Arquivo da categoria: Pelé

Eternidade

Leia o post original por Odir Cunha

Eu e Pelé II

Hoje o brasileiro mais talentoso de toda a história completa 77 anos. Somos privilegiados por viver no mesmo tempo que ele e, muitos de nós, mais abençoados ainda por tê-lo visto em campo, fazendo coisas que ninguém fez ou fará. Pelé usou a linguagem universal da arte do futebol para encantar plateias de todo o mundo, colocar o Brasil no mapa e se tornar um imortal. Um forte abraço, mais do que isso, um beijo ao senhor Edson Arantes do Nascimento, nosso amado Pelé. Saúde, felicidade e vida longa ao Rei!

E-mail para votar em São Paulo

Muitos sócios têm me perguntado como farão para votar para presidente do Santos, no dia 9 de dezembro, sem precisar ir até a Vila Belmiro. É simples. Basta pedir a mudança de domicílio eleitoral pelo e-mail domicilioeleitoral@santosfc.com .br

No e-mail o sócio deve dizer que prefere votar em São Paulo e incluir o seu nome completo, número do CPF e seu número de sócio do Santos.

O pedido também pode ser feito pessoalmente, na secretaria social do clube, no estádio Urbano Caldeira, ou na subsede do Santos na capital, situada à avenida Indianópolis, 1772, telefone (11) 3181-5188.

Mesmo os associados que pediram a mudança de domicílio eleitoral na última eleição deverão fazê-lo novamente, ou deverão votar na Vila Belmiro.

O prazo para pedir a mudança de domicílio eleitoral para São Paulo vai até o dia 24 de novembro. Portanto, se você uqer votar na sede da Federação Paulista de Futebol, não perca tempo.

Poderão votar todos os sócios do Santos que tiverem ao menos 1 (um) ano completo de permanência ininterrupta no quadro associativo do Santos e não estiverem em débito com o clube.

Os associados inadimplentes que quiserem quitar as suas contribuições atrasadas para garantir o seu direito de voto poderão fazê-lo até o dia 4 de dezembro. O clube promete manter a secretaria social e a tesouraria de plantão de 29 de novembro a 4 de dezembro, das 10 às 21 horas, para atender aos sócios.

O Santos tem sido um clube abençoado pelos deuses do futebol, que o escolhem para, regularmente, receber em sua manjedoura meninos escolhidos, especiais, que nascem ali para brilhar no futebol. Está na hora de termos também dirigentes à altura desses craques. Mas essa última parte depende de você, sócio santista. Vote no dia 9 de dezembro, na Vila Belmiro, ou na Federação Paulista de Futebol, e coloque o Santos no reencontro de sua universalidade.

E você, o que acha disso?


O Santos é universal

Leia o post original por Odir Cunha

Esta semana passei três dias em São José do Rio Preto e testemunhei, mais uma vez, a universalidade do Santos. Muito bem recebido por Fábio Lopes, Leandro, Andrey e os amigos da Embaixada do Peixe na região, conheci mais histórias desse amor ao Alvinegro Praiano e fiquei sabendo que uma caravana, que já estava em 30 pessoas, sairá da cidade para percorrer os 550 quilômetros até a Vila Belmiro, onde nesse domingo gritarão por mais uma importante vitória santista no Campeonato Brasileiro.

Já em São Paulo, pesquiso nesse sebo mundial de imagens, que é o Youtube, e encontro um vídeo de jornalistas espanhóis analisando um jogo do Santos em Paris, em 1971, com a presença ilustre de Pelé, assistido por Brigitte Bardot. Pesquiso um pouco mais e encontro um vídeo francês sobre o Rei do Futebol. Na manhã de sábado, as novidades são as jogadas e o gol de Neymar contra o Metz. Nem é preciso ser muito inteligente para perceber que a linha do tempo do Santos é ligada pela arte do futebol.

Alguns times se orgulham de sua torcida, enquanto o santista pode se orgulhar do futebol bonito e de seus craques, o que é muito mais difícil de se ter. Torcida grande o Santos já tem, só que não está devidamente mobilizada, algo que pode ser feito a partir de 2018, caso o clube e o time possam exercer sua universalidade. Agora, ter uma tradição de futebol bem jogado e de grandes craques, não é para qualquer um.

Outro dia Cafu, lateral histórico do São Paulo e da Seleção Brasileira, escalou quatro santistas entre os cinco maiores jogadores brasileiros de todos os tempos: Pelé, Coutinho, Pepe e Clodoaldo. O único escolhido de outra equipe foi o incontestável Garrincha. O engraçado é que, às vezes, até alguns santistas duvidam da real dimensão do Santos, e o preferem restrito a um universo pequeno de torcedores, como se fosse o clube de apenas uma cidade.

O Clássico Alvinegro é o grande jogo do futebol brasileiro não só neste domingo, mas de todos os domingos. Se Pelé considera assim, é porque é. Trata-se do confronto paulista que mais vezes atraiu um público superior a 100 mil pessoas ao estádio (sete!), que tem muita história, alguns tabus e pode, a partir do resultado dessa partida, dar nova motivação ao Campeonato Brasileiro de 2017.

Acredito, evidentemente, em uma boa vitória santista. O adversário vai se fechar atrás, à espera dos contra-ataques. O Santos vai assoprar, assoprar, assoprar, até que as casinhas todas se esparramem pelo chão. 3 a 0 seria um bom resultado. Mas 4 a 1 também seria ótimo.

E você, o que espera do Santos nesse domingo?

Faltam cinco dias para se encerrar a campanha de pré-financiamento e ainda não conseguimos alcançar metade do valor necessário para imprimir 2.000 exemplares do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Da meta de R$ 48 mil, quando escrevo esse post não se chegou a 24. Mas não desistiremos, pois assim como correu com o Dossiê, sabemos que se trata de uma obra fundamental para documentar para sempre as façanhas que só o Santos realizou por gramados de todo o mundo.

O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, com alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e na literatura mundial do futebol.

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time-dossie ok

Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

Para atender aos pedidos dos santistas das embaixadas e demais grupos de torcedores espalhados pelo País, criei preços especiais também para a compra de três, quatro e cinco exemplares, tanto do Dossiê de Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959, como do Time dos Sonhos.

Neste mês, três exemplares desses dois livros sairão por 75 reais, quatro por 85 e cinco por 95 reais. E todos os pedidos com frete grátis e dedicatórias exclusivas. Faça as contas e veja que não dá para perder. É a oportunidade de presentear os amigos ou já guardar para o Natal.

E caso alguém queira uma quantidade maior do que cinco exemplares, é só enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br que estudaremos as melhores condições possíveis. O interesse, como sempre, é ver o santista e conhecendo a rica história do clube, elemento fundamental no fortalecimento da marca Santos.

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Todos os PDFs a R$ 1,00

O sistema da loja do blog não permite que se distribua livros sem nenhum pagamento. Então, coloquei o preço de todos os PDFs a apenas um real. Isso mesmo. Qualquer PDF, neste mês de setembro, custará apenas um real.
Comprar com cartão, de débito ou crédito, é totalmente confiável pelo sistema do PagSeguro, mas se quiser pode escolher por boleto ou mesmo fazer depósito bancário (nesse último caso, informe-se pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

Dentre os PFDs, há quatro livros que falam do Alvinegro Praiano

– Donos da Terra, a história do primeiro título mundial do Santos
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– Na Raça!, a história do primeiro clube bicampeão mundial
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– Ser Santista, um orgulho que nem todos podem ter – Artigos selecionados que mostram várias aspectos da grandeza santista
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– Pedrinho escolheu um time – A aventura de um garoto paulistano que quer escolher um time para torcer.
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Há mais três histórias infanto-juvenis

– Pedrinho no Descobrimento do Brasil – Um buraco no tempo leva Pedrinho ao momento em que o Brasil está sendo descoberto pela esquadra de Cabral. Para crianças e adolescentes que gostam de História.
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– O Diário de Kimmy, uma garota inuit – O dia a dia de uma menina que vive no Alasca, entre as tradições de seu povo e os perigos dos tempos atuais.
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O Reino do Pum – A caso insólito do pobre e mal cheiroso reino onde viviam o pequeno Sidney e seu avó Felisberto.
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E uma ficção para adultos

– Morte.Net – Romance impróprio para menores, de Caio Morelli, que fala de pessoas que buscam a felicidade nos encontros fortuitos da Internet.
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Imponderável Santos FC

Leia o post original por Odir Cunha

Não comprem livros na Livraria do Blog hoje. Amanhã começa a grande promoção de setembro, mês de aniversário do blogueiro.

Imponderável Santos FC

A gestão de um clube de futebol encerra o eterno confronto do pragmatismo com a sensibilidade. Pragmatismo pode ser definido como o modo de pensar e agir que acredita nas medidas concretas e imediatas para se solucionar os problemas. Mas será que todos os problemas de um clube podem ser resolvidos apenas com a razão, com a expertise que vem dos manuais de administração corporativa?

Há pouco via os triunfos do Internacional, admirava o seu estádio, a sua campanha de associados e a maneira como apoiava e investia na sua base. Imaginei que com tudo isso o time iria de vento em popa rumo ao seu destino grandioso. Penso que ainda chegará lá, mas hoje, para tristeza de seus torcedores, a equipe amarga a Série B.

Escrevo sobre isso um dia depois de ver o desempenho do time B do Santos na Copa Paulista. Caramba, meninos, que falta de ânimo e de perspectiva, que espetáculo triste diante da Portuguesa! Confesso que, além do atacante Diego Cardoso – que merece, sim, novas oportunidades no time de cima –, não consegui vislumbrar nenhum com chance de se tornar profissional a curto prazo, no que, reconheço, devo estar sendo injusto.

O desempenho coletivo de um time prejudica a avaliação individual, eu sei e não deveria incorrer nesse erro. A emoção nos leva para um lado, da mesma forma que pode nos empurrar para o outro. A vitória, se viesse, somada a raras boas jogadas de ataque, já poderiam ter me dado uma sensação bem mais positiva desses meninos. Mas o que quero dizer com isso?

Em suma, o que todos já sabemos: que o futebol não é uma ciência exata. A administração de um clube talvez exija os mesmos cuidados que tornam as empresas saudáveis e autossustentáveis, mas a arte do futebol, especificamente, exige mentores que conheçam as nuances do esporte e de seus praticantes.

O Santos tem uma vantagem adicional sobre os outros clubes, que é a atração que exerce nos jovens e a tolerância de sua torcida com relação a eles. Há outro fator importante, que é a excitante sensação de aventura que o torcedor desfruta quando chega ao clube um atleta desconhecido, um under dog, quase um loser, que, mesmo não sendo muito jovem, não deu certo em lugar algum e anda desacreditado.

Assim ocorreu com Giovanni, Ailton Lira e, mais recentemente, com Ricardo Oliveira e Lucas Lima. Reservas desacreditados, jogadores em fim de carreira conseguem renascer na Vila Belmiro da mesma forma que meninos podem florescer ali com todo o seu talento. Só falta dizer que o Santos é um jardim, o que poderia não parecer muito másculo, mas é mais ou menos por aí mesmo. No Alvinegro Praiano craques brotam do nada.

Os melhores times do Santos foram baratos, e mais frutos do acaso do que do planejamento. Porém, é evidente que o planejamento pode ajudar o acaso. Como? Aprimorando o processo de seleção dos garotos que vêm para a base do Santos. Não dá para aceitar que “filhinhos de empresários” preencham as vagas que, historicamente, foram e devem ser reservadas aos jovens que tratam a bola com carinho e intimidade.

Por isso o Santos precisa ter um novo CT para seus meninos, que devem ser selecionados a dedo e preparados com carinho. Os outros clubes têm infanto-juvenis, mas só o Santos têm Meninos da Vila. Lidar com eles deve ser tão importante como trabalhar com os profissionais.

E para descobri-los nesse país imenso, para saber onde vivem, como jogam, e trazê-los para o time de Pelé, Coutinho, Pepe, Robinho, Neymar e tantos outros ex meninos de ouro, é preciso selecionar e manter a melhor rede de olheiros já formada no futebol. Só assim, repito, o planejamento ajudará a sorte e o que era esporádico se tornará rotineiro.

Aos garotos do Santos B eu só diria que não desistam, que se animem a si próprios e encarem cada partida, cada minuto no Santos como uma oportunidade única de caminhar na direção do futuro que sonharam. Não sei como todos chegaram ao Santos e não sei se são realmente os melhores que poderiam formar nesse time, mas já que estão vestindo essa camisa, façam tudo para honrá-la. O prêmio ao seu esforço e deedicação certamente virá.

Quer escrever (e falar) melhor sobre esporte? Faça o meu curso!

Curso - alunos alegres
Essa foi a turma de julho. Inscreva-se para o curso de setembro. Últimas vagas.

A cada dia cresce o número de pessoas que escrevem (e falam) sobre esporte. Com a não obrigatoriedade do diploma de jornalista, a atividade está aberta a todos.

Entretanto, essa profissão tão fascinante exige conhecimento técnico e ético para ser bem desempenhada.

Por isso criei o Curso de Especialização Técnica e Ética no Jornalismo Esportivo, que ministrarei nesse mês de setembro na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, na avenida Paulista.

Não perca essa oportunidade de conhecer segredos da profissão que só um atento jornalista com 40 anos de experiência pode lhe dar. As inscrições ainda estão abertas, mas as vagas são limitadas.

Inscrições abertas para o II Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo
As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista
Da preparação à técnica de colher informações e escrever

As dez qualidades do bom jornalista
Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para
Jornal – Revista – Rádio – TV – Blog

Mídia Social e Assessoria de Imprensa
Como planejar e divulgar cada cliente

Escrever um livro
Como pesquisar, escrever e publicar

Os limites da polêmica
Como evitar os crimes de opinião:
Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto
Clareza
Objetividade e ordem direta
Escolha das palavras simples e concretas
Uma ideia por parágrafo
Precisão. Sem ela não há credibilidade.
Isenção. A necessidade de ser neutro.
Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.
A importância de reler o texto
Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter
Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.
Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas
Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem
Revisor – Editor – Editor-chefe

Como fazer
Títulos – Subtítulos – Olhos – Intertítulos – Legendas

– Tarefas na classe e em casa
– Matérias sobre eventos escolhidos
– Trabalho Final
– Entrega de Certificado de Conclusão com o número de horas/aula

Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Carga horária: 16 horas

Datas e horários: dias 5, 6, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro, das 19h30 às 21h30.

Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP).

Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.

Investimento: R$ 300,00 (trezentos reais – 50% na matricula, 50% até o dia 15 de setembro.)

Sócios da ACEESP em dia com a anuidade não pagam.

Informações e inscrição até 4 de setembro pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br


Momento lindo do genial Messi! Ele não tem coração de pedra e emocionou a todos em Montevidéu!

Leia o post original por Milton Neves

O vídeo acima enche os olhos!

Em Montevidéu, o genial Messi provou não ter coração de pedra e realizou o sonho de um garotinho uruguaio que queria entregar uma carta ao seu ídolo.

E esta cena me lembrou muito a foto abaixo:


No quesito “simpatia com a criançada”, Pelé e Messi estão rigorosamente empatados!

Opine!

Neymar, o Menino da Vila

Leia o post original por Odir Cunha

O jogador mais caro da história do futebol, que é Neymar, vem se juntar ao mais valioso de todos os tempos, que é Pelé, e o bom é que ambos são Meninos da Vila. Eu estava lá no dia em que ele aquele garotinho com o uniforme sambando no corpo estreou no profissional do Santos contra o Oeste, no Pacaembu. Meu ângulo de visão era mais ou menos o mesmo deste vídeo acima. Em sua primeira jogada, driblou para o lado, sem fazer força, e mandou a bola no travessão. Sou difícil de fazer previsões precipitadas, mas nesse momento sussurrei para a Suzana que estávamos vendo surgir mais um craque santista.

O Santos tentou manter Neymar o quanto pôde, mas sua saída era inevitável. E já que sairia mesmo, deveria ter sido negociado antes por um valor que fizesse o Santos pagar todas as suas dívidas. Hoje teríamos um clube com muito mais possibilidades. De qualquer forma, foi muito importante revelar, manter e formar o jogador imprescindível que é este garoto nascido em Mogi das Cruzes em 5 de fevereiro de 1992 e formado, com carinho, por seu pai e por todos que o cercaram no mundo às vezes insólito do futebol.

Gosto de Neymar. Tento me colocar no seu lugar, antes de julgá-lo. Não acho que foi o dinheiro que o tirou de Barcelona, mas a ingratidão dos espanhóis, que não admitem que ele já esteja jogando melhor do que Messi. Em Paris, ele será feliz, e isso não é apenas uma rima. É impossível não respirar toda a felicidade do mundo em uma cidade revolucionária, linda, que ama a arte e os brasileiros.

Talvez goste mais de Neymar porque, por meio dele, milhões de crianças e adolescentes da Terra assistem aos gols e às vitórias do Santos no Youtube, a televisão mais assistida do mundo, o que mantém o Alvinegro Praiano como o time brasileiro mais respeitado no exterior. Sim, as grandes façanhas de Neymar foram realizadas com a camisa do Santos e o Youtube mistura passado e presente no mesmo instante. Esse Neymar do PSG é o mesmo garotinho que mestre Zito trouxe da Portuguesa Santista, mesmo atacante driblador que ganhou seis títulos com o Santos, entre eles a Copa Libertadores de 2011. Enfim, é o mesmo Menino da Vila de sempre.

Domingo, contra o Avaí

Ainda não sabemos que time Levir Culpi escalará para enfrentar o Avaí, nesse domingo, às 19 horas, em Florianópolis, mas o que se sabe é que só a vitória será um bom resultado. Em que pese o adversário viver aquele período torturante de tentar se livrar do rebaixamento, o Santos faz uma boa campanha e tem a chance de aspirar o título brasileiro. Ainda há muito jogo pela frente e o líder do campeonato, além de um excelente sistema defensivo, pouco apresenta de especial.

Segundo o pesquisador e conselheiro do Avaí, Spyros Diamantaras, até 2011 os dois times já tinham se enfrentado 10 vezes, com os seguintes resultados:

15/08/1972 – Avaí 1×2 Santos – Amistoso – Adolfo Konder
15/09/1976 – Santos 0x0 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
08/08/2009 – Santos 2×2 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
29/11/2009 – Avaí 2×2 Santos – Brasileiro – Ressacada
12/08/2010 – Santos 1×3 Avaí – Sul-americana – Pacaembu
18/08/2010 – Avaí 0x1 Santos – Sul-americana – Ressacada
02/09/2010 – Santos 2×1 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
28/11/2010 – Avaí 3×2 Santos – Brasileiro – Ressacada
05/06/2011 – Santos 3×1 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
07/09/2011 – Avaí 1×2 Santos – Brasileiro – Ressacada

Vamos tornar essa história imortal!


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O Dia do seu Pai, ou do seu Avô santista, está chegando. Faltam apenas 9 dias. Que presente pode ser mais duradouro e mais barato para quem fez você torcer para o time mais apaixonante do futebol?
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Primeira vez inesquecível

Leia o post original por Odir Cunha

Creio que nenhum torcedor se esqueça de seu primeiro dia em um estádio de futebol. O meu ocorreu em 13 de outubro de 1968, aos 16 anos, ao lado de meu irmão Marcos, então com 12. Afortunados, vimos o Santos de Pelé enfrentar o Cruzeiro de Tostão, dois dos melhores times do mundo na época. Difícil descrever o impacto que aquela tarde de domingo, no Morumbi, exerceu sobre nós. A arte e a emoção do futebol se miscigenam em um sonho eterno na mente e no coração de quem é tocado por ele.

Nosso Santos, do técnico Antoninho, jogou com Cláudio, Carlos Alberto, Ramos Delgado, Marçal e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Toninho, Douglas (Edu), Pelé e Abel. O Cruzeiro foi escalado por Orlando Fantoni com Fazano, Pedro Paulo, Procópio, Darci e Murilo; Zé Carlos (Piazza) e Dirceu Lopes; Natal, Evaldo, Tostão e Rodrigues (Hilton Oliveira).

Naquela partida a bola correu de pé em pé, macia e seduzida. O primeiro gol que vimos foi o de Pelé, após sensacional jogada de Douglas. O segundo, de Toninho Guerreiro, um dos mais notáveis artilheiros que já passaram pelo Alvinegro Praiano. Como nesse domingo teremos novamente, na Vila Belmiro, esse encontro memorável, faço questão de reproduzir o texto que ocupa parte das páginas 188 e 189 do livro Time dos Sonhos, em oferta na livraria deste blog:.

O Santos ia bem, com vitórias sobre Flamengo (2 a 0), Fluminense (2 a 1), Corinthians (2 a 1) e uma goleada estrepitosa sobre o Bahia, no Pacaembu, por 9 a 2. Algo nos dizia – a mim e ao meu irmão Marcos, tão ou mais fanático do que eu –, que os bons tempos tinham voltado. O jogo com o Bahia foi numa quinta-feira à noite. No domingo, 13 de outubro, à tarde, jogariam Santos e Cruzeiro, no Morumbi. Julgamos que era o momento ideal para irmos assistir nossa primeira partida em um estádio. Eu tinha 16 anos completados dia 17 de setembro, Marcos faria 13 em 15 de dezembro.

Até ali nossa paixão pelo futebol era alimentada pelo matraquear dos locutores de rádio, ou das imagens em preto e branco da tevê. Nunca tínhamos visto um jogo de perto, ouvido a torcida com seus urros que parecem brotar do concreto, percebido o contraste entra a roupa muito branca do Santos e a grama verde.

Descemos no Brooklin e fomos a pé até o Morumbi. Comprei os ingressos da geral de um cambista, que parecia muito preocupado em não nos ver perdendo tempo na fila. O anel das arquibancadas do Morumbi não tinha sido completado. A geral ficava exposta ao sol, mas era possível sentar nos degraus largos. A primeira visão de quem vai ao estádio pela primeira vez é um sonho. Principalmente se dali a instantes você vai ver o Santos de Pelé enfrentando o Cruzeiro de Tostão. Chegamos cedo e ficamos ali embaixo, apreciando as arquibancadas se encherem.

Os times entraram em campo, posaram para as fotos e logo os jogadores se dispersaram pelo gramado, correndo, petecando a bola, aquecendo-se para o jogo. O Cruzeiro tinha um lindo uniforme azul-escuro, mas os santistas se destacavam, pareciam maiores com a roupa branca refletida pelo sol da primavera. Era como se flutuassem pelo gramado, tocando a bola com uma maciez que nunca tínhamos visto antes.

A impressão continuou com o início do jogo. Ficamos admirados com a categoria dos jogadores, que não erravam passes e tinham um controle invejável. Como eram dois times clássicos; como não corriam, desenfreados, e nem davam pontapés, era difícil alguém roubar a bola, que invariavelmente prosseguia de pé em pé até a conclusão do ataque.

Ao nosso lado, dois irmãos mais novos conversavam. A certa altura o mais velho, protetor, perguntou ao menor, mirradinho, que não deveria ter mais do que 10 anos: “Ainda tá com fome?”. O garoto, olhos vivos abertos para o campo, respondeu sem piscar: “Estava, mas já passou. Ver o Santos jogar me tirou a fome”.

Comentei isso com o Marcos. Engraçado, nós entendemos perfeitamente o que aquele garotinho dizia. Sentíamos o mesmo deslumbramento. Ainda fico imaginando, hoje, se já existiu uma paixão mais pura pelo futebol do que aquele garotinho demonstrou aquele tarde, com aquela frase. Não se tratava, simplesmente, de amor por um time, mas pela beleza, pelo encantamento do futebol.

Emoção que virou arrebatamento quando Douglas entrou driblando em zigue-zague pela meia-esquerda, passou por dois ou três jogadores e a bola sobrou para Pelé chutar quase embaixo do gol. Faltando uns quinze minutos para acabar o jogo, do outro lado de onde estávamos, o Santos atacou pela esquerda, a bola foi cruzada e Toninho entrou para fazer o segundo e definir a vitória. Percebemos que a jogada seria perigosa não só por vê-la – pois do outro lado do campo se perde a noção da distância -, mas pelo barulho crescente da torcida, que acabou explodindo no gol. Voltamos para casa felizes, de alma lavada.

E você, qual foi seu primeiro jogo em estádio?

Baixei os preços pensando em você! Leia e divulgue a rica história santista

Bastaram algumas reclamações de santistas que queriam comprar o livro Time dos Sonhos pelo preço antigo e decidi voltar a promoção para todos os livros da Livraria do Odir até o final do estoque. Agora, tanto o Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959 como o Time dos Sonhos voltam a custar 39 reais o exemplar e apenas 69 reais dois exemplares. Também dá para comprar um exemplar de cada um por 69 reais a dupla. Os PDFs também estão quase de graça.

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Que tal conhecer um pouco mais a história do Santos?


Bom renascimento para nós

Leia o post original por Odir Cunha

Costumo dizer que a vida é feita de renascimentos. Se as coisas não andam como você quer, não se amofine. Continue trabalhando, fazendo a coisa certa, porque logo uma nova etapa, repleta de possibilidades, surgirá à sua frente. Como santista, vivi algumas Páscoas, ou renascimentos. A mais marcante delas ocorreu em junho de 1979, quando um time recheado de garotos, nominados Meninos da Vila pelo seu Chico Formiga, venceu o São Paulo na final e conquistou o Paulista de 1978, primeiro título importante do Alvinegro Praiano após Pelé. Neste vídeo podemos desfrutar a narração incomparável de Osmar Santos, de quem me tornei redator e amigo nas rádios Globo/Excelsior. Boa Páscoa a todos os frequentadores deste blog e obrigado pelos comentários sinceros.

Liquidação Total dos livros até 30 de abril!

Na comemoração dos 105 anos do Santos, reduzi ao máximo os preços dos livros oferecidos na Livraria deste Blog e ainda mantive o frete grátis e a dedicatória. Promoção vai até o dia 30.

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Dossiê Unificação dos títulos brasileiros
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1 exemplar: 39 reais.
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1 exemplar: 14 reais.

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1 exemplar: 23 reais.
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A PROMOÇÃO VAI ATÉ 30 DE ABRIL OU ATÉ ACABAR O ESTOQUE

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Movimento por um Santos Melhor – Encontro em São Paulo

Dia 18, a partir das 18 horas, encontro no Murymarelo Bar

Venha conhecer nossas ideias e também dar as suas para um futuro melhor para o Santos Futebol Clube

Entrada gratuita. Você só paga o que consumir.

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A gente consegue o que quer

Leia o post original por Odir Cunha

Garfield descansando

Um atleta que queira muito ser campeão e trabalhe com afinco por isso, um dia atingirá sua meta. Um estudante que sonhe ser doutor, chegará lá caso estude e se dedique o suficiente para alcançar esse objetivo. Com raras exceções, qualquer um de nós conseguirá realizar seu sonho desde que esteja disposto a pagar o preço.

Não há sucesso sem querer e por isso devemos valorizar os vencedores sem inveja nem senões. Em 1985 Boris Becker, um alemão de 17 anos venceu Wimbledon. Foi uma surpresa para todos, menos para ele. Pois ninguém conquista Wimbledon sem querer. No íntimo, ele sabia que poderia, e pôde. Isso vale para todos os campeões do esporte, das artes, da vida…

Entre o final dos anos 50 e início dos 60 o Santos tinha um time que queria jogar, precisava jogar, pois o salário era pequeno e o maior rendimento vinha dos “bichos”, o prêmio por vitória. Então, veja você, mesmo atuando em quatro países diferentes, o Santos fez cinco jogos em sete dias, entre 3 e 9 de junho de 1959.

Confira: dia 3 de junho venceu o Feyernoord, na Holanda, por 3 a 0; dia 5 perdeu da Internazionale, em Milão, Itália, por 3 a 2; dia 6 derrotou o Fortuna, de Dusseldorf, Alemanha, por 6 a 4; dia 7 empatou com o Nuremberg, em Nuremberg, Alemanha, por 3 a 3 e dia 9 derrotou o Servette, de Genebra, Suíça, por 4 a 1.

Bem, aquele era o Santos de Ouro, que não escolhia adversários e tinha jogadores que não reclamavam da dureza da profissão. Nestes cinco jogos citados, Pelé e Pepe participaram de todos. Pelé marcou cinco gols e Pepe, seis. Bem, mais isso era naquele tempo. E hoje, o que querem os jogadores e o técnico do Santos, qual é o objetivo que os move?

A se depreender das entrevistas que têm dado nos últimos meses, a grande meta desses jogadores e do técnico Dorival Junior tem sido o “descanso” – palavra mais usada nas entrevistas após os jogos e no intervalo entre um compromisso e outro. Pois bem. Como está dito no título e no lead deste post, as pessoas acabam conseguindo aquilo que querem muito…

Do jogo com a Ponte Preta, em Campinas, no dia 1º de abril, até a estreia no Campeonato Brasileiro, em 14 de maio, diante do Fluminense, no Rio de Janeiro, o Santos terá jogado apenas cinco partidas: ida e volta com a Ponte, ida e volta com o Santa Fé, pela Libertadores, e o jogo contra o Flu.

Portanto, em um período de 44 dias o Alvinegro Praiano terá o invejável intervalo médio de 8,8 dias entre um jogo e outro e jogará apenas três vezes em abril, podendo descansar à vontade. Enfim, mais uma prova de que os sonhos, por mais estranhos que seja, acabam sendo realizados.

E você, o que acha disso?

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Boas e más lideranças

Leia o post original por Odir Cunha

De origem humilde, Ricardo Oliveira já pediu esmola nos semáforos da Zona Norte de São Paulo. Hoje, para os padrões brasileiros, é um homem rico. O futebol tem muitos exemplos similares. O maior deles, sem dúvida, é Pelé, Edson Arantes do Nascimento, primogênito de Dondinho e Celeste, nascido em uma pequena casa de tijolos e pintura desbotada de Três Corações, Minas Gerais, que antes dos 20 anos já era chamado de “Rei do Futebol”, título que o acompanha desde então.

Pelé e Ricardo Oliveira têm muita coisa em comum. Ambos, guardadas as imensas proporções, são reconhecidos como bons jogadores de futebol, artilheiros, destacaram-se no Santos e têm espírito de liderança. Porém, adotaram estilos diferentes para liderar. Pelé preferia comandar pelo exemplo.

Determinado a ser campeão do mundo na Copa de 70, ele usou o tempo de preparação para voltar ao seu peso e à sua forma ideais, não permitiu que nada desviasse o seu foco, aceitou sem reclamar as condições do treinamento puxado e a desconfiança de boa parte da opinião pública e mostrou, em campo, que ainda era o melhor do mundo e poderia levar a Seleção Brasileira a mais um título mundial, o que acabou acontecendo.

“Se o bife estava duro, ele cortava em pedacinhos e comia sem dizer nada. Se ele, que era o Pelé, não reclamava, o que a gente podia falar?”, diz Rivellino, lembrando os tempos de concentração para a Copa do México.

De técnica e talento reconhecidamente superiores, Pelé também foi o atleta, ao lado do zagueiro Brito, com o melhor rendimento nos treinos físicos. O resultado do seu empenho pôde ser observado em todos os seis jogos do Brasil, realizados no escaldante horário do meio-dia. Ao final da Copa, em que marcou quatro gols e deu cinco assistências, o Rei do Futebol foi escolhido, justamente, o melhor jogador da competição.

Hoje o Santos está diante de uma decisão infinitamente menor. Às 20 horas de segunda-feira, no Pacaembu, enfrentará a Ponte Preta por uma vaga na semifinal do Campeonato Paulista – um obstáculo plenamente superável para um time de melhor elenco, de técnica superior e que ainda jogará diante de sua torcida. É jogo para entrar confiante e obter uma vitória consagradora. A liderança do time, porém, está se revelando um problema.

Em uma rápida entrevista após a derrota para a Ponte Preta, em Campinas, Ricardo Oliveira mostrou-se descontente por não ter sido consultado sobre o agendamento da partida de volta para o Pacaembu e deixou a entender que tanto ele como outros jogadores santistas prefeririam enfrentar a Ponte na Vila Belmiro. Ora, esse tipo de reação não contribui nada para motivar a equipe e já deixa uma desculpa pronta – a ser utilizada por outros jogadores e pelo técnico Dorival Junior – em caso de eliminação diante do bom time de Campinas.

Além de não haver explicação técnica para a escolha da Vila, onde o Santos já foi derrotado três vezes neste Paulista, é no Pacaembu, em que o Alvinegro Praiano venceu seus 18 jogos mais recentes realizados ali, que o time terá de jogar mais vezes se quiser dobrar sua média de público e reencontrar o caminho de uma grandeza que tem lhe escapado devido a uma visão limitada e regional que verdadeiros líderes, como Pelé, já tinham deixado para trás.

Sem jamais ser o capitão do time, Pelé inspirava otimismo, destemor, confiança. Em muitas excursões santistas ao estrangeiro, o incansável atacante chegou a disputar cinco jogos em apenas oito dias. Bem diferente do Santos atual, que desde a derrota de sábado terá nove dias para se preparar tranquilamente para a revanche contra a Ponte Preta, no Pacaembu, estádio cujo maior artilheiro é Pelé, com 115 gols.

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