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Juventus campeã para incomodar o Real

Leia o post original por Antero Greco

A Juventus sobrou no Campeonato Italiano mais uma vez. Com a vitória por 1 a 0 sobre a Sampdoria, na tarde deste sábado, em Gênova, fez a festa do título com quatro rodadas ainda de competição pela frente. Chegou a 79 pontos, contra 62 de Jazio e 61 da Roma, que jogam no domingo. Não pode ser mais alcançada, portanto, e comemorou o tetracampeonato.

O segredo da hegemonia da Juve nem é tão secreto assim: trata-se de time muito equilibrado. Teve um jogador em fase excepcional – Carlitos Tevez, artilheiro com 20 gols –, além de uma série de atletas eficientes, talentosos e que seguem à perfeição a estratégia do técnico Massimiliano Allegri. Pirlo, Vidal, Pogba, para ficar em três exemplos.

Havia muito, a Juventus não era tão homogênea, da defesa ao ataque. E, o mais importante, conta com mais de 11 jogadores na condição, digamos, de titulares. Allegri com frequência mexe na formação principal, sem que ela caia de produção. Ok, exceto quando não tem o argentino Tevez.

A segurança juventina começa com Buffon, que dispensa comentários. Na zaga, tem o trio Bonucci, Chiellini, Barzagli que se conhece há muito tempo. Fora Cáceres, machucado há meses. Nas laterais, Lichtsteiner não é habilidoso, mas compensa com regularidade, assim como Evra.

Como citei acima, Pirlo, Vidal (autor do gol do título) e Pogba são fundamentais, desde que em forma. O primeiro e o último sofreram com problemas físicos e perderam muitos episódios na temporada. Mas há, ao lado deles, gente como Pereyra, o incansável Marchisio, os esforçados Morata e Llorente.

A Juventus pode não ser empolgante como Barcelona, Bayern ou Real Madrid, mas chegou à semifinal da Champions por mérito. Assim como ganhou outro “scudetto” porque fez tudo certo. Não me surpreenderá se atrapalhar, e muito, a vida do Real nos dois próximos duelos. Impossível chegar à final, em Berlim? Não, essa é possibilidade a ser considerada.

 

Pirlo, o distribuidor

Leia o post original por RicaPerrone

pirlo

Este é Pirlo.  Quase “idoso” pro futebol, joga na seleção da Itália como um brasileiro. Corre menos que os outros, cadência o jogo e faz a bola correr em seu lugar.

Os dados da OptaSports sobre o jogador na partida contra a Costa Rica mostram como erra passes esse Pirlo….

Captura de Tela 2014-06-20 às 15.10.00

Sim, senhores. Cada setinha verde é um passe certo de Pirlo. Para todos os lados, em todas as distâncias.

Não é mole não.

abs,
RicaPerrone

No grupo da morte quem “matou” foi a Costa Rica. Inglaterra “morreu” e Itália e Uruguai jogam a vida na última rodada

Leia o post original por Quartarollo

A Costa Rica é a grata revelação dessa Copa do Mundo. Depois dos surpreendentes 3 x 1 sobre o Uruguai, bateu a Itália, 1 x 0, com autoridade e ainda teve um pênalti claro de Chiellini em Campbell pouco antes … Continuar lendo

Vitória da Azzurra, ou quando o talento decide*

Leia o post original por Antero Greco

Amigos,o Mundial está divertido. Até agora, não houve jogo sonolento, insosso, morno, daqueles em que o torcedor se sente lesado. Só duelo bom, no mínimo pela emoção e pelas alternativas no placar. A prova mais fresquinha veio no meio da noite de ontem, com os 2 a 1 da Itália sobre a Inglaterra, em Manaus.

Falei em frescor? Ato falho ou licença poética. O clássico europeu foi pra lá de quente no meio da Amazônia. Se os súditos da rainha temiam os efeitos da temperatura e da umidade altas – e criaram muita polêmica desde o sorteio em dezembro passado –, levaram é calor dos italianos.

A rapaziada de Cesare Prandelli ignorou fatores externos, mostrou autocontrole para suportar pressão e sobretudo teve eficiência para garantir resultado num grupo complicado. Em suma: a Squadra Azzurra provou que não veio ao Brasil a passeio. Nem poderia ser diferente para quem tem quatro taças no currículo.

A partida foi corrida, movimentada, com a Inglaterra firme na largada, envolvente no ataque. A Itália segurou a pressão, colocou a bola no chão, tocou pra cá e pra lá – olha a Espanha a fazer escola! – até encontrar brecha. E ela surgiu num contragolpe que contou com a participação decisiva de Pirlo: o “arquiteto” abriu as pernas, como Rivaldo na final de 2002, e Marchisio apareceu para mandar para o gol.

Os ingleses empataram, mas no segundo tempo Balotelli deu o ar da graça ao fazer o gol da vantagem definitiva. Depois, cansou e saiu. Eis o que distingue um time com lastro: ter jogadores que brilham quando preciso.

E a Costa Rica? O patinho feio na chave de campeões do mundo, lascou 3 a 1 no Uruguai. Será que deixará no caminho rivais badalados? Oba!

Dia de Messi. Quando era garoto se dizia “domingo pede cachimbo” e, além disso, dia de missa e macarronada. Para muitos, ainda é assim. Mas o que a reminiscência tem a ver com a crônica? Nada, só maneira de abrir espaço para trocadilho gaiato e afirmar que hoje é domingo e dia de Messi.

Para quem curte futebol e está ligado no Mundial, se trata de oportunidade especial de ver em ação o jogador que conquistou os principais prêmios nos últimos anos e acumulou recordes, títulos e fãs. O craque do Barça e da Argentina se apresenta no Maracanã, palco adequado para o tamanho do talento dele.

Messi estreia em outra Copa cercado de expectativa, pressão e dúvidas. Pela idade, 26 anos (27, no dia 24), está no ponto da maturidade na carreira. Ao mesmo tempo, aumenta a cobrança, após o desempenho apagado em 2010, na África do Sul, e ficam interrogações em torno da condição física.

A Argentina depende de Messi, não se pode negar. Mas tem compensações com atletas versáteis, como Di Maria, Higuain e outros. Os vizinhos desembarcam como candidatos a levar a taça, ou no mínimo para fazer barulho. O desafio inicial é a Bósnia, franco-atiradora, com nada a perder. Eis o perigo…

*(Minha crônica publicada na edição do Estado de hoje, domingo, dia 15/6/2014.)

O experiente Pirlo (#VemparaoVerdão!) ensina futebol ao “Pelezinhos” ingleses! Melhor jogo da Copa até o momento!

Leia o post original por Milton Neves

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Que jogo!

Já vi no twitter jornalistas ingleses dizendo que a “Copa no Qatar 2022 está ameaçada. Se eu fosse o Brasil fazia outra”

Itália e Inglaterra na Arena Amazônia fizeram o melhor jogo da Copa até o momento no quesito equilíbrio.

O experiente Pirlo fez uma partida magnifíca, exuberante, passes maravilhosos e uma falta batida que os deuses do futebol deveriam ter feito a bola golpear as redes.

Este centroavante Mário Balotelli é uma espécie de Serginho Chulapa com a habilidade de Careca e o oportunismo do Túlio Maravilha.

E a Inglaterra me encantou com os seus “Pelezinhos” : Sterling, Welbeck e principalmente Sturridge.

O English Team jogando com a bola no chão,  rapidez e inteligência.

Não parece verdade, mas é!

Até o momento, uma competição maravilhosa, com erros grotescos de arbitragem.

Mas jogos divertidos e com ótimo nível técnico.

E aqui, quero começar uma campanha:#VemPirloparaoVerdão!

O que vocês acham?

E aí, torcedor, o que você achou da vitória italiana? E o novo estilo do futebol inglês? O Uruguai já está desclassificado? E a campanha #Pirlovemparaoverdão?

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Boas vindas a três gigantes na Copa

Leia o post original por Antero Greco

Itália, Holanda e Argentina garantiram classificação para o Mundial na rodada desta terça-feira nas Eliminatórias. A Azzurra e a Laranja Mecânica foram as duas primeiras equipes europeias a confirmarem presença, enquanto os vizinhos puxam a fila da América do Sul.

São três grandes que não poderiam faltar. A Copa, com 32 participantes, abriu espaço para seleções médias, ascendentes e de brilho esporádico terem seus momentos de glória. Mas tem charme de verdade quando equipes tradicionais desfilam categoria. Elas atraem público, por alinharem os principais astros do futebol internacional.

A Itália dispensa apresentações. Quatro títulos (34, 38, 82 e 2006), dois vices (70 e 94, ambos diante do Brasil) e muita história. Ficou fora apenas das edições de 1930 (a inaugural) e a de 1958 (uma eliminação surpreendente diante da Irlanda do Norte). Desta vez, sobrou no Grupo B, no qual superou Bulgária, Dinamarca, República Checa, Armênia e Malta, a figurante.

O carimbo no passaporte veio com 2 a 1, de virada, sobre os checos, em Turim. O técnico Cesare Prandelli trará para o Brasil jogadores da qualidade de Buffon, Pirlo, Balotelli, Chiellini. Um time que vai dar trabalhar, como sempre, embora não desponte como favorita.

A Holanda passeou no Grupo D, no qual acumulou até agora 22 pontos, os três mais recentes e decisivos com os 2 a 0 em cima de Andorra, eterna sparring europeia. Nessa chave, deixou para trás também Hungria, Romênia, Estônia e Turquia. Os holandeses desembarcarão por aqui com Robben, Van Persie, Snaijder e companhia. Os vice-campeões do mundo em 2010 são sempre garantia de bons espetáculos.

Pra incomodar, mesmo, é a Argentina, campeão em 78 e 86. A maior rival do Brasil está com uma geração preciosa, encabeçada por Messi. A seu lado há Di Maria, Palacio, Aguero, Lavezzi e outros tantos. Os argentinos arrasaram com o Paraguai, em Assunção (5 a 2), e foram a 29 pontos em 14 jogos na América do Sul. Podem até não terminar na liderança (a Colômbia tem 26 o Chile está com 24), mas o importante é que estarão presentes.

Sim, é possível*

Leia o post original por Antero Greco

A Espanha joga muito, dá gosto de ver como acaricia a bola, envolve adversários, acumula títulos, etc e tal. Merece elogios e hipérboles. Mas não vem de outro mundo, não é imbatível, tem pontos vulneráveis e, se apertar com jeito, se enrosca. A Itália deu o exemplo, no duelo de ontem em Fortaleza, que terminou só na 14.ª cobrança de pênalti, após o 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação.

A gente se acostumou a acompanhar equipe insinuante, envolvente, traiçoeira como o Coisa Ruim. A Vermelha se especializou em se fingir de indiferente, de testar a paciência de rivais e plateia com o vaivém da bola, pra lá e pra cá, de pé em pé, sem sofrer arranhões, como nas brincadeiras de aquecimento antes do treino. De repente, o bote certeiro, o gol, o golpe de misericórdia, que deixa zagueiros mais tontos que pinguços de boteco.

Só que os bailarinos de Vicente Del Bosque quase atravessaram a dança, no único empate da Copa das Confederações. Ensaiaram botar a Azzurra na roda, como havia ocorrido na decisão da Euro de 2012 (4 a 0), e encontraram um grupo atento e atrevido. Sobretudo nos primeiros 45 minutos, os italianos abafaram qualquer iniciativa da Espanha, cercaram Xavi e Iniesta e isolaram Pedro, Torres, Davi Silva. Eles receberam poucos passes, e sempre vigiados pelo trio Bonucci, Chiellini, Barzagli, acostumados a essa tarefa na Juve.

Enganou-se quem imaginou a Itália atrás; Cesare Prandelli armou bem o time para explorar descidas de Maggio e Giacherini pelas laterais, e Casillas suou frio. No segundo tempo, houve equilíbrio, mas sem que a Espanha jamais impusesse ritmo hipnotizante. Na prorrogação, ambas alternaram boas situações, mandaram bolas na trave, criaram chances; os pênaltis foram consequência da igualdade. Partida com muita emoção, taticamente admirável.

O público optou pela Itália – por farra e provocação. No momento atual, inegável a superioridade dos espanhóis em relação a qualquer time. Daí, pela lógica das arquibancadas, melhor secar um obstáculo complicado, ao menos na teoria, para facilitar o caminho do Brasil à conquista da taça. Deu certo até Bonucci desperdiçar a penalidade número 13 (para supersticiosos) e mandar pro espaço a vaga para o clássico de domingo no Maracanã. Com isso, contribuiu para a final desejada, e ótima para o Brasil. Já que é para testar a capacidade da seleção que seja contra tubarões.

A tarefa de Felipão e seus rapazes não será simples – nem com o desgaste adicional do outro finalista. Claro que os campeões do mundo levam desvantagem pela correria no Ceará, pelo deslocamento e pelo dia a menos de recuperação física e emocional. Compensarão com talento que lhes sobra e com economia de energia. (Pausa: ressaltou-se à exaustão o calor no Castelão, como se italianos e espanhóis não saibam o que seja temperatura alta. Tente ir a Madri, Sevilha, Roma, Nápoles em julho e agosto pra ver como a moleira esquenta.)

O Brasil pode ter como modelo a Itália, irretocável na marcação, como de costume, além de prática e eficiente na armação. Fundamental, nesse aspecto, a agilidade de Pirlo, De Rossi (e, depois, Montolivo), Candreva, Marchisio, que puxavam os contragolpes com velocidade e pontaria calibrada. Dessa maneira, várias vezes pegaram a defesa desprevenida. Em jogos oficiais recentes, a Azzurra foi a equipe que mais endureceu a vida para os espanhóis.

Felipão talvez não queira mexer na escalação habitual, mas poderia considerar a alternativa de começar com Luiz Gustavo, Paulinho e Hernanes no meio. Sobraria para Hulk ou Oscar. Com o primeiro em campo, aumenta o poder de combate; com o mais jovem, ganha nos dribles, desde que ele caia pela direita.

No papel, parece moleza, tá certo. Mas sei que dá para espantar o bicho papão. Daí o título desta crônica. Pensou que copiei a frase de Barack Obama (“Yes, we can”)?! Nada disso. Giorgio Gaber, artista italiano genial e morto em 2003, escreveu em 1991 a canção “Si può” (“É possível”). A homenagem é pra ele.

*(Minha crônica no Estado de hoje,  sexta-feira, 28/6/2013.)

Fugir da cruz*

Leia o post original por Antero Greco

A sabedoria popular nos oferece uma frase certeira, quando pretende mostrar que alguém teme o perigo e dele busca distância a qualquer custo: “Foge mais do que o diabo da cruz”, já diziam camponeses portugueses desde os tempos de Dom Sebastião. E a ameaça no futebol, hoje em dia, vem dos vizinhos dos lusitanos, lá na Península Ibérica, atende pelo nome de Espanha e pela alcunha moderna de “Vermelha”, em vez de “Fúria”.

Dilema cruel invade a mente de brasileiros e italianos, na véspera do clássico de amanhã, em Salvador. É o confronto mais estrelado do futebol mundial, por reunir um time que conquistou o título máximo em cinco ocasiões e outro que venceu em quatro, além de dois vices para cada lado. Não é duelo de principiantes, muito menos de equipes da moda. São duas escolas com larga tradição.

Mesmo assim, a intenção é empurrar eventual encontro com a Espanha só para o momento em que for inevitável – na final do torneio, de preferência. Só lá, então, se parte para o sacrifício. Para não confrontar-se com o sofrimento já nas semifinais, basta empate para a turma da casa, pois tem seis pontos ganhos, como os italianos, mas saldo a favor de 5 gols a 2. A opção da Azzurra é apenas a de vitória, para garantir-se em primeiro lugar no grupo A e pegar o segundo colocado da chave B. No papel, menos árdua a tarefa nacional.

Felipão e Cesare Prandelli inflam o ego dos campeões do mundo e bi da Europa, e os colocam nas nuvens. Reverência justa – e forma de transferir para o bicho-papão a responsabilidade nas semifinais. A geração atual de astros espanhóis joga demais – e no tique-taque das infindáveis trocas de passes parece não mudar o ritmo, seja em treinos, em amistosos, em jogos eliminatórios, contra rivais de peso ou meros coadjuvantes, ou em final do campeonato.

Tem hora que dá raiva do autocontrole dos toureiros da bola, pela frieza com que se comportam. Em outras, pena dos rivais. Como aconteceu ontem com o Taiti. Os rapazes semi amadores vieram da Polinésia, no meio do Oceano Pacífico, pra levar lavada de 10 a 0, fora baile e pênalti desperdiçado. Pior, dos reservas do Del Bosque! Para a Espanha, não passou de coletivo, os jogadores nem suaram a camisa. O público do Maracanã alinhou-se ao lado dos sparrings taitianos por solidariedade.

Felipão não está a fim de virar presa para a Espanha. O discurso geral fica em torno do otimismo e da certeza de que não ocorrerá mudança de esquema para enfrentar a Itália. Mas a seleção ensaia estratégia cautelosa para usar, se perceber complicação na partida. Não é à toa, também, que o técnico cogita dar descanso para Paulinho e reforçar marcação no meio-campo. Arriscado ir para o principal teste até agora com atleta fora de condição física ideal.

No mais, a tendência é a de confirmar a escalação que, aos poucos, o torcedor aprende a recitar. A repetição é recurso de que se vale o treinador para acelerar o entrosamento e consolidar tática. Faltará chance para exercitar a trupe na Fonte Nova, para não prejudicar mais o gramado castigado por chuvas e vários jogos.

A Itália tem preocupação maior com o sistema defensivo. Os três gols sofridos para o Japão expuseram fragilidade, embora houvesse escalado batalhão de volantes e meias. A Azzurra oscila e há brechas claras na defesa, na armação e no ataque. Uma equipe em construção, imprevisível e sujeita a sustos e escorregões. Desta vez, não dará para apostar em Pirlo (poupado), De Rossi (suspenso) e talvez Balotelli (desgastado).

A conversa é pra constatar, ao menos na teoria, que não será fácil encarar o gigante de igual para igual. E já que comecei a crônica com frase feita, fecho com outra da terra de Camões: Brasil ou Itália, quem pegar a Espanha ficará “entre a cruz e a caldeirinha”. Espera aí: por que não ditado nosso, caseiro? Se toparem com a Vermelha, para italianos ou brasileiros vale o maroto “se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come”.

E se prevalecer “um dia da caça e outro do caçador?” Epa, será bom!

*(Minha crônica no Estado de hoje, sexta-feira, 21/6/2013.)

O marrento Balotelli resolve mais uma vez para a Itália! E a Espanha aplicou um verdadeiro sacode no Uruguai!!! Neymar, Balotelli ou Iniesta, quem será o craque da Copa das Confederações?

Leia o post original por Milton Neves

A Itália mostrou raça e técnica para vencer os mexicanos.

Com lindo gol de Pirlo, a Azzurra abriu o placar.

O México empatou após falha bizarra de Barzagli, que cometeu penalidade em Giovani dos Santos.

Mas os europeus mostravam domínio total da partida.

E o marrento Balotelli resolveu mais uma vez.

O “Garrincha da Bota”, mais pelas polêmicas do que pela bola, também pode ser decisivo.

E no duelo entre Brasil e Itália ele dividirá as atenções com Neymar.

Quem brilhará mais?

E a Espanha “barcelonizou” com o Uruguai.

No primeiro tempo foram gols de Pedro e Soldado, mas cabia mais.

A Celeste Olímpica só levou um “sacode” parecido em 1974, na Copa da Alemanha, quando um tal de Johan Cruyff decidiu mostrar aos sul-americanos seu futebol total.

O duelo da Fúria com o Brasil também parece iminente.

E depois da vitória sobre os japoneses, quem entra como favorito?

O que você acha de Balotelli?

Neymar, Balotelli ou Iniesta, quem será o craque da Copa das Confederações?

Opine!!!