Tormentos do Inter

Leia o post original por Antero Greco

Jogar Série B é complicado para qualquer time. Porém, o trauma fica maior para aqueles que têm história mais rica e estão acostumados com situações de protagonismo e não secundárias. Caso do Internacional, pela primeira vez na divisão de acesso.

A queda inédita, ocorrida no ano passado, não foi bem digerida e ainda provoca traumas, em jogadores, direção e torcida. A fase de reconstrução costuma ser árdua e nem sempre tranquila. Não são todos os “gigantes” que se adaptam facilmente à nova realidade.

Isso está escancarado na forma como o Colorado se comporta na situação estranha de correr atrás de vaga para voltar à elite. A cartolagem manteve a base de 2016, contratou muita gente, já trocou de treinador – tudo na esperança de montar equipe confiável e competitiva.

Ela ainda não apareceu. O Inter versão 2017 não emplaca uma sequência firme de bons resultados. Era assim com Antonio Carlos Zago, não tem sido diferente com Guto Ferreira. O técnico anterior e o atual não conseguem dar padrão que se espera, não veem o grupo deslanchar. É um perde, ganha, empata preocupante. E as cobranças já são evidentes.

A insegurança do Inter deu as caras em Goiânia, neste sábado, na derrota por 2 a 1 para o Vila Nova. Em raros momentos, foi superior ao adversário, poucas as ocasiões em que se impôs. Teve dificuldade para obter o empate (em pênalti discutível) e, mais ainda, não resistiu a uma pressão nem tão forte. Ao ser apertado, cedeu o resultado para o rival.

O Inter está em sexto lugar; fora, portanto, do G-4. A diferença em relação ao líder América-MG é de apenas seis pontos (30 a 24), o que significa que nada está perdido. De maneira alguma, sobretudo se se levar em conta que há 22 rodadas pela frente. Uma vida.

Tempo suficiente para reação, para firmar-se como candidato a um lugar na elite. E, até, para ser campeão, o que vejo como obrigação, para um clube dessa envergadura. O problema do Inter, porém, está na demora para ter estabilidade e eficiência. Problemas vão da defesa, ao meio-campo até chegarem ao ataque. Não há regularidade, e é visível a tensão.

Boto fé no retorno do Inter. Mas a estrada é mais esburacada do que se imaginava.

 

Na base do abafa. Flamengo 2 x 1 Coritiba.

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE GUSTAVO ROMAN

Valeu pelos três pontos. Com certeza, o torcedor que foi a Ilha do Urubu ou assistiu a partida pela televisão não gostou da performance da equipe. Escalada num 4-4-2 pelo pressionado Zé Ricardo, o Flamengo contou com Rômulo e Arão centralizados. Berrío na direita. Geuvânio na esquerda. Everton Ribeiro com liberdade para armar o time e encostar em Guerrero no comando do ataque.

O primeiro gol, marcado por Berrío logo aos sete minutos de jogo deu a impressão que seria fácil. Não foi. O time carioca deu a bola para o Coritiba. Passou a atuar de forma mais reativa. Se fechou atrás e buscou explorar os contragolpes. Não sofreu na defesa como vinha acontecendo nas últimas rodadas. E ainda criou pelo duas boas oportunidades de ampliar a vantagem.

O Coxa voltou com Neto Berola na vaga de Alan Santos. E empatou com menos de um minuto. Tomas Bastos deu ótimo passe nas costas dos pesados zagueiros Rubro-Negros. Henrique Almeida aproveitou-se da lentidão da zaga e marcou. É o quarto gol seguido que leva o Fla da mesma fora.

Mais organizada, a equipe paranaense foi melhor coletivamente. Incomodou com a velocidade de seus atacantes. Zé Ricardo mostrou uma certa dose de desespero. Começou a empilhar jogadores de meio para frente. Vinícius Júnior, Felipe Vizeu e Lucas Paquetá entraram nos lugares de Berrío, Geuvânio e Rômulo.

O time ia a frente de qualquer forma. Cruzava inúmeras bolas sobre a área. Numa delas, Juan mandou uma cabeçada no travessão de Wilson. Mas dava espaços perigosos ao adversário. Estivesse o Coritiba numa melhor fase ou se contasse com atletas mais qualificados a coisa poderia ter ficado feia. De tanto insistir, Vinícius Júnior, que até então errara tudo, sofreu pênalti bobo de Márcio já nos acréscimos. Everton Ribeiro cobrou com categoria e deu a vitória aos donos da casa.

O Flamengo venceu porque tem um time melhor individualmente. E também porque apesar de todas as dificuldades nunca desistiu. Mesmo que só cruzando bolas. O coletivo ainda é muito pobre. E quando isso acontece, só mesmo o talento individual pode salvar. Porém, é preciso jogar muito mais. E logo.

ESCREVEU GUSTAVO ROMAN

Veja a análise de Gustavo Roman 

Na base do abafa. Flamengo 2 x 1 Coritiba.

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE GUSTAVO ROMAN

Valeu pelos três pontos. Com certeza, o torcedor que foi a Ilha do Urubu ou assistiu a partida pela televisão não gostou da performance da equipe. Escalada num 4-4-2 pelo pressionado Zé Ricardo, o Flamengo contou com Rômulo e Arão centralizados. Berrío na direita. Geuvânio na esquerda. Everton Ribeiro com liberdade para armar o time e encostar em Guerrero no comando do ataque.

O primeiro gol, marcado por Berrío logo aos sete minutos de jogo deu a impressão que seria fácil. Não foi. O time carioca deu a bola para o Coritiba. Passou a atuar de forma mais reativa. Se fechou atrás e buscou explorar os contragolpes. Não sofreu na defesa como vinha acontecendo nas últimas rodadas. E ainda criou pelo duas boas oportunidades de ampliar a vantagem.

O Coxa voltou com Neto Berola na vaga de Alan Santos. E empatou com menos de um minuto. Tomas Bastos deu ótimo passe nas costas dos pesados zagueiros Rubro-Negros. Henrique Almeida aproveitou-se da lentidão da zaga e marcou. É o quarto gol seguido que leva o Fla da mesma fora.

Mais organizada, a equipe paranaense foi melhor coletivamente. Incomodou com a velocidade de seus atacantes. Zé Ricardo mostrou uma certa dose de desespero. Começou a empilhar jogadores de meio para frente. Vinícius Júnior, Felipe Vizeu e Lucas Paquetá entraram nos lugares de Berrío, Geuvânio e Rômulo.

O time ia a frente de qualquer forma. Cruzava inúmeras bolas sobre a área. Numa delas, Juan mandou uma cabeçada no travessão de Wilson. Mas dava espaços perigosos ao adversário. Estivesse o Coritiba numa melhor fase ou se contasse com atletas mais qualificados a coisa poderia ter ficado feia. De tanto insistir, Vinícius Júnior, que até então errara tudo, sofreu pênalti bobo de Márcio já nos acréscimos. Everton Ribeiro cobrou com categoria e deu a vitória aos donos da casa.

O Flamengo venceu porque tem um time melhor individualmente. E também porque apesar de todas as dificuldades nunca desistiu. Mesmo que só cruzando bolas. O coletivo ainda é muito pobre. E quando isso acontece, só mesmo o talento individual pode salvar. Porém, é preciso jogar muito mais. E logo.

ESCREVEU GUSTAVO ROMAN

Veja a análise de Gustavo Roman 

Nem apito salva o Inter! Equipe gaúcha joga mal e perde em Goiânia. Assim, ficará na Série B!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Divulgação/Internacional

Vila Nova 2 x 1 Internacional.

Segue mal o Inter na Série B.

Nem o apito (mais um) o salvou da derrota em Goiânia, 2 a 1 para o Vila Nova.

Depois do escândalo contra a Luverdense, no Beira-Rio, hoje um pênalti inexistente.

A equipe colorada perdia por 1 a 0 (gol de Alípio) e o tal pênalti foi marcado (o defensor do time goiano estava de costas para a bola que tocou em seu braço).

William Pottker não tinha nada com a história, bateu, o goleirão quase defendeu, mas veio o empate.

Mas, sabem como é, a justiça foi feita no final e o Vila Nova marcou em um contra-ataque rápido, com de Mateus Anderson, gol que deixa a equipe goiana provisoriamente em quarto lugar.

O Inter está fora da zona de classificação, em sexto.

Guto Ferreira, segue balançando, e talvez nem tenha tempo de trabalhar com os novos reforços, Leandro Damião e Camilo.

Será que o Inter vai se recuperar?

O 1º turno está terminando e, desse jeito, não volta à elite em 2018.

PELA SÉRIE A…

Vitória 1 x 2 Chapecoense.

No Barradão, mais um vexame do vitória, penúltimo colocado do Brasileirão.

Reinaldo abriu o placar para o time catarinense aos 27 minutos do 1º tempo.

O empate veio com Neilton, aos 14 mintuos do segundo, mas quatro minutos depois, Lourency recolocou a Chape na frente.

O time de Santa Catarina sobe, provisoriamente, para o nono lugar.

OPINE!!!

Última chance do último ‘tiriça’?

Leia o post original por Craque Neto

Quem acompanha minhas mídias sabe que na última temporada fui extremamente crítico ao elenco que a diretoria do Corinthians montou. Gastaram uma baita de uma grana e trouxeram uma legião de jogadores sem vontade e sem o ‘espírito’ para atuar no clube. Foram os casos principalmente do atacante Guilherme e do meia Marlone, ambos emprestados para outros corajosos times do futebol brasileiro. Outros dois, Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto ainda permanecem no elenco. O primeiro melhorou bastante. Tem ficado como opção no meio aos titulares Rodriguinho e Jadson e quando acionado tem executado bem a função. Sinceramente acho que merece […]

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Desempenho do Corinthians e sonho com seleção fizeram Pablo reduzir pedida

Leia o post original por Perrone

Ao acertar sua renovação com o Corinthians até dezembro de 2021, Pablo aceitou bem menos do que seu empresário, Fernando César, havia pedido. O bom desempenho do líder do Brasileirão e a esperança de conquistar uma vaga na seleção brasileira fizeram com que o jogador se contentasse com a proposta alvinegra. O acordo foi feito nesta quinta, um dia antes do anúncio de que ele ficará parado seis semanas por causa de uma lesão, e só vai ser assinado se os corintianos chegarem a um acordo com o Bordeaux pela compra dos direitos do atleta.

Desde o início das negociações, o empresário do beque, disse que a pedida seria a mesma que ele fez quando Pablo chegou por empréstimo até dezembro. Ele havia sugerido que as quantias de salário e luvas ficassem prevista em contrato para o caso de Pablo ter seus direitos comprados. Porém, a diretoria corintiana se recusou a deixar os valores ajustados. Quando a negociação recomeçou, de cara o clube avisou que não poderia atender ao pedido, pois estouraria seu teto salarial.

A avaliação de Pablo e de seu agente, então, foi de que seria difícil encontrar um clube agora que lhe desse maior visibilidade que o Corinthians em termos de seleção brasileira. O fato de a campanha do primeiro colocado no Campeonato Nacional ter a segurança defensiva como um de seus pontos principais valoriza o trabalho do zagueiro. Ir para Europa na atual janela de transferências ou até para um clube de qualquer país no ano que vem poderia exigir tempo de adaptação e talvez prejudicasse o sonho de disputar a copa de 2018. Esse foi o pensamento.

Além disso, pesou também o fato de o jogador se sentir feliz e em casa no Corinthians.

As duas partes não falam em cifras, mas confirmam a redução significativa em relação ao primeiro pedido do representante do jogador.

Para a diretoria, o trato foi uma vitória por conseguir a permanência do zagueiro sem afetar seu plano financeiro. O principal objetivo dos cartolas neste momento é não perder jogadores durante a disputa do Brasileiro. Caso o Bordeaux recebesse uma oferta de 3 milhões de euros, o clube brasileiro teria que pagar essa quantia imediatamente para evitar a saída de Pablo. Agora, tentará um parcelamento. Na próxima semana deve enviar um dirigente para negociar na França.

 

Fred foi rejeitado pelo Palmeiras! É brincadeira???

Leia o post original por Craque Neto

Acreditem se quiser! Nesta sexta-feira o repórter Fernando Fernandes participou do programa ‘Os Donos da Bola’ da Band e veio com essa bomba: o Fred foi oferecido e o Palmeiras rejeitou. Isso mesmo! A diretoria do Palmeiras não quis o jogador que é o principal artilheiro do País e optou por contratar o desconhecido Deyverson por impressionantes R$ 18 milhões. Dá pra acreditar? O torcedor mais apaixonado pela turma do executivo Alexandre Mattos vai perguntar: mas quando foi isso, seu ‘Zé Ruela’? Isso teria acontecido com o semestre em andamento pouco antes da sondagem pelo Diego Souza do Sport. Ou […]

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O cristal do Timão trincou!

Leia o post original por Milton Neves

Embalado, o Corinthians não poderia ter empatado com o Atlético-PR em casa e com o Avaí em Florianópolis.

Eram dois jogos fáceis, seis pontos no papo e a manutenção do estado de graça de um time comum que tinha virado excelente nas ótimas e surpreendentes mãos de Fábio Carille.

Mas, ao ganhar do “invencível” Palmeiras dentro do Allianz Parque, comemorou demais e se acomodou.

Foi a chamada “letargia pós-orgasmo”, comum depois de um anterior grande sucesso no mundo do futebol.

Agora é segurar a onda, contrariar o profético Renato Gaúcho, recolher os cacos e recomeçar a ganhar.

Mas acho que perde do Fluminense no Rio.

E vou mais longe, adiantando-me ao final do primeiro turno.

Se o Grêmio não voltar com seus times mistos, os “míseros” seis pontos de gordura do Timão irão virar pó.

É que os quatro jogos finais do Grêmio são mais fáceis do que os quatro do Corinthians.

E o Tricolor gaúcho, do agora saudoso jornalista Paulo Sant’Ana, está para cima, embalado.

Enquanto que o líder de Itaquera deu uma perigosa estacionada.

E Paulo Sant’Ana, que estacionou no céu, era o Geraldo Bretas do Rio Grande ou o Mário Moraes de Porto Alegre.

O narrador José Carlos Guedes e eu o entrevistamos no Centro de Imprensa de Grotta Rossa da RAI em Roma, durante a Copa de 90 na Itália.

Nas duas TVs do estúdio da Rádio Jovem Pan rolavam uma luta de judô e a final de Roland Garros com o equatoriano Andrés Gómez sendo campeão.

Foi quando o grande Paulo Sant’Ana disse: “O tênis até que dá para engolir, mas judô nunca. As regras do judô são como cordas do violão, jamais vou entender ou aprender”.

Mas ele sempre ensinou jornalismo polêmico e histórico – o que adoro -, bem como a arte de cronista esportivo não omitir seu time sem perder a imparcialidade.

Paulo Sant’Ana subiu e espera que agora o Corinthians desça mais um pouco para o seu Grêmio encostar ou passar o líder.

Eu também.

Para mim, o Grêmio termina em primeiro lugar no final do primeiro turno!

“Acontecerá” o seguinte:

O Corinthians perde do Flu, do Fla e do Galo.

E empata com o Sport.

E o Grêmio ganha do São Paulo, do Santos, do Atlético-GO e do Galo.

Placar da tabela?

Grêmio líder com cinco pontos de vantagem!

É que o Timão perdeu o embalo, psicologicamente está caído e seu cristal, se não espatifou, trincou.

Não sei se o cristal é da República Tcheca, mas que os dois últimos empates para o Corinthians foram uma… Praga, isso foram!

Opine!