Arquivo da categoria: Philippe Coutinho

Opinião: os pontos positivos e o risco para seleção com Coutinho no Barça

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, a transferência de Philippe Coutinho do Liverpool para o Barcelona tem mais pontos positivos do que negativos para a seleção brasileira. Veja abaixo.

Pontos positivos

1 – Entrosamento

Jogando no Bracelona, Coutinho poderá chegar ao Mundial ainda mais entrosado com Paulinho, seu parceiro no meio-campo da seleção brasileira.

2 – Concentração

Com o futuro definido, o meia estará livre de negociações durante o período da Copa, em que o mercado europeu se agitará por conta de transferências. Ele não terá que dividir sua atenção entre seleção e negociações.

3 – Bom exemplo

Coutinho já tinha sua carreira consolidada e se destacava quando Tite assumiu a seleção brasileira. Porém, suas atuações no time nacional sob o comando do ex-corintiano ajudaram a valorizá-lo a ponto de se transformar na segunda maior contratação da história. Não foi primeiro caso. O treinador recolocou Paulinho na vitrine. Graças às primorosas atuações dele pelo Brasil, o Braça o contratou. O novo episódio com Coutinho é mais um exemplo para reforçar a confiança dos atletas no técnico e acreditar que ele pode ajudá-los também a alcançar metas pessoais.

Ponto negativo

Risco

Coutinho pode demorar a se adaptar ao Barça. Na pior das hipóteses, viraria reserva e chegaria ao Mundial da Rússia sem ritmo de jogo. Mas as qualidades do meia, a fase que ele atravessa e o dinheiro investido pelos catalães sugerem que o risco é pequeno.

 

Seleção fez sua parte… mas deixou a desejar!

Leia o post original por Craque Neto

O Brasil entrou em campo nesta quinta-feira para encarar o Equador, em Porto Alegre, e não empolgou os torcedores que estiveram presentes na Arena do Grêmio. Primeiro porque os ingressos estavam muito caros. Alguns com o preço absurdo de R$ 800, é mole? Depois porque realmente a boleirada, base do time que o técnico Tite já imagina para a disputa da Copa da Rússia, não agradou pelo bom futebol. Jogo tecnicamente bem meia boca, pra dizer a verdade! Senti que o próprio Neymar, que segue como esperança do povo brasileiro, segurou muito a bola e só queria dar drible de […]

O post Seleção fez sua parte… mas deixou a desejar! apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Seleção de Tite é supervalorizada?

Leia o post original por Craque Neto

Prestes a ser vendido do Liverpool para o Barcelona por mais de R$ 620 milhões o meia Phillipe Coutinho só engrossa a lista de valores absurdos que estão sendo negociados alguns jogadores do futebol mundial. Principalmente os da nossa Seleção Brasileira que entra em campo nesta quarta, contra o Equador, pelas Eliminatórias da Copa da Rússia. Pensem comigo: Neymar já foi vendido por mais de R$ 800 milhões, Paulinho por uns R$ 150 milhões assim como o atacante Gabriel Jesus, que custou uns R$ 130 milhões ao Manchester City. Até o jovem goleiro Éderson, que é a terceira opção no […]

O post Seleção de Tite é supervalorizada? apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Tite constrói um time interessante

Leia o post original por Antero Greco

Quando foi a última vez que você se empolgou com a seleção? Ahn, como?! Difícil dizer? Concordo. Talvez na final da Copa das Confederações de 2013, naquele jogo impecável contra a Espanha, então campeã do mundo? Acho que sim, não é mesmo?

Pois bem, mais de três anos depois, eis que o time brasileiro enfim arrancou aplausos da torcida e estimulou até gritos de “olé!”. A proeza, antigamente rotineira nas apresentações “canarinha”, agora vira algo extraordinário, digno de registro.

Raro, mas merecido. Porque o desempenho nos 3 a 0 diante da Argentina, na noite desta quinta-feira, no Mineirão, foi daqueles momentos que levam o torcedor a recordar-se que a equipe de seu país tem cinco Copas. E, ao longo da história, ofereceu ao planeta dezenas dos maiores craques que desfilaram nos gramados.

Chega de rococó, e vamos ao curto e grosso: o Brasil atropelou os argentinos, praticamente não lhes deu chance, saiu de campo de cabeça erguida e cada vez mais líder das Eliminatórias na América do Sul. Sob o comando de Tite são cinco jogos e igual número de vitórias. Saiu da sexta colocação e do risco de não pegar nem repescagem e se aboletou no alto da classificação.

O resultado foi construído com naturalidade, mesmo que a Argentina tenha tido, digamos, uma oportunidade no primeiro tempo, e que morreu devidamente nas mãos de Alisson. Também soube fazer certa pressão, no meio-campo, e trocou passes. Na estatística, apareceu com maior índice de posse de bola. O que a prática tratou de esfarelar.

O Brasil, ao contrário, comportou-se com serenidade, consciente da fase melhor em relação ao grande rival. Teve calma suficiente para aguardar as brechas e dar as estocadas certeiras. E elas vieram ainda no primeiro tempo, com Philippe Coutinho e com Neymar.

Dois gols, duas jogadas de muita participação coletiva e de inspiração individual. Vantagem que deixou os hermanos grogues. Messi desapareceu. Tão tontos que foram a nocaute na segunda etapa, com o gol de Paulinho, ao aparecer bem na área e pegar rebote. Compensou o gol que, pouco antes, havia perdido.

O Brasil ganha uma cara interessante com Tite. Ajusta-se, o treinador observa, testa – colocou, por exemplo, Douglas Costa e Firmino. O arcabouço já existe. Daqui até a Copa da Rússia será período para refinar, para ter certezas em torno de diversos nomes. E para deixar portas abertas para surpresas de última hora.

O torcedor, depois de muito tempo, não tem motivos para envergonhar-se de sua seleção.

 

Nova seleção combina transpiração e inspiração para vencer

Leia o post original por Perrone

A vitória sobre o Equador por 3 a 0 nesta quinta pelas Eliminatórias premiou o esforço de Tite e sua comissão técnica para acelerar o processo de fazer a seleção brasileira assimilar o estilo de seu novo treinador.

As conversas com técnicos de clubes e a escalação de velhos conhecidos de Adenor deram resultado, pois é impressionante como já no primeiro jogo com Tite a seleção mostrou uma nova cara.

É um time que combina melhor aplicação tática e talento individual do que a seleção de Dunga. Mistura a transpiração de Paulinho com a inspiração de Neymar, Gabriel Jesus, autor de dois belos gols, e Philippe Coutinho. O novo Brasil já sabe o que fazer quando está com a bola e sem ela. Marca a saída de bola do rival, tenta triangulações e chega ao ataque até com volante.

Evidentemente, o treinador ainda tem muito trabalho pela frente, com fazer Daniel Alves ser mais útil no novo esquema, ou dar a camisa dele para Fágner.

É cedo para empolgação, mas o torcedor brasileiro, enfim, já pode sonhar com dias melhores para a equipe nacional.

Philippe Coutinho? O destaque foi Placide

Leia o post original por Antero Greco

Que Philippe Coutinho, que nada!

O destaque do jogo Brasil 7 x Haiti 1 não foi o atacante brasileiro, que fez três gols. O cara da partida disputada em Orlando, pela segunda rodada da Copa América, foi Johnny Placide, 28 anos.

Foram sete, mas poderiam ter sido de 10, 11 ou 12 gols, não fosse o goleiro haitiano, que defende o Stade de Reims, no futebol francês. Uma das defesas foi mágica, num chute de William.

Desde o começo estava evidente que o time orientado por Patrice Neveu não seria páreo para a seleção do sisudo Dunga. A diferença era alarmante.

O Brasil tocava de primeira, se deslocava com rapidez e logo aos 13 minutos acabou com qualquer ilusão dos simpáticos adversários: gol de Philippe Coutinho.

O máximo que o Haiti conseguia era um escanteio, dez minutos depois de sofrer o primeiro gol.

Era aquela história do time de astros que vai fazer um amistoso com um time amador: se ganhar de pouco, é porque não se esforçou; se golear, não está fazendo nada mais que a obrigação.

Foi isso, um jogo que não teria atrativos, sem sal, sem tempero, não fosse o duelo do Brasil contra Johnny Placide.

O primeiro tempo terminou 3 a 0 – e, além das defesas de seu goleiro, o Haiti conseguiu um chute ao gol de Alisson, dado por Acelnet.

Nos últimos 45 minutos, Placide ganhou a companhia de Nazon, com dribles e escapadas dignas de um brasileiro.

Entre um milagre e outro do goleiro haitiano, os brasileiros marcavam um gol: Gabriel e Lucas Lima puseram o número 5 no placar.

Mas a sequência foi interrompida pelo gol de Marcelin, após jogada de Nazon pela esquerda.

Às vezes dava a impressão de que os brasileiros estavam menosprezando os adversários. Mas era só impressão, dada por passes sofisticados e cheios de efeito.

Aos 32 minutos a obra prima de Placide, num chute de William. Defesa tão bonita que deveria valer um gol.

Mas não estamos aqui para inventar moda. E o Brasil fez mais dois gols: Renato Augusto e Phillippe Coutinho.

O resultado final não deixou ninguém com vergonha na seleção do Haiti, muito menos o seu goleiro.

Existem 7 a 1 sofridos com dignidade.

(Com participação de Roberto Salim.)

Dunga chama Coutinho e os “chineses” para enfrentar o Uruguai de Suarez

Leia o post original por Quartarollo

Seleção Brasileira foi convocada agora há pouco pelo técnico Dunga para os jogos contra Uruguai, dia 25 de março, no Recife, e Paraguai, na terça-feira seguinte, dia 29, em Assunção.

São dois jogos cruciais para a Seleção embora ainda haja uma série de partidas até o fim das Eliminatórias.

Suarez voltará ao time do Uruguai justamente na sexta-feira santa contra o Brasil na capital pernambucana. Depois da mordida será seu primeiro jogo na Celeste.

Dunga manteve Ricardo Oliveira no ataque, mesmo em má fase, e confirmou os “chineses” Gil e Renato Augusto na relação.

Por enquanto a transferência para a China não afastou esses jogadores da Seleção como aconteceu, por exemplo, com Diego Tardelli.

Cássio perdeu a convocação no gol para Diego Alves, bom goleiro do Valência que tem tudo para jogar no embora Alisson seja o escolhido do momento.

Diego teve grave contusão e ficou muito tempo afastado, mas como voltou a jogar Dunga se lembrou dele novamente. Dos goleiros convocados até agora, é aquele que mais tem condição de ser titular do time, na minha opinião.

Thiago Silva que deu entrevista nesta semana, na França, reclamando veladamente de Dunga e da faixa de capitão, além  de ter dito que caiu em depressão após a Copa de 2014, não está relacionado mais uma vez.

Caiu em desgraça com o treinador depois de tantas declarações e tantos pênaltis bobos feitos em vários jogos. Tostão, um grande analista de futebol e um dos maiores jogadores da história, no entanto, acha que Dunga está errado.

Para ele, Thiago Silva é o melhor zagueiro que o Brasil tem ainda e um dos melhores do mundo.

Concordo em parte com Tostão. Thiago está longe ser mau jogador, mas é estabanado principalmente quando se trata de Seleção. Não tem personalidade para ser capitão e já demonstrou isso várias vezes.

Mas se Dunga convoca o não menos estabanado David Luiz que vive se metendo em confusão na sua área e fora dela, então a tese passa a ser válida.

As laterais estão enfraquecidas. Tem apenas de respeito o veterano Daniel Alves, titular há anos do grande Barcelona, mas que também  fracassou na última Copa Copa. Mas ainda é o melhor que temos.

Os demais são apenas bonzinhos. Não me agradam Danilo, na direita, e principalmente Filipe Luiz na esquerda.

Ainda prefiro o “maluco” Marcelo, do Real Madrid. É o que temos para o momento.

Convocou novamente Kaká que está jogando nos Estados Unidos e sem Elias, contundido, abriu-se novamente vaga para o bom Philippe Coutinho, que sempre joga bem, mas precisa evoluir para ser aquele jogador que todos estamos esperando. Hoje é apenas bom.

Mas também admito que minha exigência talvez esteja muito alta. Estou querendo só craques e esse tipo de mercadoria está escassa nessa maldita safra brasileira cheia de jogadores médios que parecem bons.

Eis a convocação de Dunga:

Goleiros:

Alisson – Internacional

Diego Alves – Valência

Marcelo Grohe – Grêmio

Zagueiros

Miranda – Internazionale

David Luiz – Paris Saint-Germain

Gil – Shandong Luneng

Marquinhos – Paris Saint-Germain

Laterais

Danilo – Real Madrid

Daniel Alves – Barcelona

Filipe Luís – Atlético de Madrid

Alex Sandro – Porto

Meio-campo/atacantes

Luiz Gustavo – Wolfsburg

Fernandinho – Manchester City

Renato Augusto – Beijing Guoan

Philippe Coutinho – Liverpool

Lucas Lima – Santos

Kaká – Orlando City

Willian – Chelsea

Oscar – Chelsea

Douglas Costa – Bayern de Munique

Neymar Jr. – Barcelona

Hulk – Zenit

Ricardo Oliveira – Santos

Quarteto da seleção rende cerca de R$ 224,5 mi para quem pagou bagatela

Leia o post original por Perrone

A seleção brasileira que enfrenta o Equador nesta noite nos Estados Unidos tem pelo menos cinco exemplos de como o atoleiro financeiro ou uma avaliação errada sobre seus jovens jogadores fazem os clubes nacionais deixarem de ganhar dinheiro.

David Luiz, Marquinhos, Everton Ribeiro, Philippe Coutinho e Fabinho foram vendidos por equipes em que atuaram nas categorias de base por preços que podem ser considerados pechinchas. Só Fabinho ainda não engordou os cofres de quem apostou nele, o Rio Ave (Portugal), que emprestou o lateral para o Monaco.

Já o quarteto formado por Marquinhos, Everton Ribeiro, David Luiz e Philippe Coutinho rendeu para Corinthians, formador dos dois primeiros, Vitória e Vasco cerca de R$ 32,3 milhões. Suas revendas geraram aproximadamente R$ 224,5 milhões. Nesse valor, o blog não incluiu a compra de David pelo PSG por já ser a segunda grande negociação envolvendo o atleta.

Por sua vez, Fabinho teve os valores de sua transferência para o Rio Ave, de Portugal, em 2012, mantidos em sigilo pelo Fluminense. Porém, o balanço de 2012 divulgado pelo clube mostra que naquele ano entraram nos cofres tricolores R$ 14,1 milhões referentes à negociação de atletas. Parte das vendas foi parcelada, assim, essa quantia não representa o montante total arrecadado.

Veja abaixo cada caso.

David Luiz – De acordo com reportagem do site da ESPN, por precisar de dinheiro o Vitória vendeu o zagueiro em 2007 por 2 milhões de euros (R$ 5,8 milhões na cotação atual) para o Benfica. Os portugueses tiveram tempo para deixar o brasileiro se desenvolver. Hoje no PSG, Davis se transferiu em 2011 para o Chelsea pelo equivalente à aproximadamente R$ 86,5 milhões.

Marquinhos – Deixou o Corinthians em 2012 para jogar na Roma por cerca de R$ 15 milhões. Aproximadamente um ano depois, os italianos se refestelaram com por volta de R$ 104 milhões pagos pelo PSG para ter o brasileiro, de acordo com a imprensa europeia. A negociação até hoje provoca debates acalorados no Parque São Jorge. Dirigentes afirmam que só fizeram a venda porque Tite afirmou que não havia espaço para o zagueiro no clube. O treinador não nega que deu sinal verde para a saída do jogador, mas declara que os cartolas tinham a mesma opinião que ele.

Philippe Coutinho – Tratado como jovem promissor em São Januário, foi vendido em para a Inter de Milão, em 2008, quando ainda estava nas categorias de base, por cerca de R$ 10 milhões divididos em três parcelas anuais. Só se transferiu em 2010, depois de completar 18 anos. Em 2013, a Inter vendeu o brasileiro para o Liverpool por aproximadamente R$ 30 milhões.

Everton Ribeiro – Hoje destaque no Cruzeiro, o meia ficou quase sempre em segundo plano no Corinthians. Foi emprestado para o São Caetano e vendido em 2011 ao Coritiba por R$ 1,5 milhão. Em 2013, o clube de Belo Horizonte pagou R$ 4 milhões por 60% de seus direitos econômicos. O atual líder do Brasileirão já teria recusado uma oferta de R$ 24 milhões do Qatar pelo ex-corintiano.

Vale lembrar que os clubes considerados formadores têm direito a pelo menos uma parte da quantia reservada pelo mecanismo de solidariedade da Fifa. A regra disponibiliza 5% do valor de cada transferência internacional para serem divididos entre os times em que o jogador atual entre 12 anos e 23 anos.