Campanha contra Dorival pressiona Raí por solução

Leia o post original por Perrone

A pressão de torcedores e conselheiros do São Paulo pela demissão de Dorival Júnior também deixa Raí pressionado. Não no sentido de ser demitido, mas de resolver a situação com rapidez.

Internamente, a diretoria do clube dá sinais de irritação com o trabalho de Dorival Júnior. Inicialmente, porém, o plano de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, é deixar o executivo Raí descascar o abacaxi.

Ao contratar o ex-jogador como dirigente remunerado, o presidente sinalizou que sua interferência no futebol seria menor. Então, coube a Raí a missão de colocar o time nos trilhos. Porém, até agora isso não aconteceu.

A equipe vive problemas semelhantes aos de antes de sua chegada.

O ápice da pressão sobre o treinador é a prova de fogo para o ex-atleta. Ele sairá desgastado do episódio se Leco acabar batendo o pênalti sobre o futuro de Dorival.

 

San Martin! Vasco classificado na Libertadores

Leia o post original por Mauro Beting

José de San Martín nasceu na Argentina, estudou na Espanha, e foi o primeiro presidente do Peru que libertou dos espanhóis. Ainda foi força-tarefa na independência do Chile e da Argentina.

San Martín é um dos Libertadores da América. Inspiração do nome do torneio que já foi do Vasco há 20 anos. Vasco que não tem sido vascaíno nos últimos dez.

San Martin Silva foi o homem do Vasco em Sucre, onde o Jorge Wilstermann de Cochabamba mandou o jogo de volta. E já mandava no placar inacreditável e nos pesadelos vascaínos com 16 minutos. Fez 3 a 0 como se o rival não fosse o Vasco. Perdendo todas de cabeça e perdendo toda a cabeça e o corpo esvaziado sem ar e ideias.

E continuou não sendo na segunda etapa. Mesmo um pouco menos pior, levou o quarto gol que levava o duelo aos improváveis, impensáveis e infelizes pênaltis.

Não fosse Alex Silva desperdiçar no final do tempo uma bola que seria lembrada por todos os tempos pelos não-vascaínos, tudo teria caído como as águas que na noite castigavam o Rio tanto quanto os últimos desgovernantes em todas as esferas.

Parecia que o Vasco não sabia mais o que era bola. O que era Vasco na altitude, ao nível do mar, abaixo do nível do Vasco na última década.

Parecia que as tormentas viriam ao cabo dos tiros livres e perdidos como bala da marca penal. Mas o general da nau que soçobrava sem deixar nada que sobrasse na Colina fez a histórica atuação em Sucre. Pegou o primeiro dos pênaltis dos aviadores bolivianos. Defendeu o segundo numa terra sem oceano. E singrou os mares de retorno ao Rio sangrando corações defendendo a terceira cobrança. A da classificação.

A do alívio mais que da alegria.

Precisa sofrer assim, Vasco?

Se serve de consolo, o elenco amadureceu alguns anos em 90 minutos e mais pênaltis na Bolívia. Aprendeu mais uma vez que precisa aprender muito mais.

Mas precisava mesmo sofrer tanto?

Recopeiro! Grêmio bicampeão da Recopa.

Leia o post original por Mauro Beting

Tinha de ser no último chute. E do rival. Marcelo Grohe galatteou e, na última Cobranca do Rey de Copas, o rei das Recopas ganhou o primeiro título de 2018. Teve tri da Libertadores depois de 22 anos em 2017. Teve o penta da Copa do Brasil depois de 15 ano em 2016.

Podem ter melhores coisas do que o início ruim no RS-18. Natural que tenha. Como foi normal sofrer tanto contra camisa tão pesada e copeira vestida por time tão organizado e perigoso. Mesmo com um a menos de novo, ainda no primeiro tempo.

O Independiente soube se fechar como havia feito em Avellaneda. Soube ainda machucar e quase vencer heroicamente na partida e na prorrogação pesada e emocionante. Mas era jogo mesmo para pênaltis. Primeiro gol de Jael. E enésima salvação pelas mãos de Grohe.

Não estará na Hino como Lara. Não tem todas as faixas da múmia Danrlei – ainda. Mas caminha com a mesma segurança para defender onde o Grêmio estiver. Até a pé. Sempre com as mãos e o coração.

Eles fingem que sofrem

Leia o post original por Rica Perrone

É tudo mentira.  Eu estive lá algumas vezes em 2016 e 2017 e lhes afirmo: é uma farsa.

Esse drama que eles fazem, a cara de medo enquanto o jogo acontece e a lamentação por ter sido sofrido, tudo mentira.

Eles sabem que vão ganhar. E se pudessem escolher como, escolheriam exatamente como hoje.   O baile de Lanus é maneiro, mas eles gostam é da porra da Batalha dos Aflitos.

Se fosse 4×0 hoje eles sairiam de lá felizes. Sendo nos pênaltis um perrengue do cacete, eles sairam de lá de alma lavada.

Ao final, pelas rampas da Arena ou nos bares na frente do estádio, se abraçam e dizem artisticamente que “quase morreram”  de nervoso. Mentirosos! Eles sabiam.

Eles sempre sabem.

O ritual pré jogo, a tensão do jogo, o desespero na prorrogação. Tudo combinado. Eu tenho alguma convicção que gremista se reune antes do jogo e combina a cena.

E segue tudo como sempre foi. Copeiro, guerreiro, sofrido e campeão.

Renato, Grohe, a calma do Luan, as maravilhosas entradas no limite do duro e violento do Geromel.  O Grêmio tem seu ritual.

E como todo ritual, sabemos o final.

abs,
RicaPerrone

Até filme de terror tem final feliz

Leia o post original por Rica Perrone

Era impossível. Mas aconteceu. E como em diversas vezes na história do futebol o inacreditável nos fez relembrar porque amamos tanto esse negócio.

O Vasco fez tudo pra ter uma das piores noites da sua vida. E por 90 minutos até teve. Era um misto de impotência com constrangimento, levando o pequeno Jorge a um patamar de Vasco e vice-versa.

Quando vieram os pênaltis a tendência era piorar. Times brasileiros tem dificuldade em bater no gol na altitude. Ela sobe demais. E não é que o Vasco conseguiu impedir uma história fabulosa que sua própria incompetência havia rascunhado?

São Martin.

É óbvio que há nisso um mérito absurdo nos bolivianos. Mas é impossível não notar a partida sonolenta, ridícula e os gols quase de pelada que o Vasco sofreu.

Era pra ser uma noite histórica. Mas até nisso a bola tem seus preferidos.

O Vasco consegue sair quase herói de um fiasco. E se obviamente preocupa o que foi apresentado, empolga a caminhada até aqui. Dos 4 jogos, fez 3 viraram baile. Um virou história.

Mas história dele, não do Jorge.

abs,
RicaPerrone

Um vexame que pode custar muito caro para o São Paulo! E que sorte do Vasco!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Marcello Zambrana/AGIF (via UOL)

Ituano 2 x 1 São Paulo

Em Itu, um ENORME vexame do São Paulo diante do time da casa.

Afinal, após o tropeço em seus domínios diante do Santos, o Tricolor tinha a obrigação de pelo menos empatar contra o Ituano, em partida adiada da sétima rodada do Paulistão.

Mas, ainda muito bagunçado, foi completamente dominado pelo Galo de Itu, que mereceu – e muito – a vitória.

E o pior é que o Tricolor teve a chance de igualar o duelo no último lance de jogo.

Mas o peruano Cueva, que tinha marcado o único gol são-paulino no confronto, desperdiçou cobrança de pênalti, para desespero de Dorival Júnior.

E por falar no treinador, sabem por que o vexame no interior pode custar muito caro ao Tricolor?

É que estou achando que Dorival não chegará a comer ovo de Páscoa no Morumbi.

Uma pena, pois trocar o técnico e recomeçar do zero nesta altura do campeonato seria catastrófico para o São Paulo.

Concordam?

LIBERTADORES

Jorge Wilstermann 4 x 0 Vasco da Gama

E na Libertadores, o improvável aconteceu!

O Jorge Wilstermann, na criminosa altitude de boliviana, conseguiu igualar a vantagem vascaína nos 90 minutos finais do duelo.

Aí, a decisão foi para os pênaltis e brilhou a estrela do goleirão Martín Silva.

Inclusive, o Cruzmaltino tinha que pagar bicho dobrado para ele, hein?

Bom, e agora o Vasco avança e que tenha mais juízo daqui para frente, não é mesmo?

Grêmio 0 x 0 Independiente

E tivemos pênaltis também na Recopa Sul-Americana.

E, assim como o Vasco, o Grêmio também deu uma sorte danada e acabou conquistando seu primeiro troféu de 2018.

Méritos para o fantástico Marcelo Grohe, que defendeu a última cobrança.

Agora só falta o Imortal escapar do rebaixamento do Gauchão!

Opine!

Modelo

Leia o post original por André Kfouri

Quem pôde ver Chelsea x Barcelona com atenção deve ter se lembrado do encontro entre Itália e Espanha na Euro 2016 (e não pela coincidência de ambos os jogos terem sido apitados pelo turco Cuneyt Çakir, ainda que ele provavelmente tenha tido o mesmo pensamento). Assim como aconteceu anteontem em Stamford Bridge, Antonio Conte conseguiu causar um curto-circuito no jogo do adversário, fazendo a seleção espanhola, então bicampeã continental, se sentir deslocada em um campo de futebol.

Além de Çakir e Conte, oito jogadores envolvidos na partida em Londres estavam no gramado do Stade de France, em 27 de junho de 2016. Todos são espanhóis: Piqué, Busquets, Iniesta e Alba pelo Barcelona; Morata, Fàbregas, Azpilicueta e Pedro pelo Chelsea. O quarteto do time catalão, especialmente Alba e Busquets, experimentou pela segunda vez a sensação de ser vítima de um plano tático desenhado por Conte e aplicado – quase – à perfeição. Não fosse um passe errado que se ofereceu a Iniesta diante da área do Chelsea, origem do gol de empate, o técnico italiano estaria tão exultante quanto na noite em que a Itália venceu por 2 x 0 e seguiu para as quartas de final.

São muitas ocorrências em comum, mas os dois jogos não se diferenciam apenas pelos resultados. A Itália teve 41% de posse de bola e mais finalizações certas (7 x 5) do que a Espanha. Na terça-feira, com a bola por 32% do tempo em seu próprio estádio, o Chelsea gerou mais ocasiões do que o Barcelona: empate em 2 x 2 em conclusões no alvo, mas Willian enviou dois chutes às traves. Enquanto o Chelsea – após uma pressão inicial no campo do oponente – assumiu uma posição recuada para se defender, a Itália exibiu maior interesse em discutir a posse, dado que sugere uma interessante questão a respeito das possibilidades técnicas do time inglês para ser mais ativo nesse tipo de encontro.

Não se discute, porém, que o 1 x 1 foi melhor do que a atuação do Barcelona sugeriu, embora se deva salientar que planejamentos como o de Conte estão sempre sob risco de desmoronar por uma falha na região do campo em que elas são mais graves, justamente porque a maior porção do jogo se desenrola ali. Iniesta e Messi não aguardaram por outra chance de posicionar o confronto a favor do Barcelona, que não precisará construir um resultado no Camp Nou, em 14 de março. Veremos se a vitória sobre a Espanha, talvez o maior momento de Conte por sua seleção, será novamente lembrada.

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Mais uma LAMBANÇA da diretoria do Timão?

Leia o post original por Craque Neto

A cada dia que passa fico mais abismado com a incompetência/inoperância da diretoria do Corinthians. O presidente Andrés Sanchez, que coleciona puxa-sacos dentro do clube, está conseguindo a proeza de concluir o que o antecessor Roberto de Andrade fez e desfragmentar o miolo de zaga campeão do último Brasileirão. Isso mesmo! Após a saída do Pablo, agora é a vez do Balbuena estar perto de um adeus. Calma, não é para agora. Segundo consta – e digo isso porque TRANSPARÊNCIA é o que mais falta nesses caras – o vínculo do paraguaio com o Timão termina no final de 2018. […]

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Bola de Capotão: Palmeiras vence o Corinthians em 1998

Leia o post original por Craque Neto

Com gols de Oséas e Paulo Nunes, o Verdão superou o Corinthians, que mais tarde se tornaria o campeão do Brasileirão de 98, no estádio do Morumbi. Narração de Jota Junior.

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