Arquivo da categoria: Paulo Henrique Ganso

Tranquilizado por Tite, Ganso descarta pedir para sair do Sevilla agora

Leia o post original por Perrone

Sem ser aproveitado no Sevilla, Paulo Henrique Ganso tem recebido constantes sondagens de clubes brasileiros. Santos e Grêmio estão entre os que já manifestaram interesse em repatriar o jogador. Porém, o meia e seu estafe não têm planos para pedir uma transferência agora em busca de mais visibilidade.

A recente conversa com Tite, que esteve na Espanha e disse entender o período de adaptação dele ao futebol espanhol, acalmou o atleta em relação às suas chances de disputar a Copa da Rússia. Por isso, encontrar um time para ser titular agora não é visto como algo fundamental em busca da vaga no Mundial do ano que vem.

A ideia é que o empresário do atleta, Giuseppe Dioguardi, só converse com a diretoria do Sevilla sobre o futuro do jogador após ao final desta temporada. A partir daí, se não houver a perspectiva de ele ser aproveitado, será sugerida a negociação com outro clube europeu para que Ganso jogue com frequência e conquiste seu espaço na seleção. Voltar ao Brasil no segundo semestre também não faz parte da estratégia. Seria um retrocesso. Além disso, a negociação com um clube brasileiro é vista como muito difícil por questões financeiras.

No momento, Ganso está convencido de que deve treinar sem reclamar, pois o time está bem, briga pelo título Espanhol e não há como criticar o técnico Jorge Sampaoli por sua ausência.

O que acontece com o Ganso?

Leia o post original por Craque Neto

Sempre exaltei o Paulo Henrique Ganso como um dos últimos grandes meias armadores do futebol brasileiro. Desses personagens raros que pensam o jogo e dão o toque de qualidade na partida. A bola que esse rapaz jogou no início da carreira no Santos é impressionante. Tanto é que muita gente colocava o Neymar como coadjuvante dele naquela dupla sensacional. Agora o que vem acontecendo com ele no Sevilla é de chamar a atenção. O técnico Jorge Sampaoli, que foi inclusive quem o indicou ao clube espanhol, só o critica e não tem lhe dado oportunidades. Segundo o comandante argentino o […]

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Só você, santista, salva

Leia o post original por Odir Cunha

Um Sansão no Pacaembu em 1961

Que os santistas do Espírito Santos compareçam nesta quarta-feira ao setor A do estádio Kleber Andrade, em Cariacica, na grande Vitória, e empurrem o time para um triunfo, mesmo que de garra e superação, diante do respeitável Fluminense. Que muitos mais santistas lotem o Pacaembu domingo, em um Sansão que tem tudo para ser histórico. Confesso que confio bem mais na energia do torcedor do Santos, nesse momento delicado que o clube vive, do que nos homens que o dirigem, que estão tocando violino enquanto o Glorioso Alvinegro Praiano naufraga.

Não, não estou sendo sensacionalista. Como informou o conselheiro Rachid em seu comentário, o balanço desse primeiro trimestre de 2016 diz que a dívida do Santos é de 433,8 milhões de reais e que de março de 2015 até março de 2016, mesmo sabendo da delicada situação financeira do clube, essa diretoria aumentou o número de funcionários registrados de 257 para 308, os funcionários autônomos de 144 para 218 e os atletas profissionais de 76 para 123. Com isso, a folha de pagamentos, ao invés de ser diminuída, como aconselhava o Conselho Fiscal, aumentou em 38%.

Na verdade, todas as recomendações do competente e neutro Conselho Fiscal do Santos Futebol Clube – formado pelo presidente por Antonio Gonçalves Neto e os membros Dagoberto Cipriano de Jesus Oliva, José Carlos de Oliveira e Sylvio Affonso Moita Figo – vêm sendo ignoradas pelo presidente Modesto Roma e a direção do clube.

Como escreveu o Rachid, parece que a crise não chegou ao Santos. O presidente e seu staff vivem como a nobreza francesa vivia pouco antes da Revolução que trouxe a democracia para o mundo moderno: encastelados em sua elegante e faustosa Versalhes, enquanto o santista, atormentado e faminto, não tem o pão da eficiência, da transparência e do verdadeiro amor ao Santos para comer.

O balanço do primeiro semestre deste ano mostra que o único dinheiro importante que entrou ao clube representa os 17 milhões de reais da venda de Geuvânio e o adiantamento de 40 milhões de reais do contrato com o Esporte Interativo. Porém, esse momentâneo superávit já está sendo engolido pelas despesas e, segundo o Conselho Fiscal, “nos próximos três trimestres o Santos deve gastar 70 milhões a mais do que deve arrecadar, e terminar o ano com um déficit de mais 20 milhões de reais”.

CORTE DE GASTOS – assim mesmo, em letras maiúsculas, é a recomendação, o pedido, quase um apelo desesperado do Comitê Fiscal a essas pessoas que hoje pisam no acelerar do Santos em direção ao abismo. Esses cortes, obviamente, precisam atingir o inchado elenco de jogadores. Só quem for bom, tiver potencial e estiver sendo útil ao time deve ficar. Não dá para ter tanto come-e-dorme de férias no Recanto Alvinegro.

Um novo Santos contra o Fluminense

Percebe-se, nas manifestações de torcedores que inundam a Internet, que o santista quer um novo clube e um novo time. Um novo clube porque não suporta a administração mesquinha e bairrista que assola o Alvinegro Praiano, e um novo time porque percebe que alguns jogadores parecem ter reserva de marcado em algumas posições. Sinto que a torcida já quer ver os recém-contratados Yuri, Jean Mota e Vecchio contra o Fluminense. Mesmo que isso pareça precipitado, eu concordo com a voz do povo.

Yuri estreou como zagueiro e já se saiu como muito, imagine então como não será em sua posição original, que é volante. Jean Mota e Vecchio também jogam ali, na meiúca, onde Lucas Lima está com dodói e Renato se segura na base da simpatia e da camaradagem. Fôlego e força, que é bom, o veterano já não possui mais. Então, que tal um timer com Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique e Yuri; Thiago Maia, Jean Mota e Vecchio; Gabriel, Rodrigão e Vitor Bueno?

Ao menos com essa equipe aí teremos muita gente querendo mostrar serviço, indo para a bola como se vai para um prato de comida. Sim, porque essa fome, de bola e de gol, é que falta ao Santos, principalmente quando joga fora de casa. Mas, dirão, e se perder? Ora, quem garante que com o time que vinha jogando antes o Santos não perderá para o Fluminense, já que o mando de campo é do adversário?

O tricolor carioca, orientado por Levir Culpi, é um time regular, que mescla veteranos e jovens e tem os mesmos 13 pontos do Santos. Seus jogadores mais conhecidos são Diego Cavalieri, 33 anos; Cícero, 31; Gum, 30; Pierre, 32; Oswaldo, 29; Marcos Junior, 32, e o veteraníssimo Magno Alves, 40.

O estádio Kleber Andrade, em Cariacica, tem capacidade para 18 mil pessoas. É uma Vila Belmiro do Espírito Santo. O Fluminense já teve público inferior a três mil pessoas lá. Se os santistas comparecerem, dá para fazer um bom barulho. Se não acreditarmos nessa vitória, vamos acreditar no quê?

Domingo, espetáculo histórico do Pacaembu

Em 1956 o Santos teve de decidir o título Paulista no Pacaembu, diante do São Paulo. É óbvio que naquela época 90% das 51.600 pessoas que tomaram o estádio eram compostas por torcedores do São Paulo. Isso não impediu, porém, que o Glorioso Alvinegro Praiano vencesse por 4 a 2, conquistando seu terceiro título estadual. Agora, 60 anos passados, o Santos enfrentará o rival em um Pacaembu todinho alvinegro. Só isso já é uma grande vitória, independentemente do resultado.

Será lindo ver, ouvir e respirar a enorme torcida santista que, tenho certeza absoluta, tomará o Pacaembu. Vejo isso como um prenúncio do que o Santos será no futuro: um time capaz de atrair multidões pelo seu carisma, sua história, sua volúpia de gol. Perderá, às vezes, como o Santos de Pelé também perdia, mas fará de cada ida ao estádio uma grande alegria e emoção para seu torcedor.

Percebo, na Internet, uma torcida santista bem jovem e bem atuante. Espero que essa garotada se empenhe na divulgação do Sansão de domingo. Dessa vez, mulheres, crianças e idosos podem ir sem susto. Será o espetáculo de uma torcida só, da mesma forma que no segundo turno apenas são-paulinos poderão assistir ao clássico. Pena que tenha de ser assim, mas se é para acabar com a violência, que seja.

Creio que, se não puder enfrentar o tricolor carioca, Lucas Lima ao menos estará pronto para o grande clássico de domingo. Será espedcial vê-lo duelar, na bola, com outro craque, o ex-santista Paulo Henrique Ganso. Quem sabe um jogo como esse não começa a trazer de volta a arte e a alegria que o futebol brasileiro esqueceu lá atrás?

Estarei lá, e espero que você também. Anote aí os postos de venda de ingressos para o clássico:

Santos na Área/Meltex (São Paulo) – Rua Augusta, 1931, Cerqueira César, São Paulo/SP – Tel.: (11) 3064-1574 / (11) 3064-1576 – De segunda a sábado, das 10 às 19h00; domingo e feriado não abre.

Subsede do Santos FC (São Paulo) – Av. Indianópolis, 1.772 – Planalto Paulista, São Paulo – Te.: (11) 3181-5188 ramal 5000 e (13) 3257-4000 / Ramal 5000 – Horário: das 11 às 17h00.

Pacaembu: Praça Charles Miller s/n – São Paulo – Bilheteria principal (próxima do portão principal) – Aberto de segunda a sábado, das 11 às 17 horas. Domingo e feriado não abre.

Ginásio do Ibirapuera (São Paulo) – Av. Manoel da Nóbrega, 1361 – Guichê 1 – Ibirapuera – São Paulo – Aberto de segunda à sábado, das 11 às 17 horas. Domingo e feriado não abre

Vila Belmiro (Santos) – Rua Princesa Isabel, s/ nº – Santos/SP – Guichês próximos à Portaria 6 e aos Portões 7/8.

Estádio Anacleto Campanella (São Caetano) – Av. Thomé, 64 – São Caetano do Sul – Horário: das 11 às 17h00 – Domingo e feriado não abre.

Torne-se um conhecedor e divulgador da rica história do Santos. Mantenha vivo o bem mais precioso do nosso time.

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E então, está disposto a salvar o Santos?


O São Paulo melhorou porque está tentando jogar futebol

Leia o post original por Quartarollo

O São Paulo melhorou porque está tentando jogar futebol

De uma hora para outra o São Paulo virou um time aguerrido, que briga com o adversário e deixou de ser aquele time passivo, que tomava gols de todo jeito, que não se preocupava com o placar, que parecia não se incomodar com o resultado.

Virou mesmo ou é apenas uma força de expressão do torcedor? Aqueles que analisam assim não estão vendo a evolução do time. O São Paulo melhorou porque está tentando jogar futebol.

Edgardo Bauza vai encontrando à sua maneira um time quer você goste ou não. O time de antes não era tão passivo como se dizia e nem o de agora é tão corajoso e aguerrido.

Para se ganhar um jogo não é necessário brigar com o adversário. Não foi porque se indispôs com Vangioni, do River Plate, de quem levou um tapa na cara, que Calleri foi um dos melhores em campo.

Foi porque ele esteve presente nos lances mais agudos e oportunista em dois gols fazendo bem a sua função de atacante matador.

Paulo Henrique Ganso está ocupando melhor os espaços e entra mais na área. Dá bons passes, chama o jogo e desequilibra em favor do seu time. Ele não está mais aguerrido, ele só está jogando futebol.

Não me digam que Lugano inflamou o time. Ele nem jogou, ficou gritando do lado de fora como todos os outros do banco de reservas.

Maicon entrou e jogou bem ao lado de Rodrigo Caio, hoje a dupla de zaga titular do time. É só isso.

Falta dar mais confiança ao goleiro Dênis, que ainda falha em alguns cruzamentos fáceis de se evitar e torcer para que Bruno e Mena não façam grandes lambanças nas laterais.

Hudson é fraco, mas vem fazendo sua parte e o garoto João Schimitd paga pela noviciado.

Tomou dois cartões evitáveis contra o River Plate e agora não jogará em La Paz na partida decisiva da Libertadores contra o Strongest.

É bom jogador esse menino, mas ainda está em fase de crescimento profissional.

Quem continua devendo é Michel Bastos. Precisa jogar mais do que está apresentando.

A sorte dele é que Bauza não tem ninguém com qualidade para substituí-lo

Muita gente confunde jogar bem e correr o tempo todo com time valente, machão ou aguerrido. Isso é para MMA, futebol se joga com a cabeça e com os pés. O resto é coisa de arquibancada.

A inteligência de Cruyff

Leia o post original por Odir Cunha

Um tributo ao craque incomparável:

Um exemplo do futebol solidário da Holanda na Copa de 1974:

Morreu hoje, a um mês de completar 69 anos, o holandês Johan Cruyff, provavelmente o craque mais inteligente que pisou um campo de futebol. Não falo só da inteligência de jogar, mas de enxergar o todo que envolve o esporte. E mais do que inteligente, Cruyff tinha personalidade e era um líder respeitado. Por isso foi um atleta, técnico e dirigente bem acima da média.

Melhor jogador da Copa de 1974, merecia ter sido campeão. Um título ali o teria colocado em um patamar ainda mais alto na história do futebol. Mesmo assim, nenhum jogador brasileiro – com exceção de Pelé – representou tanto para o esporte como ele.

Maior expoente do estilo revolucionário da Holanda, seleção que foi chamada de “Laranja Mecânica”, mas também de “Carrossel Holandês”, pois fazia o jogo evoluir em círculos, Cruyff era o maestro daquele “futebol total”, em que os jogadores não guardavam posição e os defensores tinham tanta habilidade quanto os atacantes. Depois, como técnico, levou essa filosofia para o Barcelona, que hoje domina seus adversários com muita movimentação e um toque de bola irresistível.

Contrariado com a ditadura que imperava na Argentina, recusou-se a jogar a Copa de 1978, na qual a Holanda terminou em segundo lugar. Antes, sua opinião tinha sido decisiva para impedir o Ajax de disputar o título mundial na América do Sul, contra o campeão da Copa Libertadores. Abominava a violência e as trapaças usadas pelos times sul-americanos para vencer os europeus. A recusa do Ajax acabou com o sistema anterior do Mundial Interclubes e levou a decisão para um jogo só, em campo neutro, no Japão.

Em seu livro sobre a Copa de 74, que li em apenas uma tarde, define a Seleção Brasileira como “Os Gigantes Sul-americanos”. Cruyff, assunto de 80% dos blogs esportivos nesta quinta-feira, resumiu seus conhecimentos sobre o futebol em frases claras e profundas. Abaixo reproduzo as 10 que considero mais importantes:

10 frases de Cruyff

1. Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso, se praticar. Dá até para trabalhar no circo. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.

2. Escolha o melhor jogador para cada posição e você não terá, obrigatoriamente, a melhor equipe.

3. No meu time o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensor.

4. Jogadores que não são verdadeiros líderes, mas tentam ser, sempre brigam com os outros depois de um erro. Líderes de verdade já sabem que os outros vão errar.

05. Em uma partida de futebol é estatisticamente provado que os jogadores tem a posse de bola por 3 minutos, em média. Então, o mais importante é: o que fazer nos 87 minutos em que você não tem a bola. Isso é o que determina se você é um bom jogador ou não.

06. Não sou religioso. Na Espanha todos os 22 jogadores faziam o sinal da cruz antes de entrar em campo. Se isso funcionasse, todas as partidas terminariam empatadas.

07. Se você tem a posse da bola, precisa fazer com que o campo seja o maior possível, mas se você não tem, precisa fazer com que fique o menor possível.

08. Qualidade sem resultado é inútil. Resultado sem qualidade é entediante.

09. Acho ridículo quando um talento é rejeitado baseado em estatísticas de computador. Baseado nos critérios do Ajax de hoje eu teria sido rejeitado. Quando tinha 15 anos não conseguia chutar uma bola mais de 15 metros com minha perna esquerda e talvez 20 com a direita. Minhas qualidades, técnicas e visões não podem ser detectadas por um computador.

10. Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo.

Ganso fora do Sansão

Por uma falta boba diante do Botafogo, Paulo Henrique Ganso foi suspenso e desfalcará o São Paulo no clássico de domingo, na Vila. Bom para o Santos, ruim para o Sansão. Quando ele surgiu, me deu a impressão de que finalmente o Brasil teria um meia como os melhores da história. Mas, provavelmente devido aos seus problemas clínicos, além de seu caráter instável e individualista, Ganso poucas vezes justificou o prestígio conquistado naquele primeiro semestre mágico de 2010. Mais uma prova de que para ser um jogador completo, como Cruyff, é preciso muito mais do que ter habilidade e visão de jogo. É preciso ser um craque o tempo todo, dentro e fora do campo.

E você, o que acha disso?


Ganso está jogando sozinho no São Paulo

Leia o post original por Quartarollo

Vocês já ouviram aquela história do cara estar no lugar certo, mas na hora errada ou vice-versa.

Paulo Henrique Ganso está devendo futebol ao São Paulo há muito tempo.

Ninguém discute que ele é um jogador habilidoso e com uma visão de jogo muito acima da média.

Bate bem na bola, mas às vezes é meio indolente. É a sua característica não ser um velocista, tem passadas largas e gosta de endereçar bem os seus passes.

Um dia perguntei ao Ganso: “Você prefere o passe ou gol?” Ele respondeu rapidamente, o passe.

Muricy Ramalho sempre dizia para ele ficar mais próximo da área e tentar fazer gols. Meia tem que fazer gols, dizia o técnico do Santos a época e depois também no São Paulo.

Ganso preferia ficar num terreno mais confortável nem muito atrás nem muito à frente.

Agora tem jogado mais próximo da área e já fez seis gols nessa temporada.

Tem sido o melhor jogador do São Paulo, mas faltam-lhe companheiros.

O elenco tricolor tem muitos defeitos e há qualidade em falta.

Ganso tem feito a sua parte, mas não tem sido muito feliz nos resultados.

Ano passado quando ele tinha Luís Fabiano, Michel Bastos mais empolgado e Alexandre Pato querendo mostrar que ainda era jogador de bola, Ganso não jogava tanto.

Se tivesse jogado, o São Paulo teria ido melhor mesmo com tantos problemas administrativos e a inédita falta de pagamento de salários, coisa que antes não se via no Morumbi.

Esse Ganso de hoje é muito melhor. É participativo, percebeu que se não se movimentar não vai jogar e aperfeiçoou sua entrada na área.

Com a estatura que tem pode fazer a diferença nos escanteios e teria que bater mais faltas também. Com a sua técnica e habilidade pode fazer a diferença nesse tipo de jogada.

O grande Zé Duarte que revelou muitos jogadores para Guarani e Ponte Preta dizia que o meia começa a jogar mais com 25, 26 anos de idade.

Segundo o saudoso treinador, daí ele pensa e enxerga melhor o jogo.

Há exceções. Pita começou novinho como meia e era cerebral, mas melhorou ainda mais com o tempo e Ganso lembra muito o que Pita jogava.

Hoje o jogador é lançado mais cedo e amadurece mais cedo. Tomara que Ganso tenha chegado à sua madurez e continue assim.

É esse Paulo Henrique Ganso que o São Paulo precisa e diria até mais, o futebol brasileiro também precisa de um jogador assim.

Um meia que faz o trabalho de uma área à outra e que faz gols. Coisa rara nos nossos dias.

São Paulo desperdiça talento de Ganso em Itu

Leia o post original por Perrone

Eternamente questionado, Paulo Henrique Ganso jogou o fino contra o Ituano. Serviu com classe os companheiros, mostrou boa movimentação, chegou a se colocar na área como centroavante para finalizar, abrindo o placar, e ainda ajudou na marcação no campo de defesa.

Ganso foi completo, mas de nada adiantou. Aos 43 minutos do segundo tempo, depois de ele ser substituído, a defesa tricolor falhou e levou o gol que decretou o empate.

É preocupante quando uma equipe como São Paulo não consegue vencer um adversário que não está entre os grandes do Estado nem com uma atuação de gala de seu principal jogador. A sensação é de talento desperdiçado.

O time até que mostrou evolução, mas abusou de novo de erros individuais em trocas de passes e na marcação. Não houve Ganso ou técnico que desse jeito. Chegou a hora de Edgardo Bauza começar a ser cobrado, pois já teve tempo para acabar com falhas que se repetem a cada partida. Afinal, a diretoria já criticou atletas publicamente e o vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro foi afastado. Enquanto isso, o treinador tem sido poupado.

Corinthians ressurge e São Paulo afunda

Leia o post original por Quartarollo

Com a vitória sobre o Cerro Porteño, 2 x 0, no Itaquerão, ontem à noite, o Corinthians ressurgiu na Libertadores e agora mais do que nunca só depende dele mesmo para se classificar para as oitavas de final.

Mesmo que não vença o Independiente Santa Fé, em Bogotá, no dia 6 de abril, ainda assim decide em casa contra o Cobresal, no dia 20 do mês que vem, e com 12 pontos estará classificado.

Havia uma certa apreensão antes do jogo já que um empate poderia gerar mais pressão na sequência da Libertadores.

O Corinthians ainda não jogou o bom futebol do ano passado, mas foi melhor que o Cerro e mereceu vencer.

Lucca fez o primeiro gol, participou ativamente do segundo feito contra pelo zagueiro Mareco e ajudou demais ao Corinthians.

Destaques também para Maycon, menino vai ganhando espaço com Tite; Giovani Augusto caiu nas graças da torcida e Fagner vivendo grande momento.

Guilherme continua devendo. Posicionado um pouco mais atrás do que estava acostumando ainda demonstra certa dificuldade em se adaptar, mas é bom jogador e talvez seja a solução para a posição.

Quando Elias voltar de contusão pode ajudar muito a mobilidade do meio-campo com sua categoria e experiência.

Enquanto o Corinthians ressurge com força, o São Paulo cai pelas tabelas. Acabou apenas empatando com o Trujillanos, em Valera, na Venezuela.

Cidade longe para chegar, dificuldades de logística, um cansaço incrível e o tricolor começou perdendo, mas empatou com Paulo Henrique Ganso que tem jogado bem, mas perdeu um pênalti no segundo tempo.

Com esse empate, o São Paulo praticamente dá adeus à Libertadores e pode começar a limpa no Morumbi antes do previsto.

A diretoria garante o técnico Edgardo Bauza, mas acreditar na palavra da diretoria está difícil.

Michel Bastos tem proposta para sair e por estar estremecido com a torcida organizada, pode ser negociado para o Brasileiro.

O São Paulo precisa se organizar urgentemente.

Prometi que ia dar um tempo para o Lugano porque senão iria aparecer perseguição, mas ele perdeu de cabeça no primeiro gol do Trujillanos, mas é o ídolo maior da torcida. Boa sorte.

São Paulo procura agente de Ganso para falar sobre renovação de contrato

Leia o post original por Perrone

Na última segunda-feira, a diretoria do São Paulo procurou o empresário de Paulo Henrique Ganso, Pepe Dioguardi, para perguntar a ele se o jogador tem interesse em renovar contrato com o clube. O agente respondeu que sim, e a direção tricolor ficou de voltar a fazer contato com uma proposta.

Na conversa, a diretoria afirmou que o clube não recebeu proposta oficial do Herbei China Fortune, interessado no atleta.

A renovação de Ganso esbarra nos chineses. De acordo com gente próxima ao jogador, ele não vê problemas em jogar na China. Apesar da demonstração do clube do interesse em prolongar o vínculo do meia, a hipótese de ele atuar na equipe chinesa também é sedutora para o São Paulo, que teme perder Paulo Henrique de graça e em setembro de 2017.

Outro fator que deve tornar dura as negociações é o salário de Ganso (R$ 300 mil mensais), considerado insatisfatório por seu estafe, que pedirá um reajuste significativo.

Além disso, se assinar pré-contrato com outro clube a partir de seis meses antes do fim do compromisso com o tricolor do Morumbi, o jogador pode negociar uma quantia maior de luvas com o interessado que, nesse caso, não precisaria pagar pelos direitos econômicos e federativos do atleta.

 

Chineses já seduziram Ganso e São Paulo

Leia o post original por Perrone

Apesar de as partes negarem as tratativas, São Paulo e Ganso já foram seduzidos pelo Hebei China Fortune. Nesse cenário, o atleta só não deve se transferir se os chineses desistirem do negócio.

De acordo com gente próxima a Ganso, o jogador não vê problemas em jogar na China, principalmente por causa dos excelentes salários pagos por lá. Hoje, ele recebe cerca de R$ 300 mil mensais.

Já para o São Paulo, o interesse chinês é um alívio, pois havia o temor entre dirigentes do clube de que nenhuma proposta interessante chegasse para o meia e ele acabasse saindo de graça do Morumbi.

O compromisso do ex-santista com o São Paulo termina em setembro de 2017. Seis meses antes do final do compromisso, ele pode assinar pré-contrato com outro clube. O receio dos cartolas tricolores é de que, a partir do segundo semestre de 2016, o atleta fique mais exigente em relação a possíveis transferências pensando na possibilidade de ficar livre do vínculo.