mais uma e o Galo vai se garantindo na Libertadores/2018.

Cruzeiro 0 x 1 Vasco. O Vasco também está de olho em uma vaga na Libertadores. A Raposa, campeã da Copa do Brasil, já está em clima de férias. Falando no confronto, um dos maiores craques de todos os tempos, fera também escrevendo, que se formou em medicina, foi ídolo máximo no Cruzeiro mas teve pouco tempo no Cruzmaltino, por conta de uma lesão. Clique aqui e veja sua página na seção “Que Fim Levou?”.

Coritiba 2 x 1 São Paulo. O Coxa vai escapar. E é bom o Tricolor pensar em 2018 com seriedade, senão será mais um ano de sofrimento para os são-paulinos.

Grêmio 1 x 1 Atlético-GO. Com uma mão na taça da Libertadores, o Imortal está dando de ombros para o vice do Braileiro, ainda que renda alguns milhões a mais na conta…

Ponte Preta 2 x 1 Vitória. Duelo de desesperados em Campinas. Melhor para a Macaca!

Avaí 1 x 0 Atlético-PR. E o Avaí acordou! Veremos se foi tarde demais…

Flamengo 2 x 1 Santos. Esperava-se muito mais do Mengão no Brasileiro… De qualquer forma, vitória de virada sobre o Peixe!

Bahia 1 x 1 Chapecoense. Ambos estiveram cotadíssimos para o rebaixamento e conseguiram escapar! Empate será o resultado mais justo!

Palmeiras 2 x 1 Botafogo. E o Verdão, que terá Roger Machado em 2018, está querendo o prêmio de consolação de vice do Brasileiro…

SÉRIE B

América-MG 2 x 0 CRB. O América ganha fácil e levanta o caneco da Série B.

Internacional 1 x 0 Guarani. O Colorado terá de se contentar com o vice…

COLOQUE SEU E-MAIL NA MENSAGEM PARA CONTATO, OK? SOMENTE SERÃO VÁLIDOS PALPITES COM O E-MAIL, POIS DO CONTRÁRIO NÃO TEREMOS COMO NOS COMUNICAR COM O VENCEDOR.

Os palpites postados serão válidos até às 17h00 (horário de Brasília) deste sábado (25/11/2017)

ATENÇÃO: Apenas um prognóstico (com os respectivos placares completos) por participante, um único IP, ok?. Aqueles que enviarem mais de um prognóstico não serão considerados. Favor escrever os nomes dos times do jeito que eu fiz, pois fica fácil na hora de conferir. Portanto, não valerão palpites com abreviaturas, apelidos e sem acentos. Também só serão considerados palpites em uma única mensagem, ou seja, não valem palpites em duas mensagens (uma com alguns jogos e outra com outros). Vencerá aquele (a) que acertar mais jogos, mas em caso de empate, o ganhador será definido por sorteio.

E o felizardo (ou felizarda) vai receber em casa um par de calçado Rafarillo (não necessariamente igual ao das fotos abaixo), pois a remessa depende dos modelos disponíveis no estoque do fabricante

CLIQUE AQUI E ACESSE O SITE DA RAFARILLO

Milton Rafarillo red

Este é o Silvio Junior Mendes, que nos mandou a seguinte mensagem: “Como prometi, aí  está a foto do Rafarillo, comprovando que o recebi, gostei muito, simplesmente um par de sapatos muito lindo e não posso deixar de dizer que veio em boa hora, irei estreá-lo na Primeira Comunhão de minha filhota Sthefani. Aqui em casa todos comemoramos com o excelente presente que o Milton Neves e a Rafarillo nos proporcionou. Fico grato e motivo a todos os palpiteiros a palpitar, uma hora chega a vez de vocês, pois a minha chegou e irei usufruí-lo com muito gosto. Mais uma vez, obrigado a todos! Aproveito para desejá-los um Feliz e Santo Natal e um 2018 cheio de coisas boas! Eu espero títulos e mais títulos do meu Mengão. Um abraço fraterno a todos! Obs: Moro em Palmas, no Paraná, a segunda cidade mais fria do Brasil”.

Hiroshi Shimuta, Cícero e Adnilson Silva, todos da Nicom, com seus calçados Rafarillo

O jornalista Nivaldo de Cillo, elegante com seu novíssimo Rafarillo

Mário Frungillo (à esquerda), da capital paulista, venceu duas vezes o “Bolão” em 2017 e ganhou dois pares da Rafarillo. Ele posou ao lado do filho Marcelo Frungillo (que ganhou um de presente dele) e dos netos, todos palmeirenses!

Gilberto Camargo Ribeiro, de Valinhos-SP, vencedor de Bolão em junho de 2017

Wellington de Oliveira (de São Paulo), Cláudio Portugal (de Limeira) e João Batista Benetti (o João Mula, de Cuiabá), em junho de 2017

Letícia Zavaglia, de Ribeirão Preto, foi a melhor no Bolão dos dias 22 e 23 de abril de 2017. Ela deu o Rafarillo para o seu namorado, o Guilherme Andrade de Britto, ao seu lado na foto, e mandou a seguinte mensagem: “Acabei de receber o meu Rafarillo, belíssimo e estiloso, ganhei na minha primeira tentativa e agora vou presentear meu namorado, o qual já tentou vários palpites aqui no site e não ganhou, rs. Isso prova que mulher também entende de futebol, kkkkk.”

Este é o Dr. Jeferson Luiz Mezzomo, de Caxias do Sul, com seu belo Rafarillo em seu consultório na Serra Gaúcha!

Este é o colorado Guilherme Schenkel com seu Rafarillo. Ele mora em Campo Novo do Parecis-MT. Ele foi o vencedor na rodada de 18 e 19 de março de 2017. “Recebi meu Rafarillo, belíssimo por sinal. Parabéns pelo blog e pelo comprometimento com quem o acompanha”, escreveu o Guilherme.

O sorridente e competente jornalista Fernando Fernandes

O Diretor da Mondial (líder em eletroportáteis no Brasil), Giovanni Marins Cardoso

O são-paulino Flavio Calderon, vencedor de um Bolão no Blog do Terceiro Tempo

Acima o belo Rafarillo recebido por Jefferson Jean Silva de Oliveira

Este é Adnilson Silva, da Nicom, feliz da vida ao receber seu Rafarillo! E, à direita, já calçando o seu “pisante”!

Marcelo Teixeira com seu Rafarillo, ao lado de Waldir Santos

Este é o ex-goleiro Tomires, de Ribeirão Preto-SP

Diário de viagem – Grêmio 1×0 Lanus

Leia o post original por Rica Perrone

Fui!

Era 1 da manhã de terça-feira quando eu tomava a saideira no pagode do Arlindinho Cruz na Barra da Tijuca.  Meu despertador tocaria as 4h30 para fazer uma mochila e correr pro aeroporto onde embarcaria as 6 para Porto Alegre.

Duas horas mal dormidas, uma chuvinha fraca, chata, catimbeira, que é pra ja ir se acostumando. E cá estou, no voo da GOL com destino ao fim do planeta.

Tem uns 3 gremistas no meu avião. Os mais nervosos de todo vôo, óbvio.  Ao meu lado um senhor baba enquanto ouve uma música ruim que salta do fone. Na frente uma criança chora, reclama e pergunta de detetives de um prédio azul. Atrás uma senhora lê.  Eu escrevo porque não consigo dormir em avião.

Um gremista falou comigo no aeroporto.  Sujeito estranho. Horas da final da Libertadores ele se aproxima, rindo, como se fosse haver mundo amanhã, e pergunta: “E ai Rica? Vai no Gruta hoje?”.

Porra… quer mandar recado pra mãe? Quem pensa em puteiro em dia de final?

Tô morto. Pareço um zumbi. Mas feliz. As vezes o dia a dia nos faz esquecer que escrever a história a nossa maneira é um privilégio. E é isso que tô indo fazer.

A boa notícia, torcedor gremista, é que aqui em cima, após subir muito além das nuvens, o céu está azul.  É um sinal.  “Eu não consigo mais falar, amor!”

Até já!

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Hotel fofo

Cheguei as 9 no hotel. Tenho compromisso as 13h, logo, preciso dormir. Meu check in é as 14h.  Fudeu pra sempre.

Mas a moça do hotel é uma fofa. Cheguei lá,  cavalinho do Grêmio na entrada, ela de camisa do Grêmio. Eu disse: “Moça, eu vim pro jogo. To muito cansado. Nao dormi. Me deixa entrar antes pra dormir um pouco…”.

  • Bah! Vieste ver o Gremio?  Perai que já te arrumo um quarto!

#MelhorPessoa

Dica de hotel: Hotel Praça da Matriz

Brigado, moça!

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De repente, eles!

Fui a um hotel entregar um documento de trabalho. Lá chegando tinha um grupo de argentinos que era com quem eu ia me encontrar.  Mas para minha surpresa, além deles, havia um elenco inteiro junto.

Sim, eu estava no hotel do Lanus e eles acabavam de almoçar. Estavam todos pelo saguão. E fiquei observando por alguns minutos o time deles.

É “pequeno”.  Time de bairro mesmo, o que aumenta seus méritos, mas que me dá alguma sensação de que o Grêmio precisa se valer disso. Precisa impor a eles a noite quem é quem desde o primeiro lance.  Eles não são um grupo de grandes jogadores esperando mais uma decisão.

É um sonho pra eles. Diferente do Gremio.  Consegui me explicar?

Foda-se, to com pressa. Partiu Arena!

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Resenha

Encontrei o pessoal do Sportv.  O amigo Caio, o colega Sérgio Xavier e os capitães Adilson e William.  Caioba é um ser humano que devia ser estudado.

Sua ofensa mais pesada quando irritado é chamar alguém de “bananão”.  Sério, não é uma piada dele. Ele faz isso de verdade.

E o mais bacana é que em meio a diversos “jornalistas” isenções ali, eu encontrei nos ex jogadores uma coisa mais parecida comigo. Todos eles TORCIAM pro Grêmio sem a menor isenção. Que é o que acredito.

Não vi o Roger, mas vi pelas redes dele que idem. Também torcia, foi no churrasco em volta, se juntou com a galera, enfim.  Viveram um dia de final.

Falta ao nosso jornalismo relembrar o porque amam futebol. Se ainda o amarem.

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É muito mais que esporte

Já entrei, já andei lá fora, já senti o clima das 15h até agora. Os times acabaram de entrar, a bola vai rolar. Eu passei por um cidadão de uns 35 anos, gordo, que chorava muito após os times entrarem em campo.

E a cena é surreal. Mas comum em finais pra quem frequenta.

Seu filho de uns 7 anos o consolava também chorando. Os dois uniformizados da cabeça aos pés, como eu fiz minha infância toda com meu velho, e ali começa a inversão natural da vida. Onde nós cuidamos deles.

Talvez pra alguns seja no estádio. Pra esse menino, certeza. Ele tinha as duas mãos no rosto do pai e dizia algo como “é o grêmio, pai” e choravam.

Eu segurei as lagrimas e sai andando antes que desmontasse ali mesmo.  E eu ainda tenho que discutir sobre se é melhor noticiar o Drone ou ajudar o Gremio a viver essa noite…  #jornalismo

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Euforia no ponto

Eu morro de medo de finais previamente decididas e tinha medo de ver isso na Arena. Não aconteceu. Do momento que cheguei até a saída o gremista tem plena consciência que o jogo é duro não está nada resolvido.

O time, idem. Em momento algum do jogo foi pra cima igual maluco ou parou de tocar a bola de pé em pé.  É maduro. Pode dar errado, mas mesmo que dê, o Grêmio sabe o que está fazendo.

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Efeito barra brava

Eu nunca vou rejeitar a idéia, mas eu acho que posso discordar do conceito.  Entendo ser culturalmente bem próximo do sul e por isso respeito bem mais a identidade portenha deles do que de cariocas.  Mas nos dois casos, eu não vejo efeito tão bom quanto a lenda diz.

Eu gosto da idéia do apoio. Acho incondicional discutível. Mas acho que o jogo todo manter um som ambiente mais cala a sua torcida do que empurra o time.

O som repetido e lento se torna o fundo musical do jogo. Não mexe com o jogo em determinado momento. É um apoio? É! Mas o que mexe no jogo é quando todo mundo levanta e canta uma musica do nada. Não a frequente musica com a batucadinha das barras.

É uma lenda mundial que “torcidas sul-americanas cantam o jogo todo e isso é do caralho”.  Pode até ser. Mas já perguntou pra um jogador se é mais impactante no jogo um som de apoio incondicional o tempo todo ou explosões que eles sabem não ser a regra do apoio e sim um ato de real empolgado?

Eu já.

Respeito ambas. Mas não tenho esse encanto que o brasileiro tem por “cantar os 90 minutos”.  Eu prefiro torcidas que reajam mais vezes só que não por acordo. Mas por real empolgação e tentativa de interferir na partida.

Enfim.

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A volta

Chego no aeroporto, Tite no meu voo.  Fudeu. Se cair morro com uma nota no rodapé da notícia: “Blogueiro também estava no voo”.

Que falta de dignidade. Tantos seguidores, anos de luta para estar na lista de passageiros? Porra, Tite!

Mas relaxa. Não caiu. Vai ter hexa, e vai ter tri.

Até Buenos Aires!

abs,
RicaPerrone

Interesse do Palmeiras faz críticos chamarem Lucas Lima de “novo Valdivia”

Leia o post original por Perrone

O interesse do Palmeiras em Lucas Lima já rende críticas de conselheiros ao meia e até um apelido pejorativo para o jogador. Temendo a combinação de alto investimento com rendimento irregular há quem chame o atleta de “Valdivia do presidente Mauricio Galiotte”.

A alcunha é uma referência à última passagem do chileno pelo alviverde, considerada por muitos no clube a pior contratação da história palmeirense. Ela foi feita na gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo.

As críticas atuais partem de conselheiros de diferentes alas. Mas há uma divisão, pois Lucas Lima também tem defensores em correntes políticas distintas.

Conforme mostrou o UOL Esporte, o Palmeiras está disposto a investir entre R$ 47 milhões e R$ 50 milhões durante cinco anos para contar com o meio-campista. A patrocinadora Crefisa pode ajudar, mas não integralmente. Na conta estão salários, luvas, bonificações e comissões para empresários. Mesmo sem terem recebido oficialmente a informação de quanto a diretoria pretende investir, os críticos da negociação afirmam que o desempenho do jogador no Santos não justifica altos gastos. Avaliam que Lucas Lima pode repetir a história de Valdivia em seus últimos anos no clube, com raras atuações de gala e pesadas despesas.

O blog conversou com seis conselheiros sobre o tema. Quatro deles se posicionaram contra a ideia de contratar Lucas Lima. Desses quatro, três acreditam que, se contratado, o meia não dará retorno compatível com o investimento e um classificou a possível contratação como muito arriscada por causa da irregularidade recente do atleta. Desses críticos, dois são ligados ao grupo de Mustafá Contursi, um tem atuação mais independente, porém mantém boa relação com Galiotte, e o outro é desafeto do ex-presidente.

Um dos consultados, Carlos Degon, do grupo de oposição UVB (União Verde e Branca), não quis se manifestar por não conhecer os valores exatos que o Palmeiras pretende investir em Lucas Lima. Por sua vez, Wlademir Pescarmona, líder da UVB, vê com bons olhos a iniciativa. “Acho um excelente jogador. Agora o futebol está tão inflacionado que não sei mais o que é caro ou preço de mercado. Se ele estiver focado faz a diferença. O Palmeiras está precisando de um meia. Depois do Valdivia ficou faltando”, disse o conselheiro.

Em 25 jogos com a camisa santista no Brasileirão deste ano, Lucas Lima marcou só um gol. De acordo com o site Footstats, ele é o segundo jogador da equipe em assistências na competição com cinco. Perde para Bruno Henrique, que fez 11 em 26 apresentações.

 

 

Adesivaço em São Paulo

Leia o post original por Odir Cunha

Sócio do Santos, o dia D do nosso clube se aproxima. Será 9 de dezembro, data da eleição para a presidência do Santos e a composição do Conselho Deliberativo para o triênio 2018/19/20. Eu votarei em José Carlos Peres, candidato da chapa 1, a Somos todos Santos, que terá Orlando Rollo como candidato a vice. Peço o seu voto e o seu apoio à Somos todos Santos, pois ela construirá um Santos universal, sem fronteiras, e tem chances reais de vencer a eleição e impedir a reeleição de Modesto Roma e da filosofia separatista que hoje impera no nosso clube.

Nos próximos dias teremos dois eventos importantes em São Paulo, nos quais espero encontrar os amigos do blog que compartilham das mesmas ideias para o futuro do Santos. O primeiro será o Adesivaço, neste sábado, no bairro da Bela Vista, e o segundo, na terça-feira, um encontro no Bar Santa Tereza, na rua Fradique Coutinho, Vila Madalena.

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O Adesivaço será na Rua Francisca Miquelina, 294, Bela Vista, das 10 às 18 horas. Leve seu carro e ajude a divulgar a Somos todos Santos. O adesivo é bonito e fácil de ser retirado depois.

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O Bar Santa Tereza fica na Rua Fradique Coutinho, 888, Vila Madalena. Venha discutir o futuro do Santos comigo, José Carlos Peres e Orlando Rollo.

Amanhã é o último dia para mudar o domicílio eleitoral
Diante da grave situação administrativo-financeira do nosso clube, é importante que José Carlos Peres, da chapa 1, a Somos todos Santos, seja eleito presidente do Santos no dia 9 de dezembro. Para isso, você que é sócio do Santos e gostaria de votar em São Paulo no dia 9 de dezembro, deve enviar um e-mail para o endereço domicilioeleitoral@santosfc.com.br avisando que pretende votar em São Paulo. O e-mail deve conter o seu nome completo, número do CPF e número de sua carteirinha de sócio do Santos. No dia da eleição, compareça à sede da Federação Paulista de Futebol, na rua de mesmo nome, Barra Funda, com sua carteirinha do Santos e um documento de identidade com foto.

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Quem fica e quem sai? Continue opinando sobre os jogadores do eloenco do Santos que devem ficar e sair. Farei a tabulação na segunda-feira.

Para não dizer que não falei de futebol
Essa final de Libertadores está provando que não é preciso ter nenhum craque no time para se chegar perto de títulos importantes. O Lanús é um time apenas arrumadinho, mas dominou o primeiro tempo e poderia ter ido para o segundo com um gol de vantagem. Tentou catimbar e fazer cera na segunda etapa e foi castigado com um gol de Cícero, isso mesmo, Ciço, aquele. Com a ótima pesquisa que já está sendo feita no mercado, o Santos poderá montar um time vencedor em 2018 sem gastar nenhuma fortuna.


“Puta que pariu…”

Leia o post original por Rica Perrone

Douglas era o “último 10”, o ponto central do Grêmio na articulação e peça insubstituível pra 2017.  Aí um dia um gremista me disse: “Puta que pariu, perdemos o Douglas…”.

O ano começou sem ele, o time manteve o padrão, Renato mexeu no Luan, e o Grêmio se ajeitou.

Nessa época o Grêmio já havia anunciado a volta de Fernandinho. E então o garoto que perdia muitos gols era uma opção ainda contestável, o reserva mais ainda.

“Puta que pariu, o Fernandinho…”

Preciso lembrar dos “dois gols do Pedro Rocha!?”. Nem os do Fernandinho, imagino eu.

Vem Léo Moura, que o Flamengo achou “inútil”.  E “Puta que pariu, o Léo Moura…?”.

Vem Cortez, nada cotado. E “puta que pariu… O Cortez!?”

Veio Barrios. Outro “refugo” que saiu espinafrado do Palmeiras.  “Puta que pariu, o Barrios…”.  E ele resolveu a vaga contra o Botafogo.

Perde-se Wallace.  “Puta que pariu, sem o Wallace…”. E surge Arthur.

Perde-se o Pedro Rocha. E “puta que pariu, como vai ser sem o Pedro Rocha….”.

A bola na área, o atacante cara a cara, “puta que pariu, fudeu…” e o Grohe estica o braço e faz um dos maiores milagres da história do futebol.

Vem Jael. Vem Cícero.

Mas “puta que pariu…. O Cícero!?”

E aos 35 do segundo tempo na decisão surge a plaquinha:  Entra Jael!

“Puta que pariu, o Jael!?”

Ele escora, Cícero empurra, o planeta treme.  É mais um gol do Grêmio.

Mas não está resolvido. Tem o jogo da volta, a grande final, e será lá.

Ouvi alguém dizer “puta que pariu, a final será fora de casa…!”?

abs,
RicaPerrone

Com mais sorte que juízo, Grêmio vence o Lanús e fica perto do tri!

Leia o post original por Milton Neves

Grêmio 1 x 0 Lanús

Todo mundo esperava muito mais futebol em uma final de Libertadores.

Especialmente do time da casa, que levou um baile no primeiro tempo e só conseguiu equilibrar o duelo na etapa final.

Mas, contando com mais sorte que juízo, o Grêmio achou um golzinho no final do jogo, com Cícero (que estava encostado no São Paulo), e ficou, claro, pertinho de conquistar o seu terceiro título da Libertadores.

Mas, se essa taça vier mesmo, os gremistas terão que agradecer de joelhos ao goleirão Marcelo Grohe.

Novamente ele operou um milagre, desta vez após cabeçada de Braghieri, que por muito pouco não entrou.

E, no intervalo da Rádio Bandeirantes, previ:

“Depois dessa defesa de Marcelo Grohe, está na cara que o Grêmio vencerá a partida por 1 a 0”.

Dito e feito!

Às vezes até me assusto com o tanto que eu entendo de futebol!

Bom, mas agora o Imortal tem uma enorme vantagem, é verdade.

Mas não custa lembrar que esse mesmo Lanús, na fase anterior, conseguiu reverter uma vantagem muito maior do poderoso River Plate!

Então, vamos com calma…

Opine!

Prós e contras de Roger Machado no Palmeiras

Leia o post original por Michelle Giannella

Foto: Bruno Cantini/CAM

A contratação de uma das revelações do futebol brasileiro como treinador, nos últimos anos, tem gerado polêmica nas redes sociais. Abaixo, listo alguns prós e contras em relação à contratação de Roger Machado pelo Palmeiras:

A favor do treinador:
– Comenta-se que foi indicado por Tite para assumir o Verdão e já recebeu elogios em outras oportunidades do treinador da Seleção
– Já foi jogador, então sabe como lidar com os atletas
– Já treinou equipes grandes como Grêmio e Atlético Mineiro
– Ganhou o Campeonato Mineiro com o Atlético em 2017
– Trabalha com um estilo de futebol moderno e tem ideias inovadoras

Contra o treinador:
– A pressão de dirigir um time como o Palmeiras. Se não tiver o apoio da diretoria, não dura até a final do Paulistão
– Faltam títulos ao treinador, falta currículo, ou seja, ainda é visto por muitos como inexperiente para uma equipe do tamanho do Palmeiras
– Chega com a obrigação de vencer a Libertadores. Imagine só a pressão!
– O elenco gostava e apoiava Alberto Valentim
– Tem no grupo muitos jogadores medalhões, assim sendo, vai ter que conquistar o apoio e respeito dos atletas para ser o real comandante dessa equipe.

 

JaRDel e o filme que já vimos. Grêmio 1 x 0 Lanús.

Leia o post original por Mauro Beting

JaRDel que não faz gol… Grohe que não sofre gol… Renegados desenganados que saem do banco para fazer história… Meia que substituiu volante e faz o gol da vitória…

 

Mais do mesmo. Mais do Grêmio.

 

Grohe foi o Grêmio em Guaiaquil com uma das mais espetaculares já vistas no continente. Grohe foi o Grêmio no primeiro tempo de apenas duas chances do ótimo Lanús contra uma mísera chegada gaúcha em saída de bola errada do goleiro Andrada. De um time que sabe jogar e pensar o jogo. Mas pensa que sabe demais e extrapola. Passa em vez de dar um bico longe o goleiro que se acha e, por tabela, se perde. E por isso quase deu ao Tricolor o gol na chance única no primeiro tempo asfixiado e enervante.

Sem espaço pela eficiente marcação argentina num 4-1-4-1 bem executado e nada espaçado.

 

 

O Grêmio se perdeu ao se afobar. Ao não ter o que o Lanús quase excede. Calma para executar passes e aproximações. Dobrando marcação e multiplicando opções de jogo para um time que não tem melhores jogadores que o Grêmio. Mas que parece jogar melhor. Foi assim que chegou duas vezes na primeira etapa. E só não chegou ao gol por Grohe.

 

 

A primeira no canto direito, aos 33, foi difícil. A segunda, aos 39, foi mesmo de Grohe Banks, como destacou Luiz Carlos Jr., no Sportv. Defesa para reanimar qualquer equipe. Como voltou bem melhor do intervalo o Tricolor. Avançou os laterais, botou fôlego e gás mais à frente, e arriscou.

 

Everton entrou como de praxe, aos 12, substituindo Fernandinho. Mas ainda faltava muito mais de Barrios e ainda mais de Luan, em partida pouco inspirada e de muitos passes errados. Arthur poderia se soltar mais e articular. Mas o Lanús também não dava mole. O Grêmio subiu a marcação, deu o bote lá em cima. Mas os granate saíam jogando de pé em pé com serenidade. Ainda que mais pressionados pelo avanço brasileiro. Um Audax argentino, nas palavras do colunista Roberto Zanin, do Meu Timão.

 

Aos 17, Jailson perdeu boa chance em cabeçada depois de cruzamento de Geromel (!?). O Grêmio cresceu com a Arena. Mas não o suficiente. Aos 25, Cícero foi dar mais força ofensiva e também aérea no lugar de Jailson. Como se fosse Ailton na decisão brasileira de 1996, quando substituiu o volante Dinho, aos 30 do segundo tempo, contra a Lusa, no Olímpico. Aos 28, Renato apostou em Jael no lugar de Barrios. Como se fosse o César do título de 1983. Quase como se fosse Jardel em 1995.

 

 

O cruel Jael de 17 jogos sem gol pelo Grêmio. Atleta de Renato no Bahia. Daquelas apostas que só o Grêmio consegue. Porque parece que só o gremista acredita. Ele mais acredita que torce. Ainda que ninguém pareça acreditar em Jael além de Renato.

 

Ao menos Jael parecia acreditar nele. Tanto que chutou aos 33 uma bola em contragolpe onde tinha melhores opções. Não era o caso. E nem parecia ser mais nada. Até o estádio murchava. Como em 1996, no Olímpico, quando um balão pra área da Portuguesa daria no gol do título de Ailton. Como aos 37 uma bola foi levantada por Edilson lá de longe, da direita, para JaRDel cabecear para Cícero se infiltrar e abrir o placar. Marcando seu primeiro gol pelo Grêmio.

 

Cícero que saiu escorraçado do São Paulo. Jael que chegou assim para o Grêmio. Tricolor que parecia que não chegaria mais quando abriu a contagem para o round final na Argentina.

 

Parece que já vimos esse filme. Parece que já veremos esse Grêmio.

 

Só faltou o árbitro de vídeo ver o pênalti fora do lance de bola sofrido por Jael.

 

Veja a análise do jogo de Gustavo Roman

Dilema

Leia o post original por André Kfouri

Entre Abel Braga e Roger Machado, a questão principal não é qual dos dois treinadores é o melhor para o Palmeiras (talvez Roger já tenha sido contratado enquanto você lê essas linhas). O que é mais intrigante é como um clube – e especialmente um clube que demonstrou tantos desvios de convicção durante a temporada que está terminando – considera dois treinadores de perfis tão distintos. Esclarecer esse dilema é mais importante do que escolher um ou outro.

Em qualquer clube organizado, a montagem do elenco precisa ser compatível com o técnico que o comandará, ou vice-versa. O Palmeiras foi reprovado nesse exercício quando dispensou Eduardo Baptista e chamou Cuca para dirigir um grupo que tinha diferenças com o jogo que ele enxergava. A medida passou pela impressão de que Baptista não tinha currículo para se afirmar no dia a dia com os jogadores, mas foi Cuca – que tem – quem se envolveu em problemas de relacionamento. A responsabilidade é de quem toma as decisões.

Um cenário semelhante se apresenta para 2018, e a direção palmeirense se mostra propensa aos mesmos equívocos. O elenco é considerado “difícil”, o que exigiria a contratação de um técnico experiente, capaz de administrar jogadores voláteis. Assumindo que essa é uma leitura correta (não é), a opção por Roger não faria sentido. O argumento da falta de estatura seria lançado na primeira sequência de resultados ruins, levando à necessidade de uma “correção de rota”, como se viu no episódio da demissão de Eduardo. Tudo embalado pela ladainha de que “futebol é resultado” e/ou “infelizmente é a nossa cultura”.

A supervisão de um grupo de jogadores não é tarefa exclusiva do técnico. A autoridade que essa posição demanda emana de diversos aspectos profissionais e pessoais, mas também do nível de suporte interno que o treinador recebe daqueles que estão acima dele. A noção de que o técnico deve comandar sozinho, sob pena de perder o lugar se as coisas não andarem bem é muito confortável para quem participa da tomada de decisões. Permite que se erre à vontade, porque o preço sempre será pago com a cabeça alheia e o discurso atrasado que apenas simula eficiência (mas ilude os fanáticos).

O Palmeiras precisa definir quais são as características do jogo com o qual pretende alcançar os objetivos de 2018, uma vez que o elenco não foi montado por um treinador específico, o que seria o ideal. Depois, estabelecer qual é o perfil de técnico mais apropriado para essa ideia de futebol, e aí tratar de nomes. Mas, acima de tudo, precisa fazer o oposto do que fez neste ano: sustentar as próprias escolhas.

O post Dilema apareceu primeiro em Blog André Kfouri.