E se o atacante que fez o gol com a mão assumisse a irregularidade?

Leia o post original por Mauro Beting

Não estou falando do Jô, nem do Corinthians, nem de Itaquera, do Vasco, Euriquinho, FPF, Dalai Lama. Estou falando do lance irregular. Erro crasso. Como também foi erro quase tão claro o pênalti no primeiro tempo sobre o atacante que meteu o braço no instinto artilheiro. No instante do gol. Algo que acontece. Mas que poderia ser evitado usando o mesmo braço para assumir a irregularidade.

Ele perderia um gol. Ganharia um amarelo. O time dele perderia a chance de ampliar ainda mais a mais do que merecida liderança no campeonato. Mas ele ganharia um lugar na história. Uma bela chance de dar um exemplo. Belo exemplo. Chance de ser condecorado pela Fifa.

Só que o atacante fez o que quase todo mundo faria. Acredito. O que é muito triste. E mais ainda pela hipocrisia dos clubistas. Quase todos talvez tivessem atitude ou discurso diferentes se torcessem pelo time que foi beneficiado.

Todos acabaram metendo a mão nesse lance. Todos saíram derrotados.

Mas, acredite. O futebol já ganhou algumas vitórias muito além do campo. Nos casos que mostro no vídeo abaixo. Lances históricos de fair-play em campo.

Fair-play existe no futebol

Pitacos – Não é o APITO que está ajudando o Corinthians a ser campeão. São os rivais!

Leia o post original por Craque Neto

A vigésima quarta rodada do Brasileirão começou no sábado com a surpreendente vitória do lanterna Atlético/GO sobre a Ponte Preta em Campinas. E com aquele golaço no final que fechou a conta: 3 a 1 que derrubou até o técnico Gilson Kleina. Pelo visto a Macaca não é mais a mesma, hein? E o Peixe? Jurava que brigaria pelo título com o Timão. Mas por causa da disputa da Libertadores resolveu escalar os reservas contra o Botafogo no Rio. Resultado? Apanhou por 2 a 0 e praticamente dá adeus a essa disputa. Foco total no jogo contra o Barça do […]

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A vida anda rápido

Leia o post original por André Kfouri

1 – Um gol perdido foi também um sinal postivo. Na jogada que Romero iniciou após um erro de Madson, apareceu a associação dos dois meias, tão importantes para o bom funcionamento da maneira de jogar do Corinthians: Jadson para Rodriguinho, na área. O chute passou perto da trave e enganou muita gente ao tocar a rede por fora.

2 – O Corinthians tinha controle e boa circulação, embora sem o capricho para superar o bloqueio vascaíno diante de sua área. Também se defendia com solidez, permitindo ao Vasco apenas dois chutes de fora da área na primeira meia hora, ambos defendidos por Cássio com certa dificuldade.

3 – Na medida em que o time carioca passou a jogar um pouco mais adiantado, os espaços se tornaram generosos. Mas o plano de fazer a bola chegar por dentro a Jô não teve efeito. É uma jogada vital para o Corinthians, seja com o atacante como destino final ou viabilizador da aparição de companheiros. Tem sido silenciada por marcação competente, ainda que, neste domingo, Jô possa reclamar de um pênalti ignorado.

4 – Rodriguinho teve outra ocasião, de cabeça, dentro da pequena área. O álibi da surpresa – Jô não conseguiu alcançar a bola, que se ofereceu de repente – é válido, mas tocá-la por cima do travessão pareceu o mais difícil. O primeiro tempo começou e terminou com um gol que ele quase marcou.

5 – E o segundo tempo se abriu no mesmo tom: Jô cruzou do lado esquerdo e Rodriguinho concluiu à curtíssima distância de Martín Silva. A defesa no reflexo, com a mão direita, salvou o Vasco.

6 – O atual momento do líder do campeonato é marcado por claros defeitos de execução. O bonito lance de Rodriguinho com Fágner, tabelando pelo lado direito, propiciou um caso exemplar. Jadson aguardava a bola na marca do pênalti para finalizar a jogada treinada e tantas vezes bem sucedida, mas o chute saiu torto.

7 – Com Arana e Jadson, combinação parecida do lado esquerdo. Passe para trás, para a chegada de Maycon. Outro chute com a direção errada, outro gol que ficou no quase.

8 – Há passagens em que um time de futebol dá a impressão de que encontrará um jeito de vencer jogos, mesmo que esteja em um mau dia. Há outras em que, por mais que produza e tente, sugere que não terá sucesso.

9 – O lance do gol é uma ilustração das dificuldades momentâneas do Corinthians. Excelente avanço de Marquinhos Gabriel pelo lado esquerdo, cruzamento desviado que provavelmente tocaria na trave e entraria. Mas Jô, com o braço direito, criou um tento irregular cuja validação é uma lástima.

10 – Cabe um comentário sobre a inutilidade do árbitro que se posiciona ao lado da trave e não vê o toque de mão, ok. Mas, quantas vezes forem necessárias: em um jogo com árbitro de vídeo, um gol como esse jamais veria a luz do dia. Não há justificativas.

11 – Jô era o jogador envolvido no episódio de fair play de Rodrigo Caio, no Campeonato Paulista. A vida anda rápido.

12 – O Corinthians jogou mais do que o Vasco e teve diversas oportunidades para marcar. Terminou por vencer o encontro com um gol ilegal, o tipo de ocorrência que não tem mais lugar no futebol. Enquanto o resultado – somado aos demais, aumentando a vantagem na liderança do campeonato – será visto como prova de recuperação, a atuação voltou a exibir alguns problemas das rodadas recentes.

DIFERENTE

Paulinho se projetou pelo meio da defesa do Getafe, acelerou para pedir a bola a Lionel Messi, recebeu, dominou, travou um adversário no corpo e marcou o gol da vitória do Barcelona, o primeiro dele pelo clube. Um gol muito celebrado em campo, e que pode indicar de que forma o brasileiro será utilizado em um time que pretende voltar a jogar com posse. De todos os nove meiocampistas do elenco, Paulinho é o jogador cujas características mais se distanciam da ideia que o Barcelona tradicionalmente representa. Talvez por isso seja aquele que pode contribuir com um comportamento diferente, inesperado. O começo foi interessante.

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Não vejo tantos fantasmas

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez por estar meio desacreditado no ser humano, talvez por ser um cara prático. Mas eu não consigo ver metade dos fantasmas que a maioria vê no caso Jô. Foi mão. Ponto. Gol irregular e fim de conversa. A discussão é:  Ele deveria ter se acusado como fez Rodrigo Caio num lance contra ele uma …

Pouco brilho. Cruzeiro 1 x 0 Bahia.

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE GUSTAVO ROMAN

Não foi uma partida agradável. A Raposa entrou em campo num 4-4-2, com Hudson e Henrique centralizados. Robinho pela direita. Rafinha pela esquerda. Thiago Neves tendo a liberdade para encostar em Raniel. O Tricolor foi num 4-2-3-1. Edson e Juninho como volantes. Vinícius como meia central. Zé Rafael e Mendonza nas extremas. Rodrigão no comando do ataque.

Os mandantes começaram melhor. Chegaram três vezes em menos de dez minutos. Mas esbarraram no ótimo goleiro Jean e na falta de pontaria. A partir dos 15, o Bahia se acertou e passou a ter a posse da bola. Com isso, travou o ímpeto do Cruzeiro, que errava passes demais no terço final. E além de não ter mais levado sufoco, ainda quase abriu o placar já nos acréscimos, quando Mendonza e Vinícius tabelaram num contragolpe e Fábio fez grande defesa.

O panorama mudou na etapa complementar. Os donos da casa passaram também a ser os donos da bola. Equilibraram a posse. E chegaram com muito mais perigo. Logo aos seis minutos, Rodrigão cometeu penalida máxima de forma infantil ao empurrar o adversário na cobrança de escanteio. Thiago Neves foi para a cobrança. Porém, mais uma vez lá estava Jean para defender.

Mano tirou o apagado Rafinha e pôs De Arrascaeta em campo. Cinco minutos depois, Thiago Neves cobrou córner da direita. Léo subiu mais que a zaga e testou firme para fazer um a zero. Merecido pelo que produziu o time mineiro.

Depois do gol, os treinadores trataram de trabalhar. Mano pôs Lucas Silva e Rafael Sóbis nos lugares de Hudson e Robinho. Preto Casagrande (ou seu auxiliar, já que a esta altura ele já fora expulso pelo árbitro) sacou Tiago, Vinícius e Rodrigão, fazendo entrar Thiago Martins, Edgar Júnio e Hernane.

O Cruzeiro se retraiu para garantir o resultado. Contudo, aos 38, Lucas Silva foi bem expulso pelo árbitro após cometer falta em Zé Rafael. A equipe se reorganizou num 4-4-1. E suportou os ataques baianos até o fim.

Uma vitória merecida. Que recoloca a Raposa no G-6 e aproxima o Tricolor do Z-4. E que mostra pelo que os times devem brigar até o fim do campeonato. A lamentar apenas o estado do gramado (houve um show recentemente no Mineirão) e as poucas emoções em mais de 90 minutos de partida.

ESCREVEU GUSTAVO ROMAN

Veja a análise de Gustavo Roman 

Jô tem crédito

Leia o post original por Celso Cardoso

Muito se falou durante os últimos dias da queda de rendimento do Corinthians, da sequência rara sem vitórias (três jogos apenas), da possível aproximação dos rivais e o que se vê ao final da rodada? O Timão líder com vantagem ainda maior sobre seu mais forte concorrente na briga pela taça: o Grêmio. Claro que o time gaúcho deu uma ajuda e tanto ao cair em casa diante da rebaixável Chapecoense. Para o Santos, terceiro colocado, a diferença voltou a 13. Mas fato é que contra o Vasco, em Itaquera, mesmo sem ser brilhante, o líder buscou o gol, jogou mais que o rival e mereceu a vitória. Vitória polêmica devido ao suposto toque de Jô com a mão quando a bola já tinha endereço certo após cruzamento de Marquinhos Gabriel. O atacante diz que se jogou na bola e não tem convicção sobre o eventual toque. Já os vascaínos acusam o atacante de falta de “fair play”. De qualquer forma, é bom lembrar que o mesmo Jô já teve dois gols legais, erroneamente anulados pela arbitragem neste Brasileirão – um no jogo contra o Coritiba na capital paranaense e outro contra o Flamengo em Itaquera.  Portanto, no jogo dos erros, o camisa 7 ainda tem crédito. O atacante também tem crédito quanto à postura em campo o que não cria muitas dúvidas sobre a sinceridade da declaração sobre o lance após a partida. Então, segue o jogo!

Vamos cair na real

Leia o post original por Odir Cunha

Este ano as esperanças do Santos estão todas depositadas na Copa Libertadores da América. O jogo contra o Botafogo mostrou que o clube não tem elenco para duas competições. Se Levir Culpi ainda escalasse, sábado, um time misto, poderíamos esperar um rendimento melhor, mas uma equipe só de reservas jamais conseguiria um bom resultado contra o Botafogo, no Engenhão.

O máximo que podemos esperar do Santos no Brasileiro é uma classificação entre os quatro primeiros, o que lhe dará o direito de disputar a Libertadores no ano que vem, caso o título da competição sul-americana não venha em 2017. Nossas energias e nossa fé têm de se concentrar na busca do quarto título sul-americano.

Não gosto de ser injusto e nem generalizar. Sei que em um time muito desentrosado todos os jogadores parecem não merecer vestir a camisa do clube. Um dia, creio que em 1978, fiz uma crítica muito dura e generalizada ao Santos e fui corrigido pelo saudoso amigo Sergio Baklanos, são-paulino mas imparcial, que me alertou de que alguns jogadores, como o ponta-esquerda João Paulo, eram muito bons, mas estavam perdidos em meio à mediocridade do elenco.

Então, não escreverei que, com exceção de Vanderlei, todos os santistas que jogaram sábado deveriam mudar de profissão, ou de time. Porém, percebi, pelos comentários dos leitores deste blog, que alguns jogadores já deram. Ninguém aguenta mais Leandro Donizete, Léo Citadini, Vladimir Hernandez, Thiago Ribeiro e mesmo Kayke. É preciso fazer uma limpa para 2018.

É preciso haver um planejamento de elenco, que conte com um certo número de jogadores da base e outros garimpados pelo Brasil e América do Sul. Não é preciso gastar fortunas para reforçar a equipe, nem se valer de empresários amigos e negócios nebulosos. Mas é necessário método, planejamento e muito trabalho. Contratações como Cléber, Leandro Donizete, Vladimir Hernández e Nilmar, que não servem nem para reservas, não se justificam. Enfim, o Santos é um time de 11 camisas, e assim buscará mais um título da América.

É com o pé, é com a mão, aquele time é campeão

Não precisava, pois o empate já deixaria o time bem à frente, mas a força do hábito fez a arbitragem fechar os olhos para mais uma vantagem ilícita favorável ao mesmo clube que já foi campeão tantas vezes assim. Engraçado que o Santos teve dois pênaltis anulados pelo quarto árbitro, pelo repórter, pelo escambau, mas os times da espanholização volta e meia são ajudados pela arbitragem e ninguém vê os erros escandalosos.

Se Jô fosse mais inteligente e ético, confessaria que fez o gol com a mão. Está certo que a jogada praticamente jogou o título brasileiro no colo do protegido alvinegro de Itaquera, mas o título viria de qualquer jeito, pois os times mais próximos – Grêmio e Santos – estão mais interessados na Libertadores, a grande competição do continente. Esse gol de mão dará aos torcedores rivais o direito de dizer que este Brasileiro de 2017 será mais que vem se somar aos de 1977, 2005 e tantos outros, ganhos de maneira suspeita…

Obrigado!
Agradeço aos que me enviaram votos de feliz aniversário. Passei o dia com a família e não tive tempo para responder a todos. Retribuo com um forte abraço e o desejo de que recebam em dobro a felicidade que pediram para mim.

Votar, a maior responsabilidade do sócio do Santos

A eleição presidencial do Santos se aproxima, em princípio deverá ser realizada no dia 2 de dezembro, e é evidente que este será o momento de maior responsabilidade do sócio santista. Uma escolha errada e o nosso Santos prosseguirá patinando por mais três anos. Na verdade, pior do que não sair do lugar, é andar para trás, vendo suas dívidas aumentarem perigosamente, resultado de uma gestão personalista, sem transparência, que chegou a ter suas contas de 2015 rejeitadas pelo Conselho Fiscal e pelo Conselho Deliberativo do clube. Estão brincando com o nosso Santos e os resultados em campo, que torcemos para que sejam os melhores possíveis, não podem esconder uma gestão temerária, capaz de levar o clube à total inanição.

Não falarei de nomes ou de chapas. Só peço que você, sócio, se conscientize da importância de votar e não marque nenhum compromisso para o sagrado dia do pleito (há uma possibilidade, ainda, de que seja dia 9 de dezembro, no sábado seguinte. Isso será confirmado).

Se a vontade das urnas, em uma eleição limpa e honesta, apontar este ou aquele, que a democracia seja respeitada e os vencedores tenham toda a força e apoio para levar, com ética e competência, o nosso Santos ao lugar que ele merece. Porém, que o colégio eleitoral seja realmente representativo da enorme massa alvinegra, e não vejamos novamente um pequeno grupo de eleitores definir a sorte de um time imenso, que não pode mais ser dirigido como uma equipe de bairro.

Felizmente a Kickante entendeu a importância do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” e nos deu mais um mês de campanha de pré-financiamento para lançar esta que é uma das obras mais importantes da história do Santos e do futebol. Agora faltam 26 dias para o encerramento do prazo final. Se você ainda não participou, participe.

Da meta de R$ 48 mil, suficiente para cobrir os custos gráficos da impressão de dois mil exemplares, estamos na metade. Há muitas formas de recompensa para quem participar da campanha. Desde doar 10 reais, até comprar uma cota de patrocínio por 15 mil reais, que dá direito a 100 exemplares, 30 convites para a festa de lançamento, ter o logotipo da empresa impresso no livro e ser divulgado pela assessoria de imprensa.

O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, um santista que mora em Luxemburgo, e em alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e da literatura mundial do futebol.

Clique aqui para garantir o seu exemplar e ajudar no lançamento do livro único SANTOS FC, O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA.

No meu aniversário, quem ganha o presente é você

Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

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Para atender aos pedidos dos santistas das embaixadas e demais grupos de torcedores espalhados pelo País, criei preços especiais também para a compra de três, quatro e cinco exemplares, tanto do Dossiê de Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959, como do Time dos Sonhos.

Neste mês, três exemplares desses dois livros sairão por 75 reais, quatro por 85 e cinco por 95 reais. E todos os pedidos com frete grátis e dedicatórias exclusivas. Faça as contas e veja que não dá para perder. É a oportunidade de presentear os amigos ou já guardar para o Natal.

E caso alguém queira uma quantidade maior do que cinco exemplares, é só enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br que estudaremos as melhores condições possíveis. O interesse, como sempre, é ver o santista e conhecendo a rica história do clube, elemento fundamental no fortalecimento da marca Santos.

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Todos os PDFs a R$ 1,00

O sistema da loja do blog não permite que se distribua livros sem nenhum pagamento. Então, coloquei o preço de todos os PDFs a apenas um real. Isso mesmo. Qualquer PDF, neste mês de setembro, custará apenas um real.
Comprar com cartão, de débito ou crédito, é totalmente confiável pelo sistema do PagSeguro, mas se quiser pode escolher por boleto ou mesmo fazer depósito bancário (nesse último caso, informe-se pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

Dentre os PFDs, há quatro livros que falam do Alvinegro Praiano

– Donos da Terra, a história do primeiro título mundial do Santos
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– Na Raça!, a história do primeiro clube bicampeão mundial
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– Ser Santista, um orgulho que nem todos podem ter – Artigos selecionados que mostram várias aspectos da grandeza santista
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– Pedrinho escolheu um time – A aventura de um garoto paulistano que quer escolher um time para torcer.
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Há mais três histórias infanto-juvenis

– Pedrinho no Descobrimento do Brasil – Um buraco no tempo leva Pedrinho ao momento em que o Brasil está sendo descoberto pela esquadra de Cabral. Para crianças e adolescentes que gostam de História.
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– O Diário de Kimmy, uma garota inuit – O dia a dia de uma menina que vive no Alasca, entre as tradições de seu povo e os perigos dos tempos atuais.
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O Reino do Pum – A caso insólito do pobre e mal cheiroso reino onde viviam o pequeno Sidney e seu avó Felisberto.
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E uma ficção para adultos

– Morte.Net – Romance impróprio para menores, de Caio Morelli, que fala de pessoas que buscam a felicidade nos encontros fortuitos da Internet.
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Mão de Jô, pênalti no Jô, o jogo do juiz. Corinthians 1 x 0 Vasco.

Leia o post original por Mauro Beting

Jô meteu o braço na bola que provavelmente seria gol de Marquinhos Gabriel (que jogou tudo que não tem jogado Jadson) na frente do assistente adicional que não assiste o árbitro, não assiste ao lance, e não adiciona. Romero ainda entregou a irregularidade do corintiano que tanto enalteceu Rodrigo Caio ao dedurar o erro no Majestoso recente, pelo SP-17. O paraguaio ficou olhando para o árbitro a mais que nem isso observou. Preferiu lavar as mãos e borrar o apito que erra mais um lance capital do futebol do Brasil.

Como o árbitro errou ao não marcar um pênalti no mesmo Jô na primeira etapa em que o Corinthians foi um pouco melhor do que o Vasco. Lance também na frente dele. Uma vitória que seria merecida mesmo sem outra grande atuação e, infelizmente, será mais comentada por outro erro daqueles típicos da arbitragem mundial.

O jogo é cada vez mais rápido e ríspido. Cada vez mais difícil de apitar. Mais corrido do que jogado. Mais acelerado e celerado do que bem bolado e pensado. Fica mais difícil para o árbitro. Para todos eles. Ainda mais com quase todo mundo de costas para eles. Dando de ombros aos erros. E quase todos querendo meter a mão na regra, na bola, na boa, na bolada.

O Corinthians ganhou o clássico pelo que jogou, pelo que tem jogado (embora já tenha jogado muito mais), e por aquilo que a arbitragem ajudou no gol de Jô, e antes tinha prejudicado no pênalti de Jô.

Não tem esquema para um ou contra o outro. Tem incompetência. Despreparo. Pressão. Amadorismo. Erro humano. Por mais desumano que acabe sendo.

O que tem é o Corinthians ampliando a vantagem no campeonato que Grêmio, Santos e outros rivais não querem mesmo ganhar.

A chance perdida de Jô

Leia o post original por Antero Greco

Meses atrás, Jô esteve no centro de uma grande discussão a respeito de honestidade, altivez, fairplay no futebol. Num clássico com o São Paulo, recebeu advertência da arbitragem, por falta no goleiro adversário. O zagueiro Rodrigo Caio antecipou-se e disse que o atacante não havia atingido o colega. O juiz voltou atrás e Jô livrou-se de punição.

Nos dias subsequentes, falou-se muito sobre o gesto de Rodrigo Caio. O cavalheirismo do tricolor mereceu elogios amplos e críticas pontuais. Mas, dentre os que exaltaram a postura honesta, estava Jô. Agradeceu o colega e disse que a honestidade no futebol passava pelos jogadores. Enfim, encampou a corrente em favor de Rodrigo.

Neste domingo, num lance que decidiu o duelo entre Corinthians e Vasco, Jô voltou a ter papel decisivo, pois marcou o gol da vitória por 1 a 0. Mas com o braço. Claramente, indisfarçavelmente, sem interpretação dúbia. Meteu a mão na bola, em vez da cabeça. Árbitro e os espantalhos que ficam atrás do gol não viram a ilicitude e confirmaram o gol.

Imagens da tevê mostram, após a jogada, Jô mostrando para um jogador do Vasco que a bola havia batido no peito. Ao final da partida, declarou para repórteres que se jogou e não viu onde a bola pegou. “Se tivesse sentido que era na mão, eu diria”, argumentou.

Jô desperdiçou excelente ocasião de colocar em prática o que viu de positivo em Rodrigo Caio. Deu de bico na chance de justificar suas próprias declarações. Comportou-se de acordo com o figurino boleiro nessas oportunidades – ou seja, prevalece a cara de pau no lugar da sinceridade.

Agiu como o cidadão médio que esbraveja contra a corrupção e impunidade. Mas, ao menor vacilo dos outros, tira vantagem, mesmo que ilícita. Espinafra “políticos ladrões”, esculhamba a “malandragem” alheia, mas enxerga em seus deslizes apenas “distrações”.

O Corinthians jogou mais do que o Vasco, criou mais lances de gol, merecia a vitória que veio, e volta a respirar tranquilo na ponta. Só desastres acumulados vão tirar-lhe o título. Mas, se Jô tivesse agido de outra maneira, ganharia por antecipação o título do jogo limpo.

Ah, mas isso é utopia, coisa de gente sonsa. O mundo é dos espertos.

Que preguiça! Flamengo 2 x 0 Sport.

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE GUSTAVO ROMAN

A vitória do Flamengo era importante e até previsível diante da má fase do adversário. Rueda escalou o time num 4-2-3-1 com Márcio Araújo e William Arão como volantes. Gabriel aberto na direita. Diego como meia central e Everton Ribeiro na esquerda (numa clara sinalização que o treinador pode abrir a competição pela vaga do setor) e Guerrero na referência. Luxemburgo espelhou taticamente o Sport. Patrick e Rithelly na cabeça da área. Wesley centralizado. Lenis e Osvaldo nas extremas. André no comando do ataque.

Os visitantes começaram melhor. Até porque aproveitavam os espaços deixados pela falta de recomposição defensiva de Gabriel pelo setor esquerdo de ataque. Principalmente com a boa chegada do volante Patrick, que ameaçou Muralha em duas finalizações. Só que logo aos oito minutos, Everton Ribeiro, muito a fim de jogo, achou Trauco. O peruano cruzou. Magrão espalmou para frente e Guerrero, oportunista, marcou seu vigésimo gol na temporada.

O time carioca passou então a controlar a partida. Tendo muito mais a posse de bola e ganhando os rebotes. Luxa sentiu o time em dificuldades e tentou mudar. Abriu Wesley na direita para dar um pé a Raul Prata na marcação a Everton Ribeiro. Centralizou Osvaldo. E pôs Lennis na esquerda, tentando fazer com que o colombiano entrasse no jogo. Rueda respondeu invertendo Gabriel e Everton Ribeiro de lado. Apesar do evidente domínio, o Fla finalizou pouco. E assustou menos ainda o goleiro Magrão. Até porque Diego tinha mais uma atuação bem abaixo do que pode render (Alô, Tite). Assim como Arão e Gabriel.

O Sport voltou com Thallysson no lugar de Lennis. Tentou equilibrar a batalha no meio de campo. Não funcionou. Em dez minutos, os donos da casa chegaram duas vezes. A primeira com Diego. Magrão fez ótima defesa e salvou a pátria pernambucana. Aa segunda com Everton Ribeiro, que bateu raspando a trave esquerda.

Aos 18 minutos, Patrick foi expulso pelo árbitro após cometer falta (de cartão amarelo) em Márcio Araújo. Exagerou na reclamação e acabou levando o vermelho. Imediatamente, Luxa tirou o amarelado Rithelly e pôs Anselmo em campo. Na sequência, tentou ganhar velocidade nos contra-ataques ao sacar Osvaldo e colocar Rogério. Reorganizou seu time num 4-4-1.

Com a vantagem numérica, o Flamengo que já havia dado sinais claros de preguiça no fim da primeira etapa desacelerou de vez. A ponto dos visitantes assustarem duas vezes. Ambas com Rogério. Em lances que a retaguarda Rubro-Negra ficou só olhando.  Rueda pôs Berrío e Lucas Paquetá nas vagas de Arão e Diego. O ritmo do confronto não se alterou. Mas o Fla pelo menos não foi ameaçado.

Quando tudo levava a crer que a partida terminaria mesmo um a zero, já nos acréscimos Berrío fez boa jogada pela direita e cruzou na cabeça de Everton Ribeiro. Ele testou firme e deu números finais ao encontro. Um prêmio a um dos poucos atletas que se esforçaram os 90 minutos. Sem preguiça. Uma vitória importante, que recoloca os cariocas (mesmo que momentaneamente) no G-4 do campeonato. Mas que deixa uma pulga atrás da orelha do técnico e dos torcedores. Era mesmo necessário sofrer diante de um oponente com menos um jogador?

ESCREVEU GUSTAVO ROMAN

Veja a análise de Gustavo Roman